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	<title>Arquivos cornbelt - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>E o Plantio nos EUA avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 00:44:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de área do governo dos Estados Unidos. A chuvas intensas e ininterruptas durante abril, maio e junho, causaram o grande recuo na produção de grãos daquele país ano passado.</p>
<p>Com essa lembrança tão clara e castigados diretamente pelas consequências da Guerra Comercial, famílias produtoras intensificam os trabalhos em campo desde que a temporada de plantio se abriu. Nem mesmo as temperaturas mais baixas que o ideal em vários estados produtores diminuem o fluxo de trabalho e com isso a tendência de um plantio acelerado vai sendo confirmada pelo <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.</strong></p>
<p>No final da segunda feira, o órgão divulgou que 38% da área destinada à soja já foi semeada. Em uma semana os trabalhos totalizavam 23% e há 2 semanas atrás 8%.</p>
<p>A média dos trabalhos nos últimos 5 anos é de 23%.</p>
<p>Chama atenção o ritmo em Iowa, importantíssimo estado produtor de soja e milho. Se em 2019, os trabalhos acumulavam apenas 12% da área, hoje 71% das áreas desse gigante produtor já foi semeada. Illinois que se junta a Iowa no ranking de produção já plantou 43% da área frente a 3% em 2019.</p>
<p>Curiosamente os estados do Delta do Mississipi e os do sul do cinturão é que costumam reportar o primeiro fluxo de plantio grão nos Estados Unidos. São esses estados mais quentes como Lousiania, Alabama, Tennessee, Kentucky que abrem os trabalhos da temporada.</p>
<p>Do total da área plantada, 7% da soja já emergiu. E 2019 apenas 1 % estava nesse estágio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td colspan="4">Plantio</td>
<td></td>
<td colspan="4">Grão Emergido</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
</tr>
<tr>
<td>Arkansas</td>
<td>34</td>
<td>20</td>
<td>20</td>
<td>45</td>
<td></td>
<td>19</td>
<td>8</td>
<td>13</td>
<td>30</td>
</tr>
<tr>
<td>Illinois</td>
<td>43</td>
<td>31</td>
<td>3</td>
<td>25</td>
<td></td>
<td>10</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>Indiana</td>
<td>37</td>
<td>22</td>
<td>2</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Iowa</td>
<td>71</td>
<td>46</td>
<td>12</td>
<td>24</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Kansas</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>6</td>
<td>11</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ky</td>
<td>33</td>
<td>25</td>
<td>12</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>16</td>
<td>9</td>
<td>2</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>La</td>
<td>68</td>
<td>51</td>
<td>51</td>
<td>65</td>
<td></td>
<td>46</td>
<td>30</td>
<td>29</td>
<td>46</td>
</tr>
<tr>
<td>Michigan</td>
<td>35</td>
<td>13</td>
<td>3</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Minnessota</td>
<td>37</td>
<td>35</td>
<td>2</td>
<td>30</td>
<td></td>
<td>5</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Mississipi</td>
<td>51</td>
<td>39</td>
<td>31</td>
<td>61</td>
<td></td>
<td>29</td>
<td>23</td>
<td>20</td>
<td>43</td>
</tr>
<tr>
<td>Misouri</td>
<td>14</td>
<td>7</td>
<td>4</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>4</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Nebraska</td>
<td>54</td>
<td>32</td>
<td>18</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>NC</td>
<td>17</td>
<td>10</td>
<td>22</td>
<td>16</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>8</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>ND</td>
<td>4</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
<td>17</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Ohio</td>
<td>24</td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>SD</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>0</td>
<td>13</td>
<td></td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Tenn</td>
<td>20</td>
<td>14</td>
<td>17</td>
<td>19</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>3</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Wisconsin</td>
<td>35</td>
<td>14</td>
<td>3</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Total EUA</td>
<td>38</td>
<td>23</td>
<td>8</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Aberta a temporada de plantio dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 15:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgados segunda, dia 20/04,  os Estados Unidos já semearam até dia 19, o total de 7 % da área de milho. Os trabalhos da soja acumulam o equivalente a 2% da área projetada para a soja. Mesmo com temperaturas mais baixas em áreas mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados do <strong>USDA</strong> &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgados segunda, dia 20/04,  os Estados Unidos já semearam até dia 19, o total de <strong>7 % da área de milho.</strong></p>
<p>Os trabalhos da <strong>soja</strong> acumulam o equivalente a <strong>2% da área</strong> projetada para a soja.</p>
