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	<title>Arquivos guerra-comercial - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:45:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio. Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio.</p>
<p>Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um jogo de pôquer, engrossou o tom da briga com a China acreditando que ali seria mais uma disputa fácil, só que acabou percebendo que suas ameaças não surtiam efeito, pelo contrário, e que suas falas passaram a não produzir mais os mesmos efeitos &#8220;altistas&#8221; nos mercados financeiros.</p>
<p>A China quietinha, mas reagente, comprou a briga que por sinal se arrasta até os dias de hoje, mesmo com as recentes compras de soja.</p>
<p>Aqui, novamente, reforço minha análise sobre demanda. Quem me acompanha nas redes sociais sabe que, desde o início do ano, venho falando que China compraria tudo que poderia comprar do Brasil, uma vez que Argentina era carta fora do baralho, pela questão tributária e política, e que os chineses precisariam ir em algum momento comprar soja nos EUA justamente para fazer a ponte de transição até a entrada da safra nova brasileira em fevereiro, afinal a comercialização da soja brasileira da safra de 2020 está beirando a totalidade com alguns compromissos de tradings inclusive sendo repactuados para poder abastecer o mercado interno.<br />
Em meio às tensões da guerra comercial, Trump não deixou de receber apoio de sua base a até conseguiu surfar na onda da aceleração da economia, decorrência direta da tributação imposta à China.</p>
<p>Vários programas de incentivo aos produtores rurais foram disponibilizados para ajudá-los a minimizar os prejuízos pela falta de demanda chinesa e por problemas climáticos. E essas ações conferem a fidelidade da sua base eleitoral.</p>
<p>No entanto, o que infelizmente ninguém contava, é que uma pandemia varresse os números da economia mundial e dirigisse os EUA para uma zona de recessão. Não fosse a pandemia, Trump possivelmente estaria reeleito.</p>
<p>Assim como ocorreu em 2016, Trump hoje se depara com um crescimento de votos do candidato da oposição e isso pode ser determinante para adotar a estratégia do tudo ou nada.</p>
<p>E nesse caminho fica cada vez mais fácil perceber que adotar medidas estratégicas para reacender o discurso nacionalista da população pode ser uma saída para definir as eleições.</p>
<p>Nada mais factível nesse momento que voltarem os discursos sobre empresas norte-americanas que voltarem aos EUA, as ameaças de indenização por conta da covid-19, as falas sobre os EUA não terem nada a perder com a China. Em paralelo as sucessivas e provocativas manobras militares ao sul do mar da China.</p>
<p>Não há dúvidas que faltando aproximadamente 45 dias Trump usará TODAS as armas que puder para não entrar, a exemplo de seu colega republicano George Bush pai, para a história política do país como o presidente republicano não reeleito. Todos os últimos e presidentes se reelegeram. Barack Obama, George W. Bush Filho e Bill Clinton.</p>
<p>E, se assim acontecer e os EUA decidirem engrossar com China, as tratativas para o acordo comercial das fases 2 e 3 podem ser abortadas e o acordo comercial da fase 1 irá por terra abaixo. Isso em um primeiro momento aumentaria ainda mais a competitividade do agro brasileiro. Mais exportação de carnes ainda em 2020 e 2021 e soja para 2022, razão pela qual o Brasil estará atento à disputa eleitoral.</p>
<p>Mas nem tudo são flores, e precisamos ser cautelosos pois há muitos interesses em jogo. A política de Trump favorece um dólar mais valorizado, o que melhora a performance exportadora do Brasil, no entanto, em seu segundo mandato, Trump poderia pressionar ainda mais o Brasil para garantir quedas tarifárias como no caso do etanol, sem dar nenhuma ou quase nada de contrapartida, como no caso do açúcar. Além disso, pode influenciar a tomada de decisão brasileira sobre a tecnologia 5G. No caso de Biden vencer, a relação entre EUA e Brasil poderia em um primeiro momento ficar distante. Embora os países tenham uma história de parceria, circularam algumas declarações sobre o posicionamento do presidente Bolsonaro a respeito das eleições. Embora o Brasil não deva &#8220;interferir&#8221; no processo de eleição, em um país com ideais e pilares democráticos, é visível ao mundo inteiro a aproximação entre seus presidentes. No entanto, com a política de Biden mais multilateralista, o Brasil poderia ser beneficiado com uma maior circulação de dinheiro em países emergente e possivelmente prejudicado na competitividade junto ao mercado chinês. A aposta do mercado é que China teria condições mais equilibradas de debater termos do acordo entre os dois países já nos primeiros 3 a 6 meses de governo.</p>
<p>Em meu próximo texto, em dezembro, as eleições já estarão definidas e a partir daí do candidato eleito, analisaremos melhor quais são as possibilidades, oportunidades e desafios para o agro brasileiro.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><strong>Andrea Cordeiro</strong><br />
<em>Empresária formada em Direito e pós-graduanda em Agronegócios pela ESALQ/US. Consultora em Commodities Agrícolas com expertise em comercialização e hedge. Colunista independente em mídias agro. Agro-influenciadora. Integrante da Liga do Agro.</em></p>
