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	<title>Arquivos la-nina - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Preparados para um pregão intenso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 22:55:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com feriado em Chicago, devido ao Dia do Presidente, eu tive a oportunidade de acessar análises de algumas casas (que estão trabalhando) antecipando reabertura dos trabalhos para hoje à noite com preços mais firmes. Algumas casas com alta de 1 dígito e outras com até 2 dígitos. Mas vai saber né? Essas chamadas se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Mesmo com feriado em Chicago, devido ao <strong>Dia do Presidente</strong>, eu tive a oportunidade de acessar análises de algumas casas (que estão trabalhando) antecipando reabertura dos trabalhos para hoje à noite com preços mais firmes.</h4>
<p>Algumas casas com alta de 1 dígito e outras com até 2 dígitos. Mas vai saber né?</p>
<p>Essas chamadas se baseiam em chuvas zero na Argentina na <strong>sexta e sábado</strong> e chuvas insuficientes nos próximos 10 dias.</p>
<p>E no vácuo ficam as chuvas de domingo. Buenos Aires registrou ontem chuvas maiores que as previstas e com maior cobertura.</p>
<p><strong>O foco é que as chuvas foram insuficientes para reverter o quadro de perdas naquele país e que outras províncias também precisam de chuvas.</strong></p>
<p>Segundo essas casas, os fundos hoje a noite estão propensos a olhar os mapas estendidos que até agora não mostram volume importante.</p>
<p>Analisando o mapa das chuvas do serviço de Meteorologia da argentina, pode-se dizer que Buenos Aires recebeu entre 15 a 50 com pontos de até 75 mm. E além dessas chuvas de ontem, hoje já choveu mais um pouco ao leste de Buenos Aires. E para a janela de 10 dias, os mapas mostram possibilidade entre 5 a 25 mm, mas com temperaturas máximas perto de 38 graus Celsius.</p>
<p>Agora basta saber o quanto essas chuvas de ontem e as previstas para hoje compensarão as perdas da safra e em qual lado os fundos vão querer atuar daqui pra frente, pois com a aproximação do plantio de milho nos EUA cresce uma onda de preocupação sobre a perda de umidade de solo nas últimas semanas em áreas de cultivo.</p>
<p>Também voltaram ao foco, especulações sobre o fenômeno La Nina ampliar e persistir até o início do verão americano (Julho) ou até aumentar de intensidade.</p>
<p style="text-align: left;">Como essa semana acontecerá o <strong>Agricultural Outlook Forum, </strong>oficialmente o foco América do Norte entrará nos radares. Com tudo isso &#8211; Argentina e EUA – a expectativa é de volatilidade nos preços em Chicago!</p>
<p>Desejo uma boa semana e com boas oportunidades de negócios!</p>
<p>Ah, quanto às chuvas de domingo na Argentina, dá uma olhada no mapa abaixo.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-1472 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa.png" alt="" width="547" height="832" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa.png 547w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-197x300.png 197w" sizes="(max-width: 547px) 100vw, 547px" /></a></p>
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		<title>Soja em Clima de Euforia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 18:17:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E na semana vamos para a quarta sessão em Chicago, mas dessa vez com ritmo de negócios mais fraco na soja desde a madrugada. O fato de a China ter entrado hoje num período de comemorações do Ano Novo Lunar, de certa maneira tira parte do volume de negócios na Bolsa de Chicago. As festividades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E na semana vamos para a quarta sessão em Chicago, mas dessa vez com ritmo de negócios mais fraco na soja desde a madrugada.</p>
<p>O fato de a<strong> China </strong>ter entrado hoje num período de comemorações do<strong> Ano Novo Lunar, </strong>de certa maneira tira parte do volume de negócios na <strong>Bolsa de Chicago. </strong>As festividades se estendem por 1 semana.</p>
<p>Geralmente os chineses são sempre muito tradicionais e respeitam as tradições mas em alguns feriados em 2017 os chineses não estiveram completamente ausente do mercado e realizaram compras de muitos cargos de soja de origem norte americana.</p>
<p>Agora se por um lado a <strong>“ausência”</strong> da China nas atividades comerciais torna o mercado vazio, por outro lado essa janela torna-se perigosa. No caso de alguma notícia mais relevante, os fundos podem direcionar os preços para onde quiserem e com isso o mercado pode subir ou cair com fraco volume. Ou seja, grande volatilidade com fraco volume e poucos participantes.</p>
