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	<title>Arquivos Minha Casa Sua Casa - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Julho Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 15:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mês de Conscientização das Hepatites Virais Como surgiu a campanha Julho Amarelo? Sancionada e publicada no dia 11 de janeiro de 2019 no Diário Oficial da União, a Lei 13.802 institui Julho como o mês de combate às hepatites virais A, B e C. Com isso, o mês de julho ganha tons amarelos para reforçar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2>Mês de Conscientização das Hepatites Virais</h2>
</blockquote>
<h2>Como surgiu a campanha Julho Amarelo?</h2>
<p>Sancionada e publicada no dia 11 de janeiro de 2019 no Diário Oficial da União, a Lei 13.802 institui Julho como o mês de combate às hepatites virais A, B e C. Com isso, o mês de julho ganha tons amarelos para reforçar a importância dos cuidados e prevenção das doenças.</p>
<p>Mas já faz algum tempo que a cor tinge o 7º mês do ano, levando informações e esclarecimentos à população. Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no dia 28 de julho.</p>
<p>Foi durante a 63ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em maio de 2010, que entidades de saúde alertaram sobre os perigos e a necessidade de divulgar mais as infecções virais. Isso porque, por muito tempo, esse impacto foi negligenciado, afetando a qualidade de vida das populações e a saúde pública como um todo.</p>
<p>Desde então, o Ministério da Saúde promove campanhas e estimula a disseminação de informações sobre prevenção, sintomas e tratamentos das hepatites.</p>
<p>A união do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde organiza, todos os anos, iniciativas de enfrentamento necessárias à sociedade.</p>
<p>Isso porque, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 2 milhões de pessoas têm hepatiteviral crônica e não sabem da condição.</p>
<h2></h2>
<h2>O que são Hepatites Virais?</h2>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img class="i-amphtml-intrinsic-sizer" style="box-sizing: inherit; max-width: 100%; display: block !important;" role="presentation" width="640px" />Hepatites virais são um grupo de doenças provocadas por vírus que provocam inflamações no fígado e, se não tratadas, levam a complicações irreversíveis.</figure>
<p>Existem 5 tipos ou classes do agente infeccioso — A, B, C, D e E — que estão presentes em todo o mundo, ainda que algumas localidades tenham maior prevalência de um tipo.</p>
<p>No Brasil, os mais comuns são os tipos A, B e C.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde indica que aproximadamente 400 milhões de pessoas, em todo o mundo, sejam cronicamente infectadas pelo vírus das hepatites B e C. Além disso, outras 1,4 milhão têm o vírus do tipo A.</p>
<p>Muitas vezes, o paciente não sabe que é portador da doença, pois mesmo infectado, o organismo não manifesta sintomas.</p>
<p>Assim, a doença permanece silenciosa por vários anos até começar a desenvolver complicações. E elas podem ser bastante graves, incluindo cirrose hepática e câncer hepático.</p>
<h3>Hepatite A</h3>
<p>A hepatite A também é conhecida como hepatite infecciosa. A via de transmissão do agente é por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados, ou ainda pelo contato fecal-oral, em que a pessoa fica exposta às fezes contaminadas.</p>
<p>Geralmente, a condição não apresenta sintomas, mas, quando ocorrem, podem surgir cansaço, febre, dores abdominais, vômitos, pele e olhos amarelados, além de alteração na cor das fezes e da urina.</p>
<p>Para detectar a condição, basta um exame de sangue. O tratamento também é fácil e, se corretamente realizado, a condição é totalmente curada, com poucas chances de complicação.</p>
<p>O tipo A tem vacina, sendo um meio eficaz de prevenção, além da higienização correta de alimentos e consumo de água potável.</p>
<h3>Hepatite B</h3>
<p>O tipo B da hepatite é sexualmente transmissível, sendo este um dos modos mais comuns de infecção.</p>
<p>Também pode ocorrer a transmissão do vírus durante a gestação — de mãe para o filho —, no parto ou na amamentação, no compartilhamento de objetos pessoas — lâminas, alicates de cutícula, seringas —, além da transfusão de sangue.</p>
<p>O quadro é, geralmente, assintomático, ainda que sintomas brandos, como cansaço, vômitos, febre, pele e olhos amarelados possam se manifestar.</p>
<p>O diagnóstico é por meio de exames de sangue e o tratamento pode necessitar de medicamentos.</p>
<p>A hepatite B tem vacina disponível nas Unidades de Saúde, sendo necessárias 3 doses para a imunização.</p>
<h3>Hepatite C</h3>
<p>A hepatite C é comumente transmitida por transfusão de sangue e compartilhamento de objetos pessoas, como lâminas de barbear, agulhas, escovas de dente, alicates de cutícula ou outros objetos usados para perfuração (como agulhas de tatuagem e piercing).</p>
<p>Ainda que pouco comum, pode ser transmitida de mãe para filho na gravidez e durante o sexo, sendo mais prevalente entre homens que fazem sexo com homens ou pacientes com HIV.</p>
<p>Os quadros tendem a ser assintomáticos, mas alguns pacientes podem manifestar os sintomas abrangentes da doença, como cansaço, febre, vômitos, pele e olhos amarelos.</p>
<p>Em média, 80% dos casos agudos evoluem para a condição crônica, ou seja, quando a doença persiste por mais de 6 meses.</p>
<p>Os exames para a detectação da doença são bastante importantes e podem ser feitos gratuitamente em unidades de saúde do SUS. O tratamento depende do quadro e estágio da doença, bem como do genótipo (tipo) do vírus.</p>
<p>Apesar de o tipo C não ter vacina, a prevenção é bastante simples.</p>
<p>Não compartilhar objetos perfurantes (seringas, lâminas) é bastante importante. Gestantes devem fazer o pré natal e realizar os exames de detecção, evitando possíveis transmissões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2></h2>
<h2>Vacina contra hepatite A</h2>
<p>A vacina contra hepatite A é um imunizante inativado, o que significa que a produção é feita com microrganismos mortos ou fragmentos deles, fazendo com que não seja possível contrair a doença por meio da aplicação.</p>
<p>Na composição, há o antígeno do vírus da hepatite A, sal de alumínio amorfo, estabilizante (conforme o fabricante), cloreto de sódio a 0,9%.</p>
<p>Pode conter traços de neomicina (antibiótico), fenoxietanol e formaldeído.</p>
<p>A dose pode ser administrada em pacientes acima de 12 meses de idade, sendo que para Programa Nacional de Imunizações, a aplicação de 1 dose deve ocorrer entre 15 meses e 5 anos de idade.</p>
<p>Para as Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm), a orientação é de 2 aplicações, preferencialmente aos 12 e 18 meses.</p>
<p>Se não realizadas nessas datas, deve-se fazê-las o mais cedo possível.</p>
<p>A contra indicação fica para pacientes com alergias ou alta sensibilidade aos componentes da fórmula, ou que apresentaram reação adversa à aplicação anterior.</p>
<h2></h2>
<h2>Vacina contra hepatite B</h2>
<p>A vacina contra hepatite B é do tipo inativada, o que significa que não pode causar a infecção. Isso porque ela é produzida com a proteína do vírus da hepatite B.</p>
<p>Além dele, há na composição hidróxido de alumínio, cloreto de sódio e água para injeção, podendo conter fosfato de sódio, fosfato de potássio, borato de sódio e timerosal.</p>
<p>Toda a população pode receber, gratuitamente, a vacina contra hepatite B. Por isso, quem não se vacinou no período correto, pode — e deve — ir até uma unidade de saúde para receber o imunizante.</p>
<p>Na caderneta de vacinação, o tempo correto de aplicação é:</p>
<ul>
<li>1ª dose ao nascer;</li>
<li>2ª aos 2 meses;</li>
<li>3ª dose aos 4 meses;</li>
<li>4ª aos 6 meses.</li>
</ul>
<p>Crianças, adolescentes e adultos que não receberam a vacina na idade correta, devem receber 3 doses com intervalos de 1 mês entre a 1ª e a 2ª, e 5 meses entre a 2ª e a 3ª.</p>
<p>Os casos que são contraindicados para a vacinação incluem pessoas com alergias ou sensibilidade severa aos componentes.</p>
<p>Além disso, quem recebeu uma dose e apresentou púrpura trombocitopênica (doença em que há destruição das plaquetas, que são células do sangue) também deve receber orientação médica.</p>
<h2></h2>
<h2>Quais outros cuidados e formas de prevenir as hepatites?</h2>
<p>A prevenção é a maior aliada contra as hepatites. Algumas doenças são rapidamente identificáveis pois manifestam sintomas bem característicos. As hepatites, no entanto, geralmente não têm esse mesmo curso.</p>
<p>Dos 3 tipos mais comuns no Brasil, A, B e C, somente o tipo A não tem potencial para tornar-se crônico, ou seja, persistir por mais de 6 meses.</p>
<p>O grande problema dos tipos B e C é que, muitas vezes, os sintomas só aparecem quando a doença já comprometeu o organismo, deixando lesões ao funcionamento dos órgãos.</p>
<p>Por isso, a campanha promove uma rede de ações que incluem:</p>
<h3>Testes gratuitos</h3>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece testes gratuitos para diversas doenças, entre elas, as hepatites. E há 2 tipos, os testes rápidos e os laboratoriais. Com o teste rápido, leva cerca de 30 minutos para que o paciente receba o diagnóstico.</p>
<p>Como as hepatites podem não manifestar sintomas, observar se houve exposição a fatores de riscos é a principal forma de saber se é preciso realizar o teste.</p>
<p>Eles incluem compartilhar objetos cortantes ou perfurantes (alicates de cutícula, agulhas e seringas) ou sexo sem proteção.</p>
<p>Lembrando que o diagnóstico dos tipos B e C só pode ser feito depois, pelo menos, 60 dias da exposição ao vírus.</p>
<h3>Prevenção da transmissão entre mãe e bebê</h3>
<p>Ainda que menos comum, é possível haver transmissão da hepatite B para o bebê durante a gestação ou no parto — chamada de transmissão vertical.</p>
<p>Por isso, gestantes devem ser testadas para a doença. Caso o resultado seja positivo para hepatite B crônica, a paciente deve receber a profilaxia, que é um tratamento preventivo.</p>
