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	<title>Arquivos cancer - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 17:22:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/marco-lilas-e-azul-marinho/">Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="field field-name-title field-type-ds field-label-hidden">
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<h2>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero</h2>
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<p>O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos).</p>
<p>A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou ou Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica desse exame.</p>
<p>Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal no Serviço de Saúde.</p>
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<p><strong>Estimativas de novos casos</strong>: 16.590 (2020 &#8211; INCA)<br />
<strong>Número de mortes</strong>: 6.526 (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM)</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<ul>
<li>Início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros.</li>
<li>Tabagismo (a doença está diretamente relacionada à quantidade de cigarros fumados).</li>
<li>Uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.</li>
</ul>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.</p>
<p><strong>Vacinação contra o HPV</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.</p>
<p>A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença</p>
<p><strong>Exame preventivo</strong></p>
<p>O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.</p>
<p>O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.</p>
<p><strong>Como é feito o exame</strong></p>
<p>Para a coleta do material, é introduzido na vagina um instrumento chamado espéculo (conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato);<br />
O profissional de saúde faz a inspeção visual do interior da vagina e do colo do útero;<br />
O profissional promove a escamação da superfície externa e interna do colo do útero com uma espátula de madeira e uma escovinha;<br />
As células colhidas são colocadas numa lâmina de vidro para análise em laboratório especializado em citopatologia.<br />
Quem deve fazer e quando fazer o exame preventivo</p>
<p>Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.</p>
<p><strong>O que fazer após o exame?</strong></p>
<p>A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame (ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado e apresentá-lo ao médico.</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p>Se o seu exame acusou:</p>
<p><strong>Negativo para câncer:</strong> Se esse for o seu primeiro resultado negativo, você deverá fazer novo exame preventivo daqui a um ano. Se você já tem um resultado negativo no ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;<br />
<strong>Infecção pelo HPV ou lesão de baixo grau:</strong> Você deverá repetir o exame daqui a seis meses;<br />
<strong>Lesão de alto grau:</strong> O médico decidirá a melhor conduta. Você vai precisar fazer outros exames, como a colposcopia;<br />
<strong>Amostra insatisfatória:</strong> A quantidade coletada de material não foi suficiente para fazer o exame. Você deve repetir o exame logo que for possível.<br />
Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Os seguintes testes podem ser utilizados:</p>
<p>Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, Papanicolau, toque vaginal e toque retal.<br />
Exame Preventivo (Papanicolau)<br />
Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões<br />
Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos para o câncer do colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento (estágio de evolução) da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos.</p>
<p>Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.</p>
</div>
            </div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2></h2>
<h2>MARÇO AZUL MARINHO: Câncer colorretal</h2>
<p>O câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou de intestino .</p>
<p>É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> As informações neste portal pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação no Serviço de Saúde.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p><strong>Estimativa de novos casos:</strong> 40.990, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres (2020 &#8211; INCA)</p>
<p><strong>Número de mortes:</strong> 19.603; sendo 9.608 homens e 9.995 mulheres (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM).</p>
</div>
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<p>Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, <em>blanquet</em> de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.</p>
<p>Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.</p>