<p>Fonte: Revista Rainhas do Agro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como as eleições dos EUA podem influenciar no Agro do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 11:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural de seu governo com a de seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama. O ano foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural de seu governo com a de seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama.</h2>
<p>O ano foi 2016. Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos.</p>
<p>O discurso nacionalista repetidamente usado durante a campanha embalado ao lema “<strong>MAGA</strong>” &#8211; Make America Great Again – Faça a América Forte Novamente, tocou o coração e mexeu com brio dos norte-americanos republicanos que o elegeram.</p>
<p>O eleitor de Trump embora naquele momento não representasse a maioria no país, mostrou-se mais unido. Com maioria branca, quem votou nele nutria ideias conservadoras e clássicas sobre família, armamento e controle mais rígido em fronteira.</p>
<p>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança, ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural com seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama.</p>
<p>Com uma alma nata para os negócios, Trump construiu um novo conceito de comunicação ao fugir do protocolo convencional e adotar sua rede social com canal de diálogo junto aos seus cidadãos.</p>
<p>E ao perceber que como presidente o alcance de sua fala chegava mais longe, passou a governar um país sob os holofotes do mundo digital. Seus opositores o criticavam e seus eleitores se sentiam representados e o apoiavam e dentro do público clássico que o elegeu, o Agro circulava em peso.</p>
<p>Na representatividade por estado que pode ser observada na ilustração abaixo, fica claro notar que estados produtores e processadores de alimentos como soja, milho, trigo, sorgo, proteína animal foram decisivos para a vitória do republicano e pelo menos três desses estados Iowa, Ohio e Florida (produtores de grãos e frutas) definiram nos últimos momentos da campanha o resultado das eleições.</p>
<p>Eu poderia dizer que a passividade de muitos democratas definiu a eleição, mas na ausência deles, sigo defendendo que foi o agro quem elegeu Trump.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-7969 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mas, como não existem fórmulas prontas e como nem sempre o final é feliz, é justamente seu público alvo, o agro quem mais sentido os efeitos das decisões estratégicas do governo durante os três anos e meio desse governo.</p>
<p>Na tentativa de criar o vínculo com a nação tão polarizada e de construir rapidamente uma ponte para um segundo mandato, foi através de um discurso nacionalista que Trump focou em práticas para incentivar a reconstrução econômica de uma pais e começou através de uma postura ativa confrontar vários países.</p>
<p>O<strong> excesso de confiança em suas estratégias</strong> e a busca pelo equilíbrio comercial com diversos países simultaneamente, levaram Trump a subestimar os efeitos de uma disputa pública e aberta com um país tão conservador quanto China.<strong> Trump escolheu um caminho de negociação acreditando que seria fácil alcançar seus objetivos e não foi.</strong></p>
<p>Ao adotar medidas protecionistas para aço e alumínio, o presidente norte americano abriu em março de 2018 uma ferida enorme e que sangra sem parar até os dias atuais e a partir daquele momento iniciou-se uma Guerra Comercial com China.</p>
<p>Estratégica, em meio ao discurso inflamado, imprevisível e crescente de Trump, China buscou alternativas e achou em outros países a disponibilidade de ofertas do que precisava. Começou antes mesmo do “início oficial da guerra” a se proteger no mercado internacional e garantindo que tinha armas para levar uma briga adiante, imediatamente revidou.</p>
<p><strong>Esse efeito estrategista e antecipado da China o Brasil percebeu à medida que mesmo em uma fase de colheita no Brasil, os prêmios se valorizavam num ritmo constante para então explodirem com o início da disputa.</strong></p>
<p>E foi devido a isso que Brasil e Argentina um mês antes do início da guerra começaram a registrar um fluxo crescente de negócios com a China e que foi acentuado tão logo a guerra foi declarada. Prova disso foi o Brasil ter batido recorde ao embarcar 12.3 milhões de toneladas de soja em maio de 2018, marca novamente superada em abril desse ano com a performance de 16.3 milhões de toneladas da oleaginosa.</p>
<p>A ferida, mesmo parecendo cicatrizada, ainda sangra. Os Estados Unidas que já deveriam estar em um momento de plena corrida eleitoral, precisam lidar com os efeitos limitantes de uma pandemia.</p>
<p>Trump sofre os feitos do vácuo da China como compradora de seus produtos. China compra dos EUA, mas não abandona o Brasil. E como se o tempo estivesse acabado, ele percebe que precisa agir para a disputa de seu segundo mandato.</p>
<p>Ele segue com a estratégia agressiva cobrando uma China mais atuando, mas sem deixar de atribuir o coronavirus como vírus chinês. Ele faz isso em um momento que os asiáticos se preparam para uma segunda onda, mas dão sinais de uma recuperação. China voltou as compras para reabastecer estoques de insumos com a retomada do rebanho suíno que foi impactado pela peste suína africana.</p>
<p>Certamente essa postura de Trump deve lhe assegurar votos. Seus eleitores de extrema direita cobram dele a mesma uma postura pré-eleitoral crítica e nacionalista, mas é fato que vários dos que votaram nele, mesmo dando o suporte as suas decisões, se questionam se ele como presidente tomou mesmo o melhor caminho na busca pelo reequilíbrio do déficit comercial com China.</p>