<p>Outro potencial perigo se esconde num final de semana prolongado e dessa vez nos Estados Unidos. Na próxima segunda, 19, não haverá negociação em bolsa devido ao feriado do <strong>Dia do Presidente</strong>. Os pregões de amanhã e de terça-feira podem registrar ajustes de carteira.</p>
<p><strong>Só um exemplo</strong>: para esse final de semana estão previstas chuvas importantíssimas na Argentina. Já imaginou se essas chuvas falham? O pregão da terça-feira seria extremamente volátil, possivelmente com fundos atuando na ponta compradora, ainda mais se os mapas estendidos não mostrarem mais chuvas.</p>
<p>Agora pensando <strong>no exemplo inverso</strong>: se as chuvas acontecerem numa intensidade superior à projetada pelos modelos climáticos e/ou mais chuvas consistentes aparecem nos mapas estendidos os possivelmente os fundos atuariam de forma intensa na ponta vendedora.</p>
<p>Mas aqui vale relembrar que os fundos de investimentos há poucas semanas carregavam posição líquida vendida superior a 100 mil contratos e a defendiam a qualquer custo, mas desde a semana passada iniciaram um desmonte mais intenso das posições vendidas. Duas revisões da produção da Argentina pela <strong>Bolsa de Cereales </strong>foram o estopim para baixar a conta para “apenas” 15 mil contratos vendidos na Soja.</p>
<p>Eu não tenho dúvidas que no curto prazo os Fundos ainda seguirão acompanhando as condições climáticas na América do Sul. O destaque é &#8211; e continuará a ser &#8211; a Argentina, mas eventos relevantes no Brasil, como excesso de chuvas, estradas paralisadas, fila de navios nos portos, não devem passar despercebidos.</p>
<p>Mas torno a reforçar que estamos perto de uma mudança de foco no radar dos fundos. Nos dias <strong>22 e 23 de Fevereiro</strong>, bem quando a China retornará com gás total às atividades comerciais, a nata da agricultura dos Estados Unidos estará reunida em <strong>Arlington, Virginia</strong> para o <strong>94</strong><strong> º</strong> <strong>Agricultural Outlook Forum</strong> (numa tradução livre <strong>Debate de Perspectivas da Agricultura Norte Americana</strong>) e oficialmente aí teremos a influência da nova safra norte americana nos preços da <strong>Soja, Milho e Trigo em Chicago.</strong></p>
<p>E nesse sentido, mesmo sabendo que os Estados Unidos têm um amontoado de neve pra degelar, o mapa de acompanhamento da Seca nos Estados Unidos atualizado HOJE continua mostrando que a seca amplia.</p>
<p>E esse acompanhamento semanalmente passará a ter destaque da mídia e a atenção dos investidores, ainda mais em um ano com fenômeno <strong>La Nina</strong>, que mesmo com intensidade fraca pode prolongar durante o verão nos Estados Unidos.</p>
<p>E com isso os fundos podem ter em mãos outra ferramenta para especularem como quiseram.</p>
<p>Já na semana que vem o <strong>Bureau da Austrália</strong> atualizará a leituras dos Mapas e na sequência demais institutos como <strong>o japonês, americano, canadense</strong>&#8230;</p>
<p>Só pra não deixar passar batido, que tal olhar os mapas de hoje e de quinta passada? Note que Missouri registra expansão das áreas em vermelho, consideradas como SECA EXTREMA e Indiana, que registrava normalidade, agora esta em fase inicial de SECA (representada pela cor amarela).</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1455" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg" alt="" width="870" height="497" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg 870w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia-300x171.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #5b7048;"><strong>RESUMINHO DO CONTRATO VENCIMENTO MAIO DA SOJA NA SEMANA</strong></span></p>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="49%"><strong>Segunda-feira &#8211; dia 12</strong></td>
<td width="49%"><strong> + 19 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Terça-feira &#8211; dia 13  </strong></td>
<td><strong>+ 9,75 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Quarta-feira &#8211; dia 14 </strong></td>
<td><strong>+ 5,50 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Quinta-feira – dia 15 &#8211; às 14h40 </strong></td>
<td><strong>+4,75centavos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>2017 foi o segundo ano mais quente já registrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 18:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Você sabia?]]></category>
