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	<title>Arquivos mulher - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Mês de Março: Mês da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 13:35:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ” A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″. O tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages">Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ”</h3>
<p>A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″.</p>
<p>O tema celebra os enormes esforços de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e na recuperação da pandemia de COVID-19. Também está alinhado com o tema prioritário da 65ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, “ Participação plena e efetiva da mulher e tomada de decisões na vida pública, bem como eliminação da violência, para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas ”, e o carro-chefe Campanha Geração Igualdade que visa engajar parcerias institucionais e da sociedade civil para realizar o direito das mulheres de protagonizar a tomada de decisões em todas as áreas da vida, remuneração igual, divisão igual de trabalho doméstico e de cuidados não remunerado, o fim de todas as formas de violência contra mulheres e meninas e serviços de saúde que atendam às suas necessidades.</p>
<p>As mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.</p>
<p>Mulheres líderes e organizações de mulheres demonstraram suas habilidades, conhecimentos e redes para liderar efetivamente os esforços de resposta e recuperação da COVID-19. Hoje, há mais aceitação do que nunca de que as mulheres trazem experiências, perspectivas e habilidades diferentes, e fazem contribuições insubstituíveis para decisões, políticas e leis que funcionam melhor para todos.</p>
<p>A maioria dos países de maior sucesso no combate à onda da pandemia da COVID-19 e na resposta à sua saúde e aos impactos socioeconômicos mais amplos é chefiada por mulheres. Por exemplo, chefas de Governo na Dinamarca, Etiópia, Finlândia, Alemanha, Islândia, Nova Zelândia e Eslováquia foram amplamente reconhecidas pela rapidez, determinação e eficácia de sua resposta nacional à COVID-19, bem como a comunicação compassiva de informações de saúde pública baseadas em fatos.</p>
<p>No entanto, as mulheres são chefas de Estado e de Governo em apenas 20 países em todo o mundo. [ 1 ]
<p>Além das persistentes barreiras sociais e sistêmicas preexistentes à participação e liderança das mulheres, novas barreiras surgiram com a pandemia de COVID-19. As mulheres estão enfrentando o aumento da violência doméstica, de tarefas de cuidado não remuneradas, desemprego e pobreza em todo o mundo. Apesar das mulheres constituírem a maioria dos trabalhadores da linha de frente, há representação desproporcional e inadequada de mulheres nos espaços nacionais e globais de políticas para a COVID-19.</p>
<p>Para defender os direitos das mulheres e alavancar totalmente o potencial da liderança das mulheres na preparação e na resposta à pandemia, as perspectivas das mulheres e meninas em toda a sua diversidade devem ser integradas na formulação e na implementação de políticas e programas em todas as esferas e em todos os estágios de resposta e recuperação da pandemia.</p>
<p>#IWD2021</p>
<p>#DiaInternacionalDaMulher.</p>
<p>Notas<br />
<em>[1] A partir de 8 de novembro de 2020. Esses dados são compilados pela ONU Mulheres com base em informações das Missões Permanentes da ONU; apenas Chefes de Estado eleitos são levados em consideração</em></p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/tema-do-dia-internacional-da-mulher-de-2021-mulheres-na-lideranca-alcancando-um-futuro-igual-em-um-mundo-de-covid-19/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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		<title>Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 19:52:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A violência de gênero tem se tornado um problema estrutural nos últimos anos, afetando primordialmente as mulheres e aumentando a sua subordinação ao gênero masculino. Ainda que a questão tenha sempre existido nas relações, ela só veio à tona nos últimos quarenta anos e há pouco tempo passou a ser enfrentada como algo a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A violência de gênero tem se tornado um problema estrutural nos últimos anos, afetando primordialmente as mulheres e aumentando a sua subordinação ao gênero masculino. Ainda que a questão tenha sempre existido nas relações, ela só veio à tona nos últimos quarenta anos e há pouco tempo passou a ser enfrentada como algo a ser combatido. Esta dificuldade tem como ponto de origem a desigualdade nas oportunidades oferecidas aos homens e às mulheres nos diferentes setores sociais, dando origem a um problema social tanto em âmbito público quanto tem ambiente doméstico, manifestando-se através de várias formas: a violência física, a violência sexual, psicológica, cultural, econômica, dentre outras, afetando as mulheres desde seu nascimento até a velhice.</p>
