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	<title>Arquivos fazenda - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>A araraquarense Anna Paula Nunes é referência no mundo do agronegócio feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:42:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava</p></blockquote>
<p>Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem a sua frente como ministra, Tereza Cristina, que é referência para mulheres do agro.</p>
<p>A frente da Fazenda Jangada Brava, na região de Boa Esperança do Sul, que tem 1.030 alqueires está Anna Paula Nunes, de 50 anos, que assumiu os negócios da família há cerca de 15 anos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-8579 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg" alt="" width="640" height="434" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg 640w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-300x203.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula Nunes, na manhã desta quinta-feira (24), na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Ela conta que desde criança sempre amou a terra, nasceu e cresceu na fazenda, e que não gostava muito de estudar, mas queria trabalhar com pai na fazenda. Seu pai Viriato Nunes Junior, valendo-se da sabedoria que é peculiar ao homem do campo, disse que não, que só trabalharia na fazenda depois de cursar uma faculdade. Mas tanto o pai como o avô diziam naquele tempo que agrônomo não servia para nada. Anna então foi cursar engenharia civil na Faculdade Logatti, ainda que discordasse dos dois quanto à agronomia, “fui rápida para entrar, mas demorou um pouco para sair”, comenta sorrindo.</p>
<p>“Até pensei em fazer agronomia há pouco tempo, mas agora já não tenho mais tempo; em época de plantio saio da fazenda depois das 22 horas”.</p>
<p>A agricultora lembra que os antigos diziam “se você não estudar, vai trabalhar na roça. Hoje você só vai pra roça com muito estudo”.</p>
<p>Em sua fazenda há uma diversificação de cultura como cana-de-açúcar, milho, soja, e na safrinha girassóis e sorgo.</p>
<p>Quarta geração a frente da fazenda, ela diz que existem proprietários que gostam apenas do título, que arrendam suas terras e aparecem para receber ou administram de longe. “Eu, meu pai, sempre cuidamos da terra com amor, fico brava até se um trator da usina passa por cima da grama do jardim”, diz Paula</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-8581 size-full alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula recebe o coordenador regional do Senar João Henrique de Souza Freitas, entidade a qual tem parceria para cursos</p>
<p>A fazenda tem 17 funcionários que moram no local, com toda a estrutura e que cuidam do dia a dia da roça sempre com a supervisão de Anna Paula. Ela faz questão que todos os colaboradores façam cursos e se especializem em todas as áreas e para isso conta também com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).</p>
<p><strong>TECNOLOGIA DE PONTA</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8578" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/09596bfb-f86f-4a72-ac73-06cb7abc6036-225x300-225x300.jpg" alt="" width="218" height="291" />Um novo funcionário foi contratado para colocar em funcionamento a agricultura de precisão, que trabalha somente com as novas tecnologias. Hoje tecnólogo em mecanização agrícola de precisão é o profissional que se responsabiliza pelo uso adequado de máquinas e implementos agrícolas, com o objetivo de obter altas produtividades agropecuárias e baixos custos em ambiente de agricultura de precisão, resumindo, mais produtividade com menos quantidade de hectares.</p>
<p>“Hoje quem não acompanhar a nova tecnologia, fica para trás, eu invisto muito em tecnologia de adubos, sementes. Não adianta eu comprar equipamentos modernos e meus funcionários não saberem mexer, precisamos de treinamentos e estudo. Meus colaboradores entenderam isso, querem estudar, procuram na internet, além das empresas também darem treinamento dos maquinários que compramos, temos que investir nas pessoas, caso contrário também não adianta nada”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRANSIÇÃO</strong></p>
<p>Anna lembra que quando assumiu a administração da fazenda, houve certa desconfiança dos funcionários, que estavam acostumados a trabalhar com seu pai. “Eles não estavam preparados para que uma mulher os comandasse. Tenho aqui funcionários antigos que me viram nascer, mas demorou um pouco para que me vissem como administradora da fazenda. Às vezes eu dizia alguma coisa e eles falavam, ah nós vamos ver com seu pai. Nesta hora tive muito apoio de meu pai, ele respondia ao impasse – A Paula resolve -. Meu pai demorou em me deixar assumir, mas quando deixou, deixou de verdade. Hoje brincamos que se ele precisa de algo tem que pedir pra Paula”, ri ela da situação.</p>
<p>Quando Anna assumiu a administração, a fazenda produzia cana e laranja. Ela já chegou com a ideia de mudanças, os pomares foram retirados e seu pai queria arrendar. Ela disse não, pois queria tentar algo novo, então resolveram plantar milho.</p>
<p>“Meu pai quis plantar milho do jeito dele, aquele jeito antigo, foi buscar semente na Secretaria da Agricultura, emprestamos uma plantadeira, foi um horror, não deu nada. No ano seguinte eu disse: agora você me deixa plantar do meu jeito. Ele aceitou. Não comparando com hoje, mas algo diferenciado naquela época, com milho transgênico, uma semente melhor, comprei uma plantadeira pequena, mas moderna, aí a produção, foi outra coisa, muito melhor. A partir daí meu pai criou mais confiança, e a cada ano fui melhorando meu plantio no sentido de grãos, que é a minha paixão”, explicou</p>
