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	<title>Arquivos tecnologia - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jan 2020 12:06:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Missão: Mulheres Do Agro – Inovação E Tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 17:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E o tema do mês da minha coluna para o Por Dentro do Agro é Inovação. Confesso que quando recebi a pauta para produzir o texto, fui tomada por certo desconforto e me peguei pensando várias vezes em como trazer esse assunto de forma leve e didática. Resolvi então escrevê-lo de forma que mostrasse como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E o tema do mês da minha coluna para o Por Dentro do Agro é Inovação. Confesso que quando recebi a pauta para produzir o texto, fui tomada por certo desconforto e me peguei pensando várias vezes em como trazer esse assunto de forma leve e didática. Resolvi então escrevê-lo de forma que mostrasse como as mulheres, mesmo com menor espaço e participação na área da tecnologia, fazem a diferença e fui atrás de material para embasar o texto.</p>
<p>E esse assunto me fez refletir sobre dois tópicos.</p>
<p>Primeiro, sobre a recorrência dos temas <strong>Inovação</strong> e <strong>Tecnologia</strong> na mídia atualmente. Em muitos canais como sites, revistas, estudos, pesquisas, rodas de chimarrão e nos coffee breaks, o assunto passa pelas startups, sistemas, aplicativos e programas.</p>
<p>E segundo, ao constatar a fragilidade do papel da Mulher e a importância de sua participação nesse segmento, isso me incomodou profundamente, e acredito que vai fazer o mesmo com você.</p>
<p>Como isso ainda acontece, se hoje em dia as mulheres frequentam cada vez mais os cursos de exatas? Eu particularmente sempre tive uma facilidade na área de humanas, mas o perfil nas Universidades vem mudando, e a participação feminina em empresas de tecnologia parecem não acompanhar esse caminhar.</p>
<p>E essa não é uma percepção minha, isolada. Tanto que a campanha promovida pela <strong>ONU MULHERES</strong> para comemorar o Dia Internacional da Mulher deste ano englobou justamente os setores de tecnologia e inovação.</p>
<p>Ao adotar o tema <strong><a href="http://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-define-tema-global-para-dia-internacional-das-mulheres-pensemos-em-igualdade-construcao-com-inteligencia-e-inovacao-para-a-mudanca/" target="_blank" rel="noopener">“Pensemos em Igualdade, Construção com Inteligência e Inovação para a Mudança”</a></strong>, o órgão alertou para as oportunidades que tecnologia e inovação apresentam, e mostrou como essas práticas caminham para lacunas digitais cada vez maiores. Além disso, enfatizou também a limitação da mulher nas áreas de tecnologia, matemática, engenharia, ciência, justificando a sua ausência no  desenvolvimento de inovações.</p>
<h6 class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-174906" src="https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2019/06/onu.jpg" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" srcset="https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2019/06/onu.jpg 960w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2019/06/onu-300x200.jpg 300w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2019/06/onu-768x512.jpg 768w, https://blog.strider.ag/wp-content/uploads/2019/06/onu-450x300.jpg 450w" alt="" />Imagem de divulgação do tema de 2019. [Reprodução/ONU]</h6>
<p>Estudos recentes mostram que apenas 10% das profissionais inovadoras são mulheres, o que significa dizer que 90% dessas empresas são conduzidas e geridas por homens. Da totalidade das startups,* aproximadamente 75% delas tem equipes compostas exclusivamente por homens. Ou seja, não há mulheres trabalhando em qualquer projeto de inovação.</p>
<p>Assim como aconteceu nos Estados Unidos, no Vale do Silício, e em Israel, o Brasil caminha para estruturar polos de tecnologia. Aqui, vários estados já concentram hubs diversos, compostos por empresas que buscam por capacitação e se apoiam e complementam para atender com melhor eficiência as demandas de suas regiões.</p>
<p>Temos hubs de inovação e tecnologia que atendem vários segmentos:  automobilístico, energia, médico, telefonia e também agro. A região de Piracicaba, no estado de São Paulo concentra 4 que reúnem startups e conectam pessoas e projetos ligados ao agro. E com o papel do agro brasileiro cada vez mais definido, influenciado pela cultura de grandes multinacionais, associados a leitura que cada vez mais mulheres vão aos campos, é natural observar a ampliação da participação feminina também nos laboratórios pesquisa e tecnologia.</p>
