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	<title>Arquivos gênero - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO AGRONEGÓCIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:04:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marlana Zanatta Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio. O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marlana Zanatta</em></p>
<p>Na newsletter VERT da semana passada, começamos uma série sobre a representatividade feminina no mercado de trabalho e a busca por equidade de gênero. O primeiro tema abordado foi “mulheres no ecossistema de startups”. Hoje levantaremos a discussão sobre mulheres no agronegócio.</p>
<p>O agronegócio é o setor de maior destaque na economia brasileira, representando mais de 20% do PIB e um dos poucos a apresentar resultados positivos na pandemia. Mas esses números não são tão otimistas quando falamos de equidade de gênero no ramo. Apesar de as mulheres representarem 51,8% da população do país, sua presença dentro da cadeia do agronegócio ainda é um desafio a ser solucionado.</p>
<p>A porcentagem de participação feminina dentro e fora da porteira é discrepante. As mulheres representam 42% da força de trabalho na agricultura. A pecuária fica em segundo lugar (25%), depois a agropecuária (20%), e em último a agroindústria (13%).</p>
<p>Em relação à gestão de propriedade, atualmente, 18,6% das propriedades rurais são lideradas por mulheres. Segundo o Censo Agropecuário de 2017, do IBGE, o número de estabelecimentos agrícolas administrados por mulheres cresceu 38% na última década. Apesar disso, a participação feminina no mercado do agronegócio equivale a menos da metade (31,2%) da representação masculina. No primeiro trimestre de 2020, eram 5,6 milhões de mulheres empregadas no setor, ante 12,3 milhões de homens.</p>
<p>Andrea Sousa Cordeiro, 49, é advogada, empresária no ramo do agro e administradora do perfil @mulheresdoagronegociobrasil. Andrea atua no mercado há 24 anos e conta que o momento atual, apesar de tudo, é muito melhor do que ela presenciou no início dos anos 2000.</p>
<p>“Apesar de ainda existirem diferenças, nós já consolidamos nosso caminho, não tem mais como dar um passo atrás, a caminhada já foi iniciada, já foi determinado o ritmo e ele é só crescente. As empresas estão cada vez mais comprometidas e se estruturando para trazer mais mulheres para o agronegócio e estabelecer uma igualdade dentro do setor. É muito legal de ver isso hoje, porque a diferença é brutal com o cenário que presenciei quando iniciei minha carreira. Muitas vezes eu chegava em uma sala de reunião e eu era a única mulher presente. Hoje é gratificante entrar em uma sala e ver mulheres em posição de liderança representando uma companhia e dirigindo uma equipe, é uma outra realidade”, declara.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), cerca de 30% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres. Elas são responsáveis por gerenciar pelo menos 8% do PIB nacional, o que representa aproximadamente US$ 165 bilhões.</p>
<p>Apesar dos avanços, continuam existindo complicações no caminho. Ainda segundo a ABAG, 71% das mulheres do agro já tiveram alguma experiência em que o fato de ser mulher foi uma barreira para ser ouvida, ascender profissionalmente ou para se relacionar profissionalmente, Andrea Cordeiro faz parte dessa estatística.</p>
<p>“Inúmeras vezes eu fui questionada, não só no início, mas em toda minha jornada. Não raro era que alguns clientes falassem´mas ela vai participar da reunião? Quem é ela?´ ou ´ela é filha do fulano? Mas eu vou ser atendido por ela? Ela é boa no que faz?´. Diversas vezes a minha capacidade profissional foi questionada por ser mulher. Eu lembro de uma situação específica em que o cliente se negou completamente a ser atendido por mim”, conta a empresária.</p>
<p>Dados do Ministério da Agricultura e da Embrapa mostram que o Brasil tem mais de 5 milhões de empreendimentos rurais e quase 1 milhão de mulheres no comando das propriedades. A maioria está na região Nordeste com (57%) e a menor porcentagem fica no Centro-Oeste, que concentra apenas 6% de mulheres participantes da gestão. Importante ressaltar que 43% dos 1,3 bilhões de pequenos agricultores no mundo são mulheres, segundo a Comissão sobre a Situação da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Andrea atribui o crescimento da participação feminina no setor a alguns fatores: globalização; mudança cultural que o Brasil vive atualmente; a pauta de inclusão de gênero cada vez mais presente e sendo cobrada na sociedade e a proliferação de grupos de mulheres pelo Brasil, fortalecendo o movimento feminino, dando suporte umas às outras, fornecendo capacitação e exigindo espaço no mercado.</p>
<p>Segundo o Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), em 2017, as mulheres do agro receberam cerca de 78,3% do que é pago aos homens dentro do setor. Sobre esse dado, a empresária comenta: “o salário de um gerente de um departamento não pode ser maior para um homem do que para uma mulher, se ambos os profissionais possuem capacitação para aquela função. Então não se trata só de lutar para que os postos de trabalho dentro das empresas sejam 50% homens e 50% mulheres, mas que além disso os salários também sejam de acordo com a função e capacitação dos profissionais, independente de gênero. Não adianta só querer falar bonito no dia das mulheres e pagar um salário 20% mais baixo para elas”.</p>