<p>Mesmo com temperaturas mais baixas em áreas mais ao norte do cinturão e chuvas ao sul, os produtores focam nos trabalhos no campo.</p>
<p>As famílias produtoras, já fragilizadas com as consequências da Guerra Comercial que se arrasta há longos 2 anos, têm muito forte na memória as dificuldades enfrentadas na temporada anterior.</p>
<p>Em 2019 as condições climáticas durante a janela de plantio foram altamente desfavoráveis. Além do atraso, houve processos seguidos de replantios, áreas semeadas de forma concentrada e totalmente expostas à ação do tempo, além de muitas áreas sem plantar.</p>
<p>Conforme comentários recentes de amigos produtores e distribuidores de sementes, esse ano além das preocupações sobre clima e guerra comercial, um fator complicador extra decorrente do <strong>Coronavirus</strong> é uma logística mais bagunçada. Com isso muitos insumos atrasaram.  Mas a medida que as famílias produtoras consigam, devem acelerar o processo nos campos para não correrem riscos desnecessários de qualquer adversidade climática. Esses relatos foram conformados por famílias na região de Illinois e Iowa, que são considerados como o coração de produção no meio oeste norte americano.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong class="ql-hashtag">#USDA </strong><strong class="ql-hashtag">#CropProgress </strong><strong class="ql-hashtag">#EUA </strong><strong class="ql-hashtag">#EvoluçãoPlantio</strong> <strong class="ql-hashtag">#milho</strong> <strong class="ql-hashtag">#soja</strong> <strong class="ql-hashtag">#corn</strong> <strong class="ql-hashtag">#soybean</strong> <strong class="ql-hashtag">#cornelt</strong> <strong class="ql-hashtag">#cinturãodomilho #meiooeste</strong></p>
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		<item>
		<title>Missão Mulheres do Agro &#8211; mais uma pra conta</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mais-uma-pra-conta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 10:33:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma missão pra conta. A minha nona ao cornbelt dos EUA. Cada ano um ano, um grupo diferente, propósitos e temas diferentes. Iniciamos dia 13 e retornamos dia 23. Ao todo em nossa imersão agro foram 11 dias de grande interação, com troca de conteúdo técnico e também de vivencias pessoais. Com a participação de 3 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Mais uma missão pra conta. A minha nona ao <em>cornbelt</em> dos EUA.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cada ano um ano, um grupo diferente, propósitos e temas diferentes. Iniciamos dia 13 e retornamos dia 23. Ao todo em nossa imersão agro foram 11 dias de grande interação, com troca de conteúdo técnico e também de vivencias pessoais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com a participação de 3 profissionais dentro da porteira e 3 fora da porteira e essa diversidade permitiu que as profissionais agregassem conteúdo de outros segmentos. Nossos dias iniciavam cedo e finalizavam tarde tanto é que em 7 dias de programação técnica tivemos 15 compromissos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com um grupo tão entusiasmado e todas com um desejo incrível de aprender o máximo que estava sendo oferecido, senti verdadeiramente orgulho ao perceber que a missão foi considerada um sucesso.</p>
<p style="font-weight: 400;">Estávamos em “apenas” 6 e aqui alguém se comparar com os grupos que saem do Brasil durante a <em>Farm Progress Show</em> pode até dizer “que grupo pequeno!” Mas vou logo explicando que foi exatamente do jeitinho que eu havia programado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esse ano vindo de uma agenda repleta de eventos profissionais e repetidos compromissos decorrentes do livro que estou escrevendo com três amigas, eu me propus a fazer uma Missão com conceito Boutique e com isso pude me dedicar intensamente a esse seleto grupo e a ele dar o meu melhor em mentoria.</p>
<p style="font-weight: 400;">E acreditando que o universo reúne pessoas com os mesmos propósitos, o grupo de 2019 embora bem eclético foi incrível e 100% nota 10. E essa intensidade e sinergia me fizeram reforçar meus propósitos de continuar a buscar maneiras diferentes e inusitadas de gerar ainda mais conteúdo e conhecimento as mulheres do agro.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 7 dias percorremos 2.100 quilômetros no coração do meio oeste norte americano e visitamos cinco propriedades de soja, milho e trigo de porte médio e grande.  