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	<title>Arquivos aço - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Guerra Comercial &#8211; Façam suas Apostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da BBM – Bolsa Brasileira de Mercadorias, tradicional instituição do Agro da qual a Labhoro, grupo que represento, está associada. Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do Canal do Boi, Valter Puga. Naqueles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da <strong>BBM</strong> – <strong>Bolsa Brasileira de Mercadorias</strong>, tradicional instituição do Agro da qual a <strong>Labhoro</strong>, grupo que represento, está associada.</p>
<p>Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do <strong>Canal do Boi, Valter Puga.</strong><br />
Naqueles dias que antecederam a entrevista, o mercado financeiro respirava ares mais animados e otimistas sobre o possível entendimento entre americanos e chineses. Analistas em geral e representantes do Governo dos EUA declaravam que o acordo estaria muito perto de ser fechado.</p>
<p>Essa entrevista que dei não foi ao ar ainda, mas nela eu lembro claramente ter comentado com Puga sobre o presidente Trump estar sendo cada vez mais pressionado pela base do seu eleitorado que é o produtor rural do meio oeste.</p>
<p>Ressaltei que fazia 13 meses que a disputa que havia começado devido a tarifação no Aço e Alumínio, estava mais viva que nunca. E que lá no início do desentendimento, em 2018 boa leva de analistas acreditava que o impasse seria resolvido até agosto (2018) &#8211; fato não se confirmou !</p>
<blockquote><p><strong>Aqui um parêntese &#8211; nessa primeira rodada da guerra o clima de tensão só foi crescente não permitindo qualquer entendimento, embora o mercado com interesses financeiros apostasse na possibilidade.</strong></p></blockquote>
<p>Dito tudo isso, como então seria possível garantir ali, naquele momento da entrevista (início de abril/2019) que o clima de euforia se materializaria em um acordo? Ainda mais se até então as expectativas anteriores não foram sequer alcançadas? <strong>Não seria e nem é possível.</strong> Quem apostou fichas inteiras nisso perdeu muito dinheiro e muito provavelmente pode perder mais ainda, <strong>isso porque investidores estão jogando e fazendo apostas e girando a ciranda financeira.</strong></p>
<p>Naquela entrevista inclusive alertei para o fato de o produtor brasileiro aproveitar o momento de prêmios positivos e <strong>travar negociações com Chicago e dólar a fixar oportunamente.</strong> No caso de um acordo feliz, os prêmios despencariam aqui no Brasil, além disso, nossos vizinhos argentinos que não surfaram a onda de prêmios altos em 2018 viriam com tudo, especialmente com câmbio tão desvalorizado.</p>
<p>Aqui não podemos deixar de considerar que o produtor norte americano que votou em Trump, foi pego de surpresa em 2018 em meio aos trabalhos de plantio de uma safra de soja com <strong>área grande e com alta tecnologia empregada</strong> e agora esse mesmo produtor entra numa nova janela de plantio acumulando prejuízos e muitas dúvidas.</p>
<p>Mesmo buscando alternativa de demanda em países diversos,  como destino para sua soja, o produtor passou a intensificar a cobrança do governo uma resolução imediata para a ausência da China no mercado norte americano.</p>
<p>Hoje Trump sente cada vez mais a pressão em tom irritado de um produtor que votou nele e que perdeu competitividade no mercado internacional.</p>
<p>Conversando com produtores ao longo de todas essas fases dessa guerra comercial &#8211; que passou de euforia à incertezas e preocupações, percebi certa descrença do produtor sobre as declarações mais recentes de Trump.</p>
<p>Essas declarações otimistas são geralmente publicadas em redese sociais durante o final de semana e para alguns desses produtores fazem parte de uma estratégia para tentar girar a chave dos fundos de investimentos vendidos na bolsa de Chicago e com isso manter os preços da soja acima do importante suporte de US$ 9,00 /bushel.</p>