<p>Ela não está ligada apenas a uma cultura específica, mas está disseminada por todos os grupos sociais, em todas as regiões do planeta e em todas as culturas – ainda que se manifeste de formas e graus distintos.</p>
<p>Nos últimos anos, foram desenvolvidas várias ações para combater as diversas práticas de violência de gênero. Estas atividades possuem grande dimensão política, sendo a principal delas a educação para a busca da igualdade de gêneros, na tentativa de transformar as regras sociais e acabar com os papeis de subordinação da mulher na sociedade.</p>
<p>Uma destas ações foi a instituição do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado todos os anos no dia 25 de novembro, cujo objetivo principal é denunciar a violência contra a mulher e lutar pela implantação de políticas para a sua erradicação em todos os países. Mas por que a celebração é realizada no dia 25 de novembro? A data foi escolhida em memória ao assassinato de três ativistas políticas na República Dominicana, as irmãs Mirabal, pelo ditador Rafael Leónidas Trujillo, em 25 de novembro de 1960.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5502" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg" alt="" width="680" height="374" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg 680w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2-300x165.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2-165x92.jpg 165w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a><br />
Conhecidas como “Las Mariposas” – as borboletas – as irmãs Minerva, María Teresa e Patria eram membros de uma família rica da província de Salcedo (que atualmente recebe o nome de Hermanas Mirabal, em homenagem a elas). Todas possuíam curso universitário, eram casadas e mães, tinham entre 26 e 36 anos e também possuíam uma intensa vida de ativismo político. Para calar a atividade destas mulheres, os funcionários da polícia secreta, sob as ordens do ditador Trujillo, sequestraram as irmãs durante uma viagem, enforcando-as e espancando-as. Depois, jogaram o veículo no qual elas viajavam em um precipício, para que a população acreditasse que elas haviam morrido em um acidente automobilístico. Bélgica Adela Mirabal, uma quarta irmã cujo papel político era menos ativo, conseguiu se salvar e viveu até 2014. A estratégia da polícia secreta não funcionou e o reconhecimento público de que o assassinato das irmãs Mirabal foi uma obra do governo foi um dos principais fatores que levaram à derrocada do regime trujillista na República Dominicana. A partir de então, o nome das irmãs Mirabal se transformou em um símbolo mundial de luta feminina.</p>
<p>Em homenagem às irmãs Mirabal, o movimento feminista da América Latina elegeu o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra a Mulher durante o Primeiro Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe, realizado na Colômbia, em 1981. No entanto, os avanços acerca dos direitos das mulheres tardaram a começar. Apenas doze anos depois, em 1993, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu aprovar o texto da Declaração sobre a eliminação da Violência contra a mulher, definindo o conceito de violência contra a mulher como qualquer ato de violência baseado no gênero que tenha como resultado real ou possível um dano psicológico, físico ou sexual, incluindo também a coerção, as ameaças ou as proibições arbitrárias da liberdade, que podem ocorrer tanto em ambientes privados como públicos. A partir de então, passou-se a reconhecer que havia a necessidade de uma declaração de direitos que trouxesse clareza na aplicação para assegurar o fim de qualquer tipo de violência contra a mulher, além de um compromisso da comunidade internacional e dos Estados para acabar com esta questão.</p>
<p>Ainda que a tragédia das irmãs Mirabal já tivesse reconhecimento mundial, foi apenas em 17 de dezembro de 1999 que a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra a Mulher. A ONU decidiu convidar organizações internacionais, ONG’s e chefes de Estado para a criação de atividades voltadas para a sensibilização a respeito do tema nesta data, transformando-a em uma celebração mundial. Até então, o órgão da ONU que cuidava destas questões era o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – o UNIFEM -, sendo responsável por renovar anualmente o compromisso da luta contra a violência de gênero. No mês de outubro de 2006, foi apresentado um estudo mostrando que, mais do que algumas atitudes em datas específicas, existem obrigações concretas que devem ser cumpridas pelos Estados para a prevenção da violência contra a mulher, incluindo o tratamento de suas causas (como a discriminação generalizada e suas causas históricas incutidas na sociedade), como a identificação, a criminalização e o tratamento de seus agressores.</p>
