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	<title>Arquivos feminismo - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Mary Wollstonecraft:  autora de um dos primeiros textos feministas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 18:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>22/01/2021</p>
<h2>Mary Wollstonecraft</h2>
<p>Mary Wollstonecraft entrou para a história como mãe de Mary Shelley, a célebre autora de Frankestein. Mas essa não foi sua única marca histórica. Ainda no século 18, a filósofa produziu registros históricos da Revolução Francesa, publicou comentários políticos que respondiam a pensadores homens, escreveu romances e livros infantis que questionavam a ordem sexual e de gênero, além de defender os direitos das mulheres à educação e à igualdade no casamento. Hoje, mais de 200 anos após sua morte, Wollstonecraft é celebrada principalmente como uma das fundadoras do feminismo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9821 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg" alt="" width="267" height="325" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg 800w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-246x300.jpg 246w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-768x937.jpg 768w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" />Mais de um século antes de Simone de Beauvoir, Wollstonecraft já elaborava os primeiros pensamentos sobre a opressão estrutural das mulheres e suas raízes. “Desafortunada é a situação das fêmeas, educadas de acordo com a moda, mas deixadas sem fortuna alguma”, escreveu ela, em 1787, no livro Thoughts on the education of daughters (“pensamentos sobre a educação das filhas”) – um dos primeiros, senão o primeiro escrito em que uma mulher abordava a situação feminina na Europa.</p>
<p>Desde então, Wollstonecraft defendeu que elas deveriam ter o mesmo direito à educação que os homens, que não estudassem apenas para se tornarem “esposas ideais”. Em Reivindicação dos direitos da mulher (1792), publicado no Brasil pela Boitempo, escreveu: “É assim, por exemplo, que a demanda por educação tem por objetivo exclusivo permitir o livre desenvolvimento da mulher como ser racional, fortalecendo a virtude por meio do exercício da razão e tornando-a plenamente independente”.</p>
<p>Nascida em Spitalfields, na Inglaterra, em 1759, Wollstonecraft era a segunda de sete filhos de uma família rica que empobreceu e faliu ao longo do tempo. Para se sustentar – e ajudar a mãe e as irmãs a sobreviverem ao pai alcoólatra e violento -, trabalhou como governanta em casas de famílias abastadas, de onde tirou grande parte de suas observações sobre a educação deficitária das mulheres da época. Em cima dessas experiências, publicou os romances Mary: a fiction (1788), Original stories from real life (1788) e o póstumo The wrongs of woman, or Maria (1798).</p>
<p>Incomodada principalmente com a falta de opções de carreiras para mulheres no campo, Wollstonecraft se mudou para Londres, onde aprendeu sozinha a falar alemão e francês, passando a trabalhar como tradutora e resenhista no periódico Analytical Review, de Joseph Johnson. Começou a frequentar jantares na casa do novo chefe, onde entrou em contato com iluministas como o político Thomas Paine, o filósofo William Godwin e o artista Henry Fuseli. Ali, debatia de igual para igual sobre política e literatura, por exemplo, tendo sempre como foco o principal acontecimento da época, a Revolução Francesa.</p>
<p>Integrada ao ambiente urbano e politizado de Londres, Wollstonecraft se tornou defensora ferrenha da igualdade, da liberdade e da fraternidade, conceitos que emanavam da França pós-revolucionária. Em 1790, leu as críticas à revolução do conservador Edward Burke, publicadas sob o título “Reflexões sobre a Revolução na França”, e, enfurecida, escreveu uma rápida resposta, inicialmente publicada de forma anônima.</p>
<p>Intitulado “A reivindicação dos direitos dos homens”, o texto defendia a revolução como uma “chance gloriosa de obter virtude e felicidade”. Quando a segunda edição foi publicada, dessa vez assinada, Wollstonecraft se tornou instantaneamente famosa em Londres. Mudou-se para a França, onde dois anos mais tarde publicou sua obra mais famosa: Reivindicação dos direitos da mulher.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-9822 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg" alt="" width="232" height="377" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg 630w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-184x300.jpg 184w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-768x1249.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b.jpg 1200w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" />Tido como um dos documentos fundadores do feminismo, o livro denuncia a exclusão das mulheres do acesso a direitos básicos no século 18, colocando a educação feminina como base para o fim das desigualdades. Também escreve sobre a importância do voto feminino e a paridade no casamento – em especial em relação a bens da esposa, à tutoria dos filhos e até ao divórcio -, e defende que crianças estudem em escolas mais livres, menos rígidas, que ensinassem aos dois sexos o mesmo “amor ao lar” e às tarefas domésticas.</p>
