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	<title>Arquivos hedge - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Safra sul-americana X safra norte americana &#8211; Oportunidades sazonais ao agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 19:18:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho. Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho.</strong></p></blockquote>
<p>Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e processados juntamente com a expectativa de uma nova temporada no hemisfério norte.</p>
<p>Evidente que as safras europeias e asiáticas são relevantes para a formação do quadro de oferta mundial, mas não há dúvidas que a produção norte americana é que confere um peso maior sobre as cotações na Bolsa de Chicago. Os motivos são o reflexo da representatividade da safra se comparado aos outros países e também a grande participação de fundos atuando no dia a dia no mercado financeiro.</p>
<p>E daqui pra frente, meus amigos, será assim: investidores espartanamente disciplinados, acompanhando os detalhes do que acontece aqui na América do Sul e nos campos do meio oeste norte americano.</p>
<p>Os fundos de investimento adoram essa fase de transição. Se para nós, simples mortais, é um momento de dúvidas, de questionamentos e planejamentos, para eles é uma janela incrível de oportunidades. Cada dia vale um pretexto diferente, lá e cá, para fazer girar a roda da ciranda financeira. Os mesmos fundos que dão liquidez as negociações de ações, também atuam nos mercados agrícolas e gostam de aproveitar cada situação. E fica o alerta: estamos entrando em uma fase em que a volatilidade nos preços será companheira nossa de cada dia.</p>
<p>De um lado, temos o Brasil com uma produção grande, porém inferior à projetada inicialmente, a qual ainda deve ser corrigida num futuro próximo devido aos problemas climáticos enfrentados. A comercialização, impulsionada pela demanda chinesa, também está bastante avançada, com mais de 50% vendida de uma safra de 132 milhões de toneladas. Outros pontos importantes a serem observados: o reflexo climático e as perdas nas safras do Paraguai, Uruguai e Argentina.</p>
<p>De outro lado, temos os Estados Unidos iniciando o plantio numa temporada em que as famílias norte americanas tinham tudo pra plantar muito mais área de soja do que foi anunciado pelo <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – USDA</strong>, no dia 31 de março. E foi justamente este relatório que desencadeou o limite de alta nas cotações da Bolsa de Chicago.</p>
<p><strong>**Dá pra acreditar? Com os preços tão atrativos para a soja, as famílias do meio oeste sinalizarem que plantarão mais milho do que soja?</strong></p>
<p>Agora só pra fechar o link com as oportunidades de mercado que os fundos caçam, quem aqui se lembra que há 2 anos, mesmo querendo plantar, os produtores do meio oeste não conseguiam por que a as chuvas torrenciais não davam trégua?</p>
<p>Naquela temporada, em 2019, muitas áreas de milho e soja não puderam ser semeadas e foram alocadas em programas de proteção e conservação. Ali os fundos fizeram muito dinheiro e foi exatamente por isso, que no ano passado os produtores, com medo de não conseguirem plantar assim que a janela de plantio abriu, foram em massa aos campos e plantaram suas safras de forma acelerada e concentrada.</p>
<p>Tentar antecipar agora o que vai acontecer é um jogo, uma aposta, mas é isso que os fundos fazem e, na maioria das vezes, ganham dinheiro, muito dinheiro!</p>
<p>O que precisamos aqui, é entender os fundamentos disponíveis no mercado, quais os possíveis cenários para os preços e nos posicionarmos, e o nome disso NÃO é especulação, é proteção, é hedge. E pensando que o agro brasileiro é referência, em diversas cadeias e segmentos, não podemos deixar de pensar na gestão eficiente da porteira para fora também, pois isto influencia no resultado de uma safra.</p>
<p>Que assim como os fundos aproveitam oportunidades, o agro brasileiro use as inúmeras ferramentas disponíveis no mercado para maximizar seus resultados. Fiquemos atentos as possibilidades! Um forte abraço e até mais,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13 Abr, 2021<br />