<p>Desde 2010, a nova liderança mundial para o tratamento das questões de gênero é a ONU Mulheres. A organização classificou a violência de gênero como uma pandemia na América Latina, visto que mais de 70% das mulheres já sofreram algum tipo de violência, sendo que 50% das mulheres latino-americanas vivenciaram algum tipo de violência por parte de um companheiro íntimo – marido, noivo ou namorado. Em todo o mundo, a violência feminina sofrida dentro de seus próprios lares é a principal causa de lesões das mulheres entre 15 e 44 anos. Mesmo que a legislação acerca da violência de gênero e o feminicídio tenha avançado bastante nos últimos anos, o maior problema ainda é a impunidade.</p>
<p><a href="http://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/38/24789" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Aline Mangueira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 12:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sou Aline Mangueira e ao longo de toda a minha vida, a minha curiosidade e inquietude nunca me deixaram o tempo todo num só lugar ou fazendo sempre as mesmas coisas. Sempre me interessei pelo campo, pela vida no âmbito agrícola, sou de Imperatriz no Maranhão e só pude viver no campo como gostava nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sou <strong>Aline Mangueira</strong> e ao longo de toda a minha vida, a minha <strong>curiosidade e inquietude</strong> nunca me deixaram o tempo todo num só lugar ou fazendo sempre as mesmas coisas.</p>
<p>Sempre me interessei pelo campo, pela vida no âmbito agrícola, sou de Imperatriz no Maranhão e só pude viver no campo como gostava nas férias, mas logo que me mudei para Balsas, Maranhão, pude viver mais os meus sonhos, mas ainda de forma limitada, pois não pude até então fazer a faculdade que sempre quis que é Agronomia.</p>
<p>Tentei a área da saúde, mas nunca me identifiquei, não era meu perfil. E minha família entendeu!</p>
<p>Fui cursar pedagogia pois a era uma das poucas opções que tinha naquele ano.</p>
<p>Porém no final da faculdade, tive a oportunidade de ingressar num trabalho que me brilhavam os olhos: Uma concessionária John Deere na cidade de Balsas no departamento de serviços e peças e foi lá que aprendi o início da base da pessoa que sou hoje.</p>
<p>Eu agarrei muito essa oportunidade e outras oportunidades também nessa mesma empresa. <strong>Nossa e como Deus foi maravilhoso</strong>.</p>
<p>De lá pra cá foram muitas oportunidades, mas também muitos desafios.</p>
<p>Lidar somente com homens, alguns mais velhos e bem mais experientes e eu uma menina criativa e com muita sede de mudança e colocar em prática tudo que estava estudando, mesmo não tendo cursado a faculdade de agronomia, cujo sonho somente agora irei realizar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-3592" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/03/d6c539bf-ffa8-4493-a740-635e4055721b.jpg" alt="" width="750" height="685" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/d6c539bf-ffa8-4493-a740-635e4055721b.jpg 750w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/d6c539bf-ffa8-4493-a740-635e4055721b-300x274.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Atualmente eu trabalho na área de manutenção de máquinas agrícolas e coordeno o setor de manutenção de um importante grupo agrícola do Maranhão, o Risa ( que tem 80 mil hectares de plantio)  &#8211;  desde o planejamento das manutenções de colheitadeiras, tratores e pulverizados até o acompanhamento da revisão e atividade, e na área de pós venda da concessionária CASE IH com foco total na qualidade do pós venda com a fábrica e equipe técnica e essa área que está na minha veia.</p>
<p><strong>Não foi e não é foi nenhum pouco fácil, mas o desafio me faz querer sempre mais!</strong></p>
<p>Minha luta diária pra ser uma <strong>mulher forte</strong> nesta área tão interessante do agronegócio, me incentiva a passar por cima das dificuldades que são muitas.</p>
<p><strong>Meus três filhos são minha base</strong> que me sustentam nessa busca, de me destacar e ter um nome de referência e poder sempre ser motivo de orgulho pra eles e para meus pais que entenderam que por mais simples que uma profissão seja, se ela for exercida com amor e paixão ela sempre vai sem bem feita e vista como um motivo de se orgulhar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-3590" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aline2-1019x1024.jpg" alt="" width="1019" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aline2.jpg 1019w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aline2-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aline2-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aline2-768x772.jpg 768w" sizes="(max-width: 1019px) 100vw, 1019px" /></p>
