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	<title>Arquivos investimentos - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Mercado da soja surpreende no apagar das luzes de 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 17:29:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras</h2>
<p><strong>por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural</strong></p>
<p>Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do ano os preços da oleaginosa na bolsa de Chicago se aproximariam dos US$ 13,00 observados pela última vez em 2014.</p>
<p>Fundos de investimentos mundialmente comprados que já vinham há meses apostando em estoques norte-americanos apertados, deixaram o mercado mais vulnerável a variações por questões fundamentais vindas da América do Sul. A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras.</p>
<p>Os últimos pregões do ano vêm registrando uma variação considerável de preços, refletindo o nervosismo dos participantes que atuam na bolsa. Diversas casas de investimentos vêm realizando lucros nos últimos dias e esses movimentos são especialmente mais intensos nessa época do ano, afinal estamos no apagar das luzes do segundo semestre. *</p>
<p>Voltando ao cenário macro, no curto prazo uma mudança no padrão climático no Brasil, Argentina e o restabelecimento das atividades portuárias na Argentina são fatores de arrefecimento para as cotações e que precisam ser acompanhados mais atentamente. Estes são dois importantes direcionadores de preços para a oleaginosa. Os olhos do mercado estão atentos ao que se passa aqui.</p>
<p>Não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. Qualquer adversidade será processada, sentida, especulada. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid, enfim…</p>
<p>No médio prazo o radar dos fundos continuará concentrado no clima da América do Sul e no percentual de comercialização e ritmo de embarque brasileiro sem deixar de monitorar a demanda chinesa. Nesse ponto, vale destacar que o presidente eleito nos Estados Unidos tomará posse em 20 de janeiro e quase um mês depois o mercado agro já estará focado nos trabalhos da 97ª edição do Agricultural Outlook Fórum, promovido pelo USDA. Nos trabalhos do tradicional evento se projeta área de plantio da próxima temporada norte americana. Com essa prévia o mercado já está começar a contextualizar mais sobre a próxima safra norte-americana novamente e neste momento de mercado com um cenário de estoques apertados nos Estados Unidos podemos presenciar esta transição de mercado antes do usual.</p>
<p>Certamente alguns questionamentos serão sobre a intenção de plantio após um ano de vendas aceleradas e estoques baixos e sobre a viabilidade de resgate ou aporte em áreas de conservação. A chave para tais perguntas encontrará respostas na definição das safras na América do Sul e no ritmo da demanda asiática. Vale prestar atenção no tom diplomático dos primeiros 90 dias de governo democrata de Biden. E tudo isso acontecerá na exata medida que as safras brasileira e argentina ainda estiverem sendo colhidas, processadas e embarcadas.</p>
<p>Por agora vamos focar no curto prazo:</p>
<p>Irregularidades climáticas para a Argentina estão mantidas para os próximos 10 dias. Embora os modelos climáticos estejam divergindo, nas últimas 24 horas o modelo norte-americano intensificou e ampliou as chuvas para Brasil e Paraguai, mas para Argentina e Uruguai os mapas continuam mostrando chuvas deficitárias para as áreas de produção.</p>
<p>Sobre a greve portuária da Argentina que em 20 dias de paralização refletiu em um atraso de aproximadamente 170 navios ao largo esperando para serem carregados, um acordo entre indústrias e sindicatos foi anunciado pela mídia e as atividades devem ser retomadas. Vamos monitorar.</p>
<p>Aproveito para desejar a todos vocês que leem minha coluna aqui no Canal Rural um final de ano de muita reflexão e que levemos para 2021 apenas uma versão melhorada de nós mesmos e que seja justamente ela que nos permita edificar os projetos que tanto queremos.</p>
