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	<title>Arquivos ONU - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>04 de junho: Dia Internacional de Crianças Inocentes Vítimas de Agressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 09:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Longe de ser um dia de celebração, este é um dia de protesto, de luto e de reflexão. Todos os dias as crianças são vítimas de agressão física e psicológica no mundo inteiro, inclusivamente nas suas próprias casas, por obra dos seus pais. Este dia relembra todas as vítimas infantis de afogamento, envenenamento, espancamento, queimadura, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Longe de ser um dia de celebração, este é um dia de protesto, de luto e de reflexão. Todos os dias as crianças são vítimas de agressão física e psicológica no mundo inteiro, inclusivamente nas suas próprias casas, por obra dos seus pais. Este dia relembra todas as vítimas infantis de afogamento, envenenamento, espancamento, queimadura, trabalho infantil e abuso sexual, mas também chama a atenção para a necessidade de proteção e de educação das crianças, que se encontram numa fase frágil, de construção de mentalidade, carácter e de valores.</p>
<p>Garantir um ambiente seguro e são para o crescimento das crianças é um dever dos pais, famílias, comunidades locais, professores, educadores, governantes e população em geral.</p>
<p>O Dia Internacional das Crianças Vítimas Inocentes da Violência e da Agressão foi criado pela ONU em 1982.</p>
<p>Em todo o mundo, quando surgem conflitos e guerras, as crianças são as primeiras a sofrer com a violência ao lado de outros grupos vulneráveis da sociedade.</p>
<h2>Emergência</h2>
<p>Mulheres e crianças deslocadas na província de Saripul, no norte do Afeganistão.<br />
O recrutamento de menores para conflitos e guerras está entre as seis violações mais comuns de direitos humanos além de assassinatos, violência sexual, sequestros, ataques a escolas e hospitais e impedimento de acesso humanitário.</p>
<p>O Dia Internacional de Crianças Inocentes Vítimas de Agressão foi criado em 1982 pela Assembleia Geral. Naquele ano, o órgão aprovou a proposta de criação da data numa sessão especial de emergência sobre a questão da Palestina afirmando “estar horrorizado com o grande número de crianças palestinas e libanesas vítimas de atos de agressão por Israel”.</p>
<p>Com a data, a ONU quer alertar para o sofrimento emocional, mental e físico imposto a crianças em todo o mundo em conflitos e guerras. A organização também reforça o compromisso que tem de proteger os direitos das crianças.</p>
<h2>Graça Machel</h2>
<p>A Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança é o tratado internacional que mais recebe ratificações no mundo.</p>
<p>Em 1997, a ativista moçambincana Graça Machel entregou à Assembleia Geral um relatório sobre o impacto arrasador para crianças em meio a conflitos. A resolução 51/77 é um dos documentos mais importantes para melhorar a proteção de crianças em conflitos.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RtDP7lt6e7s" width="935" height="526" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
A resolução também estabeleceu o mandato do Escritório do Representante Especial para Crianças em Conflito Armado, o posto atualmente ocupado pela argentina Virginia Gamba.</p>
<h2>Agenda 2030</h2>
<p>Segundo a ONU, o número de violações a crianças ocorridas em muitas zonas de conflito aumentou nos últimos anos.</p>
<p>Ao todo, mais de 250 milhões de menores vivem em áreas afetadas por conflitos e guerras.</p>
<p>A Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 inclui pela primeira vez a eliminação da violência a menores em conflitos, o que se reflete em outros objetivos de redução da violência. Nesse caso, objetivo 16 meta 2, determina que o mundo deve erradicar todas as formas de violência à criança e acabar com o abuso, negligência e exploração de menores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://news.un.org/pt/story/2020/06/1715642">Fonte: ONU News</a></p>
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		<title>07 de abril: Dia Mundial da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 12:12:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Mundial da Saúde, ONU pede renovação de compromissos com o setor Pandemia revelou desigualdades e injustiças nos sistemas nacionais de saúde, diz secretário-geral, António Guterres, em mensagem sobre a data; construindo um mundo mais justo e mais saudável é o tema da campanha deste ano. Este 7 de abril é o Dia Mundial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="story-title" style="text-align: left;"><strong>Neste Dia Mundial da Saúde, ONU pede renovação de compromissos com o setor</strong></h2>
<p><strong>Pandemia revelou desigualdades e injustiças nos sistemas nacionais de saúde, diz secretário-geral, António Guterres, em mensagem sobre a data; construindo um mundo mais justo e mais saudável é o tema da campanha deste ano.</strong></p>
<p>Este 7 de abril é o Dia Mundial da Saúde. E o segundo consecutivo marcado durante a pandemia da Covid-19.</p>
<p>Em mensagem, o secretário-geral da ONU pediu ao mundo que renove seu compromisso com o setor promovendo o acesso universal aos cuidados de saúde e um mundo mais saudável e justo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10778" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1-1024x464.jpg" alt="" width="1024" height="464" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1-1024x464.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1-300x136.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1-768x348.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 12px;">Pnud Bangladesh/Fahad Kaizer &#8211; Idosos em países como Bangladesh foram fortemente afetados pela Covid-19.</p>
<h2>Exclusão social</h2>
<p>Para António Guterres, o novo coronavírus revelou desigualdades e injustiças na área da saúde em todo o globo. E lembrou que as taxas de contaminação e morte pelo novo coronavírus são mais altas em pessoas que lutam contra a pobreza, condições desfavoráveis de moradia e trabalho, discriminação e exclusão social.</p>
<p>O chefe da ONU diz que em todo o mundo, a grande maioria de doses de vacina aplicadas até o momento ocorreu em países ricos e produtores dos imunizantes.</p>
<p>Ele afirmou que as nações pobres têm de ficar à espera da iniciativa Covax, liderada pela Organização Mundial da Saúde, OMS, que entrega lotes de vacinas a países de rendas baixa e média.</p>
<h2>Recuperação</h2>
<p>Guterres ressalta que as desigualdades são imorais e perigosas para a saúde, para as economias e sociedades inteiras.</p>
<p>Este ano, a OMS está lançando uma campanha para um mundo mais justo e mais saudável. O 7 de abril foi escolhido por ser a data de criação da OMS em 1948.</p>
<p>Segundo o secretário-geral da ONU, com a recuperação da pandemia, o mundo precisa implementar políticas e alocar recursos para que todos possam ter os mesmos resultados na área da saúde.</p>
<p>Guterres acredita que é possível criar o acesso universal de saúde, o que levará a todos prosperarem.</p>
<p>Ele afirma que, neste Dia Mundial da Saúde, é hora de assumir um compromisso com um mundo mais saudável e mais equitativo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10779" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1024x464.jpg" alt="" width="1024" height="464" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-1024x464.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-300x136.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped-768x348.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/image1170x530cropped.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 12px;">PMA/Arete/Damilola Onafuwa &#8211; <span class="un-news-full-width scald-caption">Um bebê de sete meses é tratado para desnutrição em um centro de saúde no estado de Yobe, Nigéria.</span></p>
