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	<title>Arquivos mercado - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Chuva, Chicago e Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 14:36:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise</h2>
<p>Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso em levar os preços da soja aos 12 dólares que fossem deixar passar batido colocar dinheiro no bolso?</p>
<p>Pois é, a chave para movimento de ontem e de hoje está nas chuvas. Nada mais previsível que a oportunidade de realizar lucro após os registros de chuvas que aconteceram no final de semana no Brasil, Paraguai e Argentina.</p>
<p>Após tantos meses de um movimento forte de alta com preços direcionados por quase que exclusivamente um fator – demanda chinesa para o grão norte americano, uma correção de preço como a observada é necessária e bem vinda para garantir o equilíbrio e a saúde do mercado.</p>
<p>Vale pontuar que este é um momento de transição, uma fase em que o interesse de mercado retorna à América do Sul. O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil. Com as chuvas do final de semana os trabalhos devem se aproximar de 85% da área nacional. Daqui para frente a evolução do plantio da Argentina também passará a ser mais acompanhada de lupa.</p>
<p>Mesmo com uma área recorde e com toda tecnologia aplicada, o atraso nos trabalhos de plantio, a falta de umidade e altas temperaturas empurraram os trabalhos de plantio e replantio para fora da janela ideal em algumas regiões assim como o déficit de chuvas derrubou o potencial produtivo da safra brasileira. Esse déficit pode ser compensado por outras regiões.</p>
<p>Por agora o que se vê é a tendência de casas de consultoria revisarem suas projeções para a safra brasileira entre 1 a 4 milhões de toneladas.</p>
<p>Em tempos normais este seria um momento em que produtores norte americanos não vendem. Sazonalmente costumam ser mais conservadores após suas colheitas. Já venderam o necessário para pagar suas contas e novas vendas apenas costumam acontecer no próximo ano. Vamos analisar nos próximos dias como será a demanda pelo grão para uso doméstico. Se o rigor do inverno norte americano demandará de mais farelo para uso animal.</p>
<p>Talvez aí esteja a chave para prêmios mais fortes no mercado interno sustentando a ausência da China como compradora do mercado norte americano e mesmo com a quebra e o atraso da entrada da soja brasileira, a competitividade da safra norte americana deve começar a migrar para sul-americana.</p>
<p>Um forte Abraço,</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/01/chuva-chicago-e-soja/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 13:28:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino incentiva e valoriza mulheres em todo o mundo As mulheres sempre estiveram em busca de ter mais espaço no mercado de trabalho. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Sebrae, mais de 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, sendo que 44% delas iniciaram seus negócios por necessidade. Atualmente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino incentiva e valoriza mulheres em todo o mundo</h1>
<p>As mulheres sempre estiveram em busca de ter mais espaço no mercado de trabalho. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Sebrae, mais de 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, sendo que 44% delas iniciaram seus negócios por necessidade. Atualmente, 34% das empresas abertas e 48% dos microempreendedores individuais (MEI) existentes no país são delas.</p>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 19 de novembro, é comemorado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. A data, que foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem o objetivo de incentivar e valorizar a entrada das mulheres no mundo dos negócios, estimulando a abertura de novas empresas, impulsionando o crescimento econômico e mudando a realidade de muitas mulheres em diversas regiões do planeta.</p>
