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	<title>Arquivos Por Dentro do Agro - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Mulheres do Agronegócio Brasil no Congresso ANDAV 2025</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mulheres-do-agronegocio-brasil-no-congresso-andav-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lenços do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
		<category><![CDATA[Pé na Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andav]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAV 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[lencos-do-agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria Confirmada! O Mulheres do Agronegócio Brasil tem a honra de anunciar sua participação no Congresso ANDAV 2025, que acontecerá de 5 a 7 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Este é o maior evento da distribuição de insumos agropecuários da América Latina e promete reunir inovação, conhecimento e conexões que fortalecem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="307" data-end="657">Parceria Confirmada! O <strong data-start="309" data-end="343">Mulheres do Agronegócio Brasil</strong> tem a honra de anunciar sua participação no <strong data-start="388" data-end="412">Congresso ANDAV 2025</strong>, que acontecerá de <strong data-start="432" data-end="493">5 a 7 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo</strong>. Este é o maior evento da distribuição de insumos agropecuários da América Latina e promete reunir inovação, conhecimento e conexões que fortalecem todo o setor.</p>
<p data-start="659" data-end="968">Nossa presença no congresso vem com uma <strong data-start="699" data-end="729">missão clara e inspiradora</strong>: fortalecer a presença feminina no agronegócio, ampliando vozes e garantindo que cada contribuição seja reconhecida e valorizada.</p>
<h2 data-start="970" data-end="1029">Campanha Lenços do Agro: solidariedade que une o setor</h2>
<p data-start="1031" data-end="1299">Durante o Congresso ANDAV 2025, levaremos conosco a emocionante campanha <strong data-start="1104" data-end="1122">Lenços do Agro</strong>, que une o setor em prol de pessoas em tratamento oncológico. Mais do que um gesto simbólico, a iniciativa representa uma verdadeira <strong data-start="1256" data-end="1296">corrente de apoio, empatia e cuidado</strong>.</p>
<p data-start="1301" data-end="1382">Convidamos todos os participantes a se engajarem neste movimento transformador:</p>
<ol>
<li data-start="1385" data-end="1451">Doe <strong data-start="1389" data-end="1422">lenços novos ou em bom estado</strong> em nosso espaço no evento;</li>
<li data-start="1454" data-end="1501">Compartilhe a campanha em suas redes sociais;</li>
<li data-start="1504" data-end="1554">Ajude a espalhar essa mensagem de solidariedade!</li>
</ol>
<h2 data-start="1556" data-end="1586">Juntos, somos mais fortes</h2>
<p data-start="1588" data-end="1896">O agronegócio é construído por muitas mãos — e cada uma delas faz a diferença. Nosso compromisso é garantir que essas mãos sejam <strong data-start="1717" data-end="1750">vistas, ouvidas e valorizadas</strong>. Estar no ANDAV 2025 é mais do que participar de um congresso: é reafirmar o poder da união, da diversidade e do protagonismo feminino no agro.</p>
<p data-start="1898" data-end="1956">Esperamos você para viver esse momento especial conosco.</p>
<p data-start="1958" data-end="2116"><strong data-start="1961" data-end="1970">Data:</strong> 5 a 7 de agosto de 2025<br data-start="1994" data-end="1997" /><strong data-start="2000" data-end="2010">Local:</strong> Transamerica Expo Center — São Paulo<br data-start="2047" data-end="2050" />Saiba mais: <a class="cursor-pointer" href="https://www.eventosandav.com.br/sobre-o-congresso-andav/" target="_new" rel="noopener" data-start="2065" data-end="2114">eventosandav.com.br</a></p>
<p data-start="1958" data-end="2116"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16840 size-large" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/07/andav1-819x1024.jpg" alt="" width="819" height="1024" /></p>
<p data-start="2118" data-end="2194"><strong data-start="2118" data-end="2192">Mulheres do Agronegócio Brasil no ANDAV 2025 — A força que transforma!</strong></p>
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		<title>Mel, doçura que nutre e encanta</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mel-docura-que-nutre-e-encanta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 18:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#mulheresdoagronegociobrasil]]></category>
		<category><![CDATA[#sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mel Brasileiro: Doçura que Nutre e Encanta Conheça as Espécies Brasileiras e Suas Singularidades O mel é mais do que um adoçante natural. É um elixir da natureza, repleto de história, sabor e benefícios para a saúde. No Brasil, essa doçura tem uma rica tradição, impulsionada pela diversidade de sua flora e pelo trabalho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Mel Brasileiro: Doçura que Nutre e Encanta</strong></p>
<p><strong>Conheça as Espécies Brasileiras e Suas Singularidades</strong></p>
<p>O mel é mais do que um adoçante natural. É um elixir da natureza, repleto de história, sabor e benefícios para a saúde. No Brasil, essa doçura tem uma rica tradição, impulsionada pela diversidade de sua flora e pelo trabalho dedicado de apicultores em todo o país.</p>
