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	<title>Arquivos juliana-chini - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Pesquisa revela hábitos de mídia das mulheres do agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 13:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres conectadas, que acessam meios de comunicação muitas vezes ao dia para se informar, buscam cursos de capacitação e realizam compras on-line. Esse é o perfil das mulheres do agronegócio, detalhados na pesquisa “Hábitos de Mídia das Mulheres do Agro”, elaborada pela jornalista Lilian Munhoz, apresentadora do Canal Terraviva, como trabalho de conclusão de curso do MBA [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto">Mulheres conectadas, que acessam meios de comunicação muitas vezes ao dia para se informar, buscam cursos de capacitação e realizam compras on-line. Esse é o perfil das mulheres do agronegócio, detalhados na pesquisa <b>“Hábitos de Mídia das Mulheres do Agro”,</b> elaborada pela jornalista Lilian Munhoz, apresentadora do Canal Terraviva, como trabalho de conclusão de curso do MBA em Agronegócios da Esalq/USP, juntamente com a economista Juliana Chini, que foi orientadora do projeto.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Com <b>31 questões</b>, a pesquisa reúne a opinião de 658 mulheres do agronegócio, com idade entre 18 e 61 anos, e atuação nas mais diversas áreas do setor produtivo, dentro e fora da porteira.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Dentre as <b>redes sociais </b>mais utilizadas pelas mulheres do agronegócio, a liderança fica por conta do <b>WhatsApp (97,4%),</b> seguida do <b>Instagram (86,3%)</b>, <b>Facebook (62,8%) </b>e L<b>inkedIn (31,9%)</b>. Sobre a frequência de atualização, <b>43,6% </b>das mulheres acessam meios de comunicação <b>mais de três vezes por dia</b> para se informar e se atualizar.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A maioria das mulheres que utiliza o <b>WhatsApp (47,2%) </b>considera que o conteúdo recebido via vídeo, foto ou áudio é <b>confiável</b>. No entanto, para 20,1% delas, a maioria do que recebem pode ser considerado <b><i>Fake News.</i></b></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A pesquisa abrangeu todas as regiões do país, concentrando o maior número de participantes no <b>sudeste</b> (32,2%), <b>centro-oeste</b> (30,7%) e <b>sul</b> (18,4%). A maioria das mulheres (42,1%) tem <b>curso de graduação</b> e grande parte (36,9%) têm <b>pós-graduação.</b></div>
<div dir="auto"></div>
<p><strong>Capacitação e mídias</strong></p>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Quando o assunto é participação em palestras, eventos e congressos voltados às mulheres do agro, <b>36,8% das mulheres do agro nunca estiveram em um evento exclusivamente para este público.</b></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Em relação aos canais de TV, <b>56,1%</b> delas responderam que, pelo menos uma vez por semana, assistem <b>canais segmentados do agronegócio.</b></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Ao serem questionadas sobre o interesse pelos anúncios de produtos por meio dos veículos de comunicação, <b>37% </b>delas disseram que prestam atenção nos <b>anúncios</b> e vão atrás de mais detalhes, mas 32,9% raramente prestam atenção nos anúncios.</div>
<div dir="auto"></div>
<hr />
<p><strong>Cursos e compras on-line</strong></p>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A modalidade de capacitação via cursos a distância vem crescendo no Brasil. Na pesquisa, 52% das mulheres disseram que sempre fazem cursos online. Quando o assunto é compras pela internet, as mulheres do agronegócio também crescem nesse quesito, já que 65,9% delas sempre consomem produtos via internet, principalmente para consumo pessoal.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">
<hr />
</div>
<p><strong>Sucessão Familiar</strong></p>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">As mulheres que participaram da pesquisa também puderam compartilhar suas histórias – se os pais são ou foram produtores rurais e como se atualizavam. Grande parte delas se considera parte de uma geração mais conectada e desejam que os filhos sigam caminho no agro, embora a maioria afirma que eles próprios tomarão a decisão.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">
<hr />
</div>
<p><strong>Próximos passos</strong></p>
<div dir="auto">
<p>A pesquisa colheu dados entre março e julho de 2019 e foi finalizada em dezembro do ano passado. As autoras agora estão em busca de parcerias com entidades do agro, por isso os resultados completos não foram divulgados. &#8220;A pesquisa traz dados muito ricos sobre o nosso universo e pode ajudar a intensificar a comunicação entre as mulheres do agro, empresas e associações representativas&#8221;, afirma Lilian Munhoz. &#8220;A pesquisa pode ajudar empresas do agronegócio a traçarem estratégias de comunicação mais assertivas para o seu público-alvo&#8221;, complementa Juliana Chini.</p>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6579" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/03/destaq_apr_48888.jpg" alt="" width="139" height="165" /><br />