		<category><![CDATA[atmosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados de instituto europeu indicam que o ano passado foi 1,2ºC mais quente do que antes da industrialização. Só perdeu para 2016, ano influenciado pelo El Niño Mesmo sem a influência do El Niño, o ano de 2017 foi o segundo mais quente já registrado, atrás apenas de 2016. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (4), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="chamada">Dados de instituto europeu indicam que o ano passado foi 1,2ºC mais quente do que antes da industrialização.</h3>
<h3 class="chamada">Só perdeu para 2016, ano influenciado pelo El Niño</h3>
<p>Mesmo sem a influência do El Niño, o ano de 2017 foi o segundo mais quente já registrado, atrás apenas de 2016. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (4), mostram que quase todas as partes do globo registraram temperaturas acima da média, como indicado no mapa abaixo.</p>
<p>Os números foram divulgados por um programa da União Europeia para monitorar a temperatura global chamado Copernicus. O programa usou como matéria-prima os dados produzidos pela Agência Meteorológica do Japão. É o primeiro instituto a divulgar uma análise da temperatura de 2017 – outras agências, como a Nasa e a Organização Meteorológica Internacional, também devem publicar estimativas.</p>
<p>Segundo o Copernicus, a temperatura média de 2017 foi 0,1 grau célsius menor do que a de 2016, o ano mais quente já registrado. Com isso, o ano passado se consagrou como o segundo mais quente. A estimativa é que 2017 foi 0,5ºC mais quente do que a média dos últimos 30 anos e 1,2ºC mais quente do que a média do século XVIII, antes da industrialização.</p>
<p>O resultado surpreende porque 2017 não estava mais sob o efeito do El Niño, o fenômeno climático nas águas do Oceano Pacífico que influencia a temperatura global. A expectativa era que o fenômeno La Niña, registrado em alguns meses do ano passado, reduzisse a média das temperaturas, o que não aconteceu.</p>
<p>O consenso dos cientistas que estudam o clima é que o aumento das médias de temperatura é provocado pela concentração de gases de efeito estufa na atmosfera. Esses gases, como o CO2, são emitidos pela queima de combustíveis fósseis nas indústrias, usinas e veículos e na queima de florestas naturais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2018/01/2017-foi-o-segundo-ano-mais-quente-ja-registrado.html" target="_blank" rel="noopener">Época</a></p>
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		<title>Sabe aquela Máxima: Pra que facilitar se pode complicar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 21:39:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então&#8230; Na quinta-feira as vendas de soja dos EUA foram consideradas fracas e uma agência internacional fez uma matéria sobre a preocupação das empresas americanas sobre os embarques do grão após a China ter anunciado regras fitossanitárias mais rígidas. Só que essa mudança já tinha sido anunciada em 2017 e amplamente divulgada nos EUA, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Então&#8230;</p>
<p>Na quinta-feira as vendas de soja dos EUA foram consideradas fracas e uma agência internacional fez uma matéria sobre a preocupação das empresas americanas sobre os embarques do grão após a China ter anunciado regras fitossanitárias mais rígidas. Só que essa mudança já tinha sido anunciada em 2017 e amplamente divulgada nos EUA, no Brasil e Argentina. Inclusive mudanças nas regras de qualidade já haviam sido impostas pela China para os embarques de canola do Canadá e foram revistas na sequência.</p>
<p>Só para ilustrar o quanto os fundos de investimento estão vendidos, na semana passada mesmo com mapas climáticas da América do Sul mostrando condições no estilo “sol de rachar” e sem chuvas para a província de Buenos Aires, eles circularam noticias de chuvas e também  super valorizaram as fracas vendas semanais e o aumento discreto da projeção de safra de soja para o Brasil divulgado por uma consultoria americana.</p>
<p>Agora imagina hoje, segunda-feira, o belo pretexto que os fundos tiveram durante o dia com outras consultorias projetando a safra de soja do Brasil  entre 115 a 116 milhões de toneladas e mapas do modelo europeu de fato mostrando chuvas importantes para a Argentina nos próximos dias.</p>
<p>Fora isso algumas casas de meteorologia estão duvidando do aumento de intensidade da La Nina embora projetando uma vida um pouco mais longa que a inicial. Agora alguns modelos projetam que a La Nina fraca iria até o verão nos EUA. (((Gente, eu não to conseguindo me segurar e como os fundos nem sabem que eu existo, vou dizer: <strong>O gato vai subir no telhado!!!!)))</strong></p>
<p>Para hoje os fundos seguiram na mesma linha. Obviamente que ignoraram a inspeção da soja bem acima do projetado &#8211;  ou seja demanda firme  ( 47,9 milhões de bushels versus expectativa entre 33 a 38) e anúncio de vendas extras de 198.600 mil toneladas de soja &#8211; ou seja, mais demanda.</p>