Por Andrea Cordeiro</p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/safra-sul-americana-x-safra-norte-americana-oportunidades-sazonais-ao-agro-brasileiro" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Matéria da colunista Andrea Cordeiro escrita para o Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Cotação do milho é pressionada pelo avanço da colheita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 12:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confira as cotações atualizadas do milho em todas as regiões produtoras no Indicador BBM Por Bolsa Brasileira de Mercadorias BBM 16/06/2020 A semana começou com novas quedas no mercado do milho. Em Campinas, interior de São Paulo, o indicador da Bolsa Brasileira de Mercadorias apontou um recuo de 1,05% na cotação do cereal, o que puxou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Confira as cotações atualizadas do milho em todas as regiões produtoras no Indicador BBM</h2>
<p><strong>Por Bolsa Brasileira de Mercadorias BBM</strong><br />
16/06/2020</p>
<p>A semana começou com novas quedas no mercado do milho. Em Campinas, interior de São Paulo, o indicador da Bolsa Brasileira de Mercadorias apontou um recuo de 1,05% na cotação do cereal, o que puxou o preço da saca para R$ 47,00 na região e acentuou ainda mais a desvalorização mensal do insumo, que passou para 9,62% no acumulado de 30 dias.</p>
<p>Em Luís Eduardo Magalhães, oeste baiano, a desvalorização do milho no mês é de 5,41% e a saca aparece no patamar de R$ 35,00. A maior queda mensal do Indicador BBM é observada no interior de Mato Grosso e ultrapassa os 20%.</p>
<p><a href="https://www.bbmnet.com.br/cotacoes-agricolas" target="_blank" rel="noopener">Confira a cotação do milho em todas as regiões</a></p>
<p>A queda nessas regiões é justificada pelo avanço da colheita no Brasil. “Após as chuvas que vieram para muitas microrregiões produtoras em uma fase importante, interrompendo o processo de maiores perdas. O momento atual deve começar a absorver a intensificação dos trabalhos de colheita do cereal”, explica Andrea Cordeiro, consultora em <em>commodities</em> e <em>hedge,</em> ligada ao Grupo Translabhoro, associado à BBM.</p>
<p>Andrea explica que, para o mercado externo, mesmo com a moeda brasileira desvalorizada, nosso milho concorre com a oferta mais barata de outros países exportadores e a paridade de exportação não favorece grandes performances de volume. “Algumas cargas vêm saindo de forma pontual à medida que o Brasil oferece uma logística mais ajustada que a Argentina, mas não oferecem no momento atual um risco de concorrência de preço para a indústria nacional”, pontua.</p>
<p>Já no mercado doméstico, Andrea destaca que, após preços altos praticados durante o mês de maio, o interesse comprador da indústria recua à medida que os compradores se mostram abastecidos. “Esse perfil do comprador interno contribui para preços pressionados no curto prazo”, finaliza.</p>
<p>O início da colheita do milho pressiona as cotações pois também corrobora para o indicativo de um crescimento recorde na safra de grãos do país. O milho total, somando as três safras, deve registrar um volume histórico de 101 milhões de toneladas no Brasil, com uma área total de 18,5 milhões de hectares. Os números fazem parte do <a href="https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/graos/boletim-da-safra-de-graos" target="_blank" rel="noopener">9º Levantamento da Safra 2019/2020</a> divulgado este mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>O cereal é um dos produtos mais negociados por meio das 140 corretoras de mercadorias da Bolsa Brasileira de Mercadorias que é também responsável pela comercialização dos leilões de milho da Conab.</p>
<p><a href="https://www.bbmnet.com.br/blog/cotacao-do-milho-e-pressionada-pelo-avanco-da-colheita" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias</a></p>
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		<title>Guerra Comercial &#8211; Brasil pode importar Soja dos EUA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 20:21:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira semana de junho inicia de forma bastante preocupante mundialmente. Esse primeiro pregão de junho trouxe à tona a escalada da tensão entre Estados Unidos e China que vive em meio a uma Guerra Comercial, embora exista sim um acordo fase 1 homologado, porém cheio de dúvidas, ataques e cutucões mútuos e vazio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira semana de junho inicia de forma bastante preocupante mundialmente. Esse primeiro pregão de junho trouxe à tona a escalada da tensão entre Estados Unidos e China que vive em meio a uma Guerra Comercial, embora exista sim um acordo fase 1 homologado, porém cheio de dúvidas, ataques e cutucões mútuos e vazio de demanda comercial.</p>
