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	<title>Arquivos bolsa-de-chicago - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Empresas, onde estão as mulheres do agro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 16:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência 02 de maio de 2021 Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência</strong></p></blockquote>
<h5>02 de maio de 2021</h5>
<p>Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, evento criado para dar voz através de palestras em formato descontraído à profissionais mulheres que são autoridades em suas áreas.</p>
<p>Representar o agro, estando ao lado destas profissionais na vitrine de um evento cujo objetivo era chamar atenção para o atual desperdício dos recursos femininos nos eventos no mundo corporativo.</p>
<p>Afinal, os palcos brasileiros estão carentes de referências mulheres e isso ocorre não apenas no agro, mas em muitos outros setores como educação, saúde, na administração/gestão, na ciência, no direito, enfim.</p>
<p>No entanto, se considerarmos que o que agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência.</p>
<p>Se queremos um país cada vez mais respeitoso e inclusivo, eu insisto em perguntar: onde estão as nossas mulheres, as mulheres do Agro?</p>
<p>Sabemos que elas estão dentro e fora da porteira, atuando bravamente, estudando, buscando capacitação, mentoria e consultoria. Sabemos que elas são inovadoras, que adoram tecnologia e sustentabilidade. Que estão abertas ao novo, que prestigiam e divulgam eventos, que se unem e compartilham conhecimento.</p>
<p>Mas, algo no nosso setor é muito comum: os palcos dos eventos agro ainda são predominantemente masculinos. Eu, pessoalmente, ainda participo de eventos onde profissionais mulheres não estão nos holofotes ministrando uma aula ou abrindo ou finalizando um evento. Também não foram poucas as vezes que como convidada a palestrar ou debater em um painel eu era a única mulher em um palco lotado de especialistas homens.</p>
<p>Se o que queremos é diversidade e é chegada a hora deste despertar. A diversidade não virá sem a pluralidade em todos os nichos. É impossível que não haja neste nosso Brasil nomes de peso que confiram o equilíbrio nas feiras agrícolas, nos congressos, convenções. Afinal mulheres não falam apenas de temas específicos, falam, entendem, se especializam e se destacam sobretudo.</p>
<p>É preciso darmos 2, 3 passos à frente com rapidez, sob pena do nosso setor que é referência e orgulho nacional ficar para trás nesse quesito.</p>
<p>Durante o Power Day 21 eu poderia ter falado sobre tendência de preços para a soja na bolsa de Chicago, cenários para o milho safrinha ou sobre mas preferi falar sobre o poder e a força das Mulheres do Agro, que foi uma das palestras que mais vendi em 2020, justamente porque entendi que ali naquele momento o objetivo era motivar e valorizar profissionais que estão no setor dentro e fora da porteira para que elas continuem focadas e estimuladas em construir um agro cada vez mais forte, produtivo, destacado e sustentável.</p>
<p>Vamos lá mulheres desse meu Brasil, vamos assumir nosso papel, nosso protagonismo e ajudar a fazer a diferença no país.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o movimento e saber como foi o evento, passa lá no perfil @powerspeakeroficial no instagram, recomendo!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10961" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/powerspeakeroficial/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Soja em clima de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 13:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021! E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira. Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021!</p>
<p>E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do Sul, os preços voltam a subir forte na bolsa de Chicago. A soja com vencimento março de 2021 está cotada no momento a US$ 13,45 bushel com 34 centavos de alta.</p>
<p>Fundos de investimento de grande peso carregam em suas carteiras posições compradas em commodities agrícolas. Na semana passada, com o encerramento do ano, alguns aproveitaram o momento para promover tomadas de lucros e colocar dinheiro no bolso, mas a preocupação crescente com a possibilidade de um encurtamento no quadro de oferta de países como Brasil e Argentina, está motivando uma corrida em busca de proteção a este risco e o que se vê após um final de semana mal chovido é justamente o mercado adicionar cada vez mais prêmio clima.</p>
<p>Com o aperto de estoque mundial e o ritmo de comercialização chinesa não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. As adversidades serão processadas com grandes intensidades. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid,</p>
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<p>Para deixar o clima de tensão maior, além de chuvas abaixo do normal e irregulares para o Brasil e tempo seco na Argentina durante o final de semana, os mapas estendidos de curto prazo não mostram condições ideais para as lavouras sul-americanas.</p>
<p>Vamos acompanhar a atualização dos mapas no decorrer do dia. Daqui para frente a atualização dos mapas que acontece pelo menos em três momentos durante o dia será bastante acompanhada pelos diversos modelos climáticos. Alguns fundos de investimentos têm as melhores consultorias e recebem as atualizações dos serviços de climatologia e por isso mesmo é sempre importante estar atento ás previsões.</p>