<p>A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<div class="field field-name-field-texto espacamento-campo">
<p>A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.</p>
<p>Verifique se seu peso está adequado com uma calculadora de IMC.</p>
<p>Não fumar e não se expor ao tabagismo.</p>
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            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
<p>Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);</li>
<li>dor ou desconforto abdominal;</li>
<li>fraqueza e anemia;</li>
<li>perda de peso sem causa aparente.</li>
<li>alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)</li>
<li>massa (tumoração) abdominal</li>
</ul>
<p>Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, e devem ser investigados para seu diagnóstico correto e tratamento especifico.</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Os tumores de cólon e reto (ou colorretal) podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).</p>
<p>Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:</p>
<p>·        Sangramento nas fezes<br />
·        Massa (tumoração) abdominal<br />
·        Dor abdominal<br />
·        Perda de peso e Anemia<br />
·        Mudança de hábito intestinal</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
<p>Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do colon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes.  Os casos positivos neste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>O diagnóstico requer biópsia (exame de pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio).</p>
</div>
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</div>
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<p>O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável. A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema de defesa do corpo) dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia (uso de radiação), associada ou não à quimioterapia (uso de medicamentos), para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.</p>
<p>O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas.</p>
<p>Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.</p>
</div>
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</section>
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            </div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte: INCA &#8211; Instituto Nacional de Câncer</strong></a></p>
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		<title>04 de fevereiro: Dia Mundial de Combate ao Câncer</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/04-de-fevereiro-dia-mundial-de-combate-ao-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 13:34:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle do câncer evitando, assim, milhões de mortes a cada ano.</p>
<p>De 2019 a 2021 a campanha segue o tema <u><em>#IAmAndIWill (#EuSoueEuVou)</em></u>.</p>
<p>Por ser o encerramento dessa temática, a campanha de 2021 traz o slogan <strong><em>Eu sou e eu vou: juntas, todas as nossas ações são importantes</em>, </strong>um lembrete de que nossas ações individuais, quando somadas, têm o poder de alcançar um futuro mais saudável e promissor.</p>
<h2>Quantas pessoas adoecem de câncer por ano no Brasil?</h2>
<p>O INCA estima que, no Brasil, em 2021 ocorrerão 625 mil casos novos de câncer (450 mil, excluindo os casos de câncer de pele não melanoma).<br />
O câncer de pele não melanoma será o mais incidente (177 mil), seguido pelos cânceres de mama e próstata (66 mil cada), cólon e reto (41 mil), pulmão (30 mil) e estômago (21 mil). O câncer de pele não melanoma representará 27,1% de todos os casos de câncer em homens e 29,5% em mulheres.</p>
<p>Esta é uma das informações que o INCA oferece através de uma cartilha com 21 fatos sobre o câncer: uma seleção de 21 perguntas e respostas sobre fatos relacionados a prevenção, causas e tratamento do câncer.</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//publicacao-21fatos-inca-dmc2021-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1574 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//publicacao-21fatos-inca-dmc2021-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Clique aqui e acesse o pdf</a></p>
<p>A prevenção e o compartilhamento de informações são extremamente importantes. Apoie esta causa.</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-do-cancer/2021/eu-sou-e-eu-vou-juntas-todas-nossas-acoes-sao-importantes" target="_blank" rel="noopener">Fonte: INCA &#8211; www.inca.gov.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>27 de Novembro: Dia Nacional de Combate ao Câncer</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/27-de-novembro-dia-nacional-de-combate-ao-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 16:31:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 27 de Novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer que tem como objetivo ampliar o conhecimento da população sobre o câncer, principalmente sobre a prevenção e o diagnóstico precoce. &#8230; Dia Nacional de Combate ao Câncer Por Camila Tuchlinski O medo de contágio do novo coronavírus fez com que 74% dos pacientes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Dia 27 de Novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer que tem como objetivo ampliar o conhecimento da população sobre o câncer, principalmente sobre a prevenção e o diagnóstico precoce.</strong></p></blockquote>
