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	<title>Arquivos mato-grosso - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Mariely Biff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 15:36:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gostaria de dizer que me sinto lisonjeada em poder contar um pouquinho da minha história a todas vocês! Nasci em São Miguel do Iguaçu/PR, sou filha e neta de produtores rurais. Meu pai tinha uma pequena propriedade, onde cultivava soja, milho e trigo. Minha relação com o agro vem de berço, e ao longo da minha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2179 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-787x1024.jpg" alt="" width="368" height="478" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-787x1024.jpg 787w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-231x300.jpg 231w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-768x999.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2.jpg 1367w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /></em></strong>Gostaria de dizer que me sinto lisonjeada em poder contar um pouquinho da minha história a todas vocês!</p>
<p>Nasci em São Miguel do Iguaçu/PR, sou filha e neta de produtores rurais. <strong>Meu pai tinha uma pequena propriedade, onde cultivava soja, milho e trigo.</strong> Minha relação com o agro vem de berço, e ao longo da minha infância, pude vivenciar o dia a dia dentro de uma propriedade.</p>
<p>Quando eu tinha 8 anos, meu pai desanimou com uma <strong>sucessão de geadas</strong> que ocorreu, fazendo perder praticamente toda a produção, e resolveu vender a terra, indo montar uma agropecuária no MS.</p>
<p>Com a separação dos meus pais, que aconteceu 3 anos após nossa mudança para o MS, minha mãe resolveu morar perto dos meus avós, então nos mudamos para Diamantino/MT, em 1996.</p>
<p>Comecei a trabalhar muito cedo, com 12 anos, em uma empresa do meu tio. Entre os cursos de graduação que faziam parte da minha lista de desejos, estava agronomia e jornalismo. Como morávamos em uma cidade de interior, e não haviam opções dentro das que eu gostaria de fazer, optei por iniciar Administração em Agronegócios. Eu trabalhava e já tinha uma certa independência, e morar fora para cursar a graduação dos sonhos, não era opção naquele momento, pois eu era a única companheira da minha mãe em casa, e também pelas nossas condições financeiras na época, que não permitiam morar em outra cidade.</p>
<p>Me apaixonei por ADM e reforcei minha vocação para o agro na graduação. No segundo ano da faculdade, passei em um processo seletivo do Sicredi, onde tive ótimas oportunidades, iniciando como caixa, e por fim, permanecendo por 6 anos, atuando como gerente da carteira rural da agência.</p>
<p>Neste período, fiz uma pós-graduação em gestão empresarial e comecei a dar aula para o curso de Administração (na mesma faculdade em que me formei).</p>
<p>Sempre abracei todas as oportunidades que tive, buscando fazer meu trabalho com qualidade e sempre muito comprometida com os desafios que assumia.</p>
<p>Sou casada há 12 anos, meu esposo é engenheiro agrônomo e já moramos em algumas cidades do MT. Em 2011 optei por solicitar meu desligamento do Sicredi e fui em busca de novos desafios e projetos. Trabalho desde então com consultoria à produtores rurais, com foco em gestão de pessoas, estruturação administrativa e sucessão familiar. Fiz um MBA em Agronegócios na ESALQ/USP, que me proporcionou valiosos momentos de networking, amizades verdadeiras, muitos negócios e projetos.</p>
<p>Não ter um outro emprego formal foi algo que escolhi e me sinto muito feliz por isso. Precisava desta flexibilidade, porque tenho uma filha de 5 anos que é autista, e divido meu dia entre as demandas profissionais e as demandas do tratamento dela. Hoje <strong>participo como colunista em alguns portais do agronegócio</strong>, realizo treinamentos e palestras sobre gestão e sucessão (principalmente para revendas), gravo cursos EAD de assuntos do Agronegócio para o Agro Carreira de SP, e me encontrei neste mundo novo que me foi permitido descobrir. Aprendi a me organizar e conciliar meus papéis, sem sacrificar nenhuma parte.</p>
<p>No começo, quando recusei algumas propostas de empresas para voltar ao mercado, me senti um pouco perdida, porque as pessoas acabam valorizando mais quem está trabalhando formalmente. <strong>Mas persisti nos meus objetivos</strong>, fui devagar, dando um passo por vez, sabendo sempre exatamente onde eu queria estar.</p>
<p><strong>Quando se tem foco</strong>, por mais árduo que seja o caminho, <strong>conquistamos nossos sonhos </strong>e nos sentimos realizadas pelas escolhas que fizemos. <strong>E de todos os meus papéis, o maior e mais importante é ser mãe!</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2174" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2.jpg" alt="" width="232" height="132" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2.jpg 400w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2-300x170.jpg 300w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /></p>
<p><strong><em>Resumo Profissional:</em></strong></p>
<p><em>Bacharel em Administração com habilitação em Agronegócios, pós-graduada em Gestão Empresarial, MBA em Agronegócios &#8211; ESALQ/USP.</em><em><br />
