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	<title>Arquivos clima - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Soja em clima de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 13:55:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021! E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira. Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021!</p>
<p>E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do Sul, os preços voltam a subir forte na bolsa de Chicago. A soja com vencimento março de 2021 está cotada no momento a US$ 13,45 bushel com 34 centavos de alta.</p>
<p>Fundos de investimento de grande peso carregam em suas carteiras posições compradas em commodities agrícolas. Na semana passada, com o encerramento do ano, alguns aproveitaram o momento para promover tomadas de lucros e colocar dinheiro no bolso, mas a preocupação crescente com a possibilidade de um encurtamento no quadro de oferta de países como Brasil e Argentina, está motivando uma corrida em busca de proteção a este risco e o que se vê após um final de semana mal chovido é justamente o mercado adicionar cada vez mais prêmio clima.</p>
<p>Com o aperto de estoque mundial e o ritmo de comercialização chinesa não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. As adversidades serão processadas com grandes intensidades. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid,</p>
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<p>Para deixar o clima de tensão maior, além de chuvas abaixo do normal e irregulares para o Brasil e tempo seco na Argentina durante o final de semana, os mapas estendidos de curto prazo não mostram condições ideais para as lavouras sul-americanas.</p>
<p>Vamos acompanhar a atualização dos mapas no decorrer do dia. Daqui para frente a atualização dos mapas que acontece pelo menos em três momentos durante o dia será bastante acompanhada pelos diversos modelos climáticos. Alguns fundos de investimentos têm as melhores consultorias e recebem as atualizações dos serviços de climatologia e por isso mesmo é sempre importante estar atento ás previsões.</p>
<p>Abaixo a matéria que fiz no apagar das luzes do ano e que contextualiza este momento do mercado da soja a movimentos voláteis.<br />
<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/">https://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</a></p>
<p>Um forte abraço e uma ótima semana a todos.</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/276976-soja-em-clima-de-seca-por-andrea-cordeiro.html#.X_Me4dhKiUl" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
</div>
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		<title>La Niña &#038; o Agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 13:06:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fim do vazio sanitário, Brasil iniciando o plantio da próxima temporada de grãos e nas últimas semanas o mercado agrícola através das casas de climatologia vem falando sobre a possibilidade de um La Niña. Mas afinal o que é e o que ele representa para a agricultura? Vamos lá&#8230;. La Niña é um fenômeno natural [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fim do vazio sanitário, Brasil iniciando o plantio da próxima temporada de grãos e nas últimas semanas o mercado agrícola através das casas de climatologia vem falando sobre a possibilidade de um La Niña.</p>
<p>Mas afinal o que é e o que ele representa para a agricultura? Vamos lá&#8230;. La Niña é um fenômeno natural oceânico-atmosférico marcado por temperaturas superficiais do mar mais frias do que a média no Oceano Pacífico central e oriental perto do equador, o oposto de El Nino, que apresenta temperaturas da superfície do mar mais altas do que a média naquela região.<br />
Para os próximos meses, os cientistas da Administração Oceânica e Atmosférica afirmam que há 75% de chance de que o La Niña esteja ativo entre os meses de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021.</p>
<p>Nos EUA, o evento climático normalmente favorece precipitação acima da média e temperaturas mais baixas que a média na região mais ao norte do país e para o sul do país precipitação abaixo da média e temperaturas acima da média. Para a região sudoeste, um alerta pela possibilidade de condições de extrema seca.</p>
<p>No Brasil, as consequências do resfriamento dos oceanos devem ser observadas nos próximos meses. Apesar de aumento na oferta de chuvas em algumas regiões brasileiras, o acumulado será menor que o normal.</p>
<p>No Paraná e em parte das Regiões Sudeste e Centro-Oeste, poderá ocorrer um atraso no plantio das culturas de primavera/verão como soja, cana de açúcar e milho. No Rio Grande do Sul, há previsão de chuva frequente até dezembro, padrão que deverá contribuir para o desenvolvimento de culturas como o milho. Embora atualmente o calor esteja intenso, a tendência é de uma primavera e um verão menos quentes. Por outro lado, como o fenômeno não será dos mais intensos e sua duração também não será longa.</p>