<p><strong>Saldo do dia</strong>:</p>
<p><strong>Parte 1</strong>:Fundos foram pra casa felizes da vida e com os bolsos repletos de dólar ( numa era de cripto moedas evito falar em outras moedas. Prefiro o bom e velho dólar)</p>
<p><strong>Parte 2</strong>: O contrato de soja Maio fechou próximo às mínimas cotado a <strong>US$ 9,7025 bushel</strong> com 8, 5 centavos de baixa.</p>
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		<title>Mercado da Soja versus Fundos de Investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 17:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes. Sabe aquela expressão que os antigos usavam “Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes.</p>
<p>Sabe aquela expressão que os antigos usavam <em>“Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio umbigo”?</em></p>
<p>Então, nesse caso o “fulaninho” pode ser substituído pelos fundos de investimentos.</p>
<p>Claro que a gente sabe que eles não são nem um pouco burros, pelo contrário, trabalham com equipes de inteligência, informantes confiáveis, tecnologia de ponta com os melhores programas disponíveis, afinal movimentam isoladamente milhões de dólares num mero disparo de ordem de robô e não se prendem a pequenos prejuízos: têm sangue frio e realizam posição negativa facilmente quando redefinem suas estratégias, mas quando os fundos estão bem posicionados, eles geralmente atuam coletivamente e “defendem” suas posições.</p>
<p>Nem sempre o retrato dos preços da Soja ou de qualquer outro produto em Bolsa, sejam commodities, ações, refletem a realidade nua e crua. Algumas vezes  essa realidade pode estar numa versão mais mascarada ou romantizada.</p>
<p>Tenho escutado de alguns que se os fundos estivessem comprados essa semana teria permitido um movimento bem maior de alta e não apenas os meros 9 centavinhos.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem o frio descomunal nos Estados Unidos e Canadá incentivaram compras extras de farelo de soja;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem um plantio de soja na Argentina em 87% e com avanço semanal de apenas 9 p.p. e com performance inferior a de 2017;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem as altas temperaturas na Argentina combinadas com chuvas fracas para Santa Fé e Córdoba e praticamente ausentes em Buenos Aires;</p>
<p><strong><span style="color: #496632;">●</span> </strong>Nem mapas climáticos divergentes de informações para o período curto e estendido motivaram compras bombásticas.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem parece que estamos no famoso Mercado Climático.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Especulações sobre a Intensidade do fenômeno La Niña&#8230;</p>
<p>Pois é, e o mercado preferiu processar os seguintes pontos:</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Fraca Demanda mundial pelo grão nos EUA com vendas semanais abaixo das expectativas dos analistas;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Melhora da Competitividade do vendedor brasileiro no mercado internacional;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Chuvas em Buenos Aires na última quinta-feira, dia 04;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> E Previsões da Sexta que a Argentina receberia chuvas de até 45 mm de acordo com um dos modelos climáticos e hoje, segundo os modelos climáticos mais em linha com previsões de chuvas para os próximos dias na Argentina.</p>
<p>Não dá certo medinho ou agonia, perceber que na primeira quinzena de Janeiro com o calor que está fazendo lá, área ainda a ser semeada e chuvas escassas que os fundos sejam tão arrojados e  mantenham o viés de venda <em>?</em></p>
<p>Essa semana CONAB atualizará o levantamento mensal e o USDA divulgará o Supply Demand norte americano e mundial. Não que os números da CONAB não sejam importantes, pelo contrário, mas o reporte do órgão americano poderá ser direcionador de tendência no caso da uma revisão da safra de Soja e Milho da Argentina.</p>
<p>Seria isso que faria os fundos de Investimentos  mudarem de estratégia ou então reduzir o grau de exposição na Bolsa<em>?</em></p>
<p>A todos nós uma excelente semana e com ótimas oportunidades de Negócios!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>O que esperar do mercado nos próximos dias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 09:13:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos há 2 pregões do feriado de Natal e há 6 do feriado de Ano Novo, um período que o volume de negócios na Bolsa em Chicago diminui. Mas CUIDADO, essa queda de volume na bolsa não necessariamente significa mercado estável ou com pouca oscilação. Se provocado, um mercado assim pode ser perigoso: Com pouco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos há 2 pregões do feriado de Natal e há 6 do feriado de Ano Novo, um período que o volume de negócios na Bolsa em Chicago diminui.</p>