<p>Com mais de 300 tipos de flora melífera, o Brasil é um dos maiores produtores de mel do mundo, oferecendo uma ampla variedade de sabores e aromas. Desde a vastidão da Amazônia até as planícies do Pampa, nossas paisagens abrigam uma miríade de flores que alimentam as abelhas, resultando em uma gama impressionante de tipos de mel, cada um com suas características únicas.</p>
<p>Além de sua deliciosa doçura, o mel brasileiro é uma fonte de nutrientes essenciais. Rico em antioxidantes, vitaminas e minerais, como cálcio, potássio e magnésio, ele não só adoça, mas também nutre o corpo, fortalecendo o sistema imunológico e promovendo a saúde cardiovascular.</p>
<p>O Brasil tem uma rica tradição apícola, essa doçura é resultado da colaboração entre abelhas nativas e uma flora exuberante e a comunidades de apicultores em todo o país trabalha para promover práticas sustentáveis e preservar a qualidade e a diversidade do mel brasileiro. As famílias apicultoras cuidam das abelhas, desempenham um papel vital na preservação dos ecossistemas e promovem  a segurança alimentar.</p>
<p>Ao escolher mel brasileiro, não apenas você desfruta de uma delícia natural e nutritiva, mas também apoia uma cadeia de produção que valoriza a biodiversidade e o bem-estar das abelhas.</p>
<p>Abaixo algumas das espécies de abelhas e seus méis distintos que tornam o Brasil um dos principais produtores mundiais.</p>
<ol>
<li><strong>Abelhas Sem Ferrão (Meliponíneos)</strong>: No Brasil, as abelhas sem ferrão são estrelas da apicultura. Com mais de 300 espécies catalogadas, essas abelhas nativas desempenham um papel vital na polinização e na produção de mel. Entre as mais conhecidas estão a Jataí (Tetragonisca angustula), a Mandaçaia (Melipona quadrifasciata), e a Uruçu (Melipona scutellaris).</li>
<li><strong>Abelha-Europeia (Apis mellifera)</strong>: Introduzida no Brasil durante o período colonial, a abelha-europeia é a principal responsável pela produção comercial de mel. Com diferentes subespécies adaptadas às diversas regiões do país, como a Apis mellifera africanizada, essa abelha desempenha um papel crucial na polinização de culturas agrícolas.</li>
<li><strong>Méis Monoflorais</strong>: Uma das características mais fascinantes do mel brasileiro é a sua variedade de méis monoflorais, produzidos a partir do néctar de uma única espécie de flor. O mel de laranjeira, por exemplo, é suave e delicado, enquanto o mel de eucalipto tem um sabor mais intenso e característico. Essa diversidade de sabores reflete a riqueza da nossa flora e das técnicas de apicultura.</li>
<li><strong>Mel Silvestre</strong>: Além dos méis monoflorais, o Brasil também é lar de méis silvestres, coletados pelas abelhas em áreas de mata nativa. Esses méis capturam os aromas e sabores únicos da biodiversidade brasileira, oferecendo uma experiência sensorial incomparável.</li>
</ol>
<p>Ao conhecer e valorizar as diferentes espécies de abelhas e seus méis, contribuímos para a preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável da apicultura no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes: <strong><a href="https://www.embrapa.br/">Embrapa</a>, <a href="https://abelha.org.br/apicultura/">Associação Brasileira de Apicultura</a>, <a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a></strong></p>
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		<title>Março, entendendo as origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 23:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Março &#8211; Mês da Mulher Entendendo as origens das celebrações de março e repaginando a atualidades em uma jornada de conquistas À medida que o mundo celebra o mês das mulheres, é importante não apenas reconhecer as origens históricas dessa data, mas também refletir sobre o progresso atual das mulheres no mercado de trabalho, especialmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Março &#8211; Mês da Mulher </strong></p>
<p><strong>Entendendo as origens das celebrações de março e repaginando a atualidades em uma jornada de conquistas</strong></p>
<p>À medida que o mundo celebra o mês das mulheres, é importante não apenas reconhecer as origens históricas dessa data, mas também refletir sobre o progresso atual das mulheres no mercado de trabalho, especialmente no setor vital do agronegócio.</p>
<p>O Dia Internacional da Mulher – 08 de março &#8211; remonta a marcos importantes na trajetória por direitos e igualdade de gênero. Originando-se de manifestações de mulheres trabalhadoras por melhores condições de trabalho e direitos civis, essa data se estabeleceu como um lembrete perene da necessidade de avançar em direção à igualdade e justiça para todas as mulheres.</p>
<p>Mesmo enquanto comemoramos conquistas históricas, é importante entender que ainda há muito a ser feito. No Brasil, as mulheres representam quase metade da força de trabalho, mas ainda enfrentam disparidades significativas em relação aos homens no que diz respeito à remuneração, oportunidades de carreira e representação nos cargos de liderança. Essas desigualdades são ainda mais acentuadas em setores tradicionalmente masculinos e aqui podemos incluir o agronegócio.</p>
<p>No entanto o agronegócio como um todo vem desde meados dos anos 2015, testemunhando mudanças positivas.</p>
<p>As mulheres estão assumindo seus protagonismos e autoridade com extrema competência dentro e fora da porteira, isso tudo fruto de muito empenho, estímulo e capacitação recorrente.</p>
