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	<title>Arquivos paraguai - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Soja em clima de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 13:55:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021! E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira. Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem vindos a 2021!</p>
<p>E os preços da soja reabrem o ano subindo forte. Em pleno momento de mercado climático, este é o grande direcionador para preços registrados na retomada dos trabalhos deste domingo e madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Após um final de semana com condições secas em boa parte do corredor produtor na América do Sul, os preços voltam a subir forte na bolsa de Chicago. A soja com vencimento março de 2021 está cotada no momento a US$ 13,45 bushel com 34 centavos de alta.</p>
<p>Fundos de investimento de grande peso carregam em suas carteiras posições compradas em commodities agrícolas. Na semana passada, com o encerramento do ano, alguns aproveitaram o momento para promover tomadas de lucros e colocar dinheiro no bolso, mas a preocupação crescente com a possibilidade de um encurtamento no quadro de oferta de países como Brasil e Argentina, está motivando uma corrida em busca de proteção a este risco e o que se vê após um final de semana mal chovido é justamente o mercado adicionar cada vez mais prêmio clima.</p>
<p>Com o aperto de estoque mundial e o ritmo de comercialização chinesa não há espaço para encolhimento na oferta mundial de soja e é aqui no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai que a safra está sendo produzida. As adversidades serão processadas com grandes intensidades. Seca ou Chuva. Ferrugem, pragas, atrasos, greves, Covid,</p>
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<p>Para deixar o clima de tensão maior, além de chuvas abaixo do normal e irregulares para o Brasil e tempo seco na Argentina durante o final de semana, os mapas estendidos de curto prazo não mostram condições ideais para as lavouras sul-americanas.</p>
<p>Vamos acompanhar a atualização dos mapas no decorrer do dia. Daqui para frente a atualização dos mapas que acontece pelo menos em três momentos durante o dia será bastante acompanhada pelos diversos modelos climáticos. Alguns fundos de investimentos têm as melhores consultorias e recebem as atualizações dos serviços de climatologia e por isso mesmo é sempre importante estar atento ás previsões.</p>
<p>Abaixo a matéria que fiz no apagar das luzes do ano e que contextualiza este momento do mercado da soja a movimentos voláteis.<br />
<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/">https://missaomulheresdoagro.com.br/mercado-da-soja-surpreende-no-apagar-das-luzes-de-2020/</a></p>
<p>Um forte abraço e uma ótima semana a todos.</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/276976-soja-em-clima-de-seca-por-andrea-cordeiro.html#.X_Me4dhKiUl" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
</div>
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		<title>Chuva, Chicago e Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 14:36:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise</h2>
<p>Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso em levar os preços da soja aos 12 dólares que fossem deixar passar batido colocar dinheiro no bolso?</p>
<p>Pois é, a chave para movimento de ontem e de hoje está nas chuvas. Nada mais previsível que a oportunidade de realizar lucro após os registros de chuvas que aconteceram no final de semana no Brasil, Paraguai e Argentina.</p>
<p>Após tantos meses de um movimento forte de alta com preços direcionados por quase que exclusivamente um fator – demanda chinesa para o grão norte americano, uma correção de preço como a observada é necessária e bem vinda para garantir o equilíbrio e a saúde do mercado.</p>
<p>Vale pontuar que este é um momento de transição, uma fase em que o interesse de mercado retorna à América do Sul. O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil. Com as chuvas do final de semana os trabalhos devem se aproximar de 85% da área nacional. Daqui para frente a evolução do plantio da Argentina também passará a ser mais acompanhada de lupa.</p>
<p>Mesmo com uma área recorde e com toda tecnologia aplicada, o atraso nos trabalhos de plantio, a falta de umidade e altas temperaturas empurraram os trabalhos de plantio e replantio para fora da janela ideal em algumas regiões assim como o déficit de chuvas derrubou o potencial produtivo da safra brasileira. Esse déficit pode ser compensado por outras regiões.</p>
<p>Por agora o que se vê é a tendência de casas de consultoria revisarem suas projeções para a safra brasileira entre 1 a 4 milhões de toneladas.</p>
<p>Em tempos normais este seria um momento em que produtores norte americanos não vendem. Sazonalmente costumam ser mais conservadores após suas colheitas. Já venderam o necessário para pagar suas contas e novas vendas apenas costumam acontecer no próximo ano. Vamos analisar nos próximos dias como será a demanda pelo grão para uso doméstico. Se o rigor do inverno norte americano demandará de mais farelo para uso animal.</p>
<p>Talvez aí esteja a chave para prêmios mais fortes no mercado interno sustentando a ausência da China como compradora do mercado norte americano e mesmo com a quebra e o atraso da entrada da soja brasileira, a competitividade da safra norte americana deve começar a migrar para sul-americana.</p>
<p>Um forte Abraço,</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/01/chuva-chicago-e-soja/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<item>
