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	<title>Arquivos sororidade - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à AAMA em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lenços do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[#aama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrega Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à Associação Amigas da Mama em Curitiba. Parte de doações arrecadadas em novembro e dezembro é entregue pela idealizadora do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, fortalecendo laços e solidariedade com a exemplar instituição curitibana. No último dia 7 de dezembro, ocorreu na Associação Amiga das Mamas de Curitiba [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrega Campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; reforça apoio à Associação Amigas da Mama em Curitiba. <strong>Parte de doações arrecadadas em novembro e dezembro é entregue pela idealizadora do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, fortalecendo laços e solidariedade com a exemplar instituição curitibana.</strong></p>
<p>No último dia 7 de dezembro, ocorreu na <strong>Associação Amiga das Mamas de Curitiba &#8211; AAMA</strong> &#8211; a entrega de parte das doações recolhidas durante os meses de novembro e dezembro, provenientes da nona edição da <strong>campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221;</strong> e que foi entregue pela visionária Andrea Cordeiro. Ela não só é a mente por trás do Movimento <strong>Mulheres do Agronegócio Brasil</strong>, mas também a idealizadora dessa iniciativa solidária.</p>
<p>A AAMA, reconhecida por seu trabalho exemplar no auxílio a pacientes em tratamento contra o câncer de mama, foi uma das instituições escolhida para receber o apoio da campanha. O compromisso de solidariedade e empatia se fortaleceu nesse gesto significativo, simbolizando a união de diferentes esferas em prol de uma causa comum: oferecer suporte e esperança a quem mais necessita.</p>
<p>Andrea Cordeiro, ao entregar as doações, reforçou o compromisso do Movimento Mulheres do Agronegócio Brasil com práticas que geram conhecimento e valorizam os profissionais do agronegócio brasileiro. Além disso, ressaltou a importância de apoiar instituições como a AAMA que desempenham um papel fundamental na comunidade atuando junto às pacientes e seus familiares.</p>
<p>A Associação, sempre acolhedora, recebeu a equipe do movimento com entusiasmo, demonstrando sua gratidão pelo apoio contínuo. Após a entrega das doações, um momento de confraternização foi proporcionado, evidenciando a importância não apenas do ato de doar, mas também de compartilhar momentos de alegria e união.</p>
<p>A nona edição da campanha &#8220;Lenços do Agro&#8221; não apenas entregou doações, mas também fortaleceu laços e reforçou o compromisso mútuo de cuidar uns dos outros. O gesto solidário não apenas encheu os corações daqueles que foram beneficiados, mas também ressoa como um convite para que mais pessoas se unam em prol do bem comum.</p>
<p>Este evento reafirma a essência do movimento liderado por Andrea Cordeiro e do compromisso do Mulheres do Agronegócio Brasil em criar um impacto positivo na sociedade. A entrega das doações às associações como a AAMA é um testemunho da força da solidariedade e do quanto podemos alcançar quando nos unimos por uma causa nobre.</p>
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		<title>Mulheres deve ser protagonista dentro e fora da porteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 13:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos o maior orgulho de publicar a entrevista que nossa idealizadora Andrea Cordeiro concedeu ao Grupo Estadão sobre o protagonismo das mulheres do Agro. Nesta entrevista, Andrea, uma das precursoras do movimento de valorização das profissionais do setor, compartilha suas impressões sobre a pauta ESG, preconceitos, desafios, avalia números de pesquisas e mostra um pouco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Temos o maior orgulho de publicar a entrevista que nossa idealizadora Andrea Cordeiro concedeu ao Grupo Estadão sobre o protagonismo das mulheres do Agro.</em></p>
<p><em>Nesta entrevista, Andrea, uma das precursoras do movimento de valorização das profissionais do setor, compartilha suas impressões sobre a pauta ESG, preconceitos, desafios, avalia números de pesquisas e mostra um pouco mais sobre sua jornada em um segmento que ainda é majoritariamente exercido por profissionais homens. </em><em>Com vocês a matéria na integra:</em></p>
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<div class="header-blog">
<h1>&#8220;Mulher deve ser protagonista dentro e fora da porteira’</h1>
<div class="date-time-card"><span class="data-time">27 de outubro de 2021</span><i class="data-time">•</i><span class="data-time">8 mins. de leitura</span></div>
<p><strong class="excerpt_post">Embora setor agropecuário esteja mais atento à questão feminina, ainda há muito o que avançar para eliminar o machismo cultural</strong></p>
</div>
<div class="body-blog">
<p><strong>ENTREVISTA</strong><br />
<strong><em>A</em></strong><em><strong>ndrea Cordeiro</strong><br />
Consultora de commodities agrícolas e idealizadora do movimento “Mulheres do Agronegócio Brasil”</em></p>
<p>Aproximadamente 20% das propriedades rurais brasileiras – 947 mil de 5,07 milhões – são administradas por mulheres, segundo dados do Censo Agropecuário 2017 do IBGE. A nova liderança feminina no setor é o mote do 6º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), que começou nesta segunda-feira e se encerra hoje (27). Produtoras rurais, executivas, gestoras, colaboradoras de tradings e da indústria, profissionais de cooperativas e cerealistas marcaram presença no evento.</p>
<p>Andrea Cordeiro, consultora de commodities agrícolas, palestrante, coautora do livro Mulheres do Agro e idealizadora do movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, diz que a presença das mulheres em cargos estratégicos no agronegócio vem crescendo, mas ainda há espaço a ser conquistado. “Precisamos avançar dentro e fora da porteira.” Para ela, o machismo enraizado culturalmente no País é o principal entrave para o aumento da participação feminina na tomada de decisão no campo e na agroindústria. Ela conta que até hoje, após 24 anos de carreira e considerada referência na consultoria de commodities agrícolas, ainda presencia momentos em que tem sua posição questionada e colocada em xeque por seus pares masculinos. “Sinto isso quando o posicionamento em reuniões frente a um homem é percebido de maneira diferente”, relata.</p>
<p><strong>Conte um pouco sobre o Congresso das Mulheres do Agronegócio, que está ocorrendo esta semana.</strong></p>
<p><strong>Andrea Cordeiro – </strong>Quando fizemos o primeiro congresso, em 2016, não havia nenhum movimento nacional. O congresso foi um catalisador para todo o trabalho que algumas lideranças já faziam, de forma isolada, com as mulheres do agronegócio brasileiro. Saímos de um primeiro encontro com 600 congressistas, 15 patrocinadoras e 35 palestrantes para um evento, no ano passado, com 2,3 mil participantes, 50 palestrantes e 30 patrocinadores. Nesta edição, contamos com cerca de 3 mil congressistas, de todos os segmentos do agro e dos setores privado e público. Hoje, temos um evento que está na pauta nacional do agro e que ganhou relevância no calendário das empresas.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Empresas estão cada vez mais engajadas com ações que permitam a participação feminina. É um caminho sem volta”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Em quais pontos a mulher ainda precisa avançar no agronegócio? </strong></p>