<p>Em todas as etapas da cadeia produtiva, desde a produção agrícola até a gestão empresária elas estão marcam presença, seja liderando iniciativas inovadoras, promovendo a sustentabilidade e contribuindo para a diversificação e o crescimento dos negócios e do setor.</p>
<p>Além do Brasil, no cenário global, as mulheres estão conquistando espaço e reconhecimento em todos os setores. Países ao redor do mundo estão implementando políticas e programas destinados a promover a igualdade de gênero no local de trabalho e além, reconhecendo que o valor e importância das mulheres são essenciais para o desenvolvimento econômico e social sustentável.</p>
<p>Neste mês das mulheres, é crucial não apenas celebrar as conquistas passadas, mas também reafirmar nosso compromisso com a promoção da igualdade de gênero em todas as esferas da sociedade. No agronegócio brasileiro e em todo o mundo, as mulheres desempenham um papel vital que não pode mais ser ignorado e sequer silenciado. É hora de reconhecer e valorizar plenamente suas contribuições, capacitando-as com oportunidades iguais e garantindo que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas em todos os níveis.</p>
<p>À medida que olhamos para o futuro, devemos nos comprometer a construir um mundo onde todas as mulheres tenham o direito de realizar seu pleno potencial, não apenas durante o mês das mulheres, mas todos os dias do ano.</p>
<p>Juntas, podemos criar um futuro mais justo, inclusivo e próspero para o Brasil e o agro através de todos os segmentos e todas as cadeias têm grande responsabilidade e papel na construção desta trajetória.</p>
<p><strong>Durante este mês traremos textos e artigos sobre histórias e projetos de Mulheres do Agro que valorizar outras mulheres e o Brasil.</strong></p>
<p><strong>Se você tem alguma história para contar, nós queremos ouvir.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>contato@missaomulheresdoagro.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Honrando os guardiões da terra</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/honrando-os-guardioes-da-terra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 18:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia dos Agricultores: Homenageando os Guardiões da Terra Descubra a Origem do Dia dos Agricultores e a Importância Vital de sua Dedicação Hoje, dia 28 de julho, dia dos agricultores, uma data especial que celebra os profissionais que trabalham incansavelmente no campo, cultivando alimentos e garantindo a segurança alimentar da humanidade.Dos bilhões de seres que habitam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia dos Agricultores: Homenageando os Guardiões da Terra</strong></p>
<p><strong>Descubra a Origem do Dia dos Agricultores e a Importância Vital de sua Dedicação</strong></p>
<p>Hoje, dia 28 de julho, dia dos agricultores, uma data especial que celebra os profissionais que trabalham incansavelmente no campo, cultivando alimentos e garantindo a segurança alimentar da humanidade.Dos bilhões de seres que habitam ao redor do mundo. Neste artigo, queremos te convidar a explorar a origem dessa importante celebração e também destacaremos a relevância do trabalho árduo e apaixonado dos agricultores para a sociedade moderna. Vem conosco?</p>
<p><strong><em>Origem do Dia dos Agricultores</em></strong></p>
<p>A origem do Dia dos Agricultores remonta a diferentes épocas e tradições em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, a data foi oficializada em <strong>28 de julho por meio da Lei nº 5.496/1968</strong>, como uma homenagem aos trabalhadores rurais que contribuem significativamente para o desenvolvimento agrícola e econômico do país. Essa escolha da data se deu em virtude do <strong>dia de São Cristóvão, padroeiro dos agricultores</strong>.</p>
<p>Em outros países, a celebração pode ocorrer em datas variadas, de acordo com as colheitas locais e festividades culturais. Independentemente da data específica, a essência da homenagem permanece universal: reconhecer e agradecer aos agricultores pelo seu trabalho essencial e vital.</p>
<p><strong><em>A Importância do Trabalho dos Agricultores</em></strong></p>
<p>Sempre acreditei que os agricultores são os verdadeiros guardiões da terra, responsáveis por garantir a produção de alimentos que abastecem nossa população crescente. Eles enfrentam inúmeros desafios, desde condições climáticas imprevisíveis até questões de mercado e tecnológicas, mas é difícil vê-los perder  sua dedicação e paixão pelo que fazem e abandonar seus ofícios.</p>
<p>Através de seu da a dia colaboram para muito em um país e antes de enumerar algumas destas colaborações quero trazer uma abordagem de reconhecimento de alguns países sobre a agricultura. Cada vez que viajo aos Estados Unidos não me caso de presenciar pessoas que vivem no ambiente urbano agradecendo aos agricultores quando os encontram em mercados, feiras, restaurantes ou em momentos de lazer.  A consciência que os agricultores e pecuaristas provêm alimentos ao mundo e preservam a natureza é bem destacada na maioria dos lares em muitos países.</p>
<ol>
<li><strong>Segurança Alimentar:</strong> A agricultura é a base da segurança alimentar global. Os agricultores trabalham incansavelmente para cultivar grãos, frutas, vegetais e proteínas animais, essenciais para nutrir bilhões de pessoas diariamente.</li>
