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	<title>Arquivos mulheres-do-agro - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Mulheres deve ser protagonista dentro e fora da porteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 13:09:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos o maior orgulho de publicar a entrevista que nossa idealizadora Andrea Cordeiro concedeu ao Grupo Estadão sobre o protagonismo das mulheres do Agro. Nesta entrevista, Andrea, uma das precursoras do movimento de valorização das profissionais do setor, compartilha suas impressões sobre a pauta ESG, preconceitos, desafios, avalia números de pesquisas e mostra um pouco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Temos o maior orgulho de publicar a entrevista que nossa idealizadora Andrea Cordeiro concedeu ao Grupo Estadão sobre o protagonismo das mulheres do Agro.</em></p>
<p><em>Nesta entrevista, Andrea, uma das precursoras do movimento de valorização das profissionais do setor, compartilha suas impressões sobre a pauta ESG, preconceitos, desafios, avalia números de pesquisas e mostra um pouco mais sobre sua jornada em um segmento que ainda é majoritariamente exercido por profissionais homens. </em><em>Com vocês a matéria na integra:</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="header-blog">
<h1>&#8220;Mulher deve ser protagonista dentro e fora da porteira’</h1>
<div class="date-time-card"><span class="data-time">27 de outubro de 2021</span><i class="data-time">•</i><span class="data-time">8 mins. de leitura</span></div>
<p><strong class="excerpt_post">Embora setor agropecuário esteja mais atento à questão feminina, ainda há muito o que avançar para eliminar o machismo cultural</strong></p>
</div>
<div class="body-blog">
<p><strong>ENTREVISTA</strong><br />
<strong><em>A</em></strong><em><strong>ndrea Cordeiro</strong><br />
Consultora de commodities agrícolas e idealizadora do movimento “Mulheres do Agronegócio Brasil”</em></p>
<p>Aproximadamente 20% das propriedades rurais brasileiras – 947 mil de 5,07 milhões – são administradas por mulheres, segundo dados do Censo Agropecuário 2017 do IBGE. A nova liderança feminina no setor é o mote do 6º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), que começou nesta segunda-feira e se encerra hoje (27). Produtoras rurais, executivas, gestoras, colaboradoras de tradings e da indústria, profissionais de cooperativas e cerealistas marcaram presença no evento.</p>
<p>Andrea Cordeiro, consultora de commodities agrícolas, palestrante, coautora do livro Mulheres do Agro e idealizadora do movimento Mulheres do Agronegócio Brasil, diz que a presença das mulheres em cargos estratégicos no agronegócio vem crescendo, mas ainda há espaço a ser conquistado. “Precisamos avançar dentro e fora da porteira.” Para ela, o machismo enraizado culturalmente no País é o principal entrave para o aumento da participação feminina na tomada de decisão no campo e na agroindústria. Ela conta que até hoje, após 24 anos de carreira e considerada referência na consultoria de commodities agrícolas, ainda presencia momentos em que tem sua posição questionada e colocada em xeque por seus pares masculinos. “Sinto isso quando o posicionamento em reuniões frente a um homem é percebido de maneira diferente”, relata.</p>
<p><strong>Conte um pouco sobre o Congresso das Mulheres do Agronegócio, que está ocorrendo esta semana.</strong></p>
<p><strong>Andrea Cordeiro – </strong>Quando fizemos o primeiro congresso, em 2016, não havia nenhum movimento nacional. O congresso foi um catalisador para todo o trabalho que algumas lideranças já faziam, de forma isolada, com as mulheres do agronegócio brasileiro. Saímos de um primeiro encontro com 600 congressistas, 15 patrocinadoras e 35 palestrantes para um evento, no ano passado, com 2,3 mil participantes, 50 palestrantes e 30 patrocinadores. Nesta edição, contamos com cerca de 3 mil congressistas, de todos os segmentos do agro e dos setores privado e público. Hoje, temos um evento que está na pauta nacional do agro e que ganhou relevância no calendário das empresas.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Empresas estão cada vez mais engajadas com ações que permitam a participação feminina. É um caminho sem volta”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Em quais pontos a mulher ainda precisa avançar no agronegócio? </strong></p>
<p>Já demos vários passos no Brasil, mas faltam vários. O Brasil é um país que precisa ser trabalhado na questão do machismo, culturalmente muito enraizado. É um longo trabalho, que deve ser feito para a mulher consolidar seu protagonismo em qualquer setor ou segmento. A mulher do agro tem espaços para conquistar em todas as áreas e segmentos, dentro e fora da porteira. A capacitação contínua vem permitindo que a profissional consolide sua atuação. As empresas estão cada vez mais engajadas com ações que permitam a participação das profissionais. É um caminho sem volta.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Ainda há poucas mulheres trabalhando na gestão comercial, na negociação e compras de insumos e vendas de produtos agrícolas”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Na sua percepção, quais são as atividades mais atrasadas na participação das mulheres? </strong></p>
