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	<title>Arquivos argentina - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Soja em clima de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 13:55:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021! E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira. Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021!</p>
<p>E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do Sul, os preços voltam a subir forte na bolsa de Chicago. A soja com vencimento março de 2021 está cotada no momento a US$ 13,45 bushel com 34 centavos de alta.</p>
<p>Fundos de investimento de grande peso carregam em suas carteiras posições compradas em commodities agrícolas. Na semana passada, com o encerramento do ano, alguns aproveitaram o momento para promover tomadas de lucros e colocar dinheiro no bolso, mas a preocupação crescente com a possibilidade de um encurtamento no quadro de oferta de países como Brasil e Argentina, está motivando uma corrida em busca de proteção a este risco e o que se vê após um final de semana mal chovido é justamente o mercado adicionar cada vez mais prêmio clima.</p>
<p>Com o aperto de estoque mundial e o ritmo de comercialização chinesa não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. As adversidades serão processadas com grandes intensidades. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid,</p>
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<p>Para deixar o clima de tensão maior, além de chuvas abaixo do normal e irregulares para o Brasil e tempo seco na Argentina durante o final de semana, os mapas estendidos de curto prazo não mostram condições ideais para as lavouras sul-americanas.</p>
<p>Vamos acompanhar a atualização dos mapas no decorrer do dia. Daqui para frente a atualização dos mapas que acontece pelo menos em três momentos durante o dia será bastante acompanhada pelos diversos modelos climáticos. Alguns fundos de investimentos têm as melhores consultorias e recebem as atualizações dos serviços de climatologia e por isso mesmo é sempre importante estar atento ás previsões.</p>
<p>Abaixo a matéria que fiz no apagar das luzes do ano e que contextualiza este momento do mercado da soja a movimentos voláteis.<br />
<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/">https://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</a></p>
<p>Um forte abraço e uma ótima semana a todos.</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/276976-soja-em-clima-de-seca-por-andrea-cordeiro.html#.X_Me4dhKiUl" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
</div>
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		<title>Mercado da soja surpreende no apagar das luzes de 2020</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 17:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras</h2>
<p><strong>por Andrea Cordeiro com exclusividade para Canal Rural</strong></p>
<p>Reta final de 2020 e quem diria que exatamente na última semana do ano os preços da oleaginosa na bolsa de Chicago se aproximariam dos US$ 13,00 observados pela última vez em 2014.</p>
<p>Fundos de investimentos mundialmente comprados que já vinham há meses apostando em estoques norte-americanos apertados, deixaram o mercado mais vulnerável a variações por questões fundamentais vindas da América do Sul. A combinação clima irregular e greve portuária na Argentina foi determinante para que alguns investidores e especuladores mundiais, desconfortáveis em aliviarem posições compradas ainda em uma fase de tamanha indefinição, promovessem ainda mais compras.</p>
<p>Os últimos pregões do ano vêm registrando uma variação considerável de preços, refletindo o nervosismo dos participantes que atuam na bolsa. Diversas casas de investimentos vêm realizando lucros nos últimos dias e esses movimentos são especialmente mais intensos nessa época do ano, afinal estamos no apagar das luzes do segundo semestre. *</p>
<p>Voltando ao cenário macro, no curto prazo uma mudança no padrão climático no Brasil, Argentina e o restabelecimento das atividades portuárias na Argentina são fatores de arrefecimento para as cotações e que precisam ser acompanhados mais atentamente. Estes são dois importantes direcionadores de preços para a oleaginosa. Os olhos do mercado estão atentos ao que se passa aqui.</p>
<p>Não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. Qualquer adversidade será processada, sentida, especulada. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid, enfim…</p>