<p>Rede Social: <a href="https://www.instagram.com/mangueiraaline/" target="_blank" rel="noopener"><strong>@mangueiraaline</strong></a></p>
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		<title>Missão Mulheres do Agro rumo à China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 11:49:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tema Valorização da Profissional Mulher do Agro faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto Missão Mulheres do Agro.  Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O tema <strong>Valorização da Profissional Mulher do Agro</strong> faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto <strong>Missão Mulheres do Agro.</strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p>Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos favorecidos, e com minha formação em direito isso ficou mais evidente. Quando iniciei minha trajetória profissional na <strong>Labhoro</strong>, minha finalidade era única e exclusivamente poder financiar o melhor curso preparatório para magistratura. No entanto o <strong>Amor pelo Agro</strong> tomou proporções muito maiores e em 3 anos eu estava  completamente inserida no contexto.</p>
<p>E desde então, percebi que à medida que desenvolvia meu potencial profissional, não identificava junto às empresas parceiras a presença de colegas em cargos de decisão e comando e com os clientes de consultoria com <strong>DNA Familiar</strong>, percebi que era comum a ausência dessas profissionais e me dei conta de um fato muito pior: um vácuo profundo de sucessoras mulheres nessas empresas familiares.</p>
<p>Muitos produtores davam espaço ao filho homem ou na falta deste, inseriam o “genro” ou o “cunhado” nos negócios, não sobrando espaço para a sucessora ou até mesmo a parceira nesse processo. <strong>Confesso que isso me intrigou muito</strong> e passei a questionar sobre o motivo pelo qual aquela empresa familiar não inseria a sucessora. Muitas vezes a resposta não era a que eu queria escutar, mas outras vezes percebi que meus questionamentos surtiam efeito.</p>
<p>Como para mim era normal viajar e participar de reuniões, era natural eu representar a empresa que trabalho nas viagens no Brasil e também nos EUA para visitar parceiros comerciais e percorrer o “cinturão” de produção de grãos. Inicialmente viajei algumas vezes supervisionada pelo meu chefe, que me ensinou as particularidades de uma viagem dessas. Quais estados percorrer, rede de logística, escoamento, cultura dos produtores, e nessas viagens eu absorvia o máximo de informação e comparava o estilo das fazendas americanas com as brasileiras e também a presença atuante e destacada das produtoras nas atividades das fazendas.</p>
<p>Desse ponto, a estar pronta para viajar sozinha e levar outras mulheres mais próximas a mim foi algo muito natural. Por que a empresa que eu trabalhava, reunia nessas viagens apenas profissionais homens? Com isso foi natural organizar viagens para mulheres. Aqui para mim esse processo foi natural, com algumas dificuldades. Não vou mentir que foi fácil, pois tive que vencer muito preconceito de gestores (e até hoje é assim, infelizmente) e escutar piadas ou comentários desnecessários, mas fico muito feliz hoje ao perceber que meu projeto foi ganhando  corpo.</p>
<p>À medida que passavam os anos, a viagem consolidou tornando-se referência nacional e hoje após 8 edições do <strong>Missão Mulheres do Agro para os Estados Unidos, </strong>eu me sinto profissionalmente preparada para buscar conhecimento em outros destinos e também proporcionar isso à outras mulheres.</p>
<p>E talvez seja essa a <strong>maior colaboração que eu possa dar a esse movimento</strong> cheio de gás de valorização das mulheres que trabalham no Agro. Criar um meio através de viagens e de palestras para que outras profissionais se sintam confiantes e que busquem agregar conhecimento e trocar expertise.</p>
<p>Mesmo que esse movimento geral de <strong>Valorização da Mulher</strong>, não seja novidade para mim, sinto que alcançou amplitude nacional e que a cada dia vem sendo abordado com grande destaque pelas empresas e pela mídia. Mesmo eu já participando lá fora de eventos da valorização da Mulher do agro, fico realizada pela realização de 2 edições do <strong>Congresso  Nacional das Mulheres do Agro</strong>.</p>
<p>Pra mim não tem sensação melhor e aqui posso afirmar que me sinto realizada por ter presenciado algumas profissionais descobrirem sua vocação e potencial a partir das viagens de safra.  O mesmo aconteceu comigo! A viagem me transformou.</p>
<p>Nas próximas semanas lançaremos a <strong>9ª edição</strong> da <strong>Missão Mulheres do Agro aos Estados Unidos,</strong> mas enquanto sigo com os preparativos da  viagem à <strong>China e Dubai</strong>, que acontecerá entre os dias 22 de Junho a 03 de Julho.</p>