<p>Que 2021 seja para cada um de nós um ano de sucesso, conquistas, aprendizados, fartura e de bons negócios.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><em>* Muitos destes fundos de investimento participam de múltiplos mercados ao mesmo tempo e é como se não tivessem qualquer selo, como se não tivesse identidade, DNA. Eles não são do agro, mas estão conectados ao agro pelo interesse em lucros. Não são produtores, indústria, tradings, cooperativas, cerealistas, revendas, instituições que fomentam o agro ou seguradoras que buscam proteção de suas posições – hedge. Eles buscam meramente fazer dinheiro; em contrapartida oferecem liquidez e nesta ciranda, sem dó, nem piedade promovem quando bem entendem e querem ajustes em carteiras e embora eu tenha pontuado no texto que os movimentos de lucro são ser normais, isso não significa que algumas vezes não sejam bruscos e que assustem seus participantes.</em></p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/30/soja-2020/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Canal Rural &#8211; Agroinspiradoras</a></p>
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		<title>Um dia após o Natal &#8211; Boxing Day</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 22:37:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como acontece nos Estados Unidos quando após o feriado de Thanksgiving Day ocorrem a Black Friday e Ciber Monday, no Reino Unido e países de colonização inglesa, um dia após o Natal acontece o Boxing Day. E nesse dia a performance do comércio e o fluxo financeiro transacionado balizam o ritmo da economia de ambos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como acontece nos Estados Unidos quando após o feriado de <strong>Thanksgiving</strong> <strong>Day </strong>ocorrem a <strong>Black Friday </strong>e <strong>Ciber Monday</strong>, no Reino Unido e países de colonização inglesa, um dia após o Natal acontece o <strong>Boxing Day</strong>.</p>
<p>E nesse dia a performance do comércio e o fluxo financeiro transacionado balizam o ritmo da economia de ambos os países.</p>
<p>Mas para entender a importância e o porquê de o termo <strong>Boxing Day</strong> estar rendendo hoje tantas matérias nos programas econômicos de canais internacionais, vamos primeiro saber o que ele significa.</p>
<p>Assim como o Thanksgiving, não se pode afirmar como exatidão a origem da tradição. Para essa data existem duas teorias.</p>
<p style="padding-left: 120px;">A primeira remete ao Século X quando um duque após o Natal teria percorrido sua propriedade, encontrado um indigente e lhe oferecido pão e vinho. Isso teria motivado a Igreja Anglicana a durante o advento pedir dinheiro em caixas (box). Após o Natal as caixas eram abertas e as doações repartidas entre os mais necessitados.</p>
<p style="padding-left: 120px;">Uma segunda linha faz menção a um período da história inglesa em que as famílias ricas entregavam em uma caixa, presente para seus serviçais. Nas duas teorias existe a figura da caixa e na língua inglesa caixa é box. Logo a analogia com o <strong>Boxing Day</strong>.</p>
<p>Voltando aos dias atuais, o feriado foi incorporado no Reino Unido e em alguns países de colonização inglesa. Nesse dia, assim como na Black Friday, o comércio vai a loucura com os descontos promovidos pelo comércio. Aqui conhecendo um pouco sobre a tradição arrisco dizer que muitas pessoas deixam para comprar muitos presentes que precisam.</p>
<p>E aqui você pode estar se perguntando: “qual a razão desse texto?”</p>
<p>Posso te responder que dado o <strong>viés capitalista </strong>dessa data, o <strong>mercado financeiro</strong> acompanha o ritmo das compras para dosar a força da <strong>economia</strong> na Inglaterra. Esse ano os olhos do mercado estão mais observadores com a aproximação da saída do Reino Unido da <strong>Zona do Euro</strong>, prevista para fim de janeiro. Com o <strong>BREXIT </strong>estima-se um novo desequilíbrio econômico no bloco europeu e com efeitos secundários mundo afora. Adicione a isso efeitos da <strong>Guerra Comercial</strong>, logo fica claro entender o interesse pela performance das vendas de hoje.</p>
<p>E baseado nelas é que investidores no mundo inteiro devem determinar se migrarão ou aportarão c<strong>apital de investimento ou especulativo</strong> no Reino Unido. E<strong> essas decisões também influenciam no fluxo de investimentos diretos/indiretos ou de especulação no Brasil.</strong> Os investidores atuam globalmente e arbitram posições. Logo uma decisão de migrar capital alocado no Reino Unido pode beneficiar o Brasil.</p>
<p>Na contramão do desempenho altista e positivo desse ano nos Estados Unidos quando as vendas da Black Friday e da Ciber Monday superam as melhores expectativas, a performance no Reino Unido mesmo com todas as filas reportadas nos noticiários, não parece ser positiva. Os números finais serão conhecidos daqui alguns dias, mas a expectativa do setor para a data não agrada economistas.</p>
