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	<title>Arquivos digital - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Coronavírus e os Impactos ao Empreendedorismo &#8211; SEBRAE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 12:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a esse cenário de retração econômica, é fato que milhões de pessoas de diversos países tiveram seus empregos ceifados, devido a ajustes ou consequências diretas ou indiretas pelos quais suas companhias foram submetidas. Alguns segmentos sentiram mais, caso do turismo, eventos. No setor agro, o prejuízo foi intenso na cadeia de flores, sucroalcooleiro, hortifrutigranjeiros. [&#8230;]</p>
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<div>
<p>Em meio a esse cenário de retração econômica, é fato que milhões de pessoas de diversos países tiveram seus empregos ceifados, devido a ajustes ou consequências diretas ou indiretas pelos quais suas companhias foram submetidas.</p>
<p>Alguns segmentos sentiram mais, caso do turismo, eventos. No setor agro, o prejuízo foi intenso na cadeia de flores, sucroalcooleiro, hortifrutigranjeiros.</p>
<p>No entanto outros sentiram menos o efeito ou até se reinventaram em meio a essa crise, como foi o caso da própria saúde, que precisou demandar por mais profissionais e insumos necessários para combater a pandemia. Não podemos esquecer de mencionar as empresas de tecnologia que vem implementando ferramentas para que milhares de empresas não percam seus mercados.</p>
<p>Entretanto, esse momento mostra que os prejuízos são grandes e até maiores que muitos analistas projetavam.</p>
<p>No sentido de levantar o tamanho do impacto, o SEBRAE realizou entre os dias 30 de abril e 5 de maio uma pesquisa cujo resultado mostrou que a pandemia prejudicou em uma intensidade maior, empresas lideradas por mulheres.</p>
<p>Há tempos atrás fiz uma matéria na qual comentei sobre a minha desagradável surpresa ao escutar durante um encontro de uma importante instituição financeira brasileira, um relato que o mercado financeiro praticava juros maiores para empreendedoras mulheres, mesmo sendo justamente elas, aliás, nós, o perfil que mais empreende no Brasil.</p>
<p>Uma das conclusões da pesquisa do SEBRAE traz essa situação novamente à tona. Infelizmente ainda há desigualdades em empreender quando se é mulher brasileira.</p>
<p>Abaixo a divulgação da pesquisa.<br />
Um abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 style=" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
</div>
<div></div>
<hr />
<h2><strong>Pesquisa do Sebrae mostra que a crise do coronavírus foi mais prejudicial para empresas lideradas por mulheres</strong></h2>
<h3>O número de empresárias que tiveram de paralisar ou encerrar definitivamente suas atividades por conta da pandemia é superior ao de homens</h3>
<div>
<p>Pesquisas realizadas pelo Sebrae desde o anúncio da pandemia do coronavírus, mostram que a crise econômica atingiu em cheio os pequenos negócios em praticamente todos os setores da atividade econômica; mas foi especialmente prejudicial para as mulheres empreendedoras. Segundo estudo feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, as mulheres foram mais afetadas pela crise (52% paralisaram “temporariamente” ou “de vez” suas atividades, contra 47% nos homens). Além disso, a proporção de empresárias com dívidas em atraso (34%) é maior que a encontrada entre os homens (31%).</p>
<p>O último levantamento feito pelo Sebrae entre os dias 30 de abril e 5 de maio, mostra que nos empreendimentos liderados por mulheres há, em média, há 3 pessoas ocupadas (os homens à frente de negócios têm – em média – 4 pessoas ocupadas). Na mesma medida, as mulheres demitiram menos. Aquelas que demitiram, dispensaram 2 pessoas em média. Enquanto entre os homens que demitiram, dispensaram 3 funcionários, por força das perdas provocadas pela pandemia. O levantamento do Sebrae e FGV mostrou ainda que as mulheres utilizaram um pouco mais a suspensão do contrato de trabalho (31%) do que os homens (27%).</p>
