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	<title>Arquivos vinho - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Supertoscanos: quando a Itália abandonou os vinhos medíocres e virou referência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 18:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[Pé na Estrada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antigamente, a fama dos vinhos italianos não era muito boa, já que visavam a quantidade e não a qualidade; entenda como essa história mudou com o surgimento de um novo tipo de vinho Quem me conhece sabe que eu gosto do universo do Vinho. Gosto de conhecer, compartilhar informações e experiências. Geralmente os presentes que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Antigamente, a fama dos vinhos italianos não era muito boa, já que visavam a quantidade e não a qualidade; entenda como essa história mudou com o surgimento de um novo tipo de vinho</h2>
<p>Quem me conhece sabe que eu gosto do universo do Vinho. Gosto de conhecer, compartilhar informações e experiências. Geralmente os presentes que ganho ou as viagens que faço estão relacionados ao tema.</p>
<p>Quando há anos eu pensei em executar o projeto do Blog Missão Mulheres do Agro, pensei em trazer uma coluna que falasse sobre o tema, pois vinho não deixa de ser agro. Mas como eu não conseguia ter naquele momento tempo para escrever sobre isso, então decidi que o blog tinha que estrear com uma matéria falando sobre vinhos portugueses, até porque sou descendente lusitana. O tema deu tão certo,que precisei publicar um outro texto para poder falar sobre algumas dúvidas e comentários que foram feitos.</p>
<p>Essa semana, após rever umas fotos de uma viagem que fiz à Itália e ter sonhado com uma paisagem linda de um vinhedo na região sul de Portugal, decidi escrever novamente sobre vinhos.</p>
<p>Mas eu não queria que fosse um texto simples, ou sugestivo, e nem de perto tivesse um viés marketeiro. Queria ao falar sobre algo que gosto, trazer de forma lúdica um pouco de conhecimento.</p>
<p>Eu pensei, pensei e acho que vou começar esse texto assim…</p>
<p>Se em alguns países há 60, 70 anos, servir vinho italiano em jantares formais era sinônimo de gosto duvidoso, hoje vivemos dias com um conceito bem diferente a esse.</p>
<p>Essa leitura sobre os vinhos italianos mudou a partir da transformação do conceito de vinhos produzidos em massa, independente da qualidade.</p>
<p>Antes, as práticas estabelecidas objetivavam quantidade. Muita uva por metro linear, muito vinho, produção grande com pouca qualidade, preço baixo o que fazia novamente o produtor buscar uma próxima produção em quantidade. E aí, nesse sistema, os vinhos italianos ficaram anos seguidos fadados à certa mediocridade.</p>
<p>Não, por favor não se irrite e não me xingue, pois, a culpa não é minha. Como uma admiradora de vinhos, pois nem sommelier eu sou, eu apenas estou traduzindo aqui o que nossos antepassados, que também apreciavam vinho, falavam. E eu posso dizer que quando eu li “A Arte de Beber”, de Marcelino de Carvalho, também senti certa irritação.</p>
<p>Voltando à história, o movimento de transformação que revolucionou o vinho italiano teve origem há 6 décadas no norte da Itália, na região da Toscana, sendo liderado pelo produtor Marquês Piero Antinori.</p>
<p><b><i>Ao assumir os negócios da família</i></b> (olha aí o tema sucessão no agro gente), Antinori viu-se insatisfeito com a baixa rentabilidade dos seus vinhos e as muitas regras e exigências para produzir o Chianti. Aqui uma curiosidade: para ser considerado um chianti, o vinho deve ter pelo menos 70% da casta sangiovese – uva produzida na região e 10% de uvas brancas italianas, e observando a proibição de castas tintas que não fossem de origem italiana.</p>
<p>Antiori, rompeu tradições e, orientado por um enólogo, inovou ao promover mudanças técnicas como a adição de castas como cabernet e merlot em suas produções. Ele teve como inspiração o Marquês <b>Mario Incisa della Rocchetta</b>, que 20 anos antes de Antiori buscou a produção de um vinho reconhecido, e foi assim que Antiori é hoje tido com o pai dos Supertoscanos, vinhos que começaram a ser produzidos não observando as normas de produção da Denominação de Origem da época, a Chianti.</p>
<p>Foram anos de inovações em conjunto a um cultivo de grande cuidado para que em 1942 ficassem prontas as primeiras garrafas de Sassicaia. Aqui. uma outra curiosidade: no início o vinho fora produzido somente para consumo familiar e a primeira safra comercializada foi de 1968 após a criação da Denominação de Origem Controlada para os Supertoscanos 1967.</p>
