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	<title>Arquivos familia - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Minha Retrospectiva em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 00:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não queria fechar o ano sem compartilhar aqui com vocês as oportunidades que o agro me proporcionou nesse ano que finda. Viajei o Brasil vivenciando assuntos Agro, tive a oportunidade de me reunir com vários núcleos femininos de diferentes estados, fiz palestras sobre a Guerra Comercial, dei consultoria, mentorei profissionias e fui mentorada. Insisti [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não queria fechar o ano sem compartilhar aqui com vocês as oportunidades que o agro me proporcionou nesse ano que finda.<br />
Viajei o Brasil vivenciando assuntos Agro, tive a oportunidade de me reunir com vários núcleos femininos de diferentes estados, fiz palestras sobre a Guerra Comercial, dei consultoria, mentorei profissionias e fui mentorada.</p>
<p>Insisti no tema Conhecimento e propaguei a prática da Sororidade no agro como ninguém.<br />
Realizei sonhos: Estive no palco do SUMMIT agro, realizei minha 9.ª Missão técnica aos Estados Unidos. Escrevi um livro, estive em matérias ou notas de revistas agro do Brasil e fora dele. Como colunista em vários canais divulguei um fluxo enorme de conteúdo, defendi uma comunicação mais reativa e eficiente para combater faknews.<br />
Junto com 4 amigas parceiras de Missão Mulheres do Agro fui recebida no MAPA pela Ministra Tereza Cristina. Lá Juntas apresentamos o movimento Mulheres do Agronegócios Brasil e abrimos portas para projetos futuros.</p>
<p>Escrevi, escrevi muito: Foram vários poemas, textos, diário, orações, cartões e até declaração de amor. Declarei incessantemente meu amor aos meus filhos, marido, amigas, por familiares.<br />
Gravei com minhas amigas irmãs de livro o programa Agroinspiradoras para o Canal Rural, enfim, nem consigo aqui escrever tudo o que me preencheu esse ano, tantas foram as conquistas.<br />
Foi sem dúvida um ano de colher frutos, alguns e também de plantar muitas outras sementes, afinal sou alma inquieta.<br />
Foi um ano em que dei a cara pra bater, e bateram.<br />
Que me permitir me abrir para me conhecerem e alguns conheceram.<br />
Foi o ano que tive coragem para dizer NÃO.<br />
Ano que tirei os óculos da conveniência e revi minha trajetória profissional.<br />
Ano que repensei valores, que prezei minha família, minha paz.<br />
Foi um ano que pensei na saúde, foi um ano de encerrar fases e me permitir abrir novos ciclos.<br />
Um ano que me vesti de coragem de me desafiei a novos projetos.<br />
Foi um ano que busquei o recomeço e RECOMECEI.</p>
<p>E por isso eu te digo, acima de tudo, independentemente de sua fé ou crença, de sua origem, de suas convicções, de seu status social ou financeiro:<br />
Acredite em você, em seu potencial, em seus valores e vá em busca de seus Sonhos.<br />
Não existe o Agora é tarde. Nunca é tarde.<br />
Faça a diferença na vida de alguém, seja a diferença que quer ver no Mundo.<br />
Em 2020 vá ser feliz e por favor, Seja.<br />
Um abraço cheio de energia positiva.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5903 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/retrospectiva2019.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/retrospectiva2019.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/retrospectiva2019-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/retrospectiva2019-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/retrospectiva2019-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Danielle Schapievski &#8211; Histórias Inspiradoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 16:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[danielle-schapievsk]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Vim de uma família de agricultores, onde meu pai cultiva soja, milho e alguns cereais no inverno. Passei a minha infância brincando na fazenda e acompanhando o comprometimento dos meus pais com a lavoura.  Somos uma família composta em sua maioria por mulheres, e sempre foi uma preocupação do meu pai saber quem daria continuidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;<em>Vim de uma família de agricultores, onde meu pai cultiva soja, milho e alguns cereais no inverno.</em></span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Passei a minha infância brincando na fazenda e acompanhando o comprometimento dos meus pais com a lavoura. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Somos uma família composta em sua maioria por mulheres, e sempre foi uma preocupação do meu pai saber quem daria continuidade aos trabalhos da fazenda. – Tema Sucessão.