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	<title>Arquivos soja - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Safra sul-americana X safra norte americana &#8211; Oportunidades sazonais ao agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 19:18:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho. Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho.</strong></p></blockquote>
<p>Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e processados juntamente com a expectativa de uma nova temporada no hemisfério norte.</p>
<p>Evidente que as safras europeias e asiáticas são relevantes para a formação do quadro de oferta mundial, mas não há dúvidas que a produção norte americana é que confere um peso maior sobre as cotações na Bolsa de Chicago. Os motivos são o reflexo da representatividade da safra se comparado aos outros países e também a grande participação de fundos atuando no dia a dia no mercado financeiro.</p>
<p>E daqui pra frente, meus amigos, será assim: investidores espartanamente disciplinados, acompanhando os detalhes do que acontece aqui na América do Sul e nos campos do meio oeste norte americano.</p>
<p>Os fundos de investimento adoram essa fase de transição. Se para nós, simples mortais, é um momento de dúvidas, de questionamentos e planejamentos, para eles é uma janela incrível de oportunidades. Cada dia vale um pretexto diferente, lá e cá, para fazer girar a roda da ciranda financeira. Os mesmos fundos que dão liquidez as negociações de ações, também atuam nos mercados agrícolas e gostam de aproveitar cada situação. E fica o alerta: estamos entrando em uma fase em que a volatilidade nos preços será companheira nossa de cada dia.</p>
<p>De um lado, temos o Brasil com uma produção grande, porém inferior à projetada inicialmente, a qual ainda deve ser corrigida num futuro próximo devido aos problemas climáticos enfrentados. A comercialização, impulsionada pela demanda chinesa, também está bastante avançada, com mais de 50% vendida de uma safra de 132 milhões de toneladas. Outros pontos importantes a serem observados: o reflexo climático e as perdas nas safras do Paraguai, Uruguai e Argentina.</p>
<p>De outro lado, temos os Estados Unidos iniciando o plantio numa temporada em que as famílias norte americanas tinham tudo pra plantar muito mais área de soja do que foi anunciado pelo <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – USDA</strong>, no dia 31 de março. E foi justamente este relatório que desencadeou o limite de alta nas cotações da Bolsa de Chicago.</p>
<p><strong>**Dá pra acreditar? Com os preços tão atrativos para a soja, as famílias do meio oeste sinalizarem que plantarão mais milho do que soja?</strong></p>
<p>Agora só pra fechar o link com as oportunidades de mercado que os fundos caçam, quem aqui se lembra que há 2 anos, mesmo querendo plantar, os produtores do meio oeste não conseguiam por que a as chuvas torrenciais não davam trégua?</p>
<p>Naquela temporada, em 2019, muitas áreas de milho e soja não puderam ser semeadas e foram alocadas em programas de proteção e conservação. Ali os fundos fizeram muito dinheiro e foi exatamente por isso, que no ano passado os produtores, com medo de não conseguirem plantar assim que a janela de plantio abriu, foram em massa aos campos e plantaram suas safras de forma acelerada e concentrada.</p>
<p>Tentar antecipar agora o que vai acontecer é um jogo, uma aposta, mas é isso que os fundos fazem e, na maioria das vezes, ganham dinheiro, muito dinheiro!</p>
<p>O que precisamos aqui, é entender os fundamentos disponíveis no mercado, quais os possíveis cenários para os preços e nos posicionarmos, e o nome disso NÃO é especulação, é proteção, é hedge. E pensando que o agro brasileiro é referência, em diversas cadeias e segmentos, não podemos deixar de pensar na gestão eficiente da porteira para fora também, pois isto influencia no resultado de uma safra.</p>
<p>Que assim como os fundos aproveitam oportunidades, o agro brasileiro use as inúmeras ferramentas disponíveis no mercado para maximizar seus resultados. Fiquemos atentos as possibilidades! Um forte abraço e até mais,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13 Abr, 2021<br />
Por Andrea Cordeiro</p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/safra-sul-americana-x-safra-norte-americana-oportunidades-sazonais-ao-agro-brasileiro" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Matéria da colunista Andrea Cordeiro escrita para o Agrishow Digital</a></p>
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		<title>REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:04:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marlana Zanatta Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio. O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marlana Zanatta</em></p>
<p>Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio.</p>
<p>O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, representando mais de 20% do PIB e um dos poucos a apresentar resultados positivos na pandemia. Mas esses números não são tão otimistas quando falamos de equidade de gênero no ramo. Apesar de as mulheres representarem 51,8% da população do país, sua presença dentro da cadeia do agronegócio ainda é um desafio a ser solucionado.</p>
