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	<title>Arquivos bureau - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>La Niña</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 18:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês. A expectativa é que o fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração (entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na terça-feira, o Bureau de Meteorologia da Austrália atualizou as chances de La Niña a partir de dezembro para 70%, ante 50% do reporte do início do mês.</p>
<p>A expectativa é que o <strong>fenômeno seja de fraca intensidade e curta duração </strong>(entre dezembro/17 até fevereiro/18), ou seja, deve ser bastante diferente do La Niña 2010-2012.  Essa expectativa está em linha com a do NOAA.</p>
<p>Os 8 principais modelos meteorológicos, incluindo Austrália, EUA, Canadá, Europa e Japão também preveem a incidência de La Niña a partir de dezembro. Considerando o Histórico do La Niña e se as previsões se confirmarem com curta duração e fraca intensidade, o fenômeno não deverá ter tanta influência no clima Sul-americano e repercussão séria nas safras.</p>
<p>Lembrando que com La Niña o clima fica mais seco na Argentina e no Sul do Brasil, e as chuvas são acima da média para o MATOPIBA.</p>
<p><strong> </strong>A agência australiana informou que geralmente é em dezembro que é possível ter uma leitura melhor e mais assertiva sobre o La Niña.</p>
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