<p>Em 1794, publicou ainda An historical and moral view of the french revolution, uma retrospectiva dos primeiros estágios da revolução, com uma abordagem original, do ponto de vista de pessoas comuns, que haviam endossado os acontecimentos políticos no cotidiano. Apesar do sucesso incomum para uma mulher da época, o fim da vida de Wollstonecraft foi trágico. Em maio daquele ano, ela deu à luz sua primeira filha, Fanny, e tentou ir a Londres em busca do marido que a rejeitou – levando-a a tentar suicídio duas vezes.</p>
<p>Aos poucos, retornou ao círculo de Joseph Johnson, onde reencontrou William Godwin, com quem se casou e teve outra filha: Mary Shelley.</p>
<p>Wollstonecraft morreu aos 38 anos, de infecção pós-parto, deixando como legado cerca de 20 livros que incluem romances e análises sobre política, história e direitos das mulheres. Hoje, a filósofa tem sido recuperada por historiadoras feministas e estudiosos da Revolução Francesa, conquistando cada vez mais o título de fundadora do feminismo na Europa.</p>
<p><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/mary-wollstonecraft-220-anos-de-morte/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Especial Março &#8211; Feminismo &#8211; você sabe o que significa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 10:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>06/03/2019 Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja simpatizante do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens ou que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, ou então uma luta meramente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>06/03/2019<br />
Se você clicou para ler esse texto pode ser que seja <strong>simpatizante</strong> do Feminismo ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, afinal algumas pessoas acreditam que Feminismo é um movimento que luta por &#8220;privilégios&#8221; frente aos homens <strong>ou</strong> que se trata de uma bandeira para &#8220;empoderar&#8221; mulheres a qualquer custo, <strong>ou</strong> então uma luta meramente para superar tabus e limites, enquanto utras pensam que é uma simples associação ao <strong>Machismo</strong>.</p>
<p>Mas você aí do outro lado da telinha, sabe explicar o que é Feminismo? Se não sabe, bem vindo ao time e não se sinta mal. Eu também não sabia&#8230;</p>
<p>Embora conheça a essência do movimento e desde criança eu me sentisse uma Mulher diferente de alguns padrões pré estabelecidos, eu nunca me via como feminista, aliás, eu refutava até quando algum colega sugeria tal associação. Eu só fui de fato entender o alcance do meu vínculo com o movimento há poucos dias atrás e acredite se quiser, de uma maneira espontânea e singular, e é isso que quero te contar agora.</p>
<p>Nessa última quinta, 27, último dia de fevereiro, cheguei em casa com meu marido após um longo dia de trabalho e como sempre fazemos, fomos nos inteirar de como foi o dia dos nossos filhos &#8211; temos um casal &#8211; e coincidentemente os 2 estavam reunidos conversando. Depois que ambos nos contaram das novidades do dia, eu comentei com eles sobre o convite que havia recebido para participar de uma programa de telejornal no dia 08 de março que terá uma programação diferenciada com destaque para a participação da Mulher do Agro.</p>
<p><strong>E foi exatamente nesse momento que a &#8220;coisa&#8221;toda aconteceu&#8230;</strong></p>
<p>Justamente quando eles, meus filhos me parabenizaram e elogiaram esse momento de reconhecimento profissional e destacaram os ideais feministas ao movimento de Valorização das Mulheres do Agro, foi nessa hora, antes mesmo de agradece-los pelos comentários tão gentis, que eu neguei automática e veementemente qualquer vínculo feminista em mim!</p>
<p>E mais, imediatamente ambos ao mesmo tempo falaram: <strong>&#8220;Mas mãe, você é Feminista Sim&#8221;</strong> e complementaram cada um ao seu tempo: &#8220;<strong> Você não pode nunca dizer que não é!!!!</strong> E acreditem,  os dois me deram uma verdadeira aula sobre Feminismo.</p>
<p>Juntos e empolgados, <strong>Thalita e Marcos Vinicius</strong> do alto de sua juventude explicaram à uma mulher com mais de 40 anos, formada em direito, pós graduanda da ESALQ,  que viaja sozinha Brasil e mundo afora, que incentiva, profissionaliza, motiva e trabalha para valorizar suas pares, dissemina práticas de Sororidade, o que eu nunca havia percebido.</p>