<p><a href="https://news.un.org/pt/story/2021/04/1746802" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU News</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center"><strong>No Dia Mundial da Saúde, faça uma opção pela qualidade de vida</strong></h2>
<p>Além de servir para lançar um alerta em escala mundial a respeito de problemas que afetam a saúde pública, o Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade para difundir as informações e recomendações que levem as pessoas a uma vida mais saudável e equilibrada. Para tanto, é fundamental entender que o conceito de saúde é muito mais abrangente do que a ausência de doenças. Ser saudável pressupõe um equilíbrio entre as diversas dimensões da vida humana: física, emocional, social, intelectual e espiritual.</p>
<p>Também é importante reforçar neste Dia Mundial da Saúde a máxima de que, por mais que a ciência tenha avançado no desenvolvimento de novos recursos para o tratamento das doenças, a prevenção ainda é a abordagem mais indicada, simples e eficaz. Realizar regularmente check-ups – de acordo com o perfil e faixa etária de cada um -, manter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas são atitudes que contribuem, comprovadamente, para uma vida saudável. Da mesma forma, banir o cigarro, moderar no consumo de bebidas alcoólicas e reservar um tempo para o lazer com familiares e amigos fortalecem o corpo e a mente.</p>
<p>Neste 7 de abril procure refletir sobre a sua qualidade de vida. Indague-se se seus hábitos são de fato saudáveis e faça uma clara opção pela vida. O Dia Mundial da Saúde é uma data para reflexões, alertas e, principalmente, para que cada um se conscientize sobre a importância de manter hábitos saudáveis.</p>
<p><a href="https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/dia-mundial-da-saude/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: HCor</a></p>
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		<title>Por que apoiamos a liderança das mulheres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 14:04:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça algumas mulheres líderes inspiradoras que estão trazendo mudanças duradouras para suas comunidades, com o apoio das Nações Unidas Os dados são claros. Apesar do maior envolvimento das mulheres em funções públicas de tomada de decisão, a igualdade está longe: as mulheres ocupam cerca de 21% dos cargos ministeriais em todo o mundo, apenas três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Conheça algumas mulheres líderes inspiradoras que estão trazendo mudanças duradouras para suas comunidades, com o apoio das Nações Unidas</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10603" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg" alt="" width="638" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg 638w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300-300x141.jpg 300w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p>Os dados são claros. Apesar do maior envolvimento das mulheres em funções públicas de tomada de decisão, a igualdade está longe: as mulheres ocupam cerca de 21% dos cargos ministeriais em todo o mundo, apenas três países têm 50% ou mais mulheres no parlamento e 22 países são chefiados por uma mulher. No atual ritmo de progresso, a igualdade de gênero não será alcançada entre as Chefias de Governo até 2150.</p>
<p>Além do mais, a violência contra as mulheres na vida pública é generalizada. Mulheres em funções de liderança lutam contra a falta de acesso a financiamento, ódio e violência online e normas discriminatórias e políticas de exclusão, que tornam a ascensão na hierarquia ainda mais difícil.</p>
<p>Mesmo assim, as mulheres persistem e continuam a provar que, quando lideram, trazem mudanças transformadoras a comunidades inteiras e ao mundo em geral.</p>
<p>Liderança feminista inclusiva e diversa é a chave para o desenvolvimento internacional sustentável enquanto o mundo continua a enfrentar desafios urgentes – da pandemia COVID-19 às mudanças climáticas, aprofundamento das desigualdades, conflitos e retrocessos democráticos. As Nações Unidas estão trabalhando em todo o mundo para permitir que mais mulheres ocupem seus lugares de direito nas mesas de tomada de decisão.</p>
<p><strong>Aqui estão as vozes de apenas sete mulheres e meninas que, com o apoio da ONU, lideraram processos transformativos que estão criando mudanças.</strong></p>
<h2>Mayerlín Vergara Pérez defende os direitos das crianças e adolescentes sobreviventes de exploração sexual na Colômbia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10609" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><br />
Mayerlin Vergara Perez, fotografada na praia de Riohacha, La Guajira, Colômbia<br />
Foto: ACNUR/Nicolo Filippo Rosso</h5>
<p>Mayerlín Vergara Pérez dorme com o telefone no travesseiro. Como diretora de um lar para dezenas de crianças e adolescentes que sobreviveram à violência e exploração sexual em Riohacha, na fronteira leste da Colômbia com a Venezuela, ela nunca sabe quando pode ser chamada para resolver uma crise.</p>
<p>“A violência sexual quase destruiu sua capacidade de sonhar. Roubou seus sorrisos e os encheu de dor, angústia e ansiedade”, disse Pérez, uma mulher vibrante de 45 anos. “A dor é tão profunda e o vazio emocional que elas sentem é tão profundo que simplesmente não querem viver.”</p>
<p>Ao longo de uma carreira que ela considera uma vocação, Pérez assistiu centenas das cerca de 22.000 crianças e adolescentes que a ONG colombiana Fundación Renacer (ou “Fundação Renascimento”) atendeu desde sua fundação, há 32 anos.</p>
<p>Em reconhecimento ao seu trabalho, o ACNUR nomeou Pérez como laureada do Prêmio Nansen Refugiado de 2020, um prestigioso prêmio anual que homenageia pessoas que fizeram de tudo para apoiar pessoas deslocadas à força e apátridas.</p>
<p>“Para mim, o prêmio representa uma oportunidade para meninas e meninos”, disse Pérez, acrescentando que espera que mostre que “é possível que sobreviventes de violência sexual mudem suas vidas e empreendam projetos de vida que sejam positivos para eles, para suas famílias e para a sociedade”.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Pérez nesta <a href="https://www.unhcr.org/news/stories/2020/10/5f6919c34/colombian-woman-devotes-life-helping-sexually-exploited-children-heal.html" data-slimstat="5">história</a> do ACNUR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Elena Crasmari, a única mulher em seu conselho local na Moldávia</h2>
<h5><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10607" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></h5>
<h5 style="text-align: center;">Elena Crasmari, que está no centro médico de sua aldeia, concorreu a vereadora local como candidata independente<br />
Foto: ONU Mulheres/Tara Milutis</h5>
<p>Elena Crasmari, de 35 anos, estava farta de não poder acessar o centro médico em seu vilarejo de Dolna, uma comunidade rural de 1.155 pessoas na Moldávia. Ela não podia subir escadas e teve que se apoiar nas mãos e nos joelhos para entrar no prédio, por causa de sua deficiência.</p>
<p>“Fui à prefeitura pedir que me ajudassem a fazer alguma coisa a respeito das escadas do posto médico”, lembra Crasmari. “O prefeito me entregou um saco de cimento e um pouco de areia e disse que eu precisava fazer isso sozinha. Depois disso, decidi me candidatar”.</p>
<p>Crasmari aprendeu novas habilidades e ganhou mais confiança ao participar das sessões de treinamento sobre a participação política das mulheres e engajamento cívico apoiado pela ONU Mulheres e seus parceiros. Ela construiu uma campanha eleitoral de base bem-sucedida e concorreu a vereadora local como candidata independente.</p>
<p>“Eu queria dar o primeiro passo para provar que as pessoas com deficiência têm uma chance… As pessoas precisam saber que temos direitos iguais, não apenas na teoria, mas também na prática.”</p>
