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	<title>Arquivos importação - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 May 2019 20:43:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A Saga da Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2019 20:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E para os que na sexta feira, 03 de maio, foram animados para casa apostando fichas que o acordo comercial entre Estados Unidos e China estava se aproximando, o susto na abertura dos trabalhos da soja na bolsa de Chicago no domingo a noite foi grande! Os trabalhos iniciaram em forte baixa pegando o mercado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E para os que na sexta feira, 03 de maio, foram animados para casa <strong>apostando fichas que o acordo comercial entre Estados Unidos e China estava se aproximando</strong>, o susto na abertura dos trabalhos da soja na bolsa de Chicago no domingo a noite foi grande!</p>
<p>Os trabalhos iniciaram em forte baixa pegando o mercado no contrapé da expectativa de acordo &#8211; produtores, investidores, especuladores, tradings, indústrias, casas de consultoria e analistas.</p>
<p><strong>A fala de Trump</strong> em rede social naquele início de noite, subindo o tom de voz, <strong>ameaçando aplicar já na sexta, dia 10, taxas de 25% em valor de importação chinesa equivalente a 200 milhões</strong> de dólares, motivou a onda de venda.</p>
<p>Alguns investidores (menores e pulverizados) visualizaram uma <strong>“oportunidade” </strong>na semana passada e acreditando que o preço da soja estava uma barganha por estar na bacia das almas compraram futuros e opções.</p>
<p>Alguns desses, no domingo 05 e na segunda 06, acabaram “estopando” total ou parcialmente suas posições, enquanto outros decidiram banca-las. <strong>A solução para que não pularam fora foi margear mais recursos pra cobrir o saldo negativo</strong>.</p>
<blockquote><p>As apostas de compra da semana passada representaram prejuízo demonstrando que nem sempre os fundos ganham todo o tempo.</p></blockquote>
<p>Vamos relembrar aqui que <strong>os fundos de investimento vêm apostando há muitos meses em preços mais baixos para a soja,</strong> mas nem sempre foi assim. Eles que vinham na temporada 2018 carregando posição comprada, foram lentos para acreditar na crise e demoraram quase 3 meses para corrigir as posições. <strong>No início de março do ano passado os fundos acumulavam cerca de 90 mil contratos comprados, no fim de abril elevaram as apostas de alta para 150 mil contratos, no fim de maio reduziram para 80 mil e em 15 dias zeraram as posições entrando vendidos no pregão do dia 13 de junho. </strong>E desde então apostam suas fichas na venda.</p>
<p>Desse momento – meados de junho até agora, pouco mais de 10 meses se passaram e os fundos administram uma carteira de 180 mil contratos vendidos! Sim, você leu certo: 180 mil!</p>
<p>Durante esse percurso os preços tiveram espaço para algumas compras técnicas e tomadas de lucro geralmente observadas no final de mês e de trimestre.</p>
<p>Com essa ilustração toda que fiz fica mais claro visualizar que os fundos que apostaram nas últimas semanas na proximidade do acordo foram incinerados pelos outros fundos que defenderam com unhas e dentes suas posições nos últimos pregões.</p>
<p>Com o fluxo de venda pesado foi fácil ver os preços da soja mergulharem até as mínimas a US$ 8,16 ¾ no contrato julho.</p>
<p><strong>A fala de Trump via twitter foi o alerta para as vendas</strong>, mas o <strong>combustível extra</strong> veio em forma <strong>especulação</strong> sobre posicionamento da China de não aceitar imposição de mudanças <strong>nas leis chinesas</strong>, o que talvez explicasse a rapidez meteórica do encontro das comitivas em Pequin na semana passada. Essa fragilidade expôs de certa forma um ponto nevrálgico: A preocupação crescente sobre possível cancelamento da ida dos chineses aos Estados Unidos nessa semana.</p>
<p>E o mercado só se sentiu <strong>mais aliviado</strong> quando foram divulgadas notas sobre a intenção dos chineses em manter a data do próximo encontro (08 e 09 de maio) e com isso os preços recuperaram cerca de 50% da queda do dia (segunda-feira).</p>
<p><strong>O texto continua em próximo post.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Pré USDA &#8211; Cenários da Temporada 2019/2020 dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 14:50:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor. O USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor.</p>
<p>O <strong>USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos </strong>divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou a ser plantada.</p>