<p>Naquele exato <strong>momento mágico</strong> quando não tinha mais argumentos plausíveis, e em meio a muitas risadas do meu marido que assistia a tudo de camarote, eu me vi e pela primeira vez me senti feminista. E desse dia até agora, eu não consigo entender o porquê dessa epifania (ficha caindo) ter demorado tanto a acontecer.</p>
<p>Ainda meio zonza, busquei em dicionários definições para o termo e quase cai pra trás quando li quase incrédula alguns conceitos e esse aqui foi o que mais me impactou:</p>
<blockquote><p>Doutrina que preconiza o aprimoramento e a <strong>ampliação do papel</strong> e dos <strong>direitos</strong> das Mulheres na sociedade.</p></blockquote>
<p><strong>Essa era eu</strong>, isso me definia e preenchia o vazio de muitas perguntas sobre meu lado questionador (tão criticado por alguns) e insatisfeita frente as diferenças e desigualdades mundo afora.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong> desde criança, um serzinho que não se limitava às opções oferecidas para as mulheres, que não se contentava apenas com as conversas com pessoas da minha idade ou do meu gênero. Essa era a que queria escutar e vivenciar as diferenças nas conversas adultas de mulheres e de homens.</p>
<p><strong>Essa era a Andrea</strong> que não entendia porque em algumas casas as mulheres simplesmente, mesmo querendo, não &#8220;podiam&#8221;trabalhar, que precisavam abrir mão de sonhos e projetos pelo bem da família e abdicar de seu profissional.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, que desacreditava do argumento sobre a incapacidade da Mulher e questionava a todos qual a causa da limitação do papel da mulher a  uma condição inferior.</p>
<p><strong>Essa era eu</strong>, a que queria saber porquê não existia mulher papa,  ou porque não eram comuns mulheres  em cargos de comandos em corporações bem sucedidas, ou então astronautas, políticas renomadas, pilotas de corrida, físicas, químicas ou pensadoras premiadas com Nobel.</p>
<p>E em meio a tantos questionamentos eu não consegui responder a mim mesma em qual ponto eu me perdi nos conceitos. Em qual momento eu passei a associar o Feminismo a algo feio, ou a algo radical,  extremista, com fala agressiva e de impacto?</p>
<p>Essa pergunta é difícil de eu responder,  eu não consigo responder até porque eu sempre acreditei que poderíamos buscar equivalências e conquistar com naturalidade nosso espaço no mundo, mudando conceitos em nós mesmas, através do conhecimento, da prática da não limitação, da não violência, acreditava que a valorização pelo Conhecimento transforma a Mulher de dentro pra fora e esse processo transforma lares, vidas, comunidades.</p>
<p>Mas a verdade é que em algum momento pós globalização, eu passei a associar o feminismo com o que hoje intitulam de <strong>femismo</strong>, uma ideologia que defende a superioridade do gênero feminino.</p>
<p>Mesmo em alguns momentos sabendo que é preciso se posicionar, continuo não acreditando que a busca é por SER MAIS ou SER MELHOR que o homem, pelo contrário, a busca é pelo  complemento, pelo equilíbrio, pelo respeito aos nossos direitos e também pelas nossas Diferenças.</p>
<blockquote><p><strong>Acredito acima de tudo que unidos geramos mais, e aí sim, Homens e Mulheres, somos mais! Mais humanos, mais felizes e realizados.</strong></p></blockquote>
<p>Espero que assim como aconteceu comigo, nesse mês de março você se descubra do jeitinho que é:.Homem, Mulher ou seja qual gênero tiver, desejo que seja feliz e lute por seus ideais, mas que não deixe de exercitar o respeito pelos pensamentos opostos aos seus.</p>
<p><strong>Às Mulheres do Agro</strong> meu incondicional apoio! Motive-se, permita-se ser uma profissional melhor a cada dia. Valorize-se, invista em você, em sua equipe, invista em conhecimento, em práticas que agreguem não somente a você, mas à sua comunidade e conte sempre comigo!</p>
<p><strong>Aos homens do Agro</strong>, meu especial respeito por se permitirem compartilhar seu dia a dia com profissionais competentes. Nos últimos 4 anos o campo está mais conectado e aberto. Invistam em temas como <strong>Inclusão, Sucessão e Gestão</strong>. Aos executivos, gestores e recrutadores, lanço um desafio: Olhem para cada profissional mulher que entrevistarem ou contratarem com um viés de valorização e respeito por cada etapa que essa profissional conquistou até chegar ali. Tenha certeza que ela precisou superar limitações e muitos foram os desafios para estar sentada ali à sua frente, e só pelo fato de já estar ali, é uma vencedora nata e portanto saberá vestir a camisa da companhia com especial dedicação. Em condições curriculares e avaliações semelhantes, não exitem em contratar uma profissional mulher.</p>
<p>Um forte abraço!</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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