<blockquote><p>Enquanto China compra alimentos de origem norte americana a conta gotas, segue acompanhando ofertas, embarcando compras antigas e realizando novos volume do grão brasileiro. Só entre os dias 26 a 28 de maio foram pelo menos 14 navios comercializados.</p></blockquote>
<p>Nos ataques cruzados, temos operação com bombardeiros norte americanos em Mar da China, acusações a empresas chinesas e medidas para bani-las das bolsas dos EUA, declarações sobre coronavirus, OMS, Taiwan e China.</p>
<p>Na última sexta feira, 29, algumas pessoas me perguntaram qual era a minha análise sobre a sobre o discurso inflamado de Trump sobre OMS e medidas restritivas com China? Algumas ainda insistiram se eu não achava que era positivo que mesmo após tantas ameaças, o presidente dos EUA não tenha rompido com China&#8230;</p>
<p>A essas perguntas eu respondi que Estados Unidos estavam seguindo um caminho que em curto prazo poderia não ter volta.</p>
<p>Durante o final de semana eu conversei com vários profissionais de mercado e de diversos segmentos e todos se mostraram muito preocupados. A razão era em grande parte pela escalada da guerra comercial e também pelo clima conturbado com o caso recente da morte de cidadão norte americano em Minessota que reacendeu discussões importantes daquele país.</p>
<p>Quanto a preocupação na vertente agro, eu compartilho aqui com vocês minha interpretação.</p>
<p>Meu entendimento é que as declarações de Trump tinham uma finalidade e que de certa forma era provocar a China para uma reação.  E a China assim o fez.</p>
<p>Eu não consigo imaginar que ele, em seu quarto ano de governo não soubesse que a sua fala provocaria reações. Trump sabia que ao se posicionar firme daquela maneira estava sim assumindo o risco de sua postura. Trump está em final de exercício de governo e teve que lidar com as consequências da corona vírus que fizeram os números de emprego atingirem níveis recordes históricos naquele país. Em plena janela pré-eleitoral Trump não quer ser lembrando como o presidente que perdeu a guerra comercial para a China. Prova disso é que vem alertando que China prefere que o candidato rival, do partido democrata ganhe as eleições para então negociar um bom acordo.</p>
<p>E logo com as declarações forte de Trump na sexta seria natural antecipar que China faria a contra partida, e assim o fez.</p>
<p>O mundo amanheceu com as agências internacionais de notícias anunciando que China suspendeu as importações de produtos agrícolas dos Estados Unidos. O país determinou que suas estatais suspendam importações soja e de carne suína, enquanto o governo possa avaliar melhor essa situação de tensão política. Inclusive hoje fontes do mercado processavam que já teriam sido reportadas operações de cancelamento de carne suína.</p>
<p>Essa decisão da China deve impactar novamente em prêmios mais fortes aqui na América do Sul e caso a decisão seja mantida por tempo maior, o Brasil deve se beneficiar ainda mais com esse cenário.</p>
<p>Tendo dito isso, visualizo que o Agronegócio do Brasil tem pela frente uma nova e importante tarefa. O mercado brasileiro precisa estudar a viabilidade de importação do grão norte americano. Em 2018 muito se discutiu sobre essa possibilidade. Desde exigências burocráticas até capacidade de descarga de granel nos portos brasileiros. O assunto ficou em modo de espera porque naquele momento China impactada pela febre suína africana passou a desacelerar compras. Em paralelo havia estoque mesmo que de forma limitada e logo na sequencia entraria uma outra grande safra na América do Sul.</p>
<p>Penso e defendo que o Brasil deva seguir nessa linha. Nesse momento de crise econômica foi o   Agro que representou a diferença através dos números da balança comercial e será esse agro que aproveitará com agilidade todas as oportunidades oferecidas.</p>