<p>Em alguns casos, o médico pode julgar necessário administrar o tratamento profilático também ao bebê, após  nascimento.</p>
<h3>Ações de redução de danos</h3>
<p>Entre as ações que visam reduzir as transmissões e a circulação do vírus da hepatite está a política de redução de danos.</p>
<p>Como o compartilhamento de seringas ou acessórios para o consumo de drogas é uma das vias de transmissão, a disposição de produtos descartáveis é essencial para que as pessoas fiquem seguras.</p>
<h3>Incentivo ao uso de preservativos</h3>
<p>As ações de educação em saúde incentivam o uso de preservativos em toda a relação sexual, como meio de prevenir as hepatites e outras doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>Nas unidades e postos de saúde é possível retirar preservativos gratuitamente todos os dias. Além disso, em campanhas de rua, ações e mobilizações também ocorre a distribuição de camisinhas masculinas e femininas.</p>
<h3>Tratamento de pessoas com HIV/AIDS</h3>
<p>Além de ser fundamental para o paciente recuperar e manter a qualidade de vida, o tratamento de HIV/AIDS reduz os riscos de contrair hepatites.</p>
<p>Além disso, quando ocorre a infecção, as chances do quadro evoluir para uma cirrose e hepatocarcinoma (câncer no fígado) é maior.</p>
<hr class="wp-block-separator" />
<p>As cores também são uma forma de alertar sobre os cuidados com a prevenção de doenças e manutenção da saúde.</p>
<p>Visando aumentar a circulação de informações sobre as hepatites virais, o mês de julho foi dedicado ao combate, prevenção e promoção da saúde em relação às doenças.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://minutosaudavel.com.br/julho-amarelo-como-combater-e-prevenir-as-hepatites-virais/" target="_blank" rel="noopener">Minuto Saudável</a></p>
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		<title>18/05: Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/18-05-dia-nacional-de-combate-ao-abuso-e-exploracao-sexual-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 17:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[#comercio #internacional #EUA #China #Brasil #Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[18-de-maio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como surgiu o Dia Nacional Contra o Abuso e Exploração Sexual Infantil O dia 18 de Maio &#x1f33b; &#8211; “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como surgiu o Dia Nacional Contra o Abuso e Exploração Sexual Infantil</h2>
<p>O dia 18 de Maio &#x1f33b; &#8211; “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro e que já alcançou muitos municípios do nosso país.</p>
<p>Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune. ​A proposta anual da campanha, que nesse ano comemora o 21º ano de mobilização, é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.</p>
<p>É necessário garantir a toda criança e adolescente o direito ao seu desenvolvimento de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.</p>
<div class="mks_accordion">
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Por que falar em violência sexual contra crianças e adolescentes?<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Por dois importantes motivos: Primeiro, porque a violência sexual contra crianças e adolescentes é uma prática que infelizmente ainda acontece em todo o Brasil. Segundo, para que o país enfrente e supere essa grave situação, é preciso conhecer muito bem o problema. Isso vai ajudar você a proteger os direitos de crianças e adolescentes!<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Existem princípios que orientam a proteção das crianças e adolescentes no Brasil?<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A resposta é SIM. O art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Nº 8069/90), assegurado pelo art. 227 da Constituição Federal de 1988, aponta que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito: à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. O Estatuto ainda garante que crianças e adolescentes devem ser protegidos de toda forma de: negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.<br />
As crianças e adolescentes sofrem várias formas de violência.<br />
​As principais violações de direitos contra crianças e adolescentes são a exploração econômica (trabalho infantil), negligência, o abandono, e as violências física, sexual psicológica, institucional.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Crianças e adolescentes são:<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
&#8211; Sujeitos de Direitos, ou seja, são pessoas que têm direitos garantidos pelas leis brasileiras, que devem ser respeitadas por todos.<br />
&#8211; Pessoas em desenvolvimento, ainda não atingiram a maturidade de uma pessoa adulta, nem fisicamente e nem psicologicamente. Vale o mesmo para a sua sexualidade, que também não deve ser tratada como a sexualidade de uma pessoa adulta.<br />
&#8211; Pessoas que precisam ser protegidas integralmente, a proteção de crianças e adolescentes precisa ocorrer em todos os aspectos da sua vida. Não basta, por exemplo, garantir apenas a alimentação. É necessário garantir também a saúde, a educação, a segurança e todos os direitos.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">As crianças e adolescentes sofrem várias formas de violência.<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
​As principais violações de direitos contra crianças e adolescentes são a exploração econômica (trabalho infantil), negligência, o abandono, e as violências física, sexual psicológica, institucional.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Como conceituo essas formas de violência?<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O que é a exploração Econômica (também chamada de trabalho Infantil)?<br />
É quando crianças e adolescentes são constrangidos, convencidos ou obrigados a exercer funções e a assumir responsabilidades de adulto, inapropriadas à etapa de desenvolvimento em que se encontram.<br />
​<br />
O que é a negligência?<br />
É a falta de cuidados com a proteção e o desenvolvimento da criança ou adolescente.<br />
​<br />
O que é o abandono?<br />
É a ausência da pessoa de quem a criança ou o adolescente está sob cuidado, guarda, vigilância ou autoridade.<br />
​<br />
O que é a violência física?<br />
É o uso da força física utilizada para machucar a criança ou adolescente de forma intencional, não-acidental. Por vezes, a violência física pode deixar no corpo marcas como hematomas, arranhões, fraturas, queimaduras, cortes, entre outros.</p>
<p>O que é a violência psicológica?<br />
É um conjunto de atitudes, palavras e ações que objetivam constranger, envergonhar, censurar e pressionar a criança ou o adolescente de modo permanente, gerando situações vexatórias que podem prejudicá-lo em vários aspectos de sua saúde e desenvolvimento.</p>
<p>O que é a violência institucional?<br />
É qualquer manifestação de violência contra crianças e adolescentes praticada por instituições formais ou por seus representantes, que são responsáveis pela sua proteção.</p>
<p>O que é a omissão institucional?<br />
É a omissão dos órgãos em cumprir as suas atividades de assegurar a proteção e defesa de crianças e adolescentes.<br />
​<br />
O que a violência sexual?<br />
É a violação dos direitos sexuais, no sentido de abusar ou explorar do corpo e da sexualidade de crianças e adolescentes.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Traduzindo a violência sexual: A violência sexual pode ocorrer de duas formas, pelo abuso sexual ou pela exploração sexual.<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O abuso sexual<br />
É a utilização da sexualidade de uma criança ou adolescente para a prática de qualquer ato de natureza sexual. O abuso sexual é geralmente praticado por uma pessoa com quem a criança ou adolescente possui uma relação de confiança, e que participa do seu convívio. Essa violência pode se manifestar dentro do ambiente doméstico (intrafamiliar) ou fora dele (extrafamiliar).</p>
<p>A exploração sexual<br />
É a utilização de crianças e adolescentes para fins sexuais mediada por lucro, objetos de valor ou outros elementos de troca. A exploração sexual ocorre de quatro formas: no contexto da prostituição, na pornografia, nas redes de tráfico e no turismo com motivação sexual.</p>
<p>&#8211; Exploração sexual no contexto da prostituição<br />
É o contexto mais comercial da exploração sexual, normalmente envolvendo rede de aliciadores, agenciadores, facilitadores e demais pessoas que se beneficiam financeiramente da exploração sexual. Mas esse tipo de exploração sexual também pode ocorrer sem intermediários.<br />
​<br />
&#8211; Pornografia infantil<br />
É a produção, reprodução, venda, exposição, distribuição, comercialização, aquisição, posse, publicação ou divulgação de materiais pornográficos(fotografia, vídeo, desenho, filme etc.) envolvendo crianças e adolescentes.<br />
​<br />
&#8211; Tráfico para fins de exploração sexual<br />
É a promoção ou facilitação da entrada, saída ou deslocamento no território nacional ou internacional de crianças e adolescentes com o objetivo de exercerem a prostituição ou outra forma de exploração sexual.<br />
​<br />
&#8211; Turismo com motivação sexual<br />
É a exploração sexual de crianças e adolescentes por visitantes de países estrangeiros ou turistas do próprio país, normalmente com o envolvimento, cumplicidade ou omissão de estabelecimentos comerciais de diversos tipos.<br />
O que você tem a ver com isso?<br />
Toda as formas de violência, especialmente a sexual, afetam o crescimento saudável das nossas crianças e adolescentes. E isso incide sobre o próprio país, cujo desenvolvimento não depende apenas da área econômica, mas também da área social e de direitos humanos. É por isso que a Constituição Federal deu a responsabilidade de garantir os direitos dos meninos e meninas do país a toda a sociedade, à família, à comunidade e ao Estado. E você faz parte disso!<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Aprendendo a não errar (Mitos sobre o tema)<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Toda pessoa que abusa de uma criança ou adolescente é pedófilo?<br />