<p>A mulher do Agro tem uma sede enorme de aprender, de buscar informação, de buscar tecnologia para aplicar em seus negócios, seja ele dentro ou fora da porteira. Para exemplificar o que digo, compartilho com vocês a agradável surpresa que tive no final de maio, durante a minha participação na Campo Grande Expo.</p>
<p>Ao visitar às empresas expositoras, me deparei com várias startups com mulheres em seu time, uma em especial me chamou a atenção. Ela é ligada à pecuária que inova em serviços de abate, cuja gestão e equipe eram exclusivamente feitas por mulheres do Agro – veterinárias e engenheiras agrônomas.</p>
<p>Durante o próximo Congresso das Mulheres do Agro em São Paulo, nos dias 8 e 9 de outubro, provavelmente irá prospectar ainda mais startups.  Ano passado o evento fomentou a participação desse segmento e foi um sucesso. Eu estarei por lá para ver isso acontecer, e também espero sua visita. Um abraço!</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Matéria elaborada por Andrea Cordeiro exclusivamente para o Blog Por Dentro do Agro: <a href="https://blog.strider.ag/missao-mulheres-do-agro-inovacao-e-tecnologia/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></em></strong></p>
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		<title>Educação como a Base da Transformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2018 20:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos um costume no Brasil de usar a seguinte expressão: “Pior do que está não fica”! Talvez essa expressão traduza o viés esperançoso do nosso povo brasileiro, mas sabemos que a afirmação é não retrata a verdade. O que está ruim pode piorar, sim! Findamos uma semana repleta de notícias sobre crise econômica e política [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Temos um costume no Brasil de usar a seguinte expressão: “Pior do que está não fica”!</p>
<p style="font-weight: 400;">Talvez essa expressão traduza o viés esperançoso do nosso povo brasileiro, mas sabemos que a afirmação é não retrata a verdade.</p>
<p style="font-weight: 400;">O que está ruim pode piorar, sim! Findamos uma semana repleta de notícias sobre crise econômica e política cuja cereja do bolo foi algo que passou batido por muitos de nós brasileiros.</p>
<p style="font-weight: 400;">O  <strong>Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) </strong>divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<strong>PNUD)</strong> foi divulgado nessa nesta sexta-feira, 14. Pelo terceiro ano seguido o Brasil amarga a 79ª colocação no estudo que considera um total de 189 e talvez alguns de nós mais otimistas afirme: “Pelo menos não foi pior e o Brasil não caiu no levantamento! Estamos na posição de número 79.”</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas se continuarmos com essa linha de pensamento será cada vez mais difícil mudar nossa cultura. Os números retratam um cenário com buracos cada vez maiores entre o real e o ideal.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Brasil, essa nação com um povo tão incrível está ficando para trás em muitos pontos. Em educação, saúde e renda! Estamos padecendo, piorando e “emburrecendo” a cada dia! E isso é Fato!</p>
<p style="font-weight: 400;">Detalhando aqui alguns dos números, você vai entender o que estou a dizer .</p>
<p style="font-weight: 400;">Antes você só precisa saber que o <strong>IDH vai de 0 a 1</strong> e leva em conta dados e indicadores de <strong>Educação, Saúde e Renda</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">O país que encabeça o ranking  <strong>IDH</strong> de 2018 é <strong>Noruega</strong> com 0,953, seguido de Suíça, Austrália, Irlanda e Alemanha, com pontuação oscilando entre 0,944 a 0,936. agora adivinha a nota do Brasil&#8230;</p>
<p style="font-weight: 400;">0,759</p>
<p style="font-weight: 400;">Embora essa nota nos faça figurar na categoria “alta”não quer dizer lá grandes coisas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 2017 nossa pontuação foi 0,758.</p>
<p style="font-weight: 400;">Otimistas falarão: Uhuuuuu, o Brasil melhorou!</p>
<p style="font-weight: 400;">Em setores isolados como saúde e renda isso até procede.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas em educação ficamos estagnados. Quer ver só como choca? Aqui na América do Sul, o <strong>Brasil registra o 5º maior IDH.</strong> Estamos atrás do Chile, Argentina, Uruguai e pasmem!!!!! <strong>Venezuela</strong>, ou seja a média de estudo do brasileiro(a) é menor que a do Venezuelano(a).</p>
<p style="font-weight: 400;">Com uma expectativa de vida de 75,7 anos, o brasileiro(a) tem há 3 anos a mesma expectativa de escolaridade: a de 15,4 anos. Mas a média de estudo real é de apenas 7,8 anos por brasileiro(a). Só aí da pra se perceber o enorme espaço entre 2 mundos.</p>