<p>Entre republicanos é unanime a concordância sobre a necessidade de equalizar a desproporção de transações comerciais e até mesmo democratas pensam nessa linha embora de forma menos agressiva.</p>
<p>Os Estados Unidos muito mais importam que exportam para a China e o déficit entre as transações crescente traz prejuízos ao país. No entanto o que não é mais unânime e que pode fazer a diferença é que em sua base eleitoral há questionamentos sobre a maneira com que Trump está negociando com os chineses.</p>
<p>Como consequência instantânea, a briga gerou desinteresse da China por alimentos e por isso mesmo, após tanto tempo do início da guerra, o agro norte americano se questiona pela visível perda de competitividade da sua carteira agro.</p>
<p>Estados Unidos deixaram de aproveitar oportunidades e só não tiveram um desempenho pior pois associações de produtores de estados como Iowa e Illinois foram ágeis ao buscar, através de missões internacionais, opções de países importadores enquanto o país ainda travava as primeiras disputas com China.</p>
<p><strong>Foi durante esse período que o Brasil se consolidou como maior exportador mundial de oleaginosa e conquistou também o título de maior produtor do grão. Vale relembrar que Brasil também foi beneficiado no milho quando favorecido pela desvalorização cambial passou a absorver demanda mexicana pelo cereal. Os desgastes sobre a construção do muro em toda a fronteira com o México motivaram o interesse das tradings daquele país para o mercado sul-americano.</strong></p>
<p>Outro <strong>mercado brasileiro favorecido</strong> pela guerra comercial foi o de <strong>carnes</strong>.</p>
<p>Em meio as disputas,<strong> o Brasil se consolidou como origem de qualidade para a demanda chinesa que necessitava de alternativas em um momento em que estava lidando com a propagação da peste suína africana</strong>. China que tinha o maior plantel de suínos viu em 2019 seus rebanhos reduzirem 50% devido a doença e teve que importar mais proteína animal.</p>
<p>De novembro de 2016 a fase atual, lá se foram 3 anos e 8 meses e muitos prejuízos ao mercado agro dos Estados Unidos e muitos milhões de dólares, através de incentivos socorreram um setor que beirou momentos de colapso.</p>
<p>De agora até as próximas eleições faltam poucos meses. E essa proximidade provoca questionamentos relevantes. Faltando tão pouco tempo para a intensificação da campanha eleitoral, e imaginando que Trump deseja ser lembrado pela história como um presidente que construiu um legado nacionalista para seu povo, qual caminho ele adotará?</p>
<p>O momento atual é delicado. Ele vivencia momentos de forte polarização entre seu povo e segue combatendo um mal que ainda não tem remédio. Resultado: uma conta cara de pagar. E isso nos faz voltar aos questionamentos de qual caminho Trump adotará? O mesmo de 2016?</p>
<p>E talvez seja justamente desse momento de fragilidade que Trump encontre caminhos para resgatar o nacionalismo de seu país, seja brigando por um maior equilíbrio comercial, seja cobrando dos chineses a “conta cara da pandemia” e se essa for sua escolha, estaria aí o início de mais uma nova fase da Guerra Comercial.</p>
<p>Numa queda de braço contra o tempo, ou Trump consegue da China o que precisa em um curtíssimo prazo e usa essa vitória como sua maior arma de campanha, ou não restam dúvidas que partirá para cima dos chineses com força total e em sendo essa a escolha, jogará o acordo da fase 1 no lixo.</p>
<p>O resultado dessa estratégia traria a base do seu eleitorado mais fiel, o agro, para decidir nas urnas justamente em um momento em que o país tiver colhido uma safra com área cheia. A diferença do resultado estaria na presença dos democratas nas urnas.</p>
<p><strong>E agora Trump? O que fazer? Qual estratégia você adotará?</strong></p>
<p><strong>As respostas ainda não temos. O que resta ao setor agro no Brasil é acompanhar bem atentamente quais serão os próximos passos dessa próxima eleição nos EUA. Polarização e disputas extras com China significarão novas oportunidades para o agro do Brasil. Talvez preços melhores ainda, novos mercados sendo abertos, mas certamente um agro brasileiro muito mais plural pelas possibilidades do que já tivemos aqui.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/como-eleies-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil" target="_blank" rel="noopener">Fonte &#8211; Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Agro Traders #01 &#8211; Previsões do mercado agro com Andrea Cordeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 13:47:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tive a honra de ser convidada para estrear o Agrotraders, projeto idealizado por Roberta Paffaro, diretora Latam do Grupo CME cuja proposta é trazer semanalmente um profissional do mercado ligado ao agro e aos negócios para falar sobre temas relevantes e de interesse nacional. Eu que sempre levantei a bandeira da valorização pelo conhecimento, imediatamente aceitei fazer parte do projeto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a honra de ser convidada para estrear o Agrotraders, projeto idealizado por Roberta Paffaro, diretora Latam do Grupo CME cuja proposta é trazer semanalmente um profissional do mercado ligado ao agro e aos negócios para falar sobre temas relevantes e de interesse nacional.<br />
Eu que sempre levantei a bandeira da valorização pelo conhecimento, imediatamente aceitei fazer parte do projeto que está alicerçado no pilar da divulgação de informações de qualidade<br />