<p>A presença feminina já é uma realidade em espaços que antes eram negados, mas apesar das mulheres estarem presentes em diversos setores, ainda há um longo caminho a ser percorrido, é o que afirma Pâmela Basso, empreendedora e especialista em Negócios Digitais. “Historicamente, as mulheres sempre empreenderam por necessidade em áreas ditas femininas e, hoje, todas as áreas são femininas, não existe mais esta divisão”, afirma.</p>
<p>Segundo a especialista, as mulheres são empreendedoras natas porque sempre buscam soluções para os problemas, além de serem muito intuitivas e inovadoras. “Vemos um avanço em mercados ‘masculinos’, como o financeiro, fintechs, tecnologia (20% são mulheres neste mercado) e muitos outros. Quando vemos mulheres como a Luiza Trajano, do Magazine Luiza, por exemplo, vemos como elas podem ser protagonistas da sua história e que empreendem, com suas características e vocações, e trazem com isso um grande poder de representatividade”, ressalta Pâmela.</p>
<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ainda recebem 20,5% menos que os homens e dedicam oito horas a mais nos afazeres da casa, mesmo tendo um nível maior de escolaridade. Se ampliarmos a análise ainda por cor ou raça, observa-se que é feito mais por mulheres negras (39,6%) e pardas (39,3%), do que por brancas (33,5%). “Somente este número já representa fortemente um dos desafios enfrentados pelas mulheres na carreira. No país a jornada feminina é mais sobrecarregada que a dos homens, menos remunerada e pouco reconhecida”, explica a empreendedora.</p>
<p>Estudos de transformação social mostram que investir e educar as mulheres e meninas de um país traz um retorno mais alto para o desenvolvimento local do que qualquer outra forma de investimento, também conhecido como The Girl Effect. Uma vez que se faz necessário ampliar o acesso à educação em todos os níveis, quando falamos de educação empreendedora, a falta também se reflete no quesito de networking, uma vez que as mulheres têm uma probabilidade menor de conhecer pessoas que tenham aberto algum negócio. Transformando isso em dados, 42% dos homens são mais propícios a conhecerem alguém que tenha começado a empreender nos últimos dois anos, comparado com apenas 27% de mulheres.</p>
<p><a href="https://topview.com.br/self/dia-mundial-do-empreendedorismo-feminino-incentiva-e-valoriza-mulheres-em-todo-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>A força e os desafios da mulher no agronegócio</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/forca-e-os-desafios-da-mulher-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 11:36:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BRANDT apresenta mulheres que comandam o setor com garra e dedicação  A paixão transmitida por gerações é uma característica do agronegócio. As produtoras rurais Anna Paula Nastri, Carla Rossato, e as colaboradoras da BRANDT do Brasil, Carla Machado e Sandy Garcia embora separadas e com suas particularidades, dividem o mesmo amor pelo campo desde pequenas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>BRANDT apresenta mulheres que comandam o setor com garra e dedicação</em></p></blockquote>
<p><em> </em>A paixão transmitida por gerações é uma característica do agronegócio. As produtoras rurais Anna Paula Nastri, Carla Rossato, e as colaboradoras da BRANDT do Brasil, Carla Machado e Sandy Garcia embora separadas e com suas particularidades, dividem o mesmo amor pelo campo desde pequenas. Além disso, compartilham experiências muito parecidas, como correr atrás dos pais no campo para entender tudo sobre as propriedades. A história dessas mulheres coincide também pelas batalhas que enfrentam pelo caminho: ser mulher no agronegócio.</p>
<p>Por muitos anos, o campo foi predominantemente um ambiente masculino. Felizmente, cada vez mais, mulheres ganham e conquistam espaço na área, apesar de ainda sentirem certas desconfiança<span style="text-decoration: line-through;">s</span>. “Quando meu pai me passou a responsabilidade de tomar as decisões, tomar frente da propriedade, tive alguns desafios em relação aos próprios funcionários. Será que eles me respeitarão e atenderão as minhas ordens? Os desafios estendiam-se para fora da fazenda, porque as pessoas me olhavam com desconfiança”, afirma Anna Paula Nastri, Engenheira Civil e produtora de cana-de-açúcar, soja e milho em Boa Esperança do Sul/SP.</p>
