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	<title>Arquivos jornalismo - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Lilian Munhoz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 12:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser convidada para contar um pouco da minha trajetória aqui é uma honra. Afinal, aprendo muito com vocês, mulheres do agro, que me inspiram a cada dia. Decidi ser jornalista na adolescência, mas nunca pensei que o universo agro faria parte da minha profissão. Na minha infância, viajava muito para o interior com meus pais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser convidada para contar um pouco da minha trajetória aqui é uma honra. Afinal, aprendo muito com vocês, <strong>mulheres do agro, que me inspiram a cada dia.</strong></p>
<p>Decidi ser jornalista na adolescência, mas nunca pensei que o universo agro faria parte da minha profissão. Na minha infância, viajava muito para o interior com meus pais no interior de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde tive a oportunidade de vivenciar um pouco da vida no campo. <strong>Brincava no meio do cafezal e do milharal, nadava na represa, alimentava porcos e galinhas, acompanhava abate, subia em colheitadeiras e colhia frutos do pé</strong>. Sempre amei fazer isso e nunca pensei que, anos depois, me tornaria uma jornalista que falaria do setor rural.</p>
<p>Cresci e me tornei uma pessoa muito urbana, mas que contempla a vida no campo. Admiro quem mora em fazenda e tem a qualidade de vida que só consigo ter de vez em quando.</p>
<p>Recém-formada, em 2008, e já tendo passado pelo departamento de comunicação de empresas como TV Cultura, Avon, Dotz e Instituto Monitor, fui chamada para trabalhar no <strong>Canal do Boi</strong> pelo jornalista Valter Puga, que havia sido meu professor na faculdade e me abriu as portas para o agro, junto com o jornalista Sérgio Braga, do Canal Rural, que foi meu coordenador na faculdade e me deu muito incentivo.</p>
<p>Comecei a trabalhar dentro da <strong>Bolsa de Mercadorias e Valores de São Paulo (BM&amp;F Bovespa)</strong>, no centro de São Paulo, de onde fazia boletins ao vivo na programação do Canal do Boi com comentários sobre o fechamento das commodities agrícolas. Fiz curso de mercado futuro e estudei muito para entender como funciona essa engrenagem.</p>
<p>Em 2010, fui convidada a trabalhar no <strong>Terraviva</strong>, canal de agronegócios do <strong>Grupo Bandeirantes</strong>. Desde então, produzi programas, coordenei equipes como chefe de reportagem e, atualmente, sou e<strong>ditora responsável e apresentadora do Jornal Terraviva</strong>, noticiário que, diariamente, às 19h, traz os destaques do agronegócio em todo o país, com chamadas diárias no Band News TV.</p>
<p>O jornalismo agropecuário exige muita leitura e estudo, afinal, é um setor gigantesco e complexo. <strong>Sempre dou incentivo a quem quer ingressar na área, pois é um segmento que oferece muitas oportunidades e é fundamental para a economia do país.</strong></p>
<p>Junto com meu trabalho na TV, atuo em outras atividades por meio da minha empresa de Comunicação (<a href="http://www.comunicativas.com.br">www.comunicativas.com.br</a>), desenvolvendo projetos a outras empresas e tendo a oportunidade de apresentar eventos. Também sou instrutora do <strong>Agro Carreira</strong> (<a href="http://www.agrocarreira.com.br">www.agrocarreira.com.br</a>) e atualmente curso o <strong>MBA em Agronegócios da Esalq/USP.</strong></p>
<p><strong>Nunca enfrentei limitações por ser mulher</strong>, mas sempre me esforcei para superar as expectativas frente às oportunidades que recebia. Sempre devemos nos lembrar de onde viemos e o quanto nossos pais e avós lutaram para que tivéssemos uma vida melhor. <strong>Hoje, nós, mulheres, estamos conquistando o nosso espaço com dignidade e capacidade, atingindo nossos objetivos.</strong></p>
<blockquote><p><em>O recado que eu deixo a vocês é de otimismo. Devemos fazer um bom planejamento a respeito da vida familiar e da carreira que queremos construir. Feito isso, é hora de correr atrás e se preparar para agarrar as oportunidades que vierem.</em></p></blockquote>
<p><strong>Para termos a colheita que almejamos, precisamos fazer uma boa semeadura.</strong></p>
<p>Convido a todas a conhecerem um pouquinho mais do meu dia-a-dia profissional no instagram <strong>(@lilismunhoz)</strong>.</p>
<p><strong>Lilian Munhoz &#8211; </strong>Jornalista, pós-graduada em Relações Internacionais, apresentadora do <strong>Canal Terraviva/Grupo Bandeirantes</strong> e sócia da <strong>Comunicativas.</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3180" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/12/LilianMunhoz_BandNews-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/12/LilianMunhoz_BandNews-300x182.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/12/LilianMunhoz_BandNews-768x465.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/12/LilianMunhoz_BandNews.jpg 951w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Mariely Biff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 15:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[administracao]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gostaria de dizer que me sinto lisonjeada em poder contar um pouquinho da minha história a todas vocês! Nasci em São Miguel do Iguaçu/PR, sou filha e neta de produtores rurais. Meu pai tinha uma pequena propriedade, onde cultivava soja, milho e trigo. Minha relação com o agro vem de berço, e ao longo da minha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img decoding="async" class="wp-image-2179 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-787x1024.jpg" alt="" width="368" height="478" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-787x1024.jpg 787w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-231x300.jpg 231w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2-768x999.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/mariely2.jpg 1367w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /></em></strong>Gostaria de dizer que me sinto lisonjeada em poder contar um pouquinho da minha história a todas vocês!</p>