<p>As mulheres representam apenas 25% dos parlamentares, 22% dos prefeitos e 27% dos vereadores distritais na Moldávia. Hoje, Crasmari é a única mulher em uma equipe de nove pessoas, como vereadora local. Desde que foi eleita, um de seus primeiros projetos foi reformar o centro médico da vila.</p>
<p>“Também espero ser capaz de tornar todas as instituições do estado – incluindo nosso museu, o jardim de infância e a prefeitura – acessíveis às pessoas com deficiência”, diz Crasmari, “e às mães com filhos pequenos e idosos que vêm e receber suas pensões. ”</p>
<p>Leia mais sobre a  <a href="https://eca.unwomen.org/en/news/stories/2020/2/elena-crasmari-how-a-moldovan-woman-with-disabilities-fought-for-her-rights-and-won-an-election" data-slimstat="5">história</a> de Crasmari no site da ONU Mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Amina Mirsakiyeva abre caminho para mulheres na ciência no Cazaquistão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10604" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Amina Mirsakiyeva<br />
Foto: Polina Selivanova</h5>
<p>“Quebrei o sistema”, diz Amina Mirsakiyeva, pesquisadora da Carl Zeiss AG, maior fabricante de sistemas ópticos do mundo.</p>
<p>Sua jornada para uma carreira em química não foi fácil em seu país natal, Cazaquistão, onde ser cientista tem pouco prestígio e espera-se que as mulheres optem por sair de suas carreiras para começar e cuidar de suas famílias.</p>
<p>Ainda não pronta para escolher entre seus estudos e começar uma família, Mirsakiyeva decidiu se inscrever para um programa de doutorado em química na Suécia e deixou o Cazaquistão em 2012.</p>
<p>Agora com sede em Stuttgart, Alemanha, Mirsakiyeva traça seu caminho para apoiar redes como seus pais, colegas e amigos ao longo de sua carreira, e ela quer pavimentar o caminho para outras mulheres como ela.</p>
<p>“Todas as minhas atividades sociais visam apoiar as mulheres e ajudar a inspirar o maior número de pessoas possível”, diz ela.</p>
<p>Mirsakiyeva criou uma rede para mulheres cientistas do Cazaquistão, para aumentar o reconhecimento e o respeito pela carreira científica em seu país e para normalizar a imagem de meninas e mulheres na ciência. Ela também organiza encontros no café da manhã para empresárias e imigrantes. Mirsakiyeva acredita que a ciência pertence a todos e criou um podcast para explicar os conceitos científicos de maneiras acessíveis.</p>
<p>Mirsakiyeva também conta sua história na nova  <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/about-the-platform" data-slimstat="5">plataforma online</a> regional do PNUD para igualdade de gênero em STEM (Ciência, Matemática e Engenharia, na sigla em Inglês) na Europa e Ásia Central para incentivar mulheres e meninas a seguir carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.</p>
<p>Leia mais sobre ela nesta <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/gender-barriers-in-stem/meet-women-in-stem/dr-amina-mirsakiyeva-kazakhstan" data-slimstat="5">história</a> do PNUD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rebecca Chepkateke responsabiliza autoridades em Uganda</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10610" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Rebecca Chepkateke (centro) senta-se com mulheres da aldeia Ashiokaniana<br />
Foto: NAWOU/Fionah Barbra</h5>
<p>“Mwana muke hana haki yake! Mwana muke hana haki yake ”, diz Rebecca Chepkateke com angústia. É uma expressão Kiswahili que significa “as mulheres não têm direitos”. Ela já ouviu essa frase repetida muitas vezes para mulheres que tentam denunciar a violência de gênero aos líderes comunitários.</p>
<p>Chepkateke é a presidenta da Karita Women’s Network, uma coalizão formada pela “Women Networks for Gender Equality” (Rede das Mulheres pela Igualdade de Gênero, tradução livre), apoiada pela Iniciativa Spotlight da União Europeia e Nações Unidas e pelo projeto de Empoderamento das Mulheres no distrito de Amudat, no norte de Uganda. Ela foi eleita para o papel por sete grupos de mulheres que se reuniram para fortalecer a defesa das mulheres em seus respectivos vilarejos.</p>
<p>Chepkateke fornece um elo crítico entre as mulheres que sofrem violência e justiça e os serviços de saúde. Seu trabalho abrange uma ampla gama de apoio, desde ajudar as mulheres a denunciar o agressor – e garantir que o caso não seja arquivado pela polícia – até ajudar mulheres em regiões isoladas a dar à luz com segurança, conectando-as com uma enfermeira da equipe de saúde da aldeia.</p>
<p>A liderança de ativistas populares como Chepkateke é especialmente importante durante a pandemia, quando as desigualdades de gênero pioraram.</p>
<p>“As mulheres foram as que mais sofreram durante este período”, diz Chepkateke. “Com o fechamento dos mercados e a proibição do transporte público, eles não tinham como vender seus produtos ou conduzir seus negócios…  A violência doméstica aumentou tremendamente.”</p>
<p>Chepkateke espera levar sua campanha pela igualdade ainda mais longe, tornando-se mulher conselheira no sub-condado de Karita, uma posição que a ajudaria a fortalecer a legislação que protege as mulheres da violência.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Chepkateke apoiado pela  <a href="https://www.spotlightinitiative.org/news/grassroots-women-leaders-provide-critical-link-between-survivors-and-services" data-slimstat="5">Iniciativa Spotlight União Europeia e Nações Unidas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Belen Perugachi, uma adolescente conselheira do Equador</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10605" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Belen Perugachi passeia pelo jardim de sua família<br />
Foto: UNICEF/Santiago Arcos</h5>
<p>Belen Perugachi tinha apenas 12 anos quando decidiu se tornar uma defensora dos direitos indígenas ao ingressar no Grupo de Crianças e Adolescentes de Pueblo Kayambi, no Equador.</p>
<p>Aos 16 anos, ela é o membro mais jovem do Conselho de Proteção de Direitos do Município de Cayambe. Sua ascensão a vice-presidenta do Conselho em 2019 marcou a primeira vez que um adolescente foi eleito para o cargo.</p>
<p>“Quero que as pessoas nas áreas rurais tenham as mesmas oportunidades que as pessoas nas cidades”, diz ela. “Eu imagino um mundo com respeito por culturas diferentes, com respeito por homens e mulheres … Eu sonho com equidade.”</p>
<p>Na comunidade rural de Paquiestancia, a agricultura e a pecuária constituem a principal fonte de renda de muitas famílias. Portanto, quando a pandemia de COVID-19 atingiu e o mercado principal fechou em Cayambe, Perugachi e seu grupo de jovens aumentaram, abrindo um novo mercado para apoiar as mulheres e suas famílias.</p>
<p>Perugachi visa preservar mais do que a economia local; ela defende os direitos indígenas no cenário internacional. Em 2018, ela viajou ao Chile para a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>“Minha participação enviou uma mensagem para meninas indígenas como eu na América Latina”, diz ela. “Eu disse a elas que lutassem por seus direitos e se sentissem orgulhosas de suas tradições”.</p>
<p>Inspire-se com mais meninas liderando mudanças nesta <a href="https://features.unicef.org/teen-girl-activist/#group-Belen-in-Ecuador-u0AEIyxZIn" data-slimstat="5">história</a> da UNICEF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Kelsang Tshomo apoia mulheres condutoras de ônibus para acabar a violência no Butão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10608" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />A condutora de ônibus Kelsang Tshomo está ajudando a acabar com a violência de gênero entre seus colegas e passageiros em Thimpu, Butão<br />
Foto: UNFPA Butão/Sunita Giri</h5>