<p>&#8230;</p>
<h2>Dia Nacional de Combate ao Câncer</h2>
<p><em>Por Camila Tuchlinski</em></p>
<p>O medo de contágio do novo coronavírus fez com que 74% dos pacientes que têm câncer interrompessem o tratamento durante a pandemia. O dado foi divulgado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Nesta sexta-feira, 27, especialistas de todo o Brasil chamam atenção para o Dia Nacional de Combate ao Câncer.</p>
<p>De acordo com o levantamento, os oncologistas entrevistados tiveram um ou mais pacientes que interromperam ou adiaram o tratamento por mais de um mês. Além disso, as sociedades brasileiras de Patologia e Cirurgia Oncológica calcularam que, somente entre março e maio deste ano, 50 mil pessoas deixaram de realizar exames para a identificação da doença no país.</p>
<p>Carlos Teixeira, coordenador da oncologia torácica do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, alerta ainda que pessoas com tumores de pulmão e hematológicos têm maior risco durante a pandemia. &#8220;O câncer, em qualquer localização, já torna o paciente mais vulnerável à infecção pelo novo coronavírus, por conta da queda da imunidade. Os pacientes com tumores de pulmão e hematológicos são ainda mais suscetíveis a apresentarem complicações mais graves caso não tenham o acompanhamento médico adequado&#8221;, ressalta.</p>
<p>O câncer não espera o fim da covid-19. A recomendação dos oncologistas é de que o rastreamento e tratamento não parem em função da pandemia. &#8220;É preciso se adaptar aos novos tempos e não deixar a saúde de lado. A nossa recomendação é que o paciente tome todos os cuidados e siga as recomendações de saúde, como sempre usar as máscaras de proteção e também higienizar as mãos constantemente&#8221;, lembra o médico Carlos Teixeira. Além dos cuidados pessoais, é importante estar atento se a unidade de saúde segue também todos os protocolos de segurança.</p>
<p>No caso dos tumores de pulmão, a procura por ajuda teve uma queda de 30% em 2020, segundo o Radar do Câncer, iniciativa do Instituto Oncoguia, disponível no portal. Neste ano, uma média de 6.697 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) iniciaram tratamento sistêmico para o câncer de pulmão, ante a média nos últimos quatro anos de 9.650 pacientes/ano.</p>
<p>&#8220;Mais uma vez os dados nos mostram o quanto a pandemia afetou o cenário do câncer no Brasil e agora os de pulmão&#8221;, explica a fundadora e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz.</p>
<p>Apesar de ser responsável por uma em cada cinco mortes por câncer no Brasil, ainda há dificuldade em conseguir identificar precocemente a doença que, quando diagnosticada na fase inicial, tem maior taxa de sobrevida. Na pandemia, a média dos procedimentos de biópsias de pulmão caiu 25,6% quando comparado os meses de março a agosto de 2019: no ano passado, foram realizadas 1.190 biópsias contra 885 no mesmo período de 2020. &#8220;Com esse cenário, os casos acabarão sendo diagnosticados tardiamente, quando a doença estiver mais avançada&#8221;, afirma o oncologista e diretor científico do Oncoguia, Rafael Kaliks.</p>
<p><a href="https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/bem-estar/dia-nacional-de-combate-ao-cancer-74-dos-pacientes-interromperam-tratamento-na-pandemia,d8032e694639a77e5aadc041aad51f5ea7oobjzv.html" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<blockquote>
<h2>Se você ainda não foi fazer seus exames anuais, aproveite este alerta e marque seus exames!</h2>
</blockquote>
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		<title>Outubro Rosa 2020</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/outubro-rosa-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 13:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[cancer-de-mama]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico]]></category>
		<category><![CDATA[outubro-rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro Rosa Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Outubro Rosa</h1>
<p>Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.</p>
<h1>Câncer de Mama</h1>
<p>O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor.</p>
<p>Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem a característica próprias de cada tumor. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.</p>
