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	<title>Arquivos respeito - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Diga Não ao assédio no carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 09:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por um carnaval mais seguro para todas, solte a voz e diga Não ao assédio no carnaval &#160; Publicado em 10/02/2020 Por  Aline Rocha O carnaval é um momento de muita diversão e alegria, mas durante os dias da festa, muitos homens perdem o limite e partem para um vale-tudo. Este ano, o Jornal de Brasília se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/diga-nao-ao-assedio-no-carnaval/">Diga Não ao assédio no carnaval</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="mvp-post-title left entry-title">Por um carnaval mais seguro para todas, solte a voz e diga Não ao assédio no carnaval</h1>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mvp-author-info-date left relative">
<p>Publicado em <span class="mvp-post-date updated"><time class="post-date updated" datetime="2020-02-10">10/02/2020<br />
</time></span>Por  <span class="author-name vcard fn author"><a title="Posts de Aline Rocha" href="https://jornaldebrasilia.com.br/author/aline-rocha/" rel="author">Aline Rocha</a></span></p>
</div>
<p>O carnaval é um momento de muita diversão e alegria, mas durante os dias da festa, muitos homens perdem o limite e partem para um vale-tudo. Este ano, o Jornal de Brasília se une às vozes do movimento Não é Não para combater o assédio e a importunação sexual.</p>
<p>Episódios de violência física e sexual contra mulheres são cada vez mais frequentes e, no carnaval, os casos se multiplicam, fazendo com que o alerta e a necessidade de dar visibilidade à questão seja tão importante.</p>
<p>A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no Brasil, mas apenas 7.5% denunciam o agressor. Pelas ruas do país, 98% das mulheres afirmam já terem sido cantadas e, dessas, 83% dizem não se incomodar com isso, de acordo com dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do DF, no carnaval de 2019, foram registrados três estupros porém, a pasta não contabilizou os registros de assédio e importunação sexual.</p>
<p>Diante desse cenário, iniciativas de combate a esses abusos intensificam sua atuação com o objetivo de transformar a sociedade através da educação e conscientização dos indivíduos, ainda mais entre os foliões.</p>
<div id="jorna-722207571" class="jorna-teads"></div>
<h3>Não é não!</h3>
<p>Para trazer mais consciência sobre assédio nas ruas, um grupo de amigas criou o movimento “Não é não!”, em janeiro de 2017.</p>
<p>A iniciativa foi criada pelas amigas Bárbara Menchaise, Aisha Jacob, Julia Parucker, Luiza Borges Campos e Nandi Barbosa, após um caso sério de abuso sofrido por uma delas em um samba antes do carnaval. Mobilizaram, então, 40 mulheres e arrecadaram, em dois dias, R$ 2.784,00 para produzir tatuagens que foram distribuídas gratuitamente para as mulheres nas ruas do Rio de Janeiro. Com o sucesso do movimento no primeiro ano, a iniciativa se expandiu para diversos estados e, no último carnaval, chegou a Brasília.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-6428 size-full alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432.jpg" alt="" width="768" height="432" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-300x169.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-232x130.jpg 232w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao03-768x432-344x193.jpg 344w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<div>
<p id="caption-attachment-1686008" class="wp-caption-text" style="text-align: center;">Foto: Luian Valadão</p>
</div>
<p>A embaixadora do coletivo feminista em Brasília, Mila Ferreira, explica que o projeto chegou na capital após a sanção da Lei 13718/2018, que classifica a importunação sexual como crime. “A gente faz um financiamento coletivo todo ano para arrecadar o dinheiro que a gente usa para mandar fazer as tatuagens temporárias com os dizeres “Não é não! e distribuir gratuitamente no Carnaval”, explica Mila.<br />
“As tatuagens são, não só uma forma de usar o nosso corpo como outdoor da nossa luta, mas uma forma de alerta e de criar essa rede de acolhimento entre as próprias mulheres”, reforça a embaixadora.</p>