<li><strong>Desenvolvimento Econômico:</strong> O setor agrícola desempenha um papel crucial no crescimento econômico de muitos países, gerando empregos e impulsionando a economia local e nacional. Nosso Brasil tem números do PIB bastante consolidados pelo agro  &#8211; advindos da pecuária e agricultura.</li>
<li><strong>Sustentabilidade Ambiental:</strong> Os agricultores também são atores importantes na preservação do meio ambiente e na adoção de práticas sustentáveis. A agricultura consciente é fundamental para garantir o equilíbrio entre a produção de alimentos e a conservação dos recursos naturais.</li>
</ol>
<p><strong><em>Brasil e agricultura </em></strong></p>
<p>O Brasil é um país agrícola de destaque, com vastas áreas de terras férteis e uma diversidade de climas que possibilitam a produção de diversos tipos de culturas. Alguns exemplos de como o trabalho dos agricultores tem impactado o país são:</p>
<ol>
<li><strong>Agricultura Familiar:</strong> No Brasil, a agricultura familiar desempenha um papel fundamental na produção de alimentos. São milhares de famílias trabalhando em pequenas propriedades rurais, produzindo alimentos para o consumo interno e contribuindo para a economia local.</li>
<li><strong>Agronegócio:</strong> O Brasil é um dos principais produtores e exportadores agrícolas do mundo. O agronegócio tem um papel estratégico na economia brasileira, impulsionando o PIB e gerando divisas por meio da exportação de commodities agrícolas.</li>
<li><strong>Tecnologia no Campo:</strong>  A agricultura moderna tem se beneficiado enormemente das inovações tecnológicas, aumentando a eficiência e a produtividade do setor. Os agricultores estão constantemente se atualizando para utilizar técnicas mais avançadas e sustentáveis e o setor agrícola brasileiro tem abraçado a tecnologia com a aplicação de drones, sensores, softwares de gestão e entre outras inovações têm melhorado a produtividade e a sustentabilidade das atividades agrícolas.</li>
<li><strong>Agroecologia e Sustentabilidade:</strong> Cada vez mais agricultores adotam programas com múltiplas ações agroecológicas e sustentáveis. A produção orgânica, o sistema ILPF integração lavoura pecuária floresta e a rotação de culturas são algumas das abordagens costumeiramente  utilizadas para preservar o meio ambiente e promover a saúde do solo.</li>
</ol>
<p>O Dia dos Agricultores é uma oportunidade para reconhecer e valorizar os heróis que trabalham incansavelmente para alimentar a população mundial. Sua dedicação à terra, à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento econômico é inestimável. O Brasil é um exemplo de como o trabalho dos agricultores pode transformar positivamente um país, fornecendo segurança alimentar, gerando empregos e impulsionando a economia.</p>
<p>Neste dia especial, é importante expressarmos nossa gratidão e apoio a esses profissionais e seus propósitos. O futuro da humanidade depende diretamente do trabalho dos agricultores,.  para isso deixamos aqui uma reflexão sobre segurança alimentar e as condições necessárias para continuar alimentando o mundo e políticas públicas que valorizem o trabalho dos agricultores que promovam  o crescimento do setor e do país como um todo.</p>
<p>Andrea Cordeiro</p>
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		<title>Em contagem regressiva &#8211; por Andrea Cordeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 20:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos em contagem regressiva para a Missão Mulheres do Agro deste ano. Após uma janela superior a 2 anos sem missões internacionais, o destino da edição comemorativa deste ano será os Estados Unidos. Este projeto idealizado por mim lá no início dos anos 2000 foi pioneiro ao reunir  profissionais mulheres que atuam no agro, dentro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em contagem regressiva para a <a href="http://www.mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a> deste ano. Após uma janela superior a 2 anos sem missões internacionais, o destino da edição comemorativa deste ano será os Estados Unidos.</p>
<p>Este projeto idealizado por mim lá no início dos anos 2000 foi pioneiro ao reunir  profissionais mulheres que atuam no agro, dentro e fora da porteira, em uma imersão técnica de alto impacto.</p>
<p>Esta ação, uma das primeiras que idealizei profissionalmente, está pautada em inclusão desde quando o mercado ainda não discutia abertamente o ESG.</p>
<p>Toda a curva de aprendizado, toda história, propósito e bagagem que este projeto gera coletivamente, reforçam em mim a convicção que desde sempre eu estava no caminho certo.</p>
<p>Sempre acreditei que o caminho para valorizar pessoas passa pelo conhecimento, pela educação e quando penso em agro, Brasil, mulheres e pluralidade não me vem nada diferente à mente que ações para incentivar e multiplicar a capacitação.</p>
<p>Não existe ESG sem consciência coletiva e não existe conscientização sem educação e é por isso que a cada agenda que customizo e mentoro gera conteúdo relevante e motiva profissionais para interagir e pensar de forma múltipla e plural.</p>
<p>Meu propósito é motivar protagonismo pela capacitação. Despertar consciência de liderança para a construção de um setor a cada safra mais sutentável social e economicamente.</p>
<p>Eu me orgulho de me sentir pertencente a este momento do país e de perceber que através de minhas missões, desperto, valorizo e motivo tantas lideranças no setor e tenho certeza que na missão deste ano, não será diferente.</p>