<p>Carla Rossato, Médica Veterinária, planta soja e milho, e cria gado na região de Londrina/PR, comenta que, hoje, com o reconhecimento adquirido no dia a dia busca ajudar outras produtoras de diferentes maneiras, incluindo treinamentos com parcerias de empresas para aprimorar as técnicas em campo. “As produtoras rurais têm de mostrar aquele olhar de querer somar, não competir, nem dividir. Pegar tudo o que é bom e colocar em prática. Nós podemos estar em qualquer lugar que vamos ter apoio de outras produtoras”, comemora.</p>
<p>Agrônoma e Técnica de Desenvolvimento de Mercado na BRANDT do Brasil no Mato Grosso, Carla Machado diz que o mercado de soluções nutricionais ainda é um desafio, por ter muitas empresas disputando espaço, mas que é essencial se diferenciar, como é o caso da BRANDT. Além disso, as mulheres que desejam seguir no agro devem persistir. “Se você quer, tem de correr atrás. Tem de provar para si mesma e para todos que você é capaz. Para isso, é necessário estudar muito, ser técnica, ter posicionamento, voz ativa e firme”.</p>
<p>De acordo com Sandy Garcia, Agrônoma e Assistente Técnica de Vendas da BRANDT do Brasil, a diversidade sempre foi importante, pois contribui com o trabalho em equipe e o respeito à opinião do próximo. “Temos de ser avaliados e contratados com base na nossa capacidade e não pelo gênero. Tenho muito orgulho em fazer parte da BRANDT, uma empresa familiar e acolhedora, que passa confiança e credibilidade. Cada vez mais as mulheres ganham mais espaço no agro, consigo ver isso aqui na BRANDT. Aliás, somos mais 120 mulheres trabalhando em prol do agro na empresa”.</p>
<p>Mulheres mais experientes ou no início de suas carreiras, todas são exemplos e contribuem com o crescimento da presença feminina no campo. O desafio não está apenas nesta atividade, mas em qualquer área que a mulher decidir seguir. União, persistência e garra são palavras-chave em comum entre as mulheres, incluindo estes quatro exemplos.</p>
<p><strong>Sobre a BRANDT</strong></p>
<p>A BRANDT é uma empresa norte-americana fundada em 1953 por Glen Brandt e sua irmã Evelyn Brandt Thomas, atuando na fabricação de insumos para diversas culturas. Especialista em nutrição vegetal, a empresa está presente em mais de 65 países, com tecnologias inovadoras. A companhia está há cinco anos no Brasil, com sede administrativa em Londrina/PR e fábrica em Olímpia/SP. No Paraná, a empresa está expandindo sua infraestrutura, aumentando massivamente sua capacidade produtiva. As novas instalações, localizadas na cidade de Cambé/PR, região metropolitana de Londrina/PR, estão previstas para serem inauguradas ao final de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vendas Semanais Agrícolas dos Estados Unidos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 16:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O USDA Departamento de Agricultura dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira 18, as vendas semanais de produtos agrícolas que foram negociadas na semana anterior até o dia 11 de junho. A performance de vendas da soja para ambas as safras, 2019/2020 e 2020/2021 foi de 1.9 milhão de toneladas A venda foi superior a atividade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>USDA</strong> <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> anunciou na quinta-feira 18, as vendas semanais de produtos agrícolas que foram negociadas na semana anterior até o dia 11 de junho.</p>
<p>A performance de vendas da soja para ambas as safras, 2019/2020 e 2020/2021 foi de 1.9 milhão de toneladas</p>
<p>A venda foi superior a atividade projetada pelos analistas cuja expectativa era que o país vendesse entre 1.1 a 1.5 milhão de toneladas.</p>
<p>A venda anunciada dessa semana é superior à da semana passada quando foram vendidas 1.2 milhão de toneladas.</p>
<p>Na lista de compradores divulgados pelo USDA China volta a ranquear o posto de maior comprador nas 2 temporadas. O país foi o maior importador da safra velha ao comprar 320 mil toneladas e da safra nova com 1.033 milhão de toneladas</p>
<p>Os dados são divulgados semanalmente e além de controle para as autoridades governamentais, são usados pelo mercado para controlar o fluxo de demanda e a competitividade dos produtos dos Estados Unidos.</p>
