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	<title>Arquivos conab - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Terça com Dobradinha de Levantamentos &#8211; Conab e USDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 10:10:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na agenda agro dessa terça feira tivemos dois importantes relatórios. No início da manhã, Conab &#8211; Cia. Nacional de Abastecimento divulgou o oitavo levantamento da safra brasileira 2019/2020 e na parte da tarde, o USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou a primeira projeção da temporada 2020/2021, safra que está sendo semeada. Aqui o Brasil &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na agenda agro dessa terça feira tivemos dois importantes relatórios.</p>
<p>No início da manhã, Conab &#8211; Cia. Nacional de Abastecimento divulgou o oitavo levantamento da safra brasileira 2019/2020 e na parte da tarde, o USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou a primeira projeção da temporada 2020/2021, safra que está sendo semeada.</p>
<p>Aqui o Brasil &#8211; Conab em razão dos problemas climáticos na Região Sul que impactaram uma menor produtividade nas culturas da soja e milho, revisou a produção nacional de grãos do Brasil para 250,9 milhões de toneladas. O corte na produção de soja foi determinado pelo clima adverso no estado do Rio Grande do Sul. A safra nacional do grão, reduzida em 1,4% está estimada em<br />
120,3 milhões de toneladas, frente a 122.060 em abril.</p>
<p>Mesmo com o recuo, o 8º Levantamento ainda sim projeta uma safra recorde de grãos. O potencial de produção da segunda safra de milho, mais conhecida como safrinha, fará toda a diferença na performance anual. Vale destacar que embora o levantamento ainda não mostre, a produção da safrinha foi impactada também pela estiagem em regiões do estado do Paraná.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o primeiro levantamento de safra não apresentou números diferentes dos que vinham sendo antecipados por várias casas de consultoria. Para esse ponto de partida, foram confirmadas as áreas de plantio anunciadas durante outro relatório divulgado pelo próprio órgão ainda no final de março. As famílias produtoras nos Estados Unidos concentram todos os esforços nos trabalhos em campo e se tudo der certo, devem destinar se tudo der certo, 97 milhões de acres equivalente a 39.4 milhões de hectares para o milho e 83,5 milhões de acres, ou 33.8 milhões de hectares para soja.</p>
<p>Com uma área de plantio bem superior à da temporada passada e considerando uma produtividade média de 49,5 bushels por acre, a produção será de 4.125 bilhões de bushels, equivalente a 112. 3 milhões de toneladas.</p>
<p>O órgão ainda estima um fluxo de exportação e de atividade doméstica mais altos, reflexo da percepção que China voltara às compras de origem norte americanas e que a economia nos Estados Unidos deve se reestabelecer em breve.</p>
<p>O USDA projeta que o Brasil produzirá na próxima temporada 131 milhões de toneladas, reflexo direto do aumento de competitividade (dólar alto/real desvalorizado) e que Argentina produzirá 53 milhões de tons, estimativa condizente com os altos tributos praticados naquele país.</p>
<p>Lembrando que em 2019, os trabalhos de plantio foram prejudicados pelo excesso de chuvas na região do meio oeste quando muitas áreas tiveram que ser replantadas mais de 1 vez, inclusive com áreas sendo destinadas ao Programa de Conservação do Governo.</p>
<p><strong>A seguir, alguns dos principais números da soja.</strong></p>
<hr />
<p><strong>PRODUÇÃO</strong><br />
<strong>Brasil</strong><br />
2019/2020 124 milhões de toneladas<br />
2020/2021 131 milhões de toneladas<br />
Argentina<br />
2019/2020 51 milhões de toneladas<br />
2020/2021 53.5 milhões de toneladas<br />
<strong>EUA</strong><br />
2019/2020 96.8 milhões de toneladas /3.557 bi bushels<br />
2020/2021 112.2 milhões de toneladas /4.125 bi bushels<br />
<strong>China</strong><br />
2019/2020 18.1 milhões de toneladas<br />
2020/2021 17.5 milhões de toneladas</p>
<hr />
<p><strong>IMPORTAÇÃO</strong><br />
<strong>China</strong><br />
