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	<title>Arquivos historia-inspiradora - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Iara Corrêa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 13:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Me chamo Iara, tenho 32 anos e sou Gestora do agronegócio em Cristalina – GO, me considero gente de bem. Devido as crenças limitantes e uma criação rude minha mãe, que saiu da fazenda e me teve ainda jovem, enfrentou vários desafios por suas escolhas e para ela trabalhar na cidade fui criada na fazenda conhecida como Fazenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8076" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara.jpg" alt="" width="260" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara.jpg 468w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" />Me chamo Iara, tenho 32 anos e sou Gestora do agronegócio em Cristalina – GO, me considero gente de bem. Devido as crenças limitantes e uma criação rude minha mãe, que saiu da fazenda e me teve ainda jovem, enfrentou vários desafios por suas escolhas e para ela trabalhar na cidade fui criada na fazenda conhecida como Fazenda Jatai, Zona rural município de Ipameri – GO, com meus avós e toda a família até a minha adolescência.</p>
<p>Apaixonada pela roça, que se chama Agro em tempos atuais, desde menina, aprendi a trabalhar na fazenda com a família e o pouco que aprendi, de maneira rude também, com os meus avós e a minha tia (in memória) se tornou referência na minha educação, nos meus princípios e em minhas escolhas no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na adolescência não tive suporte da família, tinha uma cabeça ou um espírito talvez de pensamentos livres para aquela época, sonhava alto e sempre busquei o conhecimento sem muita condição financeira, além do mais ninguém acreditava muito em mim sendo filha de mãe solteira.</p>
<p>Precisei conquistar a minha independência cedo, fui morar só e almejava trabalhar no setor em que me criei, tempos muito difíceis, mas não desisti dos meus sonhos e a vida foi me trazendo aos poucos as abençoadas oportunidades e com elas os maiores desafios.</p>
<p>Em minha época, questão de gênero era algo que chamava atenção no setor por maior nível de escolaridade que fosse. Ser Mulher e falar bem de uma propriedade rural era quase que insano e ser uma jovem idealista, talvez mais desafiador ainda. Pessoas que vieram de vidas difíceis lutam e se destacam por uma oportunidade e eu sempre dei o meu sangue e muitas vezes fui aproveitada ingenuamente com tudo isso.</p>
<p>De presente da vida ganhei um senhor Eng. Agrônomo bem mais velho que tinha uma consultoria Agropecuária referência na região e atendia muitos produtores.<br />
Comecei como telefonista, mas ali de imediato ele percebeu que eu poderia ser muito mais. Me ensinou toda a sua fórmula profissional de mais de 40 anos de experiência com mais de 150 clientes produtores, na época com sua especialidade em projetos técnicos agropecuários, por 7 anos.</p>
<p>Dali agradeci o aprendizado e segui meu caminho. Nasci para ser uma fazendeira, acreditem, mas enquanto não tenho a minha propriedade atuo há quase 6 anos admistrando fazendas que necessitam de planejamentos em suas propriedades.</p>
<p>Jamais foi fácil chegar até aqui, acreditar nunca seria impossível já que não tinha nada a perder. Custou o meu emocional e a minha dedicação e a minha maior felicidade é que estamos em tempos modernos onde mulher pode ser o que ela quiser.</p>
<p>E minha maior felicidade é saber que embora ainda há muito espaço a ser conquistado por nós, as mulheres que entram para o nosso setor hoje não vão passar o que muitas de nós passamos justamente pela nossa coragem de buscar o nosso espaço, enfrentar a diversidade, principalmente o gênero e a falta de união e empatia (infelizmente de outras mulheres) que são nossos maiores desafios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8069" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo.jpg" alt="" width="268" height="268" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo.jpg 268w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" />Hoje venho recebendo os meus presentes de Deus por não ter desistido de mim, dos meus sonhos que na oportunidade ganhei o meu reconhecimento profissionalmente no Brasil do Agro, em especial no universo do agro feminino que decidi então, levantar a bandeira em minha cidade fundando o projeto Mulheres do Agro de Cristalina, onde poderíamos através da união de profissionais do setor, em especial as esposas e sucessoras dos produtores, buscar juntas o conhecimento e o empreendedorismo rural moderno e inovador em cada setor para ser inserido em família e também em cada setor que compõe.</p>