<p>Veja a performance de outros produtos agrícolas:</p>
<table border="1" width="50%">
<tbody>
<tr>
<td>Trigo</td>
<td>504,8Mil Tons</td>
</tr>
<tr>
<td>Milho</td>
<td>977.4 Mil Tons</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Cotação do milho é pressionada pelo avanço da colheita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 12:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira as cotações atualizadas do milho em todas as regiões produtoras no Indicador BBM Por Bolsa Brasileira de Mercadorias BBM 16/06/2020 A semana começou com novas quedas no mercado do milho. Em Campinas, interior de São Paulo, o indicador da Bolsa Brasileira de Mercadorias apontou um recuo de 1,05% na cotação do cereal, o que puxou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Confira as cotações atualizadas do milho em todas as regiões produtoras no Indicador BBM</h2>
<p><strong>Por Bolsa Brasileira de Mercadorias BBM</strong><br />
16/06/2020</p>
<p>A semana começou com novas quedas no mercado do milho. Em Campinas, interior de São Paulo, o indicador da Bolsa Brasileira de Mercadorias apontou um recuo de 1,05% na cotação do cereal, o que puxou o preço da saca para R$ 47,00 na região e acentuou ainda mais a desvalorização mensal do insumo, que passou para 9,62% no acumulado de 30 dias.</p>
<p>Em Luís Eduardo Magalhães, oeste baiano, a desvalorização do milho no mês é de 5,41% e a saca aparece no patamar de R$ 35,00. A maior queda mensal do Indicador BBM é observada no interior de Mato Grosso e ultrapassa os 20%.</p>
<p><a href="https://www.bbmnet.com.br/cotacoes-agricolas" target="_blank" rel="noopener">Confira a cotação do milho em todas as regiões</a></p>
<p>A queda nessas regiões é justificada pelo avanço da colheita no Brasil. “Após as chuvas que vieram para muitas microrregiões produtoras em uma fase importante, interrompendo o processo de maiores perdas. O momento atual deve começar a absorver a intensificação dos trabalhos de colheita do cereal”, explica Andrea Cordeiro, consultora em <em>commodities</em> e <em>hedge,</em> ligada ao Grupo Translabhoro, associado à BBM.</p>
<p>Andrea explica que, para o mercado externo, mesmo com a moeda brasileira desvalorizada, nosso milho concorre com a oferta mais barata de outros países exportadores e a paridade de exportação não favorece grandes performances de volume. “Algumas cargas vêm saindo de forma pontual à medida que o Brasil oferece uma logística mais ajustada que a Argentina, mas não oferecem no momento atual um risco de concorrência de preço para a indústria nacional”, pontua.</p>
<p>Já no mercado doméstico, Andrea destaca que, após preços altos praticados durante o mês de maio, o interesse comprador da indústria recua à medida que os compradores se mostram abastecidos. “Esse perfil do comprador interno contribui para preços pressionados no curto prazo”, finaliza.</p>
<p>O início da colheita do milho pressiona as cotações pois também corrobora para o indicativo de um crescimento recorde na safra de grãos do país. O milho total, somando as três safras, deve registrar um volume histórico de 101 milhões de toneladas no Brasil, com uma área total de 18,5 milhões de hectares. Os números fazem parte do <a href="https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/graos/boletim-da-safra-de-graos" target="_blank" rel="noopener">9º Levantamento da Safra 2019/2020</a> divulgado este mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>O cereal é um dos produtos mais negociados por meio das 140 corretoras de mercadorias da Bolsa Brasileira de Mercadorias que é também responsável pela comercialização dos leilões de milho da Conab.</p>
<p><a href="https://www.bbmnet.com.br/blog/cotacao-do-milho-e-pressionada-pelo-avanco-da-colheita" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias</a></p>