<p>Vejo ainda poucas mulheres na gestão da comercialização. Presencio muitas dentro da porteira, atuando na gestão financeira, administrativa e nas atividades diárias do campo. Porém, há poucas profissionais atuando na gestão comercial, na negociação, nas compras dos insumos, na venda dos produtos, na análise de cenários de preços e de oportunidades, traçando estratégias de hedge. Nessas atividades, percebo que a participação da mulher ainda é pequena, comparada com a do homem.</p>
<p><strong>A maior participação de mulheres e a sua presença em papéis de gestão estão na agenda ESG do agro? </strong></p>
<p>As empresas do agronegócio estão muito comprometidas com essa questão e o Congresso das Mulheres tem grande participação nesse engajamento. A partir desse evento, as empresas despertaram para a causa, passaram a ter olhar mais inclusivo e iniciaram ações estratégicas. Há indústrias de insumos, bancos e outras empresas com ações próprias para capacitar as mulheres e incentivar a sua presença em cargos de gestão. As empresas do agro estão totalmente engajadas na meta de inclusão das mulheres.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“Há indústrias de insumos, bancos e outras empresas com ações próprias para capacitar as mulheres e incentivar sua presença em cargos de gestão”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Uma pesquisa recente do banco Credit Suisse aponta que somente em 2045 o Brasil vai alcançar a paridade entre homens e mulheres em cargos de diretoria. Como você avalia a situação no agro?</strong></p>
<p>Pelo fato de o agro ter presença de muitas multinacionais, acredito que o processo no setor será mais acelerado. A pauta da inclusão é muito importante para as empresas e está sendo muito trabalhada. É algo que não retrocede, se intensifica. As empresas estão comprometidas e, com a retomada póspandemia, veremos, nos próximos dois anos, uma aceleração de projetos. Isso me faz acreditar que, no agro, teremos equidade entre homens e mulheres muito antes da previsão do Credit Suisse. Nossas jovens não vão precisar ficar sentadas, esperando.</p>
<p><strong>E no setor público? Como está a liderança feminina, considerando-se que tivemos duas ministras da Agricultura em seis anos?</strong></p>
<p>O setor público caminha junto. A questão da liderança feminina caminha no mesmo sentido, tanto é que vários governos estaduais acabam reportando suas primeiras secretárias estaduais. São passos que não regridem e, cada vez mais, teremos novos nomes.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“A presença de muitas multinacionais no setor agropecuário do Brasil deve acelerar o protagonismo feminino”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Uma maior participação feminina agregaria positivamente à imagem do agronegócio brasileiro no exterior no tocante a agendas de inclusão e de responsabilidade social do setor?</strong></p>
<p>Com certeza. Cada vez que realizo uma missão para o exterior com profissionais mulheres de dentro e fora da porteira, há um interesse genuíno dos países em saber o que manejamos e o que praticamos. Gerar sustentabilidade não é só ambiental. Temos que pensar na sustentabilidade social e econômica também. Não podemos pensar em um agro produtivo, engajado, cada vez mais representativo na balança comercial, que gera emprego e riqueza, sem pensar que ele seja inclusivo. Ele tem de ser plural para todos.</p>
<p><strong>Falamos de Brasil, mas como é o cenário de participação de mulheres no agronegócio ao redor do mundo? Como o Brasil está em relação a outros países?</strong></p>
<p>O Brasil já esteve muito mais atrasado do que está. Vemos países da América Latina partindo agora para esse movimento da valorização da participação da mulher do agro, como o Paraguai – movimento que o Brasil iniciou há seis anos. A Argentina também trabalha essa valorização. Os Estados Unidos são referência na liderança da atuação das mulheres do agro, com modelo de gestão das mulheres dentro e fora da porteira. Como temos presença de muitas empresas multinacionais, temos inspiração de ações dessas empresas internacionais e, assim, vemos o agro nacional acelerando suas políticas ESG.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>“O setor público caminha junto com o privado. Tanto é que há Estados com suas primeiras secretárias de Agricultura”</strong></p></blockquote>