e relevantes.<br />
No programa que participei, destaques para o tempo de duração e o estilo descontraído no falar. Nos dias atuais a maioria de nós evita vídeos demorados e com termos chatos e estilo<br />
prolixo. Nossa conversa foi bem casual e durou seis minutos.<br />
Falamos sobre o cenário da safra de soja do Brasil, passando por temas como comercialização, competitividade brasileira alta, fluxo da balança comercial, preços regionalizados e até sobre a<br />
possibilidade de importação de soja dos Estados Unidos.Claro que não esquecemos de contextualizar a Guerra Comercial e a próxima safra norte americana e os custos de produção da próxima safra brasileira de soja.<br />
Confira o #Agrotraders dessa semana.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-1118 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCRg7vRZDzb5icp3Cspo9mOg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-4185" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/link.png" alt="" width="63" height="50" />Link do Canal no Youtube da Roberta Paffaro. Inscreva-se!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/8JLhSbhhjFY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Urgente! Relações entre EUA e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 19:03:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Urgente! Um olho no coronavírus e outro aonde??? Na guerra comercial! Relações entre EUA e China podem estremecer novamente e fragilizar os termos do acordo da fase 1 e dificultar a sequência dos acordos de fase 2 e 3. China acaba de determinar que jornalistas norte americanos com vistos de permanência à vencer ainda em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Urgente!</p>
<p>Um olho no coronavírus e outro aonde???</p>
<p>Na guerra comercial!</p>
<p>Relações entre EUA e China podem estremecer novamente e fragilizar os termos do acordo da fase 1 e dificultar a sequência dos acordos de fase 2 e 3.</p>
<p>China acaba de determinar que jornalistas norte americanos com vistos de permanência à vencer ainda em 2020 procurem o Ministério das Relações Exteriores em até 4 dias para na sequência e em até 10 dias seguintes providenciem a entrega de seus documentos.</p>
<p>Na minha interpretação sobre o efeito prático do anúncio oficial feito pelo Ministério das relações Exteriores é que a China está expulsando jornalistas dos EUA.</p>
<p>Os profissionais expulsos fazem parte dos seguintes jornais: The New York Times, The Washington Post e The Wall Street Journal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 16:51:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Agricultural Outlook Forum é um encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos.  As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Agricultural Outlook Forum </b><span style="font-weight: 400;">é um</span> <span style="font-weight: 400;">encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>projeções de área de área de colheita, produtividade, esmagamento e exportação</b><span style="font-weight: 400;"> são divulgadas durante o segundo dia de trabalho, mas dados preliminares de área de plantio e projeção de preço são sempre antecipados no início dos trabalhos durante a apresentação do secretário de agricultura dos EUA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um momento importante e que marca o despertar de para uma nova safra que começará a ser semeada em poucas semanas. Geralmente </span><b>os trabalhos desse fórum são como uma chave que liga o radar dos fundos de investimento para um novo fundamento</b><span style="font-weight: 400;"> e a partir de então é o momento de começar precificar as possibilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de então, o mercado ficará sensível às possibilidades da nova safra dos Estados Unidos e passará a acompanhar de perto o que é tendência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a primeira especulação será justamente a intenção inicial de plantio das famílias produtoras nos EUA. Essa questão costuma em anos normais ser destaque, mas novamente toma proporções mais significativas pelo momento atual da Guerra Comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que em uma fase diferente que nos 2 últimos anos, pois já existe um acordo fase 1 oficializado, o mercado quer entender se os produtores norte-americanos apostam no fim do impasse ou se aceitarão ou não tomar um risco de plantar uma área maior com soja que em 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E de acordo com os números divulgados por </span><b>Perdue </b><span style="font-weight: 400;">na manhã do primeiro dia do fórum, os produtores estão confiantes que as tratativas de acordo das demais fases evoluirão e que a China mesmo focada nesse momento em combater a propagação do </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> voltara em breve às compras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As intenções preliminares são de uma área de </span><b>85 milhões de acres para soja</b><span style="font-weight: 400;">, 94 para milho e 45 para trigo versus 76.1, 89,7 e 45.1, respectivamente, semeadas na temporada anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale relembrar que em 2019 a intenção preliminar divulgada durante o Forum era maior do que foi de fato plantado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA também projetava </b><span style="font-weight: 400;">85 milhões de acres para a soja e 92 mi acres para milho e 47 para trigo porém as chuvas intensas e incessantes durante praticamente toda a janela de