<p>No médio prazo o radar dos fundos continuará concentrado no clima da América do Sul e no percentual de comercialização e ritmo de embarque brasileiro sem deixar de monitorar a demanda chinesa. Nesse ponto, vale destacar que o presidente eleito nos Estados Unidos tomará posse em 20 de janeiro e quase um mês depois o mercado agro já estará focado nos trabalhos da 97ª edição do Agricultural Outlook Fórum, promovido pelo USDA. Nos trabalhos do tradicional evento se projeta área de plantio da próxima temporada norte americana. Com essa prévia o mercado já está começar a contextualizar mais sobre a próxima safra norte-americana novamente e neste momento de mercado com um cenário de estoques apertados nos Estados Unidos podemos presenciar esta transição de mercado antes do usual.</p>
<p>Certamente alguns questionamentos serão sobre a intenção de plantio após um ano de vendas aceleradas e estoques baixos e sobre a viabilidade de resgate ou aporte em áreas de conservação. A chave para tais perguntas encontrará respostas na definição das safras na América do Sul e no ritmo da demanda asiática. Vale prestar atenção no tom diplomático dos primeiros 90 dias de governo democrata de Biden. E tudo isso acontecerá na exata medida que as safras brasileira e argentina ainda estiverem sendo colhidas, processadas e embarcadas.</p>
<p>Por agora vamos focar no curto prazo:</p>
<p>Irregularidades climáticas para a Argentina estão mantidas para os próximos 10 dias. Embora os modelos climáticos estejam divergindo, nas últimas 24 horas o modelo norte-americano intensificou e ampliou as chuvas para Brasil e Paraguai, mas para Argentina e Uruguai os mapas continuam mostrando chuvas deficitárias para as áreas de produção.</p>
<p>Sobre a greve portuária da Argentina que em 20 dias de paralização refletiu em um atraso de aproximadamente 170 navios ao largo esperando para serem carregados, um acordo entre indústrias e sindicatos foi anunciado pela mídia e as atividades devem ser retomadas. Vamos monitorar.</p>
<p>Aproveito para desejar a todos vocês que leem minha coluna aqui no Canal Rural um final de ano de muita reflexão e que levemos para 2021 apenas uma versão melhorada de nós mesmos e que seja justamente ela que nos permita edificar os projetos que tanto queremos.</p>
<p>Que 2021 seja para cada um de nós um ano de sucesso, conquistas, aprendizados, fartura e de bons negócios.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><em>* Muitos destes fundos de investimento participam de múltiplos mercados ao mesmo tempo e é como se não tivessem qualquer selo, como se não tivesse identidade, DNA. Eles não são do agro, mas estão conectados ao agro pelo interesse em lucros. Não são produtores, indústria, tradings, cooperativas, cerealistas, revendas, instituições que fomentam o agro ou seguradoras que buscam proteção de suas posições – hedge. Eles buscam meramente fazer dinheiro; em contrapartida oferecem liquidez e nesta ciranda, sem dó, nem piedade promovem quando bem entendem e querem ajustes em carteiras e embora eu tenha pontuado no texto que os movimentos de lucro são ser normais, isso não significa que algumas vezes não sejam bruscos e que assustem seus participantes.</em></p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/30/soja-2020/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Canal Rural &#8211; Agroinspiradoras</a></p>
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		<title>Chuva, Chicago e Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 14:36:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise</h2>
<p>Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso em levar os preços da soja aos 12 dólares que fossem deixar passar batido colocar dinheiro no bolso?</p>
<p>Pois é, a chave para movimento de ontem e de hoje está nas chuvas. Nada mais previsível que a oportunidade de realizar lucro após os registros de chuvas que aconteceram no final de semana no Brasil, Paraguai e Argentina.</p>
<p>Após tantos meses de um movimento forte de alta com preços direcionados por quase que exclusivamente um fator – demanda chinesa para o grão norte americano, uma correção de preço como a observada é necessária e bem vinda para garantir o equilíbrio e a saúde do mercado.</p>
<p>Vale pontuar que este é um momento de transição, uma fase em que o interesse de mercado retorna à América do Sul. O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil. Com as chuvas do final de semana os trabalhos devem se aproximar de 85% da área nacional. Daqui para frente a evolução do plantio da Argentina também passará a ser mais acompanhada de lupa.</p>