<p>Serão 17 dias percorrendo com 15 profissionais, 5 grandes estados de produção agro e citrus &#8211; Iowa, Illinois, Indiana, Missouri e Flórida e além da agenda técnica rica com troca de expertise em visitas a propriedades rurais, associações, consulado, CBOT, industrias, casa de consultoria, Universidades &#8211; debateremos diariamente temas de grande relevância para o setor.</p>
<p>Para mais informações sobre o programa que realizarei daqui 16 dias visite o site https://lnkd.in/da8Ehqs4</p>
<p><b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=lideran%C3%A7a&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="0">#liderança</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=miss%C3%A3o&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="1">#missão</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=imers%C3%A3o&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="2">#imersão</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=conheciento&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="3">#conheciento</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=protagonismo&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="4">#protagonismo</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=agro&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="5">#agro</a></b> <b><a href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=esg&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A6952654961058934784" data-attribute-index="6">#ESG</a></b></p>
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		<title>O que querem as Mulheres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 18:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que querem as mulheres? Querem reconhecimento! Querem ser valorizadas! E como valorizar mulheres? Através de conhecimento E como prover conhecimento às mulheres do Agro? Investindo em ações que gerem capacitação e inspiração! O mês de março está aí. Juntos às tradicionais flores, chocolate e cartão, ofereça um livro, um curso, uma palestra! Nossa sugestão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color"><strong>O que querem as mulheres?</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color">Querem reconhecimento! Querem ser valorizadas!</p>



<p class="has-black-color has-text-color"><strong>E como valorizar mulheres?</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color">Através de conhecimento</p>



<p class="has-black-color has-text-color"><strong>E como prover conhecimento às mulheres do Agro?</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color">Investindo em ações que gerem capacitação e inspiração!</p>



<p class="has-black-color has-text-color">O mês de março está aí. Juntos às tradicionais flores, chocolate e cartão, ofereça um livro, um curso, uma palestra!</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Nossa sugestão de hoje é o pioneiro livro escrito por quatro autoras que tinham um sonho: o de permitir que as vozes das mulheres fossem ouvidas!&nbsp; <strong>Mulheres do Agro &#8211; inspirações para vencer desafios dentro e fora da porteira &#8211; </strong>Andrea Cordeiro, Mariely Biff, Roberta Paffaro, Ticiane Figueiredo se reuniram e financiaram sozinhas, sem apoio e patrocínio, os custos deste projeto lindo que traz conhecimento técnico e inspiração.</p>



<p class="has-black-color has-text-color">Sigam o perfil do livro:</p>



<p class="has-vivid-green-cyan-color has-text-color">@livromulheresdoagro</p>



<p>Sigam o perfil das autoras:</p>



<p>@andreasousacordeiro</p>



<p>@marielybiff</p>



<p>@robertapaffaro</p>



<p>@ticianefigueiredoagro</p>
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		<title>Agroinfluenciadores</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agroinfluenciadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 14:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agroinfluenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[influenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Andrea Cordeiro Quando alguém se referiu a mim como agroinfluenciadora pela primeira vez, confesso que senti algo diferente. Não sei explicar o que foi, mas me peguei perguntando o que de fato significava esse conceito. Até porque eu confundia um pouco o papel de agroinfluenciadores com a figura típica e caracterizada de blogueiros e, embora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por Andrea Cordeiro</p>
<p>Quando alguém se referiu a mim como agroinfluenciadora pela primeira vez, confesso que senti algo diferente. Não sei explicar o que foi, mas me peguei perguntando o que de fato significava esse conceito. Até porque eu confundia um pouco o papel de agroinfluenciadores com a figura típica e caracterizada de blogueiros e, embora eu também tivesse um blog, achava a expressão <em>blogueira</em> um tanto quanto vazia para me definir.</p>
<p>Mas voltando a minha primeira vez…</p>
<p>Em uma noite de sexta-feira, alguns amigos me enviaram a arte de um importante evento agro do qual eu participaria. Nela, junto a minha foto, uma descrição resumida do meu currículo focando na minha expertise profissional e, ao final, o termo <em>Influenciadora do agro</em>.</p>
