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	<title>Arquivos valorizaçao - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à AAMA em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lenços do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrega Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à Associação Amigas da Mama em Curitiba. Parte de doações arrecadadas em novembro e dezembro é entregue pela idealizadora do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, fortalecendo laços e solidariedade com a exemplar instituição curitibana. No último dia 7 de dezembro, ocorreu na Associação Amiga das Mamas de Curitiba [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrega Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à Associação Amigas da Mama em Curitiba. <strong>Parte de doações arrecadadas em novembro e dezembro é entregue pela idealizadora do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, fortalecendo laços e solidariedade com a exemplar instituição curitibana.</strong></p>
<p>No último dia 7 de dezembro, ocorreu na <strong>Associação Amiga das Mamas de Curitiba &#8211; AAMA</strong> &#8211; a entrega de parte das doações recolhidas durante os meses de novembro e dezembro, provenientes da nona edição da <strong>campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221;</strong> e que foi entregue pela visionária Andrea Cordeiro. Ela não só é a mente por trás do Movimento <strong>Mulheres do Agronegócio Brasil</strong>, mas também a idealizadora dessa iniciativa solidária.</p>
<p>A AAMA, reconhecida por seu trabalho exemplar no auxílio a pacientes em tratamento contra o câncer de mama, foi uma das instituições escolhida para receber o apoio da campanha. O compromisso de solidariedade e empatia se fortaleceu nesse gesto significativo, simbolizando a união de diferentes esferas em prol de uma causa comum: oferecer suporte e esperança a quem mais necessita.</p>
<p>Andrea Cordeiro, ao entregar as doações, reforçou o compromisso do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil com práticas que geram conhecimento e valorizam os profissionais do agronegócio brasileiro. Além disso, ressaltou a importância de apoiar instituições como a AAMA que desempenham um papel fundamental na comunidade atuando junto às pacientes e seus familiares.</p>
<p>A Associação, sempre acolhedora, recebeu a equipe do movimento com entusiasmo, demonstrando sua gratidão pelo apoio contínuo. Após a entrega das doações, um momento de confraternização foi proporcionado, evidenciando a importância não apenas do ato de doar, mas também de compartilhar momentos de alegria e união.</p>
<p>A nona edição da campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; não apenas entregou doações, mas também fortaleceu laços e reforçou o compromisso mútuo de cuidar uns dos outros. O gesto solidário não apenas encheu os corações daqueles que foram beneficiados, mas também ressoa como um convite para que mais pessoas se unam em prol do bem comum.</p>
<p>Este evento reafirma a essência do movimento liderado por Andrea Cordeiro e do compromisso do Mulheres do Agronegócio Brasil em criar um impacto positivo na sociedade. A entrega das doações às associações como a AAMA é um testemunho da força da solidariedade e do quanto podemos alcançar quando nos unimos por uma causa nobre.</p>
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		<title>Malu Nachreiner assume em novembro a presidência do Grupo Bayer no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 21:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>06/09/2021 A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>06/09/2021</p>
<blockquote><p><strong>A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país</strong></p></blockquote>
<p>Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, a partir do dia 1º de novembro. A executiva terá a missão de consolidar as transformações que a Bayer tem passado nos últimos anos, tendo como foco a colaboração, a inovação e a sustentabilidade, além de ampliar as sinergias entre as três divisões de negócio da empresa (Crop Science, Consumer Health e Pharmaceuticals). Malu irá manter sua posição como líder da divisão agrícola da companhia, assumindo agora dupla responsabilidade com a presidência do grupo.</p>
<p>&#8220;É uma honra e um ótimo desafio receber a missão de estar à frente da Bayer no Brasil, um dos maiores mercados no mundo em termos de relevância para a Bayer. Ao completar 125 anos no País, a empresa vive um momento muito especial de transformação cultural&#8221;, ressalta Malu Nachreiner. &#8220;Estamos cada vez mais conectados à sociedade e queremos ser parceiros relevantes na resolução dos grandes desafios do nosso tempo, conectados à nossa visão Saúde para Todos e Fome para Ninguém. Eu me sinto lisonjeada de liderar, a partir de novembro, uma Bayer cada vez mais inovadora e colaborativa&#8221;.</p>
<p>Depois de iniciar a carreira na empresa há 18 anos como estagiária, a executiva já ocupou posições de liderança nas áreas de Vendas, Marketing e Gerenciamento de Produto, sendo, até agosto de 2020, a responsável pela área de Marketing da divisão agrícola para a América Latina. No ano passado, assumiu a posição de líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil. Malu é agrônoma formada pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), com MBA Executivo pela Universidade de Pittsburgh.</p>
<p>O atual presidente da Bayer no Brasil, o espanhol Marc Reichardt, irá se aposentar, após 36 anos de dedicação à Bayer, nos três últimos como líder do Grupo no Brasil. &#8220;Cheguei à liderança com o objetivo de preparar a companhia para uma transformação no modelo de negócios, na construção de um quadro de colaboradores mais amplo e diverso e na lapidação da visão de futuro da empresa. Malu Nachreiner sempre foi uma grande parceira desse trabalho e estou certo de que fará um excelente trabalho na consolidação de todas as mudanças que estamos vivendo&#8221;, afirma Reichardt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>125 anos da Bayer no Brasil</strong></h3>
<p>A Bayer celebra, em 2021, 125 anos de Brasil. Chegou ao País em 1896, abrindo a primeira fábrica no Rio de Janeiro; Hoje, está presente em mais de 30 cidades, com 6.500 profissionais espalhados de norte a sul. O Brasil é o maior mercado da Bayer na América Latina e local de grandes descobertas na medicina, de novas tecnologias para o campo e de inovações que melhoram a qualidade de vida do brasileiro e contribuem para o desenvolvimento do país.</p>