<p>Já demos vários passos no Brasil, mas faltam vários. O Brasil é um país que precisa ser trabalhado na questão do machismo, culturalmente muito enraizado. É um longo trabalho, que deve ser feito para a mulher consolidar seu protagonismo em qualquer setor ou segmento. A mulher do agro tem espaços para conquistar em todas as áreas e segmentos, dentro e fora da porteira. A capacitação contínua vem permitindo que a profissional consolide sua atuação. As empresas estão cada vez mais engajadas com ações que permitam a participação das profissionais. É um caminho sem volta.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Ainda há poucas mulheres trabalhando na gestão comercial, na negociação e compras de insumos e vendas de produtos agrícolas”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Na sua percepção, quais são as atividades mais atrasadas na participação das mulheres? </strong></p>
<p>Vejo ainda poucas mulheres na gestão da comercialização. Presencio muitas dentro da porteira, atuando na gestão financeira, administrativa e nas atividades diárias do campo. Porém, há poucas profissionais atuando na gestão comercial, na negociação, nas compras dos insumos, na venda dos produtos, na análise de cenários de preços e de oportunidades, traçando estratégias de hedge. Nessas atividades, percebo que a participação da mulher ainda é pequena, comparada com a do homem.</p>
<p><strong>A maior participação de mulheres e a sua presença em papéis de gestão estão na agenda ESG do agro? </strong></p>
<p>As empresas do agronegócio estão muito comprometidas com essa questão e o Congresso das Mulheres tem grande participação nesse engajamento. A partir desse evento, as empresas despertaram para a causa, passaram a ter olhar mais inclusivo e iniciaram ações estratégicas. Há indústrias de insumos, bancos e outras empresas com ações próprias para capacitar as mulheres e incentivar a sua presença em cargos de gestão. As empresas do agro estão totalmente engajadas na meta de inclusão das mulheres.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Há indústrias de insumos, bancos e outras empresas com ações próprias para capacitar as mulheres e incentivar sua presença em cargos de gestão”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Uma pesquisa recente do banco Credit Suisse aponta que somente em 2045 o Brasil vai alcançar a paridade entre homens e mulheres em cargos de diretoria. Como você avalia a situação no agro?</strong></p>
<p>Pelo fato de o agro ter presença de muitas multinacionais, acredito que o processo no setor será mais acelerado. A pauta da inclusão é muito importante para as empresas e está sendo muito trabalhada. É algo que não retrocede, se intensifica. As empresas estão comprometidas e, com a retomada póspandemia, veremos, nos próximos dois anos, uma aceleração de projetos. Isso me faz acreditar que, no agro, teremos equidade entre homens e mulheres muito antes da previsão do Credit Suisse. Nossas jovens não vão precisar ficar sentadas, esperando.</p>
<p><strong>E no setor público? Como está a liderança feminina, considerando-se que tivemos duas ministras da Agricultura em seis anos?</strong></p>
<p>O setor público caminha junto. A questão da liderança feminina caminha no mesmo sentido, tanto é que vários governos estaduais acabam reportando suas primeiras secretárias estaduais. São passos que não regridem e, cada vez mais, teremos novos nomes.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“A presença de muitas multinacionais no setor agropecuário do Brasil deve acelerar o protagonismo feminino”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Uma maior participação feminina agregaria positivamente à imagem do agronegócio brasileiro no exterior no tocante a agendas de inclusão e de responsabilidade social do setor?</strong></p>
<p>Com certeza. Cada vez que realizo uma missão para o exterior com profissionais mulheres de dentro e fora da porteira, há um interesse genuíno dos países em saber o que manejamos e o que praticamos. Gerar sustentabilidade não é só ambiental. Temos que pensar na sustentabilidade social e econômica também. Não podemos pensar em um agro produtivo, engajado, cada vez mais representativo na balança comercial, que gera emprego e riqueza, sem pensar que ele seja inclusivo. Ele tem de ser plural para todos.</p>
<p><strong>Falamos de Brasil, mas como é o cenário de participação de mulheres no agronegócio ao redor do mundo? Como o Brasil está em relação a outros países?</strong></p>
<p>O Brasil já esteve muito mais atrasado do que está. Vemos países da América Latina partindo agora para esse movimento da valorização da participação da mulher do agro, como o Paraguai – movimento que o Brasil iniciou há seis anos. A Argentina também trabalha essa valorização. Os Estados Unidos são referência na liderança da atuação das mulheres do agro, com modelo de gestão das mulheres dentro e fora da porteira. Como temos presença de muitas empresas multinacionais, temos inspiração de ações dessas empresas internacionais e, assim, vemos o agro nacional acelerando suas políticas ESG.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“O setor público caminha junto com o privado. Tanto é que há Estados com suas primeiras secretárias de Agricultura”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Gostaria que você me contasse um pouco de sua experiência pessoal. Como mulher no agro, que desafios já enfrentou e quais ainda enfrenta?</strong></p>
<p>O machismo e o preconceito não me pararam. Mas nunca desacelerei por causa disso. Me frustrei e sofri muito, mas jamais calei minha voz ou desisti de um projeto porque tentaram me fazer acreditar que eu não pudesse. Um dos grandes desafios que tive e que foi inegável foi a “síndrome da impostora”, quando diziam que eu não podia ou não dava conta. Os desafios foram muitos, mas tive coragem de não calar minha voz e de seguir. Outro desafio que ainda enfrento é o próprio fogo amigo. Sou grande defensora da sororidade, mas muitas mulheres, infelizmente, ainda não sabem a importância da sororidade. Dentro da minha atuação como especialista em agro, muitas vezes fui preterida em palestras por outros homens. Ainda hoje, os palcos nacionais são masculinos e deixo de ser convidada porque sou mulher. Até hoje, sigo tentando consolidar minha atuação, embora seja referência como consultora em commodities agrícolas.</p>
<p><strong>Quais são hoje os principais entraves para aumento da participação feminina na tomada de decisão no campo?</strong></p>
<p>O grande entrave ainda é o preconceito – o machismo –, seja dentro da porteira seja fora da porteira. Precisamos trabalhar muito a parte cultural.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>https://summitagro.estadao.com.br/agro-no-brasil/especiais/mulher-deve-ser-protagonista-dentro-e-fora-da-porteira/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Malu Nachreiner assume em novembro a presidência do Grupo Bayer no Brasil</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/malu-nachreiner-assume-em-novembro-presidencia-do-grupo-bayer-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 21:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>06/09/2021 A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>06/09/2021</p>
<blockquote><p><strong>A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país</strong></p></blockquote>