Nem todas. A pedofilia é um transtorno de personalidade caracterizado pelo desejo sexual por crianças pré-púberes, geralmente abaixo de 13 anos. Para que uma pessoa seja considerada pedófila, é preciso que exista um diagnóstico de um psiquiatra. Muitos casos de abuso e exploração sexual são cometidos por pessoas que não são acometidas por esse transtorno. O que caracteriza o crime não é a pedofilia, mas o ato de abusar ou explorar sexualmente uma criança ou um adolescente.<br />
​<br />
Quem comete abuso sexual tem sempre o mesmo perfil?<br />
Passa longe disso. Os autores de crimes sexuais têm perfis muito distintos.</p>
<p>Adolescentes que sabem o que estão fazendo não são vítimas de exploração sexual?<br />
A legislação brasileira prevê que crianças e adolescentes são indivíduos em “condição peculiar de desenvolvimento”, sendo, portanto, vítimas em qualquer situação de abuso ou exploração. O autor da agressão tem inteira responsabilidade pela violência.</p>
<p>As vítimas de violência sexual são normalmente de origem pobre?<br />
Embora os indicadores apontem isso, é mais comum que famílias de baixa renda procurem os serviços de proteção a crianças e adolescentes do que as famílias de renda mais elevada. Por essa razão, os casos registrados em famílias de baixa renda aparentam ser mais numerosos.<br />
​<br />
A criança muitas vezes inventa que sofreu violência sexual?<br />
Raramente a criança mente. Poucos dos casos são fictícios. De qualquer forma todo caso precisa ser denunciado e averiguado. Apostar que seja mentira pode levar uma criança e permanecer em uma situação de violência por muito tempo.<br />
​<br />
Para denunciar uma violência contra crianças e adolescentes, é preciso se identificar e ter certeza absoluta do que viu?<br />
De jeito nenhum. Há vários canais de denúncia em que o anonimato é assegurado: é o caso do Disque 100 e dos conselhos tutelares. Além disso, as denúncias podem se basear em suspeitas. Denuncie sempre que suspeitar. É melhor garantir uma investigação do que omitir socorro às vítimas.<br />
​<br />
É proibido dar carona a crianças e adolescentes nas estradas?<br />
Quando alguma criança ou adolescente pede carona nas estradas, pode estar precisando de ajuda ou em alguma situação de risco. Para garantir a sua proteção, deve-se comunicar o fato às autoridades competentes ou conduzi-lo ao posto mais próximo da Polícia Rodoviária Federal.<br />
​</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">O que você tem a ver com isso?<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Toda as formas de violência, especialmente a sexual, afetam o crescimento saudável das nossas crianças e adolescentes. E isso incide sobre o próprio país, cujo desenvolvimento não depende apenas da área econômica, mas também da área social e de direitos humanos. É por isso que a Constituição Federal deu a responsabilidade de garantir os direitos dos meninos e meninas do país a toda a sociedade, à família, à comunidade e ao Estado. E você faz parte disso!<br />
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            </div>
</div>
<h2><strong>Como agir em caso de violência contra crianças e adolescentes?</strong></h2>
<p>Se você tiver suspeita ou conhecimento de alguma criança ou adolescente que esteja sofrendo violência, denuncie! Isso pode ajudar meninas e meninos que estejam em situação de risco. As denúncias podem ser feitas a qualquer uma dessas instituições:<br />
• Conselho Tutelar da sua cidade;<br />
• Disque 100 ou disque denúncia local;<br />
• Delegacias especializadas ou comuns;<br />
• Polícia Militar, Polícia Federal ou Polícia Rodoviária Federal;<br />
• Número 190;<br />
• Crimes na web: <a href="https://new.safernet.org.br/denuncie" target="_blank" rel="noopener">https://new.safernet.org.br/denuncie</a></p>
<p>&#x1f33b;Facabonito.org<br />
&#x1f33b;Instagram.com/Dia18deMaio<br />
&#x1f33b;Facebook.com/FacaBonito</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-11091 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/13maio-combate-abuso-sexual-criancas-adolescentes2.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/13maio-combate-abuso-sexual-criancas-adolescentes2.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/13maio-combate-abuso-sexual-criancas-adolescentes2-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/13maio-combate-abuso-sexual-criancas-adolescentes2-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/13maio-combate-abuso-sexual-criancas-adolescentes2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/18-05-dia-nacional-de-combate-ao-abuso-e-exploracao-sexual-infantil/">18/05: Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Dicas para identificar um perfil fake no Instagram</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/dicas-para-identificar-um-perfil-fake-no-instagram/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 17:40:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os perfis falsos ou fakes são um grande problema em redes sociais. São vários os casos em que contas são criadas com o intuito de trazer desinformação ou induzir possíveis seguidores a golpes e outros tipos de prejuízos. Ainda que muitas redes desenvolvam medidas para conter a criação de fakes, inclusive declaradas em termos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os perfis falsos ou fakes são um grande problema em redes sociais. São vários os casos em que contas são criadas com o intuito de trazer desinformação ou induzir possíveis seguidores a golpes e outros tipos de prejuízos. Ainda que muitas redes desenvolvam medidas para conter a criação de fakes, inclusive declaradas em termos de uso, é possível deparar-se com contas enganosas.<br />
Para essas situações, existem alguns mecanismos e dicas úteis para a identificação de um perfil falso. A maioria delas envolve notar os comportamentos dessas contas: número de seguidores e de contas seguidas, fotos de perfil, nomes de usuário, publicações, entre outros. Veja, abaixo, algumas formas de identificar um perfil fake no Instagram.</p>
<p><strong>Movimentação incomum no perfil</strong><br />
Alguns padrões de comportamento podem indicar a presença de uma conta falsa no Instagram. O número de seguidores e de contas seguidas é um deles: poucos seguidores e muitas contas seguidas podem ser um sinal suspeito, assim como um baixo número de contas seguidas e a seguir, sem foto de perfil, também podem servir como indicadores.<br />
Outros sinais podem ser notados visualizando as publicações. É comum que perfis falsos tenham poucas postagens, enquanto as que existem são recentes e disparadas em um curto intervalo de tempo. Dentro de cada foto, note se há um uso excessivo de hashtags ou a presença de comentários padronizados &#8211; essas atitudes também são comuns entre fakes.</p>
<p><strong>Foto de perfil e nome de usuário</strong><br />
Em alguns casos, a própria identificação do perfil pode indicar um fake. Preste atenção na foto usada: é comum que fakes utilizem fotos genéricas, repetidas ou com algum tipo de anúncio inserido. O nome de perfil pode apresentar tendências genéricas, como um nome apelativo ou repleto de números e códigos.</p>
<p><strong>Baixos níveis de interação e engajamento<br />
</strong>Outra dica para descobrir se um perfil é falso é analisar as interações nos posts. Verifique se a comunidade de seguidores é ativa e se os comentários das publicações, se houver, são autênticos. Os níveis de engajamento das contas fake costumam ser muito baixos, já que elas possuem poucos seguidores.</p>
<p><strong>Quais as dicas para os clientes e usuários das redes sociais?<br />
</strong>Preste também atenção ao nome do perfil: o falso geralmente inclui um símbolo, um número (por exemplo, “_” ou “.”) diferente do original.Atualmente, o mais indicado é deixar sempre claro quais são os seus canais oficiais.</p>
<p><strong>Monitorar com frequência</strong><br />
Descobrir um perfil falso pode levar tempo e trabalho de equipe. Entretanto, detectar com velocidade e precisão um fake é fundamental para evitar que seus clientes caiam em fraudes, já que quanto mais tempo um perfil falso estiver ativo mais consumidores e até mesmo colaboradores podem ser atraídos e serem vítimas de golpes.<br />
O golpista geralmente manda mensagem para quem já está seguindo o perfil oficial, então seguir e acompanhar o Instagram já é uma forma de monitorar.</p>
<p><strong>Encontrei um perfil fake: o que fazer?</strong><br />
De acordo com os termos de uso do Instagram, um usuário &#8220;não pode se passar por outras pessoas ou fornecer informações imprecisas&#8221;. Dessa forma, é possível denunciar esses tipos de perfis por violarem regras da comunidade. Para isso, clique no ícone de três pontos em um perfil e selecione &#8220;Denunciar&#8221;. Em seguida, siga os passos propostos pela rede social.</p>
<p><strong>Denuncie e comunique os parceiros e amigos se verificar algum perfil suspeito.</strong></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fontes:<br />
<a href="https://canaltech.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Canaltech</a><br />
<a href="https://beeweb.com.br/" target="_blank" rel="noopener">BeeWeb</a></p>