2019/2020 92 milhões de toneladas<br />
2020/2021 96 milhões de toneladas</p>
<hr />
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		<title>Birdbox: Da ficção para o mercado de grãos por Roberta Paffaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro.</p>
<p>De volta à vida real. A greve do governo dos Estados Unidos já é a mais longa da história do país: 33 dias, até hoje, 23 de janeiro. E ao que tudo indica, está longe de checar a um acordo com o presidente Donald Trump.  O relatório do USDA, que esclarece a oferta e demanda do mercado de grãos, ainda não tem previsão de ser retomado. Parece que uma venda nos olhos não nos permite enxergar o que virá pela frente. Ainda mais na conjuntura atual em que não se sabe a quantidade oficial que a China comprou de grãos dos Estados Unidos após a trégua em dezembro. Tudo indica, pelos preços mais estáveis na Bolsa de Chicago, que foram números significativos. Mas ainda fica a dúvida: pra onde irão os preços? Momento de especular? E quem precisa fazer hedge?</p>
<p>Na próxima semana, China e US devem se encontrar para seguir com a discussão sobre as tarifas impostas pelos dois países em produtos de importação e exportação. Se a guerra comercial continuar, a América do Sul segue como a menina dos olhos pra China. Caso contrário, a demanda diminui, já que Estados Unidos voltam ao jogo.  Em meio a tantas incertezas, a proteção de preços é imprescindível.</p>
<p>Segundo dados da CONAB <strong>– </strong>Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; a produção de soja deve atingir os 110 milhões de toneladas. Na Argentina, de acordo com a Bolsa de Cereales,  a expectativa é de uma safra de 53 milhões de toneladas. Juntando os dois países, somos os maiores produtores de soja do mundo. Brasil é o maior exportador do grão, sendo China o principal destino.</p>
<p>Em 2018, o Brasil embarcou 83,86 milhões de toneladas de soja, um recorde, 23% acima do volume exportado em 2017, segundo dados da Secex. Do total embarcado em 2018, 82,4% tiveram como destino a China. A receita total obtida pelas vendas do grão foi US$ 33,29 milhões, 29,5% a mais que a recebida em 2017.</p>
<p>Por outro lado, o Brasil precisa agregar valor a cadeia do agronegócio. Algo que caminha na contramão.  Por exemplo, no ano passado, a China começou a cobrar 30% de imposto sobre toda carne de frango exportada do Brasil. Não seria a hora deste acordo ser revisto? Se a China quer a soja brasileira, deve ter um contraponto também. Como exportar mais carnes, óleo e farinha de soja também.</p>
<p>E falando em frango.  A Arábia Saudita, maior comprador da ave brasileira, barrou a importação de 5 frigoríficos do Brasil. Seria uma retaliação a possível mudança da embaixada brasileira, proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, de Israel para Jerusalém? Ou apenas uma demanda técnica após a operação Carne fraca? O Brasil é hoje o maior exportador de <strong>frango halal*</strong> do mundo. Somente para a Arábia Saudita, foram 486 mil toneladas no ano passado.<br />
A exportação de frango representou, em 2018, 28% da movimentação do Complexo Portuário que inclui os portos de Itajaí e Navegantes. O volume de aves exportado corresponde a US$ 229 milhões.</p>
<p>O Agronegócio move a economia dos países da América do Sul, assim como a política. Ambos precisam andar juntos, na mesma direção.</p>
<p>O ano começa no escuro, com inúmeros desafios, mas o Agronegócio é forte.  E como sempre digo, juntos somos mais fortes. Só não podemos ficar parados.</p>
<p>*Frango Halal: http://abpa-br.com.br/setores/avicultura/mercado-externo/a-tecnica-de-abate-halal</p>
<p><em>Este artigo reflete a opinião exclusiva da autora.</em></p>
<h3><em><img decoding="async" class="wp-image-1973 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg" alt="" width="110" height="125" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg 264w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro.jpg 326w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></em></h3>
<p><strong><em>Roberta Paffaro</em></strong></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:robertapaffaro@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro@gmail.com</a><br />
Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-paffaro-86317a13/" target="_blank" rel="noopener">Roberta Paffaro</a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/robertapaffaro/" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/roberta-paffaro/">Saiba mais sobre Roberta Paffaro, clique aqui</a></p>
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		<title>A bagunça dos preços da Soja em Chicago!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 19:52:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não sei para vocês, mas os números divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, USDA, para a nova temporada de plantio norte americana, não fizeram muito sentido para mim! A avaliação que fiz sobre os números, inclusive foi  divulgada por uma agência de notícias em seu relatório diário nessa sexta feira. Pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei para vocês, mas os números divulgados ontem pelo <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, USDA, </strong>para a nova temporada de plantio norte americana, não fizeram muito sentido para mim!</p>
<p>A avaliação que fiz sobre os números, inclusive foi  divulgada por uma agência de notícias em seu relatório diário nessa sexta feira. Pela impossibilidade de compartilhar a matéria, vai aqui <strong> um resumo dos principais pontos do reporte mensal:</strong></p>
<p>Numa primeira análise ficou claro uma  essência altista, especialmente quando se foca nos dados de projeção do estoque final da safra 2018/2019. Enquanto o mercado processava estoques na casa de 540 milhões de bushels, o órgão surpreendeu ao divulgar <strong>415 milhões de bushels.</strong><strong> </strong></p>
<p>Em seu primeiro levantamento para a temporada, o órgão assume que os produtores de soja dos EUA plantarão 89 milhões de acres. A projeção é 1 milhão de acres menor que a divulgada no final de março. Naquela época, o USDA anunciou uma intenção de plantio de 90 milhões de acres tanto para a soja quanto para o milho.</p>
<p>Essa <strong>área menor</strong>, aliada a uma leitura de <strong>produtividade “conservadora</strong>” em 48.5 bushels por acre, equivale a uma safra menor que à esperada pelo mercado, causando impacto altista num primeiro momento.</p>
<p>Agora analisando <strong>Demanda e Consumo</strong>: O órgão aumentou discretamente a atividade industrial (esmagamento) e assumiu uma postura agressiva ao projetar aumento expressivo das Exportações de soja dos norte-americanos.</p>
<p><strong>Agora me diga</strong>: Você não acha arrojado o fato do USDA ignorar completamente a atual guerra comercial estabelecida entre os EUA e China e aumentar o ritmo de exportação dos Estados Unidos na próxima temporada?</p>
<p>O órgão aumentou a projeção da demanda externa em 225 milhões de bushels equivalentes a 6.123 milhões de toneladas.</p>
<p>Paralelamente compare com o que o USDA projeta para a demanda de importação de China um aumento de 6 milhões de toneladas. Passa de 97 milhões da atual temporada para uma projeção de 103 milhões de toneladas, ou seja, uma correção de 6 milhões de toneladas.</p>
<p>Nesse comparativo você pode perceber que <strong>TODA</strong> a demanda extra da China está sendo  alocada unicamente para a origem americana. Seria possível com uma previsão de safra do Brasil de 117 e da Argentina em 56 milhões de toneladas que somente os EUA suprissem a demanda asiática?</p>
<p>Agora fica mais claro o porquê em meio a tantas incertezas vimos os preços da soja ontem subirem imediatamente após a divulgação dos números do USDA e na sequencia uma gradual acomodação durante o pregão e a continuidade de baixa dos preços no pregão de hoje!</p>
<blockquote><p>Vendas semanais fracas com a clara postura dos chineses em situação favorável de negociação e no modo “deixar tocar o barco”  mostram que os EUA correm contra o tempo para compor uma espécie de trégua. Estamos chegando num limite para uma negociação amigável entre os 2 países. Inclusive com possibilidade da China inflexibilizar o tom das conversas refugando cargas já embarcadas ou então cancelando compras já realizadas anteriormente. ======= Desde pequena escuto que os chineses são exímios negociantes.  E eles podem usar de ferramentas que não usaram até agora para conseguir o que pretender.</p>