<p>Dia 10 de maio, o órgão reportará as suas primeiras impressões sobre tamanho de área de plantio e de colheita, produtividade, projeção de consumo, exportação, importação e esmagamento, entre outros. Será o primeiro quadro do <strong>Supply Demand</strong> americano.</p>
<p>Três grandes questionamentos vêm sendo feitos para esse reporte:</p>
<ul>
<li>*Qual será o estoque inicial do próximo ano? Essa pergunta temos viés de resposta. Muito provável que seja o número do estoque final divulgado ontem em 895 mi bu. Número do estoque final de um ano é o inicial da próxima temporada.</li>
<li>*Qual a projeção de exportação que o órgão vai trabalhar? Manterá um viés de encolhimento frente ao atual cenário de guerra comercial ou assumirá uma linha de entendimento comercial?</li>
<li>*E quais serão as estimativas de área de plantio e produtividade? Aqui a análise é mais complicada. Há poucas semanas &#8211; 29 de março, o órgão divulgou o <strong>Prospective Plantings</strong> &#8211; Intenção de Plantio &#8211; que eu costumo simpaticamente chamar de &#8220;<strong>acreagem</strong>&#8220;. E o resultado dessa divulgação foi uma ducha gelada no mercado.  Naquele dia os preços do milho na Bolsa de Chicago para o contrato vencimento maio cederam 17 cents/bu e os da soja com mesmo vencimento cederam outros 5 ½ cents/bu. De certa forma o relatório veio em linha com os trabalhos do <strong>Agricultural Forum Outlook</strong> no final de fevereiro quando os produtores preocupados com a falta de demanda chinesa para o grão norte americano já sinalizavam um recuo na área de soja. Só que o recuo da área da soja foi mais intenso que o “projetado” pelas maiorias dos analistas.  E mesmo assim os preços caíram.</li>
</ul>
<p>Os produtores dos EUA vivenciam momentos difíceis.  Os baixos preços do grão na bolsa e os <strong>prêmios</strong> praticados no <strong>Golfo</strong> e em Portos do Pacífico Noroeste – <strong>PNW não liquidam preços rentáveis.</strong></p>
<p>Eles, que acumulam perdas vultosas por terem vendido pouco da safra velha com preços superiores a US$ 10,00/bu e que foram pegos em abril de 2018 no contrapé da briga entre os dois países e durante o plantio crescente e acelerado de soja, caminham para uma <strong>nova temporada e já com máquinas entrando nos campos com prejuízos no bolso e com mais incertezas sobre o real avanço das tratativas entre EUA e China </strong>que visam dar um ponto final a batalha comercial estabelecida há exatos 13 meses.</p>
<p><strong>Lembrando que Donald Trump </strong>foi eleito com apoio dos estados essencialmente agro e por contar com esse suporte acreditava teria a SOJA como poder de barganha nessa disputa com os chineses. E segundo dizem analistas norte-americanos acreditou que essa moeda garantiria uma China submissa e desesperada para um rápido acordo. Mas o que Trump esqueceu, ou não considerou que naquele momento era somente a Argentina que não tinha competividade para disputar mercado com eles. E o Brasil que tinha pouco produto comercializado surfou uma onda boa e longa.</p>
<p>Se ele julgava<strong> ser fácil “brigar” com China por práticas de comércio mais justas,</strong> hoje ele se vê pressionado por uma disputa árdua e enfrenta a base de seu eleitorado: os produtores rurais.</p>
<p>Trump embora garanta quase que diariamente através de redes sociais que um<strong> bom acordo para o setor rural está prestes a ser fechado</strong>, hoje não conta mais com a crença em peso dos produtores que não se sentem confortáveis com as incertezas para a nova temporada.</p>
<p>Conversando pessoalmente com produtores norte americanos de vários estados percebemos um grande desanimo frente a esse cenário.</p>
<p>Muito provavelmente a resposta para as dúvidas sobre o próximo relatório é que o USDA confirmará o recuo da área de plantio de soja em favorecimento do milho. Mas como será que o órgão que é o braço agro do governo se posicionará especialmente se o acordo não tiver sido firmado?</p>
<p>Como será que o USDA em meio a um cenário com fraca demanda (falta de compras da China), se posicionará sobre a produtividade do grão da próxima safra? Manterá a linha de produtividade alta das safras anteriores ?</p>
<p>Se ela estimar uma produtividade alta que é algo bem factível, o corte na área dos EUA será em parte compensado e os estoques finais ainda sim serão altos.</p>
<p><strong>A chave de todas essas dúvidas está no desfecho do acordo comercial.</strong></p>
<p>Se o acordo sair os produtores norte-americanos passarão imediatamente a surfar a onda que o Brasil surfou até então e que hoje os dividimos com nossos vizinhos Argentinos. Afinal plantarão menos área, o que será precificado na bolsa, terão prêmios mais valorizados,  garantia de volume no comércio chines e dai sim o cenário passaria a complicar para o produtor brasileiro que precisará estudar muito bem seu mercado para decidir qual área plantará no final do segundo semestre.</p>
