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	<title>Arquivos direitos - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Especial Março &#8211; Feminismo &#8211; você sabe o que significa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 10:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>06/03/2019 Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja simpatizante do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens ou que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, ou então uma luta meramente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>06/03/2019<br />
Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja <strong>simpatizante</strong> do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens <strong>ou</strong> que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, <strong>ou</strong> então uma luta meramente para superar tabus e limites, enquanto utras pensam que é uma simples associação ao <strong>Machismo</strong>.</p>
<p>Mas você aí do outro lado da telinha, sabe explicar o que é Feminismo? Se não sabe, bem vindo ao time e não se sinta mal. Eu também não sabia&#8230;</p>
<p>Embora conheça a essência do movimento e desde criança eu me sentisse uma Mulher diferente de alguns padrões pré estabelecidos, eu nunca me via como feminista, aliás, eu refutava até quando algum colega sugeria tal associação. Eu só fui de fato entender o alcance do meu vínculo com o movimento há poucos dias atrás e acredite se quiser, de uma maneira espontânea e singular, e é isso que quero te contar agora.</p>
<p>Nessa última quinta, 27, último dia de fevereiro, cheguei em casa com meu marido após um longo dia de trabalho e como sempre fazemos, fomos nos inteirar de como foi o dia dos nossos filhos &#8211; temos um casal &#8211; e coincidentemente os 2 estavam reunidos conversando. Depois que ambos nos contaram das novidades do dia, eu comentei com eles sobre o convite que havia recebido para participar de uma programa de telejornal no dia 08 de março que terá uma programação diferenciada com destaque para a participação da Mulher do Agro.</p>
<p><strong>E foi exatamente nesse momento que a &#8220;coisa&#8221;toda aconteceu&#8230;</strong></p>
<p>Justamente quando eles, meus filhos me parabenizaram e elogiaram esse momento de reconhecimento profissional e destacaram os ideais feministas ao movimento de Valorização das Mulheres do Agro, foi nessa hora, antes mesmo de agradece-los pelos comentários tão gentis, que eu neguei automática e veementemente qualquer vínculo feminista em mim!</p>
<p>E mais, imediatamente ambos ao mesmo tempo falaram: <strong>&#8220;Mas mãe, você é Feminista Sim&#8221;</strong> e complementaram cada um ao seu tempo: &#8220;<strong> Você não pode nunca dizer que não é!!!!</strong> E acreditem,  os dois me deram uma verdadeira aula sobre Feminismo.</p>
<p>Juntos e empolgados, <strong>Thalita e Marcos Vinicius</strong> do alto de sua juventude explicaram à uma mulher com mais de 40 anos, formada em direito, pós graduanda da ESALQ,  que viaja sozinha Brasil e mundo afora, que incentiva, profissionaliza, motiva e trabalha para valorizar suas pares, dissemina práticas de Sororidade, o que eu nunca havia percebido.</p>
<p>Naquele exato <strong>momento mágico</strong> quando não tinha mais argumentos plausíveis, e em meio a muitas risadas do meu marido que assistia a tudo de camarote, eu me vi e pela primeira vez me senti feminista. E desse dia até agora, eu não consigo entender o porquê dessa epifania (ficha caindo) ter demorado tanto a acontecer.</p>
<p>Ainda meio zonza, busquei em dicionários definições para o termo e quase cai pra trás quando li quase incrédula alguns conceitos e esse aqui foi o que mais me impactou:</p>
<blockquote><p>Doutrina que preconiza o aprimoramento e a <strong>ampliação do papel</strong> e dos <strong>direitos</strong> das Mulheres na sociedade.</p></blockquote>
<p><strong>Essa era eu</strong>, isso me definia e preenchia o vazio de muitas perguntas sobre meu lado questionador (tão criticado por alguns) e insatisfeita frente as diferenças e desigualdades mundo afora.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong> desde criança, um serzinho que não se limitava às opções oferecidas para as mulheres, que não se contentava apenas com as conversas com pessoas da minha idade ou do meu gênero. Essa era a que queria escutar e vivenciar as diferenças nas conversas adultas de mulheres e de homens.</p>
<p><strong>Essa era a Andrea</strong> que não entendia porque em algumas casas as mulheres simplesmente, mesmo querendo, não &#8220;podiam&#8221;trabalhar, que precisavam abrir mão de sonhos e projetos pelo bem da família e abdicar de seu profissional.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, que desacreditava do argumento sobre a incapacidade da Mulher e questionava a todos qual a causa da limitação do papel da mulher a  uma condição inferior.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, a que queria saber porquê não existia mulher papa,  ou porque não eram comuns mulheres  em cargos de comandos em corporações bem sucedidas, ou então astronautas, políticas renomadas, pilotas de corrida, físicas, químicas ou pensadoras premiadas com Nobel.</p>