<p>Mesmo com uma área recorde e com toda tecnologia aplicada, o atraso nos trabalhos de plantio, a falta de umidade e altas temperaturas empurraram os trabalhos de plantio e replantio para fora da janela ideal em algumas regiões assim como o déficit de chuvas derrubou o potencial produtivo da safra brasileira. Esse déficit pode ser compensado por outras regiões.</p>
<p>Por agora o que se vê é a tendência de casas de consultoria revisarem suas projeções para a safra brasileira entre 1 a 4 milhões de toneladas.</p>
<p>Em tempos normais este seria um momento em que produtores norte americanos não vendem. Sazonalmente costumam ser mais conservadores após suas colheitas. Já venderam o necessário para pagar suas contas e novas vendas apenas costumam acontecer no próximo ano. Vamos analisar nos próximos dias como será a demanda pelo grão para uso doméstico. Se o rigor do inverno norte americano demandará de mais farelo para uso animal.</p>
<p>Talvez aí esteja a chave para prêmios mais fortes no mercado interno sustentando a ausência da China como compradora do mercado norte americano e mesmo com a quebra e o atraso da entrada da soja brasileira, a competitividade da safra norte americana deve começar a migrar para sul-americana.</p>
<p>Um forte Abraço,</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/01/chuva-chicago-e-soja/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Demanda por Soja em meio à Tensão Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 19:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi uma semana difícil de se decifrar. Uma semana estratégica e cheia nuances e particularidades. Segundo o The Wall Street Journal divulgou no meio da semana, a China teria através de tradings com participação estatal, suspendido embarques próximos de produtos agrícolas de origem norte americana em razão da escalada de tensão entre os dois países. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi uma semana difícil de se decifrar. Uma semana estratégica e cheia nuances e particularidades.</p>
<p>Segundo o <strong>The Wall Street Journal</strong> divulgou no meio da semana, a China teria através de tradings com participação estatal, suspendido embarques próximos de produtos agrícolas de origem norte americana em razão da escalada de tensão entre os dois países.</p>
<p>As informações seriam de um executivo chinês ligado ao setor marítimo e segundo ele por enquanto apenas tradings estatais adotaram essas decisões, mas não descartava a possibilidade de compradoras particulares também adotarem as mesmas medidas. Os embarques suspensos são de milho, carne suína, algodão e soja e os motivos para tais decisões seriam os protestos pró democracia envolvendo Hong Kong e as consequências de declarações envolvendo a pandemia do coronavírus.</p>
<p>Em paralelo, o presidente dos Estados Unidos, que enfrenta uma crise sem precedentes, está em plena campanha eleitoral e vem fazendo declarações bastante intensas sobre a forma como a OMS conduziu o assunto e vinha cobrando da organização explicações pela demora em divulgar informações do acompanhamento da doença na Ásia. Além disso, Trump recentemente fez ameaças sobre pleitear à China indenização pelos prejuízos financeiros causados pelo coronavírus.</p>
<blockquote><p>Na fila dos episódios que escalaram a tensão, destaque para as manobras militares norte-americanos no sul do Mar da China e ameaças sobre imposição de sanções a Hong Kong após China ter recentemente aprovado a lei de segurança nacional além da promessa de revisão da entrada de cidadãos chineses nos Estados Unidos.</p></blockquote>
<p>Em postura observadora, China afirmou que adotaria medidas firmes e deixou o mundo inteiro se preguntando se o acordo da fase 1 da guerra comercial estaria ameaçado.</p>
<p>No entanto, tirando as matérias divulgadas por algumas agências de notícias sobre suspensão de compras e de embarques, não houve qualquer anúncio oficial de medidas chinesas. E isso só fez aumentar ainda mais as especulações uma vez que o que se esperava era uma China apática e pouco interessada por alimentos dos Estados Unidos, ainda mais quando China tinha acabado de comprar 15 cargos de soja de origem brasileira.</p>
<p>Porém surpreendendo novamente ao mercado, China veio às compras e mostrou-se bastante ativa e interessada pela soja dos Estados Unidos.</p>
