<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos trump - Missão Mulheres do Agro</title>
	<atom:link href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/tag/trump/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/tag/trump/</link>
	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Nov 2020 19:43:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.7</generator>
	<item>
		<title>Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/eleicoes-nos-estados-unidos-rainhas-do-agro/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/eleicoes-nos-estados-unidos-rainhas-do-agro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[biden]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[eleicoes]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[rainhas-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=9255</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio. Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/eleicoes-nos-estados-unidos-rainhas-do-agro/">Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio.</p>
<p>Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um jogo de pôquer, engrossou o tom da briga com a China acreditando que ali seria mais uma disputa fácil, só que acabou percebendo que suas ameaças não surtiam efeito, pelo contrário, e que suas falas passaram a não produzir mais os mesmos efeitos &#8220;altistas&#8221; nos mercados financeiros.</p>
<p>A China quietinha, mas reagente, comprou a briga que por sinal se arrasta até os dias de hoje, mesmo com as recentes compras de soja.</p>
<p>Aqui, novamente, reforço minha análise sobre demanda. Quem me acompanha nas redes sociais sabe que, desde o início do ano, venho falando que China compraria tudo que poderia comprar do Brasil, uma vez que Argentina era carta fora do baralho, pela questão tributária e política, e que os chineses precisariam ir em algum momento comprar soja nos EUA justamente para fazer a ponte de transição até a entrada da safra nova brasileira em fevereiro, afinal a comercialização da soja brasileira da safra de 2020 está beirando a totalidade com alguns compromissos de tradings inclusive sendo repactuados para poder abastecer o mercado interno.<br />
Em meio às tensões da guerra comercial, Trump não deixou de receber apoio de sua base a até conseguiu surfar na onda da aceleração da economia, decorrência direta da tributação imposta à China.</p>
<p>Vários programas de incentivo aos produtores rurais foram disponibilizados para ajudá-los a minimizar os prejuízos pela falta de demanda chinesa e por problemas climáticos. E essas ações conferem a fidelidade da sua base eleitoral.</p>
<p>No entanto, o que infelizmente ninguém contava, é que uma pandemia varresse os números da economia mundial e dirigisse os EUA para uma zona de recessão. Não fosse a pandemia, Trump possivelmente estaria reeleito.</p>
<p>Assim como ocorreu em 2016, Trump hoje se depara com um crescimento de votos do candidato da oposição e isso pode ser determinante para adotar a estratégia do tudo ou nada.</p>
<p>E nesse caminho fica cada vez mais fácil perceber que adotar medidas estratégicas para reacender o discurso nacionalista da população pode ser uma saída para definir as eleições.</p>
<p>Nada mais factível nesse momento que voltarem os discursos sobre empresas norte-americanas que voltarem aos EUA, as ameaças de indenização por conta da covid-19, as falas sobre os EUA não terem nada a perder com a China. Em paralelo as sucessivas e provocativas manobras militares ao sul do mar da China.</p>
<p>Não há dúvidas que faltando aproximadamente 45 dias Trump usará TODAS as armas que puder para não entrar, a exemplo de seu colega republicano George Bush pai, para a história política do país como o presidente republicano não reeleito. Todos os últimos e presidentes se reelegeram. Barack Obama, George W. Bush Filho e Bill Clinton.</p>
<p>E, se assim acontecer e os EUA decidirem engrossar com China, as tratativas para o acordo comercial das fases 2 e 3 podem ser abortadas e o acordo comercial da fase 1 irá por terra abaixo. Isso em um primeiro momento aumentaria ainda mais a competitividade do agro brasileiro. Mais exportação de carnes ainda em 2020 e 2021 e soja para 2022, razão pela qual o Brasil estará atento à disputa eleitoral.</p>
<p>Mas nem tudo são flores, e precisamos ser cautelosos pois há muitos interesses em jogo. A política de Trump favorece um dólar mais valorizado, o que melhora a performance exportadora do Brasil, no entanto, em seu segundo mandato, Trump poderia pressionar ainda mais o Brasil para garantir quedas tarifárias como no caso do etanol, sem dar nenhuma ou quase nada de contrapartida, como no caso do açúcar. Além disso, pode influenciar a tomada de decisão brasileira sobre a tecnologia 5G. No caso de Biden vencer, a relação entre EUA e Brasil poderia em um primeiro momento ficar distante. Embora os países tenham uma história de parceria, circularam algumas declarações sobre o posicionamento do presidente Bolsonaro a respeito das eleições. Embora o Brasil não deva &#8220;interferir&#8221; no processo de eleição, em um país com ideais e pilares democráticos, é visível ao mundo inteiro a aproximação entre seus presidentes. No entanto, com a política de Biden mais multilateralista, o Brasil poderia ser beneficiado com uma maior circulação de dinheiro em países emergente e possivelmente prejudicado na competitividade junto ao mercado chinês. A aposta do mercado é que China teria condições mais equilibradas de debater termos do acordo entre os dois países já nos primeiros 3 a 6 meses de governo.</p>
<p>Em meu próximo texto, em dezembro, as eleições já estarão definidas e a partir daí do candidato eleito, analisaremos melhor quais são as possibilidades, oportunidades e desafios para o agro brasileiro.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><strong>Andrea Cordeiro</strong><br />
<em>Empresária formada em Direito e pós-graduanda em Agronegócios pela ESALQ/US. Consultora em Commodities Agrícolas com expertise em comercialização e hedge. Colunista independente em mídias agro. Agro-influenciadora. Integrante da Liga do Agro.</em></p>
<p>Fonte: Revista Rainhas do Agro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/eleicoes-nos-estados-unidos-rainhas-do-agro/">Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/eleicoes-nos-estados-unidos-rainhas-do-agro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim Especial: Agro brasileiro &#038; eleições nos EUA</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agro-brasileiro-eleicoes-nos-eua/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agro-brasileiro-eleicoes-nos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 14:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[biden]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[california]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[eleicoes]]></category>
		<category><![CDATA[eleicoes-2020]]></category>
		<category><![CDATA[eleicoes-eua]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[nova-york]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=9111</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Andrea Cordeiro Estamos quase reta final das eleições dos EUA e pela relevância deste processo para o mundo todo, eu quero fazer com vocês uma rápida leitura do quadro que temos para as próximas eleições. Desde o início, as pesquisas mostram que Biden lidera os trabalhos. Nas pesquisas realizadas logo após o primeiro debate [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agro-brasileiro-eleicoes-nos-eua/">Boletim Especial: Agro brasileiro &#038; eleições nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por Andrea Cordeiro</h3>