<p style="font-weight: 400;">O levantamento também mediu as desigualdades. E nesse quesito o Brasil simplesmente despencou no ranking ao perder 17 posições, cedendo de 0,759 para 0,578. Índice que isoladamente nos rebaixaria para uma categoria intermediaria de avaliação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Somente nesse quesito temos um recuo de quase 24 % no IDH  e juntamente com Paraguai ( 25,5) e Bolívia (25,8) fomos os que mais perdemos classificação na América do Sul.</p>
<p style="font-weight: 400;">No item <strong>Má distribuição de Renda</strong>, temos nossa pior medição – 0,471. <strong>Desigualdade educacional</strong> vem em segundo com 0,535 e na sequência <strong>expectativa de Vida</strong> 0,765.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na medição de <strong>Índices de Desenvolvimento de Gênero</strong>, mais uma vez os números confirmam que as Mulheres têm uma expectativa de estudo e média de estudo efetivo maior que os homens, mas registra uma renda bruta menor que a dos homens.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nós brasileiras temos 15,9 anos de expectativa de estudo enquanto os homens tem 14.9. Nós estudamos 8 anos, contra 7,7 e ganhamos quase 43 % a <em>menos</em> que os homens. Nesse segmento os países estão divididos em 5 grupos que vão de 01 a 05, sendo o 01 é o menos desenvolvido e o 05 o mais desenvolvido. E devido às altas notas das mulheres o Brasil foi avaliado no grupo 01.</p>
<p style="font-weight: 400;">O <strong>Índice de Desigualdade de Gênero</strong>, que considera o papel das Mulheres em 160 países, o Brasil registra a 94ª posição, explicitando o tanto de chão que ainda temos para percorrer.  Nessa avaliação a variação vai de 0 a 1. Estamos em 0,407 e quanto mais próximo ao 0 ( zero) mais bem avaliado o país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas diferenças de gênero, o estudo apontou que o Brasil registra a pior performance da <strong>América do Sul</strong> no quadro político com apenas 11,3% das vagas do Congresso Nacional são ocupadas por Mulheres. Pois é, realmente temos um longo caminho a percorrer.</p>
<p style="font-weight: 400;">Analisando esses dados e sabendo que educação é a base para qualquer mudança , não temos como não afirmar que não há transformação sem darmos ao povo/cidadão brasileiro a ferramenta mais milagrosa e preciosa que existe: <strong>O</strong> <strong>Conhecimento.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Uma nação empoderada, com uma economia fortalecida e com menos desigualdades é uma nação cujos governantes priorizam investimentos em <strong>EDUCAÇÃO</strong>!</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Estudo, Educação, Conhecimento</strong> são pontos de partida para cidadãos que sabem o que querem e sabem cobrar seus dirigentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">E um <strong>povo Educado</strong>, <strong>Culto</strong> é um povo que não se contenta com menos, com pouco.</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma nação que com <strong>Valores</strong> luta por outras conquistas como <strong>Segurança, Saúde, Tecnologia, Infraestrutura</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Então, invista nesse ponto e priorize a Educação em sua vida e na dos seus familiares. Não seremos parte de uma nação rica se não mudarmos nós também nossa maneira de pensar e agir! <strong>Então estude, estude, estude!</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Eu te vejo na semana que vem,</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Andrea Cordeiro</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Para saber mais vide links:</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1537044092538000&amp;usg=AFQjCNEzpkj1dr8FhPcjx5TWH_gD7MszSQ">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/&amp;source=gmail&amp;ust=1537044092538000&amp;usg=AFQjCNEftoPUMcOcMOx8mGGtjmlqln975g">https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/</a></p>
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		<title>Criptomoedas: será esse o futuro? por Roberta Paffaro</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/criptomoedas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 15:11:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matrix, robôs e dinheiro virtual. Você, de repente, se vê num filme, porém é a vida real, pois a tecnologia veio pra ficar. Num piscar de olhos, tudo muda. Há dez anos, você imaginava que teria um computador nas mãos, hoje conhecido como celular? Eu era pequena, mas me lembro dos meus pais e tios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Matrix, robôs e dinheiro virtual. Você, de repente, se vê num filme, porém é a vida real, pois a tecnologia veio pra ficar.</p>