<p><strong>Gostaria que você me contasse um pouco de sua experiência pessoal. Como mulher no agro, que desafios já enfrentou e quais ainda enfrenta?</strong></p>
<p>O machismo e o preconceito não me pararam. Mas nunca desacelerei por causa disso. Me frustrei e sofri muito, mas jamais calei minha voz ou desisti de um projeto porque tentaram me fazer acreditar que eu não pudesse. Um dos grandes desafios que tive e que foi inegável foi a “síndrome da impostora”, quando diziam que eu não podia ou não dava conta. Os desafios foram muitos, mas tive coragem de não calar minha voz e de seguir. Outro desafio que ainda enfrento é o próprio fogo amigo. Sou grande defensora da sororidade, mas muitas mulheres, infelizmente, ainda não sabem a importância da sororidade. Dentro da minha atuação como especialista em agro, muitas vezes fui preterida em palestras por outros homens. Ainda hoje, os palcos nacionais são masculinos e deixo de ser convidada porque sou mulher. Até hoje, sigo tentando consolidar minha atuação, embora seja referência como consultora em commodities agrícolas.</p>
<p><strong>Quais são hoje os principais entraves para aumento da participação feminina na tomada de decisão no campo?</strong></p>
<p>O grande entrave ainda é o preconceito – o machismo –, seja dentro da porteira seja fora da porteira. Precisamos trabalhar muito a parte cultural.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Lista Oficial de Apoiadores- Lenços do Agro 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 19:20:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos interessados em participar na Campanha como doadores, pedimos que as doações de produtos sejam feitas apenas a esses apoiadores cujos nomes estejam na relação disponível no Blog. Além de lenços, marca registrada da Campanha, serão permitidas doações de produtos de uso pessoal, como maquiagem, produtos higiênicos e de cuidados pessoais e bijuterias. Todos esses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aos interessados em participar na Campanha como doadores, pedimos que as doações de produtos sejam feitas apenas a esses apoiadores cujos nomes estejam na relação disponível no Blog.</strong></p>
<p>Além de lenços, marca registrada da Campanha, serão permitidas doações de produtos de uso pessoal, como maquiagem, produtos higiênicos e de cuidados pessoais e bijuterias. Todos esses itens possibilitam a melhora da autoestima das pacientes.</p>
<p>Parte das doações dos apoiadores pode ser direcionada para atender centro de tratamento de estado que não tenha recebido apoiador. Dessa maneira possibilitaremos o alcance das ações uma vez que nem todos os estados do Brasil contarão com apoiadores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Vamos juntos construir mais uma Campanha de Sucesso.</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="color: #75701a;">Apoiadores &#8211; Pontos de Coleta:</h1>
<p>Em breve</p>
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		<title>13 de Setembro: Dia dos Agrônomos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 21:46:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curiosidades e a importância desta data A agronomia é uma ciência multidisciplinar que estuda as propriedades do solo e das lavouras de forma integrada e a sua relação com o meio ambiente. É graças a ela que a produção agropecuária atingiu o nível de desenvolvimento que conhecemos hoje, com técnicas que garantem o máximo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="entry-title post-title-big">Curiosidades e a importância desta data</h1>
<p>A agronomia é uma ciência multidisciplinar que estuda as propriedades do solo e das lavouras de forma integrada e a sua relação com o meio ambiente. É graças a ela que a produção agropecuária atingiu o nível de desenvolvimento que conhecemos hoje, com técnicas que garantem o máximo de produtividade para o setor.</p>
<p>Em 13 de setembro é comemorado o Dia do Agrônomo, uma data importante para homenagear aqueles que tanto contribuem para a qualidade dos alimentos que consumimos, a produção sustentável e muitos outros benefícios que não existiriam sem o trabalho desses grandes profissionais.</p>
<p>Continue a leitura deste artigo para conhecer mais sobre a agronomia e de que forma ela beneficia a sociedade!</p>
<h2>Como a agronomia evoluiu nos últimos anos e quais são as previsões para o setor?</h2>
<p>A evolução da agronomia está diretamente relacionada à da agricultura, pois surgiu da necessidade de se implementar técnicas de cultivos mais eficientes. Por esse mesmo motivo, essa é uma das profissões que mais têm crescido nos últimos anos, e promete contribuir ainda mais para o nosso desenvolvimento econômico.</p>
<p>Além do Dia do Agrônomo, em 13 de setembro, também se comemora o Dia do Engenheiro agrônomo em 12 de outubro, uma vez que a profissão foi regulamentada pela primeira vez, nessa mesma data, em 1933.</p>