<p>O Grupo está atento aos novos desafios da humanidade, cada vez mais coletivos e que não podem ser solucionados por atores isolados. Por isso, tem investido cada vez mais em modelos de negócios baseados em colaboração, por meio de suas três divisões e do seu primeiro hub de inovação aberta da América Latina, com parcerias relevantes para os negócios.</p>
<p>E para construir os próximos 125 anos, mais que fortalecer sua voz, a Bayer quer ampliar sua escuta e entender cada vez melhor as expectativas da sociedade e as necessidades dos clientes: seja o agricultor, o médico, o paciente, o consumidor &#8211; e a sua gente, cada vez mais plural e diversa; quer estreitar laços, alinhar expectativas, promover o diálogo, aproximar sua comunicação e construir os próximos passos da empresa junto ao público.</p>
<p>Por: Comunicação Bayer</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/296672-malu-nachreiner-assume-em-novembro-a-presidencia-do-grupo-bayer-no-brasil.html#.YTZ4p51KiUk" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Notícias Agrícolas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11752" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Empresas, onde estão as mulheres do agro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 16:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência 02 de maio de 2021 Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência</strong></p></blockquote>
<h5>02 de maio de 2021</h5>
<p>Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, evento criado para dar voz através de palestras em formato descontraído à profissionais mulheres que são autoridades em suas áreas.</p>
<p>Representar o agro, estando ao lado destas profissionais na vitrine de um evento cujo objetivo era chamar atenção para o atual desperdício dos recursos femininos nos eventos no mundo corporativo.</p>
<p>Afinal, os palcos brasileiros estão carentes de referências mulheres e isso ocorre não apenas no agro, mas em muitos outros setores como educação, saúde, na administração/gestão, na ciência, no direito, enfim.</p>
<p>No entanto, se considerarmos que o que agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência.</p>
<p>Se queremos um país cada vez mais respeitoso e inclusivo, eu insisto em perguntar: onde estão as nossas mulheres, as mulheres do Agro?</p>
<p>Sabemos que elas estão dentro e fora da porteira, atuando bravamente, estudando, buscando capacitação, mentoria e consultoria. Sabemos que elas são inovadoras, que adoram tecnologia e sustentabilidade. Que estão abertas ao novo, que prestigiam e divulgam eventos, que se unem e compartilham conhecimento.</p>
<p>Mas, algo no nosso setor é muito comum: os palcos dos eventos agro ainda são predominantemente masculinos. Eu, pessoalmente, ainda participo de eventos onde profissionais mulheres não estão nos holofotes ministrando uma aula ou abrindo ou finalizando um evento. Também não foram poucas as vezes que como convidada a palestrar ou debater em um painel eu era a única mulher em um palco lotado de especialistas homens.</p>
<p>Se o que queremos é diversidade e é chegada a hora deste despertar. A diversidade não virá sem a pluralidade em todos os nichos. É impossível que não haja neste nosso Brasil nomes de peso que confiram o equilíbrio nas feiras agrícolas, nos congressos, convenções. Afinal mulheres não falam apenas de temas específicos, falam, entendem, se especializam e se destacam sobretudo.</p>
<p>É preciso darmos 2, 3 passos à frente com rapidez, sob pena do nosso setor que é referência e orgulho nacional ficar para trás nesse quesito.</p>
<p>Durante o Power Day 21 eu poderia ter falado sobre tendência de preços para a soja na bolsa de Chicago, cenários para o milho safrinha ou sobre mas preferi falar sobre o poder e a força das Mulheres do Agro, que foi uma das palestras que mais vendi em 2020, justamente porque entendi que ali naquele momento o objetivo era motivar e valorizar profissionais que estão no setor dentro e fora da porteira para que elas continuem focadas e estimuladas em construir um agro cada vez mais forte, produtivo, destacado e sustentável.</p>
<p>Vamos lá mulheres desse meu Brasil, vamos assumir nosso papel, nosso protagonismo e ajudar a fazer a diferença no país.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o movimento e saber como foi o evento, passa lá no perfil @powerspeakeroficial no instagram, recomendo!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10961" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/powerspeakeroficial/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marlana Zanatta Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio. O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/representatividade-feminina-no-agronegocio/">REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marlana Zanatta</em></p>
<p>Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio.</p>
<p>O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, representando mais de 20% do PIB e um dos poucos a apresentar resultados positivos na pandemia. Mas esses números não são tão otimistas quando falamos de equidade de gênero no ramo. Apesar de as mulheres representarem 51,8% da população do país, sua presença dentro da cadeia do agronegócio ainda é um desafio a ser solucionado.</p>
<p>A porcentagem de participação feminina dentro e fora da porteira é discrepante. As mulheres representam 42% da força de trabalho na agricultura. A pecuária fica em segundo lugar (25%), depois a agropecuária (20%), e em último a agroindústria (13%).</p>
<p>Em relação à gestão de propriedade, atualmente, 18,6% das propriedades rurais são lideradas por mulheres. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, do IBGE, o número de estabelecimentos agrícolas administrados por mulheres cresceu 38% na última década. Apesar disso, a participação feminina no mercado do agronegócio equivale a menos da metade (31,2%) da representação masculina. No primeiro trimestre de 2020, eram 5,6 milhões de mulheres empregadas no setor, ante 12,3 milhões de homens.</p>
<p>Andrea Sousa Cordeiro, 49, é advogada, empresária no ramo do agro e administradora do perfil @mulheresdoagronegociobrasil. Andrea atua no mercado há 24 anos e conta que o momento atual, apesar de tudo, é muito melhor do que ela presenciou no início dos anos 2000.</p>