<blockquote><p>Enquanto alguns analistas especializados em agro compram essa ideia de um acordo próximo, outros acreditam que o assunto é mais delicado e deve render maior tempo de debate.</p></blockquote>
<p>Nessa entrevista que citei logo no início do texto eu inclusive chamei a atenção para os pontos que acredito dificultar os avanços das tratativas e que fazem parte de uma pauta não agro.</p>
<p>Além da questão déficit comercial, existem lacunas enormes de entendimento sobre <strong>práticas comerciais chinesas</strong> no que tangem direitos de <strong>propriedade intelectual, transferência de tecnologia e acesso a mercados.</strong></p>
<p><strong>Violações, roubo de informações, segredos comerciais e respeito aos direitos de marcas e patentes vêm sendo questionados pelos EUA.</strong></p>
<p>Tendo dito tudo isso e depois de 12 dias dessa entrevista, o mercado foi tomado por uma onda menos otimista a respeito do acordo imediato e agora especialistas apostam que novas rodadas presenciais na China e Estados Unidos são necessárias e empurram as expectativas sobre o acordo para fim maio, começo de junho. Será?</p>
<blockquote><p><strong>De fato, ninguém pode ainda afirmar quando o acordo será selado, e quem o fizer pode queimar a língua. </strong></p></blockquote>
<p>Mas o que quero deixar aqui bem ilustrado é que nessa guerra que brasileiros que antes estavam lucrando todo o tempo, passaram a ser igualmente prejudicados. Brasil tem ainda muito a comercializar da safra que recem foi colhida e passará a disputar mercado com a Argentina que embora tradicionalmente exportadora de derivados de soja, vem sedenta por fazer caixa num momento de desvalorização cambial.</p>
<p>O resultado disso  não poderia ser pior:<strong> Os prêmios praticados para a logística exportação nas diversas praças brasileiras cedem.</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 09:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora! Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora! Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da Guerra Comercial estabelecida pelos Estados Unidos. Todos devem lembrar do furor que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora!</strong></h4>
<p>Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora!</p>
<p>Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da <strong>Guerra Comercial</strong> estabelecida pelos Estados Unidos.<br />
Todos devem lembrar do furor que Trump causou ao tarifar há 2 semanas as importações de aço em 25% e em 15% para o alumínio. Essa decisão deve impactar o fluxo comercial entre os 2 países.</p>
<p>Só para ilustrar, a China é o maior produtor mundial desses 2 produtos.</p>
<p>Não bastasse essa decisão de tarifar, na última quinta-feira os EUA votaram a chacoalhar as estruturas.</p>
<p>Trump anunciou um novo pacote de tarifação, dessa vez para produtos de origem chinesa e os produtos serão conhecidos nas próximas semanas. A decisão de Trump é tarifar produtos chineses na ordem de 50 a 60 bilhões de dólares.</p>
<p>Essa segunda onda não passou em brancas nuvens e depois de a Comunidade européia alertar os Estados Unidos em aplicar alíquotas semelhantes para vários produtos, inclusive Milho, foi a vez de a China, através do <strong>Ministério do Comércio</strong> manifestar sua posição de contra ataque com a ameaça de levar os EUA à <strong>OMC</strong> e taxar produtos americanos como vinho, carne de porco e alumínio. E foi além,  os chineses alertaram para a possibilidade de taxação de outros 128 produtos de origem americana.</p>
<p>Embora para alguns analistas a resposta da China tenha sido <strong>“contida”</strong>, o governo chinês já advertiu que prepara taxação em mais produtos  norte americanos. Foi um toma lá, dá cá!</p>
<p>A mim parece pouco viável, para não dizer inteligente ou estrategista que a China impute tarifação na compra da Soja. A dependência dos chineses da soja dos EUA é alta e nesse momento da história não pode ser totalmente reposta com a Soja da América do Sul.</p>