<p>Estamos quase reta final das eleições dos EUA e pela relevância deste processo para o mundo todo, eu quero fazer com vocês uma rápida leitura do quadro que temos para as próximas eleições.</p>
<p>Desde o início, as pesquisas mostram que Biden lidera os trabalhos. Nas pesquisas realizadas logo após o primeiro debate a diferença entre ele e Trump, inclusive aumentou bastante chegando a bater entre 8 a 12 pp e agora na reta final, esta diferença está encurtando. Nas pesquisas dos últimos dias, Trump está atrás entre 4 a 6 pp, acelerando na recuperação. E o clima de incerteza toma os mercados mundo afora.</p>
<p>Enquanto Biden tem votos de latinos, mulheres, cidadãos de grandes centros como os da Califórnia, Nova York, Trump conta com o apoio de eleitores conservadores, a típica família tradicional do interior do país e conta com o apoio de grande parte do agro, dentro e fora da porteira.</p>
<p>Se em anos anteriores os norte-americanos não iam as urnas, o voto lá não é obrigatório, este ano os eleitores estão votando em peso. Até ontem dia 28 aproximadamente 73 milhões de cidadãos já haviam votado, presencialmente ou por correio. Os partidos vêm fazendo um chamamento a nação para que votem.</p>
<p>Aqui vale a ressalva para um possível atraso na divulgação dos resultados frente a aumento dos casos de coronavirus. Este atraso pode render especulações nos mercados. Além disso, caso Biden ganhe, um possível não reconhecimento de Trump seria bombástico. Ele que já alertouinclusive diversas vezes que se perder nas urnas é porque o sistema foi fraudulento. E se isso acontecer será péssimo para o país.</p>
<p>E de certa maneira e frente a essas possibilidades é que alguns ajustes de posições vêm sendo promovidos por grandes fundos, investidores e especuladores nestes últimos pregões de mercado financeiro, lá fora e no Brasil, ainda mais porque segunda feira, é feriado aqui o que tornará ainda mais exposto o mercado.</p>
<p>Caso isto aconteça, será a primeira vez na história do país que algo assim aconteceria e isso não passaria em branco no mercado financeiro.</p>
<p>Como já antecipei em outros textos que fiz pra o Noticias Agrícolas e Missão Mulheres do Agro e nos vídeos em meu canal do Youtube, era fato que a campanha esquentaria e que novos temas viessem à tona. Mas como a China vem comprando bastante soja e milho dos EUA, a estratégia para atrair votos acabou caminhando para questões da vida pessoal de Biden e não teve relação com o coronavirus, o que poderia estressar mais ainda as relações comerciais entre os dois países.</p>
<p>Eu percebi que quando eu subi estas matérias, algumas pessoas vieram me perguntar o motivo de eu trazer este tema Eleições dos EUA, para um universo agro no Brasil.</p>
<p>Primeiro de tudo, a gente não pode esquecer que foi durante estes anos de governo TRUMP que o Brasil se consolidou como grande produtor e exportador de alimentos. Nós aqui fomos grandemente influenciados pela condução de uma política extremamente nacionalista de Trump. Lembram do lema da campanha de Trump? Faça a América grande novamente? Pois é, o discurso de campanha saiu dos palcos de campanha e desembarcou no governo desde o início.</p>
<p>Trump Brigou com México que veio buscar milho no Brasil, lembram? Brigou com China que veio comprar alimentos do Brasil.</p>
<p>Uma China que foi impactada por um desabastecimento e umacrise inflacionaria devido a peste suína africana e teve que buscar diversos tipos de carnes e soja. Desde o início da guerra comercial lá em março de 2018, nosso grão vem sendo fortemente disputado pelas empresas chinesas frente a guerra comercial travada pelos 2 países.</p>
<div id="div-gpt-76758382" class="publicidade collapse-empty pg-ad render-end pg-lazyloaded" data-google-query-id="CLLj88Cs5uwCFd0FuQYduoIDTg">
<div id="google_ads_iframe_/3943097/noticiasagricolas_post_banner2/1_0__container__">Se Trump ganhar mesmo já havendo um acordo com China em andamento é certo que os EUA continuarão a pleitear que as diferenças comerciais diminuam ainda mais e vão querer costurar um rígido acordo de fase 2 e 3 o que abre espaço para momentos de estresse diplomático no estilo do que já vimos acontecer: Situações envolvendo acusações e ofensas via redes sociais.</div>
</div>
<p>De um segundo governo Trump podemos esperar também pressão em série para novas cotas para etanol e trigo, mas as chances de acordos comerciais bilaterais e apoio ao Brasil em outras negociações em nível mundial também seriam mais viáveis que em um governo Biden. Existe uma grande expectativa do governo brasileiro para a celebração de um acordo bilateral com os Estados Unidose, envolvendo aço, alumínio, açúcar e etanol.</p>
<p>Se Trump ganhar, para o Brasil será mais do mesmo toma lá, dá cá previsível se é que se pode dizer que algo no governo Trump seja previsível, mas pelo menos para alguns ele já é um parceiro conhecido.</p>
<p>No caso de a guerra comercial desandar ou estressar, torna-se imprevisível qual seria a postura de Trump já reeleito lidar com a competitividade do Brasil. De que foram ele reagiria. Se continuaria com o canal aberto ou engrossaria o tom de voz com o Brasil também.</p>
<p>Com Trump no poder podemos esperar também uma politica cambial mais agressiva. Trump quer sua moeda valorizada frente as demais, o que ajuda a dar competividade extra aos nossos bens exportáveis e como Brasil exporta produtos agrícolas fica fácil entender o quanto influencia. Certo que as importações ficam limitadas já que tudo se torna bem mais caro. E como o agro também importa insumos podemos presenciar num futuro certo desequilíbrio especialmente se os preços dos agrícolas sofram depreciação. Além de fertilizantes, químicos, temos toda uma gama de maquinários, peças, tecnologia importadas que são utilizadas no agro.</p>
<p>E agora no caso de Biden ganhar&#8230;</p>
<p>Certamente, de imediato podemos esperar um resfriamento imediato nas relações diplomáticas entre os 2 países, afinal é evidente o apoio do atual governo a Trump, e por isso mesmo passaríamos a ter que nos relacionarmos com um governo oposto. Isso em um primeiro momento pode gerar desconforto e até atrapalhar a visibilidade do Brasil em alguma negociação, mas o que a gente não pode desconsiderar é que existe um laço fortede amizade entre os dois países. São países parceiros e as diferenças tenderão a se ajustar.</p>
<p>Vale lembrar também que o Brasil terá eleições adiante e isso será um outro processo a entrar na equação, mas se Biden ganhar, a expectativa de afrouxamento na política cambial é alta, e aí teríamos que trabalhar pensando em um cenário com dólar mais enfraquecido por questões internacionais, porém não se pode ignorar o viés político e os fundamentos econômicos brasileiros.</p>
<p>Como os governos democratas, caso de Biden, são multilateralistas, é provável que se ele for o vencedor, uma retomada de acordos internacionais envolvendo múltiplos países seja restabelecida. Governos democratas costumam seguir uma linha rumo ao equilíbrio comercial num contexto mais macro. Com Biden eleito, o dinheiro de investidores teria maior possibilidade de circular e com isso voltar para países emergentes como Brasil, e isso dependendo do nosso cenário, arrefeceria a cotação do dólar aqui. Bom, pelo menos esta é a linha de entendimento de muitos analistas internacionais e isso certamente ajuda a fortalecer a economia nacional.</p>