<p>Hoje, as atribuições do agrônomo vão muito além das práticas agropecuárias e da atuação direta no campo, englobando também trabalhos de pesquisa e extensão, ensino, consultoria, gestão rural, defesa sanitária, melhoramento genético de plantas e animais e diversas outras áreas de especialização.</p>
<p>A tendência é que o setor mantenha a sua expansão e se abra cada vez mais para o desenvolvimento tecnológico, tendo em vista o aumento da procura por profissionais e empresas que saibam conciliar a sua produtividade com a consciência ecológica.</p>
<h2>Quais são as principais vantagens de ser um engenheiro agrônomo?</h2>
<h3>Contribuir para a produção sustentável</h3>
<p>A agronomia é a carreira certa para quem gosta de desafios e deseja contribuir para um mundo melhor. Um dos maiores dilemas da sociedade atual é como atender às crescentes demandas por alimentos, mas sem ultrapassar os limites do próprio meio ambiente.</p>
<p>Os agrônomos são os profissionais mais qualificados para lidar com esse problema, pois são eles que usam o seu conhecimento científico para desenvolver as melhores práticas para a produção agrícola, de acordo com as características do local de plantio e das necessidades do agricultor.</p>
<p>É trabalho do agrônomo, por exemplo, desenvolver exemplares vegetais que sejam naturalmente mais resistentes a pragas e técnicas eficientes de cultivo, de forma a combater o uso indiscriminado de agrotóxicos.</p>
<h3>Fortalecer o crescimento das regiões rurais</h3>
<p>A agronomia também viabiliza o cultivo em regiões que normalmente não seriam vistas como boas produtoras, pois elabora técnicas que reduzem os efeitos das adversidades climáticas sobre as plantas e criam ambientes propícios para o seu desenvolvimento pleno.</p>
<p>Isso traz inúmeras oportunidades para os produtores dessas regiões, que ganham mais estabilidade nos seus meios de sustento e podem abastecer as comunidades locais com alimentos de qualidade.</p>
<h3>Levar tecnologias para o campo</h3>
<p>A tecnologia poderia solucionar muitos problemas típicos da agricultura, mas a escassez de informação e recursos impede que as propriedades rurais tenham acesso às novidades do setor. O agrônomo pode ajudar a mitigar esse desafio, ao unir a produção científica à realidade do campo.</p>
<h2>Como iniciar na agronomia e se tornar um profissional de sucesso?</h2>
<p>Há diversas possibilidades de carreira para quem deseja ingressar na agronomia. Os profissionais da área podem atuar tanto no setor público quanto no privado e se especializarem em uma de suas diversas áreas de atuação na indústria, no ensino e na pesquisa. Veja, a seguir, algumas dicas para iniciar na profissão.</p>
<h3>Ter interesse na área</h3>
<p>O primeiro passo é refletir se as suas motivações estão de acordo com as demandas da área. Os agrônomos precisam de um interesse genuíno em lidar com as questões ambientais e contribuir com a produção sustentável de alimentos, combustíveis, fibras etc.</p>
<p>Também é necessário ter uma grande vontade em aprender coisas novas, para conseguir acompanhar as novidades da sua área. Dominar um idioma estrangeiro é um diferencial que traz maiores oportunidades, tendo em vista a grande presença dos produtos brasileiros no mercado de exportação.</p>
<h3>Investir em cursos e formação acadêmica</h3>
<p>O agrônomo precisa ser formado em um curso de Engenharia Agronômica reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), pois é onde ele vai desenvolver as competências mais essenciais para o exercício da sua profissão. O bacharelado tem duração de cinco anos e oferta desde conteúdos gerais até disciplinas profissionalizantes.</p>
<p>Mas é claro que uma faculdade sozinha não é o suficiente para aprender tudo que a área tem a oferecer, pois existem conhecimentos específicos que são aprendidos apenas na prática ou em cursos de especialização.</p>
<h3>Buscar estágios e trainees</h3>
<p>Todos os cursos de Engenharia Agronômica exigem um período mínimo de estágio para que os estudantes recebam os seus diplomas, mas essa também é uma oportunidade para que os futuros profissionais adquiram os seus primeiros conhecimentos práticos.</p>
<p>Já os programas de trainee são cargos oferecidos por empresas aos jovens que estão iniciando no mercado. Eles servem justamente para treinar profissionais que ainda precisam de experiência, além de encontrar talentos que possam integrar a equipe efetiva no futuro.</p>
<h3>Estar de acordo com as regulamentações</h3>
<p>Para atuar na agronomia, é obrigatório que o profissional seja registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) e se enquadre nas regulamentações estabelecidas pelo decreto N° 23.196, como ser formado em instituições nacionais de ensino oficialmente reconhecidas e revalidar o seu diploma, caso tenha estudado em escolas estrangeiras.</p>