<p>“Apesar de ainda existirem diferenças, nós já consolidamos nosso caminho, não tem mais como dar um passo atrás, a caminhada já foi iniciada, já foi determinado o ritmo e ele é só crescente. As empresas estão cada vez mais comprometidas e se estruturando para trazer mais mulheres para o agronegócio e estabelecer uma igualdade dentro do setor. É muito legal de ver isso hoje, porque a diferença é brutal com o cenário que presenciei quando iniciei minha carreira. Muitas vezes eu chegava em uma sala de reunião e eu era a única mulher presente. Hoje é gratificante entrar em uma sala e ver mulheres em posição de liderança representando uma companhia e dirigindo uma equipe, é uma outra realidade”, declara.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), cerca de 30% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres. Elas são responsáveis por gerenciar pelo menos 8% do PIB nacional, o que representa aproximadamente US$ 165 bilhões.</p>
<p>Apesar dos avanços, continuam existindo complicações no caminho. Ainda segundo a ABAG, 71% das mulheres do agro já tiveram alguma experiência em que o fato de ser mulher foi uma barreira para ser ouvida, ascender profissionalmente ou para se relacionar profissionalmente, Andrea Cordeiro faz parte dessa estatística.</p>
<p>“Inúmeras vezes eu fui questionada, não só no início, mas em toda minha jornada. Não raro era que alguns clientes falassem´mas ela vai participar da reunião? Quem é ela?´ ou ´ela é filha do fulano? Mas eu vou ser atendido por ela? Ela é boa no que faz?´. Diversas vezes a minha capacidade profissional foi questionada por ser mulher. Eu lembro de uma situação específica em que o cliente se negou completamente a ser atendido por mim”, conta a empresária.</p>
<p>Dados do Ministério da Agricultura e da Embrapa mostram que o Brasil tem mais de 5 milhões de empreendimentos rurais e quase 1 milhão de mulheres no comando das propriedades. A maioria está na região Nordeste com (57%) e a menor porcentagem fica no Centro-Oeste, que concentra apenas 6% de mulheres participantes da gestão. Importante ressaltar que 43% dos 1,3 bilhões de pequenos agricultores no mundo são mulheres, segundo a Comissão sobre a Situação da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Andrea atribui o crescimento da participação feminina no setor a alguns fatores: globalização; mudança cultural que o Brasil vive atualmente; a pauta de inclusão de gênero cada vez mais presente e sendo cobrada na sociedade e a proliferação de grupos de mulheres pelo Brasil, fortalecendo o movimento feminino, dando suporte umas às outras, fornecendo capacitação e exigindo espaço no mercado.</p>
<p>Segundo o Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), em 2017, as mulheres do agro receberam cerca de 78,3% do que é pago aos homens dentro do setor. Sobre esse dado, a empresária comenta: “o salário de um gerente de um departamento não pode ser maior para um homem do que para uma mulher, se ambos os profissionais possuem capacitação para aquela função. Então não se trata só de lutar para que os postos de trabalho dentro das empresas sejam 50% homens e 50% mulheres, mas que além disso os salários também sejam de acordo com a função e capacitação dos profissionais, independente de gênero. Não adianta só querer falar bonito no dia das mulheres e pagar um salário 20% mais baixo para elas”.</p>
<p>Em 2014, pela primeira vez, uma mulher assumiu o comando do Ministério da Agricultura, a empresária e pecuarista, Katia Abreu. Atualmente, também temos uma mulher nesta posição de liderança, a engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina. A representatividade em grandes instituições é uma questão essencial para o avanço da pauta de equidade de gênero no agronegócio.</p>
<p>Andrea é um exemplo disso, ela relata que recebe mensagens diariamente de mulheres contando que querem ser como ela e perguntando o que precisam fazer para seguir seus passos e alcançar o sucesso na área. “Eu não imaginava o impacto que a minha voz poderia ter na vida de tantas mulheres. Depois que comecei a receber essas mensagens, percebi que todas nós somos influenciadoras, mesmo sem saber nós impactamos a vida de outras pessoas, por isso a representatividade é tão importante”, declara.</p>
<p>Em relação às expectativas para o futuro a empresária diz: “Quero chegar daqui 10 anos, olhar para trás e pensar “fiz parte desse movimento, passei por várias fases e acho que agora estamos em um caminho de pensar em outras pautas porque essa finalmente foi resolvida”. Espero que no futuro as pessoas entendam que a gente não quer disputar, nós queremos agregar, queremos caminhar junto”.</p>
<p><strong>Alguns dados sobre mulheres em posição de gestão no agro</strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10590" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg" alt="" width="1024" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-300x108.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-768x276.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10591" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg" alt="" width="1024" height="346" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-300x101.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><a href="https://mailchi.mp/8de295069c49/representatividade-feminina-no-agronegocio?e=ef66199b42" target="_blank" rel="noopener">Fonte: VERT</a></p>
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		<title>Especial Março &#8211; Feminismo &#8211; você sabe o que significa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 10:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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		<category><![CDATA[EQUILÍBRIO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>06/03/2019 Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja simpatizante do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens ou que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, ou então uma luta meramente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>06/03/2019<br />
Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja <strong>simpatizante</strong> do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens <strong>ou</strong> que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, <strong>ou</strong> então uma luta meramente para superar tabus e limites, enquanto utras pensam que é uma simples associação ao <strong>Machismo</strong>.</p>