plantio, os produtores norte-americanos, já prejudicados pela continuidade da guerra comercial, deixaram 13 milhões de acres sem plantar nas 3 culturas. E essas áreas foram alocadas no programa de conservação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale o destaque que naquele momento, Trump estava sendo fortemente pressionado pelo setor agrícola para que concluísse de forma positiva as tratativas com China e que atendesse o pleito da classe produtora que se sentia altamente prejudicada e por isso após o fim da janela de plantio, a equipe de Trump anunciou verba para o programa para atender à classe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E justamente são essas áreas que não puderam ser plantadas e que entraram no programa de incentivo do ano passado que devem voltar essa temporada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, mesmo com o coronavírus, que sugere não ter atingido o pico do surto na China, analistas de várias casas dos Estados Unidos mostram-se confiantes no retorno da China às compras. Sobre a demanda eu ainda acredito que China deve sim voltar às compras, mas </span><b>potencialmente </b><span style="font-weight: 400;">para repor estoques de proteína animal e outros alimentos que não soja. O volume de soja deve ser pouco representativo frente à demanda por carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que Brasil e Argentina já abasteceram uma parte importante da necessidade chinesa e durantes os próximos meses as cargas continuarão a ser embarcadas nos portos da américa do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento de </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> que representa imediata queda de consumo e atividade econômica, não parece factível que com as compras já realizadas pelas tradings chinesas, China volte em peso ao mercado da soja dos Estados Unidos para embarques nos curto e médio prazos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chave de tudo nesse momento reside aqui: Coronavírus. A doença impactará no ritmo da demanda chinesa que impactara em preços que por sua vez impactará na decisão do produtor norte americano de qual área plantará. Então vamos ficar ligados.  A gente se vê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço,</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Um dia após o Natal &#8211; Boxing Day</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 22:37:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como acontece nos Estados Unidos quando após o feriado de Thanksgiving Day ocorrem a Black Friday e Ciber Monday, no Reino Unido e países de colonização inglesa, um dia após o Natal acontece o Boxing Day. E nesse dia a performance do comércio e o fluxo financeiro transacionado balizam o ritmo da economia de ambos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como acontece nos Estados Unidos quando após o feriado de <strong>Thanksgiving</strong> <strong>Day </strong>ocorrem a <strong>Black Friday </strong>e <strong>Ciber Monday</strong>, no Reino Unido e países de colonização inglesa, um dia após o Natal acontece o <strong>Boxing Day</strong>.</p>
<p>E nesse dia a performance do comércio e o fluxo financeiro transacionado balizam o ritmo da economia de ambos os países.</p>
<p>Mas para entender a importância e o porquê de o termo <strong>Boxing Day</strong> estar rendendo hoje tantas matérias nos programas econômicos de canais internacionais, vamos primeiro saber o que ele significa.</p>
<p>Assim como o Thanksgiving, não se pode afirmar como exatidão a origem da tradição. Para essa data existem duas teorias.</p>
<p style="padding-left: 120px;">A primeira remete ao Século X quando um duque após o Natal teria percorrido sua propriedade, encontrado um indigente e lhe oferecido pão e vinho. Isso teria motivado a Igreja Anglicana a durante o advento pedir dinheiro em caixas (box). Após o Natal as caixas eram abertas e as doações repartidas entre os mais necessitados.</p>
<p style="padding-left: 120px;">Uma segunda linha faz menção a um período da história inglesa em que as famílias ricas entregavam em uma caixa, presente para seus serviçais. Nas duas teorias existe a figura da caixa e na língua inglesa caixa é box. Logo a analogia com o <strong>Boxing Day</strong>.</p>
<p>Voltando aos dias atuais, o feriado foi incorporado no Reino Unido e em alguns países de colonização inglesa. Nesse dia, assim como na Black Friday, o comércio vai a loucura com os descontos promovidos pelo comércio. Aqui conhecendo um pouco sobre a tradição arrisco dizer que muitas pessoas deixam para comprar muitos presentes que precisam.</p>
<p>E aqui você pode estar se perguntando: “qual a razão desse texto?”</p>
<p>Posso te responder que dado o <strong>viés capitalista </strong>dessa data, o <strong>mercado financeiro</strong> acompanha o ritmo das compras para dosar a força da <strong>economia</strong> na Inglaterra. Esse ano os olhos do mercado estão mais observadores com a aproximação da saída do Reino Unido da <strong>Zona do Euro</strong>, prevista para fim de janeiro. Com o <strong>BREXIT </strong>estima-se um novo desequilíbrio econômico no bloco europeu e com efeitos secundários mundo afora. Adicione a isso efeitos da <strong>Guerra Comercial</strong>, logo fica claro entender o interesse pela performance das vendas de hoje.</p>
<p>E baseado nelas é que investidores no mundo inteiro devem determinar se migrarão ou aportarão c<strong>apital de investimento ou especulativo</strong> no Reino Unido. E<strong> essas decisões também influenciam no fluxo de investimentos diretos/indiretos ou de especulação no Brasil.</strong> Os investidores atuam globalmente e arbitram posições. Logo uma decisão de migrar capital alocado no Reino Unido pode beneficiar o Brasil.</p>
