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	<title>Arquivos cme - Missão Mulheres do Agro</title>
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		<title>Contrato de Soja Sulamericano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 13:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da CME Group em listar um novo contrato de soja que reflete a realidade dos preços praticados no Brasil, faz parte de uma decisão estratégica do maior grupo de mercado de derivativos do mundo, que é acompanhar mercados crescentes e representativos. Esse novo contrato vem em um momento em que o Brasil se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da CME Group em listar um novo contrato de soja que reflete a realidade dos preços praticados no Brasil, faz parte de uma decisão estratégica do maior grupo de mercado de derivativos do mundo, que é acompanhar mercados crescentes e representativos.</p>
<p>Esse novo contrato vem em um momento em que o Brasil se está consolidado como maior produtor e exportador mundial de soja. Embora a bolsa de Chicago (CBOT), que faz parte do CME Group, tenha um contrato de soja que parametriza mundialmente os preços da oleaginosa, o Brasil apresenta em algumas janelas de mercado, particularidades que nem sempre acabam sendo processadas em Chicago.</p>
<p>Esse contrato é um passo importante para entender como gerar negócios fora do eixo tradicional. Como sempre, o papel da Bolsa é oferecer ferramentas de proteção aos se público, e um contrato com características sul-americanas podem ser a porta de entrada para que muitas empresas busquem hedge e outros tantos investidores arbitrem mercados.</p>
<p>Recentemente você já deve ter feito essa pergunta: <strong>“Nossa a quebra de produção do Rio Grande foi tão expressiva que os preços em Chicago sequer contextualizaram.”</strong></p>
<p>E é bem isso, em ariados momentos ao logo dos anos, o contrato clássico deixou de processar aspectos e situações relevantes na América do Sul.</p>
<p>É justamente isso que o novo contrato de soja sul-americana pretende. Retratar com maior clareza e dinamismo a representatividade do mercado brasileiro.</p>
<p>Em parceira com a B3 o novo contrato cuja nomenclatura será SAS será listado a partir do dia 21 de setembro e terá como referência os negócios praticados no porto de Santos e será referenciado pelo índice S&amp;P Global Platts.</p>
<p>Cada contrato terá 136 toneladas métricas e liquidação financeira, ou seja, esse contrato não permitirá entrega física.</p>
<p>A variação de preço será de $ 0,20 por tonelada métrica e os meses de vencimento para o <strong><em>SAS</em></strong> serão janeiro, fevereiro, março, maio, julho, agosto, setembro e novembro e simultaneamente trabalharão 11 vencimentos, ou seja, a B3 quando abrir os livros oferecerá opção de proteção partindo de novembro de 2020 a março de 2022.</p>
<p>Nos próximos meses o agro internacional testara mais uma ferramenta e um dos grandes desafios a ser vencido será justamente a liquidez. Certamente se bem trabalhado esse mercado, a criação desse contrato será importante para a consolidação internacional do agro brasileiro, afinal há anos se fala sobre essa necessidade e quem sabe seja a ponte para mudanças importantes para a comercialização.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>E soja para onde vai?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Soja &#8211; Expectativa para o início da semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 10:19:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa. Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa? Na justificativa da alta pode-se dizer que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamada inicial para os trabalhos da #SOJA da bolsa em Chicago CBOT nesse domingo era de 2 a 5 de baixa.</p>
<p>Eu mesma me fiz um questionamento. Quem recebeu meu breve comentário de ontem, domingo é prova disso. Eu me perguntei: <strong>Será? Será mesmo que Chicago vem em baixa?</strong></p>
<p>Na justificativa da alta pode-se dizer que o interesse dos fundos pelo &#8220;<strong>impacto altista</strong>&#8221; da <strong>produtividade de soja e milho divulgada pelo</strong> <strong>ProFarmer</strong> no último dia de trabalho de <em><strong>crop tour</strong></em> tinha lá seu encanto. Mas o que mais &#8220;animou&#8221; o mercado foi  a f<strong>ala de Trump durante a reunião do G7,</strong> que aconteceu na França. Ele afirmou ter falado via telefone com China que o teria procurado para retornar as tratativas para chegar a um acordo comercial. E aí novamente eu me questiono: <strong>Será? Será mesmo que falou?</strong></p>
<p><strong>E como nenhuma declaração de Trump é simples ou 100% sopro,  Trump foi Trump, ao afirmar que a China perde muito com a Guerra Comercial, mas que &#8220;agora&#8221; os países &#8220;estão se dando bem&#8221;. Isso passados apenas 2 dias das decisões conflituosas que refletiram perdas nos mercados financeiros mundo afora. </strong></p>