<p>Em 2014, pela primeira vez, uma mulher assumiu o comando do Ministério da Agricultura, a empresária e pecuarista, Katia Abreu. Atualmente, também temos uma mulher nesta posição de liderança, a engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina. A representatividade em grandes instituições é uma questão essencial para o avanço da pauta de equidade de gênero no agronegócio.</p>
<p>Andrea é um exemplo disso, ela relata que recebe mensagens diariamente de mulheres contando que querem ser como ela e perguntando o que precisam fazer para seguir seus passos e alcançar o sucesso na área. “Eu não imaginava o impacto que a minha voz poderia ter na vida de tantas mulheres. Depois que comecei a receber essas mensagens, percebi que todas nós somos influenciadoras, mesmo sem saber nós impactamos a vida de outras pessoas, por isso a representatividade é tão importante”, declara.</p>
<p>Em relação às expectativas para o futuro a empresária diz: “Quero chegar daqui 10 anos, olhar para trás e pensar “fiz parte desse movimento, passei por várias fases e acho que agora estamos em um caminho de pensar em outras pautas porque essa finalmente foi resolvida”. Espero que no futuro as pessoas entendam que a gente não quer disputar, nós queremos agregar, queremos caminhar junto”.</p>
<p><strong>Alguns dados sobre mulheres em posição de gestão no agro</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10590" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg" alt="" width="1024" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-1024x368.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-300x108.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1-768x276.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10591" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg" alt="" width="1024" height="346" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-1024x346.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-300x101.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2-768x259.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><a href="https://mailchi.mp/8de295069c49/representatividade-feminina-no-agronegocio?e=ef66199b42" target="_blank" rel="noopener">Fonte: VERT</a></p>
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		<title>ONU Mulheres: 9 ações para eliminar a desigualdade de gênero dentro de casa</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/onu-9-acoes-para-eliminar-desigualdade-de-genero-dentro-de-casa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 13:47:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá” A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="elegant pages"><em>Entidade afirma: “A igualdade de gênero começa com você: nove maneiras de manter o seu ativismo longe do seu sofá”</em></h3>
<p>A pandemia da COVID-19 (que infelizmente ainda não acabou)  não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão engajadas nas medidas de distanciamento social, como acontece em qualquer crise ou pandemia, as mulheres estão sendo impactadas pela COVID-19 de maneiras diferentes e menos visíveis.</p>
<p>Enquanto todas as pessoas fazem a sua parte para retardar a disseminação da COVID-19 praticando o distanciamento e o isolamento social, a ONU Mulheres compartilha algumas das melhores recomendações para apoiar a igualdade de gênero em casa, em cada canto do planeta, sem deixar a segurança da casa ou do sofá.</p>
<p><strong>1. Compartilhe os cuidados em casa</strong></p>
<p>Desde cozinhar e limpar, buscar água e lenha ou cuidar de crianças e pessoas idosas, as mulheres realizam três vezes mais tarefas domésticas e trabalho não-remunerado do que os homens. Enquanto mais e mais pessoas e famílias estão isoladas em suas casas para impedir a propagação da Covid-19, as responsabilidades com os cuidados estão sempre em alta. Cabe a toda família compartilhar o cuidado: o apoio a crianças por meio de ensino à distância ou a pessoas idosas e vulneráveis, cozinhar, limpar e administrar as famílias.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-9861 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça42-GIF.gif" alt="" width="297" height="298" /></p>
<p><strong>2. </strong><strong>Conheça os fatos da COVID-19</strong></p>
<p>Embora as pessoas estejam se ajustando às novas normas e processam a ansiedade e a preocupação frente à pandemia, é muito importante conhecer todos os fatos e impedir a disseminação de informações erradas.</p>
<p><u>Obtenha informações de fontes confiáveis ​​e de especialistas.</u></p>
<p>Você pode aprender mais sobre por que o gênero é importante na resposta à COVID-19 e obter informações e análises atualizadas na ONU Mulheres no documento: <a href="https://www.unwomen.org/en/news/in-focus/in-focus-gender-equality-in-covid-19-response" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Igualdade de gênero é importante na resposta do COVID-19.</a></p>
<p><strong>3. </strong><strong>Leia, assista, ouça e compartilhe histórias de mulheres</strong></p>