<p>Ela diz que teve dificuldades no início para lidar com pessoas de fora, por ser mulher, mas isso ficou para trás. Hoje as mulheres no agronegócio são muito fortes, tanto, que no dia 21 de outubro há um evento marcado com mulheres do agro nacional, na fazenda, com a presença da palestrante Andrea Cordeiro, uma mente fervilhante, amante do universo agro há 21 anos, idealizadora do projeto “Missão Mulheres do Agro” e cidadã engajada na causa da profissionalização da mulher no agronegócio. Ela também é Co Autora do livro Mulheres do Agro.</p>
<p>Em Araraquara, há um grupo de cerca de 28 mulheres ligadas ao agro, que antes da pandemia da covid-19, sempre se reuniam para trocar experiências e se ajudar mutuamente. Atualmente continuam juntas em um grupo de whatsApp.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8585 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Mulheres do Agro estiveram com a Ministra da Agricultura Tereza Cristina e o deputado Federal Baleia Rossi (MDB)</p>
<p><strong>ENCONTRO COM A MINISTRA</strong></p>
<p>Todos os anos, as mulheres do grupo do agro vão até os Estados Unidos, para conhecer as propriedades de soja e milho do país. “Em 2019 estávamos lá e queríamos passar as novidades do grupo para a Ministra da Agricultura Tereza Cristina. Então entrei em contato com o deputado Federal Baleia Rossi, com quem tenho amizade e ele conseguiu uma audiência. Fomos a Brasília e ela nos recebeu, eu e mais quatro amigas, todas ligadas ao agro. Ela é uma mulher maravilhosa, uma pessoa simples, muito inteligente, saímos de lá encantadas. Ela criou um grupo de whatsApp com a gente, e nunca deixou de nos responder quando falamos com ela. Este ano graças a ela e ao governo, foi o melhor ano para a agricultura”, disse a administradora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8582 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg" alt="" width="700" height="331" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol-300x142.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">A plantação de girassol deste ano. Uma das mais bonitas da região</p>
<p>Entre as paixões de Anna, está o girassol, que ela planta na safrinha para promover a reciclagem de nutrientes da terra. “Não existe plantação de girassol mais bonita que a minha”, diz a produtora mostrando um vídeo que fez com um drone sobre a plantação. De acordo com Paula centenas de pessoas visitaram a plantação neste ano.</p>
<p>A agricultora tem três filhos, Pedro Nunes Morábito, Giovana Nunes Morábito e Letizia Nunes Morábito, e de acordo com Anna, nenhum deles está na linha de sucessão, escolheram outras profissões e só vão à fazenda para o final de semana. “Entristece-me um pouco este fato, mas cada um com suas escolhas, melhor ser um lixeiro feliz do que um empresário triste”, afirma ela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8580 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Paula recebeu o Portal RCIA, em seu escritório na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Paula encerra a entrevista dizendo que se sente realizada e satisfeita como uma mulher do agro. “Eu conquistei tudo que eu queria como mulher e dentro do agro, e vejo que tenho muito mais a conquistar. Hoje as pessoas vêm o agro com outros olhos, nesta pandemia quem deu suporte ao país foi o agro, eu não deixei de trabalhar um único dia, nem sei o que é quarentena”, finaliza a agricultora.</p>
<p>Se for a mãe terra quem nos da bonança, nada melhor que mulheres para geri-la, pois elas vão a campo e estão transformando o agro do país. Os desafios são incontáveis. Mas elas não desistem, porque o brilho nos olhos e a força que rege as mulheres, é maior que as barreiras para chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2F100011094404573%2Fvideos%2F1161034914276311%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://rciararaquara.com.br/agronegocio/araraquarense-e-referencia-no-mundo-do-agronegocio-feminino/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Portal RCIA</a></p>
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		<item>
		<title>Danielle Schapievski &#8211; Histórias Inspiradoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 16:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Vim de uma família de agricultores, onde meu pai cultiva soja, milho e alguns cereais no inverno. Passei a minha infância brincando na fazenda e acompanhando o comprometimento dos meus pais com a lavoura.  Somos uma família composta em sua maioria por mulheres, e sempre foi uma preocupação do meu pai saber quem daria continuidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;<em>Vim de uma família de agricultores, onde meu pai cultiva soja, milho e alguns cereais no inverno.</em></span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Passei a minha infância brincando na fazenda e acompanhando o comprometimento dos meus pais com a lavoura. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Somos uma família composta em sua maioria por mulheres, e sempre foi uma preocupação do meu pai saber quem daria continuidade aos trabalhos da fazenda. – Tema Sucessão.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Então quando chegou o tão difícil momento de eu decidir qual profissão seguir, a escolha não poderia ser outra, optei por cursar Agronomia. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Quando eu iniciei o curso de Agronomia na PUC- PR, em Curitiba, eu me senti familiarizada.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Boa parte da minha turma reunia os mesmos princípios meus e ideais que a vida no campo nos ensina. Primeiramente a humildade e em segundo a paixão em produzir os alimentos. </span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Nossa turma na faculdade era composta por mais homens do que mulheres, mas isso não era sinônimo de discriminação. Até porque, o corpo docente da universidade também é formado por muitas mulheres, que exercem a profissão com excelência.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Em 2018 após o término da faculdade e com a formação de Engenheira Agrônoma, eu comecei a trabalhar na fazenda dos meus pais, e foi nesse momento em que eu mais senti me deparei com a falta de consideração que a sociedade tem com as mulheres. </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Fora isso, creio ser um obstáculo cultural, que com o tempo eu acredito que será superado, pois atualmente tem sido frisada a importância feminina nesta área que há muitos anos sustenta a economia do país</em>.&#8221;</span></p>
