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	<title>Arquivos patria - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 19:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A violência de gênero tem se tornado um problema estrutural nos últimos anos, afetando primordialmente as mulheres e aumentando a sua subordinação ao gênero masculino. Ainda que a questão tenha sempre existido nas relações, ela só veio à tona nos últimos quarenta anos e há pouco tempo passou a ser enfrentada como algo a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A violência de gênero tem se tornado um problema estrutural nos últimos anos, afetando primordialmente as mulheres e aumentando a sua subordinação ao gênero masculino. Ainda que a questão tenha sempre existido nas relações, ela só veio à tona nos últimos quarenta anos e há pouco tempo passou a ser enfrentada como algo a ser combatido. Esta dificuldade tem como ponto de origem a desigualdade nas oportunidades oferecidas aos homens e às mulheres nos diferentes setores sociais, dando origem a um problema social tanto em âmbito público quanto tem ambiente doméstico, manifestando-se através de várias formas: a violência física, a violência sexual, psicológica, cultural, econômica, dentre outras, afetando as mulheres desde seu nascimento até a velhice.</p>
<p>Ela não está ligada apenas a uma cultura específica, mas está disseminada por todos os grupos sociais, em todas as regiões do planeta e em todas as culturas – ainda que se manifeste de formas e graus distintos.</p>
<p>Nos últimos anos, foram desenvolvidas várias ações para combater as diversas práticas de violência de gênero. Estas atividades possuem grande dimensão política, sendo a principal delas a educação para a busca da igualdade de gêneros, na tentativa de transformar as regras sociais e acabar com os papeis de subordinação da mulher na sociedade.</p>
<p>Uma destas ações foi a instituição do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado todos os anos no dia 25 de novembro, cujo objetivo principal é denunciar a violência contra a mulher e lutar pela implantação de políticas para a sua erradicação em todos os países. Mas por que a celebração é realizada no dia 25 de novembro? A data foi escolhida em memória ao assassinato de três ativistas políticas na República Dominicana, as irmãs Mirabal, pelo ditador Rafael Leónidas Trujillo, em 25 de novembro de 1960.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5502" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg" alt="" width="680" height="374" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2.jpg 680w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2-300x165.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/hermanasmirabal2-165x92.jpg 165w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a><br />
Conhecidas como “Las Mariposas” – as borboletas – as irmãs Minerva, María Teresa e Patria eram membros de uma família rica da província de Salcedo (que atualmente recebe o nome de Hermanas Mirabal, em homenagem a elas). Todas possuíam curso universitário, eram casadas e mães, tinham entre 26 e 36 anos e também possuíam uma intensa vida de ativismo político. Para calar a atividade destas mulheres, os funcionários da polícia secreta, sob as ordens do ditador Trujillo, sequestraram as irmãs durante uma viagem, enforcando-as e espancando-as. Depois, jogaram o veículo no qual elas viajavam em um precipício, para que a população acreditasse que elas haviam morrido em um acidente automobilístico. Bélgica Adela Mirabal, uma quarta irmã cujo papel político era menos ativo, conseguiu se salvar e viveu até 2014. A estratégia da polícia secreta não funcionou e o reconhecimento público de que o assassinato das irmãs Mirabal foi uma obra do governo foi um dos principais fatores que levaram à derrocada do regime trujillista na República Dominicana. A partir de então, o nome das irmãs Mirabal se transformou em um símbolo mundial de luta feminina.</p>
<p>Em homenagem às irmãs Mirabal, o movimento feminista da América Latina elegeu o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra a Mulher durante o Primeiro Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe, realizado na Colômbia, em 1981. No entanto, os avanços acerca dos direitos das mulheres tardaram a começar. Apenas doze anos depois, em 1993, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu aprovar o texto da Declaração sobre a eliminação da Violência contra a mulher, definindo o conceito de violência contra a mulher como qualquer ato de violência baseado no gênero que tenha como resultado real ou possível um dano psicológico, físico ou sexual, incluindo também a coerção, as ameaças ou as proibições arbitrárias da liberdade, que podem ocorrer tanto em ambientes privados como públicos. A partir de então, passou-se a reconhecer que havia a necessidade de uma declaração de direitos que trouxesse clareza na aplicação para assegurar o fim de qualquer tipo de violência contra a mulher, além de um compromisso da comunidade internacional e dos Estados para acabar com esta questão.</p>
<p>Ainda que a tragédia das irmãs Mirabal já tivesse reconhecimento mundial, foi apenas em 17 de dezembro de 1999 que a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra a Mulher. A ONU decidiu convidar organizações internacionais, ONG’s e chefes de Estado para a criação de atividades voltadas para a sensibilização a respeito do tema nesta data, transformando-a em uma celebração mundial. Até então, o órgão da ONU que cuidava destas questões era o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – o UNIFEM -, sendo responsável por renovar anualmente o compromisso da luta contra a violência de gênero. No mês de outubro de 2006, foi apresentado um estudo mostrando que, mais do que algumas atitudes em datas específicas, existem obrigações concretas que devem ser cumpridas pelos Estados para a prevenção da violência contra a mulher, incluindo o tratamento de suas causas (como a discriminação generalizada e suas causas históricas incutidas na sociedade), como a identificação, a criminalização e o tratamento de seus agressores.</p>