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Então quando chegou o tão difícil momento de eu decidir qual profissão seguir, a escolha não poderia ser outra, optei por cursar Agronomia. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Quando eu iniciei o curso de Agronomia na PUC- PR, em Curitiba, eu me senti familiarizada.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Boa parte da minha turma reunia os mesmos princípios meus e ideais que a vida no campo nos ensina. Primeiramente a humildade e em segundo a paixão em produzir os alimentos. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Nossa turma na faculdade era composta por mais homens do que mulheres, mas isso não era sinônimo de discriminação. Até porque, o corpo docente da universidade também é formado por muitas mulheres, que exercem a profissão com excelência.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Em 2018 após o término da faculdade e com a formação de Engenheira Agrônoma, eu comecei a trabalhar na fazenda dos meus pais, e foi nesse momento em que eu mais senti me deparei com a falta de consideração que a sociedade tem com as mulheres. </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Fora isso, creio ser um obstáculo cultural, que com o tempo eu acredito que será superado, pois atualmente tem sido frisada a importância feminina nesta área que há muitos anos sustenta a economia do país</em>.&#8221;</span></p>
<p><em>Danielle Schapievski </em></p>
<p>&#8230;</p>
<p><b><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5826 size-large" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-778x1024.jpeg" alt="" width="778" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-778x1024.jpeg 778w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-228x300.jpeg 228w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-768x1010.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1.jpeg 973w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-2582 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-300x225.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-768x577.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-1024x769.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Danielle Schapievski tem 23 anos  é a primogênita de 4 irmãs e sucessora dos negócios da família.</b></p>
<p><b>Ao formar-se em Agronomia pela PUC teve a oportunidade de compor o grupo da <a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mma-aos-eua/" target="_blank" rel="noopener">8.ª Missão das Mulheres do Agro, </a>em 2018.<br />
</b><b>Foi participativa e contribuiu com o grupo com suas considerações técnicas e pessoais.</b></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/danischapievski/" target="_blank" rel="noopener">@danischapievski</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Sarita Junqueira Rodas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 12:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[cana-de-acucar]]></category>
		<category><![CDATA[citricola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 25 anos, perdi meu pai que era fundador e único gestor da empresa, isso aconteceu em agosto de 2008. Somos produtores de laranja, cana-de-açúcar e criadores de gado Tabapuã, inclusive a Fazenda Água Milagrosa é detentora do berço da raça. O Grupo Junqueira Rodas era uma empresa familiar que tinha ali uma sucessão de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-3648 " src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/04/foto1-227x300.jpg" alt="" width="275" height="363" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/foto1-227x300.jpg 227w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/foto1.jpg 512w" sizes="(max-width: 275px) 100vw, 275px" /></strong>Aos 25 anos, perdi meu pai que era fundador e único gestor da empresa, isso aconteceu em agosto de 2008. Somos produtores de laranja, cana-de-açúcar e criadores de gado Tabapuã, inclusive a Fazenda Água Milagrosa é detentora do berço da raça.</p>
<p>O <strong>Grupo Junqueira Rodas</strong> era uma empresa familiar que tinha ali uma sucessão de gestão abrupta e despreparada. Tínhamos naquele momento todos os predicados para sucumbir, estatisticamente apenas 1/3 das empresas familiares sobrevivem à segunda geração sem planejamento sucessório.</p>
<p>Nós éramos apenas <strong>herdeiras e crianças</strong>, além de sócias de uma empresa grande, fruto do trabalho de um gestor centralizador e brilhante. Sobreviver a todos esses contratempos, fez de nós exemplo de que, com união, trabalho e comprometimento, tudo se torna possível.</p>