<p><strong>Acesso a Crédito</strong></p>
<p>A dificuldade de acesso a crédito enfrentada por empresárias, já identificada em outras pesquisas do Sebrae, se torna ainda mais evidente no momento da crise. 44% das mulheres donas de negócio entrevistadas afirmaram nunca terem buscado um empréstimo bancário, contra 38% dos homens. E desde o início da pandemia, apenas 34% das mulheres, de fato, já buscaram empréstimos (contra 41% dos homens). Essa tendência se confirma no dado de que, nessa crise, as mulheres pretendem pedir menos empréstimos que os homens (54% contra 64% dos homens).</p>
<p>Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, os dados revelados pelo estudo, confirmam a importância de compreender a realidade e as necessidades específicas das mulheres que empreendem no Brasil. “Embora as empresárias possuam uma média de escolaridade 16% superior à dos homens e estejam cada vez mais na posição de chefes de domicílio, elas continuam ganhando cerca de 22% a menos. No mesmo contexto, apesar de apresentarem uma taxa de inadimplência menor (3,7%) que os homens (4,2%), as mulheres donas de negócios acabam pagando juros maiores (35%) do que os homens (31%)”, comenta Carlos Melles.</p>
<p><strong>Adaptação ao digital </strong></p>
<p>Durante a crise, segundo o levantamento, as mulheres estão buscando mais soluções digitais que os homens para continuar funcionando (34% contra 31%) e avançaram mais que os empresários do sexo masculino no sentido de implementar as vendas on-line.</p>
<p>O estudo do Sebrae revelou ainda que as mulheres estão ligeiramente mais otimistas que os homens sobre quanto tempo vai demorar para a economia voltar ao normal, após a pandemia (10 meses contra 11 meses no caso dos homens).</p>
<p><strong>Números da Pesquisa</strong></p>
<ul>
<li>As mulheres foram mais afetadas pela crise (52% fecharam “temporariamente” ou “de vez” contra 47% nos homens)</li>
<li>Em média, as mulheres precisam 14% a menos que os homens para manter seu negócio sem fechar (R$12,4 mil contra R$ 14,5 mil nos homens)</li>
<li>As mulheres buscam mais soluções digitais que os homens para continuar funcionando (34% contra 31%)</li>
<li>As mulheres caminharam mais (que os homens) para vendas on-line.</li>
<li>Os homens buscaram mais (que elas) gerenciar as contas pelo app do banco</li>
<li>No empreendimento delas, em média, há 3 pessoas ocupadas (no deles 4 pessoas ocupadas)</li>
<li>As mulheres tiveram que dispensar 2 pessoas, em média, por causa do Covid-19 (os homens demitiram 3 pessoas)</li>
<li>As mulheres utilizaram um pouco mais a medida da suspensão do contrato de trabalho (31%) do que os homens (27%)</li>
<li>Empréstimos sem juros (59%) e auxílio temporário para subsistência (55%) seriam as medidas mais demandadas pelas mulheres para compensar a crise</li>
<li>As mulheres costumam procurar menos empréstimos que os homens (44% nunca buscou contra 38% dos homens)</li>
<li>Nessa crise, as mulheres pretendem pedir menos empréstimos que os homens (54% contra 64% dos homens)</li>
<li>Só 34% das mulheres, de fato, já buscaram empréstimos (contra 41% dos homens). Em ambos os casos, a maioria que buscou, foi a bancos, mas poucos conseguiram (perto de 5% na média dos dois gêneros)</li>
<li>A proporção de mulheres com dívidas em atraso (34%) é maior que a encontrada entre os homens (31%)</li>
<li>As mulheres estão ligeiramente mais otimistas que os homens sobre quanto tempo vai demorar para a economia voltar ao normal (10 meses contra 11 meses no caso dos homens)</li>
</ul>
<p><a href="http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/Rotativo/pesquisa-mostra-que-a-crise-do-coronavirus-foi-mais-prejudicial-para-empresas-lideradas-por-mulheres,d6dc8d63b1152710VgnVCM1000004c00210aRCRD" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Sebrae</a></p>
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