<p>Mesmo com o Brasil nos campos em fase final de colheita de uma super safra, não haveria espaço para direcionar todo o saldo do volume não comercializado até agora à China. E nesse momento de grave <strong>seca na Argentina</strong>, que tradicionalmente exporta derivados de soja, os nosso vizinhos hermanos não poderiam suprir o saldo que os chineses necessitam.</p>
<p>Mas isso não significa que a China ficará passiva. O país tem algumas cartas na mão e uma delas se usada poderia forçar um recuo dos EUA.</p>
<p>Assumindo a linha de não entendimento entre os 2  países, o mercado de commodities poderia ser pego de surpresa com a<strong>núncios de cancelamentos em série</strong> de compras já realizadas e ainda não embarcadas. Ou poderiam fazer uma troca de origem em contratos que permitam essa cláusula. Ou seja, trocar embarques de uma <strong>Trading X ou Y</strong> via portos dos EUA para as mesmas empresas X ou Y só que via portos sul-americanos. Isso não seria bom para os produtores norte americanos e também para nós, sul americanos. Um anúncio dessa natureza poderia impactar muito mais nos preços na Bolsa que a tarifação do grão em si.</p>
<p>Caso isso de fato aconteça, num primeiro momento, os preços em bolsa poderiam cair muito para depois se ajustarem aqui no Brasil com uma alta nos prêmios. O anúncio de <strong>retaliação da China</strong> motivou já na sessão noturna da sexta feira, venda pesada por parte de alguns fundos de investimentos de pequeno e médio porte, liquidação essa que continuou durante boa parte do pregão da manhã de sexta.</p>
<p>Esse movimento de vendas levou a queda dos preços para a importante “área” de suporte de <strong>US$ 10,10</strong> no contrato de soja maio. Nessa região próxima aos US$ 10,10, fundos maiores, iniciaram a defesa de posição comprada colocando novas ordens de compra e os preços reagiram.</p>
<p>Boa parte desse movimento de recuperação na sexta contou com a ajudinha do próprio EUA &#8211; A assinatura da <strong>Lei Orçamentária nos EUA.</strong> Com a aprovação, o mercado financeiro respirou mais aliviado. Tal regulamento permite o financiamento do Governo Federal até o final do <strong>Ano Fiscal de 2018</strong>. Com isso a tão temida paralisação geral dos serviços federais foi evitada. Caso contrário teria sido o terceiro <strong>shutdown</strong> do ano!</p>
<p>Durante essa madrugada de hoje, os ânimos pareciam menos exaltados. Os fundos bem comprados direcionaram os preços para cima, num claro movimento de defesa de posição. Os fundos forçaram o movimento até testar as resistências de <strong>US$ 10,40</strong> ( alta de 12 centavos), região que concentrou vendas de outros fundos.</p>
<p><strong>Assuntos que continuarão em pauta :</strong></p>
<p><strong>• Guerra Comercial</strong> / tarifação / retaliação /cancelamentos ou outro devaneio qualquer de Trump</p>
<p><strong>• Clima na Argentina</strong> &#8211; Seca e queda de Produção</p>
<p><strong>• Clima no Brasil</strong> &#8211; Chuvas atrapalhando a evolução de colheita ?</p>
<p><strong>• Cenário Político Brasil</strong> ( STF – HC – Lula e afins)</p>
<p><strong>• Demanda Chinesa</strong>. A semana passada não registrou venda extra de soja.  Mas hoje já houve anúncio de venda de 132 mil de soja para país desconhecido que pode e geralmente é a China. Hoje também a Espanha comprou 120 mil tons de farelo de soja.</p>
<p><strong>Assuntos que entrarão em pauta:</strong></p>
<p><strong>• Acreagem</strong> &#8211; <strong>Relatório de Intenção de Plantio</strong> ou mais conhecido pelos íntimos como <strong>Acreagem. </strong>Dia 30 o USDA divulgará a primeira projeção de área de plantio da próxima temporada. A semana estará repleta de números e será perfeita para as especulações. Não é novidade se já escutarmos sobre aumento de área. A rentabilidade da soja versus milho é maior e o movimento de alta anterior motivou vendas antecipadas dos produtores norte americanos em Bolsa.</p>