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		<title>Por que apoiamos a liderança das mulheres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 14:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[ElenaCrasmari]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[onu-mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[RebeccaChepkateke]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça algumas mulheres líderes inspiradoras que estão trazendo mudanças duradouras para suas comunidades, com o apoio das Nações Unidas Os dados são claros. Apesar do maior envolvimento das mulheres em funções públicas de tomada de decisão, a igualdade está longe: as mulheres ocupam cerca de 21% dos cargos ministeriais em todo o mundo, apenas três [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/por-que-apoiamos-lideranca-das-mulheres/">Por que apoiamos a liderança das mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Conheça algumas mulheres líderes inspiradoras que estão trazendo mudanças duradouras para suas comunidades, com o apoio das Nações Unidas</p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10603" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg" alt="" width="638" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg 638w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300-300x141.jpg 300w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p>Os dados são claros. Apesar do maior envolvimento das mulheres em funções públicas de tomada de decisão, a igualdade está longe: as mulheres ocupam cerca de 21% dos cargos ministeriais em todo o mundo, apenas três países têm 50% ou mais mulheres no parlamento e 22 países são chefiados por uma mulher. No atual ritmo de progresso, a igualdade de gênero não será alcançada entre as Chefias de Governo até 2150.</p>
<p>Além do mais, a violência contra as mulheres na vida pública é generalizada. Mulheres em funções de liderança lutam contra a falta de acesso a financiamento, ódio e violência online e normas discriminatórias e políticas de exclusão, que tornam a ascensão na hierarquia ainda mais difícil.</p>
<p>Mesmo assim, as mulheres persistem e continuam a provar que, quando lideram, trazem mudanças transformadoras a comunidades inteiras e ao mundo em geral.</p>
<p>Liderança feminista inclusiva e diversa é a chave para o desenvolvimento internacional sustentável enquanto o mundo continua a enfrentar desafios urgentes – da pandemia COVID-19 às mudanças climáticas, aprofundamento das desigualdades, conflitos e retrocessos democráticos. As Nações Unidas estão trabalhando em todo o mundo para permitir que mais mulheres ocupem seus lugares de direito nas mesas de tomada de decisão.</p>
<p><strong>Aqui estão as vozes de apenas sete mulheres e meninas que, com o apoio da ONU, lideraram processos transformativos que estão criando mudanças.</strong></p>
<h2>Mayerlín Vergara Pérez defende os direitos das crianças e adolescentes sobreviventes de exploração sexual na Colômbia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10609" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><br />
Mayerlin Vergara Perez, fotografada na praia de Riohacha, La Guajira, Colômbia<br />
Foto: ACNUR/Nicolo Filippo Rosso</h5>
<p>Mayerlín Vergara Pérez dorme com o telefone no travesseiro. Como diretora de um lar para dezenas de crianças e adolescentes que sobreviveram à violência e exploração sexual em Riohacha, na fronteira leste da Colômbia com a Venezuela, ela nunca sabe quando pode ser chamada para resolver uma crise.</p>
<p>“A violência sexual quase destruiu sua capacidade de sonhar. Roubou seus sorrisos e os encheu de dor, angústia e ansiedade”, disse Pérez, uma mulher vibrante de 45 anos. “A dor é tão profunda e o vazio emocional que elas sentem é tão profundo que simplesmente não querem viver.”</p>
<p>Ao longo de uma carreira que ela considera uma vocação, Pérez assistiu centenas das cerca de 22.000 crianças e adolescentes que a ONG colombiana Fundación Renacer (ou “Fundação Renascimento”) atendeu desde sua fundação, há 32 anos.</p>
<p>Em reconhecimento ao seu trabalho, o ACNUR nomeou Pérez como laureada do Prêmio Nansen Refugiado de 2020, um prestigioso prêmio anual que homenageia pessoas que fizeram de tudo para apoiar pessoas deslocadas à força e apátridas.</p>
<p>“Para mim, o prêmio representa uma oportunidade para meninas e meninos”, disse Pérez, acrescentando que espera que mostre que “é possível que sobreviventes de violência sexual mudem suas vidas e empreendam projetos de vida que sejam positivos para eles, para suas famílias e para a sociedade”.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Pérez nesta <a href="https://www.unhcr.org/news/stories/2020/10/5f6919c34/colombian-woman-devotes-life-helping-sexually-exploited-children-heal.html" data-slimstat="5">história</a> do ACNUR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Elena Crasmari, a única mulher em seu conselho local na Moldávia</h2>
<h5><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10607" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></h5>
<h5 style="text-align: center;">Elena Crasmari, que está no centro médico de sua aldeia, concorreu a vereadora local como candidata independente<br />
Foto: ONU Mulheres/Tara Milutis</h5>
<p>Elena Crasmari, de 35 anos, estava farta de não poder acessar o centro médico em seu vilarejo de Dolna, uma comunidade rural de 1.155 pessoas na Moldávia. Ela não podia subir escadas e teve que se apoiar nas mãos e nos joelhos para entrar no prédio, por causa de sua deficiência.</p>
<p>“Fui à prefeitura pedir que me ajudassem a fazer alguma coisa a respeito das escadas do posto médico”, lembra Crasmari. “O prefeito me entregou um saco de cimento e um pouco de areia e disse que eu precisava fazer isso sozinha. Depois disso, decidi me candidatar”.</p>
<p>Crasmari aprendeu novas habilidades e ganhou mais confiança ao participar das sessões de treinamento sobre a participação política das mulheres e engajamento cívico apoiado pela ONU Mulheres e seus parceiros. Ela construiu uma campanha eleitoral de base bem-sucedida e concorreu a vereadora local como candidata independente.</p>
<p>“Eu queria dar o primeiro passo para provar que as pessoas com deficiência têm uma chance… As pessoas precisam saber que temos direitos iguais, não apenas na teoria, mas também na prática.”</p>
<p>As mulheres representam apenas 25% dos parlamentares, 22% dos prefeitos e 27% dos vereadores distritais na Moldávia. Hoje, Crasmari é a única mulher em uma equipe de nove pessoas, como vereadora local. Desde que foi eleita, um de seus primeiros projetos foi reformar o centro médico da vila.</p>
<p>“Também espero ser capaz de tornar todas as instituições do estado – incluindo nosso museu, o jardim de infância e a prefeitura – acessíveis às pessoas com deficiência”, diz Crasmari, “e às mães com filhos pequenos e idosos que vêm e receber suas pensões. ”</p>
<p>Leia mais sobre a  <a href="https://eca.unwomen.org/en/news/stories/2020/2/elena-crasmari-how-a-moldovan-woman-with-disabilities-fought-for-her-rights-and-won-an-election" data-slimstat="5">história</a> de Crasmari no site da ONU Mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Amina Mirsakiyeva abre caminho para mulheres na ciência no Cazaquistão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10604" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Amina Mirsakiyeva<br />
Foto: Polina Selivanova</h5>
<p>“Quebrei o sistema”, diz Amina Mirsakiyeva, pesquisadora da Carl Zeiss AG, maior fabricante de sistemas ópticos do mundo.</p>
<p>Sua jornada para uma carreira em química não foi fácil em seu país natal, Cazaquistão, onde ser cientista tem pouco prestígio e espera-se que as mulheres optem por sair de suas carreiras para começar e cuidar de suas famílias.</p>
<p>Ainda não pronta para escolher entre seus estudos e começar uma família, Mirsakiyeva decidiu se inscrever para um programa de doutorado em química na Suécia e deixou o Cazaquistão em 2012.</p>
<p>Agora com sede em Stuttgart, Alemanha, Mirsakiyeva traça seu caminho para apoiar redes como seus pais, colegas e amigos ao longo de sua carreira, e ela quer pavimentar o caminho para outras mulheres como ela.</p>
<p>“Todas as minhas atividades sociais visam apoiar as mulheres e ajudar a inspirar o maior número de pessoas possível”, diz ela.</p>
<p>Mirsakiyeva criou uma rede para mulheres cientistas do Cazaquistão, para aumentar o reconhecimento e o respeito pela carreira científica em seu país e para normalizar a imagem de meninas e mulheres na ciência. Ela também organiza encontros no café da manhã para empresárias e imigrantes. Mirsakiyeva acredita que a ciência pertence a todos e criou um podcast para explicar os conceitos científicos de maneiras acessíveis.</p>
<p>Mirsakiyeva também conta sua história na nova  <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/about-the-platform" data-slimstat="5">plataforma online</a> regional do PNUD para igualdade de gênero em STEM (Ciência, Matemática e Engenharia, na sigla em Inglês) na Europa e Ásia Central para incentivar mulheres e meninas a seguir carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.</p>
<p>Leia mais sobre ela nesta <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/gender-barriers-in-stem/meet-women-in-stem/dr-amina-mirsakiyeva-kazakhstan" data-slimstat="5">história</a> do PNUD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rebecca Chepkateke responsabiliza autoridades em Uganda</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10610" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Rebecca Chepkateke (centro) senta-se com mulheres da aldeia Ashiokaniana<br />
Foto: NAWOU/Fionah Barbra</h5>
<p>“Mwana muke hana haki yake! Mwana muke hana haki yake ”, diz Rebecca Chepkateke com angústia. É uma expressão Kiswahili que significa “as mulheres não têm direitos”. Ela já ouviu essa frase repetida muitas vezes para mulheres que tentam denunciar a violência de gênero aos líderes comunitários.</p>
<p>Chepkateke é a presidenta da Karita Women’s Network, uma coalizão formada pela “Women Networks for Gender Equality” (Rede das Mulheres pela Igualdade de Gênero, tradução livre), apoiada pela Iniciativa Spotlight da União Europeia e Nações Unidas e pelo projeto de Empoderamento das Mulheres no distrito de Amudat, no norte de Uganda. Ela foi eleita para o papel por sete grupos de mulheres que se reuniram para fortalecer a defesa das mulheres em seus respectivos vilarejos.</p>
<p>Chepkateke fornece um elo crítico entre as mulheres que sofrem violência e justiça e os serviços de saúde. Seu trabalho abrange uma ampla gama de apoio, desde ajudar as mulheres a denunciar o agressor – e garantir que o caso não seja arquivado pela polícia – até ajudar mulheres em regiões isoladas a dar à luz com segurança, conectando-as com uma enfermeira da equipe de saúde da aldeia.</p>
<p>A liderança de ativistas populares como Chepkateke é especialmente importante durante a pandemia, quando as desigualdades de gênero pioraram.</p>