<p>Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p><strong>Atenção: </strong>A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.</p>
<div class="mks_accordion">
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Estimativa de novos casos: 66.280 (2020 &#8211; INCA)<br />
Número de mortes: 17.763, sendo 17.572 mulheres e 189 homens (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM).<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
<div class="field field-name-field-texto espacamento-campo">
O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos).<br />
Outros fatores que aumentam o risco da doença são:</p>
<table style="width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<thead>
<tr>
<th scope="col"><strong>Fatores ambientais e comportamentais</strong></th>
<th scope="col"><strong>Fatores da história reprodutiva e hormonal</strong></th>
<th scope="col"><strong>Fatores genéticos e hereditários*</strong></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Obesidade e sobrepeso após a menopausa;</td>
<td>Primeira menstruação antes de 12 anos;</td>
<td>História familiar de câncer de ovário;</td>
</tr>
<tr>
<td>Sedentarismo e inatividade física;</td>
<td>Não ter tido filhos;</td>
<td>Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;</td>
</tr>
<tr>
<td>Consumo de bebida alcoólica;</td>
<td>Primeira gravidez após os 30 anos;</td>
<td>História familiar de câncer de mama em homens;</td>
</tr>
<tr>
<td>Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).</td>
<td>Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;</td>
<td>Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>*A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama.</p>
<p>O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença.</p>
<p>Atenção: a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.</p>
<p>É importante ressaltar que não ter amamentado não é fator de risco para câncer de mama. Amamentar o máximo de tempo possível é um fator de proteção para o câncer. Então, o não aleitamento promove a perda de um fator de proteção, o que é diferente de significar fator de risco.</p>
<p>Exposição a determinadas substâncias e ambientes, como agrotóxicos, benzeno, campos eletromagnéticos de baixa frequência, campos magnéticos, compostos orgânicos voláteis (componentes químicos presentes em diversos tipos de materiais sintéticos ou naturais, caracterizados por sua alta pressão de vapor sob condições normais, fazendo com que se transformem em gás ao entrar em contato com a atmosfera), hormônios e dioxinas (poluentes orgânicos persistentes altamente tóxicos ao ambiente. São normalmente subprodutos de processos industriais e de combustão) pode estar associada ao desenvolvimento da doença. Os profissionais que apresentam risco aumentado de desenvolvimento de câncer de mama são os cabeleireiros, operadores de rádio e telefone, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, comissários de bordo, trabalhadores noturnos. As atividades econômicas que mais se relacionam ao desenvolvimento da doença são as da indústria da borracha e plástico, química e refinaria de petróleo.</p>
</div>
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:<br />
Praticar atividade física;<br />
Alimentar-se de forma saudável;<br />
Manter o peso corporal adequado;<br />
Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;<br />
Amamentar<br />
Evitar uso de hormônios sintéticos, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sinais e sintomas:</p>
<p>Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher<br />
Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja<br />
Alterações no bico do peito (mamilo)<br />
Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço<br />
Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos<br />
Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de se tratar de câncer.</p>
<p>É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.</p>
<p>Em caso de permanecerem as alterações, elas devem procurar logo os serviços de saúde para avaliação diagnóstica.</p>
<p>A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas é fundamental para a detecção precoce do câncer da mama.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias.<br />
Todas as mulheres, independentemente da idade, devem ser estimuladas a conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.<br />
Além disso, o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento (exame realizado quando não há sinais nem sintomas suspeitos) seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos.<br />
A recomendação brasileira segue a orientação da Organização Mundial da Saúde e de países que adotam o rastreamento mamográfico.<br />
Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas de câncer antes do surgimento dos sintomas, ou seja, antes que seja palpada qualquer alteração nas mamas.<br />
Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco e definição da conduta a ser adotada.<br />
A mamografia de rastreamento pode ajudar a reduzir a mortalidade por câncer de mama, mas também expõe a mulher a alguns riscos. Os principais benefícios e riscos desse exame são:<br />
Benefícios:</p>
<p>Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo.<br />
Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce.<br />
Riscos:</p>
<p>Resultados incorretos:<br />
Suspeita de câncer de mama, sem que se confirme a doença. Esse alarme falso (resultado falso positivo) gera ansiedade e estresse, além da necessidade de outros exames.<br />
Câncer existente, mas resultado normal (resultado falso negativo). Esse erro gera falsa segurança à mulher.<br />
Ser diagnosticada e submetida a tratamento, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama), quimioterapia e/ou radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida. Isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama.<br />
Exposição aos Raios X. Raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição. Esse dado não deve desestimular as mulheres a se submeterem à mamografia, já que a exposição ao Raio X durante esse exame é bem pequena, tornando o método bastante seguro para a detecção precoce.<br />
A mamografia diagnóstica, exame realizado com a finalidade de investigação de lesões suspeitas da mama, pode ser solicitada em qualquer idade, a critério médico. Ainda assim, a mamografia diagnóstica não apresenta uma boa sensibilidade em mulheres jovens, pois nessa idade as mamas são mais densas, e o exame apresenta muitos resultados incorretos.</p>
<p>O SUS oferece exame de mamografia para todas as idades, conforme indicação médica.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico.<br />
</div>
            </div>
<div class="mks_accordion_item">
            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Muitos avanços vêm ocorrendo no tratamento do câncer de mama nas últimas décadas. Há hoje mais conhecimento sobre as variadas formas de apresentação da doença e diversas terapêuticas estão disponíveis.</p>
<p>O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e do tipo do tumor. Pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica (terapia alvo).</p>
<p>Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem maior potencial curativo. No caso de a doença já possuir metástases (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>ESTADIAMENTO</p>
<p>O tratamento varia de acordo com o estadiamento da doença, as características biológicas do tumor e as condições da paciente (idade, se já passou ou não pela menopausa, doenças preexistentes e preferências).</p>
<p>As modalidades de tratamento do câncer de mama podem ser divididas em:</p>
<p>&#8211; Tratamento local: cirurgia e radioterapia.</p>
<p>&#8211; Tratamento sistêmico: quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.</p>
<p>Estádios I e II</p>
<p>A conduta habitual nas fases iniciais do câncer de mama é a cirurgia, que pode ser conservadora (retirada apenas do tumor) ou mastectomia (retirada da mama) parcial ou total, seguida ou não de reconstrução mamária.</p>
<p>Após a cirurgia, tratamento complementar com radioterapia pode ser indicado em algumas situações. Já a reconstrução mamária deve ser sempre considerada nos casos de retirada da mama para minimizar os danos físicos e emocionais do tratamento.</p>
<p>O tratamento sistêmico, após o tratamento local, será indicado de acordo com a avaliação de risco de a doença retornar (recorrência ou recidiva) e considera a idade da paciente, o tamanho e o tipo do tumor e se há comprometimento dos linfonodos axilares.</p>
<p>A mensuração (medição) dos receptores hormonais (receptor de estrogênio e progesterona) do tumor, por meio do exame de imunohistoquímica, é fundamental para saber se a hormonioterapia pode ser indicada (tratamento de uso prolongado em forma de comprimidos para diminuir a produção dos hormônios femininos do organismo). A informação sobre a presença do HER-2 (fator de crescimento epidérmico 2) também é obtida por meio desse exame e poderá indicar a necessidade de terapia biológica anti-HER-2.</p>
<p>Para algumas pacientes com tumores medindo entre 2,1cm e 5cm com comprometimento dos linfonodos axilares, embora sejam entendidas como estadiamento II, pode ser considerado iniciar o tratamento por terapias sistêmicas (quimioterapia) dependendo da imuno-histoquímica (o chamado down stage [redução de estágio]. Essa decisão individualizada permite que pacientes que seriam submetidas à retirada da mama e dos linfonodos axilares possam, eventualmente, ter essas áreas preservadas.</p>
<p>Estádio III</p>