<p>Algo que preocupa o mercado é a idade avançada do candidato: 77 anos o que faria dele, se eleito, o presidente mais velho a ganhar em um primeiro mandato. Antes dele, o mais velho foi o próprio Trump que tomou posse com 70 anos. A idade de Biden motiva questionamentos sobre a vulnerabilidade de seu governo caso algo o afaste da presidência e neste caso a dúvidas se voltam imediatamente àcapacidade de sua candidata a vice presidente, Kamala Harris, que seria a primeira presidente mulher a assumir a Casa Branca.</p>
<p>Bom, logo conheceremos o novo presidente dos Estados Unidos e até lá alguns ajustes nos mercados financeiros acontecerão.  Os candidatos aceleraram nesta fase final e a gente pode ver a campanha pegar fogo nesta retinha final. Vamos ficar de olho no dólar. Um ótimo feriado a todos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/272577-agro-brasileiro-e-eleicoes-nos-eua-por-andrea-cordeiro.html">Fonte</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agro-brasileiro-eleicoes-nos-eua/">Boletim Especial: Agro brasileiro &#038; eleições nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/agro-brasileiro-eleicoes-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como as eleições dos EUA podem influenciar no Agro do Brasil</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-as-eleicoes-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-as-eleicoes-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 11:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[barak-obama]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=7965</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural de seu governo com a de seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama. O ano foi [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-as-eleicoes-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil/">Como as eleições dos EUA podem influenciar no Agro do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural de seu governo com a de seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama.</h2>
<p>O ano foi 2016. Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos.</p>
<p>O discurso nacionalista repetidamente usado durante a campanha embalado ao lema “<strong>MAGA</strong>” &#8211; Make America Great Again – Faça a América Forte Novamente, tocou o coração e mexeu com brio dos norte-americanos republicanos que o elegeram.</p>
<p>O eleitor de Trump embora naquele momento não representasse a maioria no país, mostrou-se mais unido. Com maioria branca, quem votou nele nutria ideias conservadoras e clássicas sobre família, armamento e controle mais rígido em fronteira.</p>
<p>Trump não era político, mas se tornou. Cheio de autoconfiança, ele talvez não tenha sido preparado para enfrentar a comparação natural com seu antecessor. Esse foi o seu primeiro grande desafio ao suceder um dos mais carismáticos presidentes da história moderna norte americana, o democrata Barak Obama.</p>
<p>Com uma alma nata para os negócios, Trump construiu um novo conceito de comunicação ao fugir do protocolo convencional e adotar sua rede social com canal de diálogo junto aos seus cidadãos.</p>
<p>E ao perceber que como presidente o alcance de sua fala chegava mais longe, passou a governar um país sob os holofotes do mundo digital. Seus opositores o criticavam e seus eleitores se sentiam representados e o apoiavam e dentro do público clássico que o elegeu, o Agro circulava em peso.</p>
<p>Na representatividade por estado que pode ser observada na ilustração abaixo, fica claro notar que estados produtores e processadores de alimentos como soja, milho, trigo, sorgo, proteína animal foram decisivos para a vitória do republicano e pelo menos três desses estados Iowa, Ohio e Florida (produtores de grãos e frutas) definiram nos últimos momentos da campanha o resultado das eleições.</p>
<p>Eu poderia dizer que a passividade de muitos democratas definiu a eleição, mas na ausência deles, sigo defendendo que foi o agro quem elegeu Trump.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-7969 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/download.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Mas, como não existem fórmulas prontas e como nem sempre o final é feliz, é justamente seu público alvo, o agro quem mais sentido os efeitos das decisões estratégicas do governo durante os três anos e meio desse governo.</p>
<p>Na tentativa de criar o vínculo com a nação tão polarizada e de construir rapidamente uma ponte para um segundo mandato, foi através de um discurso nacionalista que Trump focou em práticas para incentivar a reconstrução econômica de uma pais e começou através de uma postura ativa confrontar vários países.</p>
<p>O<strong> excesso de confiança em suas estratégias</strong> e a busca pelo equilíbrio comercial com diversos países simultaneamente, levaram Trump a subestimar os efeitos de uma disputa pública e aberta com um país tão conservador quanto China.<strong> Trump escolheu um caminho de negociação acreditando que seria fácil alcançar seus objetivos e não foi.</strong></p>
<p>Ao adotar medidas protecionistas para aço e alumínio, o presidente norte americano abriu em março de 2018 uma ferida enorme e que sangra sem parar até os dias atuais e a partir daquele momento iniciou-se uma Guerra Comercial com China.</p>
<p>Estratégica, em meio ao discurso inflamado, imprevisível e crescente de Trump, China buscou alternativas e achou em outros países a disponibilidade de ofertas do que precisava. Começou antes mesmo do “início oficial da guerra” a se proteger no mercado internacional e garantindo que tinha armas para levar uma briga adiante, imediatamente revidou.</p>
<p><strong>Esse efeito estrategista e antecipado da China o Brasil percebeu à medida que mesmo em uma fase de colheita no Brasil, os prêmios se valorizavam num ritmo constante para então explodirem com o início da disputa.</strong></p>
<p>E foi devido a isso que Brasil e Argentina um mês antes do início da guerra começaram a registrar um fluxo crescente de negócios com a China e que foi acentuado tão logo a guerra foi declarada. Prova disso foi o Brasil ter batido recorde ao embarcar 12.3 milhões de toneladas de soja em maio de 2018, marca novamente superada em abril desse ano com a performance de 16.3 milhões de toneladas da oleaginosa.</p>
<p>A ferida, mesmo parecendo cicatrizada, ainda sangra. Os Estados Unidas que já deveriam estar em um momento de plena corrida eleitoral, precisam lidar com os efeitos limitantes de uma pandemia.</p>
<p>Trump sofre os feitos do vácuo da China como compradora de seus produtos. China compra dos EUA, mas não abandona o Brasil. E como se o tempo estivesse acabado, ele percebe que precisa agir para a disputa de seu segundo mandato.</p>
<p>Ele segue com a estratégia agressiva cobrando uma China mais atuando, mas sem deixar de atribuir o coronavirus como vírus chinês. Ele faz isso em um momento que os asiáticos se preparam para uma segunda onda, mas dão sinais de uma recuperação. China voltou as compras para reabastecer estoques de insumos com a retomada do rebanho suíno que foi impactado pela peste suína africana.</p>