<p>“As mulheres foram as que mais sofreram durante este período”, diz Chepkateke. “Com o fechamento dos mercados e a proibição do transporte público, eles não tinham como vender seus produtos ou conduzir seus negócios…  A violência doméstica aumentou tremendamente.”</p>
<p>Chepkateke espera levar sua campanha pela igualdade ainda mais longe, tornando-se mulher conselheira no sub-condado de Karita, uma posição que a ajudaria a fortalecer a legislação que protege as mulheres da violência.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Chepkateke apoiado pela  <a href="https://www.spotlightinitiative.org/news/grassroots-women-leaders-provide-critical-link-between-survivors-and-services" data-slimstat="5">Iniciativa Spotlight União Europeia e Nações Unidas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Belen Perugachi, uma adolescente conselheira do Equador</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10605" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Belen Perugachi passeia pelo jardim de sua família<br />
Foto: UNICEF/Santiago Arcos</h5>
<p>Belen Perugachi tinha apenas 12 anos quando decidiu se tornar uma defensora dos direitos indígenas ao ingressar no Grupo de Crianças e Adolescentes de Pueblo Kayambi, no Equador.</p>
<p>Aos 16 anos, ela é o membro mais jovem do Conselho de Proteção de Direitos do Município de Cayambe. Sua ascensão a vice-presidenta do Conselho em 2019 marcou a primeira vez que um adolescente foi eleito para o cargo.</p>
<p>“Quero que as pessoas nas áreas rurais tenham as mesmas oportunidades que as pessoas nas cidades”, diz ela. “Eu imagino um mundo com respeito por culturas diferentes, com respeito por homens e mulheres … Eu sonho com equidade.”</p>
<p>Na comunidade rural de Paquiestancia, a agricultura e a pecuária constituem a principal fonte de renda de muitas famílias. Portanto, quando a pandemia de COVID-19 atingiu e o mercado principal fechou em Cayambe, Perugachi e seu grupo de jovens aumentaram, abrindo um novo mercado para apoiar as mulheres e suas famílias.</p>
<p>Perugachi visa preservar mais do que a economia local; ela defende os direitos indígenas no cenário internacional. Em 2018, ela viajou ao Chile para a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>“Minha participação enviou uma mensagem para meninas indígenas como eu na América Latina”, diz ela. “Eu disse a elas que lutassem por seus direitos e se sentissem orgulhosas de suas tradições”.</p>
<p>Inspire-se com mais meninas liderando mudanças nesta <a href="https://features.unicef.org/teen-girl-activist/#group-Belen-in-Ecuador-u0AEIyxZIn" data-slimstat="5">história</a> da UNICEF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Kelsang Tshomo apoia mulheres condutoras de ônibus para acabar a violência no Butão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10608" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />A condutora de ônibus Kelsang Tshomo está ajudando a acabar com a violência de gênero entre seus colegas e passageiros em Thimpu, Butão<br />
Foto: UNFPA Butão/Sunita Giri</h5>
<p>Quando os relatos de violência doméstica aumentaram durante o bloqueio do COVID-19 na primavera passada, a condutora de ônibus Kelsang Tshomo visitava amigos e colegas na capital do Butão, Thimpu, a cada poucos dias para se certificar de que eles estavam bem e fornecia informações se precisassem de ajuda. Tshomo aprendeu sobre prevenção e resposta à violência baseada em gênero em uma sessão de informação conduzida pelo UNFPA e seu parceiro sem fins lucrativos RENEW (Respeitar, Educar, Cuidar e Empoderar Mulheres), que a inspirou a se tornar uma agente de mudança em sua comunidade.</p>
<p>“O treinamento do UNFPA me fez perceber que qualquer forma de abuso – verbal, emocional, sexual ou físico – não é aceitável”, disse Tshomo, que também é conselheira de uma equipe de 87 condutores e motoristas da Thimpu City Bus Services.</p>
<p>Em sua função de conselheira, ela aconselha seus colegas sobre como relatar casos e acessar apoio psicossocial. “Colegas, alguns dos quais viveram vidas subjugadas com medo de seus maridos, agora estão confiantes e se envolvem em discussões”.</p>
<p>Esses condutores de ônibus e motoristas recentemente capacitados, sensibilizados para detectar e diminuir o abuso e o assédio entre os passageiros, juntam-se a ela enquanto ela leva sua defesa às ruas. Até agora, a parceria do UNFPA com a empresa de ônibus treinou 25 condutores e motoristas na prevenção da violência baseada em gênero, com planos de expansão para mais 20 ônibus.</p>
<p>“Para realizar uma mudança real, as mulheres devem fornecer umas às outras o espaço para compartilhar, aprender e crescer juntas”, diz Tshomo. “Mulheres apoiando mulheres é crucial para garantir uma sociedade segura, igualitária e feliz para homens e mulheres.”</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Tshomo nesta  <a href="https://www.unfpa.org/news/women-supporting-women-female-bus-conductors-drive-out-violence-bhutan" data-slimstat="5">história</a> do UNFPA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Editar Ochieng, uma sobrevivente mudando a narrativa sobre a violência sexual no Quênia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10606" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Editar Ochieng<br />
Foto cortesia de Editar Ochieng</h5>
<p>Quando era uma menina de seis anos, Editar Ochieng foi abusada sexualmente. Aos 16 anos, ela foi estuprada por uma gangue.</p>
<p>Ochieng cresceu em Kibera, o maior assentamento informal na capital do Quênia, Nairóbi, onde a violência sexual e baseada no gênero é um problema endêmico e generalizado. Ela foi exacerbada ainda mais na pandemia de COVID-19, com bloqueios, criando mais estresse familiar e financeiro.</p>
<p>Quando ela tinha 26 anos, Ochieng fundou o Centro Feminista pelos Direitos e Justiça pela Paz em Kibera, uma organização que apoia sobreviventes de violência sexual e outras formas de violência na comunidade.</p>
<p>Em um ponto durante a pandemia, Ochieng sozinha estava recebendo até 10 ligações de vítimas de violência por dia.</p>
<p>Citar números, entretanto, não é suficiente para Ochieng. Para ela, uma mulher abusada é uma mulher a mais e é obrigação de todos os que têm a capacidade de fazê-lo, defender seus direitos e garantir que o status quo seja “rompido”.</p>
<p>Em 2020, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos e a ONU Mulheres – sob um projeto chamado Let It Not Happen Again (“Não deixe acontecer de novo”) – forneceram apoio a Ochieng e outros defensores e defensoras dos direitos humanos para melhor responder e apoiar sobreviventes de violência de gênero para relatar à polícia, acesso a serviços médicos psicossociais e segurança.</p>
<p>Ochieng diz que a educação e o treinamento deram a ela o poder, como feminista, de olhar para os desafios e transcendê-los.</p>
<p>“Quando você é uma líder, você está mudando a narrativa”, diz ela. “Precisamos treinar nossas meninas sobre a importância da educação. Precisamos recuperar nosso poder para criar uma geração diferente que entenda que existe poder, mas que você pode controlar”.</p>
<p>O Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos está apresentando Editar Ochieng, bem como outras mulheres líderes de direitos humanos, na  <a href="https://www.standup4humanrights.org/i-stand-with-her/en/index.html" data-slimstat="5">campanha #IStandWithHer</a> (“Eu estou com ela”,).</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/por-que-apoiamos-a-lideranca-feminina/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/por-que-apoiamos-lideranca-das-mulheres/">Por que apoiamos a liderança das mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/marco-lilas-e-azul-marinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 17:22:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/marco-lilas-e-azul-marinho/">Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="field field-name-title field-type-ds field-label-hidden">
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<h2>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero</h2>
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<p>O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos).</p>
<p>A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou ou Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica desse exame.</p>
<p>Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal no Serviço de Saúde.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p><strong>Estimativas de novos casos</strong>: 16.590 (2020 &#8211; INCA)<br />
<strong>Número de mortes</strong>: 6.526 (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM)</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<ul>
<li>Início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros.</li>
<li>Tabagismo (a doença está diretamente relacionada à quantidade de cigarros fumados).</li>
<li>Uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.</li>
</ul>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.</p>
<p><strong>Vacinação contra o HPV</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.</p>
<p>A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença</p>
<p><strong>Exame preventivo</strong></p>
<p>O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.</p>
<p>O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.</p>
<p><strong>Como é feito o exame</strong></p>
<p>Para a coleta do material, é introduzido na vagina um instrumento chamado espéculo (conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato);<br />
O profissional de saúde faz a inspeção visual do interior da vagina e do colo do útero;<br />
O profissional promove a escamação da superfície externa e interna do colo do útero com uma espátula de madeira e uma escovinha;<br />
As células colhidas são colocadas numa lâmina de vidro para análise em laboratório especializado em citopatologia.<br />
Quem deve fazer e quando fazer o exame preventivo</p>
<p>Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.</p>
<p><strong>O que fazer após o exame?</strong></p>