Não visitamos apenas propriedades, visitamos amigos, famílias que há anos nos recebe com carinho e atenção. Talvez uma das maiores conquistas que o agro em permitiu, além de gerar conhecimento, foi através dessas missões criar pontes, reforçar laços e promover amizades verdadeiras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na programação também visitamos uma empresa sementeira de soja e milho e entendemos como funciona a consultoria dessas empresas as famílias produtoras, como se faz a venda, como se acompanha o trabalho de plantio, desenvolvimento de safra, colheita. Como as empresas fazem estudos para aprimorar suas variedades e acima de tudo como é o sistema de reposição de sementes caso seja necessário replantio – que foi o caso desse ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Visitamos uma jornalista agro responsável pelo site de uma importante revista voltada para o agro, que faz parte de um importante grupo de mídia e que tem uma relação intensa com o papel da mulher nos Estados Unidos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na parte logística,agregamos informações sobre a modalidade rodoviária e ferroviária e visitamos um terminal fluvial no Rio Illinois. O grupo pode ver a prática com a passagem de barcas de graneis e químicos, o sistema eficiente de transporte que conecta o norte do país aos portos do golfo do México.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também visitamos um museu de uma marca de máquinas agrícolas, visitamos uma indústria processadora de soja e vimos o sistema integrado da fábrica. Desde a classificação e recepção da matéria prima (soja), ao armazenamento, esmagamento e as linhas integradas de fabricação de farelo de soja e de óleo de soja. Nessa unidade totalmente interligada e moderníssima, é possível fabricar os reservatórios que serão usados no envaze de óleo.  São três linhas paralelas de envase que pode ser destinada a diferentes marcas e propósitos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Lá presenciamos a recepção do farelo de soja vindo da linha de produção e simultaneamente o carregamento do produto do armazém diretamente para o vagão do trem.</p>
<p style="font-weight: 400;">Visitamos a indústria e a fazenda experimental de uma empresa de nutrição foliar que está presente no Brasil. Na fazenda experimental de 200 acres vimos aproximadamente 500 estações de testes de sementes que estão no mercado e que entrarão no mercado dos Estados Unidos em 2 anos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Como o tema da missão desse ano foi “Os feitos da Guerra Comercial no Agro dos Estados Unidos” fomos conversar com um executivo de uma das principais instituições financeira dos país. Tivemos uma aula sobre as linhas de financiamento ao agro e acompanhamos as dificuldades financeiras dos produtores em meio as disputas entre China e EUA.</p>
<p style="font-weight: 400;">Visitamos duas casas de consultoria, cada qual com suas visões sobre o comportamento de preços para o mercado brasileiro e visitamos as instalações da Bolsa de Chicago e infelizmente vimos um <em>pit </em>esvaziado e quase sem mais funcionários de casas corretoras atuando. Hoje o grande volume negociado é eletrônico. Quase 4 mil funcionários, maioria predominante de homens, foram sendo dispensados à medida que as negociações globalizaram. A bolsa se adaptou a “presença “constante e crescente do mercado asiático e com isso as ordens de computadores começaram a ser executadas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Bom, como disse no começo dessa matéria, a Missão Mulheres do Agro da Labhoro desse ano foi incrível e cheia de sinergia e confesso pra você que já de volta ao Brasil me pego em um desafio de montar um projeto para uma indústria do agro de projetar uma Missão com a minha assinatura e para um grupo grande.<br />
E em paralelo já me pego anotando insights sobre a próxima missão da Labhoro aos EUA que será completamente inédita e em formato inovador.<br />
Quem sabe eu não te vejo numa dessas missões em 2020?</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mais-uma-pra-conta/">Missão Mulheres do Agro &#8211; mais uma pra conta</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja &#8211; Expectativa para o início da semana</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/soja-expectativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 10:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa. Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa? Na justificativa da alta pode-se dizer que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa.</p>
<p>Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: <strong>Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa?</strong></p>
<p>Na justificativa da alta pode-se dizer que o interesse dos fundos pelo &#8220;<strong>impacto altista</strong>&#8221; da <strong>produtividade de soja e milho divulgada pelo</strong> <strong>ProFarmer</strong> no último dia de trabalho de <em><strong>crop tour</strong></em> tinha lá seu encanto. Mas o que mais &#8220;animou&#8221; o mercado foi  a f<strong>ala de Trump durante a reunião do G7,</strong> que aconteceu na França. Ele afirmou ter falado via telefone com China que o teria procurado para retornar as tratativas para chegar a um acordo comercial. E aí novamente eu me questiono: <strong>Será? Será mesmo que falou?</strong></p>