<p><strong>• Clima nos EUA</strong> – Chuvas em várias regiões produtoras. Evolução de plantio de milho e soja.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>#Atuar em Mercados de Futuros envolve riscos. Fatos externos, situações novas ou impossíveis de serem previstas e/ou controladas podem influenciar nos Mercados.</p>
<p>#Antes de negociar em bolsa, ligue para seu/sua consultora!</p>
<p>#O texto quando for publicado pode conter fundamentos já processados ou já ultrapassados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trump desafia o mundo &#038; Bolsa de Cereales reduz Soja na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 21:43:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é um dia para ficar na história!!! &#8230;USDA, CONAB, DIA DAS MULHERES, TAXAÇÃO NO AÇO, ALUMÍNIO, BOLSA DE CEREALES&#8230;. UFA&#8230;.gente, que dia maluco! Já não basta termos ficado com o impacto baixista do aumento dos estoques americanos de soja que agora estão previstos em 555 milhões de bushel e os preços da soja terem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um dia para ficar na história!!!</p>
<p>&#8230;USDA,</p>
<p>CONAB,</p>
<p>DIA DAS MULHERES,</p>
<p>TAXAÇÃO NO AÇO,</p>
<p>ALUMÍNIO,</p>
<p>BOLSA DE CEREALES&#8230;.</p>
<p>UFA&#8230;.gente, que dia maluco!</p>
<p>Já não basta termos ficado com o impacto baixista do aumento dos estoques americanos de soja que agora estão previstos em 555 milhões de bushel e os preços da soja terem caído novamente na bolsa em Chicago</p>
<p>Agora final do dia 2 bombas:</p>
<p>Primeira o presidente Trump anunciar a decisão de taxar as importações de <strong>AÇO E ALUMÍNIO</strong>, ignorando conselhos de seus aliados e assessores e ameaças explicitas da União Europeia e China sobre uma possível guerra comercial.</p>
<p>As tarifas anunciadas s<strong>ão de 10% para o alumínio e 25% para o aço</strong> e precisam ainda ser aprovadas em rito parlamentar. Em caso positivo essa decisão de Trump pode desencadear uma série de retaliações por parte dos países europeus e da China.</p>
<p>China essa que pode cancelar embarques de soja nos Estados Unidos e vir comprar aqui no Brasil, uma vez que a seca vem dizimando a safra na Argentina.</p>
<p>Segunda bomba, a <strong>Bolsa de Cereales</strong> que por semanas seguidas vem reduzindo a Safra de soja, agorinha anunciou produção em meros 42 Milhões de Tons.</p>
<p>Amanhã prometo que faço um texto mais completo!<br />
Na pauta de hoje ainda tenho uma palestra que começara em 30 minutos!<br />
Mas não vou sem antes desejar a todas às mulheres do agro o Sucesso que merecem!</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mais um USDA pela frente!</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mais-um-usda-pela-frente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 11:42:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA em poucos dias. Vamos para o terceiro levantamento do ano na quinta-feira, 08. A grande expectativa de todo o mercado é justamente sobre o tamanho do corte da produção de soja da Argentina. Segundo a maioria dos analistas, o órgão, após revisões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um relatório mensal do <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> &#8211; USDA em poucos dias. Vamos para o terceiro levantamento do ano na quinta-feira, 08.</p>
<p>A grande expectativa de todo o mercado é justamente sobre o tamanho do corte da produção de soja da Argentina. Segundo a maioria dos analistas, o órgão, após revisões mais suaves, em meses anteriores, tem tudo prá ajustar a oferta da Argentina com uma mão mais pesada. A expectativa geral para o reporte do USDA é de uma safra sub 50 milhões de Tons.</p>
<p>Em dezembro a safra estava estimada pelo órgão em 57 e janeiro baixou pra 56 e em fevereiro foi prá 54 milhões de toneladas.</p>
<p>Dos atuais 54 do USDA para estimativas atualizadas na semana passada pela <strong>Bolsa de Cereales</strong> de Buenos Aires são 10 milhões de toneladas de diferença.</p>