<p>Quando os relatos de violência doméstica aumentaram durante o bloqueio do COVID-19 na primavera passada, a condutora de ônibus Kelsang Tshomo visitava amigos e colegas na capital do Butão, Thimpu, a cada poucos dias para se certificar de que eles estavam bem e fornecia informações se precisassem de ajuda. Tshomo aprendeu sobre prevenção e resposta à violência baseada em gênero em uma sessão de informação conduzida pelo UNFPA e seu parceiro sem fins lucrativos RENEW (Respeitar, Educar, Cuidar e Empoderar Mulheres), que a inspirou a se tornar uma agente de mudança em sua comunidade.</p>
<p>“O treinamento do UNFPA me fez perceber que qualquer forma de abuso – verbal, emocional, sexual ou físico – não é aceitável”, disse Tshomo, que também é conselheira de uma equipe de 87 condutores e motoristas da Thimpu City Bus Services.</p>
<p>Em sua função de conselheira, ela aconselha seus colegas sobre como relatar casos e acessar apoio psicossocial. “Colegas, alguns dos quais viveram vidas subjugadas com medo de seus maridos, agora estão confiantes e se envolvem em discussões”.</p>
<p>Esses condutores de ônibus e motoristas recentemente capacitados, sensibilizados para detectar e diminuir o abuso e o assédio entre os passageiros, juntam-se a ela enquanto ela leva sua defesa às ruas. Até agora, a parceria do UNFPA com a empresa de ônibus treinou 25 condutores e motoristas na prevenção da violência baseada em gênero, com planos de expansão para mais 20 ônibus.</p>
<p>“Para realizar uma mudança real, as mulheres devem fornecer umas às outras o espaço para compartilhar, aprender e crescer juntas”, diz Tshomo. “Mulheres apoiando mulheres é crucial para garantir uma sociedade segura, igualitária e feliz para homens e mulheres.”</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Tshomo nesta  <a href="https://www.unfpa.org/news/women-supporting-women-female-bus-conductors-drive-out-violence-bhutan" data-slimstat="5">história</a> do UNFPA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Editar Ochieng, uma sobrevivente mudando a narrativa sobre a violência sexual no Quênia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10606" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Editar Ochieng<br />
Foto cortesia de Editar Ochieng</h5>
<p>Quando era uma menina de seis anos, Editar Ochieng foi abusada sexualmente. Aos 16 anos, ela foi estuprada por uma gangue.</p>
<p>Ochieng cresceu em Kibera, o maior assentamento informal na capital do Quênia, Nairóbi, onde a violência sexual e baseada no gênero é um problema endêmico e generalizado. Ela foi exacerbada ainda mais na pandemia de COVID-19, com bloqueios, criando mais estresse familiar e financeiro.</p>
<p>Quando ela tinha 26 anos, Ochieng fundou o Centro Feminista pelos Direitos e Justiça pela Paz em Kibera, uma organização que apoia sobreviventes de violência sexual e outras formas de violência na comunidade.</p>
<p>Em um ponto durante a pandemia, Ochieng sozinha estava recebendo até 10 ligações de vítimas de violência por dia.</p>
<p>Citar números, entretanto, não é suficiente para Ochieng. Para ela, uma mulher abusada é uma mulher a mais e é obrigação de todos os que têm a capacidade de fazê-lo, defender seus direitos e garantir que o status quo seja “rompido”.</p>
<p>Em 2020, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos e a ONU Mulheres – sob um projeto chamado Let It Not Happen Again (“Não deixe acontecer de novo”) – forneceram apoio a Ochieng e outros defensores e defensoras dos direitos humanos para melhor responder e apoiar sobreviventes de violência de gênero para relatar à polícia, acesso a serviços médicos psicossociais e segurança.</p>
<p>Ochieng diz que a educação e o treinamento deram a ela o poder, como feminista, de olhar para os desafios e transcendê-los.</p>
<p>“Quando você é uma líder, você está mudando a narrativa”, diz ela. “Precisamos treinar nossas meninas sobre a importância da educação. Precisamos recuperar nosso poder para criar uma geração diferente que entenda que existe poder, mas que você pode controlar”.</p>
<p>O Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos está apresentando Editar Ochieng, bem como outras mulheres líderes de direitos humanos, na  <a href="https://www.standup4humanrights.org/i-stand-with-her/en/index.html" data-slimstat="5">campanha #IStandWithHer</a> (“Eu estou com ela”,).</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/por-que-apoiamos-a-lideranca-feminina/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/por-que-apoiamos-lideranca-das-mulheres/">Por que apoiamos a liderança das mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:04:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marlana Zanatta Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio. O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marlana Zanatta</em></p>
<p>Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio.</p>
<p>O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, representando mais de 20% do PIB e um dos poucos a apresentar resultados positivos na pandemia. Mas esses números não são tão otimistas quando falamos de equidade de gênero no ramo. Apesar de as mulheres representarem 51,8% da população do país, sua presença dentro da cadeia do agronegócio ainda é um desafio a ser solucionado.</p>
<p>A porcentagem de participação feminina dentro e fora da porteira é discrepante. As mulheres representam 42% da força de trabalho na agricultura. A pecuária fica em segundo lugar (25%), depois a agropecuária (20%), e em último a agroindústria (13%).</p>
<p>Em relação à gestão de propriedade, atualmente, 18,6% das propriedades rurais são lideradas por mulheres. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, do IBGE, o número de estabelecimentos agrícolas administrados por mulheres cresceu 38% na última década. Apesar disso, a participação feminina no mercado do agronegócio equivale a menos da metade (31,2%) da representação masculina. No primeiro trimestre de 2020, eram 5,6 milhões de mulheres empregadas no setor, ante 12,3 milhões de homens.</p>
<p>Andrea Sousa Cordeiro, 49, é advogada, empresária no ramo do agro e administradora do perfil @mulheresdoagronegociobrasil. Andrea atua no mercado há 24 anos e conta que o momento atual, apesar de tudo, é muito melhor do que ela presenciou no início dos anos 2000.</p>
<p>“Apesar de ainda existirem diferenças, nós já consolidamos nosso caminho, não tem mais como dar um passo atrás, a caminhada já foi iniciada, já foi determinado o ritmo e ele é só crescente. As empresas estão cada vez mais comprometidas e se estruturando para trazer mais mulheres para o agronegócio e estabelecer uma igualdade dentro do setor. É muito legal de ver isso hoje, porque a diferença é brutal com o cenário que presenciei quando iniciei minha carreira. Muitas vezes eu chegava em uma sala de reunião e eu era a única mulher presente. Hoje é gratificante entrar em uma sala e ver mulheres em posição de liderança representando uma companhia e dirigindo uma equipe, é uma outra realidade”, declara.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), cerca de 30% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres. Elas são responsáveis por gerenciar pelo menos 8% do PIB nacional, o que representa aproximadamente US$ 165 bilhões.</p>
<p>Apesar dos avanços, continuam existindo complicações no caminho. Ainda segundo a ABAG, 71% das mulheres do agro já tiveram alguma experiência em que o fato de ser mulher foi uma barreira para ser ouvida, ascender profissionalmente ou para se relacionar profissionalmente, Andrea Cordeiro faz parte dessa estatística.</p>
<p>“Inúmeras vezes eu fui questionada, não só no início, mas em toda minha jornada. Não raro era que alguns clientes falassem´mas ela vai participar da reunião? Quem é ela?´ ou ´ela é filha do fulano? Mas eu vou ser atendido por ela? Ela é boa no que faz?´. Diversas vezes a minha capacidade profissional foi questionada por ser mulher. Eu lembro de uma situação específica em que o cliente se negou completamente a ser atendido por mim”, conta a empresária.</p>
