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	<title>Arquivos lei-maria-da-penha - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Valorização da Mulher &#038; sua Relação ao Direito à Integridade Física!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 20:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha Casa Sua Casa]]></category>
		<category><![CDATA[lei-maria-da-penha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento de Valorização da Mulher e a Importância de seu papel são temas antigos e que na última década vem ganhando dimensão mundial. Certamente Movimentos anteriores, ocorridos durante todas as fases da história humana, contribuíram para chegarmos ao que temos hoje. Mas é fato que o processo de Globalização potencializa a força desse movimento e confere velocidade para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O Movimento de <strong>Valorização da Mulher</strong> e a Importância de seu papel são temas antigos e que na última década vem ganhando dimensão mundial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Certamente Movimentos anteriores, ocorridos durante todas as fases da história humana, contribuíram para chegarmos ao que temos hoje. Mas é fato que o processo de <strong>Globalização</strong> potencializa a força desse movimento e confere velocidade para conquistas mais rápidas mundo afora.</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#No final da década de 20 conquistamos o direito à educação e passamos a frequentar escolas.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;"># Conquistamos direito ao trabalho. Antes na década de 10 com a anuência dos cônjuges para daí na década de 60 podermos livremente exercer atividades profissionais. Naquele momento da década de 10 os direitos trabalhistas também não eram iguais.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#Durante a nossa trajetória conquistamos direitos a praticar esportes. Acredite se puder, mas até 1973 éramos impedidas de práticas como lutas e futebol.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#Conquistamos direito a voto recentemente. No início da década de 30 não podíamos exercer nossa cidadania plenamente e só conquistamos o direito a eleger representante Mulher no final dessa década. E ainda hoje segundo estudo da <strong>ONU</strong>, o Brasil ocupa o <em>120 </em><em>º lugar no ranking de mulheres em cargos legislativos.</em></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#Com o advento de métodos anticoncepcionais na prática passamos a poder gerir o controle de natalidade, embora até hoje ainda haja casos em que a mulher é proibida ou coagida a não utilizar métodos anticonceptivos.</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400;">Nunca observamos tantas mudanças em tão pouco tempo em diversas nações, aqui e lá fora.</p>
<p style="font-weight: 400;">Olha só que avanço&#8230; Nos <strong>Emirados Árabes</strong> mulheres conquistaram  em 2015 o direito de voto e muito recentemente o direito a dirigir e hoje o país até tem um grupo de Mulheres Profissionais que discutem e trabalham na causa da conquista dos direitos das Mulheres. &#8211; <strong>Inclusive visitarei essa Associação em Novembro quando estarei em Dubai na Missão Mulheres do Agro à China e Dubai</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas dito tudo isso, eu quero poder falar sobre um direito tão básico e ainda tão desrespeitado no Brasil. <strong>O direito à integralidade física, à vida!</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A violência é latente e eu pessoalmente não sei como explica-la. Qual é o pressuposto logico, legal e moral de alguém se sentir no direito ferir, ofender, coagir, humilhar, espancar, abusar, violentar sua parceira?</p>
<p style="font-weight: 400;">No Brasil, somente na metade da década de 80, foi criada a primeira Delegacia da Mulher, cujo objetivo era dar maior garantia de justiça à mulher que sofria violência doméstica.</p>
<p style="font-weight: 400;">O medo de denunciar seu parceiro e de uma imediata vingança sempre foi muito latente. E com a criação das Delegacias especializadas o tema passou a ser trabalhado junto a sociedade</p>
<p style="font-weight: 400;">Em 2006 o combate a violência contra mulheres atingiu novo patamar com a  aprovação da <strong>Lei Maria da Penha</strong>, que hoje, dia 07 de agosto completa 12 anos. <strong>A Lei 11.340</strong> aumentou o rigor na punição da violência.</p>
<p style="font-weight: 400;">Naquele momento lá atrás sofrer violência doméstica essencialmente significava SOFRER CALADA. No geral, não havia apoio  da família e o estado não garantia a segurança necessária para a vítima. Sem radicalismos, mas culturalmente a costumava a ser tratada como objeto do Homem.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eu pessoalmente não diria que Muito já se fez, até porque há muito a se fazer mas já foram dados vários passos para reverter a cultura da posse sobre a Mulher, mas anota aí: <strong>Ainda há MUITO a se fazer</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">A violência ainda acontece todos os dias! Tanto no lar da classe menos privilegiada como nas altas rodas sociais. O medo da exposição, a coação por vingança sobretudo com filhos e familiares e mais violência ainda na própria vítima inibem denúncias contra o agressor. Até porque a vítima na maioria dos casos ainda não se sente segura com a proteção oferecida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Infelizmente isso existe e é essa realidade que precisa ser Transformada</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Precisamos desde já mudar algo cultural, que é o pensamento que <strong>“ na briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”.</strong> Mete sim.</p>
<p style="font-weight: 400;">Uma mãe não pode ver sua filha sofrer abusos nem de pai, nem de filhos, nem de companheiro ou companheira. Um pai ou um avô não pode viver a bolha cultural que a filha agora é “problema” do marido e o que acontece com eles é deles. Os vizinhos, os colegas de estudo e trabalho  não podem ser indulgentes e precisam atuar.</p>
<p style="font-weight: 400;">O governo entre tantas outras obrigações tem que investir em campanhas e propiciar segurança junto as comunidades. <strong>A justiça tem que ser célere</strong>. Só assim está garantia a continuidade par mais mudanças. E essas  mudanças não são apenas para mulheres. São para suas famílias, para a sociedade, para o mundo!</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Reconhecer a Violência é um grande passo. Dizer não a Violencia é um segundo passo. Denunciar a Violência, ato corajoso, é um terceiro passo! </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Algumas mulheres nem ao menos entendem que são vítimas de violência de tão natural que aquele fato é para ela. </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui sem qualquer intenção de chocar, mas de retratar o caminho que ainda há para ser percorrido:</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#Segundo dados de pesquisas do <strong>Ministério da Justiça</strong>, a cada 5 minutos uma mulher é agredida no Brasil. Ou seja estou há 10 minutos fazendo o texto e nesse meio tempo pelo menos 2 mulheres sofreram violência doméstica. E em cerca de 70% dos casos, essa violência é exercida por conhecidos ( amigos, companheiros, pais)</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#De acordo com pesquisa da <strong>Comissão da Mulher</strong>, braço da <strong>ONU</strong>, 1 a cada 3 mulheres já sofreu violência física.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#No Brasil durante 2017, <strong>540 mil acusações penais</strong> vinculadas à violência domestica foram <strong>finalizadas</strong>. Esse número vem em projeção crescente.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">#Nos últimos 2 dias, ou seja entre 05 e 07 de agosto, multiplicaram casos de feminicídios no Brasil. Você pode encontrar na mídia detalhes sobre os casos que ocorreram no Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Brasília.</p>
<p style="font-weight: 400;">#Segundo dados obtidos por uma consultoria privada a cada duas horas uma mulher é assassinada no Brasil. O estados do Mato Grosso é campeão no ranking de feminicídio: 4,6 a cada 100 mil.</p>
</blockquote>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
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