<p>Não podemos esquecer que na sexta fatídica China determinou a taxação de mais 5% sobre produtos de origem americana e na sequência veio a retaliação dos Estados Unidos que vieram paticamente de modo instantâneo.</p>
<p>Se o &#8220;tal&#8221; contato telefônico chines  for desmentido, o mercado não tem no momento atual outros fundamentos positivos a processar. Vale relembrar que nos últimos tuítes de Trump ao afirmar sobre estar sendo procurado pela China que quer um acordo comercial, foi desmentido pela China em 24 horas.</p>
<p>Se formos analisar por essa linha, de continuidade da Guerra Comercial, o viés passa a ser bem negativo para as cotações da soja mas se mantem positivo para a escalada dos prêmios na América do Sul.</p>
<p><strong>Demanda</strong> &#8211; Mesmo com área menor e produtividade mais baixa, os estoques nos Estados Unidos ainda assim continuaram desconfortavelmente altos. A China continuaria fora das compras lá.</p>
<p><strong>Clima</strong> &#8211; As condições climáticas no meio oeste dos Estados Unidos mostram-se favorável às lavouras. As temperaturas não são altas e na maior parte do meio oeste registra umidade adequada.</p>
<p>Com o atraso das lavouras devido as chuvas de abril, maio e junho, há que se monitorar o fundamento Clima. Embora estejamos na última semana de agosto, o mercado climático ainda poderá fazer a diferença nas próximas 3 semanas.</p>
<p>Falta de chuvas, temperaturas baixas, previsão de geadas são temas que correm nos bastidores de Chicago  e são motivos de especulação dos fundos de investimento. Então, vale acompanhar as atualizações dos modelos climáticos americano e europeu, que há dias seguem em sintonia prevendo chuvas entre 10 a 30 milímetros para os próximos 7 dias combinadas com temperaturas mais baixas. Nesse momento essas temperaturas mais baixas apenas retardam o desenvolvimento das lavouras.</p>
<p><strong>Crop Tour</strong> &#8211; Vamos acompanhar também as informações do o <strong>Crop Tour da Labhor</strong>o que iniciou no sábado, dia 25.</p>
<p><strong>Prêmios</strong> &#8211; No Brasil os prêmios base exportação seguem firmes.  Encerramos a semana anterior com negócios em $150 over no spot e 50 over no fevereiro e aí eu me pego questionando se não é hora das tradings  reverem suas estratégias para as compras da safra nova. Muitas delas vinham retardando  essa decisão. Talvez o azedume das tratativas comerciais entre EUA e China na última sexta feira, as façam mudar de opinião.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Segunda-feira em Ritmo de Carnaval em Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 20:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E quem aqui poderia afirmar que o USDA em seu relatório mensal de Oferta e Demanda dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta? Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1410" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg" alt="" width="300" height="100" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-768x256.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-1024x341.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E quem aqui poderia afirmar que o <strong>USDA</strong> em seu <strong>relatório mensal de Oferta e Demanda </strong>dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta?</p>
<p>Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés negativo: Estoques nos EUA mais baixos, perda de competitividade dos norte americanos nas exportações mundiais, compensação da perda de produção da Argentina com aumento de produção no Brasil.</p>
<p>Só que em meio a todo aquele mar de números, os fundos de investimentos ignoraram o viés baixista e passaram a aproveitar as baixas para comprar.</p>
<p>Em entrevista a Agência Estado no dia 8, destaquei à jornalista Letícia Pakulski que o mercado se aproxima de um divisor de fundamentos. Por agora os radares seguem monitorando as condições climáticas na Argentina e os trabalhos de colheita no Brasil, mas o mais novo queridinho dos fundos logo chegará: Temporada de plantio dos EUA.</p>
<p>E já nos próximos dias 22 e 23 o mercado inteirinho acompanhará as primeiras projeções de área e produtividade das culturas que serão anunciadas no <strong>Agricultural Outlook Forum.</strong></p>
<p>Pensando nessa linha, destaquei na entrevista que a gasolina na fogueira na quinta feira foi a expansão de áreas secas no <strong>Drought Monitor, </strong>levantamento atualizado toda quinta-feira. Adivinha aí o que mostrou o tal Mapa?</p>
<p><em>Pois é, mostrou que áreas com seca ampliaram nos EUA.</em></p>
<p>Eu sei, Eu sei! Ainda é cedo para especulações sobre a nova safra dos EUA e que tem muita neve acumulada nos campos, mas que tal pensarmos sem emoção, igualzinho os fundos?</p>