<p>A porcentagem de participação feminina dentro e fora da porteira é discrepante. As mulheres representam 42% da força de trabalho na agricultura. A pecuária fica em segundo lugar (25%), depois a agropecuária (20%), e em último a agroindústria (13%).</p>
<p>Em relação à gestão de propriedade, atualmente, 18,6% das propriedades rurais são lideradas por mulheres. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, do IBGE, o número de estabelecimentos agrícolas administrados por mulheres cresceu 38% na última década. Apesar disso, a participação feminina no mercado do agronegócio equivale a menos da metade (31,2%) da representação masculina. No primeiro trimestre de 2020, eram 5,6 milhões de mulheres empregadas no setor, ante 12,3 milhões de homens.</p>
<p>Andrea Sousa Cordeiro, 49, é advogada, empresária no ramo do agro e administradora do perfil @mulheresdoagronegociobrasil. Andrea atua no mercado há 24 anos e conta que o momento atual, apesar de tudo, é muito melhor do que ela presenciou no início dos anos 2000.</p>
<p>“Apesar de ainda existirem diferenças, nós já consolidamos nosso caminho, não tem mais como dar um passo atrás, a caminhada já foi iniciada, já foi determinado o ritmo e ele é só crescente. As empresas estão cada vez mais comprometidas e se estruturando para trazer mais mulheres para o agronegócio e estabelecer uma igualdade dentro do setor. É muito legal de ver isso hoje, porque a diferença é brutal com o cenário que presenciei quando iniciei minha carreira. Muitas vezes eu chegava em uma sala de reunião e eu era a única mulher presente. Hoje é gratificante entrar em uma sala e ver mulheres em posição de liderança representando uma companhia e dirigindo uma equipe, é uma outra realidade”, declara.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), cerca de 30% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres. Elas são responsáveis por gerenciar pelo menos 8% do PIB nacional, o que representa aproximadamente US$ 165 bilhões.</p>
<p>Apesar dos avanços, continuam existindo complicações no caminho. Ainda segundo a ABAG, 71% das mulheres do agro já tiveram alguma experiência em que o fato de ser mulher foi uma barreira para ser ouvida, ascender profissionalmente ou para se relacionar profissionalmente, Andrea Cordeiro faz parte dessa estatística.</p>
<p>“Inúmeras vezes eu fui questionada, não só no início, mas em toda minha jornada. Não raro era que alguns clientes falassem´mas ela vai participar da reunião? Quem é ela?´ ou ´ela é filha do fulano? Mas eu vou ser atendido por ela? Ela é boa no que faz?´. Diversas vezes a minha capacidade profissional foi questionada por ser mulher. Eu lembro de uma situação específica em que o cliente se negou completamente a ser atendido por mim”, conta a empresária.</p>
<p>Dados do Ministério da Agricultura e da Embrapa mostram que o Brasil tem mais de 5 milhões de empreendimentos rurais e quase 1 milhão de mulheres no comando das propriedades. A maioria está na região Nordeste com (57%) e a menor porcentagem fica no Centro-Oeste, que concentra apenas 6% de mulheres participantes da gestão. Importante ressaltar que 43% dos 1,3 bilhões de pequenos agricultores no mundo são mulheres, segundo a Comissão sobre a Situação da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Andrea atribui o crescimento da participação feminina no setor a alguns fatores: globalização; mudança cultural que o Brasil vive atualmente; a pauta de inclusão de gênero cada vez mais presente e sendo cobrada na sociedade e a proliferação de grupos de mulheres pelo Brasil, fortalecendo o movimento feminino, dando suporte umas às outras, fornecendo capacitação e exigindo espaço no mercado.</p>
<p>Segundo o Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), em 2017, as mulheres do agro receberam cerca de 78,3% do que é pago aos homens dentro do setor. Sobre esse dado, a empresária comenta: “o salário de um gerente de um departamento não pode ser maior para um homem do que para uma mulher, se ambos os profissionais possuem capacitação para aquela função. Então não se trata só de lutar para que os postos de trabalho dentro das empresas sejam 50% homens e 50% mulheres, mas que além disso os salários também sejam de acordo com a função e capacitação dos profissionais, independente de gênero. Não adianta só querer falar bonito no dia das mulheres e pagar um salário 20% mais baixo para elas”.</p>
<p>Em 2014, pela primeira vez, uma mulher assumiu o comando do Ministério da Agricultura, a empresária e pecuarista, Katia Abreu. Atualmente, também temos uma mulher nesta posição de liderança, a engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina. A representatividade em grandes instituições é uma questão essencial para o avanço da pauta de equidade de gênero no agronegócio.</p>
<p>Andrea é um exemplo disso, ela relata que recebe mensagens diariamente de mulheres contando que querem ser como ela e perguntando o que precisam fazer para seguir seus passos e alcançar o sucesso na área. “Eu não imaginava o impacto que a minha voz poderia ter na vida de tantas mulheres. Depois que comecei a receber essas mensagens, percebi que todas nós somos influenciadoras, mesmo sem saber nós impactamos a vida de outras pessoas, por isso a representatividade é tão importante”, declara.</p>