<p>Mas <strong>CUIDADO</strong>, essa queda de volume na bolsa não necessariamente significa mercado estável ou com pouca oscilação. Se provocado, um mercado assim pode ser perigoso: Com pouco volume e participantes (players) o resultado pode ser nervoso e render grandes alegrias ou estragos.</p>
<p><strong>Os preços podem subir ou cair violentamente impulsionados justamente pela falta de liquidez. Sobe ou cai no vazio.</strong></p>
<p>Mas no mercado agrícola, o que poderia fazer isso acontecer nessa janela de até 7 pregões, num  momento de negócios mais restritos ?</p>
<p>Primeiramente <strong>Ajustes finais nas Carteiras de Fundos de Investimento</strong>. Período mais que propício para vários fundos reacomodarem suas carteiras e mostrarem bons resultados no exercício do ano. Alguns inclusive podem antecipar rolagens de posições se isso ajudar a embelezar a conta! Agora não esqueça que no geral os mesmos fundos que negociam commodities agrícolas também investem em mercado acionário e como o ano de 2017 ainda não acabou tenha cautela. Temos casas e analistas ainda projetando novos recordes nos mercados financeiros!</p>
<p>Outro quesito importante é o <strong>Clima na América do Sul</strong>. Previsões de chuvas e temperaturas  no curto prazo e no período estendido e especulações sobre a intensidade da La Nina e seus efeitos para as safras sul-americanas podem render boas oportunidades. Sem teoria da conspiração, mas alguns podem inclusive querer ampliar o efeito <strong>La Nina</strong> para o período de pré-plantio da próxima safra americana, no caso de alta.  Também não deixe de considerar que uma reavaliação minimizando o fenômeno climático também pode ser usada do lado baixista. Então se prepare, pois são muitas as ferramentas que os fundos dispõem somente nesse quesito. Hoje mesmo já li no <strong>Comentário do clima sul-americano</strong> que a <strong>Labhoro </strong>atualiza e envia diariamente que os modelos climáticos Americano, Europeu e Canadense estão divergindo sobre o acumulado de chuvas para os próximos dias na Argentina. Apenas o modelo Americano coloca chuvas pros nossos hermanos.</p>
<p>Outro fundamento importante que é <strong>Demanda Mundial</strong> pode ser usado pelos fundos. Até agora as vendas extras divulgadas pelo USDA não estão animando os investidores. A interpretação é que o volume de vendas da próxima safra dos EUA está consideravelmente abaixo da do mesmo período em 2016. Então essa falta de compras volumosas por parte da China deixa o mercado meio perdido. Do lado oposto, uma grande venda poderia mudar o entendimento dos fundos. Indo adiante nesse mesmo quesito <strong>demanda</strong>, anúncios de cancelamentos de compras seriam catastróficos e seriam usados para novas vendas na bolsa.</p>
<p>Obviamente que há uma série de outros motivos e fundamentos (técnicos e fundamentais) para a entrada ou saída brusca de posições, mas creio ter relacionado algumas das mais relevantes.</p>
<p>Mas os temas <strong>Inverno Rigoroso nos Estados Unidos</strong>, <strong>Tensão políticas entre EUA e Coréia do Norte</strong>, <strong>Reforma Tributária nos Estados Unidos</strong> são mais alguns exemplos.</p>
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		<title>Final de Semana com chuvas na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 15:29:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos de nós fomos bombardeados por vídeos das chuvas fortes e tornados na Argentina e Rio Grande do Sul no decorrer do fim de semana. Se você não foi, é exceção. Vários alertas meteorológicos foram emitidos na Argentina e é fato que os fortes ventos e chuvas intensas amedrontaram a população dos pais vizinho. Houve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos de nós fomos bombardeados por vídeos das chuvas fortes e tornados na Argentina e Rio Grande do Sul no decorrer do fim de semana. Se você não foi, é exceção.</p>
<p>Vários alertas meteorológicos foram emitidos na Argentina e é fato que os fortes ventos e chuvas intensas amedrontaram a população dos pais vizinho. Houve destelhamento de casas, silos, áreas alagadas, enfim, muitos prejuízos que se estenderam na seqüência ao Rio Grande do Sul.</p>
<p>Isso nos deixa triste pela situação de muitas famílias que pouco ou nada tem e por eles nossas melhores orações.</p>