<p>Enquanto isso o Brasil aproveita a onda e repõe a soja que os vizinhos argentinos não conseguem ofertar e continuando o impasse, para a próxima temporada não será muito diferente, ainda mais com o dólar aqui mais firme. Além disso Argentina virá com tudo.</p>
<p>E mesmo assim, o USDA não trabalha com essa possibilidade mas o mercado trabalha. A queda dos preços hoje em Chicago foi de quase 20 centavos.</p></blockquote>
<p>Apenas para ilustrar: O USDA projeta que o Brasil reduzirá a meta de exportação em 1 milhão de toneladas e a Argentina ampliará os seus embarques ao exterior em 3,8 milhões de toneladas, apenas repondo a quantidade que esse ano deixará de exportar devido à seca que dizimou a safra atual.</p>
<p>Daqui para frente será necessário acompanhar as condições climáticas nos Estados Unidos. No momento há alguns bolsões com início de seca no oeste de Illinois, sul de Iowa, Dakota do Norte e Missouri. Os trabalhos de plantio estão evoluindo rapidamente nos últimos dias, com níveis de umidade mais adequados em outras áreas. Ontem, quinta-feira, chuvas boas importantes foram registradas em vários estados do oeste do cinturão de produção.</p>
<p>Para aferir o que de fato qual será a área real da soja, é preciso que os produtores terminem de plantar o milho, cuja janela finaliza antes da soja. E até agora, início da temporada, já se falou de tudo : desde que iria migrar área de milho para a soja, ou que agora pode ser  plantado mais milho.</p>
<p><strong>Então atenção senhoras e senhores, vamos monitorar o ritmo de plantio para tentar projetar qual será o número que o USDA divulgará somente final de junho. </strong></p>
<p>Na safra atual o USDA elevou a safra atual de soja para 117 milhões de toneladas e baixou a da Argentina para 39 milhões.</p>
<p>No Brasil a <strong>CONAB &#8211;  Companhia Nacional de Abastecimento </strong>trabalha com uma produção de soja da safra 2017/18 de 116,995 milhões de toneladas. Alta de 2,6% frente ao ciclo anterior, quando o Brasil colheu 114,075 milhões de toneladas.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
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		<title>Dobradinha de Conab &#038; USDA!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2018 14:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E hoje tem reporte mensal do USDA, mas não sem antes o mercado ter processado o sétimo levantamento de Grãos da temporada 2017/2018 da CONAB. O órgão majorou a safra de soja brasileira em 114,96 Mi tons e a safra de Milho total foi majorada para 88,62 Mi tons. Correção também na área plantada com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E hoje tem <strong>reporte mensal do USDA</strong>, mas não sem antes o mercado ter processado o sétimo levantamento de Grãos da temporada 2017/2018 da <strong>CONAB</strong>.</p>
<p>O órgão majorou a <strong>safra de soja brasileira em 114,96 Mi tons</strong> e a safra de Milho total foi majorada para 88,62 Mi tons.</p>
<p>Correção também na <strong>área plantada com soja</strong> de 35,05 para 35,09 Mi hectares e na área de milho 16,61 para 16,38 Mi Hectares.</p>
<p>Para o Reporte Mensal do USDA, que será divulgado às 13h00 de Brasília, o mercado segue um pouco dividido, mas a estimativa geral para a safra de soja do Brasil é de 115,5 milhões de toneladas e da safra da Argentina em 42, milhões de toneladas.</p>
<p>Parte do mercado estima que os estoques da safra 2017/2018 dos Estados Unidos subam e um a outra corrente acredita justamente o contrário, que ceda. Lembrando que em março o USDA divulgou estoques de 555 milhões de bushels.</p>
<p>O fato é que há 2 semanas desde que o mercado pegou fogo com a questão de tarifação EUA e China, o mercado vem sendo bombardeado diariamente <strong>compras da China e de Destino Desconhecido.</strong></p>
<blockquote><p>Esse movimento de compra é para embarques dessa temporada e possivelmente embarques curtos, numa estratégia pra driblar a taxação uma vez que ela não seria imediata. Precisa de rito necessário nos EUA para entrar em vigor.</p></blockquote>