<p>O Dia do Agrônomo existe para nos lembrar da importância desse profissional para o mercado e para o país!</p>
<p><a href="https://blog.sansuy.com.br/dia-do-agronomo/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11793" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/dia-agronomo.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/dia-agronomo.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/dia-agronomo-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/dia-agronomo-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/dia-agronomo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 22:01:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mentoria Descomplicando o Agro &#x1f680; Devido à alta procura, uma última turma extra de mentoria foi aberta. Est é uma oportunidade única para os profissionais que querem encerrar 2021 investindo na carreira e em um programa de altíssima performance. &#x1f447; Acesse descomplicandooagro.com.br e saiba mais sobre o programa e os planos oferecidos. &#x1f680; &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mentoria Descomplicando o Agro<br />
&#x1f680;<br />
Devido à alta procura, uma última turma extra de mentoria foi aberta.</p>
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&#x1f680;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-11778" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria-1024x1020.jpg" alt="" width="1024" height="1020" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria-1024x1020.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria-768x765.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lembrete-mentoria.jpg 1059w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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		<title>Malu Nachreiner assume em novembro a presidência do Grupo Bayer no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 21:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>06/09/2021 A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>06/09/2021</p>
<blockquote><p><strong>A executiva, líder da divisão agrícola da Bayer no Brasil, mantém sua posição e passa a comandar, a partir de novembro, o grupo no país</strong></p></blockquote>
<p>Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, a partir do dia 1º de novembro. A executiva terá a missão de consolidar as transformações que a Bayer tem passado nos últimos anos, tendo como foco a colaboração, a inovação e a sustentabilidade, além de ampliar as sinergias entre as três divisões de negócio da empresa (Crop Science, Consumer Health e Pharmaceuticals). Malu irá manter sua posição como líder da divisão agrícola da companhia, assumindo agora dupla responsabilidade com a presidência do grupo.</p>
<p>&#8220;É uma honra e um ótimo desafio receber a missão de estar à frente da Bayer no Brasil, um dos maiores mercados no mundo em termos de relevância para a Bayer. Ao completar 125 anos no País, a empresa vive um momento muito especial de transformação cultural&#8221;, ressalta Malu Nachreiner. &#8220;Estamos cada vez mais conectados à sociedade e queremos ser parceiros relevantes na resolução dos grandes desafios do nosso tempo, conectados à nossa visão Saúde para Todos e Fome para Ninguém. Eu me sinto lisonjeada de liderar, a partir de novembro, uma Bayer cada vez mais inovadora e colaborativa&#8221;.</p>
<p>Depois de iniciar a carreira na empresa há 18 anos como estagiária, a executiva já ocupou posições de liderança nas áreas de Vendas, Marketing e Gerenciamento de Produto, sendo, até agosto de 2020, a responsável pela área de Marketing da divisão agrícola para a América Latina. No ano passado, assumiu a posição de líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil. Malu é agrônoma formada pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), com MBA Executivo pela Universidade de Pittsburgh.</p>
<p>O atual presidente da Bayer no Brasil, o espanhol Marc Reichardt, irá se aposentar, após 36 anos de dedicação à Bayer, nos três últimos como líder do Grupo no Brasil. &#8220;Cheguei à liderança com o objetivo de preparar a companhia para uma transformação no modelo de negócios, na construção de um quadro de colaboradores mais amplo e diverso e na lapidação da visão de futuro da empresa. Malu Nachreiner sempre foi uma grande parceira desse trabalho e estou certo de que fará um excelente trabalho na consolidação de todas as mudanças que estamos vivendo&#8221;, afirma Reichardt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>125 anos da Bayer no Brasil</strong></h3>
<p>A Bayer celebra, em 2021, 125 anos de Brasil. Chegou ao País em 1896, abrindo a primeira fábrica no Rio de Janeiro; Hoje, está presente em mais de 30 cidades, com 6.500 profissionais espalhados de norte a sul. O Brasil é o maior mercado da Bayer na América Latina e local de grandes descobertas na medicina, de novas tecnologias para o campo e de inovações que melhoram a qualidade de vida do brasileiro e contribuem para o desenvolvimento do país.</p>
