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	<title>Arquivos europa - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Performance Agro em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 12:04:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Ministério da Economia as exportações brasileiras originadas pelo agronegócio totalizaram em 2020 US$ 100,8 bi, sendo a segunda maior performance em 10 anos. Dentre os produtos agro, a soja mais uma vez liderou o ranking de exportação e em 2020 alcançou participação total de 28,3%, com receita de US$ 28.6 bi. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados do <strong>Ministério da Economia</strong> as exportações brasileiras originadas pelo agronegócio totalizaram em 2020 US$ 100,8 bi, sendo a segunda maior performance em 10 anos.</p>
<p>Dentre os produtos agro, a soja mais uma vez liderou o ranking de exportação e em 2020 alcançou participação total de 28,3%, com receita de US$ 28.6 bi. Na esteira, carne in natura, açúcar, celulose e farelo de soja, que trouxeram de divisa ao país US$ 7.4, &#8211; US$ 6 e US$ 5.9 bi, respectivamente.</p>
<p>O maior importador brasileiro continua sendo China e o foco da demanda continua concentrado. Em 2020, o percentual de 82% importado do agro brasileiro foi em 3 produtos. Soja (US$ 20.9 bi), carne (US$ 4 bi) e celulose (2.9 bi).</p>
<p>Para a Europa, o Brasil exportou principalmente farelo de soja (US$ 2.9Bi), soja (US$ 2.8 bi) e café (US$ 2.6 bi) e desacelerou embarques de celulose (36,2%) e suco de laranja (27,1%).</p>
<p>Para os Estados Unidos os embarques priorizaram celulose (US$ 0,9bi), café (US$0,9 bi) e álcool etílico (0,4 bi) que apresentou uma queda de venda importante da ordem de 31,6, assim como suco de laranja de 24,5%.</p>
<p>Esses números foram possíveis porque mais uma vez o Brasil produziu uma safra recorde de alimentos.</p>
<p>Alimentar cidadãos faz parte da nobre missão das famílias produtoras brasileiras.</p>
<p>Parabéns ao Agro do Brasil que dentro e fora da porteira e mesmo em tempo de pandemia superaram adversidades e garantiram resultados para o alimento chegasse nas mesas dos brasileiros e dos cidadãos mundo afora.</p>
<p><strong>Fonte: Ministério da Economia, MAPA, CNA </strong></p>
<p><strong>Matéria produzida por Andrea de Sousa Cordeiro para a Liga do Agro (<a href="https://www.instagram.com/ligadoagro/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@ligadoagro</a>)</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.instagram.com/andreasousacordeiro/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Instagram: @andreasousacordeiro </a></strong></p>
<p><strong><a href="https://twitter.com/andreascordeiro" target="_blank" rel="noopener">Twitter: Andrea Sousa Cordeiro</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/AndreadeSousaCordeiro" target="_blank" rel="noopener">Youtube: Andrea de Sousa Cordeiro</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.linkedin.com/in/andrea-cordeiro-142478117/" target="_blank" rel="noopener">Linkedin: Andrea Cordeiro</a></strong></p>
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		<title>Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 13:29:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade das eleições nos EUA, a campanha que está a mil, escalou temperaturas altas durante esse final de semana prolongado pelo feriado do Dia do Trabalho. Donald Trump através de sua rede social resgatou em tom duro, discurso de segregação comercial entre os 2 mercados, o que pode colocar em xeque as tratativas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade das eleições nos EUA, a campanha que está a mil, escalou temperaturas altas durante esse final de semana prolongado pelo feriado do Dia do Trabalho.</p>
<p>Donald Trump através de sua rede social resgatou em tom duro, discurso de segregação comercial entre os 2 mercados, o que pode colocar em xeque as tratativas comerciais entre EUA e China.</p>
<p>A vitória do Trump em 2016 marcou a retomada do partido republicano ao governo e em parte, foi conquistada com votos de eleitores conservadores com ideais nacionalistas, que defendiam a retomada de empregos a base de uma indústria nacional mais forte, inclusive a armamentista.<br />
Esse é o público mais tradicional das pequenas cidades e na sua maioria com foco na agricultura e pecuária. Pela lógica, representa afirmar que na ausência dos eleitores democratas, que não compareceram em peso às urnas, o agro definiu a eleição de Trump.</p>
<p>O discurso nacionalista do então candidato era reagente ao sentimento nacionalista do norte americano, mas saindo da esfera virtual, na prática era algo difícil a ser conduzido.</p>
<p><em><strong>Em meio a tantas promessas algumas se destacaram:</strong></em></p>
<p><em><strong>A construção do muro;</strong></em></p>
<p><em><strong>O combate intenso a imigrantes ilegais;</strong></em></p>
<p><em><strong>O endurecimento das regras para concessão de vistos novos;</strong></em></p>
<p><em><strong>A busca por equilíbrio comercial não só com China, mas com México, Canadá e Europa para fortalecer indústria nacional e gerar empregos para os norte-americanos.</strong></em></p>
<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio.</p>
<p>Trump abriu várias “frentes de trabalho” simultaneamente e enfrentou os famosos shutdowns, prova real da pressão da oposição a sua gestão. E meio como se estivesse em um jogo de pôquer, engrossou o tom da briga com China acreditando que ali seria mais uma disputa fácil, só que acabou percebendo que suas ameaças não surtiam efeito, pelo contrário e que suas falas passaram a não produzir mais os mesmos efeitos “altistas” nos mercados financeiros.</p>