<p>Nessa linha é linha de quem aposta uma queda de estoque. E eu estou dentro desse raciocínio, mas sempre bom lembrar que <strong>USDA é indecifrável e os mercados muito sensíveis e conseqüentemente voláteis, portanto cuidado em suas apostas e estratégias de comercialização!</strong></p>
<p>Já para os estoques mundiais de soja, com os ajustes de safra da Argentina e compensações com a safra brasileira, o mercado acredita que cairão para a faixa de 93 milhões de toneladas.</p>
<p>Nós nos encontramos mais tarde, já com os números em mãos e com uma análise de como foram processados pelo mercado.</p>
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		<title>Segunda-feira em Ritmo de Carnaval em Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 20:39:52 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1410" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg" alt="" width="300" height="100" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-768x256.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-1024x341.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E quem aqui poderia afirmar que o <strong>USDA</strong> em seu <strong>relatório mensal de Oferta e Demanda </strong>dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta?</p>
<p>Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés negativo: Estoques nos EUA mais baixos, perda de competitividade dos norte americanos nas exportações mundiais, compensação da perda de produção da Argentina com aumento de produção no Brasil.</p>
<p>Só que em meio a todo aquele mar de números, os fundos de investimentos ignoraram o viés baixista e passaram a aproveitar as baixas para comprar.</p>
<p>Em entrevista a Agência Estado no dia 8, destaquei à jornalista Letícia Pakulski que o mercado se aproxima de um divisor de fundamentos. Por agora os radares seguem monitorando as condições climáticas na Argentina e os trabalhos de colheita no Brasil, mas o mais novo queridinho dos fundos logo chegará: Temporada de plantio dos EUA.</p>
<p>E já nos próximos dias 22 e 23 o mercado inteirinho acompanhará as primeiras projeções de área e produtividade das culturas que serão anunciadas no <strong>Agricultural Outlook Forum.</strong></p>
<p>Pensando nessa linha, destaquei na entrevista que a gasolina na fogueira na quinta feira foi a expansão de áreas secas no <strong>Drought Monitor, </strong>levantamento atualizado toda quinta-feira. Adivinha aí o que mostrou o tal Mapa?</p>
<p><em>Pois é, mostrou que áreas com seca ampliaram nos EUA.</em></p>
<p>Eu sei, Eu sei! Ainda é cedo para especulações sobre a nova safra dos EUA e que tem muita neve acumulada nos campos, mas que tal pensarmos sem emoção, igualzinho os fundos?</p>
<p>Solo seco nos EUA há 3 semanas antes do <strong>início de plantio de milho</strong> nas área ao Sul do cinturão e Delta do Golfo <strong>+</strong> mapas secos para o período estendido na Argentina +<strong> novo corte </strong>de produção da  <strong>Bolsa de Cereales</strong>, o segundo em 8 dias. <strong>Resultado:</strong> Fundos atuando numa mistura de tomada de lucro generalizada com Desmonte de carteira comprada.</p>
<p>Sim, os fundos mesmo com a percepção que Brasil terá uma safra maior que a estimada e que compensará as perdas da vizinha Argentina, desmontam posições. E isso os deixa menos expostos e vulneráveis caso sejam pegos com notícias potencialmente altistas.</p>
<p>Ainda na sexta pós relatório de USDA e CONAB, os fundos preferiram processar chuvas para os próximos 10 dias em Buenos Aires e voltaram a vender e os preços cederam 8 centavos.</p>
<p>Mas adivinha o que aconteceu hoje ? Aproveitando que os brasileiros estão focados em atividades em campo e recebendo visita do Rei Momo, os fundos aproveitaram oportunidades. ((((Tenha sempre em mente que todos os dias os mercados oferecem oportunidades!))))</p>
<p><strong>E hoje na soja foram pelo menos 2</strong>: Novo movimento de queda no dólar índex (dólar  frente a uma cesta de moedas)  <strong>+</strong> mapas mais secos para a Argentina. O dia foi bem ao <strong>Estilo Ritmo de Compras</strong> e o contrato de soja março fechou cotado a US$ 10,0125 com 18,25 centavos de alta e maio com 18,50 centavos de alta a US$ 10,12.</p>
