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	<title>Arquivos inca - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 17:22:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/marco-lilas-e-azul-marinho/">Março Lilás &#8211; Março Azul Marinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="field field-name-title field-type-ds field-label-hidden">
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<h2>MARÇO LILÁS: Câncer do colo do útero</h2>
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<p>O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano &#8211; HPV (chamados de tipos oncogênicos).</p>
<p>A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou ou Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica desse exame.</p>
<p>Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal no Serviço de Saúde.</p>
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<p><strong>Estimativas de novos casos</strong>: 16.590 (2020 &#8211; INCA)<br />
<strong>Número de mortes</strong>: 6.526 (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM)</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">O que aumenta o risco<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<ul>
<li>Início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros.</li>
<li>Tabagismo (a doença está diretamente relacionada à quantidade de cigarros fumados).</li>
<li>Uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.</li>
</ul>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.</p>
<p><strong>Vacinação contra o HPV</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.</p>
<p>A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Existe uma fase pré-clínica (sem sintomas) do câncer do colo do útero, em que a detecção de lesões precursoras (que antecedem o aparecimento da doença) pode ser feita através do exame preventivo (Papanicolaou). Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura do câncer cervical são de 100%. A doença é silenciosa em seu início e sinais e sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor aparecem em fases mais avançadas da doença</p>
<p><strong>Exame preventivo</strong></p>
<p>O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.</p>
<p>O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.</p>
<p><strong>Como é feito o exame</strong></p>
<p>Para a coleta do material, é introduzido na vagina um instrumento chamado espéculo (conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato);<br />
O profissional de saúde faz a inspeção visual do interior da vagina e do colo do útero;<br />
O profissional promove a escamação da superfície externa e interna do colo do útero com uma espátula de madeira e uma escovinha;<br />
As células colhidas são colocadas numa lâmina de vidro para análise em laboratório especializado em citopatologia.<br />
Quem deve fazer e quando fazer o exame preventivo</p>
<p>Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.</p>
<p><strong>O que fazer após o exame?</strong></p>
<p>A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame (ambulatório, posto ou centro de saúde) na data marcada para saber o resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado e apresentá-lo ao médico.</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p>Se o seu exame acusou:</p>
<p><strong>Negativo para câncer:</strong> Se esse for o seu primeiro resultado negativo, você deverá fazer novo exame preventivo daqui a um ano. Se você já tem um resultado negativo no ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;<br />
<strong>Infecção pelo HPV ou lesão de baixo grau:</strong> Você deverá repetir o exame daqui a seis meses;<br />
<strong>Lesão de alto grau:</strong> O médico decidirá a melhor conduta. Você vai precisar fazer outros exames, como a colposcopia;<br />
<strong>Amostra insatisfatória:</strong> A quantidade coletada de material não foi suficiente para fazer o exame. Você deve repetir o exame logo que for possível.<br />
Em todos as situações, é importante seguir as recomendações médicas.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
Os seguintes testes podem ser utilizados:</p>
<p>Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, Papanicolau, toque vaginal e toque retal.<br />
Exame Preventivo (Papanicolau)<br />
Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões<br />
Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Tratamento<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos para o câncer do colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento (estágio de evolução) da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos.</p>
<p>Se confirmada a presença de lesão precursora, ela poderá ser tratada a nível ambulatorial, por meio de uma eletrocirurgia.</p>
</div>
            </div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2></h2>
<h2>MARÇO AZUL MARINHO: Câncer colorretal</h2>
<p>O câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou de intestino .</p>
<p>É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> As informações neste portal pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação no Serviço de Saúde.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Estatísticas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p><strong>Estimativa de novos casos:</strong> 40.990, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres (2020 &#8211; INCA)</p>
<p><strong>Número de mortes:</strong> 19.603; sendo 9.608 homens e 9.995 mulheres (2018 &#8211; Atlas de Mortalidade por Câncer &#8211; SIM).</p>
</div>
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<p>Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, <em>blanquet</em> de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.</p>