<p>Certamente essa postura de Trump deve lhe assegurar votos. Seus eleitores de extrema direita cobram dele a mesma uma postura pré-eleitoral crítica e nacionalista, mas é fato que vários dos que votaram nele, mesmo dando o suporte as suas decisões, se questionam se ele como presidente tomou mesmo o melhor caminho na busca pelo reequilíbrio do déficit comercial com China.</p>
<p>Entre republicanos é unanime a concordância sobre a necessidade de equalizar a desproporção de transações comerciais e até mesmo democratas pensam nessa linha embora de forma menos agressiva.</p>
<p>Os Estados Unidos muito mais importam que exportam para a China e o déficit entre as transações crescente traz prejuízos ao país. No entanto o que não é mais unânime e que pode fazer a diferença é que em sua base eleitoral há questionamentos sobre a maneira com que Trump está negociando com os chineses.</p>
<p>Como consequência instantânea, a briga gerou desinteresse da China por alimentos e por isso mesmo, após tanto tempo do início da guerra, o agro norte americano se questiona pela visível perda de competitividade da sua carteira agro.</p>
<p>Estados Unidos deixaram de aproveitar oportunidades e só não tiveram um desempenho pior pois associações de produtores de estados como Iowa e Illinois foram ágeis ao buscar, através de missões internacionais, opções de países importadores enquanto o país ainda travava as primeiras disputas com China.</p>
<p><strong>Foi durante esse período que o Brasil se consolidou como maior exportador mundial de oleaginosa e conquistou também o título de maior produtor do grão. Vale relembrar que Brasil também foi beneficiado no milho quando favorecido pela desvalorização cambial passou a absorver demanda mexicana pelo cereal. Os desgastes sobre a construção do muro em toda a fronteira com o México motivaram o interesse das tradings daquele país para o mercado sul-americano.</strong></p>
<p>Outro <strong>mercado brasileiro favorecido</strong> pela guerra comercial foi o de <strong>carnes</strong>.</p>
<p>Em meio as disputas,<strong> o Brasil se consolidou como origem de qualidade para a demanda chinesa que necessitava de alternativas em um momento em que estava lidando com a propagação da peste suína africana</strong>. China que tinha o maior plantel de suínos viu em 2019 seus rebanhos reduzirem 50% devido a doença e teve que importar mais proteína animal.</p>
<p>De novembro de 2016 a fase atual, lá se foram 3 anos e 8 meses e muitos prejuízos ao mercado agro dos Estados Unidos e muitos milhões de dólares, através de incentivos socorreram um setor que beirou momentos de colapso.</p>
<p>De agora até as próximas eleições faltam poucos meses. E essa proximidade provoca questionamentos relevantes. Faltando tão pouco tempo para a intensificação da campanha eleitoral, e imaginando que Trump deseja ser lembrado pela história como um presidente que construiu um legado nacionalista para seu povo, qual caminho ele adotará?</p>
<p>O momento atual é delicado. Ele vivencia momentos de forte polarização entre seu povo e segue combatendo um mal que ainda não tem remédio. Resultado: uma conta cara de pagar. E isso nos faz voltar aos questionamentos de qual caminho Trump adotará? O mesmo de 2016?</p>
<p>E talvez seja justamente desse momento de fragilidade que Trump encontre caminhos para resgatar o nacionalismo de seu país, seja brigando por um maior equilíbrio comercial, seja cobrando dos chineses a “conta cara da pandemia” e se essa for sua escolha, estaria aí o início de mais uma nova fase da Guerra Comercial.</p>
<p>Numa queda de braço contra o tempo, ou Trump consegue da China o que precisa em um curtíssimo prazo e usa essa vitória como sua maior arma de campanha, ou não restam dúvidas que partirá para cima dos chineses com força total e em sendo essa a escolha, jogará o acordo da fase 1 no lixo.</p>
<p>O resultado dessa estratégia traria a base do seu eleitorado mais fiel, o agro, para decidir nas urnas justamente em um momento em que o país tiver colhido uma safra com área cheia. A diferença do resultado estaria na presença dos democratas nas urnas.</p>
<p><strong>E agora Trump? O que fazer? Qual estratégia você adotará?</strong></p>
<p><strong>As respostas ainda não temos. O que resta ao setor agro no Brasil é acompanhar bem atentamente quais serão os próximos passos dessa próxima eleição nos EUA. Polarização e disputas extras com China significarão novas oportunidades para o agro do Brasil. Talvez preços melhores ainda, novos mercados sendo abertos, mas certamente um agro brasileiro muito mais plural pelas possibilidades do que já tivemos aqui.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/como-eleies-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil" target="_blank" rel="noopener">Fonte &#8211; Agrishow Digital</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-as-eleicoes-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil/">Como as eleições dos EUA podem influenciar no Agro do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-as-eleicoes-dos-eua-podem-influenciar-no-agro-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guerra Comercial &#8211; Brasil pode importar Soja dos EUA?</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/guerra-comercial-brasil-pode-importar-soja-dos-eua/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/guerra-comercial-brasil-pode-importar-soja-dos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 20:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[expostação]]></category>
		<category><![CDATA[hedge]]></category>
		<category><![CDATA[minessota]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[taiwan]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=7533</guid>

					<description><![CDATA[<p>A primeira semana de junho inicia de forma bastante preocupante mundialmente. Esse primeiro pregão de junho trouxe à tona a escalada da tensão entre Estados Unidos e China que vive em meio a uma Guerra Comercial, embora exista sim um acordo fase 1 homologado, porém cheio de dúvidas, ataques e cutucões mútuos e vazio de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/guerra-comercial-brasil-pode-importar-soja-dos-eua/">Guerra Comercial &#8211; Brasil pode importar Soja dos EUA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira semana de junho inicia de forma bastante preocupante mundialmente. Esse primeiro pregão de junho trouxe à tona a escalada da tensão entre Estados Unidos e China que vive em meio a uma Guerra Comercial, embora exista sim um acordo fase 1 homologado, porém cheio de dúvidas, ataques e cutucões mútuos e vazio de demanda comercial.</p>
<blockquote><p>Enquanto China compra alimentos de origem norte americana a conta gotas, segue acompanhando ofertas, embarcando compras antigas e realizando novos volume do grão brasileiro. Só entre os dias 26 a 28 de maio foram pelo menos 14 navios comercializados.</p></blockquote>
<p>Nos ataques cruzados, temos operação com bombardeiros norte americanos em Mar da China, acusações a empresas chinesas e medidas para bani-las das bolsas dos EUA, declarações sobre coronavirus, OMS, Taiwan e China.</p>
<p>Na última sexta feira, 29, algumas pessoas me perguntaram qual era a minha análise sobre a sobre o discurso inflamado de Trump sobre OMS e medidas restritivas com China? Algumas ainda insistiram se eu não achava que era positivo que mesmo após tantas ameaças, o presidente dos EUA não tenha rompido com China&#8230;</p>
