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	<title>Arquivos trading - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Sun, 03 Feb 2019 22:17:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Criptomoedas: será esse o futuro? por Roberta Paffaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 15:11:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matrix, robôs e dinheiro virtual. Você, de repente, se vê num filme, porém é a vida real, pois a tecnologia veio pra ficar. Num piscar de olhos, tudo muda. Há dez anos, você imaginava que teria um computador nas mãos, hoje conhecido como celular? Eu era pequena, mas me lembro dos meus pais e tios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Matrix, robôs e dinheiro virtual. Você, de repente, se vê num filme, porém é a vida real, pois a tecnologia veio pra ficar.</p>
<p>Num piscar de olhos, tudo muda. Há dez anos, você imaginava que teria um computador nas mãos, hoje conhecido como celular?</p>
<p>Eu era pequena, mas me lembro dos meus pais e tios dormindo em filas gigantes pra conseguirem comprar uma linha telefônica pra casa!!!</p>
<p>E quem pensou que trocaria mensagem de texto e ligaria de graça pra alguém? Bendito WhatsApp!</p>
<p>E que tal tirar fotos e enviar pra quem quiser em e de qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Ah, ainda tem alguma pergunta? Google responde! Ou até mesmo a Siri do seu iPhone!</p>
<p>Quer namorar? Tem aplicativo pra conhecer pessoas!</p>
<p>Mas você já se perguntou se tem limite pra tudo isso?</p>
<p>Algumas séries, como Black Mirror, retratam alguns temas relevantes. Um episódio me chamou muito a atenção. Em que as pessoas tinham um chip e registravam toda a memória ali. Podiam exibir na TV as imagens, rever momentos felizes e outros nem tão “convenientes” assim. E lógico, tudo tem consequência. E me assusta pensar que não estamos tão distantes de uma situação como essa descrita na ficção.</p>
<p>Agora vamos as criptomoedas. Muito se fala de Bitcoin e também de uma nova tecnologia que vem pra substituir/ descentralizar até transações bancárias, o blockchain. Ainda há muito a ser feito, afinal a nossa regulação ainda não é clara sobre isso. De acordo com pesquisas realizadas por diversas entidades financeiras, o Brasil já tem mais de 1 milhão de investidores em criptomoedas. Número que corresponde a um terço dos envolvidos no mercado de capitais da Bolsa de Valores do Brasil ( B3).</p>
<p>Os negócios com criptomoedas não são incipientes. Cada vez mais tomam corpo por aqui.<br />
Você já imaginou eliminar de sua vida aquela papelada toda no cartório pra vender um imóvel? Um carro? Sim, isso já é possível! Estive em dois eventos esta semana (Master Trade da Infomoney &amp; XP Investimentos e jantar da Global Blockchain Business Council-Brasil) e ouvi depoimentos de este tipos de compras foram feitas por Bitcoin. Uma simples transferência. E foi só passar o documento pra outra pessoa.</p>
<p>Mais um exemplo. Você sabia que a cada duas pessoas que prestam serviços(terceirizados), uma acaba não recebendo de imediato, toma “calote”. Já existe um estudo que se o contratante e o prestador de serviço tiverem acesso ao “blockchain”, eles podem incluir o contrato nessa realidade virtual e quando o serviço for concluído, o “contrato” é executado e automaticamente, este prestador recebe pelo trabalho feito. Mundo perfeito, certo?</p>
<p>Até o mundo do agronegócio já está atento a essa nova tecnologia. Em janeiro deste ano, o jornal Valor Econômico publicou que a Louis Dreyfus Company, uma das principais trading agrícolas do mundo, e um grupo de bancos concluíram o primeiro negócio com Commodity agrícola usando a base de dados compartilhados”blockchain”. Seria a tecnologia digital também papel transformador na maneira de comprar e vender matérias-primas?</p>
<p>Ainda ouvi outro ponto de vista de que quando a internet surgiu, era algo assustador. Mas hoje quando falamos de Google, por exemplo, não citamos o “https://“ e já vamos direto ao site. E o mesmo deve acontecer com as criptomoedas e também o blockchain. Parecem “palavrões”, coisas de outro mundo! Mas não passam de novas tecnologias virtuais/ digitais quem surgem pra facilitar a vida. Essa é a promessa. Você acredita?</p>
<p>*Pra quem quiser entender as definições desses novos conceitos, dê uma olhadinha nesta matéria do G1, que está bem didática.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-o-que-e-blockchain-a-tecnologia-por-tras-do-bitcoin.ghtml" target="_blank" rel="noopener">https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-o-que-e-blockchain-a-tecnologia-por-tras-do-bitcoin.ghtml</a></p>
<h3><em><img decoding="async" class="wp-image-1973 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg" alt="" width="110" height="125" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg 264w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro.jpg 326w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></em></h3>
<p><strong><em>Roberta Paffaro</em></strong></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:robertapaffaro@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro@gmail.com</a><br />
Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-paffaro-86317a13/" target="_blank" rel="noopener">Roberta Paffaro</a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/robertapaffaro/" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/roberta-paffaro/">Saiba mais sobre Roberta Paffaro, clique aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra Comercial China – EUA e a disparada dos prêmios da Soja no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 23:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio ao tumulto que o mercado mundial atravessa desde o início da guerra comercial estabelecida entre os Estados Unidos e China, os brasileiros vêm sendo favorecidos com a escalada de prêmios para o grão. Os prêmios para embarques em portos brasileiros que já vinham altos, quando comparados aos normalmente praticados nesse período em anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio ao tumulto que o mercado mundial atravessa desde o início da guerra comercial estabelecida entre os Estados Unidos e China, os brasileiros vêm sendo favorecidos com a escalada de prêmios para o grão.</p>
<p>Os prêmios para embarques em portos brasileiros que já vinham altos, quando comparados aos normalmente praticados nesse período em anos anteriores, pularam em apenas 2 dias 90 centavos.</p>
<p>De Us$ 1,10 Bu na terça, 03, para US$ 1,30 Bu na manhã de ontem, 04 para impressionantes US$ 1,50/1,70/1,80 e 1,90 na parte da tarde. Foram inúmeros negócios reportados que começaram timidamente pela manhã e dispararam no decorrer do pregão após vendedores terem assumido postura ausente e os compradores nervosos buscando mercado. Final do pregão de ontem vendedores ofertavam soja a + US$ 2,00 e os compradores a + US$ 1,80.</p>
<p>O fato do Brasil poder se aproveitar dessa situação e surfar na onda de tensão dos EUA e China deve-se principalmente ao fato da origem brasileira ter registrado poucas vendas da safra que está sendo colhida. A baixa performance de comercialização nacional, produz efeito em cascata. Quando o produtor não vende, o volume das cerealistas, cooperativas, revendas também represa.</p>
<p>Paralelamente, desde o início das especulações sobre a tarifação as tradings aqui no Brasil intensificaram compras, num claro movimento de antecipação ao problema. Esse movimento há muito tempo é o que vinha fazendo o preço da soja em real em algumas praças se manter inalterado mesmo quando a cotação da soja caia na bolsa. Mas até então o prêmio vinha subindo gradativa e constantemente.</p>
<p>A partir do anúncio de tarifação pelo presidente norte-americano Donald Trump, as tradings no Brasil intensificaram as compras FOB.</p>
<p>A resposta rápida da China anunciando tarifação em uma lista que não incluía soja até deu um fôlego ao mercado norte americano, mas aqui no Brasil as tradings seguiram atuando, acreditando que vinha tarifação e veio. O mercado se antecipou ao fato.</p>
<p>Nesse momento de plena guerra comercial entre EUA e China o Brasil é a origem mais favorecida é e seguirá sendo o Brasil. Ainda mais porque nessa temporada a Argentina não conseguirá participar com ofertas expressivas devido à forte seca que assolou o país.</p>
<p>Além do mais a Argentina tem uma tradição de exportar uma fatia maior de derivados de soja, com maior valor agregado. Só para ilustrar, a Bolsa de Cereales atualizou hoje a estimativa da safra de soja do país em 38 milhões de toneladas.</p>
<p>A China também pode abocanhar uma parte dos estoques do Uruguai e Paraguai, cujos mercados também devem ser disputados pela Argentina, em razão da logística.</p>
<p>Vale a ressalva que o Brasil não consegue suprir totalmente o volume de soja dos EUA para a China e por isso algumas tradings globais que atuam no Brasil devem trocar a origem de seus embarques de soja com destino Europa. Farão uma troca de posição de portos do Brasil para portos dos EUA.</p>
<p>Essa estratégia não aumenta o número de venda da soja do Brasil, afinal a soja a ser embarcada para a Europa por aqui seria a mesma a ser embarcada para a China, mas com certeza as trocas de origem aumentariam a participação do Brasil no mercado asiático.</p>
<p>Enquanto no Brasil o prêmio subiu em 2 dias quase 90 centavos, portos do golfo registram alta de 15 a 20 centavos.</p>
<p>Já os negócios reportados hoje deram uma desacelerada. Foram reportados negócios a US$ 1,75 e 1,65 para embarque maio. Para embarque Junho /Julho saiu US$ 1,40 a 1,45 e na parte da tarde o mercado ficou mais calmo. No geral, após o exagero do nervosismo de ontem e com a cobertura de algumas tradings, os prêmios desaceleraram entre 25 a 30 centavos.</p>
<p>Agora ninguém em sã consciência pode afirmar que a Guerra Comercial alcançou o clímax. Nesse momento a estratégia pode ser: Quem berrar mais pode levar vantagem em um possível acordo comercial. Lembrando que as tarifas anunciadas pelos 2 países não devem entrar em prática num curto prazo, o que abre espaço para conversações diplomáticas entre os países.</p>
<p>Se por um lado o clima tenso pode ser aliviado num acordo diplomático, por outro pode intensificar e a China ter que considerar recorrer aos seus estoques físicos que afirma ter. Geralmente os leilões não são bem sucedidos em razão da qualidade do grão e da logística ofertada.</p>