<p>Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, a partir do dia 1º de novembro. A executiva terá a missão de consolidar as transformações que a Bayer tem passado nos últimos anos, tendo como foco a colaboração, a inovação e a sustentabilidade, além de ampliar as sinergias entre as três divisões de negócio da empresa (Crop Science, Consumer Health e Pharmaceuticals). Malu irá manter sua posição como líder da divisão agrícola da companhia, assumindo agora dupla responsabilidade com a presidência do grupo.</p>
<p>&#8220;É uma honra e um ótimo desafio receber a missão de estar à frente da Bayer no Brasil, um dos maiores mercados no mundo em termos de relevância para a Bayer. Ao completar 125 anos no País, a empresa vive um momento muito especial de transformação cultural&#8221;, ressalta Malu Nachreiner. &#8220;Estamos cada vez mais conectados à sociedade e queremos ser parceiros relevantes na resolução dos grandes desafios do nosso tempo, conectados à nossa visão Saúde para Todos e Fome para Ninguém. Eu me sinto lisonjeada de liderar, a partir de novembro, uma Bayer cada vez mais inovadora e colaborativa&#8221;.</p>
<p>Depois de iniciar a carreira na empresa há 18 anos como estagiária, a executiva já ocupou posições de liderança nas áreas de Vendas, Marketing e Gerenciamento de Produto, sendo, até agosto de 2020, a responsável pela área de Marketing da divisão agrícola para a América Latina. No ano passado, assumiu a posição de líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil. Malu é agrônoma formada pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), com MBA Executivo pela Universidade de Pittsburgh.</p>
<p>O atual presidente da Bayer no Brasil, o espanhol Marc Reichardt, irá se aposentar, após 36 anos de dedicação à Bayer, nos três últimos como líder do Grupo no Brasil. &#8220;Cheguei à liderança com o objetivo de preparar a companhia para uma transformação no modelo de negócios, na construção de um quadro de colaboradores mais amplo e diverso e na lapidação da visão de futuro da empresa. Malu Nachreiner sempre foi uma grande parceira desse trabalho e estou certo de que fará um excelente trabalho na consolidação de todas as mudanças que estamos vivendo&#8221;, afirma Reichardt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>125 anos da Bayer no Brasil</strong></h3>
<p>A Bayer celebra, em 2021, 125 anos de Brasil. Chegou ao País em 1896, abrindo a primeira fábrica no Rio de Janeiro; Hoje, está presente em mais de 30 cidades, com 6.500 profissionais espalhados de norte a sul. O Brasil é o maior mercado da Bayer na América Latina e local de grandes descobertas na medicina, de novas tecnologias para o campo e de inovações que melhoram a qualidade de vida do brasileiro e contribuem para o desenvolvimento do país.</p>
<p>O Grupo está atento aos novos desafios da humanidade, cada vez mais coletivos e que não podem ser solucionados por atores isolados. Por isso, tem investido cada vez mais em modelos de negócios baseados em colaboração, por meio de suas três divisões e do seu primeiro hub de inovação aberta da América Latina, com parcerias relevantes para os negócios.</p>
<p>E para construir os próximos 125 anos, mais que fortalecer sua voz, a Bayer quer ampliar sua escuta e entender cada vez melhor as expectativas da sociedade e as necessidades dos clientes: seja o agricultor, o médico, o paciente, o consumidor &#8211; e a sua gente, cada vez mais plural e diversa; quer estreitar laços, alinhar expectativas, promover o diálogo, aproximar sua comunicação e construir os próximos passos da empresa junto ao público.</p>
<p>Por: Comunicação Bayer</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/296672-malu-nachreiner-assume-em-novembro-a-presidencia-do-grupo-bayer-no-brasil.html#.YTZ4p51KiUk" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Notícias Agrícolas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11752" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/malu-nachreiner-assume-em-novembro-presidencia-do-grupo-bayer-no-brasil/">Malu Nachreiner assume em novembro a presidência do Grupo Bayer no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>#SebraeDelas</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/sebraedelas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 19:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê Agronegócio do Grupo Mulheres do Brasil em parceria com o SEBRAE através do projeto #SebraeDelas traz para vocês #empreendedoras do Agronegócio uma capacitação online e gratuita. A capacitação será entre os dias 16 a 19/8. Para se inscrever, clique aqui @sebrae @sebraesp &#160; &#160;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/sebraedelas/">#SebraeDelas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Agronegócio do Grupo Mulheres do Brasil em parceria com o SEBRAE através do projeto #SebraeDelas traz para vocês #empreendedoras do Agronegócio uma capacitação online e gratuita.<br />
A capacitação será entre os dias 16 a 19/8.</p>
<p><strong><a href="https://bit.ly/sebrae-delas-mulheres-do-agro" target="_blank" rel="noopener">Para se inscrever, clique aqui</a></strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sebrae/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@sebrae</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sebraesp/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@sebraesp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-11650" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1-1024x1024.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1-1024x1024.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1-300x300.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1-768x768.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sebraesp/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11652 size-large" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1024x1024.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-1024x1024.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-300x300.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30-768x768.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-13-at-14.59.30.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
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		<title>Mulher do agro: desafios a cada etapa da vida</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mulher-do-agro-desafios-cada-etapa-da-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 17:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovens, mães e avós. Um convite ao aprendizado e superação 02/03/2021 Há algumas décadas, quase não se via mulheres à frente de negócios no agro. O espaço feminino estava restrito a outros setores e, quando muito, assumiam tarefas administrativas, mas nunca investidas com o tal poder de decisão. Em meio ao processo de globalização, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Jovens, mães e avós. Um convite ao aprendizado e superação</strong></p></blockquote>
<p>02/03/2021</p>
<p>Há algumas décadas, quase não se via mulheres à frente de negócios no agro. O espaço feminino estava restrito a outros setores e, quando muito, assumiam tarefas administrativas, mas nunca investidas com o tal poder de decisão.</p>
<p>Em meio ao processo de globalização, e não sem muito muito esforço, estudo, dedicação e competência, o cenário enfim tem mudado… Ainda bem! Hoje temos um agro mais inclusivo e plural, com a presença de profissionais mulheres em todos os segmentos e cadeias, dentro e fora da porteira, embora ainda há muito para conquistar, temos desafios a serem vencidos durante o longo caminho a ser percorrido.</p>
<p>Muitas mulheres do passado abriram caminho para tantas outras que vieram e para nós, que ainda seguimos vivendo dilemas antigos e novos, tentando fazer a ponte, reequilibrando o que já foi conquistado com o que ainda está por vir.</p>
