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	<title>Arquivos maio-amarelo - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>#MaioLaranja &#8211; Violência Sexual Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 13:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#oAGROporELAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano está voando. Hoje me flagrei que já estamos em maio, um mês que me traz alguns anseios e questionamentos. Embora seja uma palavra masculina, maio me remete a feminilidade. Para esse mês tenho muito forte comigo a personificação da mulher, começando pela origem inclusive do próprio nome. Curiosamente estudiosos atribuem 2 origens para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano está voando. Hoje me flagrei que já estamos em maio, um mês que me traz alguns anseios e questionamentos.</p>
<p>Embora seja uma palavra masculina, maio me remete a feminilidade.</p>
<p>Para esse mês tenho muito forte comigo a personificação da mulher, começando pela origem inclusive do próprio nome. Curiosamente estudiosos atribuem 2 origens para o nome do quinto mês do ano.  A deusa romana da fertilidade Bona Dea e a deusa grega Maya.</p>
<p>O mês inteiro serve de palco para noivas do mundo todo que disputam entre si, datas para a celebração do casamento. A tradição de ser um mês dedicado às noivas se perpetua mesmo em tempos modernos.</p>
<p>Símbolos máximos de feminilidade, as mulheres mães têm para si um dia inteirinho para sentirem valorizadas. Já para religiosos, é no dia 14 que a figura da mãe maior, merece destaque. Nesse dia Nossa Senhora aparecia a pequenos camponeses em Fátima, Portugal.</p>
<p>Referâncias clássicas também dão espaço a novas tradições. Em uma cultura mais recente, o mês também passou a ser conhecido por <strong>Maio Laranja</strong>, referenciando uma campanha encabeçada pela ONU que combate ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Embora não restrita ao gênero e alcançando meninos, percebe-se de forma mais geral que o alcance contra meninas e jovens mulheres é mais amplo.</p>
<p>A campanha tem como data oficial dia 18 de maio e foi inspirada na cor laranja da gérbera, uma flor muito conhecida no Brasil e que simboliza a fragilidade e vulnerabilidade da criança.</p>
<p>Talvez o apelo ou o viés feminino da campanha seja pela adoção da cor laranja que também está associada a uma outra campanha apoiada pela ONU contra a violência às mulheres.</p>
<p>Intitulada de Dia Laranja, a campanha tem como objetivo o fim da violência à mulher. Todo dia 25 de cada mês, pessoas solidárias a causa se vestem com uma peça na cor laranja como forma de chamar a atenção da sociedade para o sofrimento de mulheres que na maioria das vezes sofrem caladas e acuadas.  A cor laranja representa a positividades e energia representando um futuro sem violência contra meninas e mulheres.</p>
<p>Voltando ao mês de maio, quero te convidar para se abrir ao tema proposto: a campanha Maio Laranja. É duro, difícil de processar, eu sei. Dá raiva, dá nojo, mas é necessário acabar com essa realidade.</p>
<p>No Brasil esse é o quarto crime mais cometido contra crianças e jovens e como citei anteriormente, a maioria dos casos é praticado contra o público feminino. Geralmente a vítima sofre calada, quieta, envergonhada. Muitas vezes as vítimas são ameaçadas por seus agressores que na maioria dos casos convive com elas de forma muito próxima no ambiente familiar. As vítimas mudam radicalmente de comportamento. Tornam-se caladas, distantes, é como se perdessem o brilho. Perdem rendimento escolar, se afastam dos colegas e professores e vivem amedrontadas. Tais abusos e violências são relevantes quando se analisam dados sobre depressão e suicídios entre crianças e adolescentes.</p>
<p>Portanto se você desconfiar de algum caso, não silencie. Converse com a criança, interaja, não julgue. E se você tiver certeza, não se cale, denuncie. Disque 100.</p>
<p>Junte-se a nós nesse movimento. Precisamos cada vez mais nos unir! As crianças e adolescentes de hoje serão o nosso futuro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pYEXc1oEO7Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Maio Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 15:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
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		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. ATENÇÃO PELA VIDA O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento <strong>Maio Amarelo</strong> nasce com uma só proposta: <strong>chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.</strong></p>
<h2>ATENÇÃO PELA VIDA</h2>
<blockquote><p>O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.</p></blockquote>
<h2>SOBRE A DÉCADA DE AÇÃO PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO</h2>
<p>A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.</p>
<p>São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.</p>
<p>Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1851 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png" alt="" width="300" height="197" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-768x505.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-1024x673.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-76x50.png 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-123x82.png 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-83x55.png 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-125x83.png 125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito.O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).</p>
<p>Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.</p>
<p>De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.</p>
<p><a href="https://www.maioamarelo.com/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: www.maioamarelo.com/</a></p>
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