<p>A essas perguntas eu respondi que Estados Unidos estavam seguindo um caminho que em curto prazo poderia não ter volta.</p>
<p>Durante o final de semana eu conversei com vários profissionais de mercado e de diversos segmentos e todos se mostraram muito preocupados. A razão era em grande parte pela escalada da guerra comercial e também pelo clima conturbado com o caso recente da morte de cidadão norte americano em Minessota que reacendeu discussões importantes daquele país.</p>
<p>Quanto a preocupação na vertente agro, eu compartilho aqui com vocês minha interpretação.</p>
<p>Meu entendimento é que as declarações de Trump tinham uma finalidade e que de certa forma era provocar a China para uma reação.  E a China assim o fez.</p>
<p>Eu não consigo imaginar que ele, em seu quarto ano de governo não soubesse que a sua fala provocaria reações. Trump sabia que ao se posicionar firme daquela maneira estava sim assumindo o risco de sua postura. Trump está em final de exercício de governo e teve que lidar com as consequências da corona vírus que fizeram os números de emprego atingirem níveis recordes históricos naquele país. Em plena janela pré-eleitoral Trump não quer ser lembrando como o presidente que perdeu a guerra comercial para a China. Prova disso é que vem alertando que China prefere que o candidato rival, do partido democrata ganhe as eleições para então negociar um bom acordo.</p>
<p>E logo com as declarações forte de Trump na sexta seria natural antecipar que China faria a contra partida, e assim o fez.</p>
<p>O mundo amanheceu com as agências internacionais de notícias anunciando que China suspendeu as importações de produtos agrícolas dos Estados Unidos. O país determinou que suas estatais suspendam importações soja e de carne suína, enquanto o governo possa avaliar melhor essa situação de tensão política. Inclusive hoje fontes do mercado processavam que já teriam sido reportadas operações de cancelamento de carne suína.</p>
<p>Essa decisão da China deve impactar novamente em prêmios mais fortes aqui na América do Sul e caso a decisão seja mantida por tempo maior, o Brasil deve se beneficiar ainda mais com esse cenário.</p>
<p>Tendo dito isso, visualizo que o Agronegócio do Brasil tem pela frente uma nova e importante tarefa. O mercado brasileiro precisa estudar a viabilidade de importação do grão norte americano. Em 2018 muito se discutiu sobre essa possibilidade. Desde exigências burocráticas até capacidade de descarga de granel nos portos brasileiros. O assunto ficou em modo de espera porque naquele momento China impactada pela febre suína africana passou a desacelerar compras. Em paralelo havia estoque mesmo que de forma limitada e logo na sequencia entraria uma outra grande safra na América do Sul.</p>
<p>Penso e defendo que o Brasil deva seguir nessa linha. Nesse momento de crise econômica foi o   Agro que representou a diferença através dos números da balança comercial e será esse agro que aproveitará com agilidade todas as oportunidades oferecidas.</p>
<p>Para os EUA pouco importarão quem comprará seu grão. Brasil, China ou Europa&#8230; Basta apenas que exista demanda.</p>
<p>Aqui no Brasil, o mercado físico e de prêmios o Brasil promete uma semana curiosa e agitada. Indústrias, tradings e das empresas que originam para elas devem focar em seus levantamentos de comercialização e estoques.</p>
<p>Eu aqui só posso dizer que sigo torcendo pela viabilidade logística e comercial da importação, uma vez que não basta apresentar condições logísticas sem condições comerciais e documentais.</p>
<p>Seguiremos analisando todos os desdobramentos políticos pelas consequências que podem representar para o Brasil, mas quero aproveitar o momento, para destacar a importância do <em>hedge</em> quando se trabalho com agro. Se em situação de normalidade média, a especulação já é perigosa e oferece riscos, em momentos como esses a especulação é uma ferramenta que pode determinar prejuízos gravíssimos aos seus negócios. Portanto evite negociações especulativas e proteja seus negócios.</p>
<p>Abaixo compartilho vídeo que subi no Youtube em que falei sobre o mesmo tema.<br />
Um abraço e ótima semana a todos nós.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="1104" height="621" src="https://www.youtube.com/embed/Wc9U750QU1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/guerra-comercial-brasil-pode-importar-soja-dos-eua/">Guerra Comercial &#8211; Brasil pode importar Soja dos EUA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/guerra-comercial-brasil-pode-importar-soja-dos-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E soja para onde vai?</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#CBOT]]></category>
		<category><![CDATA[#cotação]]></category>
		<category><![CDATA[#guerracomercial]]></category>
		<category><![CDATA[#plantio]]></category>
		<category><![CDATA[acreagem]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa-de-chicago]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[bushel]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[cme]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[dolar]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=6843</guid>

					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/">E soja para onde vai?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/">E soja para onde vai?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-para-onde-vai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 16:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#plantio]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultural-forum-outlook]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[perdue]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=6471</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Agricultural Outlook Forum é um encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos.  As [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/">Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Agricultural Outlook Forum </b><span style="font-weight: 400;">é um</span> <span style="font-weight: 400;">encontro anual que reúne representantes do Agro em Arlington, Estados Unidos, para debates sobre a nova agricultura. Nos dois dias de trabalho representantes do governo, produtores rurais, membros de associações e empresas ligadas ao setor debatem temas diversos envolvendo as perspectivas e tendências agrícolas, estudos climáticos e econômicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>projeções de área de área de colheita, produtividade, esmagamento e exportação</b><span style="font-weight: 400;"> são divulgadas durante o segundo dia de trabalho, mas dados preliminares de área de plantio e projeção de preço são sempre antecipados no início dos trabalhos durante a apresentação do secretário de agricultura dos EUA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um momento importante e que marca o despertar de para uma nova safra que começará a ser semeada em poucas semanas. Geralmente </span><b>os trabalhos desse fórum são como uma chave que liga o radar dos fundos de investimento para um novo fundamento</b><span style="font-weight: 400;"> e a partir de então é o momento de começar precificar as possibilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de então, o mercado ficará sensível às possibilidades da nova safra dos Estados Unidos e passará a acompanhar de perto o que é