<p>Para os EUA pouco importarão quem comprará seu grão. Brasil, China ou Europa&#8230; Basta apenas que exista demanda.</p>
<p>Aqui no Brasil, o mercado físico e de prêmios o Brasil promete uma semana curiosa e agitada. Indústrias, tradings e das empresas que originam para elas devem focar em seus levantamentos de comercialização e estoques.</p>
<p>Eu aqui só posso dizer que sigo torcendo pela viabilidade logística e comercial da importação, uma vez que não basta apresentar condições logísticas sem condições comerciais e documentais.</p>
<p>Seguiremos analisando todos os desdobramentos políticos pelas consequências que podem representar para o Brasil, mas quero aproveitar o momento, para destacar a importância do <em>hedge</em> quando se trabalho com agro. Se em situação de normalidade média, a especulação já é perigosa e oferece riscos, em momentos como esses a especulação é uma ferramenta que pode determinar prejuízos gravíssimos aos seus negócios. Portanto evite negociações especulativas e proteja seus negócios.</p>
<p>Abaixo compartilho vídeo que subi no Youtube em que falei sobre o mesmo tema.<br />
Um abraço e ótima semana a todos nós.<br />
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<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="1104" height="621" src="https://www.youtube.com/embed/Wc9U750QU1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>USDA revisa para baixo a performance de exportação dos EUA em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 10:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Neste vídeo de ontem (13/05) analisei a primeira projeção do USDA para a próxima temporada. Contextualizei o forte ritmo de plantio no meio oeste, a crescente competitividade da origem brasileira e a demanda chinesa pelo grão do EUA. Bem vindos a essa nova janela do mercado.&#8221;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Neste vídeo de ontem (13/05) analisei a primeira projeção do USDA para a próxima temporada. Contextualizei o forte ritmo de plantio no meio oeste, a crescente competitividade da origem brasileira e a demanda chinesa pelo grão do EUA. Bem vindos a essa nova janela do mercado.&#8221;<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/aeAnwctDn2M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>E o Plantio nos EUA avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 00:44:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da temporada de grãos do ano passado ainda ecoa de forma nervosa entre as famílias norte americanas. Não foram poucos os reportes de áreas replantadas 2 a 3 vezes e mesmo assim 2019 marcou se consagrou como um ano atípico quando milhões de acres foram abandonados e alocados no programa de conservação de área do governo dos Estados Unidos. A chuvas intensas e ininterruptas durante abril, maio e junho, causaram o grande recuo na produção de grãos daquele país ano passado.</p>
<p>Com essa lembrança tão clara e castigados diretamente pelas consequências da Guerra Comercial, famílias produtoras intensificam os trabalhos em campo desde que a temporada de plantio se abriu. Nem mesmo as temperaturas mais baixas que o ideal em vários estados produtores diminuem o fluxo de trabalho e com isso a tendência de um plantio acelerado vai sendo confirmada pelo <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.</strong></p>
<p>No final da segunda feira, o órgão divulgou que 38% da área destinada à soja já foi semeada. Em uma semana os trabalhos totalizavam 23% e há 2 semanas atrás 8%.</p>
<p>A média dos trabalhos nos últimos 5 anos é de 23%.</p>
<p>Chama atenção o ritmo em Iowa, importantíssimo estado produtor de soja e milho. Se em 2019, os trabalhos acumulavam apenas 12% da área, hoje 71% das áreas desse gigante produtor já foi semeada. Illinois que se junta a Iowa no ranking de produção já plantou 43% da área frente a 3% em 2019.</p>
<p>Curiosamente os estados do Delta do Mississipi e os do sul do cinturão é que costumam reportar o primeiro fluxo de plantio grão nos Estados Unidos. São esses estados mais quentes como Lousiania, Alabama, Tennessee, Kentucky que abrem os trabalhos da temporada.</p>
<p>Do total da área plantada, 7% da soja já emergiu. E 2019 apenas 1 % estava nesse estágio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td colspan="4">Plantio</td>
<td></td>