<p>Mas você aí do outro lado da telinha, sabe explicar o que é Feminismo? Se não sabe, bem vindo ao time e não se sinta mal. Eu também não sabia&#8230;</p>
<p>Embora conheça a essência do movimento e desde criança eu me sentisse uma Mulher diferente de alguns padrões pré estabelecidos, eu nunca me via como feminista, aliás, eu refutava até quando algum colega sugeria tal associação. Eu só fui de fato entender o alcance do meu vínculo com o movimento há poucos dias atrás e acredite se quiser, de uma maneira espontânea e singular, e é isso que quero te contar agora.</p>
<p>Nessa última quinta, 27, último dia de fevereiro, cheguei em casa com meu marido após um longo dia de trabalho e como sempre fazemos, fomos nos inteirar de como foi o dia dos nossos filhos &#8211; temos um casal &#8211; e coincidentemente os 2 estavam reunidos conversando. Depois que ambos nos contaram das novidades do dia, eu comentei com eles sobre o convite que havia recebido para participar de uma programa de telejornal no dia 08 de março que terá uma programação diferenciada com destaque para a participação da Mulher do Agro.</p>
<p><strong>E foi exatamente nesse momento que a &#8220;coisa&#8221;toda aconteceu&#8230;</strong></p>
<p>Justamente quando eles, meus filhos me parabenizaram e elogiaram esse momento de reconhecimento profissional e destacaram os ideais feministas ao movimento de Valorização das Mulheres do Agro, foi nessa hora, antes mesmo de agradece-los pelos comentários tão gentis, que eu neguei automática e veementemente qualquer vínculo feminista em mim!</p>
<p>E mais, imediatamente ambos ao mesmo tempo falaram: <strong>&#8220;Mas mãe, você é Feminista Sim&#8221;</strong> e complementaram cada um ao seu tempo: &#8220;<strong> Você não pode nunca dizer que não é!!!!</strong> E acreditem,  os dois me deram uma verdadeira aula sobre Feminismo.</p>
<p>Juntos e empolgados, <strong>Thalita e Marcos Vinicius</strong> do alto de sua juventude explicaram à uma mulher com mais de 40 anos, formada em direito, pós graduanda da ESALQ,  que viaja sozinha Brasil e mundo afora, que incentiva, profissionaliza, motiva e trabalha para valorizar suas pares, dissemina práticas de Sororidade, o que eu nunca havia percebido.</p>
<p>Naquele exato <strong>momento mágico</strong> quando não tinha mais argumentos plausíveis, e em meio a muitas risadas do meu marido que assistia a tudo de camarote, eu me vi e pela primeira vez me senti feminista. E desse dia até agora, eu não consigo entender o porquê dessa epifania (ficha caindo) ter demorado tanto a acontecer.</p>
<p>Ainda meio zonza, busquei em dicionários definições para o termo e quase cai pra trás quando li quase incrédula alguns conceitos e esse aqui foi o que mais me impactou:</p>
<blockquote><p>Doutrina que preconiza o aprimoramento e a <strong>ampliação do papel</strong> e dos <strong>direitos</strong> das Mulheres na sociedade.</p></blockquote>
<p><strong>Essa era eu</strong>, isso me definia e preenchia o vazio de muitas perguntas sobre meu lado questionador (tão criticado por alguns) e insatisfeita frente as diferenças e desigualdades mundo afora.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong> desde criança, um serzinho que não se limitava às opções oferecidas para as mulheres, que não se contentava apenas com as conversas com pessoas da minha idade ou do meu gênero. Essa era a que queria escutar e vivenciar as diferenças nas conversas adultas de mulheres e de homens.</p>
<p><strong>Essa era a Andrea</strong> que não entendia porque em algumas casas as mulheres simplesmente, mesmo querendo, não &#8220;podiam&#8221;trabalhar, que precisavam abrir mão de sonhos e projetos pelo bem da família e abdicar de seu profissional.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, que desacreditava do argumento sobre a incapacidade da Mulher e questionava a todos qual a causa da limitação do papel da mulher a  uma condição inferior.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, a que queria saber porquê não existia mulher papa,  ou porque não eram comuns mulheres  em cargos de comandos em corporações bem sucedidas, ou então astronautas, políticas renomadas, pilotas de corrida, físicas, químicas ou pensadoras premiadas com Nobel.</p>
<p>E em meio a tantos questionamentos eu não consegui responder a mim mesma em qual ponto eu me perdi nos conceitos. Em qual momento eu passei a associar o Feminismo a algo feio, ou a algo radical,  extremista, com fala agressiva e de impacto?</p>
<p>Essa pergunta é difícil de eu responder,  eu não consigo responder até porque eu sempre acreditei que poderíamos buscar equivalências e conquistar com naturalidade nosso espaço no mundo, mudando conceitos em nós mesmas, através do conhecimento, da prática da não limitação, da não violência, acreditava que a valorização pelo Conhecimento transforma a Mulher de dentro pra fora e esse processo transforma lares, vidas, comunidades.</p>
<p>Mas a verdade é que em algum momento pós globalização, eu passei a associar o feminismo com o que hoje intitulam de <strong>femismo</strong>, uma ideologia que defende a superioridade do gênero feminino.</p>
<p>Mesmo em alguns momentos sabendo que é preciso se posicionar, continuo não acreditando que a busca é por SER MAIS ou SER MELHOR que o homem, pelo contrário, a busca é pelo  complemento, pelo equilíbrio, pelo respeito aos nossos direitos e também pelas nossas Diferenças.</p>
<blockquote><p><strong>Acredito acima de tudo que unidos geramos mais, e aí sim, Homens e Mulheres, somos mais! Mais humanos, mais felizes e realizados.</strong></p></blockquote>
<p>Espero que assim como aconteceu comigo, nesse mês de março você se descubra do jeitinho que é:.Homem, Mulher ou seja qual gênero tiver, desejo que seja feliz e lute por seus ideais, mas que não deixe de exercitar o respeito pelos pensamentos opostos aos seus.</p>
<p><strong>Às Mulheres do Agro</strong> meu incondicional apoio! Motive-se, permita-se ser uma profissional melhor a cada dia. Valorize-se, invista em você, em sua equipe, invista em conhecimento, em práticas que agreguem não somente a você, mas à sua comunidade e conte sempre comigo!</p>