<div>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-1686075 aligncenter" src="https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-1024x1024.jpg" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-1024x1024.jpg 1024w, https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-150x150.jpg 150w, https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-300x300.jpg 300w, https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-768x768.jpg 768w, https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio-80x80.jpg 80w, https://jornaldebrasilia.com.br/wp-content/uploads/2020/02/assedio.jpg 1080w" alt="" width="740" height="740" aria-describedby="caption-attachment-1686075" /></p>
<p id="caption-attachment-1686075" class="wp-caption-text" style="text-align: center;">Fonte: Coletivo Não é Não!</p>
</div>
<h4>Apoio ao empreendedorismo feminino</h4>
<p>A arrecadação é feita por estado e tem como objetivo não só de produzir as tatuagens, mas também criar uma linha de apoio para mulheres empreendedoras. “Essas mulheres repassam os produtos para a gente, coisas de carnaval, camisetas, serviço. Tudo feito por essas mulheres a gente coloca no nosso site e, dependendo do valor de contribuição, a pessoa recebe em troca essas recompensas, feitas por nossas parceiras”, afirma Mila.</p>
<p>A ideia é que, um dia, a campanha deixe de ser necessária. “O objetivo do nosso projeto é que a gente não precise mais ir às ruas clamando por respeito, que isso passe a ser uma coisa normal, e que as mulheres não sejam mais assediadas”, reforça a embaixadora.</p>
<p>“A gente vê que, infelizmente, é cada vez mais necessária a nossa campanha, porque o machismo ainda está enraizado na nossa sociedade e alguns homens ainda acreditam que podem assediar as mulheres e ficar por isso mesmo”, lamenta Mila.</p>
<h3>Engrossando o coro</h3>
<p>Este ano, o <strong>Jornal de Brasília</strong> se uniu às vozes do Não é Não! e, com isso, a distribuição das tatuagens temporárias passou de quatro mil para nove mil no carnaval deste ano, além de fazer uma campanha de conscientização em todos os seus veículos.</p>
<p>“A gente vai colocar mais cinco mil tatuagens na rua graças ao Jornal de Brasília e a gente é muito grata por esse apoio, de ter um grande grupo, apoiando o nosso o nosso coletivo aqui de forma local”, comemora Mila.</p>
<p>Em 2019 foram distribuídas 180 mil tatuagens em todo o Brasil e, com o apoio nacional, serão distribuídas 300 mil em 2020. “A ideia é seguir fazendo parcerias como com o Jornal de Brasília para que as pessoas nos conheçam cada vez mais e se coloquem à disposição para ajudar”, reforça.</p>
<p>O projeto acolhe mulheres cis e trans de todo o país. Para fazer parte e colaborar com o Não é não! basta entrar em contato com as embaixadoras por meio do Instagram (@naoenao_). “A gente precisa cada vez mais de voluntárias para distribuir as tatuagens. A gente faz por amor mesmo! Basta entrar em contato via rede social que a gente coloca no nosso circuito, no nosso roteiro”, convida Mila.</p>
<p>Grupos de mulheres voluntárias estarão espalhados nos bloquinhos de carnaval do Distrito Federal. Cada grupo com três a quatro mulheres vão distribuir as tatuagens para as mulheres que quiserem participar da iniciativa.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-6429 size-full aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1.jpg" alt="" width="768" height="432" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-300x169.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-232x130.jpg 232w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Nao01-768x432-1-344x193.jpg 344w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: center;">Foto: Luian Valadão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://jornaldebrasilia.com.br/cidades/por-um-carnaval-mais-seguro-para-todas-solte-a-voz-e-diga-nao-ao-assedio-no-carnaval/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>Noelle Viegas Foletto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma honra muito grande figurar aqui contando um pouco da minha trajetória no agro ao lado dessas mulheres que admiro! Desde pequena ia para a lavoura com meu pai, mas confesso que não pensava seguir essa carreira&#8230; Minha família cultiva arroz há mais de 40 anos, em Itaqui, na Fronteira Oeste do RS, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É uma honra muito grande figurar aqui contando um pouco da minha trajetória no agro ao lado dessas mulheres que admiro!</p></blockquote>
<p>Desde pequena ia para a lavoura com meu pai, mas confesso que não pensava seguir essa carreira&#8230;</p>