<p>O roteiro de 12 dias foi cuidadosamente planejado e conta com a consultoria de uma tradicional empresa de viagens corporativas, a <strong>TNT Viagens.</strong> A Missão será liderada por mim e terá suporte de uma equipe de profissionais no local. Teremos uma agenda técnica e cultural harmônica e dinâmica. Ficou interessada? Então dá uma olhada na <strong>Programação Técnica</strong>: <strong>Embaixada do Brasil na China</strong> em Pequim com rodada de Palestra sobre a relação entre Brasil e China, com números do agro e perspectivas, <strong>Academia de Ciência da China</strong> em Pequim com exposição de palestra com Agronegócio e a relação comercial entre Brasil e China, <strong>Visita a uma</strong> <strong>propriedade rural</strong> próximo a Pequim, ao <strong>Porto de Shangai, Mercado da Seda</strong>, reunião em uma <strong>trading agrícola</strong> que mantém relacionamento comercial com o Brasil, <strong>Federação das Mulheres de Negócio</strong> da China, <strong>Almoço </strong>com representantes da<strong> Associação de Mulheres dos Emirados Árabes em Dubai. </strong></p>
<p><strong>Já na Programação Cultural, </strong>está programada a visita à <strong>Grande Muralha da China, </strong>City tour em Pequim, na Cidade Proibida, city tour em <strong>Shangai</strong>, <strong>Show de acrobacias</strong>, <strong>Tour panorâmico em Dubai</strong> com visita ao arranha céu <strong>Burj Khalifa</strong>, Visita ao <strong>Souq Madinat Jumeirah</strong>, Visita ao <strong>Museu da Mulher, </strong>Passeio de <strong>Jeep nas Dunas </strong>e para finalizar a Missão<strong>, Jantar de despedida no deserto. </strong></p>
<p>Bateu curiosidade? Manda um e-mail para mim: <a href="mailto:mmabrasil@labhoro.com.br"><strong>mmabrasil@labhoro.com.br</strong></a></p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
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<tr>
<td width="99%"><a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Roteiro-China-Dubai.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1574 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><strong> <a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Roteiro-China-Dubai.pdf" target="_blank" rel="noopener">PARA BAIXAR O ROTEIRO DA VIAGEM, CLIQUE AQUI</a></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="99%"><a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/LHC-18_Ficha-de-Participante.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1574 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><strong> <a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/LHC-18_Ficha-de-Participante.pdf" target="_blank" rel="noopener">PARA BAIXAR O FICHA DE INSCRIÇÃO, CLIQUE AQUI</a></strong></td>
</tr>
</tbody>
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<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-rumo-a-china/">Missão Mulheres do Agro rumo à China</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Missão Mulheres do Agro   &#8211;   a Origem</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-a-origem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 16:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema Valorização da Profissional Mulher do Agro faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto Missão Mulheres do Agro.  Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O tema <strong>Valorização da Profissional Mulher do Agro</strong> faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto <strong>Missão Mulheres do Agro.</strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p>Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos favorecidos, e com minha formação em direito isso ficou mais evidente. Quando iniciei minha trajetória profissional na <strong>Labhoro</strong>, minha finalidade era única e exclusivamente poder financiar o melhor curso preparatório para magistratura. No entanto o <strong>Amor pelo Agro</strong> tomou proporções muito maiores e em 3 anos eu estava  completamente inserida no contexto.</p>
<p>E desde então, percebi que à medida que desenvolvia meu potencial profissional, não identificava junto às empresas parceiras a presença de colegas em cargos de decisão e comando e com os clientes de consultoria com <strong>DNA Familiar</strong>, percebi que era comum a ausência dessas profissionais e me dei conta de um fato muito pior: um vácuo profundo de sucessoras mulheres nessas empresas familiares.</p>
<p>Muitos produtores davam espaço ao filho homem ou na falta deste, inseriam o “genro” ou o “cunhado” nos negócios, não sobrando espaço para a sucessora ou até mesmo a parceira nesse processo. <strong>Confesso que isso me intrigou muito</strong> e passei a questionar sobre o motivo pelo qual aquela empresa familiar não inseria a sucessora. Muitas vezes a resposta não era a que eu queria escutar, mas outras vezes percebi que meus questionamentos surtiam efeito.</p>