<p>Essa transformação no produzir, que gerou desgastes, aflições, questionamentos mostrou-se assertiva à medida que os vinhos da produção de Antinore eram de excelente qualidade e atraiam olhares interessados de outros produtores da mesma região. Com isso, a transformação observada em uma família produtora alcançou interesse e adesão dos produtores locais que observavam a melhoria de qualidade e preço.</p>
<p>Para finalizar, quero fazer um paralelo desse processo de mudança da Denominação de Origem do Supertoscano com momentos e situações das nossas próprias vidas.</p>
<p>Muitas vezes estamos descontentes com uma situação ou vivemos um cenário morno ou ruim e por ser cômodo continuamos a viver daquela maneira por que as consequências da mudança assustam ou incomodam. Outras vezes achamos que precisamos ser 100 % nós e descartarmos a influência ou o peso de terceiros. Muitas vezes nossa zona de conforto nos cega e se não somos corajosos para olhar fora dessa bolha e observar possibilidades, continuaremos ali e muito possivelmente fadados a uma certa mediocridade, igual à mediocridade daquele vinho há 70 anos.</p>
<p>Mudanças irritam, incomodam e fomentam dúvidas durante o processo, mas costumam nos transformar em pessoas melhores. Nesse sentido, eu decidi ser esse supertoscano aí e me provocar a viver processos de renovação, recriação. E neles eu tento diariamente romper conceitos limitantes que tenho sobre mim mesma. Não é fácil não, mas estou no caminho de uma safra de qualidade, talvez muito em breve numa <i>millésimé </i>e se eu puder despertar em você algo melhor, que seja agora e que seja através dessa reflexão sobre os vinhos italianos do passado e dos atuais… Não tenha medo de se reinventar, não tema a inovação.</p>
<p>E se possível me diz se você já teve a oportunidade de tomar um Sassicaia… Eu já… Aproveitei uma vez que fui aos Estados Unidos e o dólar estava numa ótima relação e tomei “uma tacinha de 20 ml” de uma safra premiadíssima em uma loja em Winter Park, super famosa por receber apreciadores de vinho que querem tomar um bom rótulo pagando fracionado.</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/07/07/supertoscanos-quando-a-italia-abandonou-os-vinhos-mediocres-e-virou-referencia/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 09:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[aço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora! Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora! Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da Guerra Comercial estabelecida pelos Estados Unidos. Todos devem lembrar do furor que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Mas que semana intensa o mercado teve, digna de ser um das 3 com mais tensões de 2018 até agora!</strong></h4>
<p>Foram dias e pregões de muita intensidade e tensão e com desdobramentos mercados afora!</p>
<p>Os financeiros foram mundialmente bombardeados com o impacto da <strong>Guerra Comercial</strong> estabelecida pelos Estados Unidos.<br />
Todos devem lembrar do furor que Trump causou ao tarifar há 2 semanas as importações de aço em 25% e em 15% para o alumínio. Essa decisão deve impactar o fluxo comercial entre os 2 países.</p>
<p>Só para ilustrar, a China é o maior produtor mundial desses 2 produtos.</p>
<p>Não bastasse essa decisão de tarifar, na última quinta-feira os EUA votaram a chacoalhar as estruturas.</p>
<p>Trump anunciou um novo pacote de tarifação, dessa vez para produtos de origem chinesa e os produtos serão conhecidos nas próximas semanas. A decisão de Trump é tarifar produtos chineses na ordem de 50 a 60 bilhões de dólares.</p>
<p>Essa segunda onda não passou em brancas nuvens e depois de a Comunidade européia alertar os Estados Unidos em aplicar alíquotas semelhantes para vários produtos, inclusive Milho, foi a vez de a China, através do <strong>Ministério do Comércio</strong> manifestar sua posição de contra ataque com a ameaça de levar os EUA à <strong>OMC</strong> e taxar produtos americanos como vinho, carne de porco e alumínio. E foi além,  os chineses alertaram para a possibilidade de taxação de outros 128 produtos de origem americana.</p>
<p>Embora para alguns analistas a resposta da China tenha sido <strong>“contida”</strong>, o governo chinês já advertiu que prepara taxação em mais produtos  norte americanos. Foi um toma lá, dá cá!</p>
<p>A mim parece pouco viável, para não dizer inteligente ou estrategista que a China impute tarifação na compra da Soja. A dependência dos chineses da soja dos EUA é alta e nesse momento da história não pode ser totalmente reposta com a Soja da América do Sul.</p>