<p>Essa foi a minha primeira vez, mas, talvez, a sensação mais estranha tenha sido semanas depois. Em São Paulo, naquele evento nacional, com plateia lotada, fui chamada ao palco para compor o painel e, em meio a 500 pessoas, fui ao final da minha apresentação, referenciada como coautora do livro <em>Mulheres do Agro,</em> que tinha acabado de lançar, e agroinfluenciadora.</p>
<p>Ali, naquele momento, bem no meio do caminho entre a plateia e o palco, meu estômago congelou diante da ideia de que, dali para frente, a expressão<em> influenciadora do agro</em> seria mais um título que eu passaria a incorporar em meu currículo no LinkedIn.</p>
<p>Nos dias que se passaram ao evento, que por sinal teve grande visibilidade nacional, muito se falou sobre os trabalhos e logicamente sobre o que eu falei também. Um importante jornal fez um encadernado sobre todo o evento e, mais uma vez, me proporcionou longo alcance da minha voz sobre grandes desafios do agro.</p>
<p>Daquele dia para cá, eu me debrucei sobre a temática. Não sei fazer nada pelas metades. Eu me matriculei no curso para agroinfluenciadores do Tiago Martinez, fui ouvir orientações profissionais da Michely Santana, dos Jovens do Agro, e conversei com profissionais que conduzem esse trabalho em grandes empresas do agro brasileiro. Só aí, eu realmente entendi que o papel central dos agroinfluenciadores é, através de seu conhecimento e posicionamento, validar processos e conceitos de empresas baseados em suas próprias experiências e expertises.</p>
<p>E ao entender isso, eu passei por um processo de epifania. Sabe aquela expressão a<em> ficha caiu</em>? Ou <em>a chave virou? </em>Pois é, eu imediatamente me dei conta de duas situações: o grau de responsabilidade e comprometimento dos influenciadores ao emprestarem sua voz para uma empresa e, na outra ponta, o nível de confiança daquela empresa em acolher a voz dos influenciadores com sua própria voz.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-8180 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/15278.jpg" alt="" width="800" height="476" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/15278.jpg 800w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/15278-300x179.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/15278-768x457.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h2><strong>A nova comunicação do agro </strong></h2>
<p>Vamos focar no agro, que é um setor fora da curva e que se nega a cruzar os braços. Percebe-se que foi justamente nessa fase de isolamento social o despertar de muitas empresas que, agora, estão buscando se reinventar, transformar o processo da comunicação junto ao seu público. Para isso, estão usando do influenciadores digitais, aqui chamados de <em>agroinfluenciadores</em>.</p>
<p>Foi através desses profissionais e no ambiente digital que empresas construíram um vínculo diferenciado com seu público ou se reaproximaram dele.</p>
<p>Embora, para alguns, os agroinfluenciadores sejam uma figura efêmera, eu defendo que essa classe de profissionais veio para ficar. Mas aposto também que as empresas não buscam qualquer apenas mais um ou qualquer um. A busca é por profissionais que estejam engajados com o setor e que entreguem 100% de sua autoridade para as empresas que os contratam.</p>
<p>Aqui um alerta…</p>
<p>Não importa o setor ou o segmento, mas as empresas não buscam mais aquela figura clássica com redes sociais com muitos likes, seguidores e lotados de lacração. Não, pelo contrário, não é isso que as empresas buscam. Elas abriram seus radares para profissionais locais ou regionais, que nem sempre são conhecidos nacionalmente e que têm capacidade de se conectar e interagir com um público real e orgânico daquela marca.</p>
<p>Não é apenas representar a empresa da boca pra fora, mas sim vestir a camisa da marca com simplicidade, humildade e empatia. Hoje, a busca é por profissionais com valores e propósitos semelhantes aos das suas marcas, com autoridade consolidada no meio, mas que não deixe de demonstrar paixão pelo que faz através de suas colocações. E isso aqui, minha gente, é algo inegociável pra empresas que contratam influenciadores. Cada vez menos, as empresas querem apenas mais alguém, mais um rosto.</p>
<p>As empresas querem voz. E voz com alcance assertivo e de conteúdo. Querem, sim, alguém que reforce sua imagem através de carisma, conteúdo e identificação.</p>
<p>E pensando que o influenciador é tudo isso, quero finalizar esse texto te convidando para duas reflexões.</p>
<p>Primeiro, que você perceba quais são os influenciadores das marcas que compra, que se relaciona e se associa e exercite seu senso crítico sobre isso. Reflita se eles respondem às suas expectativas e se você se sente representada/o por eles?</p>
<p>E segundo, aproveitando o gancho que todos somos, em maior ou menor escala, líderes e formadores de opinião em nossos círculos pessoais e corporativos e que a pandemia tem nos feito mergulhar em um mundo digital, quero te questionar sobre a relevância do teu próprio papel e o alcance da tua própria voz.</p>
<p>Quero muito saber o que pensa sobre isso e se puder deixa aqui teu comentário ou passa lá no meu perfil no Instagram – <a href="https://www.instagram.com/andreasousacordeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">@andreasousacordeiro</a> e <a href="https://www.instagram.com/mulheresdoagronegociobrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">@mulheresdoagronegociobrasil</a>.</p>