<blockquote><p>Na terça, o <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> reportou a venda extra de 2 cargos para a China e na quarta, quinta e sexta foram reportadas respectivamente vendas de 186, 120 e 588 mil toneladas de grão para Destinos Desconhecidos &#8211; e aqui um parênteses: nas negociações envolvendo Soja, o mercado processa que Destino Desconhecido é o mesmo que China.</p></blockquote>
<p>Na quinta feira, 04, o órgão divulgou no relatório semanal das vendas agrícolas. O levantamento mostrou novamente a participação ativa da China.</p>
<blockquote><p>Na safra velha (2019/2020) foram vendidos 495 mil tons de soja. Embora seja a venda mais baixa das últimas 6 semanas, mostra o interesse da China para 201 mil tons, embora tenha cancelado uma compra de 66 mil tons.</p>
<p>Já na contabilidade da safra nova (2020/2021), das 607 mil toneladas anunciadas, China arrematou 264,000 MT e possivelmente é a dona de mais 329 mil tons que foram confirmadas como destino desconhecido. Vide tabela no final da matéria.</p></blockquote>
<p>Aqui acho válido destacar que China está em uma fase de recuperação da peste suína africana, precisando repor estoques para a produção de farelo e pode ter agido de forma estratégica. Frente a uma ameaça maior de cumprimento de embarques devido ao coronavírus intensificou compras, justamente em uma janela de embarques em que Brasil não conseguiria dispor: entre os meses de setembro a novembro.</p>
<p>Nessa semana, em entrevista à Agencia Estado, destaquei que tal cenário poderia ser diferente caso o Brasil tivesse condições de importar os grãos dos Estados Unidos uma vez que o Brasil apresenta condições logísticas de descarregar grão através do Porto de Rio Grande.</p>
<p>É fato que China não pode contar com a participação ativa do Brasil que já comercializou grande parte da safra 2019/2020 e tampouco com a Argentina tendo em vista o atual cenário político lá, no qual a origem não vende devido ao alto custo tributário.</p>
<p>Não preciso nem dizer que vãos para um final de semana em que o mundo continuará acompanhando o que acontece entre Estados Unidos e China. Aqui vamos seguir atentos pois tudo o que acontecer entre os dois países, impactará nos preços para a origem brasileira.</p>
<p>Um abraço</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1118 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7597" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC-300x300.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC-768x768.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC-1024x1024.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Vendas-semanais-AC.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Terça com Dobradinha de Levantamentos &#8211; Conab e USDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 10:10:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na agenda agro dessa terça feira tivemos dois importantes relatórios. No início da manhã, Conab &#8211; Cia. Nacional de Abastecimento divulgou o oitavo levantamento da safra brasileira 2019/2020 e na parte da tarde, o USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou a primeira projeção da temporada 2020/2021, safra que está sendo semeada. Aqui o Brasil &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na agenda agro dessa terça feira tivemos dois importantes relatórios.</p>
<p>No início da manhã, Conab &#8211; Cia. Nacional de Abastecimento divulgou o oitavo levantamento da safra brasileira 2019/2020 e na parte da tarde, o USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou a primeira projeção da temporada 2020/2021, safra que está sendo semeada.</p>
<p>Aqui o Brasil &#8211; Conab em razão dos problemas climáticos na Região Sul que impactaram uma menor produtividade nas culturas da soja e milho, revisou a produção nacional de grãos do Brasil para 250,9 milhões de toneladas. O corte na produção de soja foi determinado pelo clima adverso no estado do Rio Grande do Sul. A safra nacional do grão, reduzida em 1,4% está estimada em<br />
120,3 milhões de toneladas, frente a 122.060 em abril.</p>