<p>Uma projeção inicial é que consumidores gastariam 262 milhões de dólares a menos que em 2018, com um volume total estimado em <strong>4.8 bilhões de dólares,</strong> representando média per capita de 242 dólares. A pesquisa realizada às vésperas do Natal reportou que 68% dos homens e 56% das mulheres consultadas consumiriam menos. A cada 10 pessoas consultadas, 6 confirmaram a tendência.</p>
<p><strong>Num momento de Brasil com Selic a 4,5% ao ano e passando por uma saudável fase de saída de capital mega especulativo, vamos esperar pelos dados torcendo que em caso de má performance do Reino Unido, o Brasil atraia investidores.</strong></p>
<p>E para finalizar, com um viés cultural, no Boxing Day, assim como nos Estados Unidos, quando a maior parte das famílias finaliza o dia de Ação de Graças em casa, comendo o que restou do peru e da torta de abóbora e assistindo um jogo de baseball, os ingleses tradicionalmente se reúnem para tomar cerveja, comer fish and chips e assistir os jogos de futebol dos times do país. Ao contrário do que acontece na maioria dos países, lá a bola não para nem para o Natal.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Dólar a Galope</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 23:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada dia o dólar vem testando novas altas. Saímos de 3,40 há 30  dias atrás e chegamos hoje à marca de quase R$ 3,80. Na manhã dessa sexta feira, próximo as 10h10 a moeda americana cotou máximas de R$ 3,7775. Há 15 dias atrás, uma comentarista econômica que eu respeito, não pelo fato de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia o <strong>dólar</strong> vem testando <strong>novas altas</strong>.<br />
Saímos de 3,40 há 30  dias atrás e chegamos hoje à marca de quase R$ 3,80.<br />
Na manhã dessa sexta feira, próximo as 10h10 a moeda americana cotou máximas de <strong>R$ 3,7775</strong>.</p>
<p>Há 15 dias atrás, uma comentarista econômica que eu respeito, não pelo fato de ser Mulher, mas pelo fato de ser coerente, deu sua impressão num programa jornalístico matutino de grande audiência. Eu aqui não citarei nomes, mas todos nós sabemos qual o nome da jornalista e da emissora de TV ( canal aberto).</p>
<p>Naquela manhã eu estava sonolenta ainda, mas algo me chamou a atenção na sua fala.<br />
Falou sobre o contexto externo, sobre cobertura de importadores e a demora de exportadores em travar câmbio, falou da cesta de moedas de  países emergentes e também falou  que a moeda em alta estava muito atrelada ao cenário externo.</p>
<p>Esse discurso era pra um perfil de telespectador antenado com o mercado financeiro. Um perfil de Investidor profissional que conta com uma assessoria de consultor, seja banco, seja <strong>Agente Autônomo de investimentos</strong>, Ok&#8230;.</p>
<p>Mas na sequência quando até meio que de improviso foi feita uma pergunta mais direcionada a gastos com viagem no exterior, a economista foi direta: Comprar nos recuos para se proteger.</p>
<p>Afinal momentos de <strong>VOLATILIDADE com turbulência doméstica</strong>, leia-se cenário político, ainda não estavam sendo processados. Seriam processados ao longo do ano&#8230;</p>
<p>Esse foi <strong>um sinal direto e objetivo</strong> não somente aos ouvidos dos telespectadores que estavam pensando na dor de cabeça ao ter adquiro o pacote internacional pra assistir os jogos da COPA do mundo, ou pra quem garantiu o pacote de férias com os filhos em Orlando, NY, México ou Europa. Essa parte da reportagem caiu na veia dos ouvidos de investidores menores. Para eles, soou como uma sinalização de <strong>oportunidade de compra</strong>. Afinal se uma economista estava falando em volatilidade recomendando não gastar no cartão de crédito e sugerindo comprar papel moeda nos recuos, era sinal que o dólar subiria até o final do ano.</p>
<p><strong>Certamente ela acertou. </strong></p>
<p>Sorte? Não!!!!! <strong>Competência.</strong> Embora operar moedas seja <strong>Risco e Risco é difícil de controlar</strong>, ela estava bem informada, antenada e acertou&#8230; Daquele dia até hoje ( janela de 15 dias) o dólar saiu de R$ 3,52 para máxima de R$ 3,7775, ou seja, <strong>subiu quase 26 centavos</strong>.</p>
<p>Bom, mas agora continuando&#8230;<br />