<p>Eu já falei aqui que dólar index em baixa favorece demanda de países importadores o que é positivo para preços de commodities em geral, né?</p>
<p><strong>Abaixo um resumo dos principais números CONAB e USDA </strong></p>
<p><strong>CONAB </strong></p>
<p>Em seu <strong>5º levantamento das safras a CONAB elevou a produção de soja para 111.56 mi tons</strong>, contra 110.44 mi tons em janeiro. No <strong>milho</strong>, a produção total foi revisada para baixo &#8211; <strong>88 milhões de tons</strong> contra 92.35 milhões. 1ª Safra projetada em 24.74 mi tons e 63.26 na safrinha. Em janeiro, a 1ª safra era  projetada em 25.18 e a 2ª safra em 67.17.</p>
<p><strong>USDA Supply Demand</strong></p>
<p><strong>EUA </strong>Estoques finais subiram de 470 para 530 milhões de bushels decorrente corte projeção de exportação.</p>
<p><strong>Soja BR </strong>112 milhões de toneladas.<strong> Milho BR </strong>produção mantida em 95 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja Argentina </strong>54 milhões de toneladas. <strong>Milho</strong> 39 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja</strong> Importação da china mantida em 97 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Cintos Apertados: CONAB e USDA amanhã!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 15:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja. Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja.</p>
<p>Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha de crédito para os biocombustíveis. Se aprovada, a medida estimulará a indústria local. Essas especulações desencadearam compras de óleo de soja e influenciaram a alta do grão.</p>
<p>Claro que mapas vazios de chuvas no longo prazo e temperaturas altas na Argentina e a boa e velha paralisação anual dos caminhoneiros argentinos apoiaram as compras dos fundos de investimentos de ontem. Também circularam notícias sobre chuvas excessivas no médio norte do Mato Grosso e lentidão de escoamento da safra com filas na BR 163 sentido corredor norte.</p>
<p>Durante a madrugada de hoje e na primeira parte da manhã a soja negociou mais firme,  mas inverteu tendência e negocia no momento com 2 centavos de baixa.</p>
<p>E Atenção para amanhã que é dia de <strong>Agenda Relevante.</strong></p>
<p>O<strong> Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> &#8211; <strong>USDA</strong> divulgará os números mensais de <strong>Oferta e Demanda dos Estados Unidos</strong> e <strong>Mundial</strong>. Para o quadro de oferta do Brasil, eu pessoalmente acredito que serão pelo menos 2.5 milhões de toneladas na soja uma vez que o adido do USDA no Brasil anunciou que a safra brasileira é de 112.5 milhões de toneladas. Com isso julgo pouco provável que o órgão contrarie seu adido. Mas de qualquer forma, nos EUA as casas de consultoria projetam a safra brasileira em 111 milhões de toneladas.</p>
<p>Mas a curiosidade maior é sobre a safra da Argentina. Há uma expectativa de corte de pelo menos 2 milhões de toneladas. No último USDA a safra foi reduzida para 56 milhões.  vale o destaque que <strong>a Bolsa de Cereales</strong> recentemente cortou a produção de 54  para 51 milhões de toneladas.</p>
<p>Paralelamente o mercado antecipa novo aumento de estoques nos EUA. Aqui no Brasil, a CONAB também deve aumentar nossa safra de soja. A média das casas de consultoria aqui no Brasil antecipam que a safra será anunciada entre 111 a 113 milhões, embora haja projeções mais arrojadas como a <strong>AgRural</strong> com 116,2 e a <strong>Labhoro Consultoria</strong>  entre 114 a 115 milhões de Toneladas.</p>
<p><strong>CONAB divulgará o levantamento de safra do Brasil às 9 horas e USDA às 15 horas, ambos horário de Brasília.</strong></p>
<p><strong>Em tempo</strong>: Acompanharei o tour que a <strong>Labhoro Consultoria</strong> fará à Argentina entre os dias 10 e 17 de fevereiro.  Prometo compartilhar aqui algumas das informações que serão enviadas aos clientes da casa.</p>
<p>Bom dia e Bons Negócios !!!!</p>