tendência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a primeira especulação será justamente a intenção inicial de plantio das famílias produtoras nos EUA. Essa questão costuma em anos normais ser destaque, mas novamente toma proporções mais significativas pelo momento atual da Guerra Comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que em uma fase diferente que nos 2 últimos anos, pois já existe um acordo fase 1 oficializado, o mercado quer entender se os produtores norte-americanos apostam no fim do impasse ou se aceitarão ou não tomar um risco de plantar uma área maior com soja que em 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E de acordo com os números divulgados por </span><b>Perdue </b><span style="font-weight: 400;">na manhã do primeiro dia do fórum, os produtores estão confiantes que as tratativas de acordo das demais fases evoluirão e que a China mesmo focada nesse momento em combater a propagação do </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> voltara em breve às compras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As intenções preliminares são de uma área de </span><b>85 milhões de acres para soja</b><span style="font-weight: 400;">, 94 para milho e 45 para trigo versus 76.1, 89,7 e 45.1, respectivamente, semeadas na temporada anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale relembrar que em 2019 a intenção preliminar divulgada durante o Forum era maior do que foi de fato plantado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; USDA também projetava </b><span style="font-weight: 400;">85 milhões de acres para a soja e 92 mi acres para milho e 47 para trigo porém as chuvas intensas e incessantes durante praticamente toda a janela de plantio, os produtores norte-americanos, já prejudicados pela continuidade da guerra comercial, deixaram 13 milhões de acres sem plantar nas 3 culturas. E essas áreas foram alocadas no programa de conservação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale o destaque que naquele momento, Trump estava sendo fortemente pressionado pelo setor agrícola para que concluísse de forma positiva as tratativas com China e que atendesse o pleito da classe produtora que se sentia altamente prejudicada e por isso após o fim da janela de plantio, a equipe de Trump anunciou verba para o programa para atender à classe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E justamente são essas áreas que não puderam ser plantadas e que entraram no programa de incentivo do ano passado que devem voltar essa temporada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, mesmo com o coronavírus, que sugere não ter atingido o pico do surto na China, analistas de várias casas dos Estados Unidos mostram-se confiantes no retorno da China às compras. Sobre a demanda eu ainda acredito que China deve sim voltar às compras, mas </span><b>potencialmente </b><span style="font-weight: 400;">para repor estoques de proteína animal e outros alimentos que não soja. O volume de soja deve ser pouco representativo frente à demanda por carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que Brasil e Argentina já abasteceram uma parte importante da necessidade chinesa e durantes os próximos meses as cargas continuarão a ser embarcadas nos portos da américa do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento de </span><b>coronavírus,</b><span style="font-weight: 400;"> que representa imediata queda de consumo e atividade econômica, não parece factível que com as compras já realizadas pelas tradings chinesas, China volte em peso ao mercado da soja dos Estados Unidos para embarques nos curto e médio prazos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chave de tudo nesse momento reside aqui: Coronavírus. A doença impactará no ritmo da demanda chinesa que impactara em preços que por sua vez impactará na decisão do produtor norte americano de qual área plantará. Então vamos ficar ligados.  A gente se vê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço,</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/">Intenção de Plantio Norte Americano 2020/2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/intencao-de-plantio-norte-americano-2020-2021/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os ataques à Badgá e as Commodities</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/os-ataques-badga-e-as-commodities/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/os-ataques-badga-e-as-commodities/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2020 01:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[bagdá]]></category>
		<category><![CDATA[chicago]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-agricolas]]></category>
		<category><![CDATA[qassem-soleimani]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=5925</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à jornalista Carla Mendes do Notícias Agrícolas, no início da semana lá quase que no final eu pontuei que o fato do acordo fase 1 estar pronto não significaria a certeza da continuidade de evolução das tratativas das demais fases e que Trump poderia se posicionar de forma antagônica e quem sabe colocar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/os-ataques-badga-e-as-commodities/">Os ataques à Badgá e as Commodities</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista à jornalista Carla Mendes do Notícias Agrícolas, no início da semana lá quase que no final eu pontuei que o fato do acordo fase 1 estar pronto não significaria a certeza da continuidade de evolução das tratativas das demais fases e que Trump poderia se posicionar de forma antagônica e quem sabe colocar tudo o que foi conquistado na fase 1, a perder.</p>
<p>Pois bem, em menos de 3 dias dessa entrevista eis que os Estados Unidos promoveram um ataque aéreo na cidade iraquiana de Bagdá que resultou entre outros na morte do chefe da Guarda Revolucionária do Irã, o coronel Qassem Soleimani.</p>
<p>Tal ação causou polêmica generalizada e o dia de hoje foi regado a manifestações oficiais a favor e contrárias em todo o mundo, inclusive dentro do próprio território norte americano.</p>
<p>Deixando de lado o contexto histórico e ideológico dos fatos e também a justificativa de Trump ao decidir atacar Bagdá, vou aqui direto ao ponto e exponho um ponto nevrálgico : A Guerra Comercial ainda vigente entre Estados Unidos e China.</p>
<p>Enquanto vários países apoiaram o bombardeio, outros se posicionaram contrários, inclusive China que oficialmente condenou a ação militar dos norte-americanos e pediu bom senso às partes e em especial aos Estados Unidos.</p>
<p>Isoladamente, o ataque de imediato aumenta a tensão política entre os países envolvidos diretamente e amplia a onda de preocupação pelo posicionamento de seus aliados diretos e indiretos.</p>
<p>Certamente a escalada do estresse se dá pelo alto risco eminente de uma ação de revide ou retaliação por parte do Irã que inclusive já anunciou sua intenção. No caso de uma reação iraniana, as chances de outras ações por parte dos Estados Unidos aumentam.</p>
<p>Nesse sentido é natural que os mercados reajam de imediato com posições de compra de petróleo. não só pelo medo de uma guerra mas tambem pelo receio de um desequilíbrio no quadro de oferta do produto. Tanto que já durante os trabalhos na madrugada de hoje essa commodities subiu mais de 3,5%.</p>