<p>Nasci em São Miguel do Iguaçu/PR, sou filha e neta de produtores rurais. <strong>Meu pai tinha uma pequena propriedade, onde cultivava soja, milho e trigo.</strong> Minha relação com o agro vem de berço, e ao longo da minha infância, pude vivenciar o dia a dia dentro de uma propriedade.</p>
<p>Quando eu tinha 8 anos, meu pai desanimou com uma <strong>sucessão de geadas</strong> que ocorreu, fazendo perder praticamente toda a produção, e resolveu vender a terra, indo montar uma agropecuária no MS.</p>
<p>Com a separação dos meus pais, que aconteceu 3 anos após nossa mudança para o MS, minha mãe resolveu morar perto dos meus avós, então nos mudamos para Diamantino/MT, em 1996.</p>
<p>Comecei a trabalhar muito cedo, com 12 anos, em uma empresa do meu tio. Entre os cursos de graduação que faziam parte da minha lista de desejos, estava agronomia e jornalismo. Como morávamos em uma cidade de interior, e não haviam opções dentro das que eu gostaria de fazer, optei por iniciar Administração em Agronegócios. Eu trabalhava e já tinha uma certa independência, e morar fora para cursar a graduação dos sonhos, não era opção naquele momento, pois eu era a única companheira da minha mãe em casa, e também pelas nossas condições financeiras na época, que não permitiam morar em outra cidade.</p>
<p>Me apaixonei por ADM e reforcei minha vocação para o agro na graduação. No segundo ano da faculdade, passei em um processo seletivo do Sicredi, onde tive ótimas oportunidades, iniciando como caixa, e por fim, permanecendo por 6 anos, atuando como gerente da carteira rural da agência.</p>
<p>Neste período, fiz uma pós-graduação em gestão empresarial e comecei a dar aula para o curso de Administração (na mesma faculdade em que me formei).</p>
<p>Sempre abracei todas as oportunidades que tive, buscando fazer meu trabalho com qualidade e sempre muito comprometida com os desafios que assumia.</p>
<p>Sou casada há 12 anos, meu esposo é engenheiro agrônomo e já moramos em algumas cidades do MT. Em 2011 optei por solicitar meu desligamento do Sicredi e fui em busca de novos desafios e projetos. Trabalho desde então com consultoria à produtores rurais, com foco em gestão de pessoas, estruturação administrativa e sucessão familiar. Fiz um MBA em Agronegócios na ESALQ/USP, que me proporcionou valiosos momentos de networking, amizades verdadeiras, muitos negócios e projetos.</p>
<p>Não ter um outro emprego formal foi algo que escolhi e me sinto muito feliz por isso. Precisava desta flexibilidade, porque tenho uma filha de 5 anos que é autista, e divido meu dia entre as demandas profissionais e as demandas do tratamento dela. Hoje <strong>participo como colunista em alguns portais do agronegócio</strong>, realizo treinamentos e palestras sobre gestão e sucessão (principalmente para revendas), gravo cursos EAD de assuntos do Agronegócio para o Agro Carreira de SP, e me encontrei neste mundo novo que me foi permitido descobrir. Aprendi a me organizar e conciliar meus papéis, sem sacrificar nenhuma parte.</p>
<p>No começo, quando recusei algumas propostas de empresas para voltar ao mercado, me senti um pouco perdida, porque as pessoas acabam valorizando mais quem está trabalhando formalmente. <strong>Mas persisti nos meus objetivos</strong>, fui devagar, dando um passo por vez, sabendo sempre exatamente onde eu queria estar.</p>
<p><strong>Quando se tem foco</strong>, por mais árduo que seja o caminho, <strong>conquistamos nossos sonhos </strong>e nos sentimos realizadas pelas escolhas que fizemos. <strong>E de todos os meus papéis, o maior e mais importante é ser mãe!</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2174" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2.jpg" alt="" width="232" height="132" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2.jpg 400w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/assinatura-mariely2-300x170.jpg 300w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /></p>
<p><strong><em>Resumo Profissional:</em></strong></p>
<p><em>Bacharel em Administração com habilitação em Agronegócios, pós-graduada em Gestão Empresarial, MBA em Agronegócios &#8211; ESALQ/USP.</em><em><br />
Possui certificação em Produção Integrada Agropecuária pela UFV. Possui certificação em mercado financeiro e economia doméstica pela BM&amp;F Bovespa.<br />
Professora universitária do curso de Administração, instrutora de cursos EAD no Agronegócio pelo Agro Carreira de SP e consultora em Agronegócios, atendendo produtores rurais e empresas Agro no estado de Mato Grosso.<br />
Colunista em portais no Agronegócio.<br />
Fundadora da ONG Seja Luz e voluntária na ONG Por1Sorriso.</em></p>
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