<p>Abaixo a matéria que fiz no apagar das luzes do ano e que contextualiza este momento do mercado da soja a movimentos voláteis.<br />
<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/">https://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</a></p>
<p>Um forte abraço e uma ótima semana a todos.</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/276976-soja-em-clima-de-seca-por-andrea-cordeiro.html#.X_Me4dhKiUl" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
</div>
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		<title>Mercado da soja surpreende no apagar das luzes de 2020</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 17:29:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras</h2>
<p><strong>por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural</strong></p>
<p>Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do ano os preços da oleaginosa na bolsa de Chicago se aproximariam dos US$ 13,00 observados pela última vez em 2014.</p>
<p>Fundos de investimentos mundialmente comprados que já vinham há meses apostando em estoques norte-americanos apertados, deixaram o mercado mais vulnerável a variações por questões fundamentais vindas da América do Sul. A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras.</p>
<p>Os últimos pregões do ano vêm registrando uma variação considerável de preços, refletindo o nervosismo dos participantes que atuam na bolsa. Diversas casas de investimentos vêm realizando lucros nos últimos dias e esses movimentos são especialmente mais intensos nessa época do ano, afinal estamos no apagar das luzes do segundo semestre. *</p>
<p>Voltando ao cenário macro, no curto prazo uma mudança no padrão climático no Brasil, Argentina e o restabelecimento das atividades portuárias na Argentina são fatores de arrefecimento para as cotações e que precisam ser acompanhados mais atentamente. Estes são dois importantes direcionadores de preços para a oleaginosa. Os olhos do mercado estão atentos ao que se passa aqui.</p>
<p>Não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. Qualquer adversidade será processada, sentida, especulada. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid, enfim…</p>
<p>No médio prazo o radar dos fundos continuará concentrado no clima da América do Sul e no percentual de comercialização e ritmo de embarque brasileiro sem deixar de monitorar a demanda chinesa. Nesse ponto, vale destacar que o presidente eleito nos Estados Unidos tomará posse em 20 de janeiro e quase um mês depois o mercado agro já estará focado nos trabalhos da 97ª edição do Agricultural Outlook Fórum, promovido pelo USDA. Nos trabalhos do tradicional evento se projeta área de plantio da próxima temporada norte americana. Com essa prévia o mercado já está começar a contextualizar mais sobre a próxima safra norte-americana novamente e neste momento de mercado com um cenário de estoques apertados nos Estados Unidos podemos presenciar esta transição de mercado antes do usual.</p>
<p>Certamente alguns questionamentos serão sobre a intenção de plantio após um ano de vendas aceleradas e estoques baixos e sobre a viabilidade de resgate ou aporte em áreas de conservação. A chave para tais perguntas encontrará respostas na definição das safras na América do Sul e no ritmo da demanda asiática. Vale prestar atenção no tom diplomático dos primeiros 90 dias de governo democrata de Biden. E tudo isso acontecerá na exata medida que as safras brasileira e argentina ainda estiverem sendo colhidas, processadas e embarcadas.</p>
<p>Por agora vamos focar no curto prazo:</p>
<p>Irregularidades climáticas para a Argentina estão mantidas para os próximos 10 dias. Embora os modelos climáticos estejam divergindo, nas últimas 24 horas o modelo norte-americano intensificou e ampliou as chuvas para Brasil e Paraguai, mas para Argentina e Uruguai os mapas continuam mostrando chuvas deficitárias para as áreas de produção.</p>
<p>Sobre a greve portuária da Argentina que em 20 dias de paralização refletiu em um atraso de aproximadamente 170 navios ao largo esperando para serem carregados, um acordo entre indústrias e sindicatos foi anunciado pela mídia e as atividades devem ser retomadas. Vamos monitorar.</p>
<p>Aproveito para desejar a todos vocês que leem minha coluna aqui no Canal Rural um final de ano de muita reflexão e que levemos para 2021 apenas uma versão melhorada de nós mesmos e que seja justamente ela que nos permita edificar os projetos que tanto queremos.</p>
<p>Que 2021 seja para cada um de nós um ano de sucesso, conquistas, aprendizados, fartura e de bons negócios.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><em>* Muitos destes fundos de investimento participam de múltiplos mercados ao mesmo tempo e é como se não tivessem qualquer selo, como se não tivesse identidade, DNA. Eles não são do agro, mas estão conectados ao agro pelo interesse em lucros. Não são produtores, indústria, tradings, cooperativas, cerealistas, revendas, instituições que fomentam o agro ou seguradoras que buscam proteção de suas posições – hedge. Eles buscam meramente fazer dinheiro; em contrapartida oferecem liquidez e nesta ciranda, sem dó, nem piedade promovem quando bem entendem e querem ajustes em carteiras e embora eu tenha pontuado no texto que os movimentos de lucro são ser normais, isso não significa que algumas vezes não sejam bruscos e que assustem seus participantes.