<p>Dados do Ministério da Agricultura e da Embrapa mostram que o Brasil tem mais de 5 milhões de empreendimentos rurais e quase 1 milhão de mulheres no comando das propriedades. A maioria está na região Nordeste com (57%) e a menor porcentagem fica no Centro-Oeste, que concentra apenas 6% de mulheres participantes da gestão. Importante ressaltar que 43% dos 1,3 bilhões de pequenos agricultores no mundo são mulheres, segundo a Comissão sobre a Situação da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Andrea atribui o crescimento da participação feminina no setor a alguns fatores: globalização; mudança cultural que o Brasil vive atualmente; a pauta de inclusão de gênero cada vez mais presente e sendo cobrada na sociedade e a proliferação de grupos de mulheres pelo Brasil, fortalecendo o movimento feminino, dando suporte umas às outras, fornecendo capacitação e exigindo espaço no mercado.</p>
<p>Segundo o Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), em 2017, as mulheres do agro receberam cerca de 78,3% do que é pago aos homens dentro do setor. Sobre esse dado, a empresária comenta: “o salário de um gerente de um departamento não pode ser maior para um homem do que para uma mulher, se ambos os profissionais possuem capacitação para aquela função. Então não se trata só de lutar para que os postos de trabalho dentro das empresas sejam 50% homens e 50% mulheres, mas que além disso os salários também sejam de acordo com a função e capacitação dos profissionais, independente de gênero. Não adianta só querer falar bonito no dia das mulheres e pagar um salário 20% mais baixo para elas”.</p>
<p>Em 2014, pela primeira vez, uma mulher assumiu o comando do Ministério da Agricultura, a empresária e pecuarista, Katia Abreu. Atualmente, também temos uma mulher nesta posição de liderança, a engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina. A representatividade em grandes instituições é uma questão essencial para o avanço da pauta de equidade de gênero no agronegócio.</p>
<p>Andrea é um exemplo disso, ela relata que recebe mensagens diariamente de mulheres contando que querem ser como ela e perguntando o que precisam fazer para seguir seus passos e alcançar o sucesso na área. “Eu não imaginava o impacto que a minha voz poderia ter na vida de tantas mulheres. Depois que comecei a receber essas mensagens, percebi que todas nós somos influenciadoras, mesmo sem saber nós impactamos a vida de outras pessoas, por isso a representatividade é tão importante”, declara.</p>
<p>Em relação às expectativas para o futuro a empresária diz: “Quero chegar daqui 10 anos, olhar para trás e pensar “fiz parte desse movimento, passei por várias fases e acho que agora estamos em um caminho de pensar em outras pautas porque essa finalmente foi resolvida”. Espero que no futuro as pessoas entendam que a gente não quer disputar, nós queremos agregar, queremos caminhar junto”.</p>
<p><strong>Alguns dados sobre mulheres em posição de gestão no agro</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10590" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg" alt="" width="1024" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-300x108.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-768x276.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10591" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg" alt="" width="1024" height="346" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-300x101.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><a href="https://mailchi.mp/8de295069c49/representatividade-feminina-no-agronegocio?e=ef66199b42" target="_blank" rel="noopener">Fonte: VERT</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/representatividade-feminina-no-agronegocio/">REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>08 de Março: Dia Internacional da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 12:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres do mundo querem e merecem um futuro igual, livre de estigma, estereótipos e violência; um futuro sustentável, pacífico, com direitos e oportunidades iguais para todos. Para nos levar lá, o mundo precisa de mulheres em todas as mesas onde as decisões são tomadas. A ONU Mulheres está trabalhando para fornecer apoio a todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres do mundo querem e merecem um futuro igual, livre de estigma, estereótipos e violência; um futuro sustentável, pacífico, com direitos e oportunidades iguais para todos. Para nos levar lá, o mundo precisa de mulheres em todas as mesas onde as decisões são tomadas.</p>
<p>A ONU Mulheres está trabalhando para fornecer apoio a todas as mulheres na linha de frente da luta contra esta pandemia: promoção de acordos de trabalho flexíveis e priorizando serviços para prevenir a violência doméstica baseada no gênero.</p>
<p>Este ano, o tema do Dia Internacional da Mulher (8 de março), “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo COVID-19”, comemora os esforços tremendos de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e de recuperação da pandemia COVID-19 e destaca as lacunas que permanecem.</p>
<p>A participação plena e efetiva das mulheres e a liderança em todas as áreas da vida impulsionam o progresso para todas as pessoas. No entanto, as mulheres ainda estão sub-representadas na vida pública e na tomada de decisões, conforme revelado no recente relatório do Secretário-Geral da ONU.</p>
<p>As mulheres são Chefas de Estado ou de Governo em 22 países e apenas 24,9% dos parlamentares nacionais são mulheres. No atual ritmo de progresso, a igualdade de gênero entre Chefes de Governo levará mais 130 anos.</p>
<p>As mulheres também estão na vanguarda da batalha contra o COVID-19, como trabalhadoras da linha de frente e do setor de saúde, como cientistas, médicas e cuidadoras, mas recebem 11 por cento menos globalmente do que seus colegas homens. Uma análise das equipes de tarefa do COVID-19 de 87 países revelou que apenas 3,5 por cento delas tinham paridade de gênero.</p>
<p>Quando as mulheres lideram, vemos resultados positivos. Algumas das respostas mais eficientes e exemplares à pandemia COVID-19 foram lideradas por mulheres. E as mulheres, especialmente as jovens, estão na vanguarda de movimentos diversos e inclusivos online e nas ruas por justiça social, mudança climática e igualdade em todas as partes do mundo. No entanto, as mulheres com menos de 30 anos são menos de 1 por cento dos parlamentares em todo o mundo.</p>
<p>É por isso que o Dia Internacional da Mulher deste ano é um grito de guerra pela Igualdade de Gerações, para agir por um futuro igual para todos. O Generation Equality Forum, a reunião mais importante para investimentos e ações de igualdade de gênero, começa na Cidade do México de 29 a 31 de março e culmina em Paris em junho de 2021. Ele atrairá líderes, visionários e ativistas de todo o mundo, com segurança em uma plataforma virtual, para impulsionar uma mudança transformadora e duradoura para as próximas gerações.</p>
<p>#ActforEqual (Aja por Igualdade, tradução livre) é uma nova campanha para atrair atenção, entusiasmo e ação para o próximo Fórum Geração Igualdade. Por meio da campanha, você pode mostrar seu apoio, agir pela igualdade de gênero e ajudar a impulsionar os principais compromissos com os objetivos da Coalizão de Ação. Não podemos esperar mais pela igualdade de gênero. É hora de #ActforEqual.</p>
<p><strong>Aumento da Geração Igualdade</strong></p>
<p>Todos os dias, por meio de nossas ações e da forma como lideramos, falamos, questionamos e agimos, desafiamos normas, transformamos hábitos, mudamos leis, agimos e inspiramos outras pessoas a criar um mundo sem discriminação de gênero. Estamos em ascensão com a geração igualdade.</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/dia-internacional-das-mulheres/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10423" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dia-da-mulherok-.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dia-da-mulherok-.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dia-da-mulherok--150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dia-da-mulherok--300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dia-da-mulherok--768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Mês de Março: Mês da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 13:35:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ” A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″. O tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages">Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ”</h3>