<p>Na reta final da safra, o cenário do La Niña costuma favorecer temperaturas abaixo do esperado durante o período de colheita no Centro-Oeste e Sudeste, e chuva acima da média também para a região Nordeste, o que pode atrapalhar os trabalhos de campo. Em parte do Sul, a condição para falta de chuva persiste, mas sem grandes extremos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8539 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanina.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanina.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanina-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanina-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanina-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE &#8211; 5 DE JUNHO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 15:25:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#PelaNatureza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os alimentos que comemos, o ar que respiramos, a água que bebemos e o clima que torna nosso planeta habitável vêm da natureza. Somos mais dependentes do que imaginamos de sua rede interconectada e do seu delicado equilíbrio. Contudo, esse é um momento singular em que a natureza está nos mandando uma mensagem. Ela está nos mostrando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">Os alimentos que comemos, o ar que respiramos, a água que bebemos e o clima que torna nosso planeta habitável vêm da natureza. </span><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">Somos mais dependentes do que imaginamos de sua rede interconectada e do seu delicado equilíbrio.</span></p>
<p lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR"><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">Contudo, esse é um momento singular em que a natureza está nos mandando uma mensagem. </span><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">Ela está nos mostrando que a vida como a conhecemos está à beira de um colapso.</span></p>
<p><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">É hora de acordar. De tomar consciência. </span><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">De repensar nossa relação com o meio ambiente.</span></p>
<p lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR"><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">É hora de soltar a voz e dizer ao mundo que precisamos agir. </span><span lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR">Esse Dia Mundial do Meio Ambiente é a hora da Natureza.</span></p>
<p>Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, descubra como todas as formas de vida da Terra estão conectadas na teia da vida e como podemos agir #PelaNatureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.worldenvironmentday.global/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Programa da ONU Meio Ambiente </a></p>
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		<title>E o Plantio nos EUA avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 00:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de área do governo dos Estados Unidos. A chuvas intensas e ininterruptas durante abril, maio e junho, causaram o grande recuo na produção de grãos daquele país ano passado.</p>
<p>Com essa lembrança tão clara e castigados diretamente pelas consequências da Guerra Comercial, famílias produtoras intensificam os trabalhos em campo desde que a temporada de plantio se abriu. Nem mesmo as temperaturas mais baixas que o ideal em vários estados produtores diminuem o fluxo de trabalho e com isso a tendência de um plantio acelerado vai sendo confirmada pelo <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.</strong></p>
<p>No final da segunda feira, o órgão divulgou que 38% da área destinada à soja já foi semeada. Em uma semana os trabalhos totalizavam 23% e há 2 semanas atrás 8%.</p>
<p>A média dos trabalhos nos últimos 5 anos é de 23%.</p>
<p>Chama atenção o ritmo em Iowa, importantíssimo estado produtor de soja e milho. Se em 2019, os trabalhos acumulavam apenas 12% da área, hoje 71% das áreas desse gigante produtor já foi semeada. Illinois que se junta a Iowa no ranking de produção já plantou 43% da área frente a 3% em 2019.</p>
<p>Curiosamente os estados do Delta do Mississipi e os do sul do cinturão é que costumam reportar o primeiro fluxo de plantio grão nos Estados Unidos. São esses estados mais quentes como Lousiania, Alabama, Tennessee, Kentucky que abrem os trabalhos da temporada.</p>
<p>Do total da área plantada, 7% da soja já emergiu. E 2019 apenas 1 % estava nesse estágio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td colspan="4">Plantio</td>
<td></td>
<td colspan="4">Grão Emergido</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
</tr>
<tr>
<td>Arkansas</td>
<td>34</td>
<td>20</td>
<td>20</td>
<td>45</td>
<td></td>
<td>19</td>
<td>8</td>
<td>13</td>
<td>30</td>
</tr>
<tr>
<td>Illinois</td>
<td>43</td>
<td>31</td>
<td>3</td>
<td>25</td>
<td></td>