Possui certificação em Produção Integrada Agropecuária pela UFV. Possui certificação em mercado financeiro e economia doméstica pela BM&amp;F Bovespa.<br />
Professora universitária do curso de Administração, instrutora de cursos EAD no Agronegócio pelo Agro Carreira de SP e consultora em Agronegócios, atendendo produtores rurais e empresas Agro no estado de Mato Grosso.<br />
Colunista em portais no Agronegócio.<br />
Fundadora da ONG Seja Luz e voluntária na ONG Por1Sorriso.</em></p>
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		<title>Cintos Apertados: CONAB e USDA amanhã!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 15:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja. Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja.</p>
<p>Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha de crédito para os biocombustíveis. Se aprovada, a medida estimulará a indústria local. Essas especulações desencadearam compras de óleo de soja e influenciaram a alta do grão.</p>
<p>Claro que mapas vazios de chuvas no longo prazo e temperaturas altas na Argentina e a boa e velha paralisação anual dos caminhoneiros argentinos apoiaram as compras dos fundos de investimentos de ontem. Também circularam notícias sobre chuvas excessivas no médio norte do Mato Grosso e lentidão de escoamento da safra com filas na BR 163 sentido corredor norte.</p>
<p>Durante a madrugada de hoje e na primeira parte da manhã a soja negociou mais firme,  mas inverteu tendência e negocia no momento com 2 centavos de baixa.</p>
<p>E Atenção para amanhã que é dia de <strong>Agenda Relevante.</strong></p>
<p>O<strong> Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> &#8211; <strong>USDA</strong> divulgará os números mensais de <strong>Oferta e Demanda dos Estados Unidos</strong> e <strong>Mundial</strong>. Para o quadro de oferta do Brasil, eu pessoalmente acredito que serão pelo menos 2.5 milhões de toneladas na soja uma vez que o adido do USDA no Brasil anunciou que a safra brasileira é de 112.5 milhões de toneladas. Com isso julgo pouco provável que o órgão contrarie seu adido. Mas de qualquer forma, nos EUA as casas de consultoria projetam a safra brasileira em 111 milhões de toneladas.</p>
<p>Mas a curiosidade maior é sobre a safra da Argentina. Há uma expectativa de corte de pelo menos 2 milhões de toneladas. No último USDA a safra foi reduzida para 56 milhões.  vale o destaque que <strong>a Bolsa de Cereales</strong> recentemente cortou a produção de 54  para 51 milhões de toneladas.</p>
<p>Paralelamente o mercado antecipa novo aumento de estoques nos EUA. Aqui no Brasil, a CONAB também deve aumentar nossa safra de soja. A média das casas de consultoria aqui no Brasil antecipam que a safra será anunciada entre 111 a 113 milhões, embora haja projeções mais arrojadas como a <strong>AgRural</strong> com 116,2 e a <strong>Labhoro Consultoria</strong>  entre 114 a 115 milhões de Toneladas.</p>
<p><strong>CONAB divulgará o levantamento de safra do Brasil às 9 horas e USDA às 15 horas, ambos horário de Brasília.</strong></p>
<p><strong>Em tempo</strong>: Acompanharei o tour que a <strong>Labhoro Consultoria</strong> fará à Argentina entre os dias 10 e 17 de fevereiro.  Prometo compartilhar aqui algumas das informações que serão enviadas aos clientes da casa.</p>
<p>Bom dia e Bons Negócios !!!!</p>
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		<title>No ‘tomara que o preço melhore’, produtor deixa de lucrar, aponta Bolsa de Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 18:23:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da Gazeta do Povo sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group. Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da <strong>Gazeta do Povo</strong> sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group.</p></blockquote>
<h3></h3>
<h3 class="c-sumario">Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços menos atrativos, comercialização da safra 2017/18 segue lenta</h3>
<p>Enquanto a safra 2017/18 caminha para a colheita nos principais polos produtivos do Brasil, a comercialização antecipada segue desaquecida, em alguns até menor do que na temporada anterior, que já havia sido lenta na comparação com outros anos.</p>
<p>Em Mato Grosso, por exemplo, dos 31,2 milhões de toneladas de soja estimados pela Expedição Safra para o estado, apenas 42,4% foram vendidos. Na campanha passada, eram 50,1%. No Paraná, a venda está em torno de 14%, mesmo índice da safra 2016/17.</p>
<p>“O mercado está bem mais lento. De um lado, temos soja antiga remanescente e a colheita está mais atrasada. Do outro, existe a questão do preço e do câmbio, que caiu nesses últimos dias”, explica o analista da Granoeste, Camilo Motter.</p>
<p>Com a boa safra dos Estados Unidos confirmada pelo departamento de agricultura do país, o USDA, e a melhora de percepção em relação à produção no Brasil, a Argentina é que pode interferir de forma mais significativa nos próximos dias. “Os preços vêm reagindo em função da seca da Argentina, que está na crista da onda, vamos continuar observando. Eles receberam poucas chuvas”, ressalta Motter.</p>