<p>Solo seco nos EUA há 3 semanas antes do <strong>início de plantio de milho</strong> nas área ao Sul do cinturão e Delta do Golfo <strong>+</strong> mapas secos para o período estendido na Argentina +<strong> novo corte </strong>de produção da  <strong>Bolsa de Cereales</strong>, o segundo em 8 dias. <strong>Resultado:</strong> Fundos atuando numa mistura de tomada de lucro generalizada com Desmonte de carteira comprada.</p>
<p>Sim, os fundos mesmo com a percepção que Brasil terá uma safra maior que a estimada e que compensará as perdas da vizinha Argentina, desmontam posições. E isso os deixa menos expostos e vulneráveis caso sejam pegos com notícias potencialmente altistas.</p>
<p>Ainda na sexta pós relatório de USDA e CONAB, os fundos preferiram processar chuvas para os próximos 10 dias em Buenos Aires e voltaram a vender e os preços cederam 8 centavos.</p>
<p>Mas adivinha o que aconteceu hoje ? Aproveitando que os brasileiros estão focados em atividades em campo e recebendo visita do Rei Momo, os fundos aproveitaram oportunidades. ((((Tenha sempre em mente que todos os dias os mercados oferecem oportunidades!))))</p>
<p><strong>E hoje na soja foram pelo menos 2</strong>: Novo movimento de queda no dólar índex (dólar  frente a uma cesta de moedas)  <strong>+</strong> mapas mais secos para a Argentina. O dia foi bem ao <strong>Estilo Ritmo de Compras</strong> e o contrato de soja março fechou cotado a US$ 10,0125 com 18,25 centavos de alta e maio com 18,50 centavos de alta a US$ 10,12.</p>
<p>Eu já falei aqui que dólar index em baixa favorece demanda de países importadores o que é positivo para preços de commodities em geral, né?</p>
<p><strong>Abaixo um resumo dos principais números CONAB e USDA </strong></p>
<p><strong>CONAB </strong></p>
<p>Em seu <strong>5º levantamento das safras a CONAB elevou a produção de soja para 111.56 mi tons</strong>, contra 110.44 mi tons em janeiro. No <strong>milho</strong>, a produção total foi revisada para baixo &#8211; <strong>88 milhões de tons</strong> contra 92.35 milhões. 1ª Safra projetada em 24.74 mi tons e 63.26 na safrinha. Em janeiro, a 1ª safra era  projetada em 25.18 e a 2ª safra em 67.17.</p>
<p><strong>USDA Supply Demand</strong></p>
<p><strong>EUA </strong>Estoques finais subiram de 470 para 530 milhões de bushels decorrente corte projeção de exportação.</p>
<p><strong>Soja BR </strong>112 milhões de toneladas.<strong> Milho BR </strong>produção mantida em 95 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja Argentina </strong>54 milhões de toneladas. <strong>Milho</strong> 39 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja</strong> Importação da china mantida em 97 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Cintos Apertados: CONAB e USDA amanhã!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 15:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja. Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E em meio a muitas informações contraditórias de chuvas para a Argentina,  o mercado ontem tomou um fôlego e subiu 17 centavos no contrato março, estimulado em grande parte por tomada de lucro de fundos e pela valorização do óleo de soja.</p>
<p>Voltou à pauta do Senado norte americano a votação da renovação da linha de crédito para os biocombustíveis. Se aprovada, a medida estimulará a indústria local. Essas especulações desencadearam compras de óleo de soja e influenciaram a alta do grão.</p>
<p>Claro que mapas vazios de chuvas no longo prazo e temperaturas altas na Argentina e a boa e velha paralisação anual dos caminhoneiros argentinos apoiaram as compras dos fundos de investimentos de ontem. Também circularam notícias sobre chuvas excessivas no médio norte do Mato Grosso e lentidão de escoamento da safra com filas na BR 163 sentido corredor norte.</p>
<p>Durante a madrugada de hoje e na primeira parte da manhã a soja negociou mais firme,  mas inverteu tendência e negocia no momento com 2 centavos de baixa.</p>
<p>E Atenção para amanhã que é dia de <strong>Agenda Relevante.</strong></p>
<p>O<strong> Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> &#8211; <strong>USDA</strong> divulgará os números mensais de <strong>Oferta e Demanda dos Estados Unidos</strong> e <strong>Mundial</strong>. Para o quadro de oferta do Brasil, eu pessoalmente acredito que serão pelo menos 2.5 milhões de toneladas na soja uma vez que o adido do USDA no Brasil anunciou que a safra brasileira é de 112.5 milhões de toneladas. Com isso julgo pouco provável que o órgão contrarie seu adido. Mas de qualquer forma, nos EUA as casas de consultoria projetam a safra brasileira em 111 milhões de toneladas.</p>
<p>Mas a curiosidade maior é sobre a safra da Argentina. Há uma expectativa de corte de pelo menos 2 milhões de toneladas. No último USDA a safra foi reduzida para 56 milhões.  vale o destaque que <strong>a Bolsa de Cereales</strong> recentemente cortou a produção de 54  para 51 milhões de toneladas.</p>