<td colspan="4">Grão Emergido</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
<td></td>
<td>10 Maio</td>
<td>3 Maio</td>
<td>2019</td>
<td>Média</td>
</tr>
<tr>
<td>Arkansas</td>
<td>34</td>
<td>20</td>
<td>20</td>
<td>45</td>
<td></td>
<td>19</td>
<td>8</td>
<td>13</td>
<td>30</td>
</tr>
<tr>
<td>Illinois</td>
<td>43</td>
<td>31</td>
<td>3</td>
<td>25</td>
<td></td>
<td>10</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>6</td>
</tr>
<tr>
<td>Indiana</td>
<td>37</td>
<td>22</td>
<td>2</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Iowa</td>
<td>71</td>
<td>46</td>
<td>12</td>
<td>24</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Kansas</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>6</td>
<td>11</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ky</td>
<td>33</td>
<td>25</td>
<td>12</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>16</td>
<td>9</td>
<td>2</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>La</td>
<td>68</td>
<td>51</td>
<td>51</td>
<td>65</td>
<td></td>
<td>46</td>
<td>30</td>
<td>29</td>
<td>46</td>
</tr>
<tr>
<td>Michigan</td>
<td>35</td>
<td>13</td>
<td>3</td>
<td>12</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Minnessota</td>
<td>37</td>
<td>35</td>
<td>2</td>
<td>30</td>
<td></td>
<td>5</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Mississipi</td>
<td>51</td>
<td>39</td>
<td>31</td>
<td>61</td>
<td></td>
<td>29</td>
<td>23</td>
<td>20</td>
<td>43</td>
</tr>
<tr>
<td>Misouri</td>
<td>14</td>
<td>7</td>
<td>4</td>
<td>18</td>
<td></td>
<td>4</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Nebraska</td>
<td>54</td>
<td>32</td>
<td>18</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>NC</td>
<td>17</td>
<td>10</td>
<td>22</td>
<td>16</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>1</td>
<td>8</td>
<td>5</td>
</tr>
<tr>
<td>ND</td>
<td>4</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
<td>17</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Ohio</td>
<td>24</td>
<td>7</td>
<td>2</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>2</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>SD</td>
<td>23</td>
<td>11</td>
<td>0</td>
<td>13</td>
<td></td>
<td>1</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Tenn</td>
<td>20</td>
<td>14</td>
<td>17</td>
<td>19</td>
<td></td>
<td>6</td>
<td>0</td>
<td>3</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Wisconsin</td>
<td>35</td>
<td>14</td>
<td>3</td>
<td>14</td>
<td></td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
<td>0</td>
</tr>
<tr>
<td>Total EUA</td>
<td>38</td>
<td>23</td>
<td>8</td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>7</td>
<td>0</td>
<td>1</td>
<td>4</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Embarques de Soja &#8211; Primeiro Trimestre 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 19:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que mesmo com um início de temporada de embarques mais lento em janeiro e fevereiro, decorrente de um plantio de soja mais tardio que atrasou o início de colheita, ainda sim o volume de soja exportado nos três primeiros meses de 2020 totaliza 18.1 milhões de tons? Nesse mesmo período em 2019, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que mesmo com um início de temporada de embarques mais lento em janeiro e fevereiro, decorrente de um plantio de soja mais tardio que atrasou o início de colheita, ainda sim o volume de soja exportado nos três primeiros meses de 2020 totaliza 18.1 milhões de tons?</p>
<p>Nesse mesmo período em 2019, o volume embarcado do grão foi 15.7 milhões de toneladas.</p>
<p>De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior – Secex, braço do Ministério da Economia, os portos brasileiros contabilizaram a performance histórica de 11,64 milhões de tons do grão embarcados somente no mês de março.</p>
<p>Embora o recorde de embarques mensal tenha sido de 12,3 em maio de 2018, início da janela da guerra comercial entre Estados Unidos e China, a performance desse março é recorde quando se compara apenas os meses de março.</p>