<p>Neste momento, a família decidiu compor um <strong>grupo de gestão</strong> para conduzir os negócios até que alguém da família se preparasse para assumir a presidência do Grupo.</p>
<p>Fui indicada, aceitei o desafio e fiz vários treinamentos deste então, tanto internos como externos, durante seis anos. Na época, só tinha minha formação acadêmica, que é na área de Direito, mas nunca atuei como advogada. Meu objetivo era seguir carreira no Ministério Público. Quando fui indicada estudei, estudei muito e ainda continuo estudando. Em 2014, oficialmente, comecei a trabalhar na empresa.</p>
<p>Foi um longo período de superação, principalmente pela falta de conhecimento administrativo que eu tinha na época para assumir uma empresa, que já “andava a 1.000 km/h”.</p>
<p>Além da questão emocional, pela perda precoce do meu pai e irmã, buscar uma posição no agro, há 11 anos, era uma coisa que assustava muito as pessoas.</p>
<p><strong>Mas segui em frente</strong> e o resultado é o que temos hoje &#8211; dobramos nosso parque citrícola sem aumentar área, intensificamos nossa busca por melhores tecnologias no setor sucroalcooleiro para nos tornarmos mais eficientes.</p>
<p>Foi um trabalho totalmente dedicado em ser mais produtivo e os frutos disso geraram esse gratificante resultado.</p>
<p>Com a experiência que tive decidi que poderia ajudar outras famílias a não passar pelas dificuldades que a nossa enfrentou. Daí criei a Prossiga, que é uma consultoria especializada na área. <strong>Devo, em gratidão a tudo que superamos, compartilhar o que aprendemos para ajudar o próximo.</strong> Faço palestras pelo Brasil e dou treinamento para famílias empresárias, porque tenho certeza que se tivesse tido a oportunidade de receber essa experiência quando precisei, muita coisa poderia ter sido mais fácil. Para esse ano, tenho muitos projetos estão por vir para que eu possa ajudar muito mais famílias.</p>
<p>Mesmo com tanto trabalho minha família é fundamental para mim. <strong>A atividade mais importante da minha vida, que me enche de orgulho e estímulo para ser melhor a cada dia, é ser mãe.</strong> Tenho o privilégio de ter tido três filhos e ainda ter sido presenteada com mais um do coração. Minhas quatro riquezas são meu maior orgulho. Tenho o tempo que tiro para o trabalho e estudos e o tempo para eles, um não interfere no outro.</p>
<p>Nós mulheres temos muito a contribuir com o agro, nossa sensibilidade será a garantia para maior produtividade e maior engajamento da equipe. Somos criadas para cuidar e o que o agro faz nada mais é do que isso, cuidar de plantas e animais. Estamos ganhando nosso espaço merecidamente.</p>
<p><strong>Sarita Junqueira Rodas,</strong> produtora rural, CEO do Grupo Junqueira Rodas e fundadora da Prossiga Governança Familiar</p>
<p style="font-weight: 400;">Redes Sociais<strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/saritajrodas/" target="_blank" rel="noopener">@saritajrodas</a><br />
</strong><strong><a href="https://www.instagram.com/trabalhando_em_familia/" target="_blank" rel="noopener">@trabalhando_em_familia</a><br />
</strong><strong><a href="https://www.instagram.com/grupojunqueirarodas/" target="_blank" rel="noopener">@grupojunqueirarodas</a><br />
</strong><a href="https://www.instagram.com/fazendaaguamilagrosa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>@fazendaaguamilagrosa</strong></a></p>
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		<title>Noelle Viegas Foletto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>
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		<category><![CDATA[nono-na-estrada]]></category>
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		<category><![CDATA[rio-grande-do-sul]]></category>
		<category><![CDATA[santa-maria]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma honra muito grande figurar aqui contando um pouco da minha trajetória no agro ao lado dessas mulheres que admiro! Desde pequena ia para a lavoura com meu pai, mas confesso que não pensava seguir essa carreira&#8230; Minha família cultiva arroz há mais de 40 anos, em Itaqui, na Fronteira Oeste do RS, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É uma honra muito grande figurar aqui contando um pouco da minha trajetória no agro ao lado dessas mulheres que admiro!</p></blockquote>
<p>Desde pequena ia para a lavoura com meu pai, mas confesso que não pensava seguir essa carreira&#8230;</p>