<p>Na contramão do desempenho altista e positivo desse ano nos Estados Unidos quando as vendas da Black Friday e da Ciber Monday superam as melhores expectativas, a performance no Reino Unido mesmo com todas as filas reportadas nos noticiários, não parece ser positiva. Os números finais serão conhecidos daqui alguns dias, mas a expectativa do setor para a data não agrada economistas.</p>
<p>Uma projeção inicial é que consumidores gastariam 262 milhões de dólares a menos que em 2018, com um volume total estimado em <strong>4.8 bilhões de dólares,</strong> representando média per capita de 242 dólares. A pesquisa realizada às vésperas do Natal reportou que 68% dos homens e 56% das mulheres consultadas consumiriam menos. A cada 10 pessoas consultadas, 6 confirmaram a tendência.</p>
<p><strong>Num momento de Brasil com Selic a 4,5% ao ano e passando por uma saudável fase de saída de capital mega especulativo, vamos esperar pelos dados torcendo que em caso de má performance do Reino Unido, o Brasil atraia investidores.</strong></p>
<p>E para finalizar, com um viés cultural, no Boxing Day, assim como nos Estados Unidos, quando a maior parte das famílias finaliza o dia de Ação de Graças em casa, comendo o que restou do peru e da torta de abóbora e assistindo um jogo de baseball, os ingleses tradicionalmente se reúnem para tomar cerveja, comer fish and chips e assistir os jogos de futebol dos times do país. Ao contrário do que acontece na maioria dos países, lá a bola não para nem para o Natal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Como foi o Summit Agro 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 18:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quarta-feira, 13 de novembro, estive em São Paulo para prestigiar importante evento no setor do agronegócio, o Summit Agro 2019 realizado pelo Grupo Estadão. Mas antes de contar aqui pra vocês um pouco do que foi discutido lá, quero compartilhar algumas impressões pessoais sobre os trabalhos. Na minha visão, o evento foi oportuno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na última quarta-feira, 13 de novembro, estive em São Paulo para prestigiar importante evento no setor do agronegócio, o </span><b>Summit Agro 2019</b><span style="font-weight: 400;"> realizado pelo </span><b>Grupo Estadão</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas antes de contar aqui pra vocês um pouco do que foi discutido lá, quero compartilhar algumas impressões pessoais sobre os trabalhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na minha visão, o evento foi oportuno por abordar temas atualíssimos e altamente relevantes para o momento que atravessa o agronegócio brasileiro. Além disso, o cumprimento do horário da programação, a formatação dos painéis, o alto nível dos participantes dos painéis, a moderação impecável do jornalista Gustavo Porto e a interação dos participantes foram pontos de destaque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu participei do painel 4 que trouxe o tema </span><b>“O Agro além de pop, tech e sustentável&#8221;</b><span style="font-weight: 400;"> e tive o prazer de interagir com 3 profissionais que são referências em suas áreas. </span><b>Arnelo Nedel, </b><span style="font-weight: 400;">presidente da ABCBIO, </span><b>Eduardo Leduc, </b><span style="font-weight: 400;">presidente do conselheiro da Crop Life Brasil e </span><b>Rodrigo Spuri, </b><span style="font-weight: 400;">Coordenador da cadeia de soja na The Nature Conservancy (TNC) Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Citando Leduc, aquele painel foi histórico. Reuniu a cúpula da representação da indústria de agroquímicos, biológicos, ONG além de uma profissional mulher como consultora de mercado agrícola, geralmente representado nos eventos por um profissional homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante 1 hora debatemos sob a mediação de Gustavo Porto, sobre comunicação, moratória da soja, bioma amazônico, agricultura orgânica e de larga escala e sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falamos sobre como químicos e biológicos são complementares e como ONGs estão colaborando com o setor ao implementar projetos como o </span><strong>Cacau</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> Floresta</strong> que trabalha para recuperar áreas degradadas e fomentar a oferta de cacau para o mercado brasileiro e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falou-se em segurança alimentar, independente da tecnologia que se adota. Outro ponto foi a importância do agro brasileiro adotar uma postura mais ativa para reforçar ao público consumidor brasileiro e internacional o verdadeiro status do agronegócio brasileiro. Pontuamos sobre a importância de unir os diversos segmentos do Brasil nessa missão de desmistificação de temas polêmicos e a responsabilidade de governo e iniciativa privada nessa tarefa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Reforçando o conceito macro do agro, trazendo os segmentos de dentro e fora da porteira, eu pontuei a necessidade de todos nós nos posicionarmos frente ao que acontece. Que todos somos responsáveis pela fluência da boa comunicação. Que desmistificar os preconceitos era atribuição coletiva dos que estão inseridos no agro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5359 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-20.00.58.jpeg" alt="" width="545" height="409" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-20.00.58.jpeg 1280w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-20.00.58-300x225.