</em></p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/30/soja-2020/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Canal Rural &#8211; Agroinspiradoras</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/">Mercado da soja surpreende no apagar das luzes de 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>O que esperar para os preços da Soja em CBOT?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 12:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo abordei resumidamente 3 importantes fundamentos que devem influenciar os preços da oleaginosa na Bolsa de Chicago nessa última semana de abril. &#160; &#160; Ainda não se inscreveu no canal de Andrea Cordeiro? Inscreva-se! &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse vídeo abordei resumidamente 3 importantes fundamentos que devem influenciar os preços da oleaginosa na Bolsa de Chicago nessa última semana de abril.</p>
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<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/O8i1UQvDFf8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCrN1tcOthGTc0GUykVSUEvQ" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6702 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="353" height="113" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro.jpg 2047w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-300x96.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-768x246.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-1024x328.jpg 1024w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></a></p>
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		<title>Soja &#038; Demanda Chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2020 21:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos. Mesmo com essa reação, o saldo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos.</p>
<p>Mesmo com essa reação, o saldo da semana não animou. Os preços da soja voltaram a cair na sexta (7 centavos) e os preços do contrato com vencimento maio, encerraram inalterado frente a semana anterior.</p>
<blockquote><p>No viés de alta, depois de longo período ausente do mercado, os cargos de soja negociados nos Estados Unidos animaram investidores que compraram soja com vencimentos mais curtos. O saldo positivo poderia ter sido melhor, mas nos 3 pregoes em alta, a oleaginosa não apresentou força suficiente para se manter perto das máximas registradas. Além do gás da demanda, correção técnica foi justificativa para a alta.</p></blockquote>
<p>Por agora estamos em um momento de transição. A pressão de safra brasileira foi praticamente precificada, a Argentina segue colhendo enquanto Estados Unidos se voltam aos trabalhos iniciais de plantio, trazendo ferramentas especulativas novas, negativas ou não.</p>
<p>O cenário atual ainda é de uma soja impactada pela queda dos preços internacionais do petróleo, pela falta de demanda expressiva por parte de empresas chinesas, pela competitividade brasileira crescente com altas cambiais seguidas e pelas projeções de grandes áreas destinadas ao plantio de milho e soja, inclusive com resgate em massa de áreas alocadas no Programa de Conservação do governo norte americano.</p>
<blockquote><p>Mas o botão de transição do mercado já começa a processar que o Brasil acumula um alto percentual de comercialização da safra 2019/2020 e retrairá vendas. Em paralelo Argentina mesmo com o estímulo da moeda, adota postura retraída devido à alta carga tributária, direcionando investidores a apostarem que em breve será a vez dos Estados Unidos ocuparem a preferência dos compradores mundiais e em especial dos chineses.</p></blockquote>
<p>Além disso, são cada vez mais recorrentes entre analistas dos Estados Unidos, comentários que o inverno brasileiro deverá complicar a logística de embarques do grão. Alguns antecipam que num futuro próximo o Brasil apresentará dificuldades em administrar os efeitos do coronavirus e que isso respingaria no processo de embarques via portos.</p>
<p>Certamente essa pauta será acompanhada de perto pelos investidores em paralelo a evolução dos trabalhos de plantio nos Estados Unidos, que por agora transcorre de maneira normal, bem diferente do que aconteceu ano passado, quando as chuvas dificultaram ao máximo os trabalhos em campo, lembram?</p>
<p>Será, sem dúvidas, um momento de olhar curioso iniciando o acompanhamento dos trabalhos de plantio no hemisfério norte (EUA, Canadá, Europa e Ásia) sem, no entanto, deixar de observar o que ainda acontece no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.</p>
<p>Vale destacar que o hemisfério norte atravessa pelo menos 3 fases distintas do coronavirus e será vital entender se a doença impactará em perda do potencial produtivo em parte prejudicada pela questão financeira que pode reduzir o grau de tecnologia a ser aplicado em campo ou então devido a atrasos na entrega de insumos e maquinários.</p>
<p>Um outro ponto que chamo atenção foi China ter anunciado início de 2019 um plano de ação para incentivar produtores a plantar mais áreas de soja em detrimento das de milho. A intenção do governo é reduzir estoques estratégicos de milho do governo e a necessidade de importação da oleaginosa.</p>
<p>E sobre China ainda, os próximos dias ajudarão a clarear a dúvida se o país virá de forma mais agressiva às compras de origem dos Estados Unidos. Nesse momento, demanda chinesa é o combustível que falta para consolidar uma recuperação nos preços na Bolsa em Chicago.</p>