<p>Num piscar de olhos, tudo muda. Há dez anos, você imaginava que teria um computador nas mãos, hoje conhecido como celular?</p>
<p>Eu era pequena, mas me lembro dos meus pais e tios dormindo em filas gigantes pra conseguirem comprar uma linha telefônica pra casa!!!</p>
<p>E quem pensou que trocaria mensagem de texto e ligaria de graça pra alguém? Bendito WhatsApp!</p>
<p>E que tal tirar fotos e enviar pra quem quiser em e de qualquer lugar do mundo?</p>
<p>Ah, ainda tem alguma pergunta? Google responde! Ou até mesmo a Siri do seu iPhone!</p>
<p>Quer namorar? Tem aplicativo pra conhecer pessoas!</p>
<p>Mas você já se perguntou se tem limite pra tudo isso?</p>
<p>Algumas séries, como Black Mirror, retratam alguns temas relevantes. Um episódio me chamou muito a atenção. Em que as pessoas tinham um chip e registravam toda a memória ali. Podiam exibir na TV as imagens, rever momentos felizes e outros nem tão “convenientes” assim. E lógico, tudo tem consequência. E me assusta pensar que não estamos tão distantes de uma situação como essa descrita na ficção.</p>
<p>Agora vamos as criptomoedas. Muito se fala de Bitcoin e também de uma nova tecnologia que vem pra substituir/ descentralizar até transações bancárias, o blockchain. Ainda há muito a ser feito, afinal a nossa regulação ainda não é clara sobre isso. De acordo com pesquisas realizadas por diversas entidades financeiras, o Brasil já tem mais de 1 milhão de investidores em criptomoedas. Número que corresponde a um terço dos envolvidos no mercado de capitais da Bolsa de Valores do Brasil ( B3).</p>
<p>Os negócios com criptomoedas não são incipientes. Cada vez mais tomam corpo por aqui.<br />
Você já imaginou eliminar de sua vida aquela papelada toda no cartório pra vender um imóvel? Um carro? Sim, isso já é possível! Estive em dois eventos esta semana (Master Trade da Infomoney &amp; XP Investimentos e jantar da Global Blockchain Business Council-Brasil) e ouvi depoimentos de este tipos de compras foram feitas por Bitcoin. Uma simples transferência. E foi só passar o documento pra outra pessoa.</p>
<p>Mais um exemplo. Você sabia que a cada duas pessoas que prestam serviços(terceirizados), uma acaba não recebendo de imediato, toma “calote”. Já existe um estudo que se o contratante e o prestador de serviço tiverem acesso ao “blockchain”, eles podem incluir o contrato nessa realidade virtual e quando o serviço for concluído, o “contrato” é executado e automaticamente, este prestador recebe pelo trabalho feito. Mundo perfeito, certo?</p>
<p>Até o mundo do agronegócio já está atento a essa nova tecnologia. Em janeiro deste ano, o jornal Valor Econômico publicou que a Louis Dreyfus Company, uma das principais trading agrícolas do mundo, e um grupo de bancos concluíram o primeiro negócio com Commodity agrícola usando a base de dados compartilhados”blockchain”. Seria a tecnologia digital também papel transformador na maneira de comprar e vender matérias-primas?</p>
<p>Ainda ouvi outro ponto de vista de que quando a internet surgiu, era algo assustador. Mas hoje quando falamos de Google, por exemplo, não citamos o “https://“ e já vamos direto ao site. E o mesmo deve acontecer com as criptomoedas e também o blockchain. Parecem “palavrões”, coisas de outro mundo! Mas não passam de novas tecnologias virtuais/ digitais quem surgem pra facilitar a vida. Essa é a promessa. Você acredita?</p>
<p>*Pra quem quiser entender as definições desses novos conceitos, dê uma olhadinha nesta matéria do G1, que está bem didática.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-o-que-e-blockchain-a-tecnologia-por-tras-do-bitcoin.ghtml" target="_blank" rel="noopener">https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-o-que-e-blockchain-a-tecnologia-por-tras-do-bitcoin.ghtml</a></p>
<h3><em><img decoding="async" class="wp-image-1973 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg" alt="" width="110" height="125" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg 264w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro.jpg 326w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></em></h3>
<p><strong><em>Roberta Paffaro</em></strong></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:robertapaffaro@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro@gmail.com</a><br />
Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-paffaro-86317a13/" target="_blank" rel="noopener">Roberta Paffaro</a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/robertapaffaro/" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/roberta-paffaro/">Saiba mais sobre Roberta Paffaro, clique aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/criptomoedas/">Criptomoedas: será esse o futuro? por Roberta Paffaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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