<p>Em relação às expectativas para o futuro a empresária diz: “Quero chegar daqui 10 anos, olhar para trás e pensar “fiz parte desse movimento, passei por várias fases e acho que agora estamos em um caminho de pensar em outras pautas porque essa finalmente foi resolvida”. Espero que no futuro as pessoas entendam que a gente não quer disputar, nós queremos agregar, queremos caminhar junto”.</p>
<p><strong>Alguns dados sobre mulheres em posição de gestão no agro</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10590" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg" alt="" width="1024" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-300x108.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-768x276.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10591" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg" alt="" width="1024" height="346" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-300x101.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><a href="https://mailchi.mp/8de295069c49/representatividade-feminina-no-agronegocio?e=ef66199b42" target="_blank" rel="noopener">Fonte: VERT</a></p>
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		<title>A relevância do processamento da soja nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:04:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Andrea Cordeiro postou no dia 15/03 um importante relatório norte americano, divulgado mensalmente e que influencia na formação dos preços da soja e derivados na Bolsa de Chicago A Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas, mais conhecida como NOPA divulga mensalmente o total da soja esmagada nos EUA através das indústrias associadas em seu quadro. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/relevancia-do-processamento-da-soja-nos-eua/">A relevância do processamento da soja nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andrea Cordeiro postou no dia 15/03 um importante relatório norte americano, divulgado mensalmente e que influencia na formação dos preços da soja e derivados na Bolsa de Chicago</p>
<p>A Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas, mais conhecida como NOPA divulga mensalmente o total da soja esmagada nos EUA através das indústrias associadas em seu quadro.</p>
<p>Além do volume processado, também são reportadas as estimativas de estoque de farelo de soja e óleo disponíveis no mercado doméstico. São dados importantes para avaliar a atividade comercial e estimar o ritmo da atividade industrial no curto e médio prazo.</p>
<p>Pela relevância dos EUA como produtor e exportador mundial do grão, é natural perceber a disputa que os mercados interno e externo travam para garantir o abastecimento.</p>
<p>Saber avaliar estes dados é importante para antecipar tendências, traçar cenários e também poder adotar ferramentas para minimizar riscos.</p>
<p>Em tempo: O esmagamento de fevereiro divulgado ontem, apontou números abaixo do esperado por analistas. A indústria norte americana demandou menos grão o que de certa forma não foi bem visto pelos investidores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10505" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49-1024x1024.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49-1024x1024.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49-300x300.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49-768x768.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-16-at-13.10.49.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>#grãos</strong> <strong>#commodities</strong> <strong>#eua</strong> <strong>#brasil</strong> <strong>#esmagamento</strong> <strong>#industria</strong> <strong>#derivativos</strong> <strong>#b3</strong> <strong>#cbot</strong> <strong>#mercados</strong> <strong>#bearish</strong> <strong>#bullish</strong> <strong>#demanda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/relevancia-do-processamento-da-soja-nos-eua/">A relevância do processamento da soja nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Performance Agro em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 12:04:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Ministério da Economia as exportações brasileiras originadas pelo agronegócio totalizaram em 2020 US$ 100,8 bi, sendo a segunda maior performance em 10 anos. Dentre os produtos agro, a soja mais uma vez liderou o ranking de exportação e em 2020 alcançou participação total de 28,3%, com receita de US$ 28.6 bi. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados do <strong>Ministério da Economia</strong> as exportações brasileiras originadas pelo agronegócio totalizaram em 2020 US$ 100,8 bi, sendo a segunda maior performance em 10 anos.</p>
<p>Dentre os produtos agro, a soja mais uma vez liderou o ranking de exportação e em 2020 alcançou participação total de 28,3%, com receita de US$ 28.6 bi. Na esteira, carne in natura, açúcar, celulose e farelo de soja, que trouxeram de divisa ao país US$ 7.4, &#8211; US$ 6 e US$ 5.9 bi, respectivamente.</p>
<p>O maior importador brasileiro continua sendo China e o foco da demanda continua concentrado. Em 2020, o percentual de 82% importado do agro brasileiro foi em 3 produtos. Soja (US$ 20.9 bi), carne (US$ 4 bi) e celulose (2.9 bi).</p>
