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	<title>Arquivos sintomas - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 17:22:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="field field-name-title field-type-ds field-label-hidden">
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<h2>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero</h2>
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<p>O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos).</p>
<p>A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou ou Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica desse exame.</p>
<p>Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal no Serviço de Saúde.</p>
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<p><strong>Estimativas de novos casos</strong>: 16.590 (2020 &#8211; INCA)<br />
<strong>Número de mortes</strong>: 6.526 (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM)</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<ul>
<li>Início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros.</li>
<li>Tabagismo (a doença está diretamente relacionada à quantidade de cigarros fumados).</li>
<li>Uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.</li>
</ul>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.</p>
<p><strong>Vacinação contra o HPV</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.</p>
<p>A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença</p>
<p><strong>Exame preventivo</strong></p>
<p>O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.</p>
<p>O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.</p>
<p><strong>Como é feito o exame</strong></p>
<p>Para a coleta do material, é introduzido na vagina um instrumento chamado espéculo (conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato);<br />
O profissional de saúde faz a inspeção visual do interior da vagina e do colo do útero;<br />
O profissional promove a escamação da superfície externa e interna do colo do útero com uma espátula de madeira e uma escovinha;<br />
As células colhidas são colocadas numa lâmina de vidro para análise em laboratório especializado em citopatologia.<br />
Quem deve fazer e quando fazer o exame preventivo</p>
<p>Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.</p>
<p><strong>O que fazer após o exame?</strong></p>
<p>A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame (ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado e apresentá-lo ao médico.</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p>Se o seu exame acusou:</p>
<p><strong>Negativo para câncer:</strong> Se esse for o seu primeiro resultado negativo, você deverá fazer novo exame preventivo daqui a um ano. Se você já tem um resultado negativo no ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;<br />
<strong>Infecção pelo HPV ou lesão de baixo grau:</strong> Você deverá repetir o exame daqui a seis meses;<br />
<strong>Lesão de alto grau:</strong> O médico decidirá a melhor conduta. Você vai precisar fazer outros exames, como a colposcopia;<br />
<strong>Amostra insatisfatória:</strong> A quantidade coletada de material não foi suficiente para fazer o exame. Você deve repetir o exame logo que for possível.<br />
Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Os seguintes testes podem ser utilizados:</p>
<p>Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, Papanicolau, toque vaginal e toque retal.<br />
Exame Preventivo (Papanicolau)<br />
Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões<br />
Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos para o câncer do colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento (estágio de evolução) da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos.</p>
<p>Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.</p>
</div>
            </div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2></h2>
<h2>MARÇO AZUL MARINHO: Câncer colorretal</h2>
<p>O câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou de intestino .</p>
<p>É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> As informações neste portal pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação no Serviço de Saúde.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p><strong>Estimativa de novos casos:</strong> 40.990, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres (2020 &#8211; INCA)</p>
<p><strong>Número de mortes:</strong> 19.603; sendo 9.608 homens e 9.995 mulheres (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM).</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, <em>blanquet</em> de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.</p>
<p>Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.</p>
<p>A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.</p>
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<div class="field field-name-field-texto espacamento-campo">
<p>A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.</p>
<p>Verifique se seu peso está adequado com uma calculadora de IMC.</p>
<p>Não fumar e não se expor ao tabagismo.</p>
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            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
<p>Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);</li>
<li>dor ou desconforto abdominal;</li>
<li>fraqueza e anemia;</li>
<li>perda de peso sem causa aparente.</li>
<li>alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)</li>
<li>massa (tumoração) abdominal</li>
</ul>
<p>Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, e devem ser investigados para seu diagnóstico correto e tratamento especifico.</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Os tumores de cólon e reto (ou colorretal) podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).</p>
<p>Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:</p>
<p>·        Sangramento nas fezes<br />
·        Massa (tumoração) abdominal<br />
·        Dor abdominal<br />
·        Perda de peso e Anemia<br />
·        Mudança de hábito intestinal</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
<p>Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do colon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes.  Os casos positivos neste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.</p>
</div>
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</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>O diagnóstico requer biópsia (exame de pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio).</p>
</div>
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</div>