<p>Em paralelo ao petróleo, metais nobres como o ouro costumam reagir positivamente. Um movimento simultâneo, os principais índices em bolsa pelo mundo afora perdem valor assim como algumas commodities agrícolas. Em tempos de conflitos e em termos genéricos são esses os ativos que mais perdem valor.</p>
<p>Agora a tendência natural dos investidores de se posicionar em determinados ativos em detrimento de outros, um outro importante fundamento que é a Guerra Comercial. Ao fazer isso chega-se logo à conclusão da real preocupação do mercado financeiro. Em tempos em que muitos países perdem com os conflitos entre chineses e norte-americanos, a possibilidade de China dar por encerrada as tratativas de paz com os Estados Unidos traz uma volatilidade extra aos trabalhos financeiros.</p>
<p>Até agora de concreto temos apenas declarações de Trump sobre a assinatura do acordo da fase 1 estar previsto para dia 15 de janeiro na Casa Branca em Washington. O mesmo acordo que segundo o próprio presidente norte americano era para ter ocorrido no final de dezembro e depois início de janeiro. Ou seja, não há nada oficializado até agora e mesmo que estivesse, a reação de contrariedade da China poderia fazer com que o encontro não venha a acontecer.</p>
<p>Em meu entendimento essa foi a razão que mais pesou no pregão da soja hoje em Chicago. Conversei com analistas de duas grandes casas financeiras em Nova York e o saldo da conversa foi o tom de preocupação de investidores globais sobre como os chineses se posicionarão nas próximas horas. Para ambos, Trump, em plena campanha à reeleição dos Estados Unidos pode ter criado um cenário para ganhar mais eleitores, ter unido o útil com o agradável para angariar votos dos cidadãos patriotas que não são nem democratas e nem republicanos.</p>
<p>Se isso foi realmente uma estratégia e se ele vai conseguir aumentar sua base sem perder votos do seu reduto tradicional, leia-se o reduto rural, é algo que somente saberemos nos próximos dias. Afinal o ataque aéreo rendeu perda de 2 dígitos nesse primeiro pregão na bolsa.</p>
<p>Ao alcançar as mínimas, o grão encontrou apoio comprador e esboçou uma leve reação, mesmo assim encerrou o dia com queda de 13 ½ centavos no contrato spot, cerca de pouco mais de 1% de recuo.</p>
<p>As cenas dos próximos capítulos podem ser conhecidas em breve e pode ser realmente em breve. esperamos o melhor mas estejamos preparados para o pior.</p>
<p>Saudações,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/os-ataques-badga-e-as-commodities/">Os ataques à Badgá e as Commodities</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/os-ataques-badga-e-as-commodities/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundos e Commodities</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fundos-e-commodities/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fundos-e-commodities/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 17:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[apec]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cftc]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[hedge]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
		<category><![CDATA[xi-jinping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=5212</guid>

					<description><![CDATA[<p>Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “Guerra Comercial” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas. E é essa a pergunta que vem intrigando [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fundos-e-commodities/">Fundos e Commodities</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Começo mais uma semana me perguntando o quanto o tema “</span><b>Guerra Comercial</b><span style="font-weight: 400;">” renderá. Quanto dinheiro o mercado financeiro movimentará nos próximos 5 pregões e por quanto tempo os fundos apostarão em um final feliz já que faz quase 3 semanas que reverteram suas posições vendidas para compradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é essa a pergunta que vem intrigando a todos os “entendidos” da Soja, afinal o</span><span style="font-weight: 400;">s fundos de investimento, vinham há muito tempo “vendidos” e rapidamente sairão dessa posição para comprar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como são os fundos, independente de classificação que conferem liquidez ao mercado, seja ele qual for, (agro, metais, moedas, ações, papeis)  a pergunta é pertinente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê em meio ao inicio de colheita nos Estados Unidos e do plantio brasileiro eles, os fundos, resolveram zerar posições, inclusive alguns no prejuízo e na sequencia do movimento, encheram suas carteiras com posições comparadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê simplesmente eles não apenas saíram das posições vendidas e ficaram “observando” o mercado para então se posicionarem como comprados na tendência?</span></p>
<p><b>Por que são os fundos que geram cenários e promovem tendências. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nem sempre uma tendência correta, que seja confirmada, mas uma tendência oportunista. Afinal é assim que eles ganham dinheiro: identificando oportunidades, construindo cenários e às vezes antecipando efeitos de possíveis tendências.</span></p>
<p><b>Certamente os fundos saíram das posições vendidas e compraram, identificando oportunidades de ganhar dinheiro, seja por preocupações sobre geadas precoces e neve nos EUA ou condições climáticas secas no Brasil e na Argentina, atraso no plantio, casos de replantio ou quem sabe resolveram apostar mesmo no fim da guerra comercial. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nessa janela atual a pergunta que vale milhões de dólares é: no que os fundos apostaram quando &#8220;viraram a mão&#8221; ? Que apostas fizeram?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É, esse é o mercado financeiro e se quiser estar aqui, deve estar ciente que os agrícolas (soja, milho, trigo, entre outros) compõem o mercado financeiro e que serão em alguns momentos direcionados de acordo com feeling do gestor dos fundos em identificar e até mesmo construir  oportunidades de fazer dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo acompanhamento de casas de consultoria de mercado que se baseiam no levantamento do <strong>CFTC</strong>, os fundos de investimento hoje detém em carteira cerca de 70 mil contratos comprados de soja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Detalhe adicional sobre a virada de mãos de posições: do momento de posição zerada à comprada em 70 mil contratos futuros, fora opções,  bastaram apenas 14 pregões. <strong>Cada contrato futuro equivale a 5 mil bushels ou 136 toneladas.</strong>  </span></p>
<p><strong>Se os fundos esperavam problemas de colheita nos Estados Unidos e atrasos significativos e perda de área no Brasil e Argentina, terão que rever suas estratégias. Se foi na guerra comercial há mais espaço até para os fundos aumentarem suas posições.</strong><strong>  </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana nos reserva uma agenda técnica interessante. Além de dados rotineiros de inspeção e vendas semanais, hoje e quinta feira, respectivamente, o <strong>USDA</strong> &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgará o acompanhamento de colheita nos Estados Unidos (hoje) e o relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e mundial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em paralelo, o mercado aguarda quando será a reunião de <strong>Trump e Xi Jinping</strong> uma vez que o encontro no Chile durante a <strong>APEC</strong> não acontecerá mais. Na pauta do acompanhamento não poderíamos deixar de fora as declarações de Trump via twitter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ótima semana a todos nós e bons negócios.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fundos-e-commodities/">Fundos e Commodities</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/fundos-e-commodities/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa-de-chicago]]></category>