<p>Como para mim era normal viajar e participar de reuniões, era natural eu representar a empresa que trabalho nas viagens no Brasil e também nos EUA para visitar parceiros comerciais e percorrer o “cinturão” de produção de grãos. Inicialmente viajei algumas vezes supervisionada pelo meu chefe, que me ensinou as particularidades de uma viagem dessas. Quais estados percorrer, rede de logística, escoamento, cultura dos produtores, e nessas viagens eu absorvia o máximo de informação e comparava o estilo das fazendas americanas com as brasileiras e também a presença atuante e destacada das produtoras nas atividades das fazendas.</p>
<p>Desse ponto, a estar pronta para viajar sozinha e levar outras mulheres mais próximas a mim foi algo muito natural. Por que a empresa que eu trabalhava, reunia nessas viagens apenas profissionais homens? Com isso foi natural organizar viagens para mulheres. Aqui para mim esse processo foi natural, com algumas dificuldades. Não vou mentir que foi fácil, pois tive que vencer muito preconceito de gestores (e até hoje é assim, infelizmente) e escutar piadas ou comentários desnecessários, mas fico muito feliz hoje ao perceber que meu projeto foi ganhando  corpo.</p>
<p>À medida que passavam os anos, a viagem consolidou tornando-se referência nacional e hoje após 8 edições do <strong>Missão Mulheres do Agro para os Estados Unidos, </strong>eu me sinto profissionalmente preparada para buscar conhecimento em outros destinos e também proporcionar isso à outras mulheres.</p>
<p>E talvez seja essa a <strong>maior colaboração que eu possa dar a esse movimento</strong> cheio de gás de valorização das mulheres que trabalham no Agro. Criar um meio através de viagens e de palestras para que outras profissionais se sintam confiantes e que busquem agregar conhecimento e trocar expertise.</p>
<p>Mesmo que esse movimento geral de <strong>Valorização da Mulher</strong>, não seja novidade para mim, sinto que alcançou amplitude nacional e que a cada dia vem sendo abordado com grande destaque pelas empresas e pela mídia. Mesmo eu já participando lá fora de eventos da valorização da Mulher do agro, fico realizada pela realização de 2 edições do <strong>Congresso  Nacional das Mulheres do Agro</strong>.</p>
<p>Pra mim não tem sensação melhor e aqui posso afirmar que me sinto realizada por ter presenciado algumas profissionais descobrirem sua vocação e potencial a partir das viagens de safra.  O mesmo aconteceu comigo! A viagem me transformou.</p>
<p>Nas próximas semanas lançaremos a <strong>9ª edição</strong> da <strong>Missão Mulheres do Agro aos Estados Unidos,</strong> mas enquanto sigo com os preparativos da  viagem à <strong>China e Dubai</strong>, que acontecerá entre os dias 22 de Junho a 03 de Julho.</p>
<p>O roteiro de 12 dias foi cuidadosamente planejado e conta com a consultoria de uma tradicional empresa de viagens corporativas, a <strong>TNT Viagens.</strong> A Missão será liderada por mim e terá suporte de uma equipe de profissionais no local. Teremos uma agenda técnica e cultural harmônica e dinâmica. Ficou interessada? Então dá uma olhada na <strong>Programação Técnica</strong>: <strong>Embaixada do Brasil na China</strong> em Pequim com rodada de Palestra sobre a relação entre Brasil e China, com números do agro e perspectivas, <strong>Academia de Ciência da China</strong> em Pequim com exposição de palestra com Agronegócio e a relação comercial entre Brasil e China, <strong>Visita a uma</strong> <strong>propriedade rural</strong> próximo a Pequim, ao <strong>Porto de Shangai, Mercado da Seda</strong>, reunião em uma <strong>trading agrícola</strong> que mantém relacionamento comercial com o Brasil, <strong>Federação das Mulheres de Negócio</strong> da China, <strong>Almoço </strong>com representantes da<strong> Associação de Mulheres dos Emirados Árabes em Dubai. </strong></p>
<p><strong>Já na Programação Cultural, </strong>está programada a visita à <strong>Grande Muralha da China, </strong>City tour em Pequim, na Cidade Proibida, city tour em <strong>Shangai</strong>, <strong>Show de acrobacias</strong>, <strong>Tour panorâmico em Dubai</strong> com visita ao arranha céu <strong>Burj Khalifa</strong>, Visita ao <strong>Souq Madinat Jumeirah</strong>, Visita ao <strong>Museu da Mulher, </strong>Passeio de <strong>Jeep nas Dunas </strong>e para finalizar a Missão<strong>, Jantar de despedida no deserto. </strong></p>
<p>Bateu curiosidade? Manda um e-mail para mim.<br />
<a href="mailto:mmabrasil@labhoro.com.br"><strong>mmabrasil@labhoro.com.br</strong></a></p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-a-origem/">Missão Mulheres do Agro   &#8211;   a Origem</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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