<p>Minha família cultiva arroz há mais de 40 anos, em Itaqui, na Fronteira Oeste do RS, e aprendi desde cedo de onde vinha meu sustento, aprendi a caminhar no barro e a riqueza das plantas. Fui criada numa cidade pequena, com meus pais e uma irmã mais nova, e meus pais me criaram para ser o que eu quisesse. Quando fui fazer faculdade, em Santa Maria, optei por cursar Administração, mas não era bem aquilo, eu não me sentia à vontade ali&#8230; Decidi então fazer outro vestibular e optei por Agronomia, e foi aí que me apaixonei pelo curso, e comecei a viver mais o mundo Agro. Nas férias da faculdade ia visitar a lavoura com outros olhos, ajudava outros agrônomos com a assistência, aprendendo sobre como era a profissão na realidade. Parecia que tudo tinha sentido para mim!</p>
<p>Quando me formei, tentei trabalhar com minha família, mas não deu certo&#8230;</p>
<p>Embora fizesse MBA em Agronegócio na época, eu era muito inexperiente, e meu pai já tem uma postura de empresário, não é apenas uma lavoura, é uma empresa rural, e eu acabei tendo que encontrar outro caminho para mim. Não foi fácil, mas foi necessário, para poder ser uma boa profissional eu tinha de experimentar, e assim eu aprendi bastante: beneficiamento de arroz, financiamento rural, assistência técnica em multinacional, microempresa, coordenação de marketing em multinacional, coordenação de vendas em revenda de insumos&#8230; Essas são algumas das experiências que eu vivi ao longo de 06 anos de formada como engenheira agrônoma. Vivências das quais sinto muito orgulho, pois conquistei cada uma delas com meu esforço. E cada uma delas, além de experiências profissionais trouxe evoluções pessoais necessárias a pessoa que eu quero me tornar. Sempre digo, pra mim não existe serviço ruim, ruim é não ter serviço.</p>
<p>Algumas pessoas tentavam me dizer que eu não precisava trabalhar, que minha família tinha propriedade, mas eu queria encontrar o meu espaço, ser respeitada por meu trabalho, não apenas por meu sobrenome. Nunca me deixei intimidar por dizerem que eu tinha escolhido uma profissão masculina, sempre busquei aprender e fazer meu melhor. E assim eu fui buscando e trabalhando por cada oportunidade. Conquistei muitos amigos, conquistei experiências, conquistei meu espaço. Hoje as pessoas escutam o que eu falo, porque sabem que eu &#8220;não brinco em serviço&#8221;. Acho que a experiência que nos faz ser respeitada é forjada principalmente nos dias difíceis. Exatamente quando estamos esgotadas e pensamos em desistir e não desistimos, nesse momento provamos para nós mesmas que merecemos chegar lá. Sempre cultivei uma fé grande em algo maior que eu, e sempre tive em meus pais grande apoio nos momentos de dúvida, como bons amigos e conselheiros.</p>
<p>Sei que minha trajetória está apenas começando, e tenho muitos desafios pela frente. Voltar para trabalhar com minha família será o maior deles, mas mesmo voltar só está sendo possível porque conquistei o respeito do mercado de trabalho e pude provar que sou digna de uma posição de confiança. Não podemos desistir jamais do que acreditamos ser nosso caminho!</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Graduação em Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> MBA Business Intuition Agronegócios pela Faculdade Antonio Meneghetti (AMF).</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Possui diversos cursos nas mais variadas áreas, pois acredita que conhecimento é construído de tudo aquilo que melhora nossas capacidades &#8211; além de cursos da área agronômica como regulagem de semeadora e fertilidade do solo, se arrisca também em culinária, escrita criativa e design thinking. Fala inglês, italiano, espanhol, e fala sem parar dos assuntos que gosta.</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Idealizadora do blog <strong>Nonô na Estrada</strong>, onde conta um pouco da sua rotina e propósito.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-2805" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG.jpg" alt="" width="151" height="201" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG.jpg 500w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" />Noelle Viegas Foletto<br />
</strong>Engª Agrônoma</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(55) 9.9953-5627</strong><br />
<strong>noelleviegasfoletto@yahoo.com.br<br />
</strong><strong>Nonô na estrada</strong></p>