<p>O Grupo está atento aos novos desafios da humanidade, cada vez mais coletivos e que não podem ser solucionados por atores isolados. Por isso, tem investido cada vez mais em modelos de negócios baseados em colaboração, por meio de suas três divisões e do seu primeiro hub de inovação aberta da América Latina, com parcerias relevantes para os negócios.</p>
<p>E para construir os próximos 125 anos, mais que fortalecer sua voz, a Bayer quer ampliar sua escuta e entender cada vez melhor as expectativas da sociedade e as necessidades dos clientes: seja o agricultor, o médico, o paciente, o consumidor &#8211; e a sua gente, cada vez mais plural e diversa; quer estreitar laços, alinhar expectativas, promover o diálogo, aproximar sua comunicação e construir os próximos passos da empresa junto ao público.</p>
<p>Por: Comunicação Bayer</p>
<p><a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/296672-malu-nachreiner-assume-em-novembro-a-presidencia-do-grupo-bayer-no-brasil.html#.YTZ4p51KiUk" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Notícias Agrícolas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11752" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MaluNachreiner-presidencia-bayer-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Pausa para o Cafezinho: Como você gosta de desfrutar o momento com o seu cafezinho?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 19:40:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prefere ter esse sagrado ritual todos os dias em um ambiente mais tranquilo ou mais agitado? Um novo estudo recém-publicado na revista Food Quality &#38; Preference descobriu que o barulho afeta a maneira como as pessoas experimentam o amargor, a doçura, aroma e acidez do seu café diário. Nesta pesquisa foram avaliados 400 homens e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Prefere ter esse sagrado ritual todos os dias em um ambiente mais tranquilo ou mais agitado? Um novo estudo recém-publicado na revista Food Quality &amp; Preference descobriu que o barulho afeta a maneira como as pessoas experimentam o amargor, a doçura, aroma e acidez do seu café diário.</p>
<p>Nesta pesquisa foram avaliados 400 homens e mulheres que beberam café enquanto ouviam os sons de uma praça de alimentação lotada por meio de fones de ouvido a 85 decibéis.</p>
<p>E relatou-se que as pessoas eram menos sensíveis a atributos sensoriais do café em condições de barulho elevado. Em particular, o barulho afetou o amargor, a acidez, a doçura e o aroma do café tornando a bebida menos agradável.</p>
<p>Os mesmos participantes receberam o mesmo café sem saber com um barulho de 20 decibéis mais baixo.</p>
<p>E o resultado foi surpreendente, a maioria dos participantes avaliaram o segundo café como o mais saboroso e doce.</p>
<p>Segundo a equipe de pesquisa, o barulho cria uma carga cognitiva pesada, que pode reduzir a resposta do cérebro a outros estímulos, como neste caso em uma experiência gustativa.</p>
<p>Concluindo que em um ambiente de decibéis mais elevados pode levar os consumidores insensíveis a um café mais forte ou à adição de açúcar em excesso.</p>
<p>Interessante como este universo do café nos surpreende a cada dia!!</p>
<p>E você já teve alguma percepção no sabor do seu cafezinho em um ambiente com o barulho elevado?!O que achou deste estudo?! Compartilhe conosco!!</p>
<p>Uma ótima semana a todos, abraço e até o próximo e saboroso cafezinho.</p>
<p><a href="http://cccmg.com.br/pausa-para-o-cafezinho-como-voce-gosta-de-desfrutar-o-momento-com-o-seu-cafezinho/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog do Madeira</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6236 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lilian-trigolo-3-e1518799129887.jpg" alt="" width="159" height="195" /></p>
<h3><strong>*Lilian Trigolo</strong></h3>
<p>Cafeicultora e Coffee Lover &#8211; apaixonada pelo universo do café, e toda a sua cultura cafeeira.</p>
<p>Instagram:<strong> @liliantrigolo</strong><br />
E-mail: <strong>lilianmg.trigolo@gmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-11730" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar-1024x1024.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar-1024x1024.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/lilian-trigolo-desfrutar.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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		<title>Inspire-se com o livro Mulheres do Agro!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 20:51:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres do Agro: um livro repleto de histórias incríveis de mulheres que superaram desafios e hoje comandam suas vidas com maestria, competência e muito trabalho. @livromulheresdoagro &#x1f49a; Instigue-se! Inspire-se! &#x1f44a; Seja você também protagonista de sua história. &#x1f447; Conheça as autoras: &#x1f469;&#x1f3fc;&#x200d;&#x1f33e; @andreasousacordeiro &#x1f469;&#x1f3fc;&#x200d;&#x1f33e; @marielybiff &#x1f469;&#x1f3fc;&#x200d;&#x1f33e; @robertapaffaro &#x1f469;&#x1f3fd;&#x200d;&#x1f33e; @ticianefigueiredoagro &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres do Agro: um livro repleto de histórias incríveis de mulheres que superaram desafios e hoje comandam suas vidas com maestria, competência e muito trabalho.</p>