<p>A propósito, minha conta pessoal tem pouco mais de dois mil seguidores, e a do Mulheres do Agronegócio Brasil tem 10.8 mil seguidores. Para muitos, tenho pouquíssimos seguidores, mas eu garanto a vocês que minha voz alcança quem eu preciso alcançar, pois é orgânica.</p>
<p><a href="https://pordentrodoagro.com.br/agroinfluenciadores/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Syngenta Digital</a></p>
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		<title>O Agro Em Tempos De Coronavírus</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/o-agro-em-tempos-de-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 16:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto produzido para Strider Agro A expressão “o agro é inquieto, o agro é dinâmico” sempre me trouxe a possibilidade de muitos questionamentos e de várias certezas. Enquanto estudante, achava o máximo a semana do feriado de Carnaval. Poder ficar em casa, descansar, colocar a leitura em dia era muito sedutor. Porém, quando comecei a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto produzido para Strider Agro</strong></p>
</blockquote>
<p>A expressão “<strong>o agro é inquieto, o agro é dinâmico</strong>” sempre me trouxe a possibilidade de muitos questionamentos e de várias certezas.</p>
<p>Enquanto estudante, achava o máximo a semana do feriado de Carnaval. Poder ficar em casa, descansar, colocar a leitura em dia era muito sedutor.</p>
<p>Porém, quando comecei a trabalhar no agro, e aí já se vão 24 anos, passei a perceber que, enquanto uma nação inteira parava para festejar, existia sempre outro setor, junto com o turismo, que estava a mil por hora. E esse setor era o agro.</p>
<p>Passei a ver também que, muitas vezes, as férias do agro se resumiam a poucos dias no ano, pois toda hora era hora de alguma atividade importante dentro e fora da porteira.</p>
<p>Trazendo esse contexto para os momentos atuais, nos quais somos impactados pelo <strong>coronavírus </strong>e em que muitas nações pararam, eu refleti ainda mais sobre essa expressão.</p>
<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link" href="https://blog.strider.ag/coronavirus-e-agricultura/">Veja a rotina dos produtores na pandemia</a></div>
<p>Certamente, a saúde é o setor que está na linha de frente da demanda atual, realizando um trabalho louvável que, sem dúvida, merece nosso profundo reconhecimento. São enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, técnicos, médicos, indústrias variadas e toda uma legião administrativa e operacional ligada à saúde que, em conjunto, se mobiliza para assistir a população.</p>
<p>Com profissionais da saúde queridos e próximos a mim, não poderia deixar de dizer sobre o orgulho que sinto pela mobilização, pelo trabalho intenso e pela entrega que fazem por todos nós, mas, trabalhando no agro, também não posso deixar de olhar para esse setor que, desde o início da doença, se mostrou unido e disposto a colaborar.</p>
<p>Enquanto muitos de nós parávamos nas cidades, atendendo às recomendações das autoridades, nos campos, presenciávamos uma atividade crescente.</p>
<p>O setor fora da porteira, mesmo prejudicado por determinações de autoridades estaduais ou municipais, se mobilizava para garantir a oferta e logística necessárias para insumos, peças e serviços para o setor dentro da porteira.</p>
<p>Indústrias, portos, armazéns gerais se mobilizaram e adotaram medidas para continuar operacionais. Tivemos ameaças de greve, pressões diversas, bloqueios nas estradas, mas, para cada problema que surgia, lá estava o universo agro buscando caminhos.</p>
<p>O Ministério da Agricultura, competente e articulado, mobilizou um plano de ação para administrar os problemas à medida que surgiam. Para cada problema, um olhar. Não vamos dizer que foram dias fáceis e nem que eles acabaram, mas seguimos todos, iniciativa pública e privada, fomentando a parte que nos cabe no processo de fazer o Brasil se manter operacional.</p>
<p>Houve problemas sim, mas não falta comida <em>in natura</em> ou processada nas prateleiras dos pequenos, médios e grandes centros. Também não falta combustível, energia. Vale lembrar que, em épocas como essa, quando as incertezas são muitas, o pânico domina, e a primeira reação em massa é estocar produtos. Em alguns centros, isso aconteceu de forma isolada, mas o setor estava unido para resolver.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" class="wp-image-177019" src="https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2020/04/agro-coronav%C3%ADrus-1.jpg" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" srcset="https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2020/04/agro-coronavírus-1.jpg 600w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2020/04/agro-coronavírus-1-300x300.jpg 300w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2020/04/agro-coronavírus-1-150x150.jpg 150w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2020/04/agro-coronavírus-1-100x100.jpg 100w" alt="agro coronavírus" /><figcaption><a href="https://www.instagram.com/andreasousacordeiro/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">Andrea Cordeiro</a></figcaption></figure>
</div>
<p>Muitas empresas do setor doaram recursos financeiros, outras, máscaras, álcool, várias disponibilizaram mão de obra, foram às ruas para garantir que não faltasse comida na mesa dos menos favorecidos.</p>
<p>Campanhas para dar condições aos caminhoneiros, que fazem a logística da maior safra de soja colhida no Brasil, foram eficazes. Gestos lindos foram presenciados pois, em alguns pontos, não havia parada para o caminhoneiro.</p>