<td>10</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>Indiana</td>
<td>37</td>
<td>22</td>
<td>2</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Iowa</td>
<td>71</td>
<td>46</td>
<td>12</td>
<td>24</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Kansas</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>6</td>
<td>11</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ky</td>
<td>33</td>
<td>25</td>
<td>12</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>16</td>
<td>9</td>
<td>2</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>La</td>
<td>68</td>
<td>51</td>
<td>51</td>
<td>65</td>
<td></td>
<td>46</td>
<td>30</td>
<td>29</td>
<td>46</td>
</tr>
<tr>
<td>Michigan</td>
<td>35</td>
<td>13</td>
<td>3</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Minnessota</td>
<td>37</td>
<td>35</td>
<td>2</td>
<td>30</td>
<td></td>
<td>5</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Mississipi</td>
<td>51</td>
<td>39</td>
<td>31</td>
<td>61</td>
<td></td>
<td>29</td>
<td>23</td>
<td>20</td>
<td>43</td>
</tr>
<tr>
<td>Misouri</td>
<td>14</td>
<td>7</td>
<td>4</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>4</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Nebraska</td>
<td>54</td>
<td>32</td>
<td>18</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>NC</td>
<td>17</td>
<td>10</td>
<td>22</td>
<td>16</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>8</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>ND</td>
<td>4</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
<td>17</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Ohio</td>
<td>24</td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>SD</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>0</td>
<td>13</td>
<td></td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Tenn</td>
<td>20</td>
<td>14</td>
<td>17</td>
<td>19</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>3</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Wisconsin</td>
<td>35</td>
<td>14</td>
<td>3</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Total EUA</td>
<td>38</td>
<td>23</td>
<td>8</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/plantio-nos-eua-avanca/">E o Plantio nos EUA avança</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 16:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#plantio]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultural-forum-outlook]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Agricultural Outlook Forum é um encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos.  As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Agricultural Outlook Forum </b><span style="font-weight: 400;">é um</span> <span style="font-weight: 400;">encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>projeções de área de área de colheita, produtividade, esmagamento e exportação</b><span style="font-weight: 400;"> são divulgadas durante o segundo dia de trabalho, mas dados preliminares de área de plantio e projeção de preço são sempre antecipados no início dos trabalhos durante a apresentação do secretário de agricultura dos EUA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um momento importante e que marca o despertar de para uma nova safra que começará a ser semeada em poucas semanas. Geralmente </span><b>os trabalhos desse fórum são como uma chave que liga o radar dos fundos de investimento para um novo fundamento</b><span style="font-weight: 400;"> e a partir de então é o momento de começar precificar as possibilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de então, o mercado ficará sensível às possibilidades da nova safra dos Estados Unidos e passará a acompanhar de perto o que é tendência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a primeira especulação será justamente a intenção inicial de plantio das famílias produtoras nos EUA. Essa questão costuma em anos normais ser destaque, mas novamente toma proporções mais significativas pelo momento atual da Guerra Comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que em uma fase diferente que nos 2 últimos anos, pois já existe um acordo fase 1 oficializado, o mercado quer entender se os produtores norte-americanos apostam no fim do impasse ou se aceitarão ou não tomar um risco de plantar uma área maior com soja que em 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E de acordo com os números divulgados por </span><b>Perdue </b><span style="font-weight: 400;">na manhã do primeiro dia do fórum, os produtores estão confiantes que as tratativas de acordo das demais fases evoluirão e que a China mesmo focada nesse momento em combater a propagação do </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> voltara em breve às compras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As intenções preliminares são de uma área de </span><b>85 milhões de acres para soja</b><span style="font-weight: 400;">, 94 para milho e 45 para trigo versus 76.1, 89,7 e 45.1, respectivamente, semeadas na temporada anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale relembrar que em 2019 a intenção preliminar divulgada durante o Forum era maior do que foi de fato plantado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA também projetava </b><span style="font-weight: 400;">85 milhões de acres para a soja e 92 mi acres para milho e 47 para trigo porém as chuvas intensas e incessantes durante praticamente toda a janela de plantio, os produtores norte-americanos, já prejudicados pela continuidade da guerra comercial, deixaram 13 milhões de acres sem plantar nas 3 culturas. E essas áreas foram alocadas no programa de conservação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale o destaque que naquele momento, Trump estava sendo fortemente pressionado pelo setor agrícola para que concluísse de forma positiva as tratativas com China e que atendesse o pleito da classe produtora que se sentia altamente prejudicada e por isso após o fim da janela de plantio, a equipe de Trump anunciou verba para o programa para atender à classe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E justamente são essas áreas que não puderam ser plantadas e que entraram no programa de incentivo do ano passado que devem voltar essa temporada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, mesmo com o coronavírus, que sugere não ter atingido o pico do surto na China, analistas de várias casas dos Estados Unidos mostram-se confiantes no retorno da China às compras. Sobre a demanda eu ainda acredito que China deve sim voltar às compras, mas </span><b>potencialmente </b><span style="font-weight: 400;">para repor estoques de proteína animal e outros alimentos que não soja. O volume de soja deve ser pouco representativo frente à demanda por carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que Brasil e Argentina já abasteceram uma parte importante da necessidade chinesa e durantes os próximos meses as cargas continuarão a ser embarcadas nos portos da américa do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento de </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> que representa imediata queda de consumo e atividade econômica, não parece factível que com as compras já realizadas pelas tradings chinesas, China volte em peso ao mercado da soja dos Estados Unidos para embarques nos curto e médio prazos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chave de tudo nesse momento reside aqui: Coronavírus. A doença impactará no ritmo da demanda chinesa que impactara em preços que por sua vez impactará na decisão do produtor norte americano de qual área plantará. Então vamos ficar ligados.  A gente se vê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço,</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<item>
		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Soja &#8211; Expectativa para o início da semana</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/soja-expectativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 10:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa. Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa? Na justificativa da alta pode-se dizer que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa.</p>
<p>Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: <strong>Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa?</strong></p>
<p>Na justificativa da alta pode-se dizer que o interesse dos fundos pelo &#8220;<strong>impacto altista</strong>&#8221; da <strong>produtividade de soja e milho divulgada pelo</strong> <strong>ProFarmer</strong> no último dia de trabalho de <em><strong>crop tour</strong></em> tinha lá seu encanto. Mas o que mais &#8220;animou&#8221; o mercado foi  a f<strong>ala de Trump durante a reunião do G7,</strong> que aconteceu na França. Ele afirmou ter falado via telefone com China que o teria procurado para retornar as tratativas para chegar a um acordo comercial. E aí novamente eu me questiono: <strong>Será? Será mesmo que falou?</strong></p>
<p><strong>E como nenhuma declaração de Trump é simples ou 100% sopro,  Trump foi Trump, ao afirmar que a China perde muito com a Guerra Comercial, mas que &#8220;agora&#8221; os países &#8220;estão se dando bem&#8221;. Isso passados apenas 2 dias das decisões conflituosas que refletiram perdas nos mercados financeiros mundo afora. </strong></p>
<p>Não podemos esquecer que na sexta fatídica China determinou a taxação de mais 5% sobre produtos de origem americana e na sequência veio a retaliação dos Estados Unidos que vieram paticamente de modo instantâneo.</p>
<p>Se o &#8220;tal&#8221; contato telefônico chines  for desmentido, o mercado não tem no momento atual outros fundamentos positivos a processar. Vale relembrar que nos últimos tuítes de Trump ao afirmar sobre estar sendo procurado pela China que quer um acordo comercial, foi desmentido pela China em 24 horas.</p>
<p>Se formos analisar por essa linha, de continuidade da Guerra Comercial, o viés passa a ser bem negativo para as cotações da soja mas se mantem positivo para a escalada dos prêmios na América do Sul.</p>