<p>A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame (ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado e apresentá-lo ao médico.</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p>Se o seu exame acusou:</p>
<p><strong>Negativo para câncer:</strong> Se esse for o seu primeiro resultado negativo, você deverá fazer novo exame preventivo daqui a um ano. Se você já tem um resultado negativo no ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;<br />
<strong>Infecção pelo HPV ou lesão de baixo grau:</strong> Você deverá repetir o exame daqui a seis meses;<br />
<strong>Lesão de alto grau:</strong> O médico decidirá a melhor conduta. Você vai precisar fazer outros exames, como a colposcopia;<br />
<strong>Amostra insatisfatória:</strong> A quantidade coletada de material não foi suficiente para fazer o exame. Você deve repetir o exame logo que for possível.<br />
Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Os seguintes testes podem ser utilizados:</p>
<p>Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, Papanicolau, toque vaginal e toque retal.<br />
Exame Preventivo (Papanicolau)<br />
Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões<br />
Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos para o câncer do colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento (estágio de evolução) da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos.</p>
<p>Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.</p>
</div>
            </div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2></h2>
<h2>MARÇO AZUL MARINHO: Câncer colorretal</h2>
<p>O câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou de intestino .</p>
<p>É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> As informações neste portal pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação no Serviço de Saúde.</p>
<div class="mks_accordion">
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            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p><strong>Estimativa de novos casos:</strong> 40.990, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres (2020 &#8211; INCA)</p>
<p><strong>Número de mortes:</strong> 19.603; sendo 9.608 homens e 9.995 mulheres (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM).</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, <em>blanquet</em> de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.</p>
<p>Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.</p>
<p>A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.</p>
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<p>A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.</p>
<p>Verifique se seu peso está adequado com uma calculadora de IMC.</p>
<p>Não fumar e não se expor ao tabagismo.</p>
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<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
<p>Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);</li>
<li>dor ou desconforto abdominal;</li>
<li>fraqueza e anemia;</li>
<li>perda de peso sem causa aparente.</li>
<li>alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)</li>
<li>massa (tumoração) abdominal</li>
</ul>
<p>Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, e devem ser investigados para seu diagnóstico correto e tratamento especifico.</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
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<p>A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Os tumores de cólon e reto (ou colorretal) podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).</p>
<p>Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:</p>
<p>·        Sangramento nas fezes<br />
·        Massa (tumoração) abdominal<br />
·        Dor abdominal<br />
·        Perda de peso e Anemia<br />
·        Mudança de hábito intestinal</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
<p>Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do colon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes.  Os casos positivos neste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>O diagnóstico requer biópsia (exame de pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio).</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável. A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema de defesa do corpo) dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia (uso de radiação), associada ou não à quimioterapia (uso de medicamentos), para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.</p>
<p>O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas.</p>
<p>Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte: INCA &#8211; Instituto Nacional de Câncer</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/marco-lilas-e-azul-marinho/">Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Mês de Março: Mês da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 13:35:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ” A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″. O tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages">Tema do Dia Internacional da Mulher de 2021 – “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19 ”</h3>
<p>A ONU Mulheres anuncia o tema do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2021 (IWD 2021) como “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo de COVID-19″.</p>
<p>O tema celebra os enormes esforços de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e na recuperação da pandemia de COVID-19. Também está alinhado com o tema prioritário da 65ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, “ Participação plena e efetiva da mulher e tomada de decisões na vida pública, bem como eliminação da violência, para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas ”, e o carro-chefe Campanha Geração Igualdade que visa engajar parcerias institucionais e da sociedade civil para realizar o direito das mulheres de protagonizar a tomada de decisões em todas as áreas da vida, remuneração igual, divisão igual de trabalho doméstico e de cuidados não remunerado, o fim de todas as formas de violência contra mulheres e meninas e serviços de saúde que atendam às suas necessidades.</p>
<p>As mulheres estão na linha de frente da crise da COVID-19 como profissionais de saúde, cuidadoras, inovadoras, organizadoras comunitárias e algumas das líderes nacionais mais exemplares e eficazes no combate à pandemia. A crise destacou tanto a centralidade de suas contribuições quanto os fardos desproporcionais que as mulheres carregam.</p>
<p>Mulheres líderes e organizações de mulheres demonstraram suas habilidades, conhecimentos e redes para liderar efetivamente os esforços de resposta e recuperação da COVID-19. Hoje, há mais aceitação do que nunca de que as mulheres trazem experiências, perspectivas e habilidades diferentes, e fazem contribuições insubstituíveis para decisões, políticas e leis que funcionam melhor para todos.</p>
<p>A maioria dos países de maior sucesso no combate à onda da pandemia da COVID-19 e na resposta à sua saúde e aos impactos socioeconômicos mais amplos é chefiada por mulheres. Por exemplo, chefas de Governo na Dinamarca, Etiópia, Finlândia, Alemanha, Islândia, Nova Zelândia e Eslováquia foram amplamente reconhecidas pela rapidez, determinação e eficácia de sua resposta nacional à COVID-19, bem como a comunicação compassiva de informações de saúde pública baseadas em fatos.</p>
<p>No entanto, as mulheres são chefas de Estado e de Governo em apenas 20 países em todo o mundo. [ 1 ]
<p>Além das persistentes barreiras sociais e sistêmicas preexistentes à participação e liderança das mulheres, novas barreiras surgiram com a pandemia de COVID-19. As mulheres estão enfrentando o aumento da violência doméstica, de tarefas de cuidado não remuneradas, desemprego e pobreza em todo o mundo. Apesar das mulheres constituírem a maioria dos trabalhadores da linha de frente, há representação desproporcional e inadequada de mulheres nos espaços nacionais e globais de políticas para a COVID-19.</p>
<p>Para defender os direitos das mulheres e alavancar totalmente o potencial da liderança das mulheres na preparação e na resposta à pandemia, as perspectivas das mulheres e meninas em toda a sua diversidade devem ser integradas na formulação e na implementação de políticas e programas em todas as esferas e em todos os estágios de resposta e recuperação da pandemia.</p>
<p>#IWD2021</p>
<p>#DiaInternacionalDaMulher.</p>
<p>Notas<br />
<em>[1] A partir de 8 de novembro de 2020. Esses dados são compilados pela ONU Mulheres com base em informações das Missões Permanentes da ONU; apenas Chefes de Estado eleitos são levados em consideração</em></p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/tema-do-dia-internacional-da-mulher-de-2021-mulheres-na-lideranca-alcancando-um-futuro-igual-em-um-mundo-de-covid-19/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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		<title>Calendário da Gentileza &#8211; Fevereiro de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 13:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tema deste mês: Fevereiro Amigável Precisamos um do outro mais do que nunca agora!  Neste mês, vamos nos concentrar em nos conectar com outras pessoas e fazer o nosso melhor para ser um bom amigo. Nossos atos de bondade e conexão se propagam e impactam muito mais pessoas do que imaginamos! Em momentos de estresse, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O tema deste mês: Fevereiro Amigável</strong></p></blockquote>
<p><strong>Precisamos um do outro mais do que nunca agora! </strong></p>
<p>Neste mês, vamos nos concentrar em nos conectar com outras pessoas e fazer o nosso melhor para ser um bom amigo. Nossos atos de bondade e conexão se propagam e impactam muito mais pessoas do que imaginamos! Em momentos de estresse, as pessoas ao nosso redor podem estar sentindo a tensão, então vamos tentar manter a calma, ter tempo para ouvir e mostrar compaixão.</p>
<p>#FaçaOBem<br />
#FevereiroAmigavel<br />