<p>A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″.</p>
<p>O tema celebra os enormes esforços de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e na recuperação da pandemia de COVID-19. Também está alinhado com o tema prioritário da 65ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, “ Participação plena e efetiva da mulher e tomada de decisões na vida pública, bem como eliminação da violência, para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas ”, e o carro-chefe Campanha Geração Igualdade que visa engajar parcerias institucionais e da sociedade civil para realizar o direito das mulheres de protagonizar a tomada de decisões em todas as áreas da vida, remuneração igual, divisão igual de trabalho doméstico e de cuidados não remunerado, o fim de todas as formas de violência contra mulheres e meninas e serviços de saúde que atendam às suas necessidades.</p>
<p>As mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.</p>
<p>Mulheres líderes e organizações de mulheres demonstraram suas habilidades, conhecimentos e redes para liderar efetivamente os esforços de resposta e recuperação da COVID-19. Hoje, há mais aceitação do que nunca de que as mulheres trazem experiências, perspectivas e habilidades diferentes, e fazem contribuições insubstituíveis para decisões, políticas e leis que funcionam melhor para todos.</p>
<p>A maioria dos países de maior sucesso no combate à onda da pandemia da COVID-19 e na resposta à sua saúde e aos impactos socioeconômicos mais amplos é chefiada por mulheres. Por exemplo, chefas de Governo na Dinamarca, Etiópia, Finlândia, Alemanha, Islândia, Nova Zelândia e Eslováquia foram amplamente reconhecidas pela rapidez, determinação e eficácia de sua resposta nacional à COVID-19, bem como a comunicação compassiva de informações de saúde pública baseadas em fatos.</p>
<p>No entanto, as mulheres são chefas de Estado e de Governo em apenas 20 países em todo o mundo. [ 1 ]
<p>Além das persistentes barreiras sociais e sistêmicas preexistentes à participação e liderança das mulheres, novas barreiras surgiram com a pandemia de COVID-19. As mulheres estão enfrentando o aumento da violência doméstica, de tarefas de cuidado não remuneradas, desemprego e pobreza em todo o mundo. Apesar das mulheres constituírem a maioria dos trabalhadores da linha de frente, há representação desproporcional e inadequada de mulheres nos espaços nacionais e globais de políticas para a COVID-19.</p>
<p>Para defender os direitos das mulheres e alavancar totalmente o potencial da liderança das mulheres na preparação e na resposta à pandemia, as perspectivas das mulheres e meninas em toda a sua diversidade devem ser integradas na formulação e na implementação de políticas e programas em todas as esferas e em todos os estágios de resposta e recuperação da pandemia.</p>
<p>#IWD2021</p>
<p>#DiaInternacionalDaMulher.</p>
<p>Notas<br />
<em>[1] A partir de 8 de novembro de 2020. Esses dados são compilados pela ONU Mulheres com base em informações das Missões Permanentes da ONU; apenas Chefes de Estado eleitos são levados em consideração</em></p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/tema-do-dia-internacional-da-mulher-de-2021-mulheres-na-lideranca-alcancando-um-futuro-igual-em-um-mundo-de-covid-19/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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		<title>Todo dia 25 é dia de vestir roupas laranjas; entenda o motivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 17:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido como Dia Laranja por uma iniciativa da ONU, o dia 25 de cada mês tem uma simbologia no combate à violência contra mulheres e meninas e a cor laranja é a marca desta luta &#160; Talvez se não for o teu aniversário ou de alguém que você tanto admire ou então dia de algum [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Conhecido como Dia Laranja por uma iniciativa da ONU, o dia 25 de cada mês tem uma simbologia no combate à violência contra mulheres e meninas e a cor laranja é a marca desta luta</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez se não for o teu aniversário ou de alguém que você tanto admire ou então dia de algum santo da tua devoção, você vá me questionar: “<i>Tá Andrea, mas por que hoje, quinta-feira, 25, é um dia importante?”</i></p>
<p>Hoje é o Dia Laranja. Em todo o mundo, o dia ’25’ de cada mês passou a ser reconhecido dessa maneira através de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (<b>ONU)</b>  – cujo objetivo era combater a violência contra mulheres e meninas.</p>
<p>A campanha visa dar visibilidade a ações que ajudem a prevenir e acabar com práticas de violência e tem com uma característica a associação do tema nessa data através do uso de um elemento na cor laranja.</p>
<p>As pessoas que se engajam nesse tema se propõem a chamar atenção para a violência contra a mulher, dando destaque nesse dia através da cor laranja em sua peça de roupa, em algum acessório, na cor de uma maquiagem, nos objetos decorativos em casa, carros ou bicicletas e até nas redes sociais.</p>
<p>Pode até parecer bobinho, mas se eu conseguir através das minhas postagens ou desse texto aqui, chamar a atenção sobre o tema, mais pessoas saberão que existe uma campanha mundial e quem sabe se uma parcela dessas pessoas se posicionar como eu estou me posicionando, vamos conseguir alcançar cada vez mais pessoas sobre a importância da Não Violência contra a Mulher.</p>
<p>E um trabalho de formiguinha, mas que mobiliza um batalhão. E por isso mesmo quero te convidar para fazer o que eu venho fazendo. Sempre que posso eu visto ou uso alguma peça ou batom da cor para referenciar a campanha.</p>
<p>E se possível for eu te pedir um favorzinho, quero que você leia a Agenda 2030 com Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável elaborada pela ONU.</p>
<p>Nessa agenda, a organização enumera 17 grandes objetivos para transformar o mundo e que podemos atuar no sentido de divulgar e fortalecer tal entendimento. E no item 5 está a proposta para que todas as mulheres e meninas, independentemente da localização, situação ou status migratório, devem ter direito a uma vida livre de violência.</p>
<p>Tenho certeza que se você tirar menos de 5 minutinho e ler os 17 objetivos você vai sentir um chamado para atuar de maneira mais engajada por um deles.</p>
<p>Vou colocar o link aqui embaixo:<br />
<a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/">https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/</a></p>
<p>Super beijo</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/06/25/todo-dia-25-e-dia-de-vestir-roupas-laranjas-entenda-o-motivo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>ONU destaca importância de leguminosas para uma dieta e planeta saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2021 13:56:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Nações Unidas marcam esta quarta-feira, 10 de fevereiro, o Dia Mundial das Leguminosas. Esse ano, o tema é “Ame leguminosas – por uma dieta e planeta saudáveis”. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, a data “é uma oportunidade para aumentar a conscientização sobre os benefícios nutricionais das leguminosas e sua [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Nações Unidas marcam esta quarta-feira, 10 de fevereiro, o Dia Mundial das Leguminosas. Esse ano, o tema é “Ame leguminosas – por uma dieta e planeta saudáveis”.</p>