<p>Mesmo com o recuo, o 8º Levantamento ainda sim projeta uma safra recorde de grãos. O potencial de produção da segunda safra de milho, mais conhecida como safrinha, fará toda a diferença na performance anual. Vale destacar que embora o levantamento ainda não mostre, a produção da safrinha foi impactada também pela estiagem em regiões do estado do Paraná.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o primeiro levantamento de safra não apresentou números diferentes dos que vinham sendo antecipados por várias casas de consultoria. Para esse ponto de partida, foram confirmadas as áreas de plantio anunciadas durante outro relatório divulgado pelo próprio órgão ainda no final de março. As famílias produtoras nos Estados Unidos concentram todos os esforços nos trabalhos em campo e se tudo der certo, devem destinar se tudo der certo, 97 milhões de acres equivalente a 39.4 milhões de hectares para o milho e 83,5 milhões de acres, ou 33.8 milhões de hectares para soja.</p>
<p>Com uma área de plantio bem superior à da temporada passada e considerando uma produtividade média de 49,5 bushels por acre, a produção será de 4.125 bilhões de bushels, equivalente a 112. 3 milhões de toneladas.</p>
<p>O órgão ainda estima um fluxo de exportação e de atividade doméstica mais altos, reflexo da percepção que China voltara às compras de origem norte americanas e que a economia nos Estados Unidos deve se reestabelecer em breve.</p>
<p>O USDA projeta que o Brasil produzirá na próxima temporada 131 milhões de toneladas, reflexo direto do aumento de competitividade (dólar alto/real desvalorizado) e que Argentina produzirá 53 milhões de tons, estimativa condizente com os altos tributos praticados naquele país.</p>
<p>Lembrando que em 2019, os trabalhos de plantio foram prejudicados pelo excesso de chuvas na região do meio oeste quando muitas áreas tiveram que ser replantadas mais de 1 vez, inclusive com áreas sendo destinadas ao Programa de Conservação do Governo.</p>
<p><strong>A seguir, alguns dos principais números da soja.</strong></p>
<hr />
<p><strong>PRODUÇÃO</strong><br />
<strong>Brasil</strong><br />
2019/2020 124 milhões de toneladas<br />
2020/2021 131 milhões de toneladas<br />
Argentina<br />
2019/2020 51 milhões de toneladas<br />
2020/2021 53.5 milhões de toneladas<br />
<strong>EUA</strong><br />
2019/2020 96.8 milhões de toneladas /3.557 bi bushels<br />
2020/2021 112.2 milhões de toneladas /4.125 bi bushels<br />
<strong>China</strong><br />
2019/2020 18.1 milhões de toneladas<br />
2020/2021 17.5 milhões de toneladas</p>
<hr />
<p><strong>IMPORTAÇÃO</strong><br />
<strong>China</strong><br />
2019/2020 92 milhões de toneladas<br />
2020/2021 96 milhões de toneladas</p>
<hr />
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		<title>Soja &#038; Demanda Chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2020 21:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos. Mesmo com essa reação, o saldo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos.</p>
<p>Mesmo com essa reação, o saldo da semana não animou. Os preços da soja voltaram a cair na sexta (7 centavos) e os preços do contrato com vencimento maio, encerraram inalterado frente a semana anterior.</p>
<blockquote><p>No viés de alta, depois de longo período ausente do mercado, os cargos de soja negociados nos Estados Unidos animaram investidores que compraram soja com vencimentos mais curtos. O saldo positivo poderia ter sido melhor, mas nos 3 pregoes em alta, a oleaginosa não apresentou força suficiente para se manter perto das máximas registradas. Além do gás da demanda, correção técnica foi justificativa para a alta.</p></blockquote>
<p>Por agora estamos em um momento de transição. A pressão de safra brasileira foi praticamente precificada, a Argentina segue colhendo enquanto Estados Unidos se voltam aos trabalhos iniciais de plantio, trazendo ferramentas especulativas novas, negativas ou não.</p>
<p>O cenário atual ainda é de uma soja impactada pela queda dos preços internacionais do petróleo, pela falta de demanda expressiva por parte de empresas chinesas, pela competitividade brasileira crescente com altas cambiais seguidas e pelas projeções de grandes áreas destinadas ao plantio de milho e soja, inclusive com resgate em massa de áreas alocadas no Programa de Conservação do governo norte americano.</p>
<blockquote><p>Mas o botão de transição do mercado já começa a processar que o Brasil acumula um alto percentual de comercialização da safra 2019/2020 e retrairá vendas. Em paralelo Argentina mesmo com o estímulo da moeda, adota postura retraída devido à alta carga tributária, direcionando investidores a apostarem que em breve será a vez dos Estados Unidos ocuparem a preferência dos compradores mundiais e em especial dos chineses.</p></blockquote>