<p>Ainda para uma nova rodada dessa guerra comercial, a China tem em mãos uma vantagem, Tem um grande volume de soja comprada e não embarcada de origem americana que poderia ser parcialmente cancelada e com isso forçaria os EUA a negociar termos melhores. Afinal a guerra envolve bilhões de dólares de prejuízos e os chineses precisam estar bem ajustados para garantirem toda a oferta que conseguirem de grão.</p>
<p>Enquanto isso a origem brasileira continuaria sendo vantajosa, mas até quando? Essa é a pergunta que vale milhões e milhões aos produtores brasileiros e aos especuladores na Bolsa.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Soja em 16/11</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 12:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[chicago]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o feriado de ontem aqui no Brasil, os preços da soja em Chicago resistiram às vendas e fecharam o dia em alta. O pregão de ontem foi regido pela combinação de números positivos do esmagamento mensal das indústrias americanas, divulgadas pelo NOPA * mais alguns comentários de um representante de uma grande indústria chinesa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o feriado de ontem aqui no Brasil, os preços da soja em Chicago resistiram às vendas e fecharam o dia em alta.</p>
<p>O pregão de ontem foi regido pela combinação de números positivos do esmagamento mensal das indústrias americanas, divulgadas pelo NOPA * mais alguns comentários de um representante de uma grande indústria chinesa sobre a China precisar importar 100 Milhões de toneladas do grão.  Alguém lembra que na semana passada o USDA atualizou os dados de importação da temporada atual da China de 95 para 97 mi tons?</p>
<p>Pois é, esse aumento de apenas 2 milhões de tons e nada projetado para a safra dos EUA associado com dados de produtividade em 49,5 bushes por acre acabou sendo um balde de água fria nos fundos de investimentos.</p>
<p>Mas como os fundos ganham dinheiro com essas notícias, ontem, sem muita pressão de venda (fixação) por parte das origens brasileiras (produtores, cerealistas, cooperativas, tradings) os fundos processaram melhor esses fatores, mas hoje a soja busca notícias extras.</p>
<p>Vamos ver se hoje os preços continuam a se desvencilhar dos fundamentos baixistas do clima com os mapas estendidos de boas chuvas para os países da América do Sul.</p>
<p><strong>Na pauta do dia:</strong> Relatório do USDA de Vendas Semanais, vai que é a demanda hoje que prevalece na pauta dos fundos, né?</p>
<p><strong>Na minha pauta pessoal:</strong> Aniversário do meu querido Marquinho. Viva ele!</p>
<p><strong><u>NOPA</u></strong> : The National Oilseed Processors Association &#8211; o mesmo que Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas &#8211;  EUA.</p>
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		<title>O que é Commodity</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:03:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[café. milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhar no mercado agrícola, assim como no mercado financeiro é ter certeza que vai escutar palavras e expressões em inglês. Quem nunca escutou do comprador da trading (olha outra palavrinha aí) ou da indústria ou então daquele consultor ou consultora que a commodity está em queda porque o dólar index subiu? Ou que as commodities [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar no <strong>mercado agrícola</strong>, assim como no <strong>mercado financeiro</strong> é ter certeza que vai escutar palavras e expressões em inglês.</p>
<p>Quem nunca escutou do comprador da trading (olha outra palavrinha aí) ou da indústria ou então daquele consultor ou consultora que a commodity está em queda porque o dólar index subiu? Ou que as commodities agrícolas valorizaram devido à falta de oferta dos produtores americanos?</p>
<p>Pois é <strong>Commodity</strong> nada mais é que aquele produto que serve de matéria-prima e que é produzido em escala e pode ser armazenado sem perder suas características e qualidade.</p>
<p>Fácil né?</p>
<p>Assim você entende que Soja, Café, Milho, Boi são algumas <strong>commodities agrícolas</strong>.</p>
<p>Se você associar isso a outro grupo como os metais você pode rapidamente entender que ouro, prata, cobre são <strong>commodities metais</strong> e o petróleo e gás natural são <strong>commodities de energia</strong>.</p>
<p>Dai se você associar a produtos financeiros, você chega às <strong>commodities financeiras</strong> como moedas: Dólar, Euro, Real, Yen, entre outros.</p>
<p>As commodities têm seu valor negociado em Bolsa. Quer alguns exemplos?</p>
<p>Mundialmente para soja e milho é a CME que referencia os preços, mas aqui no Brasil a BM&amp;F, a maior bolsa da América Latina também negocia com boa liquidez esses produtos.</p>
<p>Já para café, cacau, suco de laranja, a bolsa que referencia os preços é a Bolsa de Nova York. E no Brasil, a BM&amp;F negocia com forte tradição o Café.</p>
<p>Petróleo tem preços regidos por 2 bolsas, de Nova York e Londres.</p>
<p>Quer saber mais sobre Commodities? Mande sua pergunta por aqui. Vai que ela vira um post! 😉</p>
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