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		<title>Mercado da Soja versus Fundos de Investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 17:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes. Sabe aquela expressão que os antigos usavam “Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercadinho da Soja segue com fundos bem vendidos, carregando hoje uma posição líquida de pelo menos 100 mil contratos  e isso é o que vem limitando os movimentos de alta de preço mais consistentes.</p>
<p>Sabe aquela expressão que os antigos usavam <em>“Fulaninho só dá valor ao que lhe interessa: ou Fulaninho só olha pro próprio umbigo”?</em></p>
<p>Então, nesse caso o “fulaninho” pode ser substituído pelos fundos de investimentos.</p>
<p>Claro que a gente sabe que eles não são nem um pouco burros, pelo contrário, trabalham com equipes de inteligência, informantes confiáveis, tecnologia de ponta com os melhores programas disponíveis, afinal movimentam isoladamente milhões de dólares num mero disparo de ordem de robô e não se prendem a pequenos prejuízos: têm sangue frio e realizam posição negativa facilmente quando redefinem suas estratégias, mas quando os fundos estão bem posicionados, eles geralmente atuam coletivamente e “defendem” suas posições.</p>
<p>Nem sempre o retrato dos preços da Soja ou de qualquer outro produto em Bolsa, sejam commodities, ações, refletem a realidade nua e crua. Algumas vezes  essa realidade pode estar numa versão mais mascarada ou romantizada.</p>
<p>Tenho escutado de alguns que se os fundos estivessem comprados essa semana teria permitido um movimento bem maior de alta e não apenas os meros 9 centavinhos.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem o frio descomunal nos Estados Unidos e Canadá incentivaram compras extras de farelo de soja;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem um plantio de soja na Argentina em 87% e com avanço semanal de apenas 9 p.p. e com performance inferior a de 2017;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem as altas temperaturas na Argentina combinadas com chuvas fracas para Santa Fé e Córdoba e praticamente ausentes em Buenos Aires;</p>
<p><strong><span style="color: #496632;">●</span> </strong>Nem mapas climáticos divergentes de informações para o período curto e estendido motivaram compras bombásticas.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Nem parece que estamos no famoso Mercado Climático.</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Especulações sobre a Intensidade do fenômeno La Niña&#8230;</p>
<p>Pois é, e o mercado preferiu processar os seguintes pontos:</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Fraca Demanda mundial pelo grão nos EUA com vendas semanais abaixo das expectativas dos analistas;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Melhora da Competitividade do vendedor brasileiro no mercado internacional;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> Chuvas em Buenos Aires na última quinta-feira, dia 04;</p>
<p><span style="color: #496632;">●</span> E Previsões da Sexta que a Argentina receberia chuvas de até 45 mm de acordo com um dos modelos climáticos e hoje, segundo os modelos climáticos mais em linha com previsões de chuvas para os próximos dias na Argentina.</p>
<p>Não dá certo medinho ou agonia, perceber que na primeira quinzena de Janeiro com o calor que está fazendo lá, área ainda a ser semeada e chuvas escassas que os fundos sejam tão arrojados e  mantenham o viés de venda <em>?</em></p>
<p>Essa semana CONAB atualizará o levantamento mensal e o USDA divulgará o Supply Demand norte americano e mundial. Não que os números da CONAB não sejam importantes, pelo contrário, mas o reporte do órgão americano poderá ser direcionador de tendência no caso da uma revisão da safra de Soja e Milho da Argentina.</p>
<p>Seria isso que faria os fundos de Investimentos  mudarem de estratégia ou então reduzir o grau de exposição na Bolsa<em>?</em></p>
<p>A todos nós uma excelente semana e com ótimas oportunidades de Negócios!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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