<p>Conhecendo e respeitando nossa história, nossas conquistas, há que se entender necessário mudar certos questionamentos. Qual nosso papel no processo de construir um agro cada dia mais e mais sustentável? Quais nossos dilemas, nosso espaço e posicionamento na sucessão dos negócios e qual a “cara” do legado que queremos deixar aos que nos sucederão? Esses são apenas alguns dos questionamentos modernos latentes em nós.</p>
<p>Enquanto mulher do agro, somos aprendizado constante, e talvez isso se deva pelo pilar do agronegócio brasileiro estar fincado na família. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, divulgado pelo IBGE, 77% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil são negócios familiares.</p>
<p>Não me restam dúvidas que a relação e o bom e velho vínculo familiar servem como mola propulsora para cada uma de nós. Suas histórias, nossas histórias se confundem com nossas lembranças, nossas rotinas diárias, nossas inspirações, exemplos e motivações.</p>
<h2>Mulher e família, mulher e maternidade, mulher e negócios.</h2>
<p>O mundo costuma dizer que quando mexem com nossos filhos, nós mulheres, mães, nos tornamos leoas, e isso é pura verdade, bem eu sei, e o mesmo acontece quando mexem com nossos exemplos, nossos negócios.</p>
<p>Tudo isso fez e faz parte da nossa força na conquista de nosso espaço. Nós fazemos por nós, mesmo existindo uma motivação extra: os que vieram antes e os que virão depois.</p>
<p>Quando a maternidade chega, junto nasce a expectativa que nossos filhos “tocarão nossos negócios” e o sonho de um legado inevitavelmente se fortalece.</p>
<p>O que sabemos é que uma sucessão familiar nem sempre é simples. Os filhos podem ou não seguir com os negócios da família. Cada um construirá a sua própria história também.</p>
<p>Mas o que preciso enaltecer e o que não podemos esquecer é que enquanto em outras profissões a mulher normalmente se aposenta e sua história profissional tem um fim, a mulher do agro está sempre passando por transições de carreira, independentemente da idade.</p>
<p>A todo momento essa mulher é convidada a reaprender. Sejam com as novas ferramentas e tecnologias que não param de chegar, sejam com os desafios que a maternidade traz ou com a habilidade em lidar ou ignorar o preconceito, superando-o com sucesso.</p>
<p>Há ainda o aprendizado no contínuo convite para que outras mulheres sigam despertando, se conhecendo, desabrochando e apoiando e posicionado, passando pelo aprendizado em se manterem firmes quando algo não vai bem.</p>
<p>Da mesma maneira que dentro da porteira nem sempre uma safra alcança as expectativas, que nem sempre as chuvas vêm a medida certa, para as que estão fora da porteira nem sempre as metas são batidas, existem inúmeros problemas a gerenciar nas esferas administrativas, jurídicos, fiscais e lá estão elas, lá estamos nós. Presentes, atuantes. Seguimos confiantes e aprendendo.</p>
<p>Seja em que ramo, área ou cadeia for, e em que lado da porteira estiver, mulheres são exemplos clássicos de energia em pura evolução, que demandam inovação, não se dobram às adversidades e se constroem resilientes.</p>
<p>Portanto, tê-las por perto como mentoras, como inspiração e referencial e poder usufruir da oportunidade de aprender com elas é garantia não apenas de aprendizado, mas de sabedoria e a isso e por isso, gratidão por tudo o que ensinam e compartilham com todos que convivem.</p>
<p>Um forte abraço e até mais,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2021/06/02/mulher-agro-desafios-vida/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradosas do Canal Rural</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11168" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mulheresdoagro-agroinspiradoras.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mulheresdoagro-agroinspiradoras.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mulheresdoagro-agroinspiradoras-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mulheresdoagro-agroinspiradoras-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mulheresdoagro-agroinspiradoras-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Empresas, onde estão as mulheres do agro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 16:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência 02 de maio de 2021 Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Considerando que o agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência</strong></p></blockquote>
<h5>02 de maio de 2021</h5>
<p>Pela primeira vez como uma powerspeaker, participei na semana do dia 23 de abril, juntamente com mais 8 palestrantes brasileiras de diferentes áreas de expertise, do Power Day 21, evento criado para dar voz através de palestras em formato descontraído à profissionais mulheres que são autoridades em suas áreas.</p>
<p>Representar o agro, estando ao lado destas profissionais na vitrine de um evento cujo objetivo era chamar atenção para o atual desperdício dos recursos femininos nos eventos no mundo corporativo.</p>
<p>Afinal, os palcos brasileiros estão carentes de referências mulheres e isso ocorre não apenas no agro, mas em muitos outros setores como educação, saúde, na administração/gestão, na ciência, no direito, enfim.</p>
<p>No entanto, se considerarmos que o que agronegócio é referência para a economia brasileira, precisamos mais do que nunca mudar esta realidade e com urgência.</p>
<p>Se queremos um país cada vez mais respeitoso e inclusivo, eu insisto em perguntar: onde estão as nossas mulheres, as mulheres do Agro?</p>
<p>Sabemos que elas estão dentro e fora da porteira, atuando bravamente, estudando, buscando capacitação, mentoria e consultoria. Sabemos que elas são inovadoras, que adoram tecnologia e sustentabilidade. Que estão abertas ao novo, que prestigiam e divulgam eventos, que se unem e compartilham conhecimento.</p>
<p>Mas, algo no nosso setor é muito comum: os palcos dos eventos agro ainda são predominantemente masculinos. Eu, pessoalmente, ainda participo de eventos onde profissionais mulheres não estão nos holofotes ministrando uma aula ou abrindo ou finalizando um evento. Também não foram poucas as vezes que como convidada a palestrar ou debater em um painel eu era a única mulher em um palco lotado de especialistas homens.</p>
<p>Se o que queremos é diversidade e é chegada a hora deste despertar. A diversidade não virá sem a pluralidade em todos os nichos. É impossível que não haja neste nosso Brasil nomes de peso que confiram o equilíbrio nas feiras agrícolas, nos congressos, convenções. Afinal mulheres não falam apenas de temas específicos, falam, entendem, se especializam e se destacam sobretudo.</p>
<p>É preciso darmos 2, 3 passos à frente com rapidez, sob pena do nosso setor que é referência e orgulho nacional ficar para trás nesse quesito.</p>
<p>Durante o Power Day 21 eu poderia ter falado sobre tendência de preços para a soja na bolsa de Chicago, cenários para o milho safrinha ou sobre mas preferi falar sobre o poder e a força das Mulheres do Agro, que foi uma das palestras que mais vendi em 2020, justamente porque entendi que ali naquele momento o objetivo era motivar e valorizar profissionais que estão no setor dentro e fora da porteira para que elas continuem focadas e estimuladas em construir um agro cada vez mais forte, produtivo, destacado e sustentável.</p>
