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	<title>Arquivos segurança - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Educação como a Base da Transformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2018 20:20:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Temos um costume no Brasil de usar a seguinte expressão: “Pior do que está não fica”! Talvez essa expressão traduza o viés esperançoso do nosso povo brasileiro, mas sabemos que a afirmação é não retrata a verdade. O que está ruim pode piorar, sim! Findamos uma semana repleta de notícias sobre crise econômica e política [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Temos um costume no Brasil de usar a seguinte expressão: “Pior do que está não fica”!</p>
<p style="font-weight: 400;">Talvez essa expressão traduza o viés esperançoso do nosso povo brasileiro, mas sabemos que a afirmação é não retrata a verdade.</p>
<p style="font-weight: 400;">O que está ruim pode piorar, sim! Findamos uma semana repleta de notícias sobre crise econômica e política cuja cereja do bolo foi algo que passou batido por muitos de nós brasileiros.</p>
<p style="font-weight: 400;">O  <strong>Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) </strong>divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<strong>PNUD)</strong> foi divulgado nessa nesta sexta-feira, 14. Pelo terceiro ano seguido o Brasil amarga a 79ª colocação no estudo que considera um total de 189 e talvez alguns de nós mais otimistas afirme: “Pelo menos não foi pior e o Brasil não caiu no levantamento! Estamos na posição de número 79.”</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas se continuarmos com essa linha de pensamento será cada vez mais difícil mudar nossa cultura. Os números retratam um cenário com buracos cada vez maiores entre o real e o ideal.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Brasil, essa nação com um povo tão incrível está ficando para trás em muitos pontos. Em educação, saúde e renda! Estamos padecendo, piorando e “emburrecendo” a cada dia! E isso é Fato!</p>
<p style="font-weight: 400;">Detalhando aqui alguns dos números, você vai entender o que estou a dizer .</p>
<p style="font-weight: 400;">Antes você só precisa saber que o <strong>IDH vai de 0 a 1</strong> e leva em conta dados e indicadores de <strong>Educação, Saúde e Renda</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">O país que encabeça o ranking  <strong>IDH</strong> de 2018 é <strong>Noruega</strong> com 0,953, seguido de Suíça, Austrália, Irlanda e Alemanha, com pontuação oscilando entre 0,944 a 0,936. agora adivinha a nota do Brasil&#8230;</p>
<p style="font-weight: 400;">0,759</p>
<p style="font-weight: 400;">Embora essa nota nos faça figurar na categoria “alta”não quer dizer lá grandes coisas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 2017 nossa pontuação foi 0,758.</p>
<p style="font-weight: 400;">Otimistas falarão: Uhuuuuu, o Brasil melhorou!</p>
<p style="font-weight: 400;">Em setores isolados como saúde e renda isso até procede.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas em educação ficamos estagnados. Quer ver só como choca? Aqui na América do Sul, o <strong>Brasil registra o 5º maior IDH.</strong> Estamos atrás do Chile, Argentina, Uruguai e pasmem!!!!! <strong>Venezuela</strong>, ou seja a média de estudo do brasileiro(a) é menor que a do Venezuelano(a).</p>
<p style="font-weight: 400;">Com uma expectativa de vida de 75,7 anos, o brasileiro(a) tem há 3 anos a mesma expectativa de escolaridade: a de 15,4 anos. Mas a média de estudo real é de apenas 7,8 anos por brasileiro(a). Só aí da pra se perceber o enorme espaço entre 2 mundos.</p>
<p style="font-weight: 400;">O levantamento também mediu as desigualdades. E nesse quesito o Brasil simplesmente despencou no ranking ao perder 17 posições, cedendo de 0,759 para 0,578. Índice que isoladamente nos rebaixaria para uma categoria intermediaria de avaliação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Somente nesse quesito temos um recuo de quase 24 % no IDH  e juntamente com Paraguai ( 25,5) e Bolívia (25,8) fomos os que mais perdemos classificação na América do Sul.</p>
<p style="font-weight: 400;">No item <strong>Má distribuição de Renda</strong>, temos nossa pior medição – 0,471. <strong>Desigualdade educacional</strong> vem em segundo com 0,535 e na sequência <strong>expectativa de Vida</strong> 0,765.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na medição de <strong>Índices de Desenvolvimento de Gênero</strong>, mais uma vez os números confirmam que as Mulheres têm uma expectativa de estudo e média de estudo efetivo maior que os homens, mas registra uma renda bruta menor que a dos homens.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nós brasileiras temos 15,9 anos de expectativa de estudo enquanto os homens tem 14.9. Nós estudamos 8 anos, contra 7,7 e ganhamos quase 43 % a <em>menos</em> que os homens. Nesse segmento os países estão divididos em 5 grupos que vão de 01 a 05, sendo o 01 é o menos desenvolvido e o 05 o mais desenvolvido. E devido às altas notas das mulheres o Brasil foi avaliado no grupo 01.</p>
<p style="font-weight: 400;">O <strong>Índice de Desigualdade de Gênero</strong>, que considera o papel das Mulheres em 160 países, o Brasil registra a 94ª posição, explicitando o tanto de chão que ainda temos para percorrer.  Nessa avaliação a variação vai de 0 a 1. Estamos em 0,407 e quanto mais próximo ao 0 ( zero) mais bem avaliado o país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas diferenças de gênero, o estudo apontou que o Brasil registra a pior performance da <strong>América do Sul</strong> no quadro político com apenas 11,3% das vagas do Congresso Nacional são ocupadas por Mulheres. Pois é, realmente temos um longo caminho a percorrer.</p>