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-20.00.58-768x576.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-20.00.58-1024x768.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 545px) 100vw, 545px" />Ampliando para os trabalhos de outros painéis, o tema </span><b>Guerra Comercial Estados Unidos China</b><span style="font-weight: 400;"> não poderia faltar e na percepção de <strong>Marcos Jank</strong>, professor da Insper, a guerra ainda demora e exige que Brasil continue adotando uma postura neutra para não comprometer o desempenho comercial junto aos dois países. Afirmou também que Brasil não depende de Europa e que aquele continente deixou de ser relevante ao nosso país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui permito dizer que discordo dessa posição, até porque entendo que Europa é um mercado que faz a diferença; tanto é que desde o início da guerra comercial, associações de Iowa e Illinois investiram em missões buscando demanda européia para compensar a falta de demanda chinesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um mercado que nenhuma origem quer perder e para o Brasil a Europa representou em 2018, 5 milhões de toneladas de soja e no acumulado desse ano até outubro outros 5. E no milho foram 3.8 milhões embarcados em 2018 contra 4,6 milhões acumulados até outubro desse ano, ou seja, teremos avanço de embarques em ambos produtos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Jank também chamou a atenção dos participantes para a ampliação de mercados como África e Índia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui para finalizar, não poderia deixar de mencionar que além do alto nível dos debates, outro ponto positivo a destacar foi a presença crescente e participativa do público feminino na plateia. Parabéns às profissionais que participaram e novamente parabéns ao Estadão pelo excelente evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço, </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundos e Commodities</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 17:59:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “Guerra Comercial” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas. E é essa a pergunta que vem intrigando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “</span><b>Guerra Comercial</b><span style="font-weight: 400;">” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é essa a pergunta que vem intrigando a todos os “entendidos” da Soja, afinal o</span><span style="font-weight: 400;">s fundos de investimento, vinham há muito tempo “vendidos” e rapidamente sairão dessa posição para comprar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como são os fundos, independente de classificação que conferem liquidez ao mercado, seja ele qual for, (agro, metais, moedas, ações, papeis)  a pergunta é pertinente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê em meio ao inicio de colheita nos Estados Unidos e do plantio brasileiro eles, os fundos, resolveram zerar posições, inclusive alguns no prejuízo e na sequencia do movimento, encheram suas carteiras com posições comparadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê simplesmente eles não apenas saíram das posições vendidas e ficaram “observando” o mercado para então se posicionarem como comprados na tendência?</span></p>
<p><b>Por que são os fundos que geram cenários e promovem tendências. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nem sempre uma tendência correta, que seja confirmada, mas uma tendência oportunista. Afinal é assim que eles ganham dinheiro: identificando oportunidades, construindo cenários e às vezes antecipando efeitos de possíveis tendências.</span></p>
<p><b>Certamente os fundos saíram das posições vendidas e compraram, identificando oportunidades de ganhar dinheiro, seja por preocupações sobre geadas precoces e neve nos EUA ou condições climáticas secas no Brasil e na Argentina, atraso no plantio, casos de replantio ou quem sabe resolveram apostar mesmo no fim da guerra comercial. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nessa janela atual a pergunta que vale milhões de dólares é: no que os fundos apostaram quando &#8220;viraram a mão&#8221; ? Que apostas fizeram?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É, esse é o mercado financeiro e se quiser estar aqui, deve estar ciente que os agrícolas (soja, milho, trigo, entre outros) compõem o mercado financeiro e que serão em alguns momentos direcionados de acordo com feeling do gestor dos fundos em identificar e até mesmo construir  oportunidades de fazer dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo acompanhamento de casas de consultoria de mercado que se baseiam no levantamento do <strong>CFTC</strong>, os fundos de investimento hoje detém em carteira cerca de 70 mil contratos comprados de soja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Detalhe adicional sobre a virada de mãos de posições: do momento de posição zerada à comprada em 70 mil contratos futuros, fora opções,  bastaram apenas 14 pregões. <strong>Cada contrato futuro equivale a 5 mil bushels ou 136 toneladas.</strong>  </span></p>