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<p><a href="https://www.instagram.com/p/CTNlTKalJjl/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11717" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/08/livro-inspire-se.jpg" alt="" width="847" height="847" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/livro-inspire-se.jpg 847w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/livro-inspire-se-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/livro-inspire-se-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/livro-inspire-se-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 847px) 100vw, 847px" /></a></p>
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		<title>ABPA: #TodosContraLaPPa</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 21:40:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ABPA &#8211; Associação Brasileira de Proteína Animal e outras 21 entidades da América Latina criaram a campanha #TodosContraLaPPa (ou Todos Contra a PSA, em português), uma iniciativa continental para a preservação do status sanitário da Suinocultura Latinoamericana. Visite o site www.todoscontralappa.com e saiba mais! &#160; #BrLivredePSA Ajude a manter o Brasil livre desta doença! [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ABPA &#8211; Associação Brasileira de Proteína Animal e outras 21 entidades da América Latina criaram a campanha #TodosContraLaPPa (ou Todos Contra a PSA, em português), uma iniciativa continental para a preservação do status sanitário da Suinocultura Latinoamericana.</p>
<p>Visite o site www.todoscontralappa.com e saiba mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class=" xil3i" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/explore/tags/brlivredepsa/">#BrLivredePSA</a><br />
Ajude a manter o Brasil livre desta doença!<br />
Compartilhe esta prevenção!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/abpabr/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Fonte: @abpabr</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/EHPxo2x3l30" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>#SebraeDelas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 19:50:09 +0000</pubDate>
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A capacitação será entre os dias 16 a 19/8.</p>
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		<title>Mary Wollstonecraft:  autora de um dos primeiros textos feministas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 18:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>22/01/2021 Mary Wollstonecraft Mary Wollstonecraft entrou para a história como mãe de Mary Shelley, a célebre autora de Frankestein. Mas essa não foi sua única marca histórica. Ainda no século 18, a filósofa produziu registros históricos da Revolução Francesa, publicou comentários políticos que respondiam a pensadores homens, escreveu romances e livros infantis que questionavam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>22/01/2021</p>
<h2>Mary Wollstonecraft</h2>
<p>Mary Wollstonecraft entrou para a história como mãe de Mary Shelley, a célebre autora de Frankestein. Mas essa não foi sua única marca histórica. Ainda no século 18, a filósofa produziu registros históricos da Revolução Francesa, publicou comentários políticos que respondiam a pensadores homens, escreveu romances e livros infantis que questionavam a ordem sexual e de gênero, além de defender os direitos das mulheres à educação e à igualdade no casamento. Hoje, mais de 200 anos após sua morte, Wollstonecraft é celebrada principalmente como uma das fundadoras do feminismo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9821 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg" alt="" width="267" height="325" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg 800w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-246x300.jpg 246w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-768x937.jpg 768w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" />Mais de um século antes de Simone de Beauvoir, Wollstonecraft já elaborava os primeiros pensamentos sobre a opressão estrutural das mulheres e suas raízes. “Desafortunada é a situação das fêmeas, educadas de acordo com a moda, mas deixadas sem fortuna alguma”, escreveu ela, em 1787, no livro Thoughts on the education of daughters (“pensamentos sobre a educação das filhas”) – um dos primeiros, senão o primeiro escrito em que uma mulher abordava a situação feminina na Europa.</p>