<p>Se para a safra dos nossos vizinhos sul-americanos a expectativa é de uma <strong>forte redução , </strong>para a do Brasil é esperado aumento entre 1 a 1.5 milhão de toneladas. Em dezembro a safra brasileira estava estimada em 108 e em 2 reportes foi corrigida para 112 milhões de tons. A expectativa geral para o USDA sobre a safra brasileira entre 113  a 113.5 milhões de toneladas é conservadora. A maioria das casas falava em 115 a 116 e já há casas projetando números muito mais altos.  A <strong>Labhoro Consultoria</strong> há 2 semanas corrigiu a safra para 117 e a <strong>Agroconsult</strong> para 117.5 milhões de toneladas.</p>
<p>Para a safra dos <strong>Estados Unidos</strong> não há expectativas de grandes ajustes. A safra colhida, projeção de exportação, esmagamento e estoques não devem sofrer grandes correções.</p>
<p>A partir de agora e a cada dia, o mercado acompanhará com maior atenção os fundamentos da nova safra dos Estados Unidos, mas o quadro completo de <strong>Oferta e Demanda</strong> da próxima safra somente será reportado no <strong>Supply Demand</strong> de maio.  Já a área oficial de Plantio, será anunciada pelo USDA no próximo dia 29 &#8211; <strong>Prospective Plantings.</strong></p>
<p>Nos próximos dias, as máquinas começarão a semear áreas ao <strong>sul do cinturão e Delta</strong> e gradativamente os olhos do mercado tendem a monitorar os fundamentos do hemisfério norte, mas não sem antes processar totalmente o efeito Seca da Argentina, o que pode levar ainda algumas semanas.</p>
<p>As chuvas na Argentina continuam frustrando as expectativas e a cada dia as casas de meteorologia empurram as previsões de chuva mais adiante. Nos últimos dias, a <strong>província de Buenos Aires</strong> praticamente não recebeu chuvas e as temperaturas máximas bateram na casa de 35 a 37 graus nas três principais províncias produtores.</p>
<p>Aqui vale o destaque que a <strong>Argentina concentra quase 40% da sua safra de soja plantada entre a segunda quinzena de dezembro e a primeira quinzena de janeiro.</strong> Portanto chuvas futuras mesmo não revertendo quebras já ocorridas com a soja de primeira, ajudariam nas plantas de segunda. Agora caso essas chuvas que estão previstas para o final da próxima semana não aconteçam, as perdas intensificam. E são essas chuvas previstas para o final da semana que seguraram o ânimo dos compradores em Chicago ontem e hoje.</p>
<p>Outro fundamento que estará presente no Radar dos fundos é a decisão do <strong>Presidente Donald Trump</strong> em taxar a importação de alumínio e aço para motivar a indústria local. Essa situação polêmica rendeu inclusive um pedido de demissão do Assessor econômico de Trump, por não concordar com essa decisão.</p>
<p>Essa barreira tarifária, se aprovada, pode gerar retaliações por parte da China, maior produtor mundial e que seria altamente prejudicado. O medo em Chicago é a taxação passar e a China imediatamente anunciar sanções e cancelar embarques de commodities agrícolas, leia-se soja!</p>
<p><strong>Se isso acontecer, os preços da Bolsa em Chicago sofrem impacto negativo, mas paralelamente os prêmios de exportação para os portos brasileiros valorizariam, pois China realocaria a origem Estados Unidos pelo Brasil. Com a atual seca na Argentina, apenas o Brasil teria condições de atender o fluxo de embarques nessa safra.</strong></p>
<p>Essa “taxação” me parece  barulho para testar o mercado, mas o Tema está causando tanto que até a comunidade européia preparou uma pacote de barreiras para uma cesta de produtos de origem genuinamente norte americana, caso os EUA sigam adiante.</p>
<p>Com a baixa de seu assessor econômico e com as ameaças diretas de retaliações é provável que Trump baixe o tom e faça sair de cena esse assunto. Muito provavelmente ele fará isso jogando na mídia outro assunto polêmico. talvez Coréia, talvez Muro do México,<strong> vai saber, né o que se passa na cabeça de Trump?</strong></p>
<p>Caso o assunto &#8221; morra&#8221;, os fundos de investimentos ficam menos expostos e mais confiantes para processar fundamentos de clima, oferta e demanda.</p>
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