<p>Além disso, são cada vez mais recorrentes entre analistas dos Estados Unidos, comentários que o inverno brasileiro deverá complicar a logística de embarques do grão. Alguns antecipam que num futuro próximo o Brasil apresentará dificuldades em administrar os efeitos do coronavirus e que isso respingaria no processo de embarques via portos.</p>
<p>Certamente essa pauta será acompanhada de perto pelos investidores em paralelo a evolução dos trabalhos de plantio nos Estados Unidos, que por agora transcorre de maneira normal, bem diferente do que aconteceu ano passado, quando as chuvas dificultaram ao máximo os trabalhos em campo, lembram?</p>
<p>Será, sem dúvidas, um momento de olhar curioso iniciando o acompanhamento dos trabalhos de plantio no hemisfério norte (EUA, Canadá, Europa e Ásia) sem, no entanto, deixar de observar o que ainda acontece no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.</p>
<p>Vale destacar que o hemisfério norte atravessa pelo menos 3 fases distintas do coronavirus e será vital entender se a doença impactará em perda do potencial produtivo em parte prejudicada pela questão financeira que pode reduzir o grau de tecnologia a ser aplicado em campo ou então devido a atrasos na entrega de insumos e maquinários.</p>
<p>Um outro ponto que chamo atenção foi China ter anunciado início de 2019 um plano de ação para incentivar produtores a plantar mais áreas de soja em detrimento das de milho. A intenção do governo é reduzir estoques estratégicos de milho do governo e a necessidade de importação da oleaginosa.</p>
<p>E sobre China ainda, os próximos dias ajudarão a clarear a dúvida se o país virá de forma mais agressiva às compras de origem dos Estados Unidos. Nesse momento, demanda chinesa é o combustível que falta para consolidar uma recuperação nos preços na Bolsa em Chicago.</p>
<p>O que aguardam os analistas é que China coloque dia a dia sua rotina em dia e siga colocando em casa grande parte da soja que comprou do Brasil, mas que também passe a comprar grão norte americano com embarques a partir de julho. E esse será o grande questionamento do mercado daqui pra frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um abraço e até segunda,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 16:51:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Agricultural Outlook Forum é um encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos.  As [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/">Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Agricultural Outlook Forum </b><span style="font-weight: 400;">é um</span> <span style="font-weight: 400;">encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>projeções de área de área de colheita, produtividade, esmagamento e exportação</b><span style="font-weight: 400;"> são divulgadas durante o segundo dia de trabalho, mas dados preliminares de área de plantio e projeção de preço são sempre antecipados no início dos trabalhos durante a apresentação do secretário de agricultura dos EUA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um momento importante e que marca o despertar de para uma nova safra que começará a ser semeada em poucas semanas. Geralmente </span><b>os trabalhos desse fórum são como uma chave que liga o radar dos fundos de investimento para um novo fundamento</b><span style="font-weight: 400;"> e a partir de então é o momento de começar precificar as possibilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de então, o mercado ficará sensível às possibilidades da nova safra dos Estados Unidos e passará a acompanhar de perto o que é tendência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a primeira especulação será justamente a intenção inicial de plantio das famílias produtoras nos EUA. Essa questão costuma em anos normais ser destaque, mas novamente toma proporções mais significativas pelo momento atual da Guerra Comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que em uma fase diferente que nos 2 últimos anos, pois já existe um acordo fase 1 oficializado, o mercado quer entender se os produtores norte-americanos apostam no fim do impasse ou se aceitarão ou não tomar um risco de plantar uma área maior com soja que em 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E de acordo com os números divulgados por </span><b>Perdue </b><span style="font-weight: 400;">na manhã do primeiro dia do fórum, os produtores estão confiantes que as tratativas de acordo das demais fases evoluirão e que a China mesmo focada nesse momento em combater a propagação do </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> voltara em breve às compras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As