<p><strong>Aos homens do Agro</strong>, meu especial respeito por se permitirem compartilhar seu dia a dia com profissionais competentes. Nos últimos 4 anos o campo está mais conectado e aberto. Invistam em temas como <strong>Inclusão, Sucessão e Gestão</strong>. Aos executivos, gestores e recrutadores, lanço um desafio: Olhem para cada profissional mulher que entrevistarem ou contratarem com um viés de valorização e respeito por cada etapa que essa profissional conquistou até chegar ali. Tenha certeza que ela precisou superar limitações e muitos foram os desafios para estar sentada ali à sua frente, e só pelo fato de já estar ali, é uma vencedora nata e portanto saberá vestir a camisa da companhia com especial dedicação. Em condições curriculares e avaliações semelhantes, não exitem em contratar uma profissional mulher.</p>
<p>Um forte abraço!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 13:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[19-de-novembro]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino incentiva e valoriza mulheres em todo o mundo As mulheres sempre estiveram em busca de ter mais espaço no mercado de trabalho. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Sebrae, mais de 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, sendo que 44% delas iniciaram seus negócios por necessidade. Atualmente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino incentiva e valoriza mulheres em todo o mundo</h1>
<p>As mulheres sempre estiveram em busca de ter mais espaço no mercado de trabalho. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Sebrae, mais de 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, sendo que 44% delas iniciaram seus negócios por necessidade. Atualmente, 34% das empresas abertas e 48% dos microempreendedores individuais (MEI) existentes no país são delas.</p>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 19 de novembro, é comemorado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. A data, que foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem o objetivo de incentivar e valorizar a entrada das mulheres no mundo dos negócios, estimulando a abertura de novas empresas, impulsionando o crescimento econômico e mudando a realidade de muitas mulheres em diversas regiões do planeta.</p>
<p>A presença feminina já é uma realidade em espaços que antes eram negados, mas apesar das mulheres estarem presentes em diversos setores, ainda há um longo caminho a ser percorrido, é o que afirma Pâmela Basso, empreendedora e especialista em Negócios Digitais. “Historicamente, as mulheres sempre empreenderam por necessidade em áreas ditas femininas e, hoje, todas as áreas são femininas, não existe mais esta divisão”, afirma.</p>
<p>Segundo a especialista, as mulheres são empreendedoras natas porque sempre buscam soluções para os problemas, além de serem muito intuitivas e inovadoras. “Vemos um avanço em mercados ‘masculinos’, como o financeiro, fintechs, tecnologia (20% são mulheres neste mercado) e muitos outros. Quando vemos mulheres como a Luiza Trajano, do Magazine Luiza, por exemplo, vemos como elas podem ser protagonistas da sua história e que empreendem, com suas características e vocações, e trazem com isso um grande poder de representatividade”, ressalta Pâmela.</p>
<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ainda recebem 20,5% menos que os homens e dedicam oito horas a mais nos afazeres da casa, mesmo tendo um nível maior de escolaridade. Se ampliarmos a análise ainda por cor ou raça, observa-se que é feito mais por mulheres negras (39,6%) e pardas (39,3%), do que por brancas (33,5%). “Somente este número já representa fortemente um dos desafios enfrentados pelas mulheres na carreira. No país a jornada feminina é mais sobrecarregada que a dos homens, menos remunerada e pouco reconhecida”, explica a empreendedora.</p>
<p>Estudos de transformação social mostram que investir e educar as mulheres e meninas de um país traz um retorno mais alto para o desenvolvimento local do que qualquer outra forma de investimento, também conhecido como The Girl Effect. Uma vez que se faz necessário ampliar o acesso à educação em todos os níveis, quando falamos de educação empreendedora, a falta também se reflete no quesito de networking, uma vez que as mulheres têm uma probabilidade menor de conhecer pessoas que tenham aberto algum negócio. Transformando isso em dados, 42% dos homens são mais propícios a conhecerem alguém que tenha começado a empreender nos últimos dois anos, comparado com apenas 27% de mulheres.</p>
<p><a href="https://topview.com.br/self/dia-mundial-do-empreendedorismo-feminino-incentiva-e-valoriza-mulheres-em-todo-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>“Despertar a busca pela construção do seu próprio legado”</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/despertar-busca-pela-construcao-do-seu-proprio-legado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 13:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres que Inspiram – Especial Outubro Rosa Andrea Cordeiro mora em Curitiba (PR) e se define como “uma entusiasta do Agro”. Ela já atua no Agro há 24 anos, sendo 23 dentro de uma grande consultoria brasileira neste setor. Com experiência em vários segmentos, tornou-se uma profissional plural. Mãe e mulher de admiradores do universo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Mulheres que Inspiram – Especial Outubro Rosa</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9062 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-1024x576.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-300x169.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-768x432.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-1104x621.png 1104w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-366x205.png 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-534x300.png 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-165x92.png 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-249x140.png 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-232x130.png 232w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14-344x193.png 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/slide_14.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<blockquote><p>Andrea Cordeiro mora em Curitiba (PR) e se define como “uma entusiasta do Agro”. Ela já atua no Agro há 24 anos, sendo 23 dentro de uma grande consultoria brasileira neste setor. Com experiência em vários segmentos, tornou-se uma profissional plural.</p>