<p>Mantenha-se em segurança, com tarefas e aprenda mais sobre feminismo enquanto fica em casa. Leia um livro feminista que reflete como as experiências das mulheres ao redor do mundo são realmente diversas. <a href="https://blog.usejournal.com/twelve-feminist-books-everyone-should-read-5982a66700c7" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">Aqui estão as recomendações da ONU Mulheres para você começar</a>. Encontre programas, podcasts, contas de mídia social e filmes exibidos, escritos ou produzidos por mulheres. Confira a <a href="https://www.netflix.com/br-en/login?nextpage=https%3A%2F%2Fwww.netflix.com%2Fbrowse%2Fgenre%2F81251309%3Fso%3Dsu" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">coleção “Porque ela assistiu”</a> elaborada pela ONU Mulheres na Netflix, que celebra as histórias de mulheres inspiradoras.</p>
<p>Se você está procurando mais informações sobre a história dos direitos das mulheres, confira a <a href="https://interactive.unwomen.org/multimedia/timeline/womenunite/en/index.html#/1840" target="_blank" rel="noopener" data-slimstat="5">linha do tempo interativa da ONU Mulheres.</a></p>
<p><strong>4. Fale sobre a igualdade de gênero com sua família</strong></p>
<p>Distanciamento social significa que o lar se torna uma escola para muitas famílias em todo o mundo. Adicione feminismo ao currículo. Converse sobre igualdade de gênero com sua familia, amigos e amigas – especialmente crianças, meninos e meninas. Conversando com as crianças sobre igualdade entre todos os sexos e o que ainda precisa ser feito para alcançarmos um mundo igual, você as prepara para liderar o caminho para um futuro melhor para todas as pessoas.</p>
<p><strong>5. Continue seu ativismo online</strong></p>
<p>Em todo o mundo, as mulheres estão sendo desproporcionalmente afetadas pelo impacto social e econômico da crise do novo coronavírus, o que exacerba as desigualdades de gênero já existentes. Continue a defender os direitos das mulheres e a igualdade de gênero participando da campanha Geração Igualdade, da ONU Mulheres, e expressando o seu compromisso com um futuro igual nas mídias sociais, usando #GeraçãoIguadade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9860" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png" alt="" width="350" height="350" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-150x150.png 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/womens-march-01-768x768-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p><strong>6. Apoie a causa</strong></p>
<p>As mulheres foram duramente atingidas pela COVID-19, pois constituem 70% das pessoas que trabalham do setor social e de saúde em todo o mundo e estão na linha de frente da resposta.</p>
<p>Mais mulheres trabalham na economia informal e em empregos com salários mais baixos, e elas têm menos meios de se ajustar às dificuldades em suas vidas. Quando as famílias são colocadas sob pressão, a violência doméstica geralmente aumenta, assim como a exploração sexual. O COVID-19 provavelmente está impulsionando tendências semelhantes no momento.</p>
<p>A ONU Mulheres está trabalhando para apoiar todas as mulheres na linha de frente da luta contra essa pandemia; promova acordos de trabalho flexíveis para mulheres com uma carga de cuidados; e priorize serviços para prevenir a violência doméstica baseada em gênero. Agora você também pode ajudá-las (donate.unwomen.org).</p>
<p><strong>7. Eduque-se</strong></p>
<p>O distanciamento social e a auto-quarentena significam mais tempo para aprender. Sobre igualdade de gênero em emergências à infraestrutura, faça um dos <a href="https://trainingcentre.unwomen.org/portal/" data-slimstat="5">cursos on-line gratuitos e de ritmo individual da ONU Mulheres</a>.</p>
<p>Você também pode fazer <a href="https://artsandculture.google.com/story/10-top-museums-you-can-explore-right-here-right-now/igKSKBBnEBSGKg" data-slimstat="5">passeios virtuais</a> e ver exposições on-line de alguns dos museus mais famosos do mundo, do Musée d’Orsay em Paris ao Museu Britânico em Londres, Van Gogh Museum em Amsterdã, Guggenheim na cidade de Nova Iorque e muito mais. Enquanto você está em distanciamento social, aproveite a oportunidade para aprender sobre mulheres artistas que foram negligenciadas ao longo da história e continuam subvalorizadas.</p>
<p>Você pode até aprender sobre os principais marcos do movimento pelos direitos das mulheres, o progresso, a retração e as vozes e aspirações de mulheres líderes de todos os cantos do mundo na exposição on-line <a href="https://www.unwomen.org/en/digital-library/multimedia/2020/3/photo-essay-generationequality-time-is-now" data-slimstat="5">“Geração Igualdade: a hora é agora!”</a></p>
<p><strong>8. Faça sua parte, salve vidas</strong></p>
<p>Há muitas maneiras de você se conectar à sua comunidade enquanto está em distanciamento social. Pratique a solidariedade social, com distância física! O que quer que você esteja passando agora, saiba que há alguém passando por experiências semelhantes, tentando se ajustar a esse novo normal. Apoiar as pessoas ao seu redor e ficar perto da sua comunidade pode ajudar a permanecer forte enquanto ajuda as outras pessoas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9858 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif" alt="" width="356" height="356" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-1024x1024.gif 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-150x150.gif 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-300x300.gif 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/peça1-final-768x768.gif 768w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></p>
<p><strong>9. Cuide da sua saúde mental</strong></p>