<p>Hoje somos 115 mulheres da região e de outros estados que acreditam no propósito: Partilhar e buscar conhecimento e levar cada um para o setor em que atua.</p>
<p>Se eu pudesse dar um conselho hoje para outras mulheres e também para os homens, diria: &#8220;Acredite em você e não no que falam ou decidem sobre você. Se preciso for, silencie de muitos e se isole dos prazeres momentâneos da vida. Trabalhe, busque e não prove para o mundo não, prove para você o quanto você é capaz. E depois disso quando ganhar o seu reconhecimento, divida para os outros a sua fórmula do saber. O meu saber é o Agro.</p>
<p>Iara Corrêa</p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Lucia Roney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 17:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[cemat]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[corpo-da-paz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais. Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá. Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais.<br />
</span>Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá.<br />
<span style="font-weight: 400;">Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma norte americana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul Roney, meu marido, havia na época chegado ao Brasil 2 anos antes, em 1972 com o </span><b>Corpo Da Paz</b><span style="font-weight: 400;">. Ele foi transferido de Sidrolândia no Mato Grosso do Sul, para Cuiabá, cidade que eu estava morando. </span>Como curiosidade, Paul colaborava ao compartilhar experimentos com a cultura da soja com os primeiros produtores do sul que migraram para o centro oeste.<br />
<span style="font-weight: 400;">Quando ele chegou a Cuiabá, ele se lembrou que conhecia meu tio Cornélio e em um certo dia foi visitá-lo. Foi nesse momento que nos conhecemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul passou a &#8220;visitar meu tio&#8221; várias vezes e foi assim que tudo começou.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Seu contrato com o Corpo da Paz estava para vencer e ele então teria que retornar aos Estados Unidos e em menos de 1 ano nós decidimos casar e morar nos Estados Unidos.<br />
</span>Meu inglês era bem básico. Entendia um pouco e falava quase nada e esta foi a minha dificuldade maior.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estranhei um pouco a comida. Muito doce.<br />
</span>As comunidades locais me receberam muito bem, principalmente porque a família Roney sempre foi muito respeitada. <span style="font-weight: 400;">Aprendi a dirigir e dentro de 3 meses, tirei carteira e comecei a frequentar a faculdade para aprender inglês. </span>Uns meses depois, comecei a dirigir caminhão para ajudar a transportar a safra da produção da família para a cooperativa na cidade vizinha.</p>
<p>Foi então que os filhos começaram a chegar. Temos quatro. Dois meninos e duas meninas.<br />
<span style="font-weight: 400;">Ajudei nas atividades da fazenda o quanto pude e quando as crianças iniciaram as atividades escolares, passei a ter mais tempo livre.<br />
</span>Nesse meio tempo, meu sogro morreu em um acidente de trator na fazenda. Ele e o Paul trabalhavam juntos e eu só ajudava durante os trabalhos de na colheita.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após sua morte, comecei a ajudar na fazenda dirigindo trator preparando o solo para o plantio, adubando, aplicando químicos e depois colhendo e hoje eu até dirijo caminhão carreta.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Educação nos Estados Unidos não é barata e graças a Deus todos os nossos 4 filhos se formaram em várias universidades sem precisarmos financiar os estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3694 " src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg" alt="" width="633" height="490" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg 960w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-300x232.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-768x594.jpeg 768w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos estão bem empregados e seguindo a carreira que estudaram. Também estão casados e nos deram 7 netinhos. Dois de nossos filhos trabalham com o Agro. Um deles após trabalhar por mais de 10 anos numa das mais importantes indústrias dos EUA, veio nos ajudar a gerenciar os trabalhos na nossa fazenda e o outro é Engenheiro mecânico na John Deere no estado de Iowa.</span></p>
<p>Lucia Roney</p>
<p>&nbsp;</p>
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