<p>Mãe e mulher de admiradores do universo Agro, também desenvolveu uma vida profissional intensa, viajando pelo Brasil desenvolvendo consultorias, realizando circuitos dinâmicos, palestras e mentorias, além de missões internacionais. Claro que toda esta atividade não seria viável sem o apoio incondicional da minha família.</p>
<p>Curiosa e argumentativa eu seus interesses, aprofunda-se em novos temas com facilidade, mas sua fascinação está em comercialização, hedge, guerra comercial e safras agrícolas. Mas, o que acontece em seu “universo paralelo”?</p></blockquote>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Da comercialização à fraternidade</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9065 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea-cordeiro-full2.jpg" alt="" width="553" height="732" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea-cordeiro-full2.jpg 553w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea-cordeiro-full2-227x300.jpg 227w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<p>Em uma primeira impressão podemos imaginar em Andrea a imagem de uma executiva objetiva e focada em seus interesses pessoais. Mas, basta aprofundar um pouco mais em seu perfil para visualizarmos Andrea atuando, em paralelo à sua expertise profissional, em áreas humanas e solidárias.</p>
<p>Neste “universo paralelo” ela carrega desde muito cedo a bandeira da “valorização da mulher do agro através da capacitação e conhecimento”, como define. Indo mais além, vamos descobrir Andrea dedicando-se às campanhas filantrópicas como a do “Lenços do Agro” e “Máscaras Solidárias do Agro”.</p>
<p>E ela pode ainda mais! Na área editorial é coautora do livro Mulheres do Agro, que traz “inspirações para vencer desafios dentro e fora da porteira”, segundo define, além de atuar como colunista do site “Missão Mulheres do Agro” (Agrishow Digital), e dos blogs “Por Dentro do Agro” (Strider) e “AgroInspiradoras” (Canal Rural).</p>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Compartilhando autoestima</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9063 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1-1024x1024.jpg" alt="" width="553" height="553" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/001-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<p>A Campanha Lenços do Agro é uma ação encabeçada por Andrea e que envolve muitas parcerias que, através da doação dos lenços, colabora na recuperação da autoestima de pacientes de câncer de mama em tratamento.</p>
<p>O câncer de mama é o segundo maior tipo de câncer registrado em mulheres no mundo inteiro. Devido a essa proporção, a doença tem o mês de outubro destinado às campanhas para a conscientização do câncer de mama e de colo de útero, o conhecido Outubro Rosa.</p>
<p>Durante as diversas etapas de tratamento de uma paciente ela se depara com dificuldades materiais e emocionais que se intensificam no início do processo de quimioterapia. Muitas pacientes entram nessa fase do tratamento, após um processo cirúrgico invasivo e, durante a fase de quimioterapia, quando os cabelos caem, a incidência de quadros depressivos aumenta.</p>
<p>É nesse momento que o Lenço, que será doado, fará toda a diferença na vida daquela paciente. Os lenços serão recebidos pelos parceiros que colaboraram com o processo de seleção e higienização do material.</p>
<p>Parte das doações será destinada a centros escolhidos no estado do parceiro e parte será remetida à Curitiba para processo de envio a centros de outros estados com menor número de parceiros.</p>
<p>Esta campanha está em plena atuação nesta data e, em 2020, ela ainda ficará ativa até 15 de novembro, eles arrecadarão os lenços para serem doados à pacientes em tratamento de câncer em diversos centros de tratamento.</p>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Disseminando proteção</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9066 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mascaras-solidarias-do-agro-3.jpg" alt="" width="553" height="553" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mascaras-solidarias-do-agro-3.jpg 847w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mascaras-solidarias-do-agro-3-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mascaras-solidarias-do-agro-3-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mascaras-solidarias-do-agro-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<p>Claro que toda esta atividade não poderia ficar ao largo destes tempos de pandemia. Disso surgiu a Campanha Máscaras Solidárias do Agro, que tem como objetivo produzir o maior número de máscaras para serem distribuídas de forma gratuita junto às comunidades rurais e centros urbanos.</p>
<p>Mas, a grande sacada deste projeto é que ele alia o bem ao bem. Andrea Cordeiro desenvolveu uma parceria a Oficina das Meninas, uma ONG que assiste 90 meninas que precisam de proteção. A entidade atua na região de Araraquara e é presidida por Anna Paula Nunes.</p>
<p>Esta ação em particular conta também com o importante apoio da Rede UMA, polo produtivo pelas Mulheres do Agro liderado pelas irmãs Adriane Steinmetz e Cristiane Steinmetz .</p>
<p>Nessa campanha você apoia duas importantes causas de uma vez: Ajuda na distribuição de máscaras à população e, também, apoia a causa da não violência, contribuindo com 90 crianças em situação de vulnerabilidade.</p>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Em nome da inocência</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9067 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oagropoelas01.jpg" alt="" width="553" height="553" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oagropoelas01.jpg 847w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oagropoelas01-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oagropoelas01-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oagropoelas01-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<p>E, aqui, toda esta lógica de não violência e proteção da vulnerabilidade faz muito sentido nas ações de Andrea Cordeiro. Foi articulado um grupo representado por Mulheres do Agro que encabeçou uma campanha para reforçar o já existente Maio Laranja.</p>
<p>Surgiu a #oagroporelas, uma hashtag que tem o intuito de fortalecer e aumentar o alcance, incentivando as pessoas a não se calarem e denunciarem qualquer tipo de abuso sexual presenciado contra crianças e adolescentes.</p>