<p>Pacientes com tumores maiores que 5cm, porém ainda localizados, enquadram-se no estádio III. Nessa situação, o tratamento sistêmico (na maioria das vezes, com quimioterapia) é a opção inicial. Após a redução do tumor promovida pela quimioterapia, segue-se com o tratamento local (cirurgia e radioterapia).</p>
<p>Estádio IV</p>
<p>Nessa fase, em que já há metástase (o câncer se espalhou para outros órgãos) é fundamental buscar o equilíbrio entre o controle da doença e o possível aumento da sobrevida, levando-se em consideração os potenciais efeitos colaterais do tratamento.</p>
<p>A atenção à qualidade de vida da paciente com câncer de mama deve ser preocupação dos profissionais de saúde ao longo de todo o processo terapêutico.<br />
</div>
            </div>
</div>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-mama">Fonte: INCA</a></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-8667" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Já conhece a Campanha Lenços do Agro? Alguns centros de referência de tratamento de câncer incentivam campanhas para a prática da autoestima. E foi pensando numas dessas práticas, que as<strong> Mulheres do Agronegócio Brasil</strong> criou a campanha <strong>LENÇOS DO AGRO</strong>.</p>
<p>Através de apoiadores da campanha <a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/lista-oficial-de-apoiadores-lencos-do-agro-2020/" target="_blank" rel="noopener">(lista de apoiadores oficiais)</a> são arrecadados  lenços para serem doados à pacientes em tratamento de câncer em diversos centros de tratamento.</p>
<p>Lenços de todos os tipos são bem vindos, usados ou novos, longos ou médios, coloridos ou discretos, só não esqueça que o material tem que ser suave para não machucar a guerreira que for usá-lo! Além de lenços, marca registrada da Campanha, são permitidas doações de produtos de uso pessoal, como maquiagem, produtos higiênicos e de cuidados pessoais e bijuterias. Todos esses itens possibilitam a melhora da autoestima das pacientes.</p>
<p>Leve junto com sua doação, um cartão com uma mensagem motivacional.</p>
<h2><strong>Vamos juntos construir mais uma Campanha de Sucesso.</strong></h2>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/outubro-rosa-2020/">Outubro Rosa 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Lenços do Agro 2020 &#8211; Cadastro de Apoiadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 18:29:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres do Agronegócio Brasil inicia cadastro de apoiadores para a tradicional Campanha “Lenços do Agro” Mais um ano passou e estamos juntos novamente para transformar vidas. Estamos nos aproximando de Outubro Rosa, período que nos une através de ações dedicadas às Mulheres Brasileiras. Ainda mais do que nos anos anteriores, a Campanha Lenços do Agro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/lencos-do-agro-2020-cadastro-de-apoiadores/">Lenços do Agro 2020 &#8211; Cadastro de Apoiadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><strong>Mulheres do Agronegócio Brasil inicia cadastro de apoiadores para a tradicional Campanha “Lenços do Agro” </strong></h2>
</blockquote>
<p>Mais um ano passou e estamos juntos novamente para transformar vidas. Estamos nos aproximando de <strong>Outubro Rosa,</strong> período que nos une através de ações dedicadas às Mulheres Brasileiras.</p>
<p>Ainda mais do que nos anos anteriores, a Campanha Lenços do Agro precisará do apoio de parceiros para poder fazer a diferença na vida das Mulheres em tratamento de câncer que passam pelo processo de quimioterapia.</p>
<p>Os dias atuais, em meio a uma pandemia, com restrições de convívio social, têm limitado e dificultado ações de diversas naturezas, o que nos fez refletir sobre a viabilidade de um projeto solidário dessa natureza.</p>
<p>Sabendo que o mundo precisa cada vez mais de empatia e amor e ao avaliar as campanhas anteriores, percebemos que já derrubamos  barreiras imensas, unimos propósitos e multiplicamos Brasil afora a força solidária de um setor tão transformador e inovador como o agro e tudo isso nos motivou a seguir firme com a Campanha desse ano.</p>
<p>Somos conscientes da limitação física e entendemos que ações locais como as promovidas em 2019 não poderão ser colocadas em prática, mas entendendo que o mesmo agro que não parou até agora, encontrará uma maneira sustentável de fomentar as doações junto as suas comunidades. E foi justamente isso que nos fez reavaliar as opções de doações.</p>
<p>Além de lenços, marca registrada da Campanha, serão permitidas doações de produtos de uso pessoal, como maquiagem, produtos higiênicos e de cuidados pessoais e bijuterias. Todos esses itens possibilitam a melhora da autoestima das pacientes.</p>
<p>E uma vez que esse ano apresenta desafios, flexibilizaremos doações em dinheiro, porém condicionadas exclusivamente ao depósito na conta corrente da Mulheres do Agronegócio Brasil.  <strong>Não serão permitidas doações em contas de terceiros, sejam apoiadores ou não.</strong></p>