<p>O que aguardam os analistas é que China coloque dia a dia sua rotina em dia e siga colocando em casa grande parte da soja que comprou do Brasil, mas que também passe a comprar grão norte americano com embarques a partir de julho. E esse será o grande questionamento do mercado daqui pra frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um abraço e até segunda,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>E soja para onde vai?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Soja volta a negociar próximo a $9,00 na Bolsa em Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 11:49:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/dq-cOgeB770" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCrN1tcOthGTc0GUykVSUEvQ" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6702 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="353" height="113" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro.jpg 2047w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-300x96.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-768x246.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/03/logo-andrea-cordeiro-1024x328.jpg 1024w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/soja-volta-negociar-proximo-900-na-bolsa-em-chicago/">Soja volta a negociar próximo a $9,00 na Bolsa em Chicago</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
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		<title>Clima nos Estados Unidos e Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 12:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos. O motivo? O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste. As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos.</p>
<p>O motivo? <strong>O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste.</strong></p>
<p>As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região leste de Iowa. Elas afirmaram ainda não terem  conseguido entrar nos campos devido as chuvas constantes que a região vem recebendo.</p>
<p>Com condições climáticas adversas desde o início do ano (<strong>neve, degelo, alagamento, frio)</strong> e com previsões climáticas no médio  prazo antecipando condições úmidas até maio, na média os produtores já vinham antecipando preocupações.</p>
<p>Mas se antes ainda era muito cedo para antecipar uma preocupação mais concreta, entramos numa janela de maior desconforto e preocupações.</p>
<p>Na região de Sullivan, Illinois, uma dos maiores estados em produção de milho e soja, os trabalhos do cereal que costumam iniciar por volta do dia 15 de abril ainda não foram possíveis e para agravar o cenário e fomentar ainda o desconforto dos produtores mais os mapas climáticos atualizados mostram chuvas moderadas para os próximos 7 dias.</p>
<p>Às vésperas de <strong>maio, a preocupação que antes se restringia aos campos, começa a ampliar e com isso ganha peso</strong> <strong>e atenção dos investidores na bolsa</strong> e com isso pode impactar em um premio clima na bolsa em Chicago.</p>
<p>E nesse momento, sem demanda chinesa, o clima poderia causar impacto baixista para a soja.</p>
<p>Isso tudo acontece justamente no início de uma temporada que o produtor americano, aquele que votou no Trump, segue abalado e acumula prejuízos financeiros pelos efeitos da guerra comercial entre os Estados Unidos e China.</p>
<blockquote><p>Os produtores já vinham desde o início do ano antecipando uma estratégia de plantar mais áreas de milho em detrimento às áreas de soja, uma vez que até agora as vendas do grão da temporada passada estão bem atrasadas, os estoques estão altos e o impasse comercial permanece.</p></blockquote>
<p><strong>Essa</strong><b> semana que inicia, uma comitiva americana se dirige à China para as reuniões comerciais com representantes chineses em Pequim.</b>  Segundo informações divulgadas por autoridades norte americanas, no final da próxima semana uma comitiva chinesa seguiria para novo encontro em Washington.</p>
<p>Em caso de entendimento, o acordo poderia então ser selado entre os presidentes dos dois países.</p>
<p>O mercado chegou a ventilar que a divulgação poderia acontecer no próximo encontro do G20, no final de junho, mas se o acordo estiver de fato acertado, os prejuízos diários que a guerra comercial vem acarretando não só aos dois países como ao comércio internacional, justificariam uma reunião fora dessa programação e é justamente isso que o mercado vai monitorar: qualquer indício de uma encontro entre os Governantes.</p>
<p>Pontuado isso, daqui para frente o mercado acompanhará <strong>os mapas climáticos</strong> e <strong>a evolução de plantio nos campos do meio oeste</strong>  e toda e qualquer informação ou declaração que os governos divulguem sobre a guerra comercial. No radar também serão acompanhados os movimentos de <strong>demanda chineses e a atualização dos casos de gripe suína africana na China.</strong></p>
<p>E em meio a esse cenário, nossos vizinhos <strong>argentinos virão com tudo pra oferecer soja no mercado internacional,</strong> tirando do Brasil o pouco de vantagem que o país ainda tem nesse momento da guerra comercial.</p>
<p>É isso aí, vamos ver quais surpresas nos guarda essa semana mais curta no Brasil!<br />
Boa semana e bons negócios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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