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	<title>Arquivos rainhas-do-agro - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Eleições nos Estados Unidos &#038; Guerra Comercial &#038; Agro do Brasil &#8211; Revista Agro SA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:45:42 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eleito, foi justamente esse o ponto de estresse do governo. Equalizar o discurso do déficit entre transações comerciais e colocá-lo em prática tornou-se um grande desafio.</p>
<p>Trump abriu várias &#8220;frentes de trabalho&#8221; simultaneamente e enfrentou os famosos shutdows, prova real da pressão da oposição à sua gestão. E meio como se estivesse em um jogo de pôquer, engrossou o tom da briga com a China acreditando que ali seria mais uma disputa fácil, só que acabou percebendo que suas ameaças não surtiam efeito, pelo contrário, e que suas falas passaram a não produzir mais os mesmos efeitos &#8220;altistas&#8221; nos mercados financeiros.</p>
<p>A China quietinha, mas reagente, comprou a briga que por sinal se arrasta até os dias de hoje, mesmo com as recentes compras de soja.</p>
<p>Aqui, novamente, reforço minha análise sobre demanda. Quem me acompanha nas redes sociais sabe que, desde o início do ano, venho falando que China compraria tudo que poderia comprar do Brasil, uma vez que Argentina era carta fora do baralho, pela questão tributária e política, e que os chineses precisariam ir em algum momento comprar soja nos EUA justamente para fazer a ponte de transição até a entrada da safra nova brasileira em fevereiro, afinal a comercialização da soja brasileira da safra de 2020 está beirando a totalidade com alguns compromissos de tradings inclusive sendo repactuados para poder abastecer o mercado interno.<br />
Em meio às tensões da guerra comercial, Trump não deixou de receber apoio de sua base a até conseguiu surfar na onda da aceleração da economia, decorrência direta da tributação imposta à China.</p>
<p>Vários programas de incentivo aos produtores rurais foram disponibilizados para ajudá-los a minimizar os prejuízos pela falta de demanda chinesa e por problemas climáticos. E essas ações conferem a fidelidade da sua base eleitoral.</p>
<p>No entanto, o que infelizmente ninguém contava, é que uma pandemia varresse os números da economia mundial e dirigisse os EUA para uma zona de recessão. Não fosse a pandemia, Trump possivelmente estaria reeleito.</p>
<p>Assim como ocorreu em 2016, Trump hoje se depara com um crescimento de votos do candidato da oposição e isso pode ser determinante para adotar a estratégia do tudo ou nada.</p>
<p>E nesse caminho fica cada vez mais fácil perceber que adotar medidas estratégicas para reacender o discurso nacionalista da população pode ser uma saída para definir as eleições.</p>
<p>Nada mais factível nesse momento que voltarem os discursos sobre empresas norte-americanas que voltarem aos EUA, as ameaças de indenização por conta da covid-19, as falas sobre os EUA não terem nada a perder com a China. Em paralelo as sucessivas e provocativas manobras militares ao sul do mar da China.</p>
<p>Não há dúvidas que faltando aproximadamente 45 dias Trump usará TODAS as armas que puder para não entrar, a exemplo de seu colega republicano George Bush pai, para a história política do país como o presidente republicano não reeleito. Todos os últimos e presidentes se reelegeram. Barack Obama, George W. Bush Filho e Bill Clinton.</p>
<p>E, se assim acontecer e os EUA decidirem engrossar com China, as tratativas para o acordo comercial das fases 2 e 3 podem ser abortadas e o acordo comercial da fase 1 irá por terra abaixo. Isso em um primeiro momento aumentaria ainda mais a competitividade do agro brasileiro. Mais exportação de carnes ainda em 2020 e 2021 e soja para 2022, razão pela qual o Brasil estará atento à disputa eleitoral.</p>
<p>Mas nem tudo são flores, e precisamos ser cautelosos pois há muitos interesses em jogo. A política de Trump favorece um dólar mais valorizado, o que melhora a performance exportadora do Brasil, no entanto, em seu segundo mandato, Trump poderia pressionar ainda mais o Brasil para garantir quedas tarifárias como no caso do etanol, sem dar nenhuma ou quase nada de contrapartida, como no caso do açúcar. Além disso, pode influenciar a tomada de decisão brasileira sobre a tecnologia 5G. No caso de Biden vencer, a relação entre EUA e Brasil poderia em um primeiro momento ficar distante. Embora os países tenham uma história de parceria, circularam algumas declarações sobre o posicionamento do presidente Bolsonaro a respeito das eleições. Embora o Brasil não deva &#8220;interferir&#8221; no processo de eleição, em um país com ideais e pilares democráticos, é visível ao mundo inteiro a aproximação entre seus presidentes. No entanto, com a política de Biden mais multilateralista, o Brasil poderia ser beneficiado com uma maior circulação de dinheiro em países emergente e possivelmente prejudicado na competitividade junto ao mercado chinês. A aposta do mercado é que China teria condições mais equilibradas de debater termos do acordo entre os dois países já nos primeiros 3 a 6 meses de governo.</p>
<p>Em meu próximo texto, em dezembro, as eleições já estarão definidas e a partir daí do candidato eleito, analisaremos melhor quais são as possibilidades, oportunidades e desafios para o agro brasileiro.</p>
<p>Um forte abraço,</p>
<p><strong>Andrea Cordeiro</strong><br />
<em>Empresária formada em Direito e pós-graduanda em Agronegócios pela ESALQ/US. Consultora em Commodities Agrícolas com expertise em comercialização e hedge. Colunista independente em mídias agro. Agro-influenciadora. Integrante da Liga do Agro.</em></p>
<p>Fonte: Revista Rainhas do Agro</p>
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