<p>Paralelamente o mercado antecipa novo aumento de estoques nos EUA. Aqui no Brasil, a CONAB também deve aumentar nossa safra de soja. A média das casas de consultoria aqui no Brasil antecipam que a safra será anunciada entre 111 a 113 milhões, embora haja projeções mais arrojadas como a <strong>AgRural</strong> com 116,2 e a <strong>Labhoro Consultoria</strong>  entre 114 a 115 milhões de Toneladas.</p>
<p><strong>CONAB divulgará o levantamento de safra do Brasil às 9 horas e USDA às 15 horas, ambos horário de Brasília.</strong></p>
<p><strong>Em tempo</strong>: Acompanharei o tour que a <strong>Labhoro Consultoria</strong> fará à Argentina entre os dias 10 e 17 de fevereiro.  Prometo compartilhar aqui algumas das informações que serão enviadas aos clientes da casa.</p>
<p>Bom dia e Bons Negócios !!!!</p>
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		<title>No ‘tomara que o preço melhore’, produtor deixa de lucrar, aponta Bolsa de Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 18:23:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da Gazeta do Povo sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group. Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>E dando destaque a uma das Muitas e Competente Mulheres do Agro do Brasil, compartilho a matéria da <strong>Gazeta do Povo</strong> sobre Hedge com  a participação da Roberta Paffaro, gerente de desenvolvimento de mercado com foco na America Latina da CME Group.</p></blockquote>
<h3></h3>
<h3 class="c-sumario">Representante da instituição no Brasil participou do lançamento da Expedição Safra; com preços menos atrativos, comercialização da safra 2017/18 segue lenta</h3>
<p>Enquanto a safra 2017/18 caminha para a colheita nos principais polos produtivos do Brasil, a comercialização antecipada segue desaquecida, em alguns até menor do que na temporada anterior, que já havia sido lenta na comparação com outros anos.</p>
<p>Em Mato Grosso, por exemplo, dos 31,2 milhões de toneladas de soja estimados pela Expedição Safra para o estado, apenas 42,4% foram vendidos. Na campanha passada, eram 50,1%. No Paraná, a venda está em torno de 14%, mesmo índice da safra 2016/17.</p>
<p>“O mercado está bem mais lento. De um lado, temos soja antiga remanescente e a colheita está mais atrasada. Do outro, existe a questão do preço e do câmbio, que caiu nesses últimos dias”, explica o analista da Granoeste, Camilo Motter.</p>
<p>Com a boa safra dos Estados Unidos confirmada pelo departamento de agricultura do país, o USDA, e a melhora de percepção em relação à produção no Brasil, a Argentina é que pode interferir de forma mais significativa nos próximos dias. “Os preços vêm reagindo em função da seca da Argentina, que está na crista da onda, vamos continuar observando. Eles receberam poucas chuvas”, ressalta Motter.</p>
<p>No caso do milho, o ritmo mais lento é ainda mais evidente. Em Mato Grosso, são 20% comercializados no ciclo atual, contra 33,8% na mesma época de 2017. Já no Paraná, enquanto na temporada anterior a comercialização do milho verão estava em 5%, nesta, o indicador aponta para 2% (isto mesmo com uma colheita com queda de 30% em volume).</p>
<p>“Tivemos quebra de safra no verão e no inverno em 2016, mas que respingou até o começo de 2017. E vamos ter uma colheita bem menor, temos que ver como vai ser a ponte até a entrada da safrinha”, explica o analista da Granoeste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="c-intertitulo">Mudança de conceito</h2>
<p>A gerente do CME Group / Bolsa de Chicago no Brasil, Roberta Paffaro, explica que os preços são importantes e por isso o produtor rural precisa aprender a gerenciar melhor os riscos. Ela participou do lançamento da Expedição Safra 2017/18. Confira a entrevista completa:</p>
<p><iframe loading="lazy" id="873446130" src="https://www.youtube.com/embed/60cm17To8Y8?enablejsapi=1&amp;origin=http%3A%2F%2Fwww.gazetadopovo.com.br" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-gtm-yt-inspected-355249_152="true"></iframe></p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo &#8211;  <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts" target="_blank" rel="noopener">http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/expedicoes/expedicao-safra/2017-2018/no-tomara-que-o-preco-melhore-produtor-deixa-de-lucrar-aponta-bolsa-de-chicago-22pj4mhfbxfoszlu76alll2ts</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Quer entender como negociar na Bolsa?<br />
O <a href="http://www.labhoro.com.br" target="_blank" rel="noopener">Grupo Labhoro</a> é apoiador do Movimento de Valorização à Mulher do Agro e tem 26 anos de expertise em oferecer ferramentas CBOT e BM&amp;F<br />
Aprenda a negociar em Bolsa!</p></blockquote>
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