<p>Mesmo com o Brasil nos campos em fase final de colheita de uma super safra, não haveria espaço para direcionar todo o saldo do volume não comercializado até agora à China. E nesse momento de grave <strong>seca na Argentina</strong>, que tradicionalmente exporta derivados de soja, os nosso vizinhos hermanos não poderiam suprir o saldo que os chineses necessitam.</p>
<p>Mas isso não significa que a China ficará passiva. O país tem algumas cartas na mão e uma delas se usada poderia forçar um recuo dos EUA.</p>
<p>Assumindo a linha de não entendimento entre os 2  países, o mercado de commodities poderia ser pego de surpresa com a<strong>núncios de cancelamentos em série</strong> de compras já realizadas e ainda não embarcadas. Ou poderiam fazer uma troca de origem em contratos que permitam essa cláusula. Ou seja, trocar embarques de uma <strong>Trading X ou Y</strong> via portos dos EUA para as mesmas empresas X ou Y só que via portos sul-americanos. Isso não seria bom para os produtores norte americanos e também para nós, sul americanos. Um anúncio dessa natureza poderia impactar muito mais nos preços na Bolsa que a tarifação do grão em si.</p>
<p>Caso isso de fato aconteça, num primeiro momento, os preços em bolsa poderiam cair muito para depois se ajustarem aqui no Brasil com uma alta nos prêmios. O anúncio de <strong>retaliação da China</strong> motivou já na sessão noturna da sexta feira, venda pesada por parte de alguns fundos de investimentos de pequeno e médio porte, liquidação essa que continuou durante boa parte do pregão da manhã de sexta.</p>
<p>Esse movimento de vendas levou a queda dos preços para a importante “área” de suporte de <strong>US$ 10,10</strong> no contrato de soja maio. Nessa região próxima aos US$ 10,10, fundos maiores, iniciaram a defesa de posição comprada colocando novas ordens de compra e os preços reagiram.</p>
<p>Boa parte desse movimento de recuperação na sexta contou com a ajudinha do próprio EUA &#8211; A assinatura da <strong>Lei Orçamentária nos EUA.</strong> Com a aprovação, o mercado financeiro respirou mais aliviado. Tal regulamento permite o financiamento do Governo Federal até o final do <strong>Ano Fiscal de 2018</strong>. Com isso a tão temida paralisação geral dos serviços federais foi evitada. Caso contrário teria sido o terceiro <strong>shutdown</strong> do ano!</p>
<p>Durante essa madrugada de hoje, os ânimos pareciam menos exaltados. Os fundos bem comprados direcionaram os preços para cima, num claro movimento de defesa de posição. Os fundos forçaram o movimento até testar as resistências de <strong>US$ 10,40</strong> ( alta de 12 centavos), região que concentrou vendas de outros fundos.</p>
<p><strong>Assuntos que continuarão em pauta :</strong></p>
<p><strong>• Guerra Comercial</strong> / tarifação / retaliação /cancelamentos ou outro devaneio qualquer de Trump</p>
<p><strong>• Clima na Argentina</strong> &#8211; Seca e queda de Produção</p>
<p><strong>• Clima no Brasil</strong> &#8211; Chuvas atrapalhando a evolução de colheita ?</p>
<p><strong>• Cenário Político Brasil</strong> ( STF – HC – Lula e afins)</p>
<p><strong>• Demanda Chinesa</strong>. A semana passada não registrou venda extra de soja.  Mas hoje já houve anúncio de venda de 132 mil de soja para país desconhecido que pode e geralmente é a China. Hoje também a Espanha comprou 120 mil tons de farelo de soja.</p>
<p><strong>Assuntos que entrarão em pauta:</strong></p>
<p><strong>• Acreagem</strong> &#8211; <strong>Relatório de Intenção de Plantio</strong> ou mais conhecido pelos íntimos como <strong>Acreagem. </strong>Dia 30 o USDA divulgará a primeira projeção de área de plantio da próxima temporada. A semana estará repleta de números e será perfeita para as especulações. Não é novidade se já escutarmos sobre aumento de área. A rentabilidade da soja versus milho é maior e o movimento de alta anterior motivou vendas antecipadas dos produtores norte americanos em Bolsa.</p>
<p><strong>• Clima nos EUA</strong> – Chuvas em várias regiões produtoras. Evolução de plantio de milho e soja.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>#Atuar em Mercados de Futuros envolve riscos. Fatos externos, situações novas ou impossíveis de serem previstas e/ou controladas podem influenciar nos Mercados.</p>
<p>#Antes de negociar em bolsa, ligue para seu/sua consultora!</p>
<p>#O texto quando for publicado pode conter fundamentos já processados ou já ultrapassados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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