<p style="font-weight: 400;">Analisando esses dados e sabendo que educação é a base para qualquer mudança , não temos como não afirmar que não há transformação sem darmos ao povo/cidadão brasileiro a ferramenta mais milagrosa e preciosa que existe: <strong>O</strong> <strong>Conhecimento.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Uma nação empoderada, com uma economia fortalecida e com menos desigualdades é uma nação cujos governantes priorizam investimentos em <strong>EDUCAÇÃO</strong>!</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Estudo, Educação, Conhecimento</strong> são pontos de partida para cidadãos que sabem o que querem e sabem cobrar seus dirigentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">E um <strong>povo Educado</strong>, <strong>Culto</strong> é um povo que não se contenta com menos, com pouco.</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma nação que com <strong>Valores</strong> luta por outras conquistas como <strong>Segurança, Saúde, Tecnologia, Infraestrutura</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Então, invista nesse ponto e priorize a Educação em sua vida e na dos seus familiares. Não seremos parte de uma nação rica se não mudarmos nós também nossa maneira de pensar e agir! <strong>Então estude, estude, estude!</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Eu te vejo na semana que vem,</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Andrea Cordeiro</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Para saber mais vide links:</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1537044092538000&amp;usg=AFQjCNEzpkj1dr8FhPcjx5TWH_gD7MszSQ">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/14/brasil-tem-pequena-melhora-no-idh-mas-segue-estagnado-no-79lugar-em-ranking-global.ghtml</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/&amp;source=gmail&amp;ust=1537044092538000&amp;usg=AFQjCNEftoPUMcOcMOx8mGGtjmlqln975g">https://veja.abril.com.br/economia/brasil-fica-estagnado-em-79o-lugar-no-ranking-de-desenvolvimento-humano/</a></p>
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		<title>Maio Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 15:02:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. ATENÇÃO PELA VIDA O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento <strong>Maio Amarelo</strong> nasce com uma só proposta: <strong>chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.</strong></p>
<h2>ATENÇÃO PELA VIDA</h2>
<blockquote><p>O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.</p></blockquote>
<h2>SOBRE A DÉCADA DE AÇÃO PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO</h2>
<p>A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.</p>
<p>São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.</p>
<p>Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1851 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png" alt="" width="300" height="197" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-768x505.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-1024x673.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-76x50.png 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-123x82.png 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-83x55.png 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-125x83.png 125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito.O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).</p>
<p>Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.</p>
<p>De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.</p>
<p><a href="https://www.maioamarelo.com/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: www.maioamarelo.com/</a></p>
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		<title>Abril Verde &#8211; Pela saúde e segurança no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 18:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná, tem como intuito trazer à sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná, tem como intuito trazer à sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os acidentes de trabalho e os agravos à saúde do trabalhador, e mobilizar o envolvimento da sociedade, dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para prevenir e alertar sobre os problemas que ocorrem no mundo do trabalho e em decorrência do mesmo. Essa iniciativa quer trazer saúde e a prevenção para dentro do local onde passamos grande parte do nosso dia, da nossa vida e produzimos a riqueza da sétima economia do mundo.</p>
<p><strong>Por que apoiar?<br />
</strong>Apoiar essa iniciativa é acreditar que se pode fazer mais por um trabalho saudável e sem acidentes. Somente com o envolvimento, com a troca de informações, é que se pode favorecer uma cultura de prevenção à vida e à saúde no ambiente de trabalho.</p>
<p>Seja um apoiador e tenha sua marca associada a uma ação de valor social. É com sua ajuda que podemos chegar cada vez mais longe, atingir cada vez mais pessoas e salvar cada vez mais vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>POR QUE O MÊS DE ABRIL?</h2>
<div class="act-post">
<p><em>Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho e Dia Mundial da Saúde</em></p>
<p>No dia 28 de abril, pessoas de todo o mundo celebram o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”.</p>
<p>A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.</p>
<p>No dia 07 de abril é celebrado o dia Mundial da Saúde, instituída pela Organização Mundial da Saúde, que define: a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Criada em 1948, a data tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional.</p>
<p><strong>Em memória</strong></p>
<p>Em 28 de abril nós lamentamos aqueles que morreram. No entanto, as mortes no trabalho também são um lembrete de que todos os níveis de governo são fundamentais para fazer mais por leis de saúde e segurança e vigorosamente julgar violações quando um trabalhador é morto ou gravemente ferido.</p>
<p>É tempo de tratamento justo e igualitário perante a lei para mortes e acidentes de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>OS NÚMEROS</h2>
<p>Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), divulgados em 2013, 2 milhões de pessoas morrem por ano por conta de doenças ocupacionais no mundo. Já o número de acidentes de trabalho fatais ao ano chegam a 321 mil. Neste panorama, a cada 15 segundos, um trabalhador morre por conta de uma doença relacionada ao trabalho.</p>
<p>Os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocam o Brasil como 4º colocado no ranking mundial de acidentes fatais de trabalho. No Brasil, são quase 4 mil mortes anualmente em decorrência de acidentes de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.abrilverde.com.br/site/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Abril Verde</a></p>
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