		<category><![CDATA[bushel]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[estados-unidos]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[peste-suina]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
		<category><![CDATA[washington]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=5110</guid>

					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/">Acordo Comercial &#8211; Fase 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/">Acordo Comercial &#8211; Fase 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E a soja perdeu mais 11 centavos na última semana</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-perdeu/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-perdeu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Sep 2019 20:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[crop-tour-labhoro]]></category>
		<category><![CDATA[fed]]></category>
		<category><![CDATA[ginaldo-souza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra-comercial]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=4465</guid>

					<description><![CDATA[<p>E a soja perdeu mais 11 centavos na última semana. Entre falas contidas e alteradas, amistosas ou em tom de ameaça, o Presidente Trump segue em sua política de governar via twitter. Ao contrário da política que vem praticando com o Brasil, os Estados Unidos continuam irredutíveis nas negociações com a China. A fala nacionalista [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-perdeu/">E a soja perdeu mais 11 centavos na última semana</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">E a soja perdeu mais 11 centavos na última semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre falas contidas e alteradas, amistosas ou em tom de ameaça, o Presidente Trump segue em sua política de governar via </span><b>twitter</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário da política que vem praticando com o Brasil, os Estados Unidos continuam irredutíveis nas negociações com a China. A fala nacionalista e patriota de Trump o impede, no atual momento, de ceder a vários pontos da discussão com os chineses. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um misto de Trump “assustado” e “ferido” com a audácia da China em negociar de forma dura e inflexível em vários pontos da negociação, faz com que cada vez mais ele aumente o tom das ameaças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo dos Estados Unidos é unicamente sair como vitoriosos na Guerra enquanto uma China paciente parece tirar o “centro” do dirigente norte americano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se por um lado, lá atrás Trump achou que seria fácil brigar com os chineses e que o tempo de combate seria curto, hoje se vê encurralado em meio a tantas manobras estratégicas da China para minimizar o impacto de um mercado americano mais morno. O exemplo maior dessa estratégia é a constante desvalorização da moeda chinesa, sempre tão criticada por Trump.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo alcançou um outro nível. A desvalorização recorrente da moeda vem fazendo especialistas econômicos anteciparem que o </span><b>FED – Federal Reserve (Banco Central dos EUA) promova novas rodadas de corte de juros nos EUA.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa linha de ação da China faz uma parte do mercado repensar se os chineses sempre tão sorridentes e diplomáticos diante dos holofotes internacionais, querem mesmo selar um acordo nos próximos meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma corrente de pensadores que trabalha com a possibilidade da China inflexibilizar as negociações e dificultar o entendimento inclusive com novas medidas protecionistas contra as tarifações de Trump e com isso arrastar a Guerra até 2020 afim de criar um cenário de insatisfação dos norte-americanos, principalmente do setor do agronegócio. O objetivo seria fazer cair a popularidade de Trump. Uma negociação com um presidente Democrata pode ser o objetivo dos chineses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive essa foi a percepção que os integrantes da 26 sexta edição do </span><b>Crop Tour da Labhoro</b><span style="font-weight: 400;"> que pela primeira vez combinou 2 destinos diferentes: Estados Unidos e China. Após uma semana percorrendo o meio oeste dos Estados Unidos, o grupo liderado por Ginaldo Sousa, diretor executivo do Grupo Labhoro realizou uma série de visitas técnicas a empresas do agro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele compartilhou conosco sua percepção sobre a população chinesa torcer para que a guerra comercial se arraste até 2020. Os chineses ligados ao agro que foram visitados também não acreditam na possibilidade de um acordo no curto prazo e que a Guerra ainda está longe do fim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A possibilidade da estratégia da China em conter avanços na conversação, pode ser avalizada com a recente decisão das autoridades em anunciar que caminha para construir um cenário favorável as conversações e de agendar para apenas outubro a próxima rodada de debates, que será a décima terceira, decisão que enfureceu as autoridades norte americanas, que afirmar querer que a rodada ocorra ainda durante setembro.</span></p>
<p><b>Em paralelo a todos esses debates, </b><span style="font-weight: 400;">a</span> <span style="font-weight: 400;">China essa semana </span><b>acionou os Estados Unidos</b><span style="font-weight: 400;"> na </span><b>OMC (Organização Mundial do Comércio) alegando que que as </b><span style="font-weight: 400;">últimas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos violam o limite que os EUA podem impor sem a aprovação da OMC. Esta é a terceira vez que China aciona os EUA na organização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos ver como iniciarão os trabalhos da semana. Qual será o peso da temática </span><b>Guerra Comercial</b><span style="font-weight: 400;"> em uma semana de agenda importante como a </span><b>divulgação mensal </b><span style="font-weight: 400;">do Departamento de Agricultura dos EUA &#8211; </span><b>USDA e com o início dos trabalhos de colheita de milho e soja em pontos do Delta produtor.</b></p>
<p><b>Na pauta de fatores que os fundos de investimento devem processar também está a aproximação da janela de plantio da próxima safra no Brasil. Fundos vendidos podem focar em aumento de área enquanto as condições secas no centro-oeste brasileiro podem estimular compras nos recuos.</b></p>
<p><b>Nós nos vemos na próxima segunda feira. </b></p>
<p><b>Bom final de Semana</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-perdeu/">E a soja perdeu mais 11 centavos na última semana</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/e-soja-perdeu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