<p>Desde então, Wollstonecraft defendeu que elas deveriam ter o mesmo direito à educação que os homens, que não estudassem apenas para se tornarem “esposas ideais”. Em Reivindicação dos direitos da mulher (1792), publicado no Brasil pela Boitempo, escreveu: “É assim, por exemplo, que a demanda por educação tem por objetivo exclusivo permitir o livre desenvolvimento da mulher como ser racional, fortalecendo a virtude por meio do exercício da razão e tornando-a plenamente independente”.</p>
<p>Nascida em Spitalfields, na Inglaterra, em 1759, Wollstonecraft era a segunda de sete filhos de uma família rica que empobreceu e faliu ao longo do tempo. Para se sustentar – e ajudar a mãe e as irmãs a sobreviverem ao pai alcoólatra e violento -, trabalhou como governanta em casas de famílias abastadas, de onde tirou grande parte de suas observações sobre a educação deficitária das mulheres da época. Em cima dessas experiências, publicou os romances Mary: a fiction (1788), Original stories from real life (1788) e o póstumo The wrongs of woman, or Maria (1798).</p>
<p>Incomodada principalmente com a falta de opções de carreiras para mulheres no campo, Wollstonecraft se mudou para Londres, onde aprendeu sozinha a falar alemão e francês, passando a trabalhar como tradutora e resenhista no periódico Analytical Review, de Joseph Johnson. Começou a frequentar jantares na casa do novo chefe, onde entrou em contato com iluministas como o político Thomas Paine, o filósofo William Godwin e o artista Henry Fuseli. Ali, debatia de igual para igual sobre política e literatura, por exemplo, tendo sempre como foco o principal acontecimento da época, a Revolução Francesa.</p>
<p>Integrada ao ambiente urbano e politizado de Londres, Wollstonecraft se tornou defensora ferrenha da igualdade, da liberdade e da fraternidade, conceitos que emanavam da França pós-revolucionária. Em 1790, leu as críticas à revolução do conservador Edward Burke, publicadas sob o título “Reflexões sobre a Revolução na França”, e, enfurecida, escreveu uma rápida resposta, inicialmente publicada de forma anônima.</p>
<p>Intitulado “A reivindicação dos direitos dos homens”, o texto defendia a revolução como uma “chance gloriosa de obter virtude e felicidade”. Quando a segunda edição foi publicada, dessa vez assinada, Wollstonecraft se tornou instantaneamente famosa em Londres. Mudou-se para a França, onde dois anos mais tarde publicou sua obra mais famosa: Reivindicação dos direitos da mulher.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9822 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg" alt="" width="232" height="377" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg 630w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-184x300.jpg 184w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-768x1249.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b.jpg 1200w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" />Tido como um dos documentos fundadores do feminismo, o livro denuncia a exclusão das mulheres do acesso a direitos básicos no século 18, colocando a educação feminina como base para o fim das desigualdades. Também escreve sobre a importância do voto feminino e a paridade no casamento – em especial em relação a bens da esposa, à tutoria dos filhos e até ao divórcio -, e defende que crianças estudem em escolas mais livres, menos rígidas, que ensinassem aos dois sexos o mesmo “amor ao lar” e às tarefas domésticas.</p>
<p>Em 1794, publicou ainda An historical and moral view of the french revolution, uma retrospectiva dos primeiros estágios da revolução, com uma abordagem original, do ponto de vista de pessoas comuns, que haviam endossado os acontecimentos políticos no cotidiano. Apesar do sucesso incomum para uma mulher da época, o fim da vida de Wollstonecraft foi trágico. Em maio daquele ano, ela deu à luz sua primeira filha, Fanny, e tentou ir a Londres em busca do marido que a rejeitou – levando-a a tentar suicídio duas vezes.</p>
<p>Aos poucos, retornou ao círculo de Joseph Johnson, onde reencontrou William Godwin, com quem se casou e teve outra filha: Mary Shelley.</p>
<p>Wollstonecraft morreu aos 38 anos, de infecção pós-parto, deixando como legado cerca de 20 livros que incluem romances e análises sobre política, história e direitos das mulheres. Hoje, a filósofa tem sido recuperada por historiadoras feministas e estudiosos da Revolução Francesa, conquistando cada vez mais o título de fundadora do feminismo na Europa.</p>
<p><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/mary-wollstonecraft-220-anos-de-morte/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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