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	<title>Arquivos porco - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>O que mais falar sobre a queda recente da soja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 12:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem assim como eu, estava um pouco cansada de só escutar o termo Guerra Comercial como justificativa para a oscilação dos preços da soja na bolsa de Chicago, enfim pode “comemorar” a entrada de outros dois fatores que já deram muito o que falar. &#8220;Gripe Suína Africana&#8221; e “Mercado Climático” nos Estados Unidos passaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem assim como eu, estava um pouco cansada de só escutar o termo <strong>Guerra Comercial como justificativa para a oscilação dos preços da soja na bolsa de Chicago, </strong>enfim pode “comemorar” a entrada de outros dois fatores que já deram muito o que falar.</p>
<p><strong>&#8220;Gripe Suína Africana&#8221;</strong> e <strong>“Mercado Climático”</strong> nos Estados Unidos passaram a ganhar espaço na mídia e nos corredores de Chicago desde a véspera do feriado pascal e <strong>prometem momentos de volatilidade nos preços das commodities agrícolas.</strong></p>
<p>E embora autoridades chinesas insistissem em afirmar nos últimos seis meses que tudo estava sob controle e que os produtores locais vinham sendo estimulados a fazer os testes do vírus em seus plantéis para controlar a doença que se alastrava, nas últimas duas semanas vínhamos alertando os clientes da consultoria da <strong>Labhoro</strong> sobre a <strong>gripe suína africana</strong> estar caminhando para um cenário de descontrole.</p>
<p>Só para enriquecer o texto, a China tem o maior mercado de carne de porco do mundo e produz cerca de 55 milhões de toneladas de carne e processados ano. Impactante né?</p>
<p>E agora se eu afirmar que a produção dos chineses equivale à metade da população mundial de porcos.<strong> Impacta né?</strong></p>
<p>Ainda mais porque atualmente todas as províncias reportam casos de morte por gripe africana e o alto índice de mortalidade nos plantéis repercute na queda do consumo de proteína para ração animal.</p>
<p>Dito tudo isso agora me responda porque então China precisaria comprar mais <strong>soja </strong>se a demanda por farelo de soja no mercado interno vem caindo dia após dia com a crescente mortandade dos suínos?</p>
<p><strong>Bingo!</strong> Essa é a razão pela qual chineses não buscam ofertas volumosas de soja no Brasil, Argentina e muito menos fizeram a tão prometida compra dos <strong>Estados Unidos </strong>que<strong> Trump</strong> alardeou em suas redes sociais?</p>
<p>Paralelamente as medidas que os chineses adotam para conter e controlar a contaminação, a China  vai às compras de carne de porco congelada dos Estados Unidos ao invés de repor plantel.  E  com isso o consumo de proteína utilizada para ração cede rapidamente e desequilibra o quadro de oferta e demanda de farelo de soja. Isso por sua vez impacta na demanda pelo grão.</p>
<ul>
<li>Aqui um parênteses:  <strong>Caso as compras de carne de porco e aves intensifiquem, o que parece ser o cenário, o Brasil também pode ser favorecido como origem e isso é tarefa para a Missão do MAPA à China agora início de maio &#8211;</strong> A <strong>Ministra Tereza Cristina</strong> declarou essa semana que a China  já solicitou informações adicionais sobre plantas de carnes e deve voltar ao Brasil para novas inspeções.</li>
</ul>
<p>E essas compras dão um peso extra ao mercado ainda mais quando somado aos efeitos de 13 meses de plena Guerra Comercial. <strong>China ausente dos Estados Unidos, abastecida no Brasil e com peso de ofertas da Argentina que se prepara para colher a soja de uma safra grande.</strong></p>
<p>O segundo fator que começa a alarmar no radar do mercado é o <strong>Clima nos Estados Unidos</strong> – o famosinho <strong>Weather Market</strong> &#8211; afinal está aberta a temporada de plantio da temporada 2019/2020 no hemisfério norte.</p>