<p>Minha família cultiva arroz há mais de 40 anos, em Itaqui, na Fronteira Oeste do RS, e aprendi desde cedo de onde vinha meu sustento, aprendi a caminhar no barro e a riqueza das plantas. Fui criada numa cidade pequena, com meus pais e uma irmã mais nova, e meus pais me criaram para ser o que eu quisesse. Quando fui fazer faculdade, em Santa Maria, optei por cursar Administração, mas não era bem aquilo, eu não me sentia à vontade ali&#8230; Decidi então fazer outro vestibular e optei por Agronomia, e foi aí que me apaixonei pelo curso, e comecei a viver mais o mundo Agro. Nas férias da faculdade ia visitar a lavoura com outros olhos, ajudava outros agrônomos com a assistência, aprendendo sobre como era a profissão na realidade. Parecia que tudo tinha sentido para mim!</p>
<p>Quando me formei, tentei trabalhar com minha família, mas não deu certo&#8230;</p>
<p>Embora fizesse MBA em Agronegócio na época, eu era muito inexperiente, e meu pai já tem uma postura de empresário, não é apenas uma lavoura, é uma empresa rural, e eu acabei tendo que encontrar outro caminho para mim. Não foi fácil, mas foi necessário, para poder ser uma boa profissional eu tinha de experimentar, e assim eu aprendi bastante: beneficiamento de arroz, financiamento rural, assistência técnica em multinacional, microempresa, coordenação de marketing em multinacional, coordenação de vendas em revenda de insumos&#8230; Essas são algumas das experiências que eu vivi ao longo de 06 anos de formada como engenheira agrônoma. Vivências das quais sinto muito orgulho, pois conquistei cada uma delas com meu esforço. E cada uma delas, além de experiências profissionais trouxe evoluções pessoais necessárias a pessoa que eu quero me tornar. Sempre digo, pra mim não existe serviço ruim, ruim é não ter serviço.</p>
<p>Algumas pessoas tentavam me dizer que eu não precisava trabalhar, que minha família tinha propriedade, mas eu queria encontrar o meu espaço, ser respeitada por meu trabalho, não apenas por meu sobrenome. Nunca me deixei intimidar por dizerem que eu tinha escolhido uma profissão masculina, sempre busquei aprender e fazer meu melhor. E assim eu fui buscando e trabalhando por cada oportunidade. Conquistei muitos amigos, conquistei experiências, conquistei meu espaço. Hoje as pessoas escutam o que eu falo, porque sabem que eu &#8220;não brinco em serviço&#8221;. Acho que a experiência que nos faz ser respeitada é forjada principalmente nos dias difíceis. Exatamente quando estamos esgotadas e pensamos em desistir e não desistimos, nesse momento provamos para nós mesmas que merecemos chegar lá. Sempre cultivei uma fé grande em algo maior que eu, e sempre tive em meus pais grande apoio nos momentos de dúvida, como bons amigos e conselheiros.</p>
<p>Sei que minha trajetória está apenas começando, e tenho muitos desafios pela frente. Voltar para trabalhar com minha família será o maior deles, mas mesmo voltar só está sendo possível porque conquistei o respeito do mercado de trabalho e pude provar que sou digna de uma posição de confiança. Não podemos desistir jamais do que acreditamos ser nosso caminho!</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Graduação em Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> MBA Business Intuition Agronegócios pela Faculdade Antonio Meneghetti (AMF).</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Possui diversos cursos nas mais variadas áreas, pois acredita que conhecimento é construído de tudo aquilo que melhora nossas capacidades &#8211; além de cursos da área agronômica como regulagem de semeadora e fertilidade do solo, se arrisca também em culinária, escrita criativa e design thinking. Fala inglês, italiano, espanhol, e fala sem parar dos assuntos que gosta.</p>
<p><span style="color: #808000;">•</span> Idealizadora do blog <strong>Nonô na Estrada</strong>, onde conta um pouco da sua rotina e propósito.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-2805" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG.jpg" alt="" width="151" height="201" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG.jpg 500w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/image1-BLOG-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" />Noelle Viegas Foletto<br />
</strong>Engª Agrônoma</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(55) 9.9953-5627</strong><br />
<strong>noelleviegasfoletto@yahoo.com.br<br />
</strong><strong>Nonô na estrada</strong></p>
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