<p>Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.</p>
<p>A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.</p>
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            <div class="mks_accordion_heading">Como prevenir<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<div class="field field-name-field-texto espacamento-campo">
<p>A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal. Manter o peso dentro dos limites da normalidade e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.</p>
<p>Verifique se seu peso está adequado com uma calculadora de IMC.</p>
<p>Não fumar e não se expor ao tabagismo.</p>
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            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Sinais e sintomas<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
                <div class="mks_accordion_content">
<p>Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);</li>
<li>dor ou desconforto abdominal;</li>
<li>fraqueza e anemia;</li>
<li>perda de peso sem causa aparente.</li>
<li>alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)</li>
<li>massa (tumoração) abdominal</li>
</ul>
<p>Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, e devem ser investigados para seu diagnóstico correto e tratamento especifico.</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
</div>
            </div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Detecção precoce<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.</p>
<p>A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>
<p>Os tumores de cólon e reto (ou colorretal) podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).</p>
<p>Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:</p>
<p>·        Sangramento nas fezes<br />
·        Massa (tumoração) abdominal<br />
·        Dor abdominal<br />
·        Perda de peso e Anemia<br />
·        Mudança de hábito intestinal</p>
<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.</p>
<p>Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do colon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes.  Os casos positivos neste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.</p>
</div>
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            <div class="mks_accordion_heading">Diagnóstico<i class="fa fa-plus"></i><i class="fa fa-minus"></i></div>
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<p>O diagnóstico requer biópsia (exame de pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita). A retirada da amostra é feita por meio de aparelho introduzido pelo reto (endoscópio).</p>
</div>
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</div>
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<p>O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável. A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema de defesa do corpo) dentro do abdome. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia (uso de radiação), associada ou não à quimioterapia (uso de medicamentos), para diminuir a possibilidade de recidiva (retorno) do tumor.</p>
<p>O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas.</p>
<p>Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.</p>
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<p><a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte: INCA &#8211; Instituto Nacional de Câncer</strong></a></p>
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		<title>04 de fevereiro: Dia Mundial de Combate ao Câncer</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/04-de-fevereiro-dia-mundial-de-combate-ao-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 13:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para que se mobilizem pelo controle do câncer evitando, assim, milhões de mortes a cada ano.</p>
<p>De 2019 a 2021 a campanha segue o tema <u><em>#IAmAndIWill (#EuSoueEuVou)</em></u>.</p>
<p>Por ser o encerramento dessa temática, a campanha de 2021 traz o slogan <strong><em>Eu sou e eu vou: juntas, todas as nossas ações são importantes</em>, </strong>um lembrete de que nossas ações individuais, quando somadas, têm o poder de alcançar um futuro mais saudável e promissor.</p>
<h2>Quantas pessoas adoecem de câncer por ano no Brasil?</h2>
<p>O INCA estima que, no Brasil, em 2021 ocorrerão 625 mil casos novos de câncer (450 mil, excluindo os casos de câncer de pele não melanoma).<br />
O câncer de pele não melanoma será o mais incidente (177 mil), seguido pelos cânceres de mama e próstata (66 mil cada), cólon e reto (41 mil), pulmão (30 mil) e estômago (21 mil). O câncer de pele não melanoma representará 27,1% de todos os casos de câncer em homens e 29,5% em mulheres.</p>
<p>Esta é uma das informações que o INCA oferece através de uma cartilha com 21 fatos sobre o câncer: uma seleção de 21 perguntas e respostas sobre fatos relacionados a prevenção, causas e tratamento do câncer.</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//publicacao-21fatos-inca-dmc2021-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1574 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" /></a><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//publicacao-21fatos-inca-dmc2021-final.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Clique aqui e acesse o pdf</a></p>
<p>A prevenção e o compartilhamento de informações são extremamente importantes. Apoie esta causa.</p>
<p><a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-do-cancer/2021/eu-sou-e-eu-vou-juntas-todas-nossas-acoes-sao-importantes" target="_blank" rel="noopener">Fonte: INCA &#8211; www.inca.gov.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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