<p>Os embarques de janeiro e fevereiro foram de 1.5 e 5.1 milhões de tons, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consultora em Commodities e Hedge</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundos e Commodities</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 17:59:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “Guerra Comercial” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas. E é essa a pergunta que vem intrigando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “</span><b>Guerra Comercial</b><span style="font-weight: 400;">” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é essa a pergunta que vem intrigando a todos os “entendidos” da Soja, afinal o</span><span style="font-weight: 400;">s fundos de investimento, vinham há muito tempo “vendidos” e rapidamente sairão dessa posição para comprar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como são os fundos, independente de classificação que conferem liquidez ao mercado, seja ele qual for, (agro, metais, moedas, ações, papeis)  a pergunta é pertinente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê em meio ao inicio de colheita nos Estados Unidos e do plantio brasileiro eles, os fundos, resolveram zerar posições, inclusive alguns no prejuízo e na sequencia do movimento, encheram suas carteiras com posições comparadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê simplesmente eles não apenas saíram das posições vendidas e ficaram “observando” o mercado para então se posicionarem como comprados na tendência?</span></p>
<p><b>Por que são os fundos que geram cenários e promovem tendências. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nem sempre uma tendência correta, que seja confirmada, mas uma tendência oportunista. Afinal é assim que eles ganham dinheiro: identificando oportunidades, construindo cenários e às vezes antecipando efeitos de possíveis tendências.</span></p>
<p><b>Certamente os fundos saíram das posições vendidas e compraram, identificando oportunidades de ganhar dinheiro, seja por preocupações sobre geadas precoces e neve nos EUA ou condições climáticas secas no Brasil e na Argentina, atraso no plantio, casos de replantio ou quem sabe resolveram apostar mesmo no fim da guerra comercial. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nessa janela atual a pergunta que vale milhões de dólares é: no que os fundos apostaram quando &#8220;viraram a mão&#8221; ? Que apostas fizeram?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É, esse é o mercado financeiro e se quiser estar aqui, deve estar ciente que os agrícolas (soja, milho, trigo, entre outros) compõem o mercado financeiro e que serão em alguns momentos direcionados de acordo com feeling do gestor dos fundos em identificar e até mesmo construir  oportunidades de fazer dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo acompanhamento de casas de consultoria de mercado que se baseiam no levantamento do <strong>CFTC</strong>, os fundos de investimento hoje detém em carteira cerca de 70 mil contratos comprados de soja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Detalhe adicional sobre a virada de mãos de posições: do momento de posição zerada à comprada em 70 mil contratos futuros, fora opções,  bastaram apenas 14 pregões. <strong>Cada contrato futuro equivale a 5 mil bushels ou 136 toneladas.</strong>  </span></p>
<p><strong>Se os fundos esperavam problemas de colheita nos Estados Unidos e atrasos significativos e perda de área no Brasil e Argentina, terão que rever suas estratégias. Se foi na guerra comercial há mais espaço até para os fundos aumentarem suas posições.</strong><strong>  </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana nos reserva uma agenda técnica interessante. Além de dados rotineiros de inspeção e vendas semanais, hoje e quinta feira, respectivamente, o <strong>USDA</strong> &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgará o acompanhamento de colheita nos Estados Unidos (hoje) e o relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e mundial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, o mercado aguarda quando será a reunião de <strong>Trump e Xi Jinping</strong> uma vez que o encontro no Chile durante a <strong>APEC</strong> não acontecerá mais. Na pauta do acompanhamento não poderíamos deixar de fora as declarações de Trump via twitter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ótima semana a todos nós e bons negócios.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Birdbox: Da ficção para o mercado de grãos por Roberta Paffaro</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/birdbox-da-ficcao-para-o-mercado-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já viu, lembra.  As vendas nos olhos levam a caminhos nem sempre conhecidos. Desafios que conduzem a diferentes estratégias de defesa.  Desenvolver o sexto sentido é a principal delas. O subjetivo está presente, mas as emoções devem ser controladas. Cenas de tirar o fôlego que conduzem a um final que julgamos ser feliz, seguro.</p>