<p>Vamos lá mulheres desse meu Brasil, vamos assumir nosso papel, nosso protagonismo e ajudar a fazer a diferença no país.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o movimento e saber como foi o evento, passa lá no perfil @powerspeakeroficial no instagram, recomendo!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10961" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/agroinspiradoras-onde-estao-mulheres-do-agro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/powerspeakeroficial/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Mulheres e agronegócio: nosso espaço e exemplo</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mulheres-e-agronegocio-nosso-espaco-e-exemplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 18:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Participação feminina na tomada de decisões do setor produtivo vem crescendo nos últimos anos Onde estão as mulheres do agro? Era essa pergunta insistentemente eu fazia quando eu participava de reuniões e notava a ausência de mulheres em cargos de liderança. Onde estão as mulheres do agro? Questionava-me enquanto conversava com algum produtor que pedia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Participação feminina na tomada de decisões do setor produtivo vem crescendo nos últimos anos</strong></p></blockquote>
<p>Onde estão as mulheres do agro? Era essa pergunta insistentemente eu fazia quando eu participava de reuniões e notava a ausência de mulheres em cargos de liderança.</p>
<p>Onde estão as mulheres do agro? Questionava-me enquanto conversava com algum produtor que pedia para sua esposa ou filha só anotarem um “recadinho”, sem permitir que as mulheres da família também estivessem mais presentes nos negócios.</p>
<p>E essa pergunta continuou me intrigando por muitos anos, e só ganhava mais força, principalmente quando em meio a uma reunião importante, mesmo eu estando lá do outro lado da mesa, me pediam para servir um café. Detalhe: eu participava do encontro como com expertise muitas vezes superior a vários outros profissionais que estavam naquelas mesas, mas mesmo assim alguns simplesmente não me viam como profissional.</p>
<p>Nada contra o pobre do café, e eu poderia servir, sem problema algum, mas há formas e formas de alguém pedir essa gentileza. E nós mulheres conhecemos o tom do pedido como ninguém, não é verdade?</p>
<p>Até que eu resolvi achar essas mulheres, ou melhor, permiti que me vissem e assim não se sentissem mais sozinhas. Como numa inspiração, eu fui entendendo que o meu lugar era de mostrar que era possível e deixar o caminho aberto para outras.</p>
<p>Talvez assim como eu, elas viessem de uma família em que a palavra mudança não era vista com bons olhos. Mas tudo evolui e tudo se transforma. Por que não a mulher, filha, nora ou sobrinha participar e contribuir com os negócios da família?</p>
<p>Hoje, após uma experiência de 24 anos no agro brasileiro, é lindo ver como as mulheres finalmente estão ocupando seus espaços. As vejo a rodo em todas as culturas e segmento. Ela estão dentro e fora da porteira, ocupando suas cadeiras, assumindo seus protagonismos e participando ativamente como nunca.</p>
<p>O agronegócio é um dos pilares da economia no Brasil. Inclusive, vale a pena lembrar que, durante a pandemia, o setor até baqueou no início, com algumas cadeias fragilizadas e prejudicadas, mas se ajustou, readequou-se e como um todo permanece crescendo. Por isso não é exagero dizer que nós somos referência, nacional e internacionalmente! E isso não é contar vantagem, faz parte do que estamos vendo, escutando e vivenciando dia a dia.</p>
<p>Em todas as minhas experiências com mulheres fora do Brasil, durante missões em congressos ou imersões pelo mundo afora, a gente aprende, mas a gente também compartilha muito. E a presença feminina também se faz presente e é um presente para quem nos recebe. Do lado de lá das fronteiras, as mulheres também conquistam seus espaços e brindam conosco.</p>
<p>Quando voltamos para o nosso país, a gente compartilha o que aprendeu e na troca ganhamos ainda mais força, nos reabastecemos e outras se achegam.</p>
<p>Diferente do que alguns podem pensar, falar e incentivar a presença de mulheres em todas as áreas, incluindo o agro, não tem nada de glamuroso. É muito mais uma missão e propósito do que confete. Eu digo que é como um sacerdócio mesmo.</p>
<p>Alegria é ver a sororidade fazendo parte dessas relações. Quando uma chega lá, não planta a rivalidade feminina como muitos bradam por aí, mas planta o exemplo.</p>
<p>E é assim pelo exemplo que vemos que podemos ser o que quisermos. E isso é mais do que dizer que somos empoderadas ou outros rótulos que tentam definir algo tão intangível como a força e a presença feminina.</p>
<p>Bem-vindas, mulheres do agro. Por mais ministras, economistas, consultoras, produtoras, pesquisadoras, pecuaristas, empreendedoras e o que mais quisermos ser.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10825" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mulheres-agronegocio-ac2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2021/04/12/mulheres-agronegocio-espaco-exemplo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Matéria de Andrea Cordeiro feita para o Blog Agroinspiradoras</a></p>
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		<item>
		<title>Helen Keller: Escritora e ativista social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 17:54:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dilva Frazão Biografia de Helen Keller Helen Keller (1880-1968) foi uma escritora e ativista social norte-americana. Cega e surda formou-se em filosofia e lutou em defesa dos direitos sociais, em defesa das mulheres e das pessoas com deficiência. Foi a primeira pessoa cega e surda a entrar para uma instituição de ensino superior. Helen [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dilva Frazão</p>
<h2>Biografia de Helen Keller</h2>
<p>Helen Keller (1880-1968) foi uma escritora e ativista social norte-americana. Cega e surda formou-se em filosofia e lutou em defesa dos direitos sociais, em defesa das mulheres e das pessoas com deficiência. Foi a primeira pessoa cega e surda a entrar para uma instituição de ensino superior.</p>
<p>Helen Adams Keller nasceu em Tuscumbia, Noroeste do Alabama, Estados Unidos, no dia 27 de junho de 1880. Filha de um capitão aposentado e editor do jornal local, com 19 meses de idade contraiu uma doença desconhecida diagnosticada como febre cerebral, que a deixou cega e surda.</p>
<h2>Como Helen aprendeu a ler</h2>
<p>Depois da doença, Helen tornou-se uma criança difícil, gritava muito e tinha acessos de mau humor.</p>
<p>Em 3 de março de 1887, antes de completar sete anos de idade, passou a contar com a ajuda da professora Anne Sullivan que foi contratada pela família e passou a morar em sua casa.</p>
<p>A professora, que aos cinco anos perdera parte da visão e aos dez ficou órfã de mãe, foi abandonada pelo pai e colocada em um albergue. Em 1886 graduou-se na Perkins School for the Blind, uma escola para cegos e começou a procurar um emprego.</p>
<p>Com muito trabalho e paciência, a partir de abril de 1887, Anne consegue fazer Helen entender o significado das palavras que eram soletradas em sua mão, pela professora.</p>
<p>A primeira palavra foi água, que era soletrada em uma das mãos e sentida na outra, despertando o entendimento da palavra. Em um só dia Helen aprendeu trinta palavras.</p>
<p>Mais tarde, numa rápida assimilação ela aprendeu os alfabetos Braille e o manual, o que facilitou sua escrita e leitura.</p>
<p>Em 1890 Helen pediu a sua professora para aprender a falar. Foi matriculada no Institute Horace Mann para surdos, em Boston e em seguida na Escola Wright-Humason Oral School de Nova York, onde durante dois anos recebeu aulas de linguagem falada e de leitura labial.</p>