<p>Para a Europa, o Brasil exportou principalmente farelo de soja (US$ 2.9Bi), soja (US$ 2.8 bi) e café (US$ 2.6 bi) e desacelerou embarques de celulose (36,2%) e suco de laranja (27,1%).</p>
<p>Para os Estados Unidos os embarques priorizaram celulose (US$ 0,9bi), café (US$0,9 bi) e álcool etílico (0,4 bi) que apresentou uma queda de venda importante da ordem de 31,6, assim como suco de laranja de 24,5%.</p>
<p>Esses números foram possíveis porque mais uma vez o Brasil produziu uma safra recorde de alimentos.</p>
<p>Alimentar cidadãos faz parte da nobre missão das famílias produtoras brasileiras.</p>
<p>Parabéns ao Agro do Brasil que dentro e fora da porteira e mesmo em tempo de pandemia superaram adversidades e garantiram resultados para o alimento chegasse nas mesas dos brasileiros e dos cidadãos mundo afora.</p>
<p><strong>Fonte: Ministério da Economia, MAPA, CNA </strong></p>
<p><strong>Matéria produzida por Andrea de Sousa Cordeiro para a Liga do Agro (<a href="https://www.instagram.com/ligadoagro/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">@ligadoagro</a>)</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.instagram.com/andreasousacordeiro/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Instagram: @andreasousacordeiro </a></strong></p>
<p><strong><a href="https://twitter.com/andreascordeiro" target="_blank" rel="noopener">Twitter: Andrea Sousa Cordeiro</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/AndreadeSousaCordeiro" target="_blank" rel="noopener">Youtube: Andrea de Sousa Cordeiro</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.linkedin.com/in/andrea-cordeiro-142478117/" target="_blank" rel="noopener">Linkedin: Andrea Cordeiro</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/performance-agro-em-2020/">Performance Agro em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago? Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Chuva, Chicago e Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 14:36:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil; veja análise</h2>
<p>Nada mais previsível que uma segunda-feira, pós feriados de Ação de Graças nos Estados Unidos, final de mês, com fundos de investimentos comprados em soja que estavam insistindo nos últimos dias sem sucesso em levar os preços da soja aos 12 dólares que fossem deixar passar batido colocar dinheiro no bolso?</p>
<p>Pois é, a chave para movimento de ontem e de hoje está nas chuvas. Nada mais previsível que a oportunidade de realizar lucro após os registros de chuvas que aconteceram no final de semana no Brasil, Paraguai e Argentina.</p>
<p>Após tantos meses de um movimento forte de alta com preços direcionados por quase que exclusivamente um fator – demanda chinesa para o grão norte americano, uma correção de preço como a observada é necessária e bem vinda para garantir o equilíbrio e a saúde do mercado.</p>
<p>Vale pontuar que este é um momento de transição, uma fase em que o interesse de mercado retorna à América do Sul. O acompanhamento do clima vem com força justamente em uma fase de replantio em algumas áreas do cinturão do Brasil. Com as chuvas do final de semana os trabalhos devem se aproximar de 85% da área nacional. Daqui para frente a evolução do plantio da Argentina também passará a ser mais acompanhada de lupa.</p>
<p>Mesmo com uma área recorde e com toda tecnologia aplicada, o atraso nos trabalhos de plantio, a falta de umidade e altas temperaturas empurraram os trabalhos de plantio e replantio para fora da janela ideal em algumas regiões assim como o déficit de chuvas derrubou o potencial produtivo da safra brasileira. Esse déficit pode ser compensado por outras regiões.</p>
<p>Por agora o que se vê é a tendência de casas de consultoria revisarem suas projeções para a safra brasileira entre 1 a 4 milhões de toneladas.</p>
<p>Em tempos normais este seria um momento em que produtores norte americanos não vendem. Sazonalmente costumam ser mais conservadores após suas colheitas. Já venderam o necessário para pagar suas contas e novas vendas apenas costumam acontecer no próximo ano. Vamos analisar nos próximos dias como será a demanda pelo grão para uso doméstico. Se o rigor do inverno norte americano demandará de mais farelo para uso animal.</p>
<p>Talvez aí esteja a chave para prêmios mais fortes no mercado interno sustentando a ausência da China como compradora do mercado norte americano e mesmo com a quebra e o atraso da entrada da soja brasileira, a competitividade da safra norte americana deve começar a migrar para sul-americana.</p>
<p>Um forte Abraço,</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/12/01/chuva-chicago-e-soja/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:45:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio. Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio.</p>
<p>Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um jogo de pôquer, engrossou o tom da briga com a China acreditando que ali seria mais uma disputa fácil, só que acabou percebendo que suas ameaças não surtiam efeito, pelo contrário, e que suas falas passaram a não produzir mais os mesmos efeitos &#8220;altistas&#8221; nos mercados financeiros.</p>