<p>Desde 2010, a nova liderança mundial para o tratamento das questões de gênero é a ONU Mulheres. A organização classificou a violência de gênero como uma pandemia na América Latina, visto que mais de 70% das mulheres já sofreram algum tipo de violência, sendo que 50% das mulheres latino-americanas vivenciaram algum tipo de violência por parte de um companheiro íntimo – marido, noivo ou namorado. Em todo o mundo, a violência feminina sofrida dentro de seus próprios lares é a principal causa de lesões das mulheres entre 15 e 44 anos. Mesmo que a legislação acerca da violência de gênero e o feminicídio tenha avançado bastante nos últimos anos, o maior problema ainda é a impunidade.</p>
<p><a href="http://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/38/24789" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>Memorial Day nos Estados Unidos e seu exemplo ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 23:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se tem o privilégio de viajar mundo afora e conhecer culturas, costumamos nos deparar com culturas, situações, fatos que chamam a atenção justamente por serem distintas de nosso cotidiano. Nessas viagens você acessa estilos de vida diferentes. Desde culinária, estilo de vida, diversidade, religiosidade, educação, infraestrutura, logística, até saúde, enfim! O melhor das viagens, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se tem o privilégio de viajar mundo afora e conhecer culturas, costumamos nos deparar com culturas, situações, fatos que chamam a atenção justamente por serem distintas de nosso cotidiano.</p>
<p>Nessas viagens você acessa estilos de vida diferentes. Desde culinária, estilo de vida, diversidade, religiosidade, educação, infraestrutura, logística, até saúde, enfim!</p>
<p>O melhor das viagens, em minha opinião, é a interação e o aprendizado de cada uma dessas particularidades relacionadas. A sabedoria está em  conseguir trazer posições e visões diferentes do estamos acostumados em nosso dia a dia.  Eu inclusive coloco algumas em prática. Afinal por que não nos melhorarmos, né?</p>
<p>Outras formas e conceitos de Educação costumam me chamar a atenção. E algo nesse quesito sempre me faz pensar com maior &#8220;ternura&#8221; sobre o tema.</p>
<p>Sobre os norte-americanos algumas situações se destacam: Costumam pedir licença e se desculpar com uma frequência grande. Embora não costumem agir de maneira calorosa como os brasileiros no quesito abraços e beijos, são sim muito interessados em saber da origem dos visitantes, curiosidades gerais e se sentem muito felizes sendo visitados.</p>
<p>Mas agora eu destaco uma situação que causa emoção: Quando militares em serviço ou a paisana estão em público são reverenciados. As pessoas param para cumprimentá-los, cantam hino, e os desejam o MELHOR. Seja num parque qualquer, aeroporto, restaurante, na rua, num jogo esportivo, no mercado.</p>
<p>Há pouco mais de 1 ano fiz uma palestra nos Estados Unidos sobre o Agro Brasileiro. A palestra era para um grupo de profissionais Mulheres e no final de minha apresentação, coloquei as bandeiras do Brasil e dos EUA lado a lado. Em um último slide incluí uma flor que costumo usar em meu material de apresentação e para a minha surpresa, percebi que a emoção tomou conta de algumas delas.</p>
<p>Após a fase de reposta as dúvidas, uma das integrantes me agradeceu por eu ter feito uma homenagem tão bonita à elas. E eu fiquei sem nada entender. Fiquei sem ar, sem chão. Eu não sabia o que eu tinha de fato feito.</p>
<p>Uma outra participante gentilmente percebeu e me falou que a flor que  eu usara no slide final era uma maneira de honrar os militares mortos em combate. E que muitas ali naquela platéia, tinham familiares (pais, tios, filhos e sobrinhos) que perderam vidas em combates no Vietnã, Iraque, Afeganistão.</p>
<p>Bom, mas por que eu falei tudo isso?</p>
<p>Hoje nos EUA é comemorado o <strong>&#8220;Memorial Day&#8221;</strong>, data que homenageia os americanos e americanas que perderam suas vidas em batalhas.</p>
<p>O objetivo principal desse texto não poderia ser diferente do de prestar  minha homenagem aos combatentes norte americanos mortos e também à suas famílias.  Os soldados que defendem com vida sua PÁTRIA, sua BANDEIRA, são guerreiros, são heróis.</p>
<p>Mas aqui não posso deixar de fazer uma paralelo com o que vivemos em nosso país.  Que Brasil melhor teríamos para nossos descendentes se cada um de nós, brasileiros valorizássemos nossa história. Aqui não cabe qualquer viés político. Mas é fato que aprendemos com o mundo  e precisamos priorizar os bons exemplos, como o da Educação e da Valorização e Reconhecimento.</p>
<p>Mais que nunca, nosso Brasil precisa se REEDUCAR, REINVENTAR, Ajustar CONCEITOS, Traçar PRIORIDADES, Rever OBJETIVOS.  Temos que trabalhar por um Brasil melhor, mais justo, mais feliz mas sem nunca perdermos a Educação.</p>
<p>Ficam aqui os meus votos de um <strong>Brasil Melhor e mais Justo</strong>.</p>
<p><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a></p>
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