Ontem à noite eu estava assistindo um jornal, tarde da noite, também meio sonolenta e escutei um outro economista no mesmo canal de televisão aberto, explicar que a alta da moeda se justificava por questões externa. Fortalecimento do dólar frente a moedas internacionais e a alta do petróleo no mercado interno. Aí nessa análise, o contexto doméstico começa a ser processado. O aumento do petróleo está automaticamente associado à alta da gasolina e diesel e a uma alta geral de preços geral no Brasil e consequentemente a retomada da temida <strong>Inflação</strong>&#8230;.</p>
<p>Mas novamente nesse contexto, segundo o jornalista, o cenário político ficou de fora. Daí me pergunto: Se o cenário político ainda não está no contexto e os investidores estão alimentando uma carteira compradora, qual seria então o espaço de alta para o dólar?</p>
<p>Dentro dessa <strong>linha, </strong>quais os candidatos que são tidos hoje como aceitáveis e seguros para o mercado?</p>
<p>Novas denúncias na Lava Jato mudariam o rumo das candidaturas futuras?</p>
<p>Saída de Ministros influenciariam o mercado cambial?</p>
<p>Como o mercado financeiro faz a leitura de nomes novos e desconhecidos&#8230; Ufa, cansei.</p>
<p>Só por ai dá pra ver que o dólar ainda teria espaço para <strong>especulações e VOLATILIDADE</strong>.</p>
<p>Ainda mais agora que o <strong>Banco Central</strong> parece ter desistido de arrefecer a alta lançando mãos de leilões de Swap cambial.</p>
<p>Nas próximas semanas teremos uma maior percepção do nosso cenário doméstico e isso se somará aos já conhecidos estresses do mercado mundial. <strong>Guerra comercial e debates entre China e Estados Unidos, estresse nuclear entre Estados Unidos e Coréia do Norte, </strong>com o recuo da Coréia,<strong> estresse entre EUA, Israel e Palestina, trajetória altista de juros em países emergentes como México, Argentina, Brasil, e ajustes de carteiras de investidores </strong>mundo afora, enfim&#8230;</p>
<p>Vamos torcer que em meio a tudo isso fiquemos bem e que o Brasil consiga buscar espaço para atrair investidores e mostrar solidez no processo democrático e eleitoral !</p>
<p><strong>Desejo um final de semana reparador e tranquilo a todos nós. </strong></p>
<p>Segunda nos falamos novamente, tomara que com uma mercado cambial mais calmo.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr style="height: 1px; border: none; color: #c7c7c7; background-color: #c7c7c7; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" />
<p>*  Os comentários divulgados nesse Blog em hipótese alguma se enquadram com recomendação ou indicação de negociação em qualquer tipo de Mercado.</p>
<p><em>*  Atuar com mercados de Futuros envolve Riscos. </em></p>
<p><em>* Para negociar em Bolsa procure a orientação de um Consultor Financeiro/Agente Autônomo de Investimentos.</em></p>
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		<title>Aberta a Temporada dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 17:40:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de uma semaninha curta com feriado nos Estados Unidos e muita especulação sobre a falta de chuvas na Argentina, foram os números divulgados no 94º Agricultural Outlook Forum que determinaram o ritmo dos trabalhos na última quinta e sexta. Oficialmente, a partir do Forum, a temporada norte-americana entra na pauta de acompanhamentos das casas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semaninha curta com feriado nos Estados Unidos e muita especulação sobre a falta de chuvas na Argentina, foram os números divulgados no <strong>94</strong>º <strong>Agricultural Outlook Forum </strong>que determinaram o ritmo dos trabalhos na última quinta e sexta.</p>
<p>Oficialmente, a partir do Forum, a temporada norte-americana entra na pauta de acompanhamentos das casas de <strong>Consultorias nos EUA</strong> e balizam a atuação dos fundos de investimentos.</p>
<p>Durante esses 2 dias, o mercado se familiarizou com a idéia inicial do USDA usará para plantio da próxima temporada. Digo “inicial”, pois os números oficiais serão conhecidos somente adiante, no final de Março, quando o USDA reportará a <strong>Intenção de Plantio – Prospective Plantings  </strong>e lá em junho reconfirmará através de um relatório de<strong> Acreagem.</strong></p>
<p>E de agora até 29 de Março, a projeção de área de 90 milhões de acres para soja e para Milho, estarão vulneráveis á varias situações como:</p>
<blockquote><p><strong>• Estratégias comerciais de revendas de insumos</strong></p>
<p><strong>• Condições Climáticas </strong></p>