<p><strong>E como nenhuma declaração de Trump é simples ou 100% sopro,  Trump foi Trump, ao afirmar que a China perde muito com a Guerra Comercial, mas que &#8220;agora&#8221; os países &#8220;estão se dando bem&#8221;. Isso passados apenas 2 dias das decisões conflituosas que refletiram perdas nos mercados financeiros mundo afora. </strong></p>
<p>Não podemos esquecer que na sexta fatídica China determinou a taxação de mais 5% sobre produtos de origem americana e na sequência veio a retaliação dos Estados Unidos que vieram paticamente de modo instantâneo.</p>
<p>Se o &#8220;tal&#8221; contato telefônico chines  for desmentido, o mercado não tem no momento atual outros fundamentos positivos a processar. Vale relembrar que nos últimos tuítes de Trump ao afirmar sobre estar sendo procurado pela China que quer um acordo comercial, foi desmentido pela China em 24 horas.</p>
<p>Se formos analisar por essa linha, de continuidade da Guerra Comercial, o viés passa a ser bem negativo para as cotações da soja mas se mantem positivo para a escalada dos prêmios na América do Sul.</p>
<p><strong>Demanda</strong> &#8211; Mesmo com área menor e produtividade mais baixa, os estoques nos Estados Unidos ainda assim continuaram desconfortavelmente altos. A China continuaria fora das compras lá.</p>
<p><strong>Clima</strong> &#8211; As condições climáticas no meio oeste dos Estados Unidos mostram-se favorável às lavouras. As temperaturas não são altas e na maior parte do meio oeste registra umidade adequada.</p>
<p>Com o atraso das lavouras devido as chuvas de abril, maio e junho, há que se monitorar o fundamento Clima. Embora estejamos na última semana de agosto, o mercado climático ainda poderá fazer a diferença nas próximas 3 semanas.</p>
<p>Falta de chuvas, temperaturas baixas, previsão de geadas são temas que correm nos bastidores de Chicago  e são motivos de especulação dos fundos de investimento. Então, vale acompanhar as atualizações dos modelos climáticos americano e europeu, que há dias seguem em sintonia prevendo chuvas entre 10 a 30 milímetros para os próximos 7 dias combinadas com temperaturas mais baixas. Nesse momento essas temperaturas mais baixas apenas retardam o desenvolvimento das lavouras.</p>
<p><strong>Crop Tour</strong> &#8211; Vamos acompanhar também as informações do o <strong>Crop Tour da Labhor</strong>o que iniciou no sábado, dia 25.</p>
<p><strong>Prêmios</strong> &#8211; No Brasil os prêmios base exportação seguem firmes.  Encerramos a semana anterior com negócios em $150 over no spot e 50 over no fevereiro e aí eu me pego questionando se não é hora das tradings  reverem suas estratégias para as compras da safra nova. Muitas delas vinham retardando  essa decisão. Talvez o azedume das tratativas comerciais entre EUA e China na última sexta feira, as façam mudar de opinião.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra Comercial versus Mercado Climático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 16:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[cornbelt]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[g20]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de condições climáticas desfavoráveis para a região do meio oeste norte americana, mais conhecida como cornbelt, compensou o impacto baixista sobre a Guerra Comercial e com isso evitou uma queda acentuada em CBOT nesta Terça Feira, 06. Ontem tivemos todas as ferramentas possíveis para uma grande liquidação nos preços da soja na bolsa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão de condições climáticas desfavoráveis para a região do meio oeste norte americana, mais conhecida como <em>cornbelt</em>, compensou o impacto baixista sobre a Guerra Comercial e com isso evitou uma queda acentuada em CBOT nesta Terça Feira, 06.</p>
<p>Ontem tivemos todas as ferramentas possíveis para uma grande liquidação nos preços da soja na bolsa em Chicago, CBOT. Só faltou os fundos de investimento quererem!</p>
<p>Poucos dias após Trump anunciar que taxará mais uma lista de US$ 300 bilhões em produtos chineses, a partir de 01 de setembro, a China através de seu <strong>Ministério do Comércio</strong> anunciou ainda na terça feira cedo a suspensão de novas compras de produtos de origem norte americana.</p>
<p>A resposta veio 5 dias após o anúncio de Trump. O ministério declarou que considera a medida anunciada por Trump como “uma violação séria do encontro entre os chefes de Estados da China e Estados Unidos” ocorrida durante encontro por ocasião do <strong>G20</strong> no final de junho.</p>
<p>A China não parou por aí e adiantou que estuda tarifar produtos de origem dos Estados Unidos que forem comprados depois do dia 03 de agosto.</p>
<blockquote><p><strong>Vale relembrar que já se vão 17 meses desde o início da guerra deflagrada pelos Estados Unidos inicio de março, quando surpreendeu ao impor taxação nas importações de aço e alumínio da ordem de 25 e 10% respectivamente.</strong></p>
<p><strong>A China na época sentindo-se lesada, impôs tarifação da ordem de 25% sobre uma lista de 545 produtos americanos. Com o boicote, a guerra se materializou e há 17 meses se arrasta trazendo prejuízos a grandes corporações das duas nações.</strong></p></blockquote>