#FriendlyFebruary</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="background: #f1f1f1; color: #ffffff; padding: 15px; text-align: center; width: 600px; font-size: 20px;"><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/february_2021_portuguese.pdf" target="_blank" rel="noopener">Baixe seu Calendário da Gentileza de Fevereiro</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.actionforhappiness.org/friendly-february" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Action for Hapiness</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10066" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gentileza-fevereiro-2021-4.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gentileza-fevereiro-2021-4.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gentileza-fevereiro-2021-4-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gentileza-fevereiro-2021-4-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gentileza-fevereiro-2021-4-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fevereiro Roxo e Laranja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 13:40:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fibromialgia, Mal de Alzheimer, Lúpus e Leucemia são doenças difíceis de diagnosticar e por isso geram muitas dúvidas. Fevereiro é o mês de conscientização para diagnóstico e cuidado, além do combate ao preconceito a essas doenças. As ações se espalham pelo mundo dando informações e mostrando as pessoas como lidar com as diferenças. O Coren/SC [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fibromialgia, Mal de Alzheimer, Lúpus e Leucemia são doenças difíceis de diagnosticar e por isso geram muitas dúvidas. Fevereiro é o mês de conscientização para diagnóstico e cuidado, além do combate ao preconceito a essas doenças. As ações se espalham pelo mundo dando informações e mostrando as pessoas como lidar com as diferenças. O Coren/SC sempre apoia estas atividades, afinal a Enfermagem está presente no atendimento, na pesquisa e no cuidado, por isso colabora com a difusão de informações.</p>
<h2><strong>Fevereiro Roxo</strong></h2>
<p><strong>Fevereiro Roxo</strong> alerta sobre doenças como Mal de Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia, doenças ainda sem cura pela medicina, mas um diagnóstico precoce pode ajudar a manter a qualidade de vida.</p>
<h2>Alzheimer</h2>
<p>é uma doença neurodegenerativa progressiva que se manifesta apresentando deterioração cognitiva e da memória de curto prazo e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais que se agravam ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Entre os principais sinais e sintomas do Alzheimer estão:</strong></p>
<ul>
<li>falta de memória para acontecimentos recentes;</li>
<li>repetição da mesma pergunta várias vezes;</li>
<li>dificuldade para acompanhar conversações ou pensamentos complexos;</li>
<li>incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Lúpus</h2>
<p>é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode matar. O nome científico da doença é “<strong>Lúpus</strong> Eritematoso Sistêmico (LES)”</p>
<p><strong>Sintomas:</strong></p>
<ul>
<li>Fadiga</li>
<li>Febre</li>
<li>Dor nas articulações.</li>
<li>Rigidez muscular e inchaços.</li>
<li>Rash cutâneo – vermelhidão na face em forma de “borboleta” sobre as bochechas e a ponta do nariz. …</li>
<li>Lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol.</li>
<li>Dificuldade para respirar.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Fibromialgia</h2>
<p>é uma síndrome comum, na qual a pessoa tem como principal sintoma dores no corpo todo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles. Junto com a dor, a <strong>fibromialgia</strong> também causa fadiga, distúrbios do sono, dor de cabeça, depressão e ansiedade.</p>
<p><strong>Sintomas da fibromialgia</strong></p>
<ul>
<li>Dor constante por todo o corpo;</li>
<li>Dor intensa ao toque;</li>
<li>Cansaço frequente;</li>
<li>Distúrbios do sono;</li>
<li>Rigidez muscular;</li>
<li>Problemas de memória e concentração.</li>
</ul>
<p><strong>Como prevenir</strong></p>
<p>Infelizmente, não existem formas conhecidas para se prevenir da fibromialgia e do lúpus.<br />
Entretanto, a ciência moderna especula sobre diversos fatores de risco a respeito da doença de Alzheimer, o que nos permite a chegar a algumas dicas de prevenção dessa doença.<br />
Mas o que se sabe sobre as 3 é que ter hábitos de vida saudáveis e cuidar do corpo e da mente são as melhores opções. Por isso, o ideal é:</p>
<ul>
<li>Manter uma alimentação saudável;</li>
<li>Praticar exercícios aeróbicos;</li>
<li>Não fumar;</li>
<li>Fazer exercícios que estimulem a cognição, como palavras-cruzadas;</li>
<li>Cuidar da saúde emocional;</li>
<li>Fazer atividades prazerosas;</li>
<li>Fazer exames de rotina.</li>
</ul>
<hr />
<h2><strong>Fevereiro Laranja</strong></h2>
<p><strong>Fevereiro Laranja</strong> alerta para o combate a leucemia. Doença que se inicia na medula óssea, onde o sangue é produzido. A campanha alerta para a prevenção e destaca a importância da doação de medula óssea.</p>
<h2>Leucemia</h2>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Sensação de fraqueza ou cansaço. Dor de cabeça. Sangrar e fazer nódoas negras (hematomas) facilmente: gengivas que sangram, manchas arroxeadas na pele, ou pequenas pintas vermelhas sob a pele. Dor nos ossos e articulações.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Dependendo do tipo e extensão da doença, a pessoa pode fazer quimioterapia, imunoterapia, radioterapia, transplante de medula óssea ou a associação de diferentes <strong>tratamentos</strong>. Uma pessoa com <strong>leucemia</strong> aguda precisa de ser tratada imediatamente. O objetivo do <strong>tratamento</strong> é a remissão do tumor. Após o controle da doença, se necessário, é aconselhável o transplante de medula óssea.</p>
<p>Faça exames regularmente e adquira hábitos saudáveis. Compartilhe essa campanha para alertar sobre essas doenças.</p>
<p><a href="http://www.corensc.gov.br/2021/01/29/33834/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Coren/SC</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fevereiro-roxo-e-laranja/">Fevereiro Roxo e Laranja</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>ONU Mulheres: 9 ações para eliminar a desigualdade de gênero dentro de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[#GeraçãoIguadade]]></category>
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		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá” A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages"><em>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá”</em></h3>
<p>A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão engajadas nas medidas de distanciamento social, como acontece em qualquer crise ou pandemia, as mulheres estão sendo impactadas pela COVID-19 de maneiras diferentes e menos visíveis.</p>
<p>Enquanto todas as pessoas fazem a sua parte para retardar a disseminação da COVID-19 praticando o distanciamento e o isolamento social, a ONU Mulheres compartilha algumas das melhores recomendações para apoiar a igualdade de gênero em casa, em cada canto do planeta, sem deixar a segurança da casa ou do sofá.</p>
<p><strong>1. Compartilhe os cuidados em casa</strong></p>
<p>Desde cozinhar e limpar, buscar água e lenha ou cuidar de crianças e pessoas idosas, as mulheres realizam três vezes mais tarefas domésticas e trabalho não-remunerado do que os homens. Enquanto mais e mais pessoas e famílias estão isoladas em suas casas para impedir a propagação da Covid-19, as responsabilidades com os cuidados estão sempre em alta. Cabe a toda família compartilhar o cuidado: o apoio a crianças por meio de ensino à distância ou a pessoas idosas e vulneráveis, cozinhar, limpar e administrar as famílias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9861 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça42-GIF.gif" alt="" width="297" height="298" /></p>
<p><strong>2. </strong><strong>Conheça os fatos da COVID-19</strong></p>
<p>Embora as pessoas estejam se ajustando às novas normas e processam a ansiedade e a preocupação frente à pandemia, é muito importante conhecer todos os fatos e impedir a disseminação de informações erradas.</p>
<p><u>Obtenha informações de fontes confiáveis ​​e de especialistas.</u></p>
<p>Você pode aprender mais sobre por que o gênero é importante na resposta à COVID-19 e obter informações e análises atualizadas na ONU Mulheres no documento: <a href="https://www.unwomen.org/en/news/in-focus/in-focus-gender-equality-in-covid-19-response" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Igualdade de gênero é importante na resposta do COVID-19.</a></p>
<p><strong>3. </strong><strong>Leia, assista, ouça e compartilhe histórias de mulheres</strong></p>
<p>Mantenha-se em segurança, com tarefas e aprenda mais sobre feminismo enquanto fica em casa. Leia um livro feminista que reflete como as experiências das mulheres ao redor do mundo são realmente diversas. <a href="https://blog.usejournal.com/twelve-feminist-books-everyone-should-read-5982a66700c7" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Aqui estão as recomendações da ONU Mulheres para você começar</a>. Encontre programas, podcasts, contas de mídia social e filmes exibidos, escritos ou produzidos por mulheres. Confira a <a href="https://www.netflix.com/br-en/login?nextpage=https%3A%2F%2Fwww.netflix.com%2Fbrowse%2Fgenre%2F81251309%3Fso%3Dsu" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">coleção “Porque ela assistiu”</a> elaborada pela ONU Mulheres na Netflix, que celebra as histórias de mulheres inspiradoras.</p>
<p>Se você está procurando mais informações sobre a história dos direitos das mulheres, confira a <a href="https://interactive.unwomen.org/multimedia/timeline/womenunite/en/index.html#/1840" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">linha do tempo interativa da ONU Mulheres.</a></p>
<p><strong>4. Fale sobre a igualdade de gênero com sua família</strong></p>
<p>Distanciamento social significa que o lar se torna uma escola para muitas famílias em todo o mundo. Adicione feminismo ao currículo. Converse sobre igualdade de gênero com sua familia, amigos e amigas – especialmente crianças, meninos e meninas. Conversando com as crianças sobre igualdade entre todos os sexos e o que ainda precisa ser feito para alcançarmos um mundo igual, você as prepara para liderar o caminho para um futuro melhor para todas as pessoas.</p>