<p><strong>• Condição Hídrica do Solo </strong></p>
<p><strong>• Evolução dos preços em Chicago</strong></p>
<p><strong>• E paridade de preço Soja Milho que hoje é de US$ 2,58.</strong></p></blockquote>
<p>Certamente que o produtor norte americano está, mais do que já esteve, familiarizado sobre as safras do Brasil e Argentina (áreas de produção, tamanho de propriedade, estilo de venda &#8211; e para isso as redes sociais ajudam muito), mas é chegada a janela dele se concentrar e focar em sua safra, em seus interesses. E lá, os produtores mantêm um hábito de se associarem às regionais de grandes casas de consultoria que são formadoras de opinião.</p>
<p>E essas casas abriram com estilo o debate sobre a próxima temporada com especulações sobre La Nina e condições de solo mais secas.</p>
<p>Paralelamente o mercado de soja além de continuar muito atento ao desfecho da safra na Argentina, que rende altas discussões sobre sua real produção, passará a monitorar com maior “carinho” o pré-plantio no meio oeste dos Estados Unidos.</p>
<p>Daqui pra frente, a atualização dos mapas do <strong>NOAA &#8211; previsão de 6 a 10 dias</strong> para as chuvas e temperaturas e o mapa <strong>DROUGHT MONITOR</strong> que atualiza as quintas feiras, serão fatores de acompanhamento obrigatório e com possibilidade de render especulações.</p>
<p>Já em fase de finalização de um inverno rigoroso é provável que o índice de umidade deficitário, melhore à medida que o degelo ocorrer. O inverno finaliza dia 19 de março, mas os trabalhos de plantio na <strong>região sul dos estados que estão mais próximos ao golfo do México</strong> estão prestes a iniciar. Só não iniciaram devido às fortes chuvas dos últimos dias, chuvas essas que provocaram alagamentos em vários estados mais na região leste e centro do país. <strong>Vide link abaixo da matéria.</strong></p>
<p>Mas enquanto não iniciam, a curiosidade ainda recai sobre a <strong>Argentina</strong>. E nesse ponto alguns consideram que essa quebra possa estar saturada. E isso eu tenho presenciado alguns analistas defenderem. Mas daí eu me questiono&#8230; Após terem os fundos de investimentos defendido posições vendidas, apostando em safra normal na América do Sul e daí terem se deparado com o agravamento da seca na Argentina e enchido os bolsos de compras, eles deixariam passar batida essa chance de novas altas?</p>
<p>Só para ilustrar, os fundos migraram de mais de 100 mil contrato vendidos para 75 mil contratos comprados num curto espaço de tempo e certamente alguns realizaram prejuízo. Será que não defenderiam nesse momento suas posições compradas da mesma maneira que defenderam as posições vendidas anteriormente ?</p>
<p>Sobre a quebra de safra na Argentina, a <strong>Bolsa de Comércio de Rosário</strong> e a <strong>Bolsa de Cereales</strong> revisaram a produção para <strong>46.5 e 47 mi tons respectivamente</strong>.</p>
<p><strong>Link da matéria: <a href="https://www.usatoday.com/videos/news/nation/2018/02/26/ohio-river-21-year-high-after-flooding/110872084/">https://www.usatoday.com/videos/news/nation/2018/02/26/ohio-river-21-year-high-after-flooding/110872084/</a></strong></p>
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		<title>Soja em Clima de Euforia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 18:17:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E na semana vamos para a quarta sessão em Chicago, mas dessa vez com ritmo de negócios mais fraco na soja desde a madrugada. O fato de a China ter entrado hoje num período de comemorações do Ano Novo Lunar, de certa maneira tira parte do volume de negócios na Bolsa de Chicago. As festividades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E na semana vamos para a quarta sessão em Chicago, mas dessa vez com ritmo de negócios mais fraco na soja desde a madrugada.</p>
<p>O fato de a<strong> China </strong>ter entrado hoje num período de comemorações do<strong> Ano Novo Lunar, </strong>de certa maneira tira parte do volume de negócios na <strong>Bolsa de Chicago. </strong>As festividades se estendem por 1 semana.</p>
<p>Geralmente os chineses são sempre muito tradicionais e respeitam as tradições mas em alguns feriados em 2017 os chineses não estiveram completamente ausente do mercado e realizaram compras de muitos cargos de soja de origem norte americana.</p>