<p>A China quietinha, mas reagente, comprou a briga que por sinal se arrasta até os dias de hoje, mesmo com as recentes compras de soja.</p>
<p>Aqui, novamente, reforço minha análise sobre demanda. Quem me acompanha nas redes sociais sabe que, desde o início do ano, venho falando que China compraria tudo que poderia comprar do Brasil, uma vez que Argentina era carta fora do baralho, pela questão tributária e política, e que os chineses precisariam ir em algum momento comprar soja nos EUA justamente para fazer a ponte de transição até a entrada da safra nova brasileira em fevereiro, afinal a comercialização da soja brasileira da safra de 2020 está beirando a totalidade com alguns compromissos de tradings inclusive sendo repactuados para poder abastecer o mercado interno.<br />
Em meio às tensões da guerra comercial, Trump não deixou de receber apoio de sua base a até conseguiu surfar na onda da aceleração da economia, decorrência direta da tributação imposta à China.</p>
<p>Vários programas de incentivo aos produtores rurais foram disponibilizados para ajudá-los a minimizar os prejuízos pela falta de demanda chinesa e por problemas climáticos. E essas ações conferem a fidelidade da sua base eleitoral.</p>
<p>No entanto, o que infelizmente ninguém contava, é que uma pandemia varresse os números da economia mundial e dirigisse os EUA para uma zona de recessão. Não fosse a pandemia, Trump possivelmente estaria reeleito.</p>
<p>Assim como ocorreu em 2016, Trump hoje se depara com um crescimento de votos do candidato da oposição e isso pode ser determinante para adotar a estratégia do tudo ou nada.</p>
<p>E nesse caminho fica cada vez mais fácil perceber que adotar medidas estratégicas para reacender o discurso nacionalista da população pode ser uma saída para definir as eleições.</p>
<p>Nada mais factível nesse momento que voltarem os discursos sobre empresas norte-americanas que voltarem aos EUA, as ameaças de indenização por conta da covid-19, as falas sobre os EUA não terem nada a perder com a China. Em paralelo as sucessivas e provocativas manobras militares ao sul do mar da China.</p>
<p>Não há dúvidas que faltando aproximadamente 45 dias Trump usará TODAS as armas que puder para não entrar, a exemplo de seu colega republicano George Bush pai, para a história política do país como o presidente republicano não reeleito. Todos os últimos e presidentes se reelegeram. Barack Obama, George W. Bush Filho e Bill Clinton.</p>
<p>E, se assim acontecer e os EUA decidirem engrossar com China, as tratativas para o acordo comercial das fases 2 e 3 podem ser abortadas e o acordo comercial da fase 1 irá por terra abaixo. Isso em um primeiro momento aumentaria ainda mais a competitividade do agro brasileiro. Mais exportação de carnes ainda em 2020 e 2021 e soja para 2022, razão pela qual o Brasil estará atento à disputa eleitoral.</p>
<p>Mas nem tudo são flores, e precisamos ser cautelosos pois há muitos interesses em jogo. A política de Trump favorece um dólar mais valorizado, o que melhora a performance exportadora do Brasil, no entanto, em seu segundo mandato, Trump poderia pressionar ainda mais o Brasil para garantir quedas tarifárias como no caso do etanol, sem dar nenhuma ou quase nada de contrapartida, como no caso do açúcar. Além disso, pode influenciar a tomada de decisão brasileira sobre a tecnologia 5G. No caso de Biden vencer, a relação entre EUA e Brasil poderia em um primeiro momento ficar distante. Embora os países tenham uma história de parceria, circularam algumas declarações sobre o posicionamento do presidente Bolsonaro a respeito das eleições. Embora o Brasil não deva &#8220;interferir&#8221; no processo de eleição, em um país com ideais e pilares democráticos, é visível ao mundo inteiro a aproximação entre seus presidentes. No entanto, com a política de Biden mais multilateralista, o Brasil poderia ser beneficiado com uma maior circulação de dinheiro em países emergente e possivelmente prejudicado na competitividade junto ao mercado chinês. A aposta do mercado é que China teria condições mais equilibradas de debater termos do acordo entre os dois países já nos primeiros 3 a 6 meses de governo.</p>
<p>Em meu próximo texto, em dezembro, as eleições já estarão definidas e a partir daí do candidato eleito, analisaremos melhor quais são as possibilidades, oportunidades e desafios para o agro brasileiro.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><strong>Andrea Cordeiro</strong><br />
<em>Empresária formada em Direito e pós-graduanda em Agronegócios pela ESALQ/US. Consultora em Commodities Agrícolas com expertise em comercialização e hedge. Colunista independente em mídias agro. Agro-influenciadora. Integrante da Liga do Agro.</em></p>
<p>Fonte: Revista Rainhas do Agro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>4º webinário: O agronegócio e a economia da biodiversidade florestal &#124; Amazônia 2030 &#124; AgroMais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 12:28:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PGM 04 &#8211; O agronegócio e a economia da biodiversidade florestal Mesmo que a aspiração pelo uso sustentável da floresta seja crescente, o fato é que os produtos convencionais (soja, carne de gado e mineração) respondem por parte muito significativa da riqueza da Amazônia. É aí que se concentra a maior parte do rebanho brasileiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/9fZcuzjfQ6E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>PGM 04 &#8211; O agronegócio e a economia da biodiversidade florestal</p>