<p>Além de conseguir aprender a ler, escrever e falar, Helen estudou as disciplinas do currículo regular da escola.</p>
<h2>Livro e trabalhos literários</h2>
<p>Antes de se formar, Helen escreveu a autobiografia “A História de Minha Vida”, que foi publicada em 1902.</p>
<p>Em sua árdua luta para se integrar à sociedade, escreveu uma série de artigos para o ‘Ladies Home Journal’. Em seus trabalhos literários, usava a máquina de datilografia de Braille preparando os artigos e depois os copiava na máquina de datilografia comum.</p>
<h2>Ativista</h2>
<p>Em 1904 gradou-se bacharel em Filosofia pelo Radcliffe College. Desenvolveu diversos trabalhos em favor das pessoas com deficiência, participou de campanhas pelo voto feminino e pelos direitos trabalhistas.</p>
<p>A partir de 1924, Helen foi nomeada membro e conselheira em relações nacionais e internacionais da &#8216;American Fundation for the Blind&#8217;, uma instituição para informações sobre a cegueira, fundada em 1921.</p>
<p>Em 1924 foi também o ano em que começou sua campanha para levantar verbas para a criação do “Fundo Helen Keller”.</p>
<p>A partir de 1946 deu início a uma série de viagens, visitou 35 países. Em 1952 foi nomeada “Cavaleiro da Legião de Honra da França”. Recebeu a “Ordem do Cruzeiro do Sul”, no Brasil, o Tesouro Sagrado, no Japão, o prêmio “Medalha de Ouro do Instituto Nacional de Ciências Sociais”, entre outros.</p>
<p>Helen Keller tornou-se membro honorário de sociedades científicas e organizações filantrópicas dos cinco continentes.</p>
<p>Helen Keller faleceu em Easton, Connecticut, Estados Unidos, no dia 1 de junho de 1968. Nesse mesmo ano foi lançado o filme “O Milagre de Anne Sullivan”, um drama biográfico baseado no livro de Helen.</p>
<h2>Frase de Helen Keller:</h2>
<blockquote><p>&#8220;Nunca abaixe a sua cabeça.<br />
Sempre mantenha erguida.<br />
Olhe o mundo direto nos olhos.&#8221;</p></blockquote>
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		<title>Ana Virginia Leal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 13:54:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Orgulho dessa competentíssima e guerreira Mulher do Agro! Você nos inspira. Se você não viu a Ana Virginia Leal no &#8220;Belezas da Terra&#8221;, no programa &#8220;É de Casa&#8221;, clique aqui e confira esta história de força, garra e coragem! “Para as meninas que desejam ingressar no agro, eu digo: venham logo! Sejam entusiasmadas; estudem muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Orgulho dessa competentíssima e guerreira Mulher do Agro! Você nos inspira.</p>
<p>Se você não viu a Ana Virginia Leal no &#8220;Belezas da Terra&#8221;, no programa &#8220;É de Casa&#8221;,</p>
<h3><a href="https://globoplay.globo.com/v/9387073/?s=0s" target="_blank" rel="noopener"> clique aqui e confira esta história de força, garra e coragem!</a></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10732" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/39b6bc40-ca56-4d06-9e20-a537fd26ed35.jpg" alt="" width="750" height="594" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/39b6bc40-ca56-4d06-9e20-a537fd26ed35.jpg 750w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/39b6bc40-ca56-4d06-9e20-a537fd26ed35-300x238.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<blockquote><p><em>“Para as meninas que desejam ingressar no agro, eu digo: venham logo! Sejam entusiasmadas; estudem muito o querem fazer; procurem alguém para se inspirar e tenha um(a) mentor (a)… e sejam sempre gratas!</em></p>
<p><em>Para quem já está no agro, sempre digo: vocês são excepcionais! Procurem sempre buscar conhecimento e sejam inspiração para alguém. Sejam luz e levem luz!</em></p>
<p><em>Para todas, eu digo: não desistam nunca! Poder contribuir para produção de alimento é um dos dons mais nobres do ser humano.”</em></p>
<p><em>Ana Virginia Leal</em></p></blockquote>
<p class="_7UhW9 fKFbl yUEEX KV-D4 fDxYl "><a href="https://www.instagram.com/vlzootecnista/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@vlzootecnista</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por que apoiamos a liderança das mulheres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 14:04:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Conheça algumas mulheres líderes inspiradoras que estão trazendo mudanças duradouras para suas comunidades, com o apoio das Nações Unidas</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10603" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg" alt="" width="638" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300.jpg 638w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/leadership_jointstorycarousel_638x300-300x141.jpg 300w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p>Os dados são claros. Apesar do maior envolvimento das mulheres em funções públicas de tomada de decisão, a igualdade está longe: as mulheres ocupam cerca de 21% dos cargos ministeriais em todo o mundo, apenas três países têm 50% ou mais mulheres no parlamento e 22 países são chefiados por uma mulher. No atual ritmo de progresso, a igualdade de gênero não será alcançada entre as Chefias de Governo até 2150.</p>
<p>Além do mais, a violência contra as mulheres na vida pública é generalizada. Mulheres em funções de liderança lutam contra a falta de acesso a financiamento, ódio e violência online e normas discriminatórias e políticas de exclusão, que tornam a ascensão na hierarquia ainda mais difícil.</p>
<p>Mesmo assim, as mulheres persistem e continuam a provar que, quando lideram, trazem mudanças transformadoras a comunidades inteiras e ao mundo em geral.</p>
<p>Liderança feminista inclusiva e diversa é a chave para o desenvolvimento internacional sustentável enquanto o mundo continua a enfrentar desafios urgentes – da pandemia COVID-19 às mudanças climáticas, aprofundamento das desigualdades, conflitos e retrocessos democráticos. As Nações Unidas estão trabalhando em todo o mundo para permitir que mais mulheres ocupem seus lugares de direito nas mesas de tomada de decisão.</p>
<p><strong>Aqui estão as vozes de apenas sete mulheres e meninas que, com o apoio da ONU, lideraram processos transformativos que estão criando mudanças.</strong></p>
<h2>Mayerlín Vergara Pérez defende os direitos das crianças e adolescentes sobreviventes de exploração sexual na Colômbia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10609" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayerlyn-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><br />
Mayerlin Vergara Perez, fotografada na praia de Riohacha, La Guajira, Colômbia<br />
Foto: ACNUR/Nicolo Filippo Rosso</h5>
<p>Mayerlín Vergara Pérez dorme com o telefone no travesseiro. Como diretora de um lar para dezenas de crianças e adolescentes que sobreviveram à violência e exploração sexual em Riohacha, na fronteira leste da Colômbia com a Venezuela, ela nunca sabe quando pode ser chamada para resolver uma crise.</p>
<p>“A violência sexual quase destruiu sua capacidade de sonhar. Roubou seus sorrisos e os encheu de dor, angústia e ansiedade”, disse Pérez, uma mulher vibrante de 45 anos. “A dor é tão profunda e o vazio emocional que elas sentem é tão profundo que simplesmente não querem viver.”</p>
<p>Ao longo de uma carreira que ela considera uma vocação, Pérez assistiu centenas das cerca de 22.000 crianças e adolescentes que a ONG colombiana Fundación Renacer (ou “Fundação Renascimento”) atendeu desde sua fundação, há 32 anos.</p>
<p>Em reconhecimento ao seu trabalho, o ACNUR nomeou Pérez como laureada do Prêmio Nansen Refugiado de 2020, um prestigioso prêmio anual que homenageia pessoas que fizeram de tudo para apoiar pessoas deslocadas à força e apátridas.</p>