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		<title>Missão Mulheres do Agro rumo à China</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-rumo-a-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 11:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema Valorização da Profissional Mulher do Agro faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto Missão Mulheres do Agro.  Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O tema <strong>Valorização da Profissional Mulher do Agro</strong> faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto <strong>Missão Mulheres do Agro.</strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p>Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos favorecidos, e com minha formação em direito isso ficou mais evidente. Quando iniciei minha trajetória profissional na <strong>Labhoro</strong>, minha finalidade era única e exclusivamente poder financiar o melhor curso preparatório para magistratura. No entanto o <strong>Amor pelo Agro</strong> tomou proporções muito maiores e em 3 anos eu estava  completamente inserida no contexto.</p>
<p>E desde então, percebi que à medida que desenvolvia meu potencial profissional, não identificava junto às empresas parceiras a presença de colegas em cargos de decisão e comando e com os clientes de consultoria com <strong>DNA Familiar</strong>, percebi que era comum a ausência dessas profissionais e me dei conta de um fato muito pior: um vácuo profundo de sucessoras mulheres nessas empresas familiares.</p>
<p>Muitos produtores davam espaço ao filho homem ou na falta deste, inseriam o “genro” ou o “cunhado” nos negócios, não sobrando espaço para a sucessora ou até mesmo a parceira nesse processo. <strong>Confesso que isso me intrigou muito</strong> e passei a questionar sobre o motivo pelo qual aquela empresa familiar não inseria a sucessora. Muitas vezes a resposta não era a que eu queria escutar, mas outras vezes percebi que meus questionamentos surtiam efeito.</p>
<p>Como para mim era normal viajar e participar de reuniões, era natural eu representar a empresa que trabalho nas viagens no Brasil e também nos EUA para visitar parceiros comerciais e percorrer o “cinturão” de produção de grãos. Inicialmente viajei algumas vezes supervisionada pelo meu chefe, que me ensinou as particularidades de uma viagem dessas. Quais estados percorrer, rede de logística, escoamento, cultura dos produtores, e nessas viagens eu absorvia o máximo de informação e comparava o estilo das fazendas americanas com as brasileiras e também a presença atuante e destacada das produtoras nas atividades das fazendas.</p>
<p>Desse ponto, a estar pronta para viajar sozinha e levar outras mulheres mais próximas a mim foi algo muito natural. Por que a empresa que eu trabalhava, reunia nessas viagens apenas profissionais homens? Com isso foi natural organizar viagens para mulheres. Aqui para mim esse processo foi natural, com algumas dificuldades. Não vou mentir que foi fácil, pois tive que vencer muito preconceito de gestores (e até hoje é assim, infelizmente) e escutar piadas ou comentários desnecessários, mas fico muito feliz hoje ao perceber que meu projeto foi ganhando  corpo.</p>
<p>À medida que passavam os anos, a viagem consolidou tornando-se referência nacional e hoje após 8 edições do <strong>Missão Mulheres do Agro para os Estados Unidos, </strong>eu me sinto profissionalmente preparada para buscar conhecimento em outros destinos e também proporcionar isso à outras mulheres.</p>
<p>E talvez seja essa a <strong>maior colaboração que eu possa dar a esse movimento</strong> cheio de gás de valorização das mulheres que trabalham no Agro. Criar um meio através de viagens e de palestras para que outras profissionais se sintam confiantes e que busquem agregar conhecimento e trocar expertise.</p>
<p>Mesmo que esse movimento geral de <strong>Valorização da Mulher</strong>, não seja novidade para mim, sinto que alcançou amplitude nacional e que a cada dia vem sendo abordado com grande destaque pelas empresas e pela mídia. Mesmo eu já participando lá fora de eventos da valorização da Mulher do agro, fico realizada pela realização de 2 edições do <strong>Congresso  Nacional das Mulheres do Agro</strong>.</p>
<p>Pra mim não tem sensação melhor e aqui posso afirmar que me sinto realizada por ter presenciado algumas profissionais descobrirem sua vocação e potencial a partir das viagens de safra.  O mesmo aconteceu comigo! A viagem me transformou.</p>
<p>Nas próximas semanas lançaremos a <strong>9ª edição</strong> da <strong>Missão Mulheres do Agro aos Estados Unidos,</strong> mas enquanto sigo com os preparativos da  viagem à <strong>China e Dubai</strong>, que acontecerá entre os dias 22 de Junho a 03 de Julho.</p>