<p>A meta que estabelecemos esse ano não focará em quantidade de lenços doados, mas sim no alcance. Ano passado atingimos a marca recorde de pouco mais de 6 mil lenços, mas não conseguimos alcançar os 26 estados brasileiros. <strong>Esse ano essa será a nossa meta. </strong></p>
<p><strong>Aos interessados em participar na Campanha como doadores, pedimos que as doações de produtos sejam feitas apenas a esses apoiadores cujos nomes estejam na relação que estará disponível no site </strong><a href="http://www.missaomulheresdoagro.com.br"><strong>www.missaomulheresdoagro.com.br</strong></a></p>
<blockquote><p>O cadastro deverá ser realizado enviando um e-mail para <a href="mailto:contato@missaomulheresdoagro.com.br">contato@missaomulheresdoagro.com.br</a></p></blockquote>
<blockquote><p>O e-mail deve conter os dados principais de <strong>instituição/empresa como  CNPJ, endereço, redes sociais, site (se tiver), dados dos colaboradores responsáveis pela campanha junto ao Mulheres do Agronegócio Brasil ( nome, e-mail, telefone), logo da apoiadora para uso da arte oficial e a sugestão de 2 centros de tratamento de atendimento a pacientes em câncer em qualquer estado brasileiro. </strong><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CadastroDeApoiadores.docx" target="_blank" rel="noopener">Baixe o doc com os dados</a></p></blockquote>
<blockquote><p>Ou preencha o formulário <a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/cadastro-de-apoiadores-2020/">clicando aqui</a></p></blockquote>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/lista-oficial-de-apoiadores-lencos-do-agro-2020/">Lista de Apoiadores Oficiais</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8481" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001-300x300.jpg" alt="" width="327" height="327" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/001.jpg 1080w" sizes="(max-width: 327px) 100vw, 327px" />Parte das doações dos apoiadores pode ser direcionada para atender centro de tratamento de estado que não tenha recebido apoiador. Dessa maneira possibilitaremos o alcance das ações uma vez que nem todos os estados do Brasil contarão com apoiadores locais.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/lista-oficial-de-apoiadores-lencos-do-agro-2020/">Lista de Apoiadores Oficiai</a></p>
<h2><strong>Vamos juntos construir mais uma Campanha de Sucesso.</strong></h2>
<p>Gratidão,<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Liga de Combate ao Câncer de Ijuí: 400 lenços + maquiagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 16:44:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Campanha Lenços do Agro continua espalhando amor e sororidade&#8230; &#x1f49c;&#x1f49c;&#x1f49c; Agradecemos imensamente à Giselda Souza, da Liga de Combate ao Câncer de Ijuí, que entregou à Associação Hospital de Caridade de Ijuí 400 lenços e maquiagens, para serem entregues às pacientes. Só orgulho em conhecermos tantas pessoas que se dispõem a fazer o bem. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Campanha Lenços do Agro continua espalhando amor e sororidade&#8230; &#x1f49c;&#x1f49c;&#x1f49c;</p>
<p>Agradecemos imensamente à Giselda Souza, da Liga de Combate ao Câncer de Ijuí, que entregou à Associação Hospital de Caridade de Ijuí 400 lenços e maquiagens, para serem entregues às pacientes.</p>
<p>Só orgulho em conhecermos tantas pessoas que se dispõem a fazer o bem. &#x1f917;</p>
<p>Fazer o bem faz bem. Juntas somamos sempre! &#x1f497;&#x1f331;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira as fotos, clique abaixo!</p>

<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer03-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>
<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer02-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>
<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lencos-agro-liga-combate-cancer01-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>

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		<title>Outubro Rosa 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 12:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro Rosa Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="documentFirstHeading">Outubro Rosa</h1>
<p>Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 class="documentFirstHeading">Câncer de mama: sintomas, tratamentos, causas e prevenção</h1>
<h2>O que é câncer de mama?</h2>
<p>Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.</p>
<p><strong>ATENÇÃO:</strong> As informações aqui contidas pretendem apoiar e trazer informações úteis sobre o câncer de mama, mas não substituem a consulta médica. Em casos de suspeita, procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.</p>
<h2>Quais sintomas do câncer de mama?</h2>
<p>O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:</p>
<ul>