<p>Ticiane Figueirêdo, Sarita Rodas, Mariely Biff, Lilian Munhoz, Noelle Foletto, Alessandra Decicino, Andréa Cordeiro, Sônia Bonato e Roberta Páffaro deram o pontapé inicial nesta campanha.</p>
<p>Cada uma delas gravou e postou em suas redes sociais um vídeo falando sobre a importância de denunciar casos de abuso e, agora, convidam as mulheres de todo o país a também gravarem seus vídeos para aumentar essa corrente pela conscientização. Os homens também podem participar.</p>
<p>E elas deixam um convite a todas e todos que quiserem aumentar e fortalecer esta campanha pelas nossas crianças do Brasil: Gravem seus vídeos e utilizem a #oagroporelas. Em caso de denúncia, disque 100.</p>
<hr />
<h2 style="text-align: center;">Pela construção de legados próprios</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9071 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/capa-livro.jpg" alt="" width="553" height="538" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/capa-livro.jpg 757w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/capa-livro-300x292.jpg 300w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>
<p>E foi assim que, ao lado de Mariely Biff, Roberta Paffaro e Ticiane Figueirêdo que Andrea Cordeiro chegou à publicação do livro Mulheres do Agro, que se propõe a contar a história de 50 mulheres que circulam dentro e fora da porteira. “Foi uma forma que encontramos de inspirar milhares de profissionais”, diz com tranquilidade.</p>
<p>“Estas histórias são exemplos que inspiram pela força, liderança, resiliência e vontade em fazer a diferença no mundo”, diz Andrea. E conclui: “A importância desse projeto é despertar potenciais e proporcionar as leitoras um processo de busca pela construção de seus próprios legados”.</p>
<hr />
<h2>Mensagem para as Mulheres do Agro</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-9064 " src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea.jpeg" alt="" width="280" height="420" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea.jpeg 500w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/10/andrea-200x300.jpeg 200w" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" /></p>
<blockquote><p>“O que busco é unir mulheres com interesse em aprender e somar experiências, aperfeiçoar conhecimentos, ganhar expertise. Meu interesse é não só em aperfeiçoar, bem como em dividir este conhecimento com outras mulheres. Quero d<em>espertar a busca pela construção do seu próprio legado</em><em>”.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta história foi publicada originalmente no portal UMAporTODAS.<br />
Fonte: <a href="https://umaportodas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Portal UMAporTODAS.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>15/10 – Dia Internacional das Mulheres Rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 18:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério dos Direitos Humanos (MDH) celebra nesta segunda-feira (15), o Dia Internacional das Mulheres Rurais. Na data o mundo reforça a luta desse segmento. No Brasil, são aproximadamente 14 milhões de mulheres que buscam atenção especial no quesito segurança, saúde, água e terra, entre outras questões. A temática é tão sensível que a Organização das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class=" ">Ministério dos Direitos Humanos (MDH) celebra nesta segunda-feira (15), o Dia Internacional das Mulheres Rurais. Na data o mundo reforça a luta desse segmento. No Brasil, são aproximadamente 14 milhões de mulheres que buscam atenção especial no quesito segurança, saúde, água e terra, entre outras questões. A temática é tão sensível que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou que 2018 é o Ano da Mulher Rural.</p>
<p class=" ">A data foi instituída pela ONU em 1995, com a proposta de elevar a consciência mundial sobre o papel da mulher do campo. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), as mulheres constituem 40% da mão de obra agrícola nos países em desenvolvimento.</p>
<p class=" ">As mulheres rurais brasileiras contam com crédito especial por meio do PRONAF Mulher. O Brasil conta ainda com o Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar Mulheres Rurais, que visa o reconhecimento e empoderamento das mulheres garantindo a elas autonomia, processamento e comercialização da produção, além de fortalecer e fomentar as atividades produtivas. O selo reconhece o papel das mulheres na soberania alimentar e promove o protagonismo no desenvolvimento sustentável, dando visibilidade ao papel feminino como agente econômico e sujeito político.</p>
<p class=" ">No âmbito do MDH, o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, ressalta que as mulheres rurais podem contar com o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher e com as unidades móveis de atendimento à mulher, por exemplo. “A Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres do Ministério dos Direitos Humanos também está trabalhando para defender emendas ao orçamento anual, a fim de apoiar essas mulheres com a construção de Casas da Mulher Brasileira no interior do país”, afirmou.</p>
<p class=" ">As questões que impactam as mulheres rurais foram o foco da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres deste ano e a SNPM participou ativamente. “Durante a conferência, o Brasil conseguiu pautar a questão da diversidade das mulheres rurais, incluindo as indígenas e afrodescendentes que vivem no campo, assim como a necessidade de prevenção e enfrentamento ao HIV no meio rural”, ressaltou a secretária nacional de Políticas para Mulheres, Andreza Colatto.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2018/outubro/15-10-2013-dia-internacional-das-mulheres-rurais" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>Bate papo com Malu Nachreiner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 18:19:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Eu nunca me perguntei se conseguiria. Eu me perguntei se eu queria” Essa fala de Malu Nachreiner marcou o bate papo que a Bayer promoveu dia 10 de setembro. Durante uma hora, a líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil interagiu com colaboradores, produtoras rurais e influenciadoras do agro e foram abordados entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Eu nunca me perguntei se conseguiria. Eu me perguntei se eu queria”</p>