<p>De volta à vida real. A greve do governo dos Estados Unidos já é a mais longa da história do país: 33 dias, até hoje, 23 de janeiro. E ao que tudo indica, está longe de checar a um acordo com o presidente Donald Trump.  O relatório do USDA, que esclarece a oferta e demanda do mercado de grãos, ainda não tem previsão de ser retomado. Parece que uma venda nos olhos não nos permite enxergar o que virá pela frente. Ainda mais na conjuntura atual em que não se sabe a quantidade oficial que a China comprou de grãos dos Estados Unidos após a trégua em dezembro. Tudo indica, pelos preços mais estáveis na Bolsa de Chicago, que foram números significativos. Mas ainda fica a dúvida: pra onde irão os preços? Momento de especular? E quem precisa fazer hedge?</p>
<p>Na próxima semana, China e US devem se encontrar para seguir com a discussão sobre as tarifas impostas pelos dois países em produtos de importação e exportação. Se a guerra comercial continuar, a América do Sul segue como a menina dos olhos pra China. Caso contrário, a demanda diminui, já que Estados Unidos voltam ao jogo.  Em meio a tantas incertezas, a proteção de preços é imprescindível.</p>
<p>Segundo dados da CONAB <strong>– </strong>Companhia Nacional de Abastecimento &#8211; a produção de soja deve atingir os 110 milhões de toneladas. Na Argentina, de acordo com a Bolsa de Cereales,  a expectativa é de uma safra de 53 milhões de toneladas. Juntando os dois países, somos os maiores produtores de soja do mundo. Brasil é o maior exportador do grão, sendo China o principal destino.</p>
<p>Em 2018, o Brasil embarcou 83,86 milhões de toneladas de soja, um recorde, 23% acima do volume exportado em 2017, segundo dados da Secex. Do total embarcado em 2018, 82,4% tiveram como destino a China. A receita total obtida pelas vendas do grão foi US$ 33,29 milhões, 29,5% a mais que a recebida em 2017.</p>
<p>Por outro lado, o Brasil precisa agregar valor a cadeia do agronegócio. Algo que caminha na contramão.  Por exemplo, no ano passado, a China começou a cobrar 30% de imposto sobre toda carne de frango exportada do Brasil. Não seria a hora deste acordo ser revisto? Se a China quer a soja brasileira, deve ter um contraponto também. Como exportar mais carnes, óleo e farinha de soja também.</p>
<p>E falando em frango.  A Arábia Saudita, maior comprador da ave brasileira, barrou a importação de 5 frigoríficos do Brasil. Seria uma retaliação a possível mudança da embaixada brasileira, proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, de Israel para Jerusalém? Ou apenas uma demanda técnica após a operação Carne fraca? O Brasil é hoje o maior exportador de <strong>frango halal*</strong> do mundo. Somente para a Arábia Saudita, foram 486 mil toneladas no ano passado.<br />
A exportação de frango representou, em 2018, 28% da movimentação do Complexo Portuário que inclui os portos de Itajaí e Navegantes. O volume de aves exportado corresponde a US$ 229 milhões.</p>
<p>O Agronegócio move a economia dos países da América do Sul, assim como a política. Ambos precisam andar juntos, na mesma direção.</p>
<p>O ano começa no escuro, com inúmeros desafios, mas o Agronegócio é forte.  E como sempre digo, juntos somos mais fortes. Só não podemos ficar parados.</p>
<p>*Frango Halal: http://abpa-br.com.br/setores/avicultura/mercado-externo/a-tecnica-de-abate-halal</p>
<p><em>Este artigo reflete a opinião exclusiva da autora.</em></p>
<h3><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1973 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg" alt="" width="110" height="125" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro-264x300.jpg 264w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/roberta-paffaro.jpg 326w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></em></h3>