<p><strong>Demanda</strong> &#8211; Mesmo com área menor e produtividade mais baixa, os estoques nos Estados Unidos ainda assim continuaram desconfortavelmente altos. A China continuaria fora das compras lá.</p>
<p><strong>Clima</strong> &#8211; As condições climáticas no meio oeste dos Estados Unidos mostram-se favorável às lavouras. As temperaturas não são altas e na maior parte do meio oeste registra umidade adequada.</p>
<p>Com o atraso das lavouras devido as chuvas de abril, maio e junho, há que se monitorar o fundamento Clima. Embora estejamos na última semana de agosto, o mercado climático ainda poderá fazer a diferença nas próximas 3 semanas.</p>
<p>Falta de chuvas, temperaturas baixas, previsão de geadas são temas que correm nos bastidores de Chicago  e são motivos de especulação dos fundos de investimento. Então, vale acompanhar as atualizações dos modelos climáticos americano e europeu, que há dias seguem em sintonia prevendo chuvas entre 10 a 30 milímetros para os próximos 7 dias combinadas com temperaturas mais baixas. Nesse momento essas temperaturas mais baixas apenas retardam o desenvolvimento das lavouras.</p>
<p><strong>Crop Tour</strong> &#8211; Vamos acompanhar também as informações do o <strong>Crop Tour da Labhor</strong>o que iniciou no sábado, dia 25.</p>
<p><strong>Prêmios</strong> &#8211; No Brasil os prêmios base exportação seguem firmes.  Encerramos a semana anterior com negócios em $150 over no spot e 50 over no fevereiro e aí eu me pego questionando se não é hora das tradings  reverem suas estratégias para as compras da safra nova. Muitas delas vinham retardando  essa decisão. Talvez o azedume das tratativas comerciais entre EUA e China na última sexta feira, as façam mudar de opinião.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra Comercial versus Mercado Climático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 16:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[cornbelt]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[g20]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de condições climáticas desfavoráveis para a região do meio oeste norte americana, mais conhecida como cornbelt, compensou o impacto baixista sobre a Guerra Comercial e com isso evitou uma queda acentuada em CBOT nesta Terça Feira, 06. Ontem tivemos todas as ferramentas possíveis para uma grande liquidação nos preços da soja na bolsa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão de condições climáticas desfavoráveis para a região do meio oeste norte americana, mais conhecida como <em>cornbelt</em>, compensou o impacto baixista sobre a Guerra Comercial e com isso evitou uma queda acentuada em CBOT nesta Terça Feira, 06.</p>
<p>Ontem tivemos todas as ferramentas possíveis para uma grande liquidação nos preços da soja na bolsa em Chicago, CBOT. Só faltou os fundos de investimento quererem!</p>
<p>Poucos dias após Trump anunciar que taxará mais uma lista de US$ 300 bilhões em produtos chineses, a partir de 01 de setembro, a China através de seu <strong>Ministério do Comércio</strong> anunciou ainda na terça feira cedo a suspensão de novas compras de produtos de origem norte americana.</p>
<p>A resposta veio 5 dias após o anúncio de Trump. O ministério declarou que considera a medida anunciada por Trump como “uma violação séria do encontro entre os chefes de Estados da China e Estados Unidos” ocorrida durante encontro por ocasião do <strong>G20</strong> no final de junho.</p>
<p>A China não parou por aí e adiantou que estuda tarifar produtos de origem dos Estados Unidos que forem comprados depois do dia 03 de agosto.</p>
<blockquote><p><strong>Vale relembrar que já se vão 17 meses desde o início da guerra deflagrada pelos Estados Unidos inicio de março, quando surpreendeu ao impor taxação nas importações de aço e alumínio da ordem de 25 e 10% respectivamente.</strong></p>
<p><strong>A China na época sentindo-se lesada, impôs tarifação da ordem de 25% sobre uma lista de 545 produtos americanos. Com o boicote, a guerra se materializou e há 17 meses se arrasta trazendo prejuízos a grandes corporações das duas nações.</strong></p></blockquote>
<p>Sobre o clima no meio oeste dos Estados Unidos, não resta outra opção a não ser monitorar atentamente cada atualização dos mapas climáticos nos próximos dias. E olha que os modelos americano, europeu, canadense, entre outros atualizam entre 2 a 3 vezes ao dia. Então segura aí o coração e não esquece do remédio da pressão.</p>
<p>Os mapas de ontem no final da tarde projetavam fracos acumulados para os próximos 10 dias e temperaturas em elevação.</p>
<p><strong>Conversando pessoalmente ontem à noite com produtores</strong> <strong>de dois importantes estados, Iowa e Illinois</strong>, predominaram os relatos de preocupação sobre as temperaturas altas e alguns dias sem chuvas. Segundo os produtores, as lavouras de milho e soja já dão sinais da irregularidade de chuvas.</p>