<p>A China quietinha, mas reagente, comprou a briga que por sinal se arrasta até os dias hoje, mesmo com as recentes compras de soja.</p>
<p>Aqui novamente reforço minha análise sobre demanda. Quem me acompanha sabe que desde o início do ano eu venho falando que China compraria tudo que poderia comprar do Brasil, uma vez que Argentina era carta fora do baralho e que os chineses teriam que ir em alguma momento comprar soja dos EUA para fazer a ponte de transição até a entrada da safra nova brasileira em fevereiro.<br />
Em meio as tensões da guerra comercial, Trump não deixou de receber apoio de sua base e até conseguiu surfar na onda da aceleração da economia, decorrência direta da tributação imposta à China.</p>
<p>Vários programas de incentivo aos produtores rurais foram disponibilizados para ajudá-los a minimizar os prejuízos pela falta de demanda chinesa e por problemas climáticos. E essas ações conferem a fidelidade da sua base eleitoral.</p>
<p>No entanto, o que infelizmente ninguém contava, é que uma pandemia varresse os números da economia mundial e dirigisse os EUA para uma zona de recessão. Não fosse a pandemia, Trump possivelmente estaria reeleito.</p>
<p>Assim como ocorreu em 2016, Trump hoje se depara com um crescimento de votos do candidato da oposição e isso pode ser determinante para adotar a estratégia do tudo ou nada.</p>
<p>E nesse caminho fica cada vez mais fácil perceber que adotar medidas estratégicas para reacender o discurso nacionalistada população pode ser uma saída para definir as eleições.</p>
<p>Nada mais factível nesse momento que voltarem os discursos sobre empresas norte americanas voltarem aos EUA, as ameaças de indenização por conta do covid19, as falas sobre os EUA não terem nada a perder com a China. Em paralelo as sucessivas e provocativas manobras militares ao sul do mar da China.</p>
<p>Não há dúvidas que faltando menos de 60 dias Trump usará TODAS as armas que puder para não entrar, a exemplo de seu colega republicano George Busch Pai, para a história política do país como o presidente republicano não reeleito. Todos os 3 últimos presidentes se reelegeram. Barack Obama, George W Busch Filho e Bill Clinton.</p>
<p>E se assim acontecer e os EUA decidirem flexibilizar com China, as tratativas para o acordo comercial das fases 2 e 3 serão abortadas e o acordo firmado da fase 1 irá por terra abaixo.</p>
<p>Isso em um primeiro momento aumentará acompetitividade do agro brasileiro. Carnes ainda em 2020 e soja para 2021 e 2022, razão pela qual o Brasil está tão atento a disputa eleitoral.</p>
<p>Mas nem tudo são flores, e precisamos ter cautelosos pois há muitos interesses em jogo. Em um próximo texto vamos falar sobre os desafios do agro brasileiro no caso de vitória de Trump e de Biden.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Trump e o Agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 23:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada viagem que faço, a trabalho ou a lazer, procuro me manter conectada aos assuntos políticos, financeiros, sociais e culturais. Meu lema é : Somar Conhecimento. Na última semana, estive nos Estados Unidos para uns poucos dias e como meu DNA é Agro e sabendo que a Guerra Comercial  entre Estados Unidos e China, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cada viagem que faço, a trabalho ou a lazer, procuro me manter conectada aos assuntos políticos, financeiros, sociais e culturais. </span></p>
<p><b>Meu lema é : Somar Conhecimento.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na última semana, estive nos Estados Unidos para uns poucos dias e como meu DNA é Agro e sabendo que a Guerra Comercial  entre Estados Unidos e China, iniciada pelo Presidente Trump há meses atrás, e sabendo também que a base do eleitorado do presidente veio justamente dos produtores do meio oeste americano, não pude deixar de observar e até questionar o nível de aprovação do presidente atualmente.</span></p>
<p><b>Embora o presidente norte americano use sua conta do Twitter para divulgar efusivamente o resultado de cada pesquisa de aprovação de seu governo,  eu tive uma primeira impressão diferente.</b></p>
<p>Ao navegar pelos diversos canais jornalísticos (rede aberta e fechada), percebi um consenso: Chuvas de Críticas ao presidente sobre sua postura nos encontros na Europa e na Rússia. A razão? Suas Declarações agressivas com pesadas críticas e comentários rudes (como de costume) aos líderes europeus contrastando com um discurso frouxo no encontro ao presidente Putin.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aleatoriamente perguntei a um ou outro eleitor local, dependendo da receptividade, qual era a sua percepção sobre seu dirigente. A maioria não havia votado nele. A maioria não gostava dele. A maioria não aprovava seus comentários e decisões. Isso não foi novidade para mim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a surpresa estava por vir. Dos que votaram nele, a maioria mostrou incondicional apoio, afirmando que ele estava no caminho correto, tomando medias para fazer a América ser forte novamente. Mas nesse time de eleitores, percebi um discurso de descontentes. Algo até então inusitado para mim, pois nunca tinha me deparado com um eleitor dele arrependido ou descontente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nesse time, adivinhe, tinham alguns produtores e industriais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, agora focando no Agro&#8230; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a