<p>Mas essa mesma chuva que colocou abaixo propriedades e que trouxe prejuízo, trouxe alento a muitos produtores de soja e milho que vinham nas últimas semanas preocupados pela baixa umidade do solo e pelas altas temperaturas.</p>
<p>Essas chuvas de sábado e domingo, ocorreram num momento importantíssimo e crucial para determinar a área das safras de soja e milho na América do Sul. Essas chuvas não somente interrompem o processo de perdas da soja de primeira, como permitem a finalização dos trabalhos de plantio da soja de segunda. Os trabalhos de plantio há semanas patinavam e hoje temos reportes que muitos desses produtores estão nos campos correndo atrás do tempo perdido.</p>
<p>A <strong>Bolsa de Cereales</strong> trabalha com uma projeção de área de 18.100 Milhões de Hectares e na última quarta feira, dia 13 o órgão reportou que 63,5% da área estava semeada, ou seja, os hermanos ainda tem muito trabalho em campo pela frente. São pelo menos 6 milhões de hectares que precisam ser plantados!</p>
<p>Agora a pergunta que não quer calar:</p>
<p>Por que mesmo com essas chuvas os preços da soja na Bolsa de Chicago não despencaram já de madrugada?</p>
<p>A resposta detalhada vai num outro post, mas de maneira simplificada, alguns analistas estão antecipando chuvas abaixo do normal para a Argentina nos próximos 8 a 10 dias e outros falando sobre possíveis preocupações dos efeitos de um La Nina que continua no radar dos fundos.</p>
<p>Vamos ver de qual lado os fundos apostarão hoje. O mais “racional” seria o mercado devolver parte dos ganhos com a especulação da seca na Argentina mas como nosso mercado não é racional, vamos ver o que acontece.</p>
<p>Como complemento o USDA divulgou vendas extras de Soja de origem norte americana para a China num volume interessante: 396,000 Mil Toneladas.</p>
<p>Ainda sobre demanda, vamos ver como serão as inspeções de grãos dos EUA que serão divulgadas pelo USDA as 14 horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Sexta-feira</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1074 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sexta-1.jpg" alt="" width="279" height="426" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sexta-1.jpg 279w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sexta-1-196x300.jpg 196w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
<p style="text-align: center;">_________________</p>
<p style="text-align: center;">Sábado<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1075 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sabado.jpg" alt="" width="279" height="426" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sabado.jpg 279w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/sabado-196x300.jpg 196w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
<p style="text-align: center;">_________________</p>
<p style="text-align: center;">Domingo<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1076" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/domingo.jpg" alt="" width="279" height="432" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/domingo.jpg 364w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/12/domingo-194x300.jpg 194w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
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		<title>La Niña</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 18:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês. A expectativa é que o fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração (entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/la-nina/">La Niña</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês.</p>
<p>A expectativa é que o <strong>fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração </strong>(entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  Essa expectativa está em linha com a do NOAA.</p>
<p>Os 8 principais modelos meteorológicos, incluindo Austrália, EUA, Canadá, Europa e Japão também preveem a incidência de La Niña a partir de dezembro. Considerando o Histórico do La Niña e se as previsões se confirmarem com curta duração e fraca intensidade, o fenômeno não deverá ter tanta influência no clima Sul-americano e repercussão séria nas safras.</p>
<p>Lembrando que com La Niña o clima fica mais seco na Argentina e no Sul do Brasil, e as chuvas são acima da média para o MATOPIBA.</p>
<p><strong> </strong>A agência australiana informou que geralmente é em dezembro que é possível ter uma leitura melhor e mais assertiva sobre o La Niña.</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/la-nina/">La Niña</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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