<p>Agora se por um lado a <strong>“ausência”</strong> da China nas atividades comerciais torna o mercado vazio, por outro lado essa janela torna-se perigosa. No caso de alguma notícia mais relevante, os fundos podem direcionar os preços para onde quiserem e com isso o mercado pode subir ou cair com fraco volume. Ou seja, grande volatilidade com fraco volume e poucos participantes.</p>
<p>Outro potencial perigo se esconde num final de semana prolongado e dessa vez nos Estados Unidos. Na próxima segunda, 19, não haverá negociação em bolsa devido ao feriado do <strong>Dia do Presidente</strong>. Os pregões de amanhã e de terça-feira podem registrar ajustes de carteira.</p>
<p><strong>Só um exemplo</strong>: para esse final de semana estão previstas chuvas importantíssimas na Argentina. Já imaginou se essas chuvas falham? O pregão da terça-feira seria extremamente volátil, possivelmente com fundos atuando na ponta compradora, ainda mais se os mapas estendidos não mostrarem mais chuvas.</p>
<p>Agora pensando <strong>no exemplo inverso</strong>: se as chuvas acontecerem numa intensidade superior à projetada pelos modelos climáticos e/ou mais chuvas consistentes aparecem nos mapas estendidos os possivelmente os fundos atuariam de forma intensa na ponta vendedora.</p>
<p>Mas aqui vale relembrar que os fundos de investimentos há poucas semanas carregavam posição líquida vendida superior a 100 mil contratos e a defendiam a qualquer custo, mas desde a semana passada iniciaram um desmonte mais intenso das posições vendidas. Duas revisões da produção da Argentina pela <strong>Bolsa de Cereales </strong>foram o estopim para baixar a conta para “apenas” 15 mil contratos vendidos na Soja.</p>
<p>Eu não tenho dúvidas que no curto prazo os Fundos ainda seguirão acompanhando as condições climáticas na América do Sul. O destaque é &#8211; e continuará a ser &#8211; a Argentina, mas eventos relevantes no Brasil, como excesso de chuvas, estradas paralisadas, fila de navios nos portos, não devem passar despercebidos.</p>
<p>Mas torno a reforçar que estamos perto de uma mudança de foco no radar dos fundos. Nos dias <strong>22 e 23 de Fevereiro</strong>, bem quando a China retornará com gás total às atividades comerciais, a nata da agricultura dos Estados Unidos estará reunida em <strong>Arlington, Virginia</strong> para o <strong>94</strong><strong> º</strong> <strong>Agricultural Outlook Forum</strong> (numa tradução livre <strong>Debate de Perspectivas da Agricultura Norte Americana</strong>) e oficialmente aí teremos a influência da nova safra norte americana nos preços da <strong>Soja, Milho e Trigo em Chicago.</strong></p>
<p>E nesse sentido, mesmo sabendo que os Estados Unidos têm um amontoado de neve pra degelar, o mapa de acompanhamento da Seca nos Estados Unidos atualizado HOJE continua mostrando que a seca amplia.</p>
<p>E esse acompanhamento semanalmente passará a ter destaque da mídia e a atenção dos investidores, ainda mais em um ano com fenômeno <strong>La Nina</strong>, que mesmo com intensidade fraca pode prolongar durante o verão nos Estados Unidos.</p>
<p>E com isso os fundos podem ter em mãos outra ferramenta para especularem como quiseram.</p>
<p>Já na semana que vem o <strong>Bureau da Austrália</strong> atualizará a leituras dos Mapas e na sequência demais institutos como <strong>o japonês, americano, canadense</strong>&#8230;</p>
<p>Só pra não deixar passar batido, que tal olhar os mapas de hoje e de quinta passada? Note que Missouri registra expansão das áreas em vermelho, consideradas como SECA EXTREMA e Indiana, que registrava normalidade, agora esta em fase inicial de SECA (representada pela cor amarela).</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1455" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg" alt="" width="870" height="497" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia.jpg 870w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia-300x171.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/mapa-soja-euforia-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #5b7048;"><strong>RESUMINHO DO CONTRATO VENCIMENTO MAIO DA SOJA NA SEMANA</strong></span></p>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="49%"><strong>Segunda-feira &#8211; dia 12</strong></td>
<td width="49%"><strong> + 19 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Terça-feira &#8211; dia 13  </strong></td>
<td><strong>+ 9,75 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Quarta-feira &#8211; dia 14 </strong></td>
<td><strong>+ 5,50 centavos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Quinta-feira – dia 15 &#8211; às 14h40 </strong></td>
