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	<title>Arquivos omc - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Reflexos da Missão aos EUA ao Agro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 21:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passado o primeiro grande desafio internacional do atual governo, eu me pergunto quais terão sido os resultados dessa Missão aos Estados Unidos para o Agro do Brasil. Mesmo tendo sido uma missão relativamente curta &#8211; 3 dias, a pauta oficial e extraoficial foi intensa e repercutiu em muito barulho, especialmente no Brasil.  E sob meu ponto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Passado o primeiro grande desafio internacional do atual governo, eu </span><span style="font-weight: 400;">me pergunto quais terão sido os resultados dessa <strong>Missão aos Estados Unidos</strong> para o <strong>Agro do Brasil.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo tendo sido uma missão relativamente curta &#8211; 3 dias, a pauta oficial e extraoficial foi intensa e repercutiu em muito barulho, especialmente no Brasil.  E s</span><span style="font-weight: 400;">ob meu ponto de vista, o resultado mais visível dessa missão Brasil &#8211; Estados Unidos foi o<strong> reforço dos laços ideológicos</strong> pelas semelhanças dos seus dirigentes.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se por um lado, a participação do Ministro da Justiça Sergio Moro foi elogiada e materializou <strong>avanços</strong>, por outro paira uma sensação de frustração pelo Agro brasileiro não ter conseguido capitalizar os resultados pretendidos nas cadeias de </span><b>carne, café, frutas e pescados. </b></p>
<p><b>Mas independente das críticas sobre o saldo da missão, o que jamais pode ser feito é atribuir isso à performance da Ministra Tereza Cristina, que sob minha análise teve uma atuação impecável, </b><span style="font-weight: 400;">reforçando nacional e internacionalmente sua capacitação junto a essa importante pasta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se para alguns membros da comitiva brasileira choveram críticas negativas, à ela foram contabilizados<strong> elogios</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um discurso que o <strong>Brasil é sustentável e tem potencial de crescimento</strong>, foi sua postura coerente na condução das tratativas que chamou a atenção dos holofotes internacionais, em especial após elogios de ninguém mais nem menos que <strong>Donald Trump</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive após uma rodada de conversas com profissionais do Agro nos Estados Unidos, ficou a percepção que a sua participação na missão consolidou a imagem que o Brasil tem sim um </span><b>Agro 3 C!  </b></p>
<p><b>Competente, Comprometido e Competitivo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas mesmo com sua participação e domínio sobre a pasta, o Brasil pode ter sinalizado em algumas direções duvidosas como abrir mão de tratamento especial na </span><b>OMC</b><span style="font-weight: 400;"> pelo apoio norte americano para ingressar na </span><b>OCDE, organização que reúne 34 países ricos.  </b>Mas v<span style="font-weight: 400;">ale destacar que essa renúncia não impacta em acordos firmados anteriormente pelo Brasil, apenas </span><b>em futuros acordos e é aí que isso pode em algum momento prejudicar o Agro. </b></p>
<p><b>Com essa renúncia </b><span style="font-weight: 400;">o país perde acesso, entre outros, a linhas de financiamento mais baixas e prazos maiores nos casos de disputas comerciais e perde a prerrogativa em casos de subsídios agrícolas a uma alíquota maior que as concedidas aos países desenvolvidos. </span><b>E é aí que habita parte da frustração do setor com essa decisão.</b></p>
<p>Além disso a liberação de uma cota permanente de importação para moinhos brasileiros de 750 mil toneladas de trigo, isenta de tarifa, causou dissabor com nossos vizinhos argentinos e com produtores brasileiros que temem perder competitividade e já antecipam que isso poderia repercutir em recuo de área do cereal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passada a primeira grande missão internacional, o Brasil seguiu para o Chile para um encontro do </span><b>MercoSul</b><span style="font-weight: 400;"> e lá &#8220;enfrentou&#8221; uma Argentina questionadora sobre a pauta trigo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E agora depois de Chile, o Brasil tem pela frente mais uma outra uma missão internacional importante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início de maio uma comitiva brasileira voará rumo à</span><b> China!  E aí se concentra a grande expectativa do Agro brasileiro,</b><span style="font-weight: 400;"> justamente pela oportunidade que ela representa ao nosso setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos sabemos que China é importante parceiro comercial do Brasil (e de dúzias de outros países). É o nosso maior importador de </span><b>Soja, </b><span style="font-weight: 400;">grande importador de Minério de Ferro e petróleo e tem sido um parceiro fundamental para garantir resultados superavitários da balança comercial brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio dessa Missão será consolidar a participação do mercado brasileiro junto ao país asiático e deve concentrar sua pauta no setor de carnes </span><b>(suína, bovina e frangos) </b>além de reforçar a parceria estabelecida com os produtos já comercializados.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tão importante </span><b>Missão à China</b><span style="font-weight: 400;"> acontecerá num momento importante e até estratégico, e é aí que o Agro brasileiro precisa contar com algumas situações:</span></p>
<blockquote>
<ul>
<li><b><b>O conhecimento técnico e a capacidade de articulação da ministra Tereza Cristina</b></b></li>
<li><b>Status comercial vigente entre Estados Unidos e China</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li><strong>Área de Plantio de Soja e Milho temporada 2019 nos EUA.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Se voltarmos a um passado recente, os Estados Unidos e China há exatos 1 ano iniciaram um embate após os Estados Unidos anunciarem tarifas para a importação do aço e alumínio que na sequência culminaram em proporções maiores: barreiras tarifárias extras em produtos como </span><b>Soja</b><span style="font-weight: 400;"> e desde o início dessa Guerra Comercial o Brasil vem aproveitando essa onda, aumentado a participação como exportador mundial do grão para destino China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso a missão de início de maio ocorra num momento em que a guerra comercial entre aqueles países ainda esteja vigente, o agro brasileiro poderá tirar proveito de uma estratégia chinesa para pressionar os Estados Unidos. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Também merece destaque o fato que os Estados Unidos se preparam para uma <strong>nova rodada de negociações na China</strong> no próximos dias. Até agora todos os encontros realizados não determinaram em um acordo comercial pleno e de certa forma, a continuidade dessas desavenças seguiria favorecendo o Agro brasileiro.</span></p>
<p><strong>E em meio a esse cenário pesará ao Agro brasileiro a decisão dos produtores norte americanos sobre a área que destinarão ao plantio de Soja e Milho. </strong></p>
<p>Vamos acompanhando! isso muito interessa ao mercado sul-americano.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora confira no link abaixo a entrevista que a <strong>Ministra</strong> <strong>Tereza Cristina</strong> concedeu a Globo News durante a visita aos Estados Unidos.<br />
<a href="http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/tereza-cristina-agricultura-fica-um-pouco-receosa-com-mudanca-na-omc/7472779/" target="_blank" rel="noopener">Entrevista da ministra Tereza Cristina</a><br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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