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<p>O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável. A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema de defesa do corpo) dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia (uso de radiação), associada ou não à quimioterapia (uso de medicamentos), para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.</p>
<p>O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas.</p>
<p>Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.</p>
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<p><a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte: INCA &#8211; Instituto Nacional de Câncer</strong></a></p>
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		<title>Outubro Rosa 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 12:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro Rosa Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="documentFirstHeading">Outubro Rosa</h1>
<p>Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama e foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 class="documentFirstHeading">Câncer de mama: sintomas, tratamentos, causas e prevenção</h1>
<h2>O que é câncer de mama?</h2>
<p>Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.</p>
<p><strong>ATENÇÃO:</strong> As informações aqui contidas pretendem apoiar e trazer informações úteis sobre o câncer de mama, mas não substituem a consulta médica. Em casos de suspeita, procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.</p>
<h2>Quais sintomas do câncer de mama?</h2>
<p>O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:</p>
<ul>
<li>edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;</li>
<li>retração cutânea;</li>
<li>dor;</li>
<li>inversão do mamilo;</li>
<li>hiperemia;</li>
<li>descamação ou ulceração do mamilo;</li>
<li>secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.</li>
</ul>
<p><strong>A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.</strong></em></li>
<li>A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.</li>
</ul>
<h2 class="su-box-title">Como prevenir o câncer de mama?</h2>
<div class="su-box-content su-clearfix">
<p>A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.</p>
<p>Os principais fatores de risco comportamentais relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são: excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.</p>
<p>A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.</p>
</div>
<h2>Como é feito o diagnóstico para o câncer de mama?</h2>
<p>Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico.</p>
<p>A detecção precoce é uma forma de prevenção secundária e visa a identificar o câncer de mama em estágios iniciais. Existem duas estratégias de detecção precoce: o diagnóstico precoce e o rastreamento. O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença.</p>
<p>O diagnóstico precoce, portanto, é uma estratégia que possibilita terapias mais simples e efetivas, ao contribuir para a redução do estágio de apresentação do câncer. Assim, é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alerta dos cânceres mais comuns, passíveis de melhor prognóstico se descobertos no início. A maioria dos cânceres é passível de diagnóstico precoce mediante avaliação e encaminhamento após os primeiros sinais e sintomas.</p>
<p>Já o rastreamento é uma ação dirigida à população sem sintomas da doença, que tem o intuito de identificar o câncer em sua fase pré-clínica. Atualmente, apenas há a indicação de rastreamento aos cânceres de mama e do colo do útero.</p>
<h2>O que é a reconstrução mamária?</h2>
<p>O procedimento de reconstrução mamária, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), é oferecido apenas para mulheres com câncer que tiveram que retirar a(s) mama(s) ou parte(s) dela(s). Dessa forma, a rede pública de saúde oferece integral e gratuitamente os procedimentos de recuperação pós-mastectomia.</p>
<p>A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias. Essa é uma medida de segurança e bem estar, adotada ou não conforme cada caso.</p>
<p>Sendo assim, cabe à equipe médica responsável pela paciente avaliar se é possível realizar os dois procedimentos no mesmo ato cirúrgico. A decisão é tomada com base em diversos fatores, como a condição da área afetada para evitar infecção ou rejeição da prótese e a vontade da própria paciente. Em alguns casos, é necessária a radioterapia ou quimioterapia antes da reconstrução mamária ser realizada.</p>
<p><a href="http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama" target="_blank" rel="noopener">Fonte Ministério da Saúde</a><br />
<a href="https://www.inca.gov.br/assuntos/outubro-rosa" target="_blank" rel="noopener">Fonte Inca</a></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-4510" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-300x298.jpeg" alt="" width="463" height="460" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-300x298.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-150x150.jpeg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-768x762.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha-1024x1016.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Modelo-Padrão-Campanha.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" />Já conhece a Campanha Lenços do Agro? Alguns centros de referencia de tratamento de câncer incentivam campanhas para a prática da autoestima. E foi pensando numas dessas práticas, que as<strong> Mulheres do Agronegócio Brasil</strong> em parceria com o <strong>Grupo Labhoro</strong> criou a campanha <strong>LENÇOS DO AGRO</strong>.</p>
<p>Através de parceiros da campanha (<a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/parceiros-oficiais/" target="_blank" rel="noopener">lista de parceiros)</a> são arrecadados  lenços para serem doados à pacientes em tratamento de câncer em diversos centros de tratamento.</p>
<p>Lenços de todos os tipos são bem vindos, usados ou novos, longos ou médios, coloridos ou discretos, só não esqueça que o material tem que ser suave para não machucar a guerreira que for usá-lo!<br />
Os lenços, além de serem doador nos pontos de coletas de nossos parceiros, poderão ser doados durante os 2 dias do <a href="http://www.mulheresdoagro.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio</strong></a>.</p>
<p>O Congresso, em sua quarta edição, será realizado nos dias 08 e 09 de Outubro, no <strong> Transamerica Expo Center, São Paulo.</strong></p>
<p>Leve junto com sua doação, um cartão com uma mensagem motivacional. Em 2018 foi emocionante ver a felicidade das pacientes ao lerem suas cartinhas.</p>
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