<p><em>Danielle Schapievski </em></p>
<p>&#8230;</p>
<p><b><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5826 size-large" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-778x1024.jpeg" alt="" width="778" height="1024" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-778x1024.jpeg 778w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-228x300.jpeg 228w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1-768x1010.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Danielle-Schapievski-1.jpeg 973w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-2582 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-300x225.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-768x577.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00-1024x769.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-17-at-11.25.00.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Danielle Schapievski tem 23 anos  é a primogênita de 4 irmãs e sucessora dos negócios da família.</b></p>
<p><b>Ao formar-se em Agronomia pela PUC teve a oportunidade de compor o grupo da <a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/mma-aos-eua/" target="_blank" rel="noopener">8.ª Missão das Mulheres do Agro, </a>em 2018.<br />
</b><b>Foi participativa e contribuiu com o grupo com suas considerações técnicas e pessoais.</b></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/danischapievski/" target="_blank" rel="noopener">@danischapievski</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/danielle-schapievsk/">Danielle Schapievski &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Lucia Roney</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/lucia-roney/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/lucia-roney/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 17:55:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais. Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá. Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais.<br />
</span>Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá.<br />
<span style="font-weight: 400;">Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma norte americana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul Roney, meu marido, havia na época chegado ao Brasil 2 anos antes, em 1972 com o </span><b>Corpo Da Paz</b><span style="font-weight: 400;">. Ele foi transferido de Sidrolândia no Mato Grosso do Sul, para Cuiabá, cidade que eu estava morando. </span>Como curiosidade, Paul colaborava ao compartilhar experimentos com a cultura da soja com os primeiros produtores do sul que migraram para o centro oeste.<br />
<span style="font-weight: 400;">Quando ele chegou a Cuiabá, ele se lembrou que conhecia meu tio Cornélio e em um certo dia foi visitá-lo. Foi nesse momento que nos conhecemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul passou a &#8220;visitar meu tio&#8221; várias vezes e foi assim que tudo começou.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Seu contrato com o Corpo da Paz estava para vencer e ele então teria que retornar aos Estados Unidos e em menos de 1 ano nós decidimos casar e morar nos Estados Unidos.<br />
</span>Meu inglês era bem básico. Entendia um pouco e falava quase nada e esta foi a minha dificuldade maior.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estranhei um pouco a comida. Muito doce.<br />
</span>As comunidades locais me receberam muito bem, principalmente porque a família Roney sempre foi muito respeitada. <span style="font-weight: 400;">Aprendi a dirigir e dentro de 3 meses, tirei carteira e comecei a frequentar a faculdade para aprender inglês. </span>Uns meses depois, comecei a dirigir caminhão para ajudar a transportar a safra da produção da família para a cooperativa na cidade vizinha.</p>
<p>Foi então que os filhos começaram a chegar. Temos quatro. Dois meninos e duas meninas.<br />
<span style="font-weight: 400;">Ajudei nas atividades da fazenda o quanto pude e quando as crianças iniciaram as atividades escolares, passei a ter mais tempo livre.<br />
</span>Nesse meio tempo, meu sogro morreu em um acidente de trator na fazenda. Ele e o Paul trabalhavam juntos e eu só ajudava durante os trabalhos de na colheita.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após sua morte, comecei a ajudar na fazenda dirigindo trator preparando o solo para o plantio, adubando, aplicando químicos e depois colhendo e hoje eu até dirijo caminhão carreta.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Educação nos Estados Unidos não é barata e graças a Deus todos os nossos 4 filhos se formaram em várias universidades sem precisarmos financiar os estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3694 " src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg" alt="" width="633" height="490" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg 960w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-300x232.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-768x594.jpeg 768w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos estão bem empregados e seguindo a carreira que estudaram. Também estão casados e nos deram 7 netinhos. Dois de nossos filhos trabalham com o Agro. Um deles após trabalhar por mais de 10 anos numa das mais importantes indústrias dos EUA, veio nos ajudar a gerenciar os trabalhos na nossa fazenda e o outro é Engenheiro mecânico na John Deere no estado de Iowa.</span></p>
<p>Lucia Roney</p>
<p>&nbsp;</p>
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