<p><strong>5. Continue seu ativismo online</strong></p>
<p>Em todo o mundo, as mulheres estão sendo desproporcionalmente afetadas pelo impacto social e econômico da crise do novo coronavírus, o que exacerba as desigualdades de gênero já existentes. Continue a defender os direitos das mulheres e a igualdade de gênero participando da campanha Geração Igualdade, da ONU Mulheres, e expressando o seu compromisso com um futuro igual nas mídias sociais, usando #GeraçãoIguadade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9860" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png" alt="" width="350" height="350" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-150x150.png 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p><strong>6. Apoie a causa</strong></p>
<p>As mulheres foram duramente atingidas pela COVID-19, pois constituem 70% das pessoas que trabalham do setor social e de saúde em todo o mundo e estão na linha de frente da resposta.</p>
<p>Mais mulheres trabalham na economia informal e em empregos com salários mais baixos, e elas têm menos meios de se ajustar às dificuldades em suas vidas. Quando as famílias são colocadas sob pressão, a violência doméstica geralmente aumenta, assim como a exploração sexual. O COVID-19 provavelmente está impulsionando tendências semelhantes no momento.</p>
<p>A ONU Mulheres está trabalhando para apoiar todas as mulheres na linha de frente da luta contra essa pandemia; promova acordos de trabalho flexíveis para mulheres com uma carga de cuidados; e priorize serviços para prevenir a violência doméstica baseada em gênero. Agora você também pode ajudá-las (donate.unwomen.org).</p>
<p><strong>7. Eduque-se</strong></p>
<p>O distanciamento social e a auto-quarentena significam mais tempo para aprender. Sobre igualdade de gênero em emergências à infraestrutura, faça um dos <a href="https://trainingcentre.unwomen.org/portal/" data-slimstat="5">cursos on-line gratuitos e de ritmo individual da ONU Mulheres</a>.</p>
<p>Você também pode fazer <a href="https://artsandculture.google.com/story/10-top-museums-you-can-explore-right-here-right-now/igKSKBBnEBSGKg" data-slimstat="5">passeios virtuais</a> e ver exposições on-line de alguns dos museus mais famosos do mundo, do Musée d’Orsay em Paris ao Museu Britânico em Londres, Van Gogh Museum em Amsterdã, Guggenheim na cidade de Nova Iorque e muito mais. Enquanto você está em distanciamento social, aproveite a oportunidade para aprender sobre mulheres artistas que foram negligenciadas ao longo da história e continuam subvalorizadas.</p>
<p>Você pode até aprender sobre os principais marcos do movimento pelos direitos das mulheres, o progresso, a retração e as vozes e aspirações de mulheres líderes de todos os cantos do mundo na exposição on-line <a href="https://www.unwomen.org/en/digital-library/multimedia/2020/3/photo-essay-generationequality-time-is-now" data-slimstat="5">“Geração Igualdade: a hora é agora!”</a></p>
<p><strong>8. Faça sua parte, salve vidas</strong></p>
<p>Há muitas maneiras de você se conectar à sua comunidade enquanto está em distanciamento social. Pratique a solidariedade social, com distância física! O que quer que você esteja passando agora, saiba que há alguém passando por experiências semelhantes, tentando se ajustar a esse novo normal. Apoiar as pessoas ao seu redor e ficar perto da sua comunidade pode ajudar a permanecer forte enquanto ajuda as outras pessoas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9858 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif" alt="" width="356" height="356" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-150x150.gif 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-300x300.gif 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-768x768.gif 768w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></p>
<p><strong>9. Cuide da sua saúde mental</strong></p>
<p>Priorizar a saúde mental é importante durante períodos de alto estresse. Defina um lembrete para dar um tempo nas notícias. Encontre momentos de felicidade se conectando com amigos, amigas e familiares, relaxando e praticando a atenção plena.</p>
<p>Como a pandemia da COVID19 está mantendo a maioria das pessoas longe de pessoas amadas, é completamente normal sentir ansiedade, exclusão ou se sobrecarregar com as responsabilidades profissionais ou familiares.</p>
<p>Lembre-se, você não está sozinha, sozinho. Estamos juntas e juntos nisso. Nós vamos superar isso juntas e juntos.</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-sugere-nove-acoes-que-toda-pessoa-pode-fazer-na-resposta-a-covid-19-e-eliminar-a-desigualdade-de-genero-dentro-de-casa/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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		<title>Encontre três coisas boas todos os dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 18:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que são gratas tendem a ser mais felizes, saudáveis ​​e realizadas. Ser grato pode ajudar as pessoas a lidar com o estresse e pode até ter um efeito benéfico na frequência cardíaca. Esta ação é fácil de realizar e seus benefícios foram comprovados cientificamente. Nos testes, as pessoas que tentaram todas as noites por apenas uma semana [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas que são gratas tendem a ser mais felizes, saudáveis ​​e realizadas. Ser grato pode ajudar as pessoas a lidar com o estresse e pode até ter um efeito benéfico na frequência cardíaca. Esta ação é fácil de realizar e seus benefícios foram comprovados cientificamente. Nos testes, as pessoas que tentaram todas as noites por apenas uma semana ficaram mais felizes e menos deprimidas um mês, três meses e seis meses depois.</p>
<p>Temos que aprender conscientemente a adquirir o hábito de ser gratos.</p>
<div>
<p>A ciência está mostrando que a gratidão é importante por nos sentirmos bem psicológica e socialmente. Aumenta a quantidade de emoção positiva que sentimos e diminui a emoção negativa. Aumenta nossa satisfação geral com a vida e nos ajuda a ter uma visão geral positiva. Também demonstrou reduzir os problemas de saúde e nos ajuda a enfrentar as dificuldades. Parece até reduzir a importância que damos aos bens materiais. E ao contrário do que possamos pensar, também parece que pode aumentar nossa capacidade de atingir nossos objetivos.</p>
<p>Por que isso funciona? Temos um foco natural no que dá errado em nossa vida diária, muitas vezes repassando essas coisas em nossa cabeça. Somos rápidos em perceber até mesmo o menor dos problemas, mas raramente gastamos tempo pensando nas coisas boas. Coisas que nos trouxeram um sorriso rápido ou nos fizeram sentir bem são muitas vezes esquecidas ou talvez nem mesmo percebidas em primeiro lugar.</p>
<p>Esta ação é simples, mas incrivelmente poderosa. É sobre reservar um tempo para perceber as coisas boas em nossas vidas e tirar o máximo delas. Além do mais, se os pais se lembrarem de falar sobre as coisas pelas quais são gratos, isso também pode ajudar seus filhos a aprenderem a pensar sobre as coisas boas e, com sorte, obter o benefício do hábito da gratidão pelo resto de suas vidas.</p>
<h2>Como começar</h2>
<div id="accordianItem2Cont" class="accordCont">
<div class="accordInnerCont">
<p>Essa ação envolve passar conscientemente alguns minutos por dia focalizando algumas das coisas boas que acontecem conosco. Fazendo isso, começamos a perceber o que dá certo e o que é errado em nossas vidas. Mesmo em um dia ruim, algumas coisas boas acontecem, mesmo que pequenas.</p>
<ol>
<li><strong>Todas as noites</strong> &#8211; antes de ir para a cama, pense no seu dia e lembre-se de três coisas boas que aconteceram &#8211; coisas que deram certo, das quais você gostou ou foi grato. Podem ser pequenos (por exemplo, um sanduíche delicioso ou uma criança sorrindo no ônibus) ou de maior importância para você. Você provavelmente descobrirá que varia. Tente fazer isso por uma semana para começar.</li>
<li><strong>Anote-os &#8211;</strong> isso é importante.</li>
<li><strong>Pense no porquê</strong> &#8211; para cada coisa pela qual você é grato, escreva por que aconteceu e por que você se sente bem a respeito. Isso pode parecer um pouco complicado no início, mas logo você pegará o jeito.</li>
<li><strong>Olhe para trás</strong> &#8211; depois de uma semana, dê uma olhada no que você escreveu. Como você se sente ao ver todas essas coisas boas?</li>
<li><strong>Continue assim</strong> &#8211; tente mantê-lo por mais algumas semanas, pelo menos. Muitas pessoas acham que se torna um hábito na hora de dormir. Depois de um tempo, você descobrirá que não precisa fazer isso todas as noites. Três vezes por semana ou mesmo uma vez por semana pode ser o suficiente. Você também pode descobrir que começa a apreciar mais as coisas boas à medida que acontecem.</li>
</ol>
<p><a href="https://www.actionforhappiness.org/take-action/find-three-good-things-each-day" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Action for Happiness</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9802" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/3-coisas-boas.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/3-coisas-boas.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/3-coisas-boas-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/3-coisas-boas-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/3-coisas-boas-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
</div>
</div>
<p><a id="accordianItem3Btn" class="accordBtn futuraB" title="Me abra" href="https://www.actionforhappiness.org/take-action/find-three-good-things-each-day#" name="accordianItem3Btn"><canvas width="84" height="27"></canvas></a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/encontre-tres-coisas-boas-todos-os-dias/">Encontre três coisas boas todos os dias</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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