<p><strong>Se os fundos esperavam problemas de colheita nos Estados Unidos e atrasos significativos e perda de área no Brasil e Argentina, terão que rever suas estratégias. Se foi na guerra comercial há mais espaço até para os fundos aumentarem suas posições.</strong><strong>  </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana nos reserva uma agenda técnica interessante. Além de dados rotineiros de inspeção e vendas semanais, hoje e quinta feira, respectivamente, o <strong>USDA</strong> &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgará o acompanhamento de colheita nos Estados Unidos (hoje) e o relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e mundial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, o mercado aguarda quando será a reunião de <strong>Trump e Xi Jinping</strong> uma vez que o encontro no Chile durante a <strong>APEC</strong> não acontecerá mais. Na pauta do acompanhamento não poderíamos deixar de fora as declarações de Trump via twitter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ótima semana a todos nós e bons negócios.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra Comercial EUA/China e Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 18:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma semana passou e tudo aquilo que foi dado como certo não foi confirmado. O acordo da fase 1, até então publicamente anunciado como costurado, ainda não foi oficializado. Os preços da soja nessa semana encerraram praticamente estáveis frente à semana anterior. Analisando isoladamente o movimento dessa sexta feira, o grão cedeu aproximadamente 12 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais uma semana passou e tudo aquilo que foi dado como certo não foi confirmado. O acordo da fase 1, até então publicamente anunciado como costurado, ainda não foi oficializado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os preços da soja nessa semana encerraram praticamente estáveis frente à semana anterior. Analisando isoladamente o movimento dessa sexta feira, o grão cedeu aproximadamente 12 centavos no contrato janeiro, pela sensação de frustação do mercado pela ausência de compras chinesas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o dia o mercado monitorou o movimento de negociadores norte-americanos e chineses em estabelecer o acordo comercial Fase 1. Essas conversas adicionais ocorrem antes de uma reunião prevista para acontecer no Chile em novembro entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o que se processa é que após as conversas telefônicas ocorridas nessa sexta feira, 25, autoridades de comércio dos dois países estão próximos de finalizar “pontos” do acordo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As conversas, confirmadas pelo escritório da pasta do Comércio dos Estados Unidos envolveram a participação do </span><b>Representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Secretário do Tesouro norte americano, Steven Mnuchin</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>Vice Primeiro Ministro da China, Liu He. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cada dia que o acordo tarda a ser oficializado e a China não oficializa compras de produtos dos Estados Unidos, significa dizer que os preços ficam vulneráveis à medida que nos Estados Unidos os produtores aceleram os </span><b>trabalhos de colheita enquanto que no Brasil e Argentina</b><span style="font-weight: 400;"> os trabalhos de plantio evoluem, favorecidos pelas chuvas recentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se não confirmado o acordo da fase 1, muito improvável que China retorne ao mercado de grãos e carne dos Estados Unidos num futuro próximo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de retomada de demanda, as vendas represadas de produtos Norte Americanos encontrariam um ponto de equilíbrio. Os produtores aproveitariam o momento para realizar vendas e baixar estoques físicos, lembrando que os americanos ainda tem em silos próprios ou de terceiros parte de sua produção da temporada passada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos ver o que essa semana nos reserva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até agora o que sabemos que existem muita “falação” e pouca ação concreta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso o Brasil, neutro perante os conflitos entre os dois países, continua focando na estratégia polítca de reforçar os laços comerciais com China e abrir mercados novos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nova missão à Ásia, o Brasil, representado pela </span><b>Ministra Tereza Cristina</b><span style="font-weight: 400;"> e sua comitiva, reiterou ao </span><b>Ministro da Agricultura</b> <b>e assuntos rurais da China</b><span style="font-weight: 400;"> na última quarta-feira que o Brasil tem interesse em manter a parceria como país provedor de produtos agropecuários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil adota postura neutra nos conflitos da guerra comercial, mas segue acompanhando as oportunidades para aumentar a participação como exportador grãos, cereais, fibras e carnes,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2018 China comprou o equivalente a US$ 31 bi em produtos agro de origem brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O saldo dessa segunda visita rendeu ao Brasil garantiu acordos sanitários para exportação de carne termo processada e algodão</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma excelente semana de ótimas oportunidades e negócios a todos nós.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Um abraço </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
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