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		<title>Vendas Semanais Agrícolas dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 13:11:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O USDA Departamento de Agricultura dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira 30, as vendas semanais de produtos agrícolas que foram negociadas na semana anterior até o dia 23 de abril. Ao contrário do registrado na semana passada, a performance da soja para a temporada atual (2019/2020) foi de 1.078 mi tons. A venda foi superior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>USDA</strong> <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> anunciou na quinta-feira 30, as vendas semanais de produtos agrícolas que foram negociadas na semana anterior até o dia 23 de abril.</p>
<p>Ao contrário do registrado na semana passada, a performance da soja para a temporada atual (2019/2020) foi de 1.078 mi tons.</p>
<p>A venda foi superior a atividade projetada pelos analistas cuja expectativa era que o país vendesse entre 700 mil a 1.2 milhão de toneladas.</p>
<p>A venda anunciada dessa semana é muito superior à da semana passada e das médias das semanas anteriores.</p>
<blockquote><p>Na lista de compradores divulgados pelo USDA China volta a ranquear o posto de maior comprador com 618.1 mil tons. Egito, Indonésia, México e Marrocos também compraram soja de origem dos Estados Unidos.</p></blockquote>
<p>O USDA também reportou venda de 105 mil tons para embarques na próxima temporada (2020/2021) que iniciará dia 01 de setembro.</p>
<p>Os dados são divulgados semanalmente e além de controle para as autoridades governamentais, são usados pelo mercado para controlar o fluxo de demanda e a competitividade dos produtos dos Estados Unidos.</p>
<p>Veja a performance de outros produtos agrícolas:</p>
<blockquote><p><strong>Trigo                    </strong> 300.9 Mil Tons</p>
<p><strong>Milho                   </strong> 1.356 Mi Tons (2019/2020) + 339 Mil Tons (2020/2021)</p>
<p><strong>Farelo de Soja  </strong> 163.6 Mil Tons (2019/2020) + 163.6 Mil Tons (2020/2021)</p>
<p><strong> </strong></p></blockquote>
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		<title>Clima nos Estados Unidos e Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 12:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos. O motivo? O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste. As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse domingo conversei com algumas produtoras norte americanas que me disseram estar preocupadas com a atual temporada de plantio nos Estados Unidos.</p>
<p>O motivo? <strong>O clima inapropriado para os trabalhos de milho e soja nos campos do meio oeste.</strong></p>
<p>As produtoras com quem conversei são das regiões sul e central de Illinois e da região leste de Iowa. Elas afirmaram ainda não terem  conseguido entrar nos campos devido as chuvas constantes que a região vem recebendo.</p>
<p>Com condições climáticas adversas desde o início do ano (<strong>neve, degelo, alagamento, frio)</strong> e com previsões climáticas no médio  prazo antecipando condições úmidas até maio, na média os produtores já vinham antecipando preocupações.</p>
<p>Mas se antes ainda era muito cedo para antecipar uma preocupação mais concreta, entramos numa janela de maior desconforto e preocupações.</p>
<p>Na região de Sullivan, Illinois, uma dos maiores estados em produção de milho e soja, os trabalhos do cereal que costumam iniciar por volta do dia 15 de abril ainda não foram possíveis e para agravar o cenário e fomentar ainda o desconforto dos produtores mais os mapas climáticos atualizados mostram chuvas moderadas para os próximos 7 dias.</p>
<p>Às vésperas de <strong>maio, a preocupação que antes se restringia aos campos, começa a ampliar e com isso ganha peso</strong> <strong>e atenção dos investidores na bolsa</strong> e com isso pode impactar em um premio clima na bolsa em Chicago.</p>
<p>E nesse momento, sem demanda chinesa, o clima poderia causar impacto baixista para a soja.</p>
<p>Isso tudo acontece justamente no início de uma temporada que o produtor americano, aquele que votou no Trump, segue abalado e acumula prejuízos financeiros pelos efeitos da guerra comercial entre os Estados Unidos e China.</p>
<blockquote><p>Os produtores já vinham desde o início do ano antecipando uma estratégia de plantar mais áreas de milho em detrimento às áreas de soja, uma vez que até agora as vendas do grão da temporada passada estão bem atrasadas, os estoques estão altos e o impasse comercial permanece.</p></blockquote>
