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	<title>Arquivos global - Missão Mulheres do Agro</title>
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		<title>2017 foi o segundo ano mais quente já registrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 18:22:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados de instituto europeu indicam que o ano passado foi 1,2ºC mais quente do que antes da industrialização. Só perdeu para 2016, ano influenciado pelo El Niño Mesmo sem a influência do El Niño, o ano de 2017 foi o segundo mais quente já registrado, atrás apenas de 2016. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (4), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="chamada">Dados de instituto europeu indicam que o ano passado foi 1,2ºC mais quente do que antes da industrialização.</h3>
<h3 class="chamada">Só perdeu para 2016, ano influenciado pelo El Niño</h3>
<p>Mesmo sem a influência do El Niño, o ano de 2017 foi o segundo mais quente já registrado, atrás apenas de 2016. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (4), mostram que quase todas as partes do globo registraram temperaturas acima da média, como indicado no mapa abaixo.</p>
<p>Os números foram divulgados por um programa da União Europeia para monitorar a temperatura global chamado Copernicus. O programa usou como matéria-prima os dados produzidos pela Agência Meteorológica do Japão. É o primeiro instituto a divulgar uma análise da temperatura de 2017 – outras agências, como a Nasa e a Organização Meteorológica Internacional, também devem publicar estimativas.</p>
<p>Segundo o Copernicus, a temperatura média de 2017 foi 0,1 grau célsius menor do que a de 2016, o ano mais quente já registrado. Com isso, o ano passado se consagrou como o segundo mais quente. A estimativa é que 2017 foi 0,5ºC mais quente do que a média dos últimos 30 anos e 1,2ºC mais quente do que a média do século XVIII, antes da industrialização.</p>
<p>O resultado surpreende porque 2017 não estava mais sob o efeito do El Niño, o fenômeno climático nas águas do Oceano Pacífico que influencia a temperatura global. A expectativa era que o fenômeno La Niña, registrado em alguns meses do ano passado, reduzisse a média das temperaturas, o que não aconteceu.</p>
<p>O consenso dos cientistas que estudam o clima é que o aumento das médias de temperatura é provocado pela concentração de gases de efeito estufa na atmosfera. Esses gases, como o CO2, são emitidos pela queima de combustíveis fósseis nas indústrias, usinas e veículos e na queima de florestas naturais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2018/01/2017-foi-o-segundo-ano-mais-quente-ja-registrado.html" target="_blank" rel="noopener">Época</a></p>
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