<p>Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, a data “é uma oportunidade para aumentar a conscientização sobre os benefícios nutricionais das leguminosas e sua contribuição para sistemas alimentares sustentáveis ​​e um mundo sem fome.”</p>
<h3>Eventos</h3>
<p>Também conhecido como pulses, as sementes comestíveis das plantas leguminosas são essenciais para enfrentar os desafios da pobreza, segurança alimentar, saúde humana, qualidade do solo e meio ambiente, contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>Em 2018, a Assembleia Geral designou o Dia Mundial das Leguminosas pela primeira vez, após o sucesso do Ano Internacional das Leguminosas marcado em 2016.</p>
<p>Para marcar a data, a FAO organiza um evento na quarta-feira, em Nova Iorque, com a sua vice-diretora-geral, Beth Bechdol, o presidente do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, Munir Akram, e representantes permanentes de Burkina Faso, Guiana e Malaui, entre outros.</p>
<p>Na sexta-feira, 12 de fevereiro, a agência realiza um evento global com participação do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, a primeira-dama da Argentina, Fabiola Yáñez, ministros da agricultura da Índia, Narendra Singh Tomar, e França, Julien Denormandie.</p>
<h3>Alimentação</h3>
<p>Legumes como grão-de-bico, base de pratos típicos do Mediterrâneo como os húmus, o tipo de feijão usado no café-da-manhã inglês e as lentilhas e ervilhas da Índia são alguns dos grãos destacados pela FAO como fundamentais na promoção da segurança alimentar de muitos países.</p>
<p>A agência lembra que esses legumes não incluem os feijões verdes e as ervilhas que são classificados de vegetais. As leguminosas também excluem a soja e nozes que são utilizadas para extração de óleo.</p>
<p>Segundo a FAO, leguminosas são fundamentais na promoção da biodiversidade do solo e têm valor nutritivo, sendo fonte de proteína principalmente onde os derivados de leite e carne não são acessíveis para toda a população.</p>
<p>Esses legumes também são ricos em fibra e baixos em colesterol, além de ajudar a controlar os níveis de açúcar.</p>
<p>Devido a essas qualidades, são recomendadas por profissionais de saúde para o tratamento de doenças não transmissíveis, como diabetes e problemas cardíacos. Também foi comprovado que ajudam a combater a obesidade.</p>
<h3>Agricultura</h3>
<p>Para os agricultores, as leguminosas são importantes porque, além de serem comercializadas, podem ser consumidas, mantendo a segurança alimentar de suas famílias e estabilidade econômica.</p>
<p>Elas também aumentam a produtividade das terras agrícolas por causa das propriedades do nitrogênio, que mantém afastadas pragas e outras doenças.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10097" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/dia-mundial-leguminosas2.jpg" alt="" width="800" height="800" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/dia-mundial-leguminosas2.jpg 800w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/dia-mundial-leguminosas2-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/dia-mundial-leguminosas2-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/dia-mundial-leguminosas2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><a href="https://news.un.org/pt/story/2021/02/1741072#:~:text=As%20Na%C3%A7%C3%B5es%20Unidas%20marcam%20esta,o%20Dia%20Mundial%20das%20Leguminosas." target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU</a></p>
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		<title>ONU Mulheres: 9 ações para eliminar a desigualdade de gênero dentro de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 13:47:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá” A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages"><em>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá”</em></h3>
<p>A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão engajadas nas medidas de distanciamento social, como acontece em qualquer crise ou pandemia, as mulheres estão sendo impactadas pela COVID-19 de maneiras diferentes e menos visíveis.</p>
<p>Enquanto todas as pessoas fazem a sua parte para retardar a disseminação da COVID-19 praticando o distanciamento e o isolamento social, a ONU Mulheres compartilha algumas das melhores recomendações para apoiar a igualdade de gênero em casa, em cada canto do planeta, sem deixar a segurança da casa ou do sofá.</p>
<p><strong>1. Compartilhe os cuidados em casa</strong></p>
<p>Desde cozinhar e limpar, buscar água e lenha ou cuidar de crianças e pessoas idosas, as mulheres realizam três vezes mais tarefas domésticas e trabalho não-remunerado do que os homens. Enquanto mais e mais pessoas e famílias estão isoladas em suas casas para impedir a propagação da Covid-19, as responsabilidades com os cuidados estão sempre em alta. Cabe a toda família compartilhar o cuidado: o apoio a crianças por meio de ensino à distância ou a pessoas idosas e vulneráveis, cozinhar, limpar e administrar as famílias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9861 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça42-GIF.gif" alt="" width="297" height="298" /></p>
<p><strong>2. </strong><strong>Conheça os fatos da COVID-19</strong></p>
<p>Embora as pessoas estejam se ajustando às novas normas e processam a ansiedade e a preocupação frente à pandemia, é muito importante conhecer todos os fatos e impedir a disseminação de informações erradas.</p>
<p><u>Obtenha informações de fontes confiáveis ​​e de especialistas.</u></p>
<p>Você pode aprender mais sobre por que o gênero é importante na resposta à COVID-19 e obter informações e análises atualizadas na ONU Mulheres no documento: <a href="https://www.unwomen.org/en/news/in-focus/in-focus-gender-equality-in-covid-19-response" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Igualdade de gênero é importante na resposta do COVID-19.</a></p>
<p><strong>3. </strong><strong>Leia, assista, ouça e compartilhe histórias de mulheres</strong></p>
<p>Mantenha-se em segurança, com tarefas e aprenda mais sobre feminismo enquanto fica em casa. Leia um livro feminista que reflete como as experiências das mulheres ao redor do mundo são realmente diversas. <a href="https://blog.usejournal.com/twelve-feminist-books-everyone-should-read-5982a66700c7" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Aqui estão as recomendações da ONU Mulheres para você começar</a>. Encontre programas, podcasts, contas de mídia social e filmes exibidos, escritos ou produzidos por mulheres. Confira a <a href="https://www.netflix.com/br-en/login?nextpage=https%3A%2F%2Fwww.netflix.com%2Fbrowse%2Fgenre%2F81251309%3Fso%3Dsu" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">coleção “Porque ela assistiu”</a> elaborada pela ONU Mulheres na Netflix, que celebra as histórias de mulheres inspiradoras.</p>
<p>Se você está procurando mais informações sobre a história dos direitos das mulheres, confira a <a href="https://interactive.unwomen.org/multimedia/timeline/womenunite/en/index.html#/1840" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">linha do tempo interativa da ONU Mulheres.</a></p>
<p><strong>4. Fale sobre a igualdade de gênero com sua família</strong></p>
<p>Distanciamento social significa que o lar se torna uma escola para muitas famílias em todo o mundo. Adicione feminismo ao currículo. Converse sobre igualdade de gênero com sua familia, amigos e amigas – especialmente crianças, meninos e meninas. Conversando com as crianças sobre igualdade entre todos os sexos e o que ainda precisa ser feito para alcançarmos um mundo igual, você as prepara para liderar o caminho para um futuro melhor para todas as pessoas.</p>
<p><strong>5. Continue seu ativismo online</strong></p>