<p>A temporada nem bem começou e já vimos de tudo nessas 3 semanas: <strong>Nevascas, degelo repentino de neve, chuvas fortes, tornados, alagamentos sérios, transbordos submersos e mais neve de novo.</strong> Ufa&#8230;</p>
<p>O mercado que tinha tudo para se <strong>beneficiar da decisão dos produtores de reduzir com maior intensidade as áreas de plantio de soja</strong>, foi na mão contrária e já especulou precocemente atraso no plantio de milho, o que poderia impactar em maior área de soja.</p>
<p>E para piorar um pouco mais já especulou que o <strong>clima </strong>seria <strong>adverso até final de maio</strong>, com chuvas acima do normal e temperaturas abaixo do normal, mas o que hoje causa maior impacto é que as chuvas em excesso e as temperaturas baixas deram trégua e que as máquinas começam a voltar aos campos que alguns fundos começaram a vender a ideia de Clima ideal para plantio de milho e de soja. E a gente sabe que os fundos ganham pela média e apostam pesado e a cada oportunidade fazem girar a ciranda das apostas e colocam dinheiro nos bolsos.</p>
<p><b>Quando eu disse lá em cima que enfim podemos &#8220;comemorar&#8221; a entrada de mais fundamentos no mercado da soja, </b>eu não quis dizer que eram fundamentos positivos, mas pelo menos agora, temos algo mais para trabalhar e processar que o cansativo e manjado fundamento: Guerra Comercial.</p>
<p>Nos vemos por aí!</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 09:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[aço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora! Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora! Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da Guerra Comercial estabelecida pelos Estados Unidos. Todos devem lembrar do furor que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora!</strong></h4>
<p>Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora!</p>
<p>Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da <strong>Guerra Comercial</strong> estabelecida pelos Estados Unidos.<br />
Todos devem lembrar do furor que Trump causou ao tarifar há 2 semanas as importações de aço em 25% e em 15% para o alumínio. Essa decisão deve impactar o fluxo comercial entre os 2 países.</p>
<p>Só para ilustrar, a China é o maior produtor mundial desses 2 produtos.</p>
<p>Não bastasse essa decisão de tarifar, na última quinta-feira os EUA votaram a chacoalhar as estruturas.</p>
<p>Trump anunciou um novo pacote de tarifação, dessa vez para produtos de origem chinesa e os produtos serão conhecidos nas próximas semanas. A decisão de Trump é tarifar produtos chineses na ordem de 50 a 60 bilhões de dólares.</p>
<p>Essa segunda onda não passou em brancas nuvens e depois de a Comunidade européia alertar os Estados Unidos em aplicar alíquotas semelhantes para vários produtos, inclusive Milho, foi a vez de a China, através do <strong>Ministério do Comércio</strong> manifestar sua posição de contra ataque com a ameaça de levar os EUA à <strong>OMC</strong> e taxar produtos americanos como vinho, carne de porco e alumínio. E foi além,  os chineses alertaram para a possibilidade de taxação de outros 128 produtos de origem americana.</p>
<p>Embora para alguns analistas a resposta da China tenha sido <strong>“contida”</strong>, o governo chinês já advertiu que prepara taxação em mais produtos  norte americanos. Foi um toma lá, dá cá!</p>
<p>A mim parece pouco viável, para não dizer inteligente ou estrategista que a China impute tarifação na compra da Soja. A dependência dos chineses da soja dos EUA é alta e nesse momento da história não pode ser totalmente reposta com a Soja da América do Sul.</p>
<p>Mesmo com o Brasil nos campos em fase final de colheita de uma super safra, não haveria espaço para direcionar todo o saldo do volume não comercializado até agora à China. E nesse momento de grave <strong>seca na Argentina</strong>, que tradicionalmente exporta derivados de soja, os nosso vizinhos hermanos não poderiam suprir o saldo que os chineses necessitam.</p>
<p>Mas isso não significa que a China ficará passiva. O país tem algumas cartas na mão e uma delas se usada poderia forçar um recuo dos EUA.</p>