<p><strong>Confira os mapas de temperatura e chuvas para os próximos 1 a 7 dias.</strong></p>
<p><strong>Temperaturas</strong></p>
<p><strong> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4242 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1.png" alt="" width="592" height="448" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1.png 592w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1-300x227.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></strong></p>
<p><strong>Chuvas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4241 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2.png" alt="" width="592" height="459" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2.png 592w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2-300x233.png 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></strong></p>
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		<title>Clima nos Estados Unidos e Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 12:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa-de-chicago]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[gripe-suina]]></category>
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		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos. O motivo? O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste. As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos.</p>
<p>O motivo? <strong>O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste.</strong></p>
<p>As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região leste de Iowa. Elas afirmaram ainda não terem  conseguido entrar nos campos devido as chuvas constantes que a região vem recebendo.</p>
<p>Com condições climáticas adversas desde o início do ano (<strong>neve, degelo, alagamento, frio)</strong> e com previsões climáticas no médio  prazo antecipando condições úmidas até maio, na média os produtores já vinham antecipando preocupações.</p>
<p>Mas se antes ainda era muito cedo para antecipar uma preocupação mais concreta, entramos numa janela de maior desconforto e preocupações.</p>
<p>Na região de Sullivan, Illinois, uma dos maiores estados em produção de milho e soja, os trabalhos do cereal que costumam iniciar por volta do dia 15 de abril ainda não foram possíveis e para agravar o cenário e fomentar ainda o desconforto dos produtores mais os mapas climáticos atualizados mostram chuvas moderadas para os próximos 7 dias.</p>
<p>Às vésperas de <strong>maio, a preocupação que antes se restringia aos campos, começa a ampliar e com isso ganha peso</strong> <strong>e atenção dos investidores na bolsa</strong> e com isso pode impactar em um premio clima na bolsa em Chicago.</p>
<p>E nesse momento, sem demanda chinesa, o clima poderia causar impacto baixista para a soja.</p>
<p>Isso tudo acontece justamente no início de uma temporada que o produtor americano, aquele que votou no Trump, segue abalado e acumula prejuízos financeiros pelos efeitos da guerra comercial entre os Estados Unidos e China.</p>
<blockquote><p>Os produtores já vinham desde o início do ano antecipando uma estratégia de plantar mais áreas de milho em detrimento às áreas de soja, uma vez que até agora as vendas do grão da temporada passada estão bem atrasadas, os estoques estão altos e o impasse comercial permanece.</p></blockquote>
<p><strong>Essa</strong><b> semana que inicia, uma comitiva americana se dirige à China para as reuniões comerciais com representantes chineses em Pequim.</b>  Segundo informações divulgadas por autoridades norte americanas, no final da próxima semana uma comitiva chinesa seguiria para novo encontro em Washington.</p>
<p>Em caso de entendimento, o acordo poderia então ser selado entre os presidentes dos dois países.</p>
<p>O mercado chegou a ventilar que a divulgação poderia acontecer no próximo encontro do G20, no final de junho, mas se o acordo estiver de fato acertado, os prejuízos diários que a guerra comercial vem acarretando não só aos dois países como ao comércio internacional, justificariam uma reunião fora dessa programação e é justamente isso que o mercado vai monitorar: qualquer indício de uma encontro entre os Governantes.</p>
<p>Pontuado isso, daqui para frente o mercado acompanhará <strong>os mapas climáticos</strong> e <strong>a evolução de plantio nos campos do meio oeste</strong>  e toda e qualquer informação ou declaração que os governos divulguem sobre a guerra comercial. No radar também serão acompanhados os movimentos de <strong>demanda chineses e a atualização dos casos de gripe suína africana na China.</strong></p>
<p>E em meio a esse cenário, nossos vizinhos <strong>argentinos virão com tudo pra oferecer soja no mercado internacional,</strong> tirando do Brasil o pouco de vantagem que o país ainda tem nesse momento da guerra comercial.</p>
<p>É isso aí, vamos ver quais surpresas nos guarda essa semana mais curta no Brasil!<br />
Boa semana e bons negócios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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