<p>Entre tantos produtos, a safra do grão foi colhida durante o auge da crise, e os caminhões nas estradas fluíram, permitindo que o Brasil cumprisse compromissos.</p>
<p>No mercado interno, o desabastecimento de alguns produtos foram pontuais, e rapidamente o cenário foi restabelecido.</p>
<p>Com as limitações, temos um agro que se move. Um agro que se negou a ficar inerte e, mesmo abalado pelas dificuldades geradas, como as de crédito, soube partilhar.</p>
<p>Nunca vi tantos webinars, tantas lives e conteúdos disponibilizados de forma gratuita. Nunca vi, também, em um mesmo tempo, tantas campanhas para arrecadar doações de alimentos.</p>
<p>A Agro também foi ágil para possibilitar a muitos de seus colaboradores a trabalharem de casa. Em poucos dias, grandes corporações montaram uma estrutura completa de integração virtual, exemplo seguido em cascata por várias outras empresas.</p>
<p>O agro não só não parou, mas se reinventou e possibilitou a cada um de nós, brasileiros, a buscar nosso melhor e colaborar.</p>
<p>Sei que, como colunista da Strider, eu deveria trazer um texto contextualizando a <em>Mulher do Agro</em> em tempos de coronavírus, mas, mais do que nunca, o agro é plural. Homens e mulheres, atuando juntos.</p>
<p>Finalizo deixando aqui explícito o meu orgulho em fazer parte do agro e a sensação gostosa de poder fazer a minha parte nesse momento de crise. Vamos juntos, afinal, juntos somamos. Não se esqueça da citação do início do texto: <strong>o agro é inquieto, o agro é dinâmico</strong>.</p>
<p><a href="https://blog.strider.ag/agro-coronavirus/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog #PorDentroDoAgro, da Strider</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>E soja para onde vai?</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#CBOT]]></category>
		<category><![CDATA[#cotação]]></category>
		<category><![CDATA[#guerracomercial]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Por dentro da SELIC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 15:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você deve ter escutado recentemente comentários sobre as consecutivas quedas na taxa básica de juros nos jornais, tv, roda de amigos ou em algum portal econômico. Para quem nunca ouviu falar ou não está 100% familiarizado com o termo, fica difícil entender o que de fato significa. Sem qualquer pretensão de trazer definições complexas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você deve ter escutado recentemente comentários sobre as consecutivas quedas na taxa básica de juros nos jornais, tv, roda de amigos ou em algum portal econômico.</p>
<p>Para quem nunca ouviu falar ou não está 100% familiarizado com o termo, fica difícil entender o que de fato significa.</p>
<p>Sem qualquer pretensão de trazer definições complexas e completas, pois não sou economista, vou compartilhar um conceito mais simples.</p>
<p>No Brasil chamamos a taxa básica de juros no Brasil de <strong>SELIC</strong> que é uma abreviação de <strong>Sistema Especial de Liquidação e Custódia </strong>que nada mais é que um sistema eletrônico que faz o registro das transações dos títulos públicos. A taxa SELIC Meta, com é denominada pelo governo, é uma taxa definida pelo COPOM <strong>– Comitê de Política Monetária &#8211;</strong> baseada no cenário da economia brasileira que tem como peso central na análise a inflação.</p>
<p>Esse comitê se reúne a cada 45 dias e  é composto por integrantes do Banco Central define uma meta para essa taxa, a SELIC.</p>
<p><strong>E essa meta </strong>servirá de base para que as instituições financeiras fixem o custo diário das operações interbancárias – dinheiro que são lastreadas em títulos públicos. É baseada nela que as instituições (bancos) definem o custo de empréstimos e financiamentos e o retorno de investimentos.</p>
<p>Nesses encontros que duram dois dias, o comitê avalia alguns fundamentos para definir a meta da SELIC e sua tendência de viés como inflação, atividade econômica, balanço de risco, contas públicas e cenário internacional.</p>
<p>Após o anúncio do percentual da SELIC que no Brasil acontece sempre em uma quarta feira e após o fechamento dos mercados, o órgão divulga uma ata. A leitura da ata é feira na terça-feira subsequente a divulgação e nela o comitê sinaliza ao mercado a tendência de viés para a próxima reunião. Em termos práticos, a ata do COPOM talvez seja mais importante que propriamente a reunião para definição da taxa.</p>
<p><strong>Viés neutro = taxa inalterada,</strong></p>
<p><strong>Viés Altista = taxa em ascensão,</strong></p>
<p><strong>Viés Baixista = taxa em queda.</strong></p>
<p>Essa tendência de viés pode ou não ser confirmada no próximo encontro do comitê, mas tanto a meta da SELIC quanto o viés certamente influenciarão o mercado financeiro.</p>
<p>Em sintonia com um cenário econômico mundial, atualmente a taxa SELIC praticada no Brasil é de 4,5% ao ano, o que corresponde a taxa histórica mais baixa.</p>
<ul>
<li>O último encontro de 2019 aconteceu nos dias 10 e 11 de dezembro e os oito encontros anuais de 2020 estão programados para 4 e 5 de fevereiro, 17 e 18 de março, 5 e 6 de maio, 16 e 17 de junho, 4 e 5 de agosto,15 e 16 de setembro, 27 e 28 de outubro, 8 e 9 de dezembro.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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