intenções preliminares são de uma área de </span><b>85 milhões de acres para soja</b><span style="font-weight: 400;">, 94 para milho e 45 para trigo versus 76.1, 89,7 e 45.1, respectivamente, semeadas na temporada anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale relembrar que em 2019 a intenção preliminar divulgada durante o Forum era maior do que foi de fato plantado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA também projetava </b><span style="font-weight: 400;">85 milhões de acres para a soja e 92 mi acres para milho e 47 para trigo porém as chuvas intensas e incessantes durante praticamente toda a janela de plantio, os produtores norte-americanos, já prejudicados pela continuidade da guerra comercial, deixaram 13 milhões de acres sem plantar nas 3 culturas. E essas áreas foram alocadas no programa de conservação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale o destaque que naquele momento, Trump estava sendo fortemente pressionado pelo setor agrícola para que concluísse de forma positiva as tratativas com China e que atendesse o pleito da classe produtora que se sentia altamente prejudicada e por isso após o fim da janela de plantio, a equipe de Trump anunciou verba para o programa para atender à classe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E justamente são essas áreas que não puderam ser plantadas e que entraram no programa de incentivo do ano passado que devem voltar essa temporada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, mesmo com o coronavírus, que sugere não ter atingido o pico do surto na China, analistas de várias casas dos Estados Unidos mostram-se confiantes no retorno da China às compras. Sobre a demanda eu ainda acredito que China deve sim voltar às compras, mas </span><b>potencialmente </b><span style="font-weight: 400;">para repor estoques de proteína animal e outros alimentos que não soja. O volume de soja deve ser pouco representativo frente à demanda por carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que Brasil e Argentina já abasteceram uma parte importante da necessidade chinesa e durantes os próximos meses as cargas continuarão a ser embarcadas nos portos da américa do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento de </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> que representa imediata queda de consumo e atividade econômica, não parece factível que com as compras já realizadas pelas tradings chinesas, China volte em peso ao mercado da soja dos Estados Unidos para embarques nos curto e médio prazos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chave de tudo nesse momento reside aqui: Coronavírus. A doença impactará no ritmo da demanda chinesa que impactara em preços que por sua vez impactará na decisão do produtor norte americano de qual área plantará. Então vamos ficar ligados.  A gente se vê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço,</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Andrea Cordeiro &#8211; Entrevista para a Revista Agrícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 16:42:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista da co autora do livro Mulheres do Agro, Andrea Cordeiro, concedida à Revista Agrícola, sobre como surgiu o projeto pioneiro Missão Mulheres do Agro e as viagens realizadas aos Estados Unidos, Argentina, China e em 2020 teremos uma viagem inédita à Israel!!!  O propósito das Missões é a busca pelo conhecimento e a valorização da Mulher [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista da co autora do livro Mulheres do Agro, Andrea Cordeiro, concedida à Revista Agrícola, sobre como surgiu o projeto pioneiro Missão Mulheres do Agro e as viagens realizadas aos Estados Unidos, Argentina, China e em 2020 teremos uma viagem inédita à Israel!!! <img decoding="async" class="emojioneemoji" src="https://cdn.jsdelivr.net/emojione/assets/4.0/png/32/1f44f.png" alt="&#x1f44f;" /><img decoding="async" class="emojioneemoji" src="https://cdn.jsdelivr.net/emojione/assets/4.0/png/32/1f44f.png" alt="&#x1f44f;" /><img decoding="async" class="emojioneemoji" src="https://cdn.jsdelivr.net/emojione/assets/4.0/png/32/1f44f.png" alt="&#x1f44f;" /></p>
<div>O propósito das Missões é a busca pelo conhecimento e a valorização da Mulher no Agronegócio!!! <img decoding="async" class="emojioneemoji" src="https://cdn.jsdelivr.net/emojione/assets/4.0/png/32/1f44a.png" alt="&#x1f44a;" /><br />
Aguardem mais novidades em 2020!</p>