<p>E em meio a tantos questionamentos eu não consegui responder a mim mesma em qual ponto eu me perdi nos conceitos. Em qual momento eu passei a associar o Feminismo a algo feio, ou a algo radical,  extremista, com fala agressiva e de impacto?</p>
<p>Essa pergunta é difícil de eu responder,  eu não consigo responder até porque eu sempre acreditei que poderíamos buscar equivalências e conquistar com naturalidade nosso espaço no mundo, mudando conceitos em nós mesmas, através do conhecimento, da prática da não limitação, da não violência, acreditava que a valorização pelo Conhecimento transforma a Mulher de dentro pra fora e esse processo transforma lares, vidas, comunidades.</p>
<p>Mas a verdade é que em algum momento pós globalização, eu passei a associar o feminismo com o que hoje intitulam de <strong>femismo</strong>, uma ideologia que defende a superioridade do gênero feminino.</p>
<p>Mesmo em alguns momentos sabendo que é preciso se posicionar, continuo não acreditando que a busca é por SER MAIS ou SER MELHOR que o homem, pelo contrário, a busca é pelo  complemento, pelo equilíbrio, pelo respeito aos nossos direitos e também pelas nossas Diferenças.</p>
<blockquote><p><strong>Acredito acima de tudo que unidos geramos mais, e aí sim, Homens e Mulheres, somos mais! Mais humanos, mais felizes e realizados.</strong></p></blockquote>
<p>Espero que assim como aconteceu comigo, nesse mês de março você se descubra do jeitinho que é:.Homem, Mulher ou seja qual gênero tiver, desejo que seja feliz e lute por seus ideais, mas que não deixe de exercitar o respeito pelos pensamentos opostos aos seus.</p>
<p><strong>Às Mulheres do Agro</strong> meu incondicional apoio! Motive-se, permita-se ser uma profissional melhor a cada dia. Valorize-se, invista em você, em sua equipe, invista em conhecimento, em práticas que agreguem não somente a você, mas à sua comunidade e conte sempre comigo!</p>
<p><strong>Aos homens do Agro</strong>, meu especial respeito por se permitirem compartilhar seu dia a dia com profissionais competentes. Nos últimos 4 anos o campo está mais conectado e aberto. Invistam em temas como <strong>Inclusão, Sucessão e Gestão</strong>. Aos executivos, gestores e recrutadores, lanço um desafio: Olhem para cada profissional mulher que entrevistarem ou contratarem com um viés de valorização e respeito por cada etapa que essa profissional conquistou até chegar ali. Tenha certeza que ela precisou superar limitações e muitos foram os desafios para estar sentada ali à sua frente, e só pelo fato de já estar ali, é uma vencedora nata e portanto saberá vestir a camisa da companhia com especial dedicação. Em condições curriculares e avaliações semelhantes, não exitem em contratar uma profissional mulher.</p>
<p>Um forte abraço!</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ONU Mulheres lançou diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 19:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançamento das Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19 A ONU Mulheres lançou na última na sexta-feira (07/08), em seu canal do YouTube, um documento com diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero contra meninas e mulheres em tempos de pandemia de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lançamento das Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19</strong></p>
<p>A ONU Mulheres lançou na última na sexta-feira (07/08), em seu canal do YouTube, um documento com diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero contra meninas e mulheres em tempos de pandemia de COVID-19.</p>
<p>O documento tem recomendações para atendimento remoto e reorganização do atendimento presencial, considerando a rede de atendimento a mulheres em situação de violência e as especificidades de resposta no acolhimento às vítimas nos serviços policiais, de saúde, de abrigamento, entre outros.</p>
<p>O objetivo é fortalecer a resposta para o enfrentamento à violência sofrida por meninas e mulheres neste período.</p>
<p>O evento de lançamento foi realizado em parceria com a União Europeia e ocorre em celebração dos 14 anos da Lei Maria da Penha.</p>
<p>Para a representante da ONU Mulheres Brasil, Anastasia Divinskaya, a Lei Maria da Penha é mais que uma lei, é um instrumento que salva vidas, além de ser um marco histórico de vitória do movimento de mulheres no Brasil.</p>
<p>“Este ano celebramos seu 14º aniversário com as Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19, uma pequena contribuição da ONU Mulheres para o enfrentamento da pandemia silenciosa das violências contra mulheres e meninas”, disse.</p>
<p>O documento traz orientações e recomendações práticas para auxiliar e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis nas situações de violência que estejam vivenciando.</p>
<p>Recupera princípios éticos no acolhimento às vítimas no contexto das medidas sanitárias para contenção da COVID-19, abordando também as etapas de atendimento em tempos de pandemia.</p>