<p>“Para mim, o prêmio representa uma oportunidade para meninas e meninos”, disse Pérez, acrescentando que espera que mostre que “é possível que sobreviventes de violência sexual mudem suas vidas e empreendam projetos de vida que sejam positivos para eles, para suas famílias e para a sociedade”.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Pérez nesta <a href="https://www.unhcr.org/news/stories/2020/10/5f6919c34/colombian-woman-devotes-life-helping-sexually-exploited-children-heal.html" data-slimstat="5">história</a> do ACNUR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Elena Crasmari, a única mulher em seu conselho local na Moldávia</h2>
<h5><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10607" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/elena-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></h5>
<h5 style="text-align: center;">Elena Crasmari, que está no centro médico de sua aldeia, concorreu a vereadora local como candidata independente<br />
Foto: ONU Mulheres/Tara Milutis</h5>
<p>Elena Crasmari, de 35 anos, estava farta de não poder acessar o centro médico em seu vilarejo de Dolna, uma comunidade rural de 1.155 pessoas na Moldávia. Ela não podia subir escadas e teve que se apoiar nas mãos e nos joelhos para entrar no prédio, por causa de sua deficiência.</p>
<p>“Fui à prefeitura pedir que me ajudassem a fazer alguma coisa a respeito das escadas do posto médico”, lembra Crasmari. “O prefeito me entregou um saco de cimento e um pouco de areia e disse que eu precisava fazer isso sozinha. Depois disso, decidi me candidatar”.</p>
<p>Crasmari aprendeu novas habilidades e ganhou mais confiança ao participar das sessões de treinamento sobre a participação política das mulheres e engajamento cívico apoiado pela ONU Mulheres e seus parceiros. Ela construiu uma campanha eleitoral de base bem-sucedida e concorreu a vereadora local como candidata independente.</p>
<p>“Eu queria dar o primeiro passo para provar que as pessoas com deficiência têm uma chance… As pessoas precisam saber que temos direitos iguais, não apenas na teoria, mas também na prática.”</p>
<p>As mulheres representam apenas 25% dos parlamentares, 22% dos prefeitos e 27% dos vereadores distritais na Moldávia. Hoje, Crasmari é a única mulher em uma equipe de nove pessoas, como vereadora local. Desde que foi eleita, um de seus primeiros projetos foi reformar o centro médico da vila.</p>
<p>“Também espero ser capaz de tornar todas as instituições do estado – incluindo nosso museu, o jardim de infância e a prefeitura – acessíveis às pessoas com deficiência”, diz Crasmari, “e às mães com filhos pequenos e idosos que vêm e receber suas pensões. ”</p>
<p>Leia mais sobre a  <a href="https://eca.unwomen.org/en/news/stories/2020/2/elena-crasmari-how-a-moldovan-woman-with-disabilities-fought-for-her-rights-and-won-an-election" data-slimstat="5">história</a> de Crasmari no site da ONU Mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Amina Mirsakiyeva abre caminho para mulheres na ciência no Cazaquistão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10604" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/amina-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Amina Mirsakiyeva<br />
Foto: Polina Selivanova</h5>
<p>“Quebrei o sistema”, diz Amina Mirsakiyeva, pesquisadora da Carl Zeiss AG, maior fabricante de sistemas ópticos do mundo.</p>
<p>Sua jornada para uma carreira em química não foi fácil em seu país natal, Cazaquistão, onde ser cientista tem pouco prestígio e espera-se que as mulheres optem por sair de suas carreiras para começar e cuidar de suas famílias.</p>
<p>Ainda não pronta para escolher entre seus estudos e começar uma família, Mirsakiyeva decidiu se inscrever para um programa de doutorado em química na Suécia e deixou o Cazaquistão em 2012.</p>
<p>Agora com sede em Stuttgart, Alemanha, Mirsakiyeva traça seu caminho para apoiar redes como seus pais, colegas e amigos ao longo de sua carreira, e ela quer pavimentar o caminho para outras mulheres como ela.</p>
<p>“Todas as minhas atividades sociais visam apoiar as mulheres e ajudar a inspirar o maior número de pessoas possível”, diz ela.</p>
<p>Mirsakiyeva criou uma rede para mulheres cientistas do Cazaquistão, para aumentar o reconhecimento e o respeito pela carreira científica em seu país e para normalizar a imagem de meninas e mulheres na ciência. Ela também organiza encontros no café da manhã para empresárias e imigrantes. Mirsakiyeva acredita que a ciência pertence a todos e criou um podcast para explicar os conceitos científicos de maneiras acessíveis.</p>
<p>Mirsakiyeva também conta sua história na nova  <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/about-the-platform" data-slimstat="5">plataforma online</a> regional do PNUD para igualdade de gênero em STEM (Ciência, Matemática e Engenharia, na sigla em Inglês) na Europa e Ásia Central para incentivar mulheres e meninas a seguir carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.</p>
<p>Leia mais sobre ela nesta <a href="https://stem4all.eurasia.undp.org/gender-barriers-in-stem/meet-women-in-stem/dr-amina-mirsakiyeva-kazakhstan" data-slimstat="5">história</a> do PNUD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rebecca Chepkateke responsabiliza autoridades em Uganda</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10610" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rebecca-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Rebecca Chepkateke (centro) senta-se com mulheres da aldeia Ashiokaniana<br />
Foto: NAWOU/Fionah Barbra</h5>
<p>“Mwana muke hana haki yake! Mwana muke hana haki yake ”, diz Rebecca Chepkateke com angústia. É uma expressão Kiswahili que significa “as mulheres não têm direitos”. Ela já ouviu essa frase repetida muitas vezes para mulheres que tentam denunciar a violência de gênero aos líderes comunitários.</p>
<p>Chepkateke é a presidenta da Karita Women’s Network, uma coalizão formada pela “Women Networks for Gender Equality” (Rede das Mulheres pela Igualdade de Gênero, tradução livre), apoiada pela Iniciativa Spotlight da União Europeia e Nações Unidas e pelo projeto de Empoderamento das Mulheres no distrito de Amudat, no norte de Uganda. Ela foi eleita para o papel por sete grupos de mulheres que se reuniram para fortalecer a defesa das mulheres em seus respectivos vilarejos.</p>
<p>Chepkateke fornece um elo crítico entre as mulheres que sofrem violência e justiça e os serviços de saúde. Seu trabalho abrange uma ampla gama de apoio, desde ajudar as mulheres a denunciar o agressor – e garantir que o caso não seja arquivado pela polícia – até ajudar mulheres em regiões isoladas a dar à luz com segurança, conectando-as com uma enfermeira da equipe de saúde da aldeia.</p>
<p>A liderança de ativistas populares como Chepkateke é especialmente importante durante a pandemia, quando as desigualdades de gênero pioraram.</p>
<p>“As mulheres foram as que mais sofreram durante este período”, diz Chepkateke. “Com o fechamento dos mercados e a proibição do transporte público, eles não tinham como vender seus produtos ou conduzir seus negócios…  A violência doméstica aumentou tremendamente.”</p>
<p>Chepkateke espera levar sua campanha pela igualdade ainda mais longe, tornando-se mulher conselheira no sub-condado de Karita, uma posição que a ajudaria a fortalecer a legislação que protege as mulheres da violência.</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Chepkateke apoiado pela  <a href="https://www.spotlightinitiative.org/news/grassroots-women-leaders-provide-critical-link-between-survivors-and-services" data-slimstat="5">Iniciativa Spotlight União Europeia e Nações Unidas</a>.</p>