<li>edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;</li>
<li>retração cutânea;</li>
<li>dor;</li>
<li>inversão do mamilo;</li>
<li>hiperemia;</li>
<li>descamação ou ulceração do mamilo;</li>
<li>secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.</li>
</ul>
<p><strong>A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.</strong></em></li>
<li>A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.</li>
</ul>
<h2 class="su-box-title">Como prevenir o câncer de mama?</h2>
<div class="su-box-content su-clearfix">
<p>A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.</p>
<p>Os principais fatores de risco comportamentais relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são: excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.</p>
<p>A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.</p>
</div>
<h2>Como é feito o diagnóstico para o câncer de mama?</h2>
<p>Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico.</p>
<p>A detecção precoce é uma forma de prevenção secundária e visa a identificar o câncer de mama em estágios iniciais. Existem duas estratégias de detecção precoce: o diagnóstico precoce e o rastreamento. O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença.</p>
<p>O diagnóstico precoce, portanto, é uma estratégia que possibilita terapias mais simples e efetivas, ao contribuir para a redução do estágio de apresentação do câncer. Assim, é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alerta dos cânceres mais comuns, passíveis de melhor prognóstico se descobertos no início. A maioria dos cânceres é passível de diagnóstico precoce mediante avaliação e encaminhamento após os primeiros sinais e sintomas.</p>
<p>Já o rastreamento é uma ação dirigida à população sem sintomas da doença, que tem o intuito de identificar o câncer em sua fase pré-clínica. Atualmente, apenas há a indicação de rastreamento aos cânceres de mama e do colo do útero.</p>
<h2>O que é a reconstrução mamária?</h2>
<p>O procedimento de reconstrução mamária, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), é oferecido apenas para mulheres com câncer que tiveram que retirar a(s) mama(s) ou parte(s) dela(s). Dessa forma, a rede pública de saúde oferece integral e gratuitamente os procedimentos de recuperação pós-mastectomia.</p>
<p>A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias. Essa é uma medida de segurança e bem estar, adotada ou não conforme cada caso.</p>
<p>Sendo assim, cabe à equipe médica responsável pela paciente avaliar se é possível realizar os dois procedimentos no mesmo ato cirúrgico. A decisão é tomada com base em diversos fatores, como a condição da área afetada para evitar infecção ou rejeição da prótese e a vontade da própria paciente. Em alguns casos, é necessária a radioterapia ou quimioterapia antes da reconstrução mamária ser realizada.</p>
<p><a href="http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama" target="_blank" rel="noopener">Fonte Ministério da Saúde</a><br />
<a href="https://www.inca.gov.br/assuntos/outubro-rosa" target="_blank" rel="noopener">Fonte Inca</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4510" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-300x298.jpeg" alt="" width="463" height="460" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-300x298.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-768x762.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-1024x1016.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" />Já conhece a Campanha Lenços do Agro? Alguns centros de referencia de tratamento de câncer incentivam campanhas para a prática da autoestima. E foi pensando numas dessas práticas, que as<strong> Mulheres do Agronegócio Brasil</strong> em parceria com o <strong>Grupo Labhoro</strong> criou a campanha <strong>LENÇOS DO AGRO</strong>.</p>
<p>Através de parceiros da campanha (<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/parceiros-oficiais/" target="_blank" rel="noopener">lista de parceiros)</a> são arrecadados  lenços para serem doados à pacientes em tratamento de câncer em diversos centros de tratamento.</p>
<p>Lenços de todos os tipos são bem vindos, usados ou novos, longos ou médios, coloridos ou discretos, só não esqueça que o material tem que ser suave para não machucar a guerreira que for usá-lo!<br />
Os lenços, além de serem doador nos pontos de coletas de nossos parceiros, poderão ser doados durante os 2 dias do <a href="http://www.mulheresdoagro.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio</strong></a>.</p>
<p>O Congresso, em sua quarta edição, será realizado nos dias 08 e 09 de Outubro, no <strong> Transamerica Expo Center, São Paulo.</strong></p>
<p>Leve junto com sua doação, um cartão com uma mensagem motivacional. Em 2018 foi emocionante ver a felicidade das pacientes ao lerem suas cartinhas.</p>
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