<p>O roteiro de 12 dias foi cuidadosamente planejado e conta com a consultoria de uma tradicional empresa de viagens corporativas, a <strong>TNT Viagens.</strong> A Missão será liderada por mim e terá suporte de uma equipe de profissionais no local. Teremos uma agenda técnica e cultural harmônica e dinâmica. Ficou interessada? Então dá uma olhada na <strong>Programação Técnica</strong>: <strong>Embaixada do Brasil na China</strong> em Pequim com rodada de Palestra sobre a relação entre Brasil e China, com números do agro e perspectivas, <strong>Academia de Ciência da China</strong> em Pequim com exposição de palestra com Agronegócio e a relação comercial entre Brasil e China, <strong>Visita a uma</strong> <strong>propriedade rural</strong> próximo a Pequim, ao <strong>Porto de Shangai, Mercado da Seda</strong>, reunião em uma <strong>trading agrícola</strong> que mantém relacionamento comercial com o Brasil, <strong>Federação das Mulheres de Negócio</strong> da China, <strong>Almoço </strong>com representantes da<strong> Associação de Mulheres dos Emirados Árabes em Dubai. </strong></p>
<p><strong>Já na Programação Cultural, </strong>está programada a visita à <strong>Grande Muralha da China, </strong>City tour em Pequim, na Cidade Proibida, city tour em <strong>Shangai</strong>, <strong>Show de acrobacias</strong>, <strong>Tour panorâmico em Dubai</strong> com visita ao arranha céu <strong>Burj Khalifa</strong>, Visita ao <strong>Souq Madinat Jumeirah</strong>, Visita ao <strong>Museu da Mulher, </strong>Passeio de <strong>Jeep nas Dunas </strong>e para finalizar a Missão<strong>, Jantar de despedida no deserto. </strong></p>
<p>Bateu curiosidade? Manda um e-mail para mim: <a href="mailto:mmabrasil@labhoro.com.br"><strong>mmabrasil@labhoro.com.br</strong></a></p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="99%"><a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Roteiro-China-Dubai.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1574 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><strong> <a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Roteiro-China-Dubai.pdf" target="_blank" rel="noopener">PARA BAIXAR O ROTEIRO DA VIAGEM, CLIQUE AQUI</a></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="99%"><a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/LHC-18_Ficha-de-Participante.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1574 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><strong> <a style="vertical-align: bottom;" href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/LHC-18_Ficha-de-Participante.pdf" target="_blank" rel="noopener">PARA BAIXAR O FICHA DE INSCRIÇÃO, CLIQUE AQUI</a></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-rumo-a-china/">Missão Mulheres do Agro rumo à China</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Missão Mulheres do Agro   &#8211;   a Origem</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-a-origem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 16:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema Valorização da Profissional Mulher do Agro faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto Missão Mulheres do Agro.  Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-a-origem/">Missão Mulheres do Agro   &#8211;   a Origem</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O tema <strong>Valorização da Profissional Mulher do Agro</strong> faz parte do meu dia a dia faz muitos anos. Vou contar aqui pra vocês como esse tema que transformou minha vida e acabou por me influenciar no projeto <strong>Missão Mulheres do Agro.</strong><strong> </strong></p></blockquote>
<p>Desde pequena, eu acalentei uma tendência a aparar desigualdades, corrigir injustiças, motivar os menos favorecidos, e com minha formação em direito isso ficou mais evidente. Quando iniciei minha trajetória profissional na <strong>Labhoro</strong>, minha finalidade era única e exclusivamente poder financiar o melhor curso preparatório para magistratura. No entanto o <strong>Amor pelo Agro</strong> tomou proporções muito maiores e em 3 anos eu estava  completamente inserida no contexto.</p>
<p>E desde então, percebi que à medida que desenvolvia meu potencial profissional, não identificava junto às empresas parceiras a presença de colegas em cargos de decisão e comando e com os clientes de consultoria com <strong>DNA Familiar</strong>, percebi que era comum a ausência dessas profissionais e me dei conta de um fato muito pior: um vácuo profundo de sucessoras mulheres nessas empresas familiares.</p>
<p>Muitos produtores davam espaço ao filho homem ou na falta deste, inseriam o “genro” ou o “cunhado” nos negócios, não sobrando espaço para a sucessora ou até mesmo a parceira nesse processo. <strong>Confesso que isso me intrigou muito</strong> e passei a questionar sobre o motivo pelo qual aquela empresa familiar não inseria a sucessora. Muitas vezes a resposta não era a que eu queria escutar, mas outras vezes percebi que meus questionamentos surtiam efeito.</p>