<p>Sobre o clima no meio oeste dos Estados Unidos, não resta outra opção a não ser monitorar atentamente cada atualização dos mapas climáticos nos próximos dias. E olha que os modelos americano, europeu, canadense, entre outros atualizam entre 2 a 3 vezes ao dia. Então segura aí o coração e não esquece do remédio da pressão.</p>
<p>Os mapas de ontem no final da tarde projetavam fracos acumulados para os próximos 10 dias e temperaturas em elevação.</p>
<p><strong>Conversando pessoalmente ontem à noite com produtores</strong> <strong>de dois importantes estados, Iowa e Illinois</strong>, predominaram os relatos de preocupação sobre as temperaturas altas e alguns dias sem chuvas. Segundo os produtores, as lavouras de milho e soja já dão sinais da irregularidade de chuvas.</p>
<p><strong>Confira os mapas de temperatura e chuvas para os próximos 1 a 7 dias.</strong></p>
<p><strong>Temperaturas</strong></p>
<p><strong> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4242 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1.png" alt="" width="592" height="448" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1.png 592w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1-300x227.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></strong></p>
<p><strong>Chuvas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4241 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2.png" alt="" width="592" height="459" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2.png 592w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2-300x233.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></strong></p>
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		<title>Que Área foi essa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 21:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[chicago]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[cornbelt]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[prevente-plant]]></category>
		<category><![CDATA[supply-demand]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E chegou o tão esperado dia em que o mercado conheceria o tamanho da área que os produtores dos EUA destinaram ao plantio no cornbelt americano. O que era previsto pela maioria dos analistas não se confirmou. Com o atraso do plantio decorrente de chuvas absurdamente volumosas existe uma perspectiva duvidosa para as habilitações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E chegou o tão esperado dia em que o mercado conheceria o tamanho da área que os produtores dos EUA destinaram ao plantio no cornbelt americano.</p>
<p>O que era previsto pela maioria dos analistas não se confirmou.</p>
<p>Com o atraso do plantio decorrente de chuvas absurdamente volumosas existe uma perspectiva duvidosa para as habilitações de área não plantadas de milho para o <strong><em>prevent plant</em></strong>; o cenário do plantio conseguiu ficar ainda mais confuso.</p>
<p>Sabe por quê?</p>
<p>O USDA &#8211; <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong>, corrigiu a projeção de área destinada ao milho no último reporte mensal chamado Supply Demand em 11 de Junho e causou todo aquele alvoroço altista nos preços na bolsa em Chicago.</p>
<p>Na sexta, dia 28 de junho, o órgão através de uma reporte chamado de <strong>Acreagem,</strong> divulgou a projeção da aérea plantada. No entanto esse reporte sempre se baseia nos números processados até dia 01 de junho, o que significa que nesse momento o USDA ainda não tinha ajustado a área e trabalhava com uma expectativa de área maior.</p>
<p>Resultado? números artificialmente altos para o milho e que certamente serão ajustados num futuro próximo, a medida que as habilitações do programa de seguro chegarem até o USDA. E e enquanto isso não acontece ou não é processado, os efeitos são baixistas para os preços do milho em CME e B3.</p>
<p>O preço do milho no exagero do movimento, praticamente encostou nos 30 centavos de baixa.</p>
<p>Tendo refletido isso, podemos chegar à conclusão que a projeção para a área de soja em 80 milhões de acres, a mais baixa desde 2013, também está distorcida.</p>
<p>Afinal se o orgão projetou mais área no milho, de qual cultura tirou?</p>
<p>Produtores plantaram milho até dia 18.06 e os dados são bem confiáveis. Além dos inúmeros relatos de clientes e amigos que temos nos Estados Unidos, a Labhoro, antecipando possíveis distorções e confusões sobre os números, realizou uma viagem extraordinária para ver in loco a situação do plantio nos EUA. E o que se viu lá, foi uma verdadeira bagunça. Um plantio muito atrasado. Nos meus anos de mercado, eu nunca presenciei um plantio até quase 20 de junho.</p>
<p>E em razão de tudo o que foi presenciado lá, eu considero que nem bem são reais os 91.7 mi acres destinados para o milho como nem 80 mi acres para a soja.</p>
<p>Um bom final de semana</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/que-area-foi-essa/">Que Área foi essa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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