<p>Assumindo a linha de não entendimento entre os 2  países, o mercado de commodities poderia ser pego de surpresa com a<strong>núncios de cancelamentos em série</strong> de compras já realizadas e ainda não embarcadas. Ou poderiam fazer uma troca de origem em contratos que permitam essa cláusula. Ou seja, trocar embarques de uma <strong>Trading X ou Y</strong> via portos dos EUA para as mesmas empresas X ou Y só que via portos sul-americanos. Isso não seria bom para os produtores norte americanos e também para nós, sul americanos. Um anúncio dessa natureza poderia impactar muito mais nos preços na Bolsa que a tarifação do grão em si.</p>
<p>Caso isso de fato aconteça, num primeiro momento, os preços em bolsa poderiam cair muito para depois se ajustarem aqui no Brasil com uma alta nos prêmios. O anúncio de <strong>retaliação da China</strong> motivou já na sessão noturna da sexta feira, venda pesada por parte de alguns fundos de investimentos de pequeno e médio porte, liquidação essa que continuou durante boa parte do pregão da manhã de sexta.</p>
<p>Esse movimento de vendas levou a queda dos preços para a importante “área” de suporte de <strong>US$ 10,10</strong> no contrato de soja maio. Nessa região próxima aos US$ 10,10, fundos maiores, iniciaram a defesa de posição comprada colocando novas ordens de compra e os preços reagiram.</p>
<p>Boa parte desse movimento de recuperação na sexta contou com a ajudinha do próprio EUA &#8211; A assinatura da <strong>Lei Orçamentária nos EUA.</strong> Com a aprovação, o mercado financeiro respirou mais aliviado. Tal regulamento permite o financiamento do Governo Federal até o final do <strong>Ano Fiscal de 2018</strong>. Com isso a tão temida paralisação geral dos serviços federais foi evitada. Caso contrário teria sido o terceiro <strong>shutdown</strong> do ano!</p>
<p>Durante essa madrugada de hoje, os ânimos pareciam menos exaltados. Os fundos bem comprados direcionaram os preços para cima, num claro movimento de defesa de posição. Os fundos forçaram o movimento até testar as resistências de <strong>US$ 10,40</strong> ( alta de 12 centavos), região que concentrou vendas de outros fundos.</p>
<p><strong>Assuntos que continuarão em pauta :</strong></p>
<p><strong>• Guerra Comercial</strong> / tarifação / retaliação /cancelamentos ou outro devaneio qualquer de Trump</p>
<p><strong>• Clima na Argentina</strong> &#8211; Seca e queda de Produção</p>
<p><strong>• Clima no Brasil</strong> &#8211; Chuvas atrapalhando a evolução de colheita ?</p>
<p><strong>• Cenário Político Brasil</strong> ( STF – HC – Lula e afins)</p>
<p><strong>• Demanda Chinesa</strong>. A semana passada não registrou venda extra de soja.  Mas hoje já houve anúncio de venda de 132 mil de soja para país desconhecido que pode e geralmente é a China. Hoje também a Espanha comprou 120 mil tons de farelo de soja.</p>
<p><strong>Assuntos que entrarão em pauta:</strong></p>
<p><strong>• Acreagem</strong> &#8211; <strong>Relatório de Intenção de Plantio</strong> ou mais conhecido pelos íntimos como <strong>Acreagem. </strong>Dia 30 o USDA divulgará a primeira projeção de área de plantio da próxima temporada. A semana estará repleta de números e será perfeita para as especulações. Não é novidade se já escutarmos sobre aumento de área. A rentabilidade da soja versus milho é maior e o movimento de alta anterior motivou vendas antecipadas dos produtores norte americanos em Bolsa.</p>
<p><strong>• Clima nos EUA</strong> – Chuvas em várias regiões produtoras. Evolução de plantio de milho e soja.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>#Atuar em Mercados de Futuros envolve riscos. Fatos externos, situações novas ou impossíveis de serem previstas e/ou controladas podem influenciar nos Mercados.</p>
<p>#Antes de negociar em bolsa, ligue para seu/sua consultora!</p>
<p>#O texto quando for publicado pode conter fundamentos já processados ou já ultrapassados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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