<p>Mesmo que a aspiração pelo uso sustentável da floresta seja crescente, o fato é que os produtos convencionais (soja, carne de gado e mineração) respondem por parte muito significativa da riqueza da Amazônia. É aí que se concentra a maior parte do rebanho brasileiro de carne e nada menos que 13% de nossa produção de soja. Como garantir nestes setores métodos produtivos que não comprometam a manutenção das superfícies florestais? Estes setores precisam de mais área para satisfazer os mercados aos quais se vinculam? Suas atividades podem ser “regenerativas”?</p>
<p>Izabella Teixeira: Ex-ministra do Meio Ambiente e Co-Presidente do Painel de Recursos Naturais da ONU Meio Ambiente</p>
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<p>Roberto Waack: criador da empresa AMATA, dirigiu a Fundação RENOVA e hoje dirige o comitê de sustentabilidade da MARFRIG.</p>
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<div>Com apoio do @SantanderBrasil, o canal AgroMais promove uma série de encontros para o debate: Amazônia 2030, Desafios e Oportunidades da Bioeconomia.</div>
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<p>Mesmo que a aspiração pelo uso sustentável da floresta seja crescente, o fato é que os produtos convencionais (soja, carne de gado e mineração) respondem por parte muito significativa da riqueza da Amazônia. É aí que se concentra a maior parte do rebanho brasileiro de carne e nada menos que 13% de nossa produção de soja. Como garantir nestes setores métodos produtivos que não comprometam a manutenção das superfícies florestais? Estes setores precisam de mais área para satisfazer os mercados aos quais se vinculam? Suas atividades podem ser “regenerativas”?</p>
<p>Confira mais sobre o assunto no 4º webinário: O agronegócio e a economia da biodiversidade florestal.</p>
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<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9fZcuzjfQ6E&amp;app=desktop" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Youtube AgroMais</a></p>
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		<item>
		<title>A araraquarense Anna Paula Nunes é referência no mundo do agronegócio feminino</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava</p></blockquote>
<p>Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem a sua frente como ministra, Tereza Cristina, que é referência para mulheres do agro.</p>
<p>A frente da Fazenda Jangada Brava, na região de Boa Esperança do Sul, que tem 1.030 alqueires está Anna Paula Nunes, de 50 anos, que assumiu os negócios da família há cerca de 15 anos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8579 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg" alt="" width="640" height="434" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg 640w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-300x203.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula Nunes, na manhã desta quinta-feira (24), na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Ela conta que desde criança sempre amou a terra, nasceu e cresceu na fazenda, e que não gostava muito de estudar, mas queria trabalhar com pai na fazenda. Seu pai Viriato Nunes Junior, valendo-se da sabedoria que é peculiar ao homem do campo, disse que não, que só trabalharia na fazenda depois de cursar uma faculdade. Mas tanto o pai como o avô diziam naquele tempo que agrônomo não servia para nada. Anna então foi cursar engenharia civil na Faculdade Logatti, ainda que discordasse dos dois quanto à agronomia, “fui rápida para entrar, mas demorou um pouco para sair”, comenta sorrindo.</p>
<p>“Até pensei em fazer agronomia há pouco tempo, mas agora já não tenho mais tempo; em época de plantio saio da fazenda depois das 22 horas”.</p>
<p>A agricultora lembra que os antigos diziam “se você não estudar, vai trabalhar na roça. Hoje você só vai pra roça com muito estudo”.</p>
<p>Em sua fazenda há uma diversificação de cultura como cana-de-açúcar, milho, soja, e na safrinha girassóis e sorgo.</p>
<p>Quarta geração a frente da fazenda, ela diz que existem proprietários que gostam apenas do título, que arrendam suas terras e aparecem para receber ou administram de longe. “Eu, meu pai, sempre cuidamos da terra com amor, fico brava até se um trator da usina passa por cima da grama do jardim”, diz Paula</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8581 size-full alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula recebe o coordenador regional do Senar João Henrique de Souza Freitas, entidade a qual tem parceria para cursos</p>
<p>A fazenda tem 17 funcionários que moram no local, com toda a estrutura e que cuidam do dia a dia da roça sempre com a supervisão de Anna Paula. Ela faz questão que todos os colaboradores façam cursos e se especializem em todas as áreas e para isso conta também com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).</p>