<p><strong><em>Roberta Paffaro</em></strong></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:robertapaffaro@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro@gmail.com</a><br />
Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/roberta-paffaro-86317a13/" target="_blank" rel="noopener">Roberta Paffaro</a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/robertapaffaro/" target="_blank" rel="noopener">robertapaffaro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/roberta-paffaro/">Saiba mais sobre Roberta Paffaro, clique aqui</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/birdbox-da-ficcao-para-o-mercado-de-graos/">Birdbox: Da ficção para o mercado de grãos por Roberta Paffaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>No ‘tomara que o preço melhore’, produtor deixa de lucrar, aponta Bolsa de Chicago</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/produtor-deixa-de-lucrar/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/produtor-deixa-de-lucrar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 18:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da Gazeta do Povo sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group. Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/produtor-deixa-de-lucrar/">No ‘tomara que o preço melhore’, produtor deixa de lucrar, aponta Bolsa de Chicago</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da <strong>Gazeta do Povo</strong> sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group.</p></blockquote>
<h3></h3>
<h3 class="c-sumario">Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços menos atrativos, comercialização da safra 2017/18 segue lenta</h3>
<p>Enquanto a safra 2017/18 caminha para a colheita nos principais polos produtivos do Brasil, a comercialização antecipada segue desaquecida, em alguns até menor do que na temporada anterior, que já havia sido lenta na comparação com outros anos.</p>
<p>Em Mato Grosso, por exemplo, dos 31,2 milhões de toneladas de soja estimados pela Expedição Safra para o estado, apenas 42,4% foram vendidos. Na campanha passada, eram 50,1%. No Paraná, a venda está em torno de 14%, mesmo índice da safra 2016/17.</p>
<p>“O mercado está bem mais lento. De um lado, temos soja antiga remanescente e a colheita está mais atrasada. Do outro, existe a questão do preço e do câmbio, que caiu nesses últimos dias”, explica o analista da Granoeste, Camilo Motter.</p>
<p>Com a boa safra dos Estados Unidos confirmada pelo departamento de agricultura do país, o USDA, e a melhora de percepção em relação à produção no Brasil, a Argentina é que pode interferir de forma mais significativa nos próximos dias. “Os preços vêm reagindo em função da seca da Argentina, que está na crista da onda, vamos continuar observando. Eles receberam poucas chuvas”, ressalta Motter.</p>
<p>No caso do milho, o ritmo mais lento é ainda mais evidente. Em Mato Grosso, são 20% comercializados no ciclo atual, contra 33,8% na mesma época de 2017. Já no Paraná, enquanto na temporada anterior a comercialização do milho verão estava em 5%, nesta, o indicador aponta para 2% (isto mesmo com uma colheita com queda de 30% em volume).</p>
<p>“Tivemos quebra de safra no verão e no inverno em 2016, mas que respingou até o começo de 2017. E vamos ter uma colheita bem menor, temos que ver como vai ser a ponte até a entrada da safrinha”, explica o analista da Granoeste.</p>
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<h2 class="c-intertitulo">Mudança de conceito</h2>
<p>A gerente do CME Group / Bolsa de Chicago no Brasil, Roberta Paffaro, explica que os preços são importantes e por isso o produtor rural precisa aprender a gerenciar melhor os riscos. Ela participou do lançamento da Expedição Safra 2017/18. Confira a entrevista completa:</p>
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<p>Fonte: Gazeta do Povo &#8211;  <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts" target="_blank" rel="noopener">http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts</a></p>
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O <a href="http://www.labhoro.com.br" target="_blank" rel="noopener">Grupo Labhoro</a> é apoiador do Movimento de Valorização à Mulher do Agro e tem 26 anos de expertise em oferecer ferramentas CBOT e BM&amp;F<br />
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