<p>Essa fala de Malu Nachreiner marcou o bate papo que a Bayer promoveu dia 10 de setembro.<br />
Durante uma hora, a líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil interagiu com colaboradores, produtoras rurais e influenciadoras do agro e foram abordados entre vários temas, desde a Importância do Papel e o Protagonismo da Mulher do agro de dentro e fora da porteira. Não ficaram de fora temas como sororidade, meritocracia, diversidade e capacidade e a trajetória profissional da líder da multinacional também.</p>
<p>Na sexta feira, a revista Veja publicou uma matéria coma executiva na qual ela falou sobre a capacitação da mulher e do agro e você pode conferir no link abaixo a entrevista completa.</p>
<p><a href="https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/h%C3%A1-mulheres-capacitadas-no-agro-diz-presidente-da-bayer/ar-BB18XUj6?ocid=msedgdhp" target="_blank" rel="noopener">Link da matéria</a></p>

<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>
<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU02-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>
<a href='https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="344" height="193" src="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-344x193.jpg" class="attachment-vlog-lay-e-full size-vlog-lay-e-full" alt="" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-768x428.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MALU03-232x130.jpg 232w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a>

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		<title>O que são e para que servem as entidades de classe rurais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 12:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá. Me chamo Camila S. Susin, tenho 37 anos e sou agricultora realizada na profissão. Com o passar do tempo e o envolvimento cada vez maior com o meio rural, senti a necessidade de estar entre os meus. Participar de atividades do setor além da porteira, onde houvesse o compartilhamento de informações, idéias e ideais. Assim sendo, quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-8374" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-11.20.56-182x300.jpeg" alt="" width="182" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-11.20.56-182x300.jpeg 182w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-11.20.56-768x1265.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-11.20.56-622x1024.jpeg 622w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-09-at-11.20.56.jpeg 777w" sizes="(max-width: 182px) 100vw, 182px" />Olá. Me chamo Camila S. Susin, tenho 37 anos e sou agricultora realizada na profissão. Com o passar do tempo e o envolvimento cada vez maior com o meio rural, senti a necessidade de estar entre os meus. Participar de atividades do setor além da porteira, onde houvesse o compartilhamento de informações, idéias e ideais.</p>
<p>Assim sendo, quando nos dispomos a estar em contato com pessoas, surgem as oportunidades.</p>
<p>Fui convidada para integrar o grupo Farsul Jovem, e ingressei nele através da Regional 6, que é composta das seguintes cidades e suas respectivas regiões: Arvorezinha, Carazinho (nossa cidade sede), Colorado, Erechim, Espumoso, Fontoura Xavier, Getúlio Vargas, Marau, Não-Me-Toque (importante centro do agronegócio do estado e sede da nacionalmente importante feira EXPODIRETO), Nonoai, Paim Filho, Passo Fundo (cidade onde resido), Salto do Jacuí, Sananduva, Sâo José do Ouro, Sertão, Soledade, Tapejara, e Tapera.</p>
<p><strong>Mas o que são e para que servem entidades como a Farsul e seus demais segmentos?</strong><br />
Neste momento, quanto debatemos reformas tributárias federais, e no caso do Rio Grande do Sul, também a reforma tributária estadual, esta questão se faz pertinente e de vital importância.<br />
A Farsul, ou Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, surgiu da visão de que uma organização forte, através da qual fosse possível representar e defender os interesses e objetivos da classe rural era, e continua sendo, demandada. A entidade hoje é formada por 138 sindicatos rurais subdivididos em 13 regionais, que levam aos mais variados setores brasileiros, as necessidades e ideais do setor primário.</p>
<p>Juntos os agricultores se fazem mais fortes, como pode ser observado na videoconferência realizada no dia 21 de agosto, que contou com representantes da Farsul e mais de 20 deputados<br />
estaduais, afim de expor e debater as conseqüências do aumento da tributação ao setor, proposto pelo governo estadual. Conseqüências essas que se refletem diretamente na qualidade<br />
de vida e bem estar da sociedade, pois sendo os municípios nos quais a economia é baseada na agricultura os de mais alto IDH, prejudicar a agricultura, é prejudicar a sociedade.</p>
<p>Além de representar os agricultores, perante outros órgãos e organizações, o Sistema Farsul conta com o SENAR – RS, que ligado também ao SENAR, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, promove ações que visam a promoção social do homem do campo, através da criação e promoção de meios de capacitação como ensino médio e superior, assistência técnica e gerencial, tanto presenciais quanto a distância, antevendo as circunstâncias momentâneas nas quais estamos vivendo e facilitando o assessoramento nas mais diversas localidades componentes. Tendência que ao que tudo indica, veio para ficar.</p>
<p>Assim sendo, constata-se a relevância dessas instituições, organizadas e com propósitos firmes de fomentar a evolução e aprimoramento do setor agrícola, tendo como conseqüência a melhora<br />
gradual das condições da sociedade brasileira como um todo, pois a agricultura forte e competitiva vem se provando a cada crise, a oportunidade do Brasil com sua enorme capacidade exportadora, de crescer e se estabelecer com cada vez mais competência, entre os grandes players da agricultura mundial.</p>
<p>Gostaria de deixar aqui marcado, o meu incentivo as famílias produtoras e demais integrantes dessa cadeia. A nossa participação se faz cada vez mais relevante. Procure as instituições agrícolas das suas cidades, participe, se envolva. Pois elas estão lá para servi-los e levar tuas experiências além, e tuas necessidades aos lugares onde se faz possível resolvê-los.</p>
<p>Por <strong>Camila Susin</strong>.</p>
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