<p>A apresentação foi feita pela pesquisadora Wânia Pasinato e a mediação ficará por conta da gerente de programas da ONU Mulheres Brasil, Ana Carolina Querino.</p>
<p>As diretrizes são voltadas a organismos de políticas para mulheres, conselhos de direitos das mulheres, profissionais de serviços especializados/não especializados de atendimento a mulheres em situação de violência, bem como a quaisquer organizações que atendam mulheres de todas as idades e raças em situação de violência.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8125" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas.jpg" alt="" width="349" height="349" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas.jpg 847w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" />Apesar da escassez e dificuldade em produzir dados específicos no atual contexto, estudos parciais sinalizam para um aumento no registro de atendimentos de violência doméstica no 190 e no número de feminicídios no país.</p>
<p>Neste sentindo, é fundamental que exista inclusão das perspectivas de gênero e raça na elaboração e implementação de todas as medidas para a contenção do novo coronavírus, de acordo com a ONU Mulheres.</p>
<p><a href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretrizes-para-atendimento_ONUMULHERES.pdf">C<img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1574" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" />lique aqui para acessar a publicação.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://nacoesunidas.org/onu-mulheres-lanca-na-sexta-7-diretrizes-para-atendimento-em-casos-de-violencia-de-genero/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Nações Unidas Brasil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/lLVtqdao40w?start=2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dia Internacional dos Povos Indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 12:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Você sabia?]]></category>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Internacional dos Povos Indígenas é comemorado anualmente em 9 de agosto. O principal propósito desta data é conscientizar sobre a inclusão dos povos indígenas na sociedade, alertando sobre seus direitos, pois muitas vezes são marginalizados ou excluídos da cidadania. Outra finalidade é garantir a preservação da cultura tradicional de cada um dos povos indígenas, como fonte primordial de sua identidade. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Dia Internacional dos Povos Indígenas</strong> é comemorado anualmente em <strong>9 de agosto</strong>.</p>
<p>O principal propósito desta data é conscientizar sobre a <strong>inclusão dos povos indígenas</strong> na sociedade, alertando sobre seus direitos, pois muitas vezes são marginalizados ou excluídos da cidadania.</p>
<p>Outra finalidade é garantir a <strong>preservação da cultura tradicional</strong> de cada um dos povos indígenas, como fonte primordial de sua identidade.</p>
<p>O Dia Internacional dos Povos Indígenas ainda presta homenagem a todas as <strong>contribuições culturais</strong> e sabedorias milenares que esses povos transmitiram para as mais diversas civilizações no mundo.</p>
<p>De acordo com o senso demográfico de 2010, <strong>no Brasil existem mais de 800 mil indígenas</strong>, repartidos em aproximadamente 305 etnias diferentes, com cerca de 274 idiomas. Esses dados mostram que no Brasil ainda existe uma população indígena expressiva e que deve ser preservada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Origem do Dia Internacional dos Povos Indígenas</h2>
<p>O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, em 23 de dezembro de 1994, através da resolução 49/214.</p>
<p>O primeiro Dia Internacional dos Povos Indígenas foi comemorado em 9 de agosto de 1995, marcando o início da primeira década internacional dos indígenas (1995 a 2004).</p>
<p>Em 2007, comemorando a segunda década internacional dos indígenas, foi aprovada a <strong>Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas</strong>. ´</p>
<p>Entre alguns dos principais pontos da Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, destaca-se:</p>
<ul>
<li>A inserção dos indígenas na Declaração Internacional dos Direitos Humanos;</li>
<li>Direito à autodeterminação, de caráter legítimo perante todas as entidades internacionais;</li>
<li>Os indígenas não podem ser removidos de seus territórios de modo forçado;</li>
<li>Direito à utilização, educação e divulgação dos seus idiomas próprios;</li>
<li>Direito à nacionalidade própria;</li>
<li>Direito de exercer suas crenças espirituais com liberdade;</li>
<li>Garantia e preservação da integridade física e cultural dos povos indígenas;</li>
<li>O Estado deve auxiliar as comunidades indígenas a manterem os seus direitos básicos.</li>
</ul>
<p>Além do Dia Internacional dos Povos Indígenas, no Brasil ainda se comemora o <strong>Dia do Índio</strong>, em <strong>19 de abril</strong>.</p>
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