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<h2>Belen Perugachi, uma adolescente conselheira do Equador</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10605" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/belem-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Belen Perugachi passeia pelo jardim de sua família<br />
Foto: UNICEF/Santiago Arcos</h5>
<p>Belen Perugachi tinha apenas 12 anos quando decidiu se tornar uma defensora dos direitos indígenas ao ingressar no Grupo de Crianças e Adolescentes de Pueblo Kayambi, no Equador.</p>
<p>Aos 16 anos, ela é o membro mais jovem do Conselho de Proteção de Direitos do Município de Cayambe. Sua ascensão a vice-presidenta do Conselho em 2019 marcou a primeira vez que um adolescente foi eleito para o cargo.</p>
<p>“Quero que as pessoas nas áreas rurais tenham as mesmas oportunidades que as pessoas nas cidades”, diz ela. “Eu imagino um mundo com respeito por culturas diferentes, com respeito por homens e mulheres … Eu sonho com equidade.”</p>
<p>Na comunidade rural de Paquiestancia, a agricultura e a pecuária constituem a principal fonte de renda de muitas famílias. Portanto, quando a pandemia de COVID-19 atingiu e o mercado principal fechou em Cayambe, Perugachi e seu grupo de jovens aumentaram, abrindo um novo mercado para apoiar as mulheres e suas famílias.</p>
<p>Perugachi visa preservar mais do que a economia local; ela defende os direitos indígenas no cenário internacional. Em 2018, ela viajou ao Chile para a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>“Minha participação enviou uma mensagem para meninas indígenas como eu na América Latina”, diz ela. “Eu disse a elas que lutassem por seus direitos e se sentissem orgulhosas de suas tradições”.</p>
<p>Inspire-se com mais meninas liderando mudanças nesta <a href="https://features.unicef.org/teen-girl-activist/#group-Belen-in-Ecuador-u0AEIyxZIn" data-slimstat="5">história</a> da UNICEF.</p>
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<h2>Kelsang Tshomo apoia mulheres condutoras de ônibus para acabar a violência no Butão</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10608" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kelsang-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />A condutora de ônibus Kelsang Tshomo está ajudando a acabar com a violência de gênero entre seus colegas e passageiros em Thimpu, Butão<br />
Foto: UNFPA Butão/Sunita Giri</h5>
<p>Quando os relatos de violência doméstica aumentaram durante o bloqueio do COVID-19 na primavera passada, a condutora de ônibus Kelsang Tshomo visitava amigos e colegas na capital do Butão, Thimpu, a cada poucos dias para se certificar de que eles estavam bem e fornecia informações se precisassem de ajuda. Tshomo aprendeu sobre prevenção e resposta à violência baseada em gênero em uma sessão de informação conduzida pelo UNFPA e seu parceiro sem fins lucrativos RENEW (Respeitar, Educar, Cuidar e Empoderar Mulheres), que a inspirou a se tornar uma agente de mudança em sua comunidade.</p>
<p>“O treinamento do UNFPA me fez perceber que qualquer forma de abuso – verbal, emocional, sexual ou físico – não é aceitável”, disse Tshomo, que também é conselheira de uma equipe de 87 condutores e motoristas da Thimpu City Bus Services.</p>
<p>Em sua função de conselheira, ela aconselha seus colegas sobre como relatar casos e acessar apoio psicossocial. “Colegas, alguns dos quais viveram vidas subjugadas com medo de seus maridos, agora estão confiantes e se envolvem em discussões”.</p>
<p>Esses condutores de ônibus e motoristas recentemente capacitados, sensibilizados para detectar e diminuir o abuso e o assédio entre os passageiros, juntam-se a ela enquanto ela leva sua defesa às ruas. Até agora, a parceria do UNFPA com a empresa de ônibus treinou 25 condutores e motoristas na prevenção da violência baseada em gênero, com planos de expansão para mais 20 ônibus.</p>
<p>“Para realizar uma mudança real, as mulheres devem fornecer umas às outras o espaço para compartilhar, aprender e crescer juntas”, diz Tshomo. “Mulheres apoiando mulheres é crucial para garantir uma sociedade segura, igualitária e feliz para homens e mulheres.”</p>
<p>Leia mais sobre o trabalho de Tshomo nesta  <a href="https://www.unfpa.org/news/women-supporting-women-female-bus-conductors-drive-out-violence-bhutan" data-slimstat="5">história</a> do UNFPA.</p>
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<h2>Editar Ochieng, uma sobrevivente mudando a narrativa sobre a violência sexual no Quênia</h2>
<h5 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10606" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg" alt="" width="624" height="416" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar.jpg 624w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-300x200.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-76x50.jpg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/editar-125x83.jpg 125w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" />Editar Ochieng<br />
Foto cortesia de Editar Ochieng</h5>
<p>Quando era uma menina de seis anos, Editar Ochieng foi abusada sexualmente. Aos 16 anos, ela foi estuprada por uma gangue.</p>
<p>Ochieng cresceu em Kibera, o maior assentamento informal na capital do Quênia, Nairóbi, onde a violência sexual e baseada no gênero é um problema endêmico e generalizado. Ela foi exacerbada ainda mais na pandemia de COVID-19, com bloqueios, criando mais estresse familiar e financeiro.</p>
<p>Quando ela tinha 26 anos, Ochieng fundou o Centro Feminista pelos Direitos e Justiça pela Paz em Kibera, uma organização que apoia sobreviventes de violência sexual e outras formas de violência na comunidade.</p>
<p>Em um ponto durante a pandemia, Ochieng sozinha estava recebendo até 10 ligações de vítimas de violência por dia.</p>
<p>Citar números, entretanto, não é suficiente para Ochieng. Para ela, uma mulher abusada é uma mulher a mais e é obrigação de todos os que têm a capacidade de fazê-lo, defender seus direitos e garantir que o status quo seja “rompido”.</p>
<p>Em 2020, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos e a ONU Mulheres – sob um projeto chamado Let It Not Happen Again (“Não deixe acontecer de novo”) – forneceram apoio a Ochieng e outros defensores e defensoras dos direitos humanos para melhor responder e apoiar sobreviventes de violência de gênero para relatar à polícia, acesso a serviços médicos psicossociais e segurança.</p>
<p>Ochieng diz que a educação e o treinamento deram a ela o poder, como feminista, de olhar para os desafios e transcendê-los.</p>
<p>“Quando você é uma líder, você está mudando a narrativa”, diz ela. “Precisamos treinar nossas meninas sobre a importância da educação. Precisamos recuperar nosso poder para criar uma geração diferente que entenda que existe poder, mas que você pode controlar”.</p>
<p>O Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos está apresentando Editar Ochieng, bem como outras mulheres líderes de direitos humanos, na  <a href="https://www.standup4humanrights.org/i-stand-with-her/en/index.html" data-slimstat="5">campanha #IStandWithHer</a> (“Eu estou com ela”,).</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/por-que-apoiamos-a-lideranca-feminina/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/por-que-apoiamos-lideranca-das-mulheres/">Por que apoiamos a liderança das mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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