		<title>Argentina e EUA &#038; China e EUA &#8211; Casos de Amor e Ódio Influenciando o Preço Mundial da Soja</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/argentina-e-eua-china-e-eua-casos-de-amor-e-odio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 20:06:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Argentina &#38; EUA vivem um recente e inusitado caso de amor e esse novo relacionamento comercial vem atraindo curiosidades.  O porquê do mercado agrícola argentino monitor ofertas de Soja dos Estados Unidos e se antecipar e comprar grão já para a próxima temporada (2018/2019) será tema de um outro post aqui nos próximos dias, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Argentina &amp; EUA vivem um recente e inusitado caso de amor e esse novo relacionamento comercial vem atraindo curiosidades. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>O porquê do mercado agrícola argentino monitor ofertas de Soja dos Estados Unidos e se antecipar e comprar grão já para a próxima temporada (2018/2019) será tema de um outro post aqui nos próximos dias, mas por agora basta saber que na terça-feira passada, 24, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou que pela terceira vez nessa temporada, que nossos vizinhos argentinos compraram mais 130 mil toneladas de Soja. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>E hoje, segunda feira, o USDA acaba de reportar que o país vizinho adquiriu mais 120 mil toneladas! </strong></p>
<p><strong> </strong>Isso só comprova que o mercado todo sabe: Que os prêmios de soja praticados no Brasil ainda seguem mais firmes quando comparados aos praticados pelos Estados Unidos, seja Portos do Golfo, ou Portos do Pacífico Norte  &#8211; PNW, tanto em safra velha como em safra nova.</p>
<blockquote><p>E aqui um parênteses. Eu não estou dizendo em momento algum que há uma distorção de parâmetros ou que está tudo errado e os prêmios precisam ceder.</p>
<p><strong>Nada disso, pelo contrário!</strong></p>
<p><strong>Apenas estou pontuando e valorizando o fato que o Brasil enfim surfa uma onda muito peculiar e está sabendo tirar proveito de uma situação externa. </strong></p>
<p><strong>E aqui o meu reconhecimento e parabéns ao mercado brasileiro que foi ágil para visualizar a onda que estava se formando!</strong></p></blockquote>
<p>É fácil entender que esse movimento só foi possível porquê a comercialização do Brasil vinha atrasada e as ofertas na origem, leia-se produtor, estavam represadas. Os produtores esperavam por oportunidades e elas fato aconteceram &#8211; <strong>Dólar Subiu e Prêmio Disparou.</strong></p>
<p><strong>Com essa situação, o Brasil aproveitou a oportunidade ao cavar espaço e se consolidar como a “ bola da vez” no quadro de oferta mundial.</strong></p>
<p><strong> </strong>A origem brasileira aproveitou e ainda se aproveita do fato da China querer garantir toda a soja de origem diferente da  norte americana.</p>
<p>Vale destacar o óbvio: Na safra atual, a Argentina não consegue competir no mercado internacional, devido a forte quebra de safra da ordem de 20 milhões de toneladas, tanto é que esta inclusive comprando soja dos EUA para garantir o equilíbrio do meu mercado.</p>
<p>Paraguai e Uruguai têm uma logística que favorece à Argentina, porém algo deve ser escoado para os asiáticos e mais a frente, a safra de Roraima, que será colhida em setembro, outubro, também deve ser em grande parte escoada para os chineses.</p>
<p>Mas aqui atenção! Os prêmios subirão ou ao menos se manterão indefinidamente nesses patamares?</p>
<p><strong>A resposta a essas dúvidas está altamente relacionada aos desdobramentos da Guerra Comercial EUA &amp; China</strong>. E isso precisa ser acompanhado dia a dia.</p>
<p>Se confirmada, e isoladamente, seria normal que os prêmios no Brasil se reacomodassem.</p>
<p>Sem outros fatores, os preços em Chicago subiriam pela valorização da Demanda da China pra soja dos EUA.</p>
<p>Mas fatores como o <strong>fluxo do plantio de milho e soja no meio oeste americano</strong> e <strong>o quanto a indústria no Brasil já garantiu de soja para rodar as plantas no exercício 2018, entrarão na fórmula dos preços da soja.</strong></p>
<blockquote><p>Apenas como complemento, na sexta-feira, 27 quando o mercado foi tomado por rumores que China e EUA estavam próximos a um acordo sobre as tarifas, os prêmios deram uma arrefecida. Negócios foram reportados entre 110 a 112 acima do Julho para embarques junho e 120 a 122 para embarques julho.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1610 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/argentina-e-eua-china-e-eua-casos-de-amor-e-odio/">Argentina e EUA &#038; China e EUA &#8211; Casos de Amor e Ódio Influenciando o Preço Mundial da Soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Fechando a semana com chave de Ouro!!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 22:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E a bola da vez é o Clima na Argentina. Com os fundos a procura de notícias novas, os mapas estendidos para a Argentina servem como prato cheio! Há algumas divergências entre os modelos, mas no geral, os mapas dos principais modelos estão em linha para chuvas no Brasil e Paraguai nos próximo 4 a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E a bola da vez é o <strong>Clima na Argentina</strong>. Com os fundos a procura de notícias novas, os mapas estendidos para a Argentina servem como prato cheio!</p>
<p>Há algumas divergências entre os modelos, mas no geral, os mapas dos principais modelos estão em linha para chuvas no Brasil e Paraguai nos próximo 4 a 7 dias, mas divergem sobre o volume e cobertura da Argentina. Mesmos assim o volume que os mapas estão mostrando é inferior aos previstos nos últimos dias, ou seja, independente do modelo, as chuvas serão menores.</p>
<p>Mas a gente sabe que previsão é não é algo nada concreto, mas com os modelos climáticos a cada dia defendendo a história crescente de uma La Nina até o início de 2018, os fundos passam a ficar mais aguçados e como em suas posições liquidas estão vendidos acabam por comprar para aliar o risco de serem surpreendidos.</p>
<p>Um padrão mais seco persistindo em terras Hermana, poderia influenciar numa menor produção de farelo de soja, produto que os Argentinos são vendedores muito competitivos no mercado internacional.</p>
<p>Se esse padrão seco se instala ou perdura é algo que teremos que acompanhar diariamente!</p>
<p>Ainda o mercado deve aproveitar as especulações sobre o que será anunciado no próximo mandato de biodiesel nos EUA. O mercado acredita que o <strong>EPA, a Agencia de Proteção Ambiental dos EUA</strong> deverá divulgar as novas regras antes do dia 30.</p>
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