<p><strong>TECNOLOGIA DE PONTA</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8578" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/09596bfb-f86f-4a72-ac73-06cb7abc6036-225x300-225x300.jpg" alt="" width="218" height="291" />Um novo funcionário foi contratado para colocar em funcionamento a agricultura de precisão, que trabalha somente com as novas tecnologias. Hoje tecnólogo em mecanização agrícola de precisão é o profissional que se responsabiliza pelo uso adequado de máquinas e implementos agrícolas, com o objetivo de obter altas produtividades agropecuárias e baixos custos em ambiente de agricultura de precisão, resumindo, mais produtividade com menos quantidade de hectares.</p>
<p>“Hoje quem não acompanhar a nova tecnologia, fica para trás, eu invisto muito em tecnologia de adubos, sementes. Não adianta eu comprar equipamentos modernos e meus funcionários não saberem mexer, precisamos de treinamentos e estudo. Meus colaboradores entenderam isso, querem estudar, procuram na internet, além das empresas também darem treinamento dos maquinários que compramos, temos que investir nas pessoas, caso contrário também não adianta nada”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRANSIÇÃO</strong></p>
<p>Anna lembra que quando assumiu a administração da fazenda, houve certa desconfiança dos funcionários, que estavam acostumados a trabalhar com seu pai. “Eles não estavam preparados para que uma mulher os comandasse. Tenho aqui funcionários antigos que me viram nascer, mas demorou um pouco para que me vissem como administradora da fazenda. Às vezes eu dizia alguma coisa e eles falavam, ah nós vamos ver com seu pai. Nesta hora tive muito apoio de meu pai, ele respondia ao impasse – A Paula resolve -. Meu pai demorou em me deixar assumir, mas quando deixou, deixou de verdade. Hoje brincamos que se ele precisa de algo tem que pedir pra Paula”, ri ela da situação.</p>
<p>Quando Anna assumiu a administração, a fazenda produzia cana e laranja. Ela já chegou com a ideia de mudanças, os pomares foram retirados e seu pai queria arrendar. Ela disse não, pois queria tentar algo novo, então resolveram plantar milho.</p>
<p>“Meu pai quis plantar milho do jeito dele, aquele jeito antigo, foi buscar semente na Secretaria da Agricultura, emprestamos uma plantadeira, foi um horror, não deu nada. No ano seguinte eu disse: agora você me deixa plantar do meu jeito. Ele aceitou. Não comparando com hoje, mas algo diferenciado naquela época, com milho transgênico, uma semente melhor, comprei uma plantadeira pequena, mas moderna, aí a produção, foi outra coisa, muito melhor. A partir daí meu pai criou mais confiança, e a cada ano fui melhorando meu plantio no sentido de grãos, que é a minha paixão”, explicou</p>
<p>Ela diz que teve dificuldades no início para lidar com pessoas de fora, por ser mulher, mas isso ficou para trás. Hoje as mulheres no agronegócio são muito fortes, tanto, que no dia 21 de outubro há um evento marcado com mulheres do agro nacional, na fazenda, com a presença da palestrante Andrea Cordeiro, uma mente fervilhante, amante do universo agro há 21 anos, idealizadora do projeto “Missão Mulheres do Agro” e cidadã engajada na causa da profissionalização da mulher no agronegócio. Ela também é Co Autora do livro Mulheres do Agro.</p>
<p>Em Araraquara, há um grupo de cerca de 28 mulheres ligadas ao agro, que antes da pandemia da covid-19, sempre se reuniam para trocar experiências e se ajudar mutuamente. Atualmente continuam juntas em um grupo de whatsApp.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8585 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Mulheres do Agro estiveram com a Ministra da Agricultura Tereza Cristina e o deputado Federal Baleia Rossi (MDB)</p>
<p><strong>ENCONTRO COM A MINISTRA</strong></p>
<p>Todos os anos, as mulheres do grupo do agro vão até os Estados Unidos, para conhecer as propriedades de soja e milho do país. “Em 2019 estávamos lá e queríamos passar as novidades do grupo para a Ministra da Agricultura Tereza Cristina. Então entrei em contato com o deputado Federal Baleia Rossi, com quem tenho amizade e ele conseguiu uma audiência. Fomos a Brasília e ela nos recebeu, eu e mais quatro amigas, todas ligadas ao agro. Ela é uma mulher maravilhosa, uma pessoa simples, muito inteligente, saímos de lá encantadas. Ela criou um grupo de whatsApp com a gente, e nunca deixou de nos responder quando falamos com ela. Este ano graças a ela e ao governo, foi o melhor ano para a agricultura”, disse a administradora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8582 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg" alt="" width="700" height="331" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol-300x142.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">A plantação de girassol deste ano. Uma das mais bonitas da região</p>
<p>Entre as paixões de Anna, está o girassol, que ela planta na safrinha para promover a reciclagem de nutrientes da terra. “Não existe plantação de girassol mais bonita que a minha”, diz a produtora mostrando um vídeo que fez com um drone sobre a plantação. De acordo com Paula centenas de pessoas visitaram a plantação neste ano.</p>