<td><strong>+4,75centavos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Segunda-feira em Ritmo de Carnaval em Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 20:39:52 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1410" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg" alt="" width="300" height="100" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-768x256.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-1024x341.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E quem aqui poderia afirmar que o <strong>USDA</strong> em seu <strong>relatório mensal de Oferta e Demanda </strong>dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta?</p>
<p>Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés negativo: Estoques nos EUA mais baixos, perda de competitividade dos norte americanos nas exportações mundiais, compensação da perda de produção da Argentina com aumento de produção no Brasil.</p>
<p>Só que em meio a todo aquele mar de números, os fundos de investimentos ignoraram o viés baixista e passaram a aproveitar as baixas para comprar.</p>
<p>Em entrevista a Agência Estado no dia 8, destaquei à jornalista Letícia Pakulski que o mercado se aproxima de um divisor de fundamentos. Por agora os radares seguem monitorando as condições climáticas na Argentina e os trabalhos de colheita no Brasil, mas o mais novo queridinho dos fundos logo chegará: Temporada de plantio dos EUA.</p>
<p>E já nos próximos dias 22 e 23 o mercado inteirinho acompanhará as primeiras projeções de área e produtividade das culturas que serão anunciadas no <strong>Agricultural Outlook Forum.</strong></p>
<p>Pensando nessa linha, destaquei na entrevista que a gasolina na fogueira na quinta feira foi a expansão de áreas secas no <strong>Drought Monitor, </strong>levantamento atualizado toda quinta-feira. Adivinha aí o que mostrou o tal Mapa?</p>
<p><em>Pois é, mostrou que áreas com seca ampliaram nos EUA.</em></p>
<p>Eu sei, Eu sei! Ainda é cedo para especulações sobre a nova safra dos EUA e que tem muita neve acumulada nos campos, mas que tal pensarmos sem emoção, igualzinho os fundos?</p>
<p>Solo seco nos EUA há 3 semanas antes do <strong>início de plantio de milho</strong> nas área ao Sul do cinturão e Delta do Golfo <strong>+</strong> mapas secos para o período estendido na Argentina +<strong> novo corte </strong>de produção da  <strong>Bolsa de Cereales</strong>, o segundo em 8 dias. <strong>Resultado:</strong> Fundos atuando numa mistura de tomada de lucro generalizada com Desmonte de carteira comprada.</p>
<p>Sim, os fundos mesmo com a percepção que Brasil terá uma safra maior que a estimada e que compensará as perdas da vizinha Argentina, desmontam posições. E isso os deixa menos expostos e vulneráveis caso sejam pegos com notícias potencialmente altistas.</p>
<p>Ainda na sexta pós relatório de USDA e CONAB, os fundos preferiram processar chuvas para os próximos 10 dias em Buenos Aires e voltaram a vender e os preços cederam 8 centavos.</p>
<p>Mas adivinha o que aconteceu hoje ? Aproveitando que os brasileiros estão focados em atividades em campo e recebendo visita do Rei Momo, os fundos aproveitaram oportunidades. ((((Tenha sempre em mente que todos os dias os mercados oferecem oportunidades!))))</p>
<p><strong>E hoje na soja foram pelo menos 2</strong>: Novo movimento de queda no dólar índex (dólar  frente a uma cesta de moedas)  <strong>+</strong> mapas mais secos para a Argentina. O dia foi bem ao <strong>Estilo Ritmo de Compras</strong> e o contrato de soja março fechou cotado a US$ 10,0125 com 18,25 centavos de alta e maio com 18,50 centavos de alta a US$ 10,12.</p>
<p>Eu já falei aqui que dólar index em baixa favorece demanda de países importadores o que é positivo para preços de commodities em geral, né?</p>
<p><strong>Abaixo um resumo dos principais números CONAB e USDA </strong></p>
<p><strong>CONAB </strong></p>
<p>Em seu <strong>5º levantamento das safras a CONAB elevou a produção de soja para 111.56 mi tons</strong>, contra 110.44 mi tons em janeiro. No <strong>milho</strong>, a produção total foi revisada para baixo &#8211; <strong>88 milhões de tons</strong> contra 92.35 milhões. 1ª Safra projetada em 24.74 mi tons e 63.26 na safrinha. Em janeiro, a 1ª safra era  projetada em 25.18 e a 2ª safra em 67.17.</p>
<p><strong>USDA Supply Demand</strong></p>
<p><strong>EUA </strong>Estoques finais subiram de 470 para 530 milhões de bushels decorrente corte projeção de exportação.</p>