<p>Priorizar a saúde mental é importante durante períodos de alto estresse. Defina um lembrete para dar um tempo nas notícias. Encontre momentos de felicidade se conectando com amigos, amigas e familiares, relaxando e praticando a atenção plena.</p>
<p>Como a pandemia da COVID19 está mantendo a maioria das pessoas longe de pessoas amadas, é completamente normal sentir ansiedade, exclusão ou se sobrecarregar com as responsabilidades profissionais ou familiares.</p>
<p>Lembre-se, você não está sozinha, sozinho. Estamos juntas e juntos nisso. Nós vamos superar isso juntas e juntos.</p>
<p><a href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-sugere-nove-acoes-que-toda-pessoa-pode-fazer-na-resposta-a-covid-19-e-eliminar-a-desigualdade-de-genero-dentro-de-casa/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ONU Mulheres Brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ONU Mulheres lançou diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/diretrizes-para-atendimento-em-casos-de-violencia-de-genero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 19:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançamento das Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19 A ONU Mulheres lançou na última na sexta-feira (07/08), em seu canal do YouTube, um documento com diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero contra meninas e mulheres em tempos de pandemia de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lançamento das Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19</strong></p>
<p>A ONU Mulheres lançou na última na sexta-feira (07/08), em seu canal do YouTube, um documento com diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero contra meninas e mulheres em tempos de pandemia de COVID-19.</p>
<p>O documento tem recomendações para atendimento remoto e reorganização do atendimento presencial, considerando a rede de atendimento a mulheres em situação de violência e as especificidades de resposta no acolhimento às vítimas nos serviços policiais, de saúde, de abrigamento, entre outros.</p>
<p>O objetivo é fortalecer a resposta para o enfrentamento à violência sofrida por meninas e mulheres neste período.</p>
<p>O evento de lançamento foi realizado em parceria com a União Europeia e ocorre em celebração dos 14 anos da Lei Maria da Penha.</p>
<p>Para a representante da ONU Mulheres Brasil, Anastasia Divinskaya, a Lei Maria da Penha é mais que uma lei, é um instrumento que salva vidas, além de ser um marco histórico de vitória do movimento de mulheres no Brasil.</p>
<p>“Este ano celebramos seu 14º aniversário com as Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19, uma pequena contribuição da ONU Mulheres para o enfrentamento da pandemia silenciosa das violências contra mulheres e meninas”, disse.</p>
<p>O documento traz orientações e recomendações práticas para auxiliar e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis nas situações de violência que estejam vivenciando.</p>
<p>Recupera princípios éticos no acolhimento às vítimas no contexto das medidas sanitárias para contenção da COVID-19, abordando também as etapas de atendimento em tempos de pandemia.</p>
<p>A apresentação foi feita pela pesquisadora Wânia Pasinato e a mediação ficará por conta da gerente de programas da ONU Mulheres Brasil, Ana Carolina Querino.</p>
<p>As diretrizes são voltadas a organismos de políticas para mulheres, conselhos de direitos das mulheres, profissionais de serviços especializados/não especializados de atendimento a mulheres em situação de violência, bem como a quaisquer organizações que atendam mulheres de todas as idades e raças em situação de violência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8125" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas.jpg" alt="" width="349" height="349" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas.jpg 847w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/08/agosto-lilas-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" />Apesar da escassez e dificuldade em produzir dados específicos no atual contexto, estudos parciais sinalizam para um aumento no registro de atendimentos de violência doméstica no 190 e no número de feminicídios no país.</p>
<p>Neste sentindo, é fundamental que exista inclusão das perspectivas de gênero e raça na elaboração e implementação de todas as medidas para a contenção do novo coronavírus, de acordo com a ONU Mulheres.</p>
<p><a href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretrizes-para-atendimento_ONUMULHERES.pdf">C<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1574" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/pdf-icon-30.png" alt="" width="30" height="30" />lique aqui para acessar a publicação.</a></p>
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<p><a href="https://nacoesunidas.org/onu-mulheres-lanca-na-sexta-7-diretrizes-para-atendimento-em-casos-de-violencia-de-genero/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Nações Unidas Brasil</a></p>
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<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/diretrizes-para-atendimento-em-casos-de-violencia-de-genero/">ONU Mulheres lançou diretrizes para atendimento em casos de violência de gênero</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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