<p>A agricultora tem três filhos, Pedro Nunes Morábito, Giovana Nunes Morábito e Letizia Nunes Morábito, e de acordo com Anna, nenhum deles está na linha de sucessão, escolheram outras profissões e só vão à fazenda para o final de semana. “Entristece-me um pouco este fato, mas cada um com suas escolhas, melhor ser um lixeiro feliz do que um empresário triste”, afirma ela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8580 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Paula recebeu o Portal RCIA, em seu escritório na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Paula encerra a entrevista dizendo que se sente realizada e satisfeita como uma mulher do agro. “Eu conquistei tudo que eu queria como mulher e dentro do agro, e vejo que tenho muito mais a conquistar. Hoje as pessoas vêm o agro com outros olhos, nesta pandemia quem deu suporte ao país foi o agro, eu não deixei de trabalhar um único dia, nem sei o que é quarentena”, finaliza a agricultora.</p>
<p>Se for a mãe terra quem nos da bonança, nada melhor que mulheres para geri-la, pois elas vão a campo e estão transformando o agro do país. Os desafios são incontáveis. Mas elas não desistem, porque o brilho nos olhos e a força que rege as mulheres, é maior que as barreiras para chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2F100011094404573%2Fvideos%2F1161034914276311%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://rciararaquara.com.br/agronegocio/araraquarense-e-referencia-no-mundo-do-agronegocio-feminino/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Portal RCIA</a></p>
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		<title>Dados da balança comercial – Janeiro a Agosto &#8211; 2020</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/balanca-comercial-janeiro-agosto-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 13:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Balança Comercial do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o AGROSTAT as exportações gerais do agronegócio em 2020 atingiram a marca de US$ 69.6 Bilhões, sendo que a China é responsável por importar 37,96% desse montante, seguido da União Europeia com 16,17% e Estados Unidos com 6,09%. A cadeia que mais exporta é a da Soja que representa 43,48%, seguido de carnes com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o AGROSTAT as exportações gerais do agronegócio em 2020 atingiram a marca de US$ 69.6 Bilhões, sendo que a China é responsável por importar 37,96% desse montante, seguido da União Europeia com 16,17% e Estados Unidos com 6,09%.</p>
<p>A cadeia que mais exporta é a da Soja que representa 43,48%, seguido de carnes com 16,21% e flores em terceiro lugar com 10,76%. Os estados de maior participação nas vendas internacionais são Mato Grosso (18,25%), São Paulo (15,94%), Paraná (13,10%) e Rio Grande do Sul (10,40%).</p>
<p>Segundo dados do <strong>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, </strong>o Brasil exportou entre os meses de janeiro e agosto de 2020 cerca de 75 milhões de toneladas da oleaginosa, sendo que houve picos de exportação nos meses de abril, maio e junho, com 14.8 MT, 14.1 MT e 12.7 MT respectivamente.</p>
<p>Quando se compara 2020 a 2019, nesta mesma janela de tempo, o excedente exportado em 2020 é de aproximadamente 19 milhões de toneladas a mais. Em 2019 tinham sido exportados 56.1 Milhões de Toneladas.</p>
<p>A exportação brasileira de milho em 2020 é cerca de 60% mais baixa que em 2019. Até o mês de agosto o país exportou aproximadamente 13.7 milhões de toneladas, quando comparado ao ano de 2019, onde foram embarcadas cerca de 22 milhões de toneladas.</p>
<p>As carnes bovina e suína possuem grande representatividade nas exportações brasileiras. A carne bovina embarcou de janeiro a gosto de 2020 cerca de 1.14 milhões de toneladas, valor próximo aos embarques de 2019, quando embarcou 1.2 milhões de toneladas. Em se tratando de carne suína fresca, os embarques estão abaixo do ano anterior, até o mês de agosto totalizavam 467 mil toneladas, cerca de 30% a menos que em 2019, onde o país exportou 666 mil toneladas.</p>
<p><strong>Preliminares de Setembro &#8211; 3ª Semana</strong></p>
<p>O Ministério da Economia informou dados preliminares da balança comercial da 3ª semana de setembro. O setor agro em acumula nessa janela 7.9 milhões de toneladas exportadas, abaixo de 2019 quando exportou 11.6 milhões de toneladas.</p>
<p>Para essa terceira semana, tanto soja quanto milho, apresentam valores abaixo que o mês de 2019. A soja exportou em setembro deste ano cerca de 2.9 milhões de toneladas, enquanto em setembro de 2019 chegou na terceira semana a 4.6 milhões de toneladas. O milho até o momento, atinge o seu segundo melhor mês na temporada com 4.5 milhões de toneladas, mas ainda apresenta performance inferior à registrada em 2019, quando embarcou 6.4 milhões de toneladas.</p>
<p><strong><u>*Os dados desse informe são extraídos do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento &#8211; AGROSTAT &#8211; Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro. *</u></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8556 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1.jpg" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1.jpg 1080w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BC-Geral-1-1024x1024.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
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