<p>Como para mim era normal viajar e participar de reuniões, era natural eu representar a empresa que trabalho nas viagens no Brasil e também nos EUA para visitar parceiros comerciais e percorrer o “cinturão” de produção de grãos. Inicialmente viajei algumas vezes supervisionada pelo meu chefe, que me ensinou as particularidades de uma viagem dessas. Quais estados percorrer, rede de logística, escoamento, cultura dos produtores, e nessas viagens eu absorvia o máximo de informação e comparava o estilo das fazendas americanas com as brasileiras e também a presença atuante e destacada das produtoras nas atividades das fazendas.</p>
<p>Desse ponto, a estar pronta para viajar sozinha e levar outras mulheres mais próximas a mim foi algo muito natural. Por que a empresa que eu trabalhava, reunia nessas viagens apenas profissionais homens? Com isso foi natural organizar viagens para mulheres. Aqui para mim esse processo foi natural, com algumas dificuldades. Não vou mentir que foi fácil, pois tive que vencer muito preconceito de gestores (e até hoje é assim, infelizmente) e escutar piadas ou comentários desnecessários, mas fico muito feliz hoje ao perceber que meu projeto foi ganhando  corpo.</p>
<p>À medida que passavam os anos, a viagem consolidou tornando-se referência nacional e hoje após 8 edições do <strong>Missão Mulheres do Agro para os Estados Unidos, </strong>eu me sinto profissionalmente preparada para buscar conhecimento em outros destinos e também proporcionar isso à outras mulheres.</p>
<p>E talvez seja essa a <strong>maior colaboração que eu possa dar a esse movimento</strong> cheio de gás de valorização das mulheres que trabalham no Agro. Criar um meio através de viagens e de palestras para que outras profissionais se sintam confiantes e que busquem agregar conhecimento e trocar expertise.</p>
<p>Mesmo que esse movimento geral de <strong>Valorização da Mulher</strong>, não seja novidade para mim, sinto que alcançou amplitude nacional e que a cada dia vem sendo abordado com grande destaque pelas empresas e pela mídia. Mesmo eu já participando lá fora de eventos da valorização da Mulher do agro, fico realizada pela realização de 2 edições do <strong>Congresso  Nacional das Mulheres do Agro</strong>.</p>
<p>Pra mim não tem sensação melhor e aqui posso afirmar que me sinto realizada por ter presenciado algumas profissionais descobrirem sua vocação e potencial a partir das viagens de safra.  O mesmo aconteceu comigo! A viagem me transformou.</p>
<p>Nas próximas semanas lançaremos a <strong>9ª edição</strong> da <strong>Missão Mulheres do Agro aos Estados Unidos,</strong> mas enquanto sigo com os preparativos da  viagem à <strong>China e Dubai</strong>, que acontecerá entre os dias 22 de Junho a 03 de Julho.</p>
<p>O roteiro de 12 dias foi cuidadosamente planejado e conta com a consultoria de uma tradicional empresa de viagens corporativas, a <strong>TNT Viagens.</strong> A Missão será liderada por mim e terá suporte de uma equipe de profissionais no local. Teremos uma agenda técnica e cultural harmônica e dinâmica. Ficou interessada? Então dá uma olhada na <strong>Programação Técnica</strong>: <strong>Embaixada do Brasil na China</strong> em Pequim com rodada de Palestra sobre a relação entre Brasil e China, com números do agro e perspectivas, <strong>Academia de Ciência da China</strong> em Pequim com exposição de palestra com Agronegócio e a relação comercial entre Brasil e China, <strong>Visita a uma</strong> <strong>propriedade rural</strong> próximo a Pequim, ao <strong>Porto de Shangai, Mercado da Seda</strong>, reunião em uma <strong>trading agrícola</strong> que mantém relacionamento comercial com o Brasil, <strong>Federação das Mulheres de Negócio</strong> da China, <strong>Almoço </strong>com representantes da<strong> Associação de Mulheres dos Emirados Árabes em Dubai. </strong></p>
<p><strong>Já na Programação Cultural, </strong>está programada a visita à <strong>Grande Muralha da China, </strong>City tour em Pequim, na Cidade Proibida, city tour em <strong>Shangai</strong>, <strong>Show de acrobacias</strong>, <strong>Tour panorâmico em Dubai</strong> com visita ao arranha céu <strong>Burj Khalifa</strong>, Visita ao <strong>Souq Madinat Jumeirah</strong>, Visita ao <strong>Museu da Mulher, </strong>Passeio de <strong>Jeep nas Dunas </strong>e para finalizar a Missão<strong>, Jantar de despedida no deserto. </strong></p>
<p>Bateu curiosidade? Manda um e-mail para mim.<br />
<a href="mailto:mmabrasil@labhoro.com.br"><strong>mmabrasil@labhoro.com.br</strong></a></p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/missao-mulheres-do-agro-a-origem/">Missão Mulheres do Agro   &#8211;   a Origem</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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