<p><strong>Soja BR </strong>112 milhões de toneladas.<strong> Milho BR </strong>produção mantida em 95 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja Argentina </strong>54 milhões de toneladas. <strong>Milho</strong> 39 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja</strong> Importação da china mantida em 97 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Mercado da Soja versus Fundos de Investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 17:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes. Sabe aquela expressão que os antigos usavam “Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes.</p>
<p>Sabe aquela expressão que os antigos usavam <em>“Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio umbigo”?</em></p>
<p>Então, nesse caso o “fulaninho” pode ser substituído pelos fundos de investimentos.</p>
<p>Claro que a gente sabe que eles não são nem um pouco burros, pelo contrário, trabalham com equipes de inteligência, informantes confiáveis, tecnologia de ponta com os melhores programas disponíveis, afinal movimentam isoladamente milhões de dólares num mero disparo de ordem de robô e não se prendem a pequenos prejuízos: têm sangue frio e realizam posição negativa facilmente quando redefinem suas estratégias, mas quando os fundos estão bem posicionados, eles geralmente atuam coletivamente e “defendem” suas posições.</p>
<p>Nem sempre o retrato dos preços da Soja ou de qualquer outro produto em Bolsa, sejam commodities, ações, refletem a realidade nua e crua. Algumas vezes  essa realidade pode estar numa versão mais mascarada ou romantizada.</p>
<p>Tenho escutado de alguns que se os fundos estivessem comprados essa semana teria permitido um movimento bem maior de alta e não apenas os meros 9 centavinhos.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem o frio descomunal nos Estados Unidos e Canadá incentivaram compras extras de farelo de soja;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem um plantio de soja na Argentina em 87% e com avanço semanal de apenas 9 p.p. e com performance inferior a de 2017;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem as altas temperaturas na Argentina combinadas com chuvas fracas para Santa Fé e Córdoba e praticamente ausentes em Buenos Aires;</p>
<p><strong><span style="color: #496632;">●</span> </strong>Nem mapas climáticos divergentes de informações para o período curto e estendido motivaram compras bombásticas.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem parece que estamos no famoso Mercado Climático.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Especulações sobre a Intensidade do fenômeno La Niña&#8230;</p>
<p>Pois é, e o mercado preferiu processar os seguintes pontos:</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Fraca Demanda mundial pelo grão nos EUA com vendas semanais abaixo das expectativas dos analistas;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Melhora da Competitividade do vendedor brasileiro no mercado internacional;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Chuvas em Buenos Aires na última quinta-feira, dia 04;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> E Previsões da Sexta que a Argentina receberia chuvas de até 45 mm de acordo com um dos modelos climáticos e hoje, segundo os modelos climáticos mais em linha com previsões de chuvas para os próximos dias na Argentina.</p>
<p>Não dá certo medinho ou agonia, perceber que na primeira quinzena de Janeiro com o calor que está fazendo lá, área ainda a ser semeada e chuvas escassas que os fundos sejam tão arrojados e  mantenham o viés de venda <em>?</em></p>
<p>Essa semana CONAB atualizará o levantamento mensal e o USDA divulgará o Supply Demand norte americano e mundial. Não que os números da CONAB não sejam importantes, pelo contrário, mas o reporte do órgão americano poderá ser direcionador de tendência no caso da uma revisão da safra de Soja e Milho da Argentina.</p>
<p>Seria isso que faria os fundos de Investimentos  mudarem de estratégia ou então reduzir o grau de exposição na Bolsa<em>?</em></p>
<p>A todos nós uma excelente semana e com ótimas oportunidades de Negócios!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mercado-da-soja-versus-fundos-de-investimentos/">Mercado da Soja versus Fundos de Investimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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