<p>Em todo o mundo, as mulheres estão sendo desproporcionalmente afetadas pelo impacto social e econômico da crise do novo coronavírus, o que exacerba as desigualdades de gênero já existentes. Continue a defender os direitos das mulheres e a igualdade de gênero participando da campanha Geração Igualdade, da ONU Mulheres, e expressando o seu compromisso com um futuro igual nas mídias sociais, usando #GeraçãoIguadade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9860" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png" alt="" width="350" height="350" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-150x150.png 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p><strong>6. Apoie a causa</strong></p>
<p>As mulheres foram duramente atingidas pela COVID-19, pois constituem 70% das pessoas que trabalham do setor social e de saúde em todo o mundo e estão na linha de frente da resposta.</p>
<p>Mais mulheres trabalham na economia informal e em empregos com salários mais baixos, e elas têm menos meios de se ajustar às dificuldades em suas vidas. Quando as famílias são colocadas sob pressão, a violência doméstica geralmente aumenta, assim como a exploração sexual. O COVID-19 provavelmente está impulsionando tendências semelhantes no momento.</p>
<p>A ONU Mulheres está trabalhando para apoiar todas as mulheres na linha de frente da luta contra essa pandemia; promova acordos de trabalho flexíveis para mulheres com uma carga de cuidados; e priorize serviços para prevenir a violência doméstica baseada em gênero. Agora você também pode ajudá-las (donate.unwomen.org).</p>
<p><strong>7. Eduque-se</strong></p>
<p>O distanciamento social e a auto-quarentena significam mais tempo para aprender. Sobre igualdade de gênero em emergências à infraestrutura, faça um dos <a href="https://trainingcentre.unwomen.org/portal/" data-slimstat="5">cursos on-line gratuitos e de ritmo individual da ONU Mulheres</a>.</p>
<p>Você também pode fazer <a href="https://artsandculture.google.com/story/10-top-museums-you-can-explore-right-here-right-now/igKSKBBnEBSGKg" data-slimstat="5">passeios virtuais</a> e ver exposições on-line de alguns dos museus mais famosos do mundo, do Musée d’Orsay em Paris ao Museu Britânico em Londres, Van Gogh Museum em Amsterdã, Guggenheim na cidade de Nova Iorque e muito mais. Enquanto você está em distanciamento social, aproveite a oportunidade para aprender sobre mulheres artistas que foram negligenciadas ao longo da história e continuam subvalorizadas.</p>
<p>Você pode até aprender sobre os principais marcos do movimento pelos direitos das mulheres, o progresso, a retração e as vozes e aspirações de mulheres líderes de todos os cantos do mundo na exposição on-line <a href="https://www.unwomen.org/en/digital-library/multimedia/2020/3/photo-essay-generationequality-time-is-now" data-slimstat="5">“Geração Igualdade: a hora é agora!”</a></p>
<p><strong>8. Faça sua parte, salve vidas</strong></p>
<p>Há muitas maneiras de você se conectar à sua comunidade enquanto está em distanciamento social. Pratique a solidariedade social, com distância física! O que quer que você esteja passando agora, saiba que há alguém passando por experiências semelhantes, tentando se ajustar a esse novo normal. Apoiar as pessoas ao seu redor e ficar perto da sua comunidade pode ajudar a permanecer forte enquanto ajuda as outras pessoas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9858 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif" alt="" width="356" height="356" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-150x150.gif 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-300x300.gif 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-768x768.gif 768w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></p>
<p><strong>9. Cuide da sua saúde mental</strong></p>
<p>Priorizar a saúde mental é importante durante períodos de alto estresse. Defina um lembrete para dar um tempo nas notícias. Encontre momentos de felicidade se conectando com amigos, amigas e familiares, relaxando e praticando a atenção plena.</p>
<p>Como a pandemia da COVID19 está mantendo a maioria das pessoas longe de pessoas amadas, é completamente normal sentir ansiedade, exclusão ou se sobrecarregar com as responsabilidades profissionais ou familiares.</p>
<p>Lembre-se, você não está sozinha, sozinho. Estamos juntas e juntos nisso. Nós vamos superar isso juntas e juntos.</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-sugere-nove-acoes-que-toda-pessoa-pode-fazer-na-resposta-a-covid-19-e-eliminar-a-desigualdade-de-genero-dentro-de-casa/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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		<title>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 13:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino incentiva e valoriza mulheres em todo o mundo</h1>
<p>As mulheres sempre estiveram em busca de ter mais espaço no mercado de trabalho. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Sebrae, mais de 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, sendo que 44% delas iniciaram seus negócios por necessidade. Atualmente, 34% das empresas abertas e 48% dos microempreendedores individuais (MEI) existentes no país são delas.</p>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 19 de novembro, é comemorado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. A data, que foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem o objetivo de incentivar e valorizar a entrada das mulheres no mundo dos negócios, estimulando a abertura de novas empresas, impulsionando o crescimento econômico e mudando a realidade de muitas mulheres em diversas regiões do planeta.</p>
<p>A presença feminina já é uma realidade em espaços que antes eram negados, mas apesar das mulheres estarem presentes em diversos setores, ainda há um longo caminho a ser percorrido, é o que afirma Pâmela Basso, empreendedora e especialista em Negócios Digitais. “Historicamente, as mulheres sempre empreenderam por necessidade em áreas ditas femininas e, hoje, todas as áreas são femininas, não existe mais esta divisão”, afirma.</p>
<p>Segundo a especialista, as mulheres são empreendedoras natas porque sempre buscam soluções para os problemas, além de serem muito intuitivas e inovadoras. “Vemos um avanço em mercados ‘masculinos’, como o financeiro, fintechs, tecnologia (20% são mulheres neste mercado) e muitos outros. Quando vemos mulheres como a Luiza Trajano, do Magazine Luiza, por exemplo, vemos como elas podem ser protagonistas da sua história e que empreendem, com suas características e vocações, e trazem com isso um grande poder de representatividade”, ressalta Pâmela.</p>
<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ainda recebem 20,5% menos que os homens e dedicam oito horas a mais nos afazeres da casa, mesmo tendo um nível maior de escolaridade. Se ampliarmos a análise ainda por cor ou raça, observa-se que é feito mais por mulheres negras (39,6%) e pardas (39,3%), do que por brancas (33,5%). “Somente este número já representa fortemente um dos desafios enfrentados pelas mulheres na carreira. No país a jornada feminina é mais sobrecarregada que a dos homens, menos remunerada e pouco reconhecida”, explica a empreendedora.</p>
<p>Estudos de transformação social mostram que investir e educar as mulheres e meninas de um país traz um retorno mais alto para o desenvolvimento local do que qualquer outra forma de investimento, também conhecido como The Girl Effect. Uma vez que se faz necessário ampliar o acesso à educação em todos os níveis, quando falamos de educação empreendedora, a falta também se reflete no quesito de networking, uma vez que as mulheres têm uma probabilidade menor de conhecer pessoas que tenham aberto algum negócio. Transformando isso em dados, 42% dos homens são mais propícios a conhecerem alguém que tenha começado a empreender nos últimos dois anos, comparado com apenas 27% de mulheres.</p>
<p><a href="https://topview.com.br/self/dia-mundial-do-empreendedorismo-feminino-incentiva-e-valoriza-mulheres-em-todo-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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