<p><strong>Essa</strong><b> semana que inicia, uma comitiva americana se dirige à China para as reuniões comerciais com representantes chineses em Pequim.</b>  Segundo informações divulgadas por autoridades norte americanas, no final da próxima semana uma comitiva chinesa seguiria para novo encontro em Washington.</p>
<p>Em caso de entendimento, o acordo poderia então ser selado entre os presidentes dos dois países.</p>
<p>O mercado chegou a ventilar que a divulgação poderia acontecer no próximo encontro do G20, no final de junho, mas se o acordo estiver de fato acertado, os prejuízos diários que a guerra comercial vem acarretando não só aos dois países como ao comércio internacional, justificariam uma reunião fora dessa programação e é justamente isso que o mercado vai monitorar: qualquer indício de uma encontro entre os Governantes.</p>
<p>Pontuado isso, daqui para frente o mercado acompanhará <strong>os mapas climáticos</strong> e <strong>a evolução de plantio nos campos do meio oeste</strong>  e toda e qualquer informação ou declaração que os governos divulguem sobre a guerra comercial. No radar também serão acompanhados os movimentos de <strong>demanda chineses e a atualização dos casos de gripe suína africana na China.</strong></p>
<p>E em meio a esse cenário, nossos vizinhos <strong>argentinos virão com tudo pra oferecer soja no mercado internacional,</strong> tirando do Brasil o pouco de vantagem que o país ainda tem nesse momento da guerra comercial.</p>
<p>É isso aí, vamos ver quais surpresas nos guarda essa semana mais curta no Brasil!<br />
Boa semana e bons negócios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Dólar IoIô</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/dolar-sobe-absurdamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 17:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, quinta-feira, 07 de Junho, uma dia para entrar para a história do Brasil de forma negativa. Você sabe dizer o que ou quem está por trás da recente onda de alta do dólar? Alguns arriscarão os seguintes fundamentos: 1) Economia Brasileira fragilizada; 2) Nova onda de investigações envolvendo amigos do nome forte do Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ontem, quinta-feira, 07 de Junho, uma dia para entrar para a história do Brasil de forma negativa.</p></blockquote>
<div style="font-size: 20px;"><strong>Você sabe dizer o que ou quem está por trás da recente onda de alta do dólar?</strong></div>
<p>Alguns arriscarão os seguintes fundamentos:<br />
1) Economia Brasileira fragilizada;</p>
<p>2) Nova onda de investigações envolvendo amigos do nome forte do Brasil de hoje;</p>
<p>3) Pesquisas eleitorais mostrando Bolsonaro consolidado em primeiro lugar;</p>
<p>4) Pesquisas eleitorais mostrando Marina caindo;</p>
<p>5) Pesquisas eleitorais mostrando a subida de Ciro para segundo lugar;</p>
<p>6) Alguma recomendação de analista /jornalista econômico em grande mídia televisiva;</p>
<p>7) Trajetória de alta dos Juros nos EUA motivando economia local ?</p>
<p>8) Desvalorização das moedas de países emergentes e obviamente o Real no top 5 dessa desvalorização mundial;</p>
<p>9) Expectativa para novas rodadas de aumento de Juros nos EUA?</p>
<p>10) Rumores de Alta de Juros no Brasil fora do calendário programado</p>
<p>11)  Rumores sobre possível renúncia do presidente do BC</p>
<table style="width: 100%; font-size: 16px; font-weight: bold;">
<tbody>
<tr>
<td>Juntos, esses fundamentos quando processados tem gerado um efeito conhecido como Fuga de Capital.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Relembrando que Brasil não tem mais o <strong>Selo de bom pagador</strong>. Em  meados de 2016 perdeu o <strong>Grau de Investimento</strong> e muitas agências de classificação então foram obrigadas a retirar a recomendação de papéis.</p>
<p>E quando em uma economia como a brasileira, tão fragilizada pela descontinuidade de trabalho econômico, você associa esses 11 fundamentos aí de cima, chega a uma fórmula explosiva<strong> que reflete na fuga de Capital que eu pontuei lá em cima. </strong></p>
<p><strong>Mas agora a pergunta que não quer calar?</strong></p>