corrida eleitoral na época, e com o discurso de então candidato Trump para fortalecimento da economia do país, materializou uma valorização da moeda norte americana frente a uma cesta de moedas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dólar index que durante esse período era cotado a </span><b>94,50/95,50</b><span style="font-weight: 400;"> até setembro de 2016, subiu em ritmo crescente superando os </span><b>102 pontos</b><span style="font-weight: 400;"> até os primeiros dias de sua posse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, depois da posse, em janeiro de 2017, o dólar reverteu tendência e cedeu para mínimas de sub </span><b>89</b><span style="font-weight: 400;"> após 1 ano de governo ( janeiro 2018) e hoje é cotado na casa dos </span><b>94 pontos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa gangorra do dólar retrata o desempenho de Trump como Presidente e acompanha o índice de aprovação do mesmo. Ou seja, ele já teve momentos de melhor avaliação. Afinal a vida real mostra que uma coisa é falar, e isso ele sabe fazer e outra é colocar em prática o discurso de campanha e isso é lá nos EUA, no Brasil, ou em qualquer lugar. Só que com Trump nunca é nada tão claro, constante e fácil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a tantas medidas anunciadas, como construção do muro, combate a imigração, nacionalização das indústrias americanas, uma medida anunciada para distorcer o déficit comercial China Estados Unidos taxando a importação de aço e alumínio, desencadeou uma verdadeira Guerra Comercial entre os EUA e China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez o raciocínio prático de Trump como empresário tenha ofuscado sua postura de líder de uma nação referência mundial em vários segmentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Teria o presidente, através de sua equipe de gestores e conselheiros, não visualizado a possibilidade de retaliações dos países envolvidos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que decorreu disso foi o fato de vários países anunciarem  em coro a imposição de alíquota nas importações de aço e alumínio, os mesmos adotariam práticas similares aos produtos de origem norte americana. E assim foi Europa, México, Rússia e China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num embate mais focado aos chineses, o clima esquentou e o tom de voz aumentou. As comitivas americanas na China e as chinesas nos EUA em nada avançaram nas negociações e o máximo que conseguiram foi prorrogarem a prática de 22 de maio para 06 de Julho e nada mais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E em meio a isso tudo o “prestígio” do Presidente começou a ser mais que questionado pelo seu eleitorado, o produtor norte americano. O Agro americano desde o início pressiona o governo, seja através de seus conselheiros, senadores. O peso do agro no congresso é muito forte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E numa tentativa de compensar o efeito da Guerra Fiscal, os EUA anunciaram na terça, 24 de Julho, um pacote de ajuda de US$ 12 bi destinados ao produtores rurais, fortemente prejudicados pelas tarifas retaliatórias da China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o </span><b>secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, </b><span style="font-weight: 400;">o programa visa compensar o impacto econômico negativo e “</span><b>retaliações ilegais”</b><span style="font-weight: 400;"> causados pela guerra comercial que se arrasta por meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nas entrelinhas, pela primeira vez, o governo Trump reconhece que a disputa está atingindo os americanos. </span></p>
<p><b>Para os produtores, apenas os brasileiros estão sendo favorecidos, pois absorverão no que puder a demanda asiática, quanto eles terão que buscar novos parceiros e firmar novos destinos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para analistas econômicos, Trump só seguiu essa linha por acreditar que é questão de tempo concluir as negociações comercias com China, México e Europa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente as próximas semanas nos dirão se as barreiras tributárias cairão e com elas as retaliações dos países “parceiros”, mas é fato que a imagem de Trump ao seu eleitor mais conservador, o produtor, abalou.</span></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>La Niña</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 18:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês. A expectativa é que o fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração (entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês.</p>
<p>A expectativa é que o <strong>fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração </strong>(entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  Essa expectativa está em linha com a do NOAA.</p>
<p>Os 8 principais modelos meteorológicos, incluindo Austrália, EUA, Canadá, Europa e Japão também preveem a incidência de La Niña a partir de dezembro. Considerando o Histórico do La Niña e se as previsões se confirmarem com curta duração e fraca intensidade, o fenômeno não deverá ter tanta influência no clima Sul-americano e repercussão séria nas safras.</p>
<p>Lembrando que com La Niña o clima fica mais seco na Argentina e no Sul do Brasil, e as chuvas são acima da média para o MATOPIBA.</p>
<p><strong> </strong>A agência australiana informou que geralmente é em dezembro que é possível ter uma leitura melhor e mais assertiva sobre o La Niña.</p>
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