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<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/GPxNYY38cr4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Fundos e Commodities</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 17:59:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “Guerra Comercial” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas. E é essa a pergunta que vem intrigando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “</span><b>Guerra Comercial</b><span style="font-weight: 400;">” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é essa a pergunta que vem intrigando a todos os “entendidos” da Soja, afinal o</span><span style="font-weight: 400;">s fundos de investimento, vinham há muito tempo “vendidos” e rapidamente sairão dessa posição para comprar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como são os fundos, independente de classificação que conferem liquidez ao mercado, seja ele qual for, (agro, metais, moedas, ações, papeis)  a pergunta é pertinente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê em meio ao inicio de colheita nos Estados Unidos e do plantio brasileiro eles, os fundos, resolveram zerar posições, inclusive alguns no prejuízo e na sequencia do movimento, encheram suas carteiras com posições comparadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê simplesmente eles não apenas saíram das posições vendidas e ficaram “observando” o mercado para então se posicionarem como comprados na tendência?</span></p>
<p><b>Por que são os fundos que geram cenários e promovem tendências. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nem sempre uma tendência correta, que seja confirmada, mas uma tendência oportunista. Afinal é assim que eles ganham dinheiro: identificando oportunidades, construindo cenários e às vezes antecipando efeitos de possíveis tendências.</span></p>
<p><b>Certamente os fundos saíram das posições vendidas e compraram, identificando oportunidades de ganhar dinheiro, seja por preocupações sobre geadas precoces e neve nos EUA ou condições climáticas secas no Brasil e na Argentina, atraso no plantio, casos de replantio ou quem sabe resolveram apostar mesmo no fim da guerra comercial. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nessa janela atual a pergunta que vale milhões de dólares é: no que os fundos apostaram quando &#8220;viraram a mão&#8221; ? Que apostas fizeram?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É, esse é o mercado financeiro e se quiser estar aqui, deve estar ciente que os agrícolas (soja, milho, trigo, entre outros) compõem o mercado financeiro e que serão em alguns momentos direcionados de acordo com feeling do gestor dos fundos em identificar e até mesmo construir  oportunidades de fazer dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo acompanhamento de casas de consultoria de mercado que se baseiam no levantamento do <strong>CFTC</strong>, os fundos de investimento hoje detém em carteira cerca de 70 mil contratos comprados de soja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Detalhe adicional sobre a virada de mãos de posições: do momento de posição zerada à comprada em 70 mil contratos futuros, fora opções,  bastaram apenas 14 pregões. <strong>Cada contrato futuro equivale a 5 mil bushels ou 136 toneladas.</strong>  </span></p>
<p><strong>Se os fundos esperavam problemas de colheita nos Estados Unidos e atrasos significativos e perda de área no Brasil e Argentina, terão que rever suas estratégias. Se foi na guerra comercial há mais espaço até para os fundos aumentarem suas posições.</strong><strong>  </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana nos reserva uma agenda técnica interessante. Além de dados rotineiros de inspeção e vendas semanais, hoje e quinta feira, respectivamente, o <strong>USDA</strong> &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgará o acompanhamento de colheita nos Estados Unidos (hoje) e o relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e mundial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, o mercado aguarda quando será a reunião de <strong>Trump e Xi Jinping</strong> uma vez que o encontro no Chile durante a <strong>APEC</strong> não acontecerá mais. Na pauta do acompanhamento não poderíamos deixar de fora as declarações de Trump via twitter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ótima semana a todos nós e bons negócios.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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