<div style="font-size: 20px;"><strong>Como que o Brasil de uma hora pra outra se deu conta dessa fragilidade?</strong></div>
<p>Eu diria que por trás da alta incendiária da moeda de terça, quarta e quinta feira, as considerações de um palestrante em um evento promovido por uma Instituição Financeira na terça feira, escancarou a vulnerabilidade da economia brasileira. Foi um evento restrito a uma plateia VIP, considerada a nata dos investidores no Brasil.</p>
<p>A fala tão comentada nos últimos dias foi a de um respeitável gestor de fundos. Foi <strong>BOMBÁSTICA e ouso até afirmar CATASTRÓFICA ao externar </strong>posicionamento <strong>EXTREMAMENTE</strong> negativo sobre a economia brasileira. Nesse discurso o palestrante traçou o pior cenário possível ao conjugar um desempenho pífio da economia brasileira com uma trajetória de alta brusca nas taxas de juros praticadas nos EUA.</p>
<p>Afirmou também <strong>“que o mercado está FERRADO. Que o cenário externo está contra nós e que cenário interno é reflexo dos nossos próprios erros.” E concluiu sua apresentação projetando </strong>o câmbio a<strong> R$ 5,30. </strong>SIM R$ 5,30!!!</p>
<p><strong> </strong>Mesmo sendo seleto, muitos participantes do evento, preocupados, atônitos, incrédulos, começaram a circular essas informações em WhatsApp e essas informações logo viralizaram. E de terça a quinta, investidores começaram a desmontar posições vendidas, montar posições compradas e apostar nessas previsões.</p>
<p>Só pra ilustrar: O contrato de dólar julho na segunda-feira fechou a R$ 3,7565. Na terça ( dia do evento) subiu para R$ 3,8185, na Quarta R$ 3,86 e ontem 3,9775!</p>
<p>Agora me diga aí. Qual seria a razão disso? <strong>O que estaria por trás dessa fala? </strong>Isso eu não sei dizer&#8230;</p>
<p>Mas de algo eu sei: pior que essa fala, foi perceber a exposição e fragilidade do nosso sistema econômico ao não conseguir conter o <strong>Efeito Manada</strong>.</p>
<p><strong>O nervosismo e a volatilidade de ontem foram impressionantes.</strong></p>
<p><strong> </strong>Mas em meio a todo esse sufoco de ontem, o <strong>BC do Brasil</strong> teve papel determinante e enfrentou o caos de maneira assertiva.</p>
<p>Em meio aos caos e durante o pregão de ontem, o BC atuou em 4 momentos promovendo leilões de Swap Cambial, cujo efeito é garantir liquidez de venda de dólar no mercado futuro. E por perceber que daquelas “intervenções” o mercado processava a atuação com uma forma de “enxugar gelo”, imediatamente convocou uma coletiva com impressa especializada para o início da noite.</p>
<p>Foi a prova de fogo que o BC passou com nota 10!</p>
<p>O <strong>presidente, Ilan Goldfajn, </strong>foi brilhante em sua postura ao falar de maneira calma, respeitosa e bem pontuada e apresentar dados inquestionáveis sobre a economia brasileira. Ali afirmou e reafirmou que a instituição atuará da maneira que achar necessária para promover liquidez ao mercado.</p>
<p>Reforçou o foco na atuação através de Swap cambial porém sem descartar outras opções. Não titubeou em qualquer momento e firme, passou uma recado claro sobre a atuação da instituição.</p>
<p>Certamente os 11 pontos que detalhei no início do texto não sumiram.</p>
<p><strong>Brasil passará por processo eleitoral</strong>, não deixará de ser uma economia emergente e portanto vulnerável aos movimentos mundiais.</p>
<p>Mas algo fica CLARO: O “mercado” entendeu perfeitamente o recado.</p>
<p>Já no início do pregão dessa sexta feira, a moeda abriu mais fraca.</p>
<p><strong>Até o presente momento (16h22 ) o dólar comercial registra uma queda de 5% equivalente a quase 20 centavos.  </strong></p>
<p><strong>O dólar comercial negocia agora a R$ 3,7180, tendo cotado mínimas a R$ 3,6950. Ufa!!!!</strong></p>