Lilian Munhoz<br />
</strong>Jornalista, pós-graduada em Relações Internacionais,<br />
apresentadora do <strong>Canal Terraviva/Grupo Bandeirantes</strong> e<br />
sócia da <strong><strong>Comunicativas </strong></strong>&#8211; <a href="http://www.comunicativas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.comunicativas.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1583929776349000&amp;usg=AFQjCNHpR_5-ZiFVczETsOSVsCuOljsnYA">www.comunicativas.com.<wbr />br </a><br />
<strong>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/lilismunhoz/" target="_blank" rel="noopener">@lilismunhoz</a></strong></div>
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		<title>Pesquisa acadêmica vai mapear os hábitos de mídia das mulheres do agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 12:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dia-da-mulher]]></category>
		<category><![CDATA[juliana-chini]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa-digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, neste 8 de março, uma nova pesquisa digital está sendo lançada para traçar o perfil das mulheres do agronegócio em relação aos hábitos de consumo de mídia. A pesquisa foi elaborada para fins acadêmicos e será utilizada no trabalho de conclusão do curso de MBA em Agronegócios da Esalq/USP [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, neste 8 de março, uma nova pesquisa digital está sendo lançada para traçar o perfil das mulheres do agronegócio em relação aos hábitos de consumo de mídia. A pesquisa foi elaborada para fins acadêmicos e será utilizada no trabalho de conclusão do curso de MBA em Agronegócios da Esalq/USP pela jornalista Lilian Munhoz, sob orientação da economista Juliana Chini, mestre em gestão internacional e líder de inteligência de marketing da @tech.</p>
<p>A pesquisa traz perguntas sobre os hábitos das mulheres que atuam no agronegócio em relação à forma de se comunicar na internet, nas redes sociais, como utilizam os veículos de comunicação para estarem atualizadas, o que consomem via internet, entre outros. “O objetivo é mapear o perfil de produtoras rurais e profissionais que atuam nas mais diversas áreas do agronegócio, conhecer suas preferências e desenvolver conclusões a respeito de como se comunicam e se informam nos dias de hoje”, explica Lilian Munhoz, que também é editora e apresentadora da TV Terraviva, canal de agronegócios do Grupo Bandeirantes.</p>
<p>Pesquisas que destacam o aumento da participação de mulheres no agronegócio têm crescido a cada ano, mas o tema ainda é inédito. As pesquisas mais recentes são de 2017, que destacam o aumento da participação das mulheres em cargos de gestão e planejamento nas propriedades, mas ainda não há pesquisas que façam uma abrangência sobre os hábitos digitais delas. Além disso, nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam constantemente, sendo necessária uma atualização frequente sobre a utilização das novas ferramentas digitais.</p>
<p>A pesquisa pode ser respondida por todas as mulheres acima de 18 anos que atuam com qualquer área relacionada ao agronegócio (Produção Rural, Comunicação, Marketing, Insumos, Logística, Advocacia, Governo, Ensino e Pesquisa, entre outras).</p>
<p><a href="http://bit.ly/2IZDfw5" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3516 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia.jpg" alt="" width="484" height="412" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia.jpg 940w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia-300x256.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia-768x654.jpg 768w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></a><br />
São 28 questões de múltipla escolha e duas descritivas. A pesquisa vai estar disponível até o final de julho. Os dados serão divulgados no trabalho de conclusão de curso da jornalista no final de 2019.</p>
<p>Para ter acesso às perguntas e participar da pesquisa “Hábitos de Consumo de Mídia das Mulheres do Agronegócio”, clique aqui: <a href="http://bit.ly/2IZDfw5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/2IZDfw5&amp;source=gmail&amp;ust=1552496586557000&amp;usg=AFQjCNE6gZs9ljlAxkA1LG6Dg_cBK_hy6w">http://bit.ly/2IZDfw5</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/pesquisa-academica/">Pesquisa acadêmica vai mapear os hábitos de mídia das mulheres do agro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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