<p>No caso do milho, o ritmo mais lento é ainda mais evidente. Em Mato Grosso, são 20% comercializados no ciclo atual, contra 33,8% na mesma época de 2017. Já no Paraná, enquanto na temporada anterior a comercialização do milho verão estava em 5%, nesta, o indicador aponta para 2% (isto mesmo com uma colheita com queda de 30% em volume).</p>
<p>“Tivemos quebra de safra no verão e no inverno em 2016, mas que respingou até o começo de 2017. E vamos ter uma colheita bem menor, temos que ver como vai ser a ponte até a entrada da safrinha”, explica o analista da Granoeste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="c-intertitulo">Mudança de conceito</h2>
<p>A gerente do CME Group / Bolsa de Chicago no Brasil, Roberta Paffaro, explica que os preços são importantes e por isso o produtor rural precisa aprender a gerenciar melhor os riscos. Ela participou do lançamento da Expedição Safra 2017/18. Confira a entrevista completa:</p>
<p><iframe id="873446130" src="https://www.youtube.com/embed/60cm17To8Y8?enablejsapi=1&amp;origin=http%3A%2F%2Fwww.gazetadopovo.com.br" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-gtm-yt-inspected-355249_152="true"></iframe></p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo &#8211;  <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts" target="_blank" rel="noopener">http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Quer entender como negociar na Bolsa?<br />
O <a href="http://www.labhoro.com.br" target="_blank" rel="noopener">Grupo Labhoro</a> é apoiador do Movimento de Valorização à Mulher do Agro e tem 26 anos de expertise em oferecer ferramentas CBOT e BM&amp;F<br />
Aprenda a negociar em Bolsa!</p></blockquote>
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		<title>Impacto do Clima argentino nos preços da Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 20:33:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A soja vivencia uma janela de valorização e o encerramento dos trabalhos dessa terça feira, cravou 7 pregões consecutivos de alta. Desde o dia 10 de janeiro, até hoje, o contrato de soja março saiu de US$ 9,47 para 9,8575. Diz aí, você sabe o que está por trás desse movimento que fez os fundos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja vivencia uma janela de valorização e o encerramento dos trabalhos dessa terça feira, cravou 7 pregões consecutivos de alta. Desde o dia 10 de janeiro, até hoje, o contrato de soja março saiu de US$ 9,47 para 9,8575.</p>
<p>Diz aí, você sabe o que está por trás desse movimento que fez os fundos de investimentos aliviarem parte de suas carteiras excessivamente vendidas? Você já deve ter a resposta na ponta da língua, mas vamos lá:</p>
<p><strong>Clima na Argentina </strong></p>
<p>Depois de chuvas gerais registradas na semana passada nas Províncias de Córdoba, Santa Fé, Santiago del Estero, La Pampa e Missiones, os mapas estendidos voltam a mostrar chuvas fracas para as áreas de produção e em especial para  Buenos Aires. (Um complemento aqui, a Argentina registrou uma segunda-feira úmida, diferentemente do que os mapas estavam mostrando e essa é razão da fraqueza da soja hoje ).</p>
<p>A <strong>Bolsa de Rosário</strong> projeta a safra do grão em 52 Milhões de Toneladas.</p>
<p>A <strong>Bolsa de Cereales</strong> no reporte semanal do último dia 18 ainda considera uma área de plantio em 18 milhões de hectares e menciona que até aquela data faltavam semear 590 mil hectares concentrados nas regiões de NOA e NEA, respectivamente noroeste e nordeste da Argentina. O mercado aguarda ansiosamente pela atualização do órgão. O USDA no último reporte mensal reduziu a safra de 57 para 56 milhões de toneladas.</p>
<p>Enquanto tem uma fila de analistas especulando sobre o tamanho da quebra na Argentina, os fundos mega vendidos continuam a processar esse fundamento na intensidade contrária que o mercado inteirinho deseja. Eles ainda estão agarrados a fundamentos baixistas, defendem suas posições e valorizam a idéia que a safra de soja do Brasil é superior a 110 milhões de toneladas e defendem que a  Argentina mesmo com quebra teria estoques de passagem confortáveis pra chegar na próxima temporada.</p>
<p>Fundamentos a serem monitorados:</p>
<p>#<strong>Evolução de Colheita em Mato Grosso</strong> e início da colheita em áreas isoladas no Paraná;</p>
<p>#Paralelamente as <strong>Condições climáticas no sul do Brasil</strong> que vem registrando chuva intensa. Hoje as chuvas deram uma folga e em diversas cidades do Paraná os produtores estão nos campos tratando as lavouras;</p>
<p>#<strong>Demanda mundial</strong>. Embora as inspeções semanais nos EUA (embarques em navio) tenham vindo bem fortes ontem, novos anúncios de vendas andam mais calmos e o mercado todo aguarda por um ritmo de compra da China. Sazonalmente o mercado absorve que as ofertas sul-americanas começam a ser acompanhadas pelos compradores da China com maior interesse, mas a origem norte-americana tem hoje estoques que possibilitam brigar com a origem sul-americana;</p>
<p># Consequência de ajustes tributários nos EUA que deve favorecer a competitividade das cooperativas nos EUA</p>
<p>#Câmbio no Brasil. Encontro em Davos e amanhã foco no cenário político doméstico</p>
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