<p><strong>Um bom final de Semana!</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Argentina e EUA &#038; China e EUA &#8211; Casos de Amor e Ódio Influenciando o Preço Mundial da Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 20:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Argentina &#38; EUA vivem um recente e inusitado caso de amor e esse novo relacionamento comercial vem atraindo curiosidades.  O porquê do mercado agrícola argentino monitor ofertas de Soja dos Estados Unidos e se antecipar e comprar grão já para a próxima temporada (2018/2019) será tema de um outro post aqui nos próximos dias, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Argentina &amp; EUA vivem um recente e inusitado caso de amor e esse novo relacionamento comercial vem atraindo curiosidades. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>O porquê do mercado agrícola argentino monitor ofertas de Soja dos Estados Unidos e se antecipar e comprar grão já para a próxima temporada (2018/2019) será tema de um outro post aqui nos próximos dias, mas por agora basta saber que na terça-feira passada, 24, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, reportou que pela terceira vez nessa temporada, que nossos vizinhos argentinos compraram mais 130 mil toneladas de Soja. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>E hoje, segunda feira, o USDA acaba de reportar que o país vizinho adquiriu mais 120 mil toneladas! </strong></p>
<p><strong> </strong>Isso só comprova que o mercado todo sabe: Que os prêmios de soja praticados no Brasil ainda seguem mais firmes quando comparados aos praticados pelos Estados Unidos, seja Portos do Golfo, ou Portos do Pacífico Norte  &#8211; PNW, tanto em safra velha como em safra nova.</p>
<blockquote><p>E aqui um parênteses. Eu não estou dizendo em momento algum que há uma distorção de parâmetros ou que está tudo errado e os prêmios precisam ceder.</p>
<p><strong>Nada disso, pelo contrário!</strong></p>
<p><strong>Apenas estou pontuando e valorizando o fato que o Brasil enfim surfa uma onda muito peculiar e está sabendo tirar proveito de uma situação externa. </strong></p>
<p><strong>E aqui o meu reconhecimento e parabéns ao mercado brasileiro que foi ágil para visualizar a onda que estava se formando!</strong></p></blockquote>
<p>É fácil entender que esse movimento só foi possível porquê a comercialização do Brasil vinha atrasada e as ofertas na origem, leia-se produtor, estavam represadas. Os produtores esperavam por oportunidades e elas fato aconteceram &#8211; <strong>Dólar Subiu e Prêmio Disparou.</strong></p>
<p><strong>Com essa situação, o Brasil aproveitou a oportunidade ao cavar espaço e se consolidar como a “ bola da vez” no quadro de oferta mundial.</strong></p>
<p><strong> </strong>A origem brasileira aproveitou e ainda se aproveita do fato da China querer garantir toda a soja de origem diferente da  norte americana.</p>
<p>Vale destacar o óbvio: Na safra atual, a Argentina não consegue competir no mercado internacional, devido a forte quebra de safra da ordem de 20 milhões de toneladas, tanto é que esta inclusive comprando soja dos EUA para garantir o equilíbrio do meu mercado.</p>
<p>Paraguai e Uruguai têm uma logística que favorece à Argentina, porém algo deve ser escoado para os asiáticos e mais a frente, a safra de Roraima, que será colhida em setembro, outubro, também deve ser em grande parte escoada para os chineses.</p>
<p>Mas aqui atenção! Os prêmios subirão ou ao menos se manterão indefinidamente nesses patamares?</p>
<p><strong>A resposta a essas dúvidas está altamente relacionada aos desdobramentos da Guerra Comercial EUA &amp; China</strong>. E isso precisa ser acompanhado dia a dia.</p>
<p>Se confirmada, e isoladamente, seria normal que os prêmios no Brasil se reacomodassem.</p>
<p>Sem outros fatores, os preços em Chicago subiriam pela valorização da Demanda da China pra soja dos EUA.</p>
<p>Mas fatores como o <strong>fluxo do plantio de milho e soja no meio oeste americano</strong> e <strong>o quanto a indústria no Brasil já garantiu de soja para rodar as plantas no exercício 2018, entrarão na fórmula dos preços da soja.</strong></p>
<blockquote><p>Apenas como complemento, na sexta-feira, 27 quando o mercado foi tomado por rumores que China e EUA estavam próximos a um acordo sobre as tarifas, os prêmios deram uma arrefecida. Negócios foram reportados entre 110 a 112 acima do Julho para embarques junho e 120 a 122 para embarques julho.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1610 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
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