<p><strong>Por ora, o produtor de lá segue preocupado com a briga e também com o excesso de umidade no meio oeste. Foram impactados por um degelo intenso, chuvas e agora tem pela frente um sistema de chuvas fortes. </strong></p>
<p>Vamos aqui acompanhando em paralelo a evolução do plantio nos EUA que até domingo – 07 de abril totalizava 3% de área destinada ao milho.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Birdbox: Da ficção para o mercado de grãos por Roberta Paffaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro.</p>
<p>De volta à vida real. A greve do governo dos Estados Unidos já é a mais longa da história do país: 33 dias, até hoje, 23 de janeiro. E ao que tudo indica, está longe de checar a um acordo com o presidente Donald Trump.  O relatório do USDA, que esclarece a oferta e demanda do mercado de grãos, ainda não tem previsão de ser retomado. Parece que uma venda nos olhos não nos permite enxergar o que virá pela frente. Ainda mais na conjuntura atual em que não se sabe a quantidade oficial que a China comprou de grãos dos Estados Unidos após a trégua em dezembro. Tudo indica, pelos preços mais estáveis na Bolsa de Chicago, que foram números significativos. Mas ainda fica a dúvida: pra onde irão os preços? Momento de especular? E quem precisa fazer hedge?</p>
<p>Na próxima semana, China e US devem se encontrar para seguir com a discussão sobre as tarifas impostas pelos dois países em produtos de importação e exportação. Se a guerra comercial continuar, a América do Sul segue como a menina dos olhos pra China. Caso contrário, a demanda diminui, já que Estados Unidos voltam ao jogo.  Em meio a tantas incertezas, a proteção de preços é imprescindível.</p>
<p>Segundo dados da CONAB <strong>– </strong>Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; a produção de soja deve atingir os 110 milhões de toneladas. Na Argentina, de acordo com a Bolsa de Cereales,  a expectativa é de uma safra de 53 milhões de toneladas. Juntando os dois países, somos os maiores produtores de soja do mundo. Brasil é o maior exportador do grão, sendo China o principal destino.</p>
<p>Em 2018, o Brasil embarcou 83,86 milhões de toneladas de soja, um recorde, 23% acima do volume exportado em 2017, segundo dados da Secex. Do total embarcado em 2018, 82,4% tiveram como destino a China. A receita total obtida pelas vendas do grão foi US$ 33,29 milhões, 29,5% a mais que a recebida em 2017.</p>
<p>Por outro lado, o Brasil precisa agregar valor a cadeia do agronegócio. Algo que caminha na contramão.  Por exemplo, no ano passado, a China começou a cobrar 30% de imposto sobre toda carne de frango exportada do Brasil. Não seria a hora deste acordo ser revisto? Se a China quer a soja brasileira, deve ter um contraponto também. Como exportar mais carnes, óleo e farinha de soja também.</p>
<p>E falando em frango.  A Arábia Saudita, maior comprador da ave brasileira, barrou a importação de 5 frigoríficos do Brasil. Seria uma retaliação a possível mudança da embaixada brasileira, proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, de Israel para Jerusalém? Ou apenas uma demanda técnica após a operação Carne fraca? O Brasil é hoje o maior exportador de <strong>frango halal*</strong> do mundo. Somente para a Arábia Saudita, foram 486 mil toneladas no ano passado.<br />
A exportação de frango representou, em 2018, 28% da movimentação do Complexo Portuário que inclui os portos de Itajaí e Navegantes. O volume de aves exportado corresponde a US$ 229 milhões.</p>
<p>O Agronegócio move a economia dos países da América do Sul, assim como a política. Ambos precisam andar juntos, na mesma direção.</p>
<p>O ano começa no escuro, com inúmeros desafios, mas o Agronegócio é forte.  E como sempre digo, juntos somos mais fortes. Só não podemos ficar parados.</p>
<p>*Frango Halal: http://abpa-br.com.br/setores/avicultura/mercado-externo/a-tecnica-de-abate-halal</p>
<p><em>Este artigo reflete a opinião exclusiva da autora.</em></p>
<h3><em><img decoding="async" class="wp-image-1973 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg" alt="" width="110" height="125" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg 264w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro.jpg 326w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></em></h3>
<p><strong><em>Roberta Paffaro</em></strong></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:robertapaffaro@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro@gmail.com</a><br />
Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-paffaro-86317a13/" target="_blank" rel="noopener">Roberta Paffaro</a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/